Lívia Mattos lança VERVE, disco que fecha trilogia e expande linguagem do trio com sanfona, tuba e bateria

O lançamento conta com as participações da indiana Varijashree Venugopal e da senegalesa Senny Camara, além do videoclipe da faixa “História de Uma Cabeça”, dirigido por Luiz Corrêa

 

Ouça aqui o disco: https://www.youtube.com/watch?v=cXqkh83wnuk

 

Assista ao videoclipe “História de Uma Cabeça”: https://www.youtube.com/watch?v=XU9pEZhu438

 

 

A cantora, compositora e sanfoneira Lívia Mattos lança VERVE, pelo selo YB Music, consolidando a linguagem que vem desenvolvendo ao longo de anos de experimentação com Jefferson Babu (tuba) e Rafael dos Santos (bateria).

 

O título remete ao desejo de inventividade, à pulsão instigante e curiosa que move o processo criativo. “Criar, aturar o que eu crio, maturar, transcriar em cima da ideia original, sem perder a espontaneidade”, explica Lívia.

 

Na trilogia, o disco equilibra a luminosidade de ‘Vinha da Ida’ (2017)  com a densidade de  ‘Apneia’ (2022). As canções abordam deslocamento, movimento, saudade, amor à distância e impermanência, refletindo a vida em trânsito de quem vive na estrada.

 

O trabalho reafirma a formação minimalista – sanfona/voz, tuba e bateria – expandida por pedais, efeitos e pelo estúdio como instrumento criativo. “Esse álbum fecha a trilogia dos meus três primeiros, consolidando esse lugar híbrido entre o instrumental e a canção”, resume a artista.

 

Produzido por Alê Siqueira, que também assinou o primeiro álbum da artista, o disco retoma a parceria com Paulim Sartori, produtor musical em Apneia e agora co-diretor musical em Verve.

 

A capa, criada com o fotógrafo Tiago Lima – também responsável pelos trabalhos anteriores -, dialoga com os discos passados, revisitando elementos visuais e trazendo pela primeira vez a sanfona em si para destaque. “O acordeon aparece como minha caixa de música torácica, minha máquina de respiro, meu caminho de idas e vindas do fole”, diz Lívia.

 

O percurso sonoro de VERVE se abre com ‘Caucaia’, em que a sanfoneira dialoga com a voz indiana de Varijashree Venugopal num forró inventivo de sotaques e deslocamentos. Na sequência, ‘Ndoukahakro’ evoca a memória da Costa do Marfim em conexão com a kora e a voz da senegalesa Senny Camara. ‘Quanto Mais Doce’ traz a ternura do amor à distância, enquanto a faixa-título ‘Verve’ expande o espírito criativo do trio em samba diluído e sinuoso. Em ‘Com Você Eu Vou’, o amor aparece como caminho compartilhado; já ‘Mundo Verde Esperança’, de Hermeto Pascoal, abre espaço para uma formação quinteto.

 

‘Forrógutti’ homenageia Toninho Ferragutti em um forró-choro virtuoso, e ‘Como Se Fosse o Mar’, parceria com Ivan Lins e Thais Nicodemo, mergulha nos mistérios do tempo. ‘História de Uma Cabeça’ traduz em letra e groove as sobrecargas da mente e ganha videoclipe dirigido por Luiz Corrêa, que mistura humor e estética circense para retratar a e o caos de uma cabeça em diálogo com corpo e sentimentos. Para o encerramento festivo, Folia de fole é  um frevo baiano para dançar na rua.

 

SOBRE LÍVIA MATTOS

 

Nascida em Salvador (BA), Lívia Mattos é acordeonista, cantautora, circense e socióloga. Com seu trabalho autoral, lançou os álbuns Vinha da ida (2017), Apneia (2022) e Verve (2025), e já se apresentou em festivais ao redor do mundo, como o Womex (Espanha), Akkordeon Festival Wien (Áustria), Accordions Around the World (Estados Unidos), Macau International Parade (China), FMM Sines (Portugal), MASA (Costa do Marfim), entre outros. Possui uma sólida carreira como instrumentista: integrou a banda de Chico César por oito anos, participou como solista convidada da Orquestra Sinfônica da Bahia e colaborou em shows e/ou gravações com artistas como Rosa Passos, Badi Assad, Vanessa da Mata, Ceumar, Johnny Hooker, Alessandra Leão, Gero Camilo, entre outros.

 

FAIXA A FAIXA ASSINADO

 

1 – CAUCAIA

 

Instrumental instigante, mesclando a puxada de fole da baiana Lívia Mattos com o gogó indiano de Varijashree Venugopal, numa formação inusitada que também soma a tuba de Jefferson Babu e a bateria de Rafael dos Santos à instrumentação. “Caucaia” é o nome da cidade cearense onde a música foi composta apenas na voz, já que a sanfoneira estava sem seu instrumento na ocasião, gerando um forró levemente torto e livremente aprumado.

Pancada instrumental que mixa influências herméticas e reforça a inspiração que vem dos trânsitos entre diferentes lugares.

 

2 – NDOUKAHAKRO

 

Música composta para a aldeia homônima, na Costa do Marfim, que a sanfoneira conheceu quando foi tocar em Abidjan. Compartilha a emoção, o sentimento de familiaridade e o arrebatamento que essa visita provocou nela, bem como os sabores e saberes da terra. O feat com a senegalesa Senny Camara, na kora e voz, expressa a conexão transatlântica da baiana de Salvador com a Costa do Marfim e o Senegal.

Aldeia de dentro, familiar, saborosa, emocionante, transatlântica.

 

3 – QUANTO MAIS DOCE

 

O amor de quem vai vem com o amor de quem espera. Canção de doçura com o dengo de quem está longe querendo estar perto. O reverbe do amor que tremula na sanfona e balança a rede. O tempo da saudade demora mais. É uma canção com influência de Dominguinhos e Chico César, com envenenamentos sonoros no fole e na tuba, com aquele especial no meio pra todo mundo cantar junto.

Desejo de quem vai, de quem fica.

 

4 – VERVE

 

Essa é a faixa cerne do álbum, concebida para a formação-base desse trabalho: tuba, acordeon e sanfona. Uma música instrumental que explora a versatilidade desses instrumentos, brincando com inversões de funções e desvarios em cima de uma leitura diluída de samba. A verve está nesse espírito criativo, aventureiro, sinuoso, que vai se instigando a cada parte. Essa música começou na estrada, foi trabalhada em diferentes lugares e acabou em casa.

De longe, é um samba sinuoso, que começa onde não se espera e segue em trilha de aventura, na instiga, na verve.

 

5 – COM VOCÊ EU VOU

 

Canção terna e ternária, de amor demais, mas não desmedido. De quem vê que no encontro nem todo caminho é doce e largo, mas que topa nadar em rio por vezes raso e salobro. O amor como um caminho de ida, de quem vai, de quem pode ir junto.

Guarânia do sim, do vamos nessa, sigamos.

 

6 – MUNDO VERDE ESPERANÇA

 

Música de Hermeto Pascoal que também tem o nome de “Taiane” – a única não autoral do disco e a primeira vez que a sanfoneira grava em seu disco uma música que não é dela… mas é do campeão. O título já revela a poética da composição, que também é estruturada de um jeito interessante: as partes não são repetidas, como de praxe, mas vão se seguindo micromódulos que revelam essa esperança e inventividade no seguir. Para essa música, o “Lívia Mattos Trio” transmuta para “Lívia Mattos Quinteto”, convidando à farra sonora a flauta de Aline Gonçalves (RJ) e as taças de vidro de Tomás Gleiser (RS) – formação pluriestadual que a sanfoneira vinha apresentando em shows.

 

7 – FORRÓGUTTI

 

A música foi composta em homenagem ao acordeonista Toninho Ferragutti, grande inspiração para Lívia Mattos, depois de ela assistir a um show dele no ano passado. Sempre um arrebatamento vê-lo tocar, mas havia tempo que ela não o via, o que aumentou a densidade do impacto que desaguou na composição. A faixa tem características de forró com choro, fazendo uma espécie de coletânea de características marcantes da forma de Ferragutti abordar o instrumento, que foram captadas e cooptadas pela sanfoneira.

Forró instrumental da beleza, do virtuosismo e da saliência ferragutiana.

 

8 – COMO SE FOSSE O MAR

 

Parceria inédita da sanfoneira com o mestre Ivan Lins e a pianista Thais Nicodemo, a canção nasceu com harmonia classuda e letra afiada, convocando o ouvinte a uma imersão marejada. A poética gira em torno da impermanência, do respiro, da amizade com o tempo e seus mistérios. Arranjo mais aerado, vaporoso, dando espaço para a construção de imagens e narrativas.

Marejo, marulhos na margem do tempo.

 

9 – HISTÓRIA DE UMA CABEÇA

 

Essa parceria inédita é com o pianista Thadeu Romano, que compartilhou uma melodia já maturada para a sanfoneira colocar letra – em todos os seus álbuns ela é também letrista das músicas. A narrativa se desenrola em torno das crises, contradições, sobrecargas e devaneios de uma cabeça, que pode ser a de qualquer um.

Incertezas e tropeços no groove.

 

10 – FOLIA DE FOLE

 

Frevo baiano, lembrando a herança carnavalesca de Armandinho, Dodô e Osmar. A soteropolitana Lívia Mattos traz, por meio do acordeon, a linguagem da guitarra baiana, com distorções e swing, encerrando o disco e acabando a festa na rua. É uma verdadeira folia de fole, na qual se pode dançar frevo e galope na mesma passada, ao gosto do folião.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Com informações: Assessoria Bianco

#SIGA NO INSTAGRAM
Em 13/01/1984, há exatamente 42 anos atrás era lançado o terceiro álbum de estúdio da banda The Pretenders @thepretendershq "Learning To Crawl"

The Pretenders

Chrissie Hynde – lead vocals (all but "Fast or Slow" and "Ramblin' Rob"), rhythm guitars, harmonica [uncredited], backing vocals

Robbie McIntosh – lead and rhythm guitars, backing vocals

Malcolm Foster – bass guitar, backing vocals

Martin Chambers – drums, backing vocals, lead vocals on "Fast or Slow", percussion

Tracklist

1. Middle Of The Road

2 Back On The Chain Gang

3 Time The Avenger

4 Watching The Clothes

5 Show Me

6 Thumbelina

7 My City Was Gone

8 Thin Line Between Love And Hate

9 I Hurt You

10 2000 Miles

#thepretenders #learningtocrawl #boomerangmusic
Em janeiro de 1985, há exatamente 41 anos era lançado o filme "Tuff Tuff - o Rebelde", filme de ação/comédia com James Spader e Robert Downey Jr. 

Classico Sessão da Tarde, dirigido por Fritz Kiersch.

#tufftuff #boomerangmusic
Em janeiro de 1985, há exatamente 41 anos era lançado o filme "Tuff Tuff - o Rebelde", filme de ação/comédia com James Spader e Robert Downey Jr. 

Classico Sessão da Tarde, dirigido por Fritz Kiersch.

#tufftuff #boomerangmusic
Hoje, 12/01, é aniversário rapper, compositor Zack de La Rocha @thezackdelarocha que completa 56 anos.

Vocalista da banda Rage Against The Machine @rageagainstthemachine 

#zackdelarocha #happybirthday #boomerangmusic
Hoje, 12/01, é aniversário do cantor, compositor e guitarrista Per Gessle @pergessle da banda Roxette @realroxette que completa 67 anos.

#pergessle #Roxette #happybirthday
Hoje, 12/01, é aniversário do cantor e compositor Nando Reis @nandoreis que completa 63 anos.

Foi integrante das bandas Titãs e Boi Mamão.

Foto 📷 @natrilha.van

#nandoreis #happybirthday
#boomerangmusic
Na próxima quinta, 15 de janeiro, irá acontecer a VIBE do Reinaldinho @reinaldinhooficial , que brilhou nos vocais da banda Terra Samba. 

O Terra Samba foi formado em 1991, mas foi em 1994 com a entrada do vocalista Reinaldo Nascimento iniciou-se uma nova fase. Primeiro com o álbum de estreia em 1995 "Terra Samba faz Bem". 

Em 1998, lançaram o album ao vivo "Terra Samba Ao Vivo e a Cores, gravado em Belo Horizonte, que foi uma explosão em todo o Brasil. 

Além dos Hits "Deus é Brasileiro", "Liberar Geral", todas as faixas tocaram em massa nas rádios. 

Foram mais de 2 milhões de cópias vendidas. 

O show desta quinta, ainda contará com dois convidados que dispensam apresentação - o cantor e compositor Tatau (Ex-Araketu) e o multiinstrumentista Ivo Meirelles @ivomeirelles

Também haverá apresentação do Betinho da Band e DJs.

O show irá acontecer no Martinelli @edificiomartinelli um dos pontos mais icônicos de São Paulo. 

Os ingressos estão quase esgotando pela plataforma @sympla 

A abertura será as 20h e o show as 23h.

Se preparem para essa grande festa!

#vibedoreinaldinho #terrasamba #boomerangmusic
Hoje, 11/01, é aniversário do cantor e compositor Geraldo Azevedo @geraldoazevedooficial que completa 81 anos.

#geraldoazevedo #happybirthday #boomerangmusic #mpb