ZÉLIA DUNCAN lança seu novo disco de inéditas, “Agudo Grave”

Artista celebra 45 anos de carreira com “Agudo Grave”, 21º álbum de sua trajetória fonográfica. O trabalho tem participações de Alberto Continentino, Lenine e Maria Beraldo, também produtora musical do álbum.

 

OUÇA AQUI O ÁLBUM AGUDO GRAVE

 

Quem escutar “Agudo Grave”, disponível em todos os aplicativos de música, perceberá que o 21º álbum da carreira de Zélia Duncan soa, a um só tempo, novo e familiar. Produzido e arranjado por Maria Beraldo, também uma das participações especiais do disco ao lado de Lenine e Alberto Continentino, lançado pelo selo Duncan Discos com distribuição digital The Orchard, “Agudo Grave” desperta no ouvinte uma sensação de que Zélia nunca havia feito algo parecido e que este disco é sua cara. (Muito embora uma nova surpresa é algo que se espera de quem sempre surpreende.)

 

Surpreender-se com o resultado sonoro de uma obra de arte, mesmo já esperando ser surpreendido: parece um oxímoro, talvez seja, mas há uma justificativa lógica e respaldado pelos 45 anos de carreira que Zélia celebra neste álbum.

 

Nem a mesma paisagem consegue ser sempre igual

 

Há pessoas que, diante do perigo, se paralisam ou recuam. Outras pessoas (e artistas) frente à mesma situação, enxergam o risco como estímulo, combustível. Zélia Duncan, definitivamente, pertence ao segundo grupo. Vale para seu jeito de viver e se estende ao seu canto porque, para Zélia, viver é cantar e a voz é vida: seja entendida em sua dimensão fisiológica (seu timbre grave inconfundível, sua afinação impecável), ou como metáfora de sua independência artística, a voz de suas escolhas e de seus caminhos não domesticados – e, por isso mesmo, perigosos.

 

Olhando em retrospecto é nítido como, em sua carreira, o movimento é a constante e a inquietação é o Norte, tornando sua discografia “uma montanha russa por escolha”, em suas próprias palavras.

 

Senão, vejamos: álbuns de compositora com verve e sonoridade pop, coalhados de hits radiofônicos (“Zélia Duncan” [1994], “Sortimento” [2001] e “Pré Pós Tudo Bossa Band” [2004]), temporalmente vizinhos de um disco de intérprete com fina garimpagem do melhor cancioneiro da MPB (“Eu me transformo em outras” [2003]); discos (e projetos) focados na obra de expoentes da vanguarda paulista dos anos 80 [Itamar Assumpção, “Tudo esclarecido” (2012], Luiz Tatit, “Tôtatiando” [2015, show e DVD], Alzira E., “Minha Voz fica” [2021] dividindo a paisagem com álbuns em parceria com outros artistas de destaque (com Simone, “Amigo é casa” [2007]; com Jaques Morelenbaum, “Invento mais” [2017], repertório inteiramente dedicado a Milton Nascimento). Álbuns dedicados a um gênero? “Antes do mundo acabar” (2015), um mergulho no universo do samba. Álbuns minimalistas compostos e gravados na clausura da pandemia? “PELESPÍRITO” (2021), com canções de Zélia em parceria com Juliano Holanda.

 

Nada a se estranhar e tudo a se celebrar, portanto, com o lançamento de “Agudo Grave”, cuja primeira impressão após a audição só pode ser emitida ainda de olhos semicerrados, ofuscados pelo brilho do encontro entre Zélia e Maria Beraldo.

 

Artista tão singular quanto jovem, autora de dois discos inquietantes e aclamados pela crítica (“Cavala” [2018] e “Colinho” [2024, indicado ao Grammy Latino], Maria Beraldo é cantora, compositora e instrumentista. De sólida formação musical, Maria se revela a produtora e arranjadora perfeita para transitar do pop ao folk, do rock ao choro canção, do improvável ao indizível, em arranjos arrojados que maximizam o brilho dos músicos, a voz de Zélia e a força das canções.

 

Uma Humanidade radical

 

A mesma inquietude que conduz a busca artística de Zélia é também a que a mantém sintonizada à sua vida interior, em permanente reflexão sobre si mesma e seu modo de habitar o mundo neste momento particular da História. São aspectos indissociáveis da pessoa que há na artista e da artista que há na pessoa, que fazem estética e ética convergirem: onde há beleza, há verdade – e vice-versa.

 

O resultado prático deste modo de operar, corajoso e transparente, é que seus discos sempre funcionam também como dramaturgias de si mesma: são fotografias panorâmicas de sua alma, recheados de epifanias, onde se expressam angústias e espanto com os descaminhos do mundo, mas também se celebra o amor, os encontros e a própria música. Cantar é pensar em voz alta.

 

“Agudo Grave” corresponde com exatidão à descrição acima, mas vai muito além, tornando-se um álbum lapidar na carreira de Zélia. Em grande medida por ser o disco que celebra 45 anos de uma carreira bem vivida, de alguém que sempre alimentou a própria curiosidade e nunca deixou de fazer o que quis. Mas, além disso, a força do que se ouve e se sente em “Agudo Grave” é uma demonstração poderosa de maturidade de uma artista vivendo seu auge: emociona como intérprete, assombra como compositora.

 

Minha voz é hoje

 

Nas onze músicas que integram o repertório de “Agudo Grave”, é possível destacar e nomear quatro linhas de força, a saber: a) “Elogio do (demasiado) humano”; b) “Canções de amor em paz”; c) “Integrando paradoxos”; d) “Espinha dorsal”.

 

“Elogio do (demasiado) humano” compreende canções que, por um lado, refletem e criticam, com presença de espírito, um estado de alienação do ser humano em nosso tempo patrocinado pelo bombardeio de estímulos (algoritmo, inteligência artificial, proliferação de telas) e, por outro, reagem à letargia geral e relembram o que nos faz gente de carne e osso.

 

“E aí, IA?” (Alberto Continentino / Zélia Duncan) olha nos olhos da máquina para lhe fazer a pergunta que dá título à canção, uma espécie de reedição do “E agora, José?” drummondiano adaptado ao espírito do tempo. A canção é um elogio desbragado da “dúvida visceral”, da beleza do “sentimento sensacional”, da resposta que se dá através dos poros. Toda conversa vem embalada num arranjo brilhante, cheio de silêncios e surpresas, onde violões, pianos, baixo e bateria se alternam sem nunca desaguarem numa levada convencional – algo que nunca poderia ser feito por um cérebro eletrônico, só por gente de talento.

 

“Olhos de cimento” (Pedro Luís / Zélia Duncan) desenvolve o discurso, clamando por gente e “semente para humanizar robôs” num mundo em que “a solidão viralizou”, enquanto as guitarras disruptivas de Felipe Coimbra conversam com o baixo acústico classudo de Fábio Sá e o violão elegante de Conrado Goys.

 

Um plano para permanecer humano: o que o título da canção “Meu plano” (Ná Ozzetti / Zélia Duncan) não revela, a letra escancara, numa atmosfera propícia para ser “bicho solto e ser humano” conduzida pelos clarinetes e clarones tocados por Maria Beraldo e dos belos violões de aço tocados por Tó Brandileone – também engenheiro de gravação do disco e responsável, ao lado da mixagem de Ricardo Mosca e da masterização de Carlos Freitas, pelo resultado sonoro surpreendente: delicado, mas incisivo; camerístico, porém grandioso.

 

A delícia de amar, não sem esquecer suas agruras, integram o segundo bloco “Canções de amor em paz”, da qual fazem parte “Importante”, “Calmo”  e “Resolvidinho”. (Três títulos de canção que eu usaria como respostas se me perguntassem qual o meu ideal de relacionamento.)

 

“Importante” (Alberto Continentino / Zélia Duncan) e “Calmo” (Zeca Baleiro / Zélia Duncan) não estão posicionadas lado a lado por acaso. Ambas soam como canções atemporais, toadas que poderiam ter sido feitas em meados do século XX, mas moram muito bem no agora, cantando um amor sereno, onde a profundidade não se confunde com afobação. Canções irmãs, faces da mesma moeda: cara, ternura; coroa, mansidão.

 

“Importante”, dedicada à Flavia Pedras, companheira de Zélia e diretora de arte do disco, é cantada no vai e vem da “rede a balançar futuros” onde “tudo é normal e importante”, a solidão dá em nada e a vida se colore, entre o belo piano tocado por Alberto Continentino e o delicado fraseado do cavaquinho de Rodrigo Campos. “Calmo”, por sua vez, segue instalada no balanço da rede, inclusive mencionando um “amor Caymmi”, sem pressa, com tempo, onde as mãos dadas são amparo e repouso. Impossível ouvir e não amar o amor.

 

Já “Resolvidinho” (Juliano Holanda / Zélia Duncan), em sua leveza pop e sua graça encantadora, retoma o célebre poema oswaldiano ao unir amor e humor e cantar o trisal perfeito: “eu, você e Freud, com tudo resolvidinho”, onde “os atos não falham, o trauma foge e o medo sorri”. O amor é um ótimo lugar para se morar.

 

O traçado da carreira de Zélia, sempre aproximando assuntos aparentemente distantes, é inspiração e assunto em “Integrando paradoxos”, composto pelas canções “Pontes no ar” e “Maravilha disforme” (aqui também poderiam constar “Agudo Grave” e “Que tal o impossível?”, que, contudo, estão destacadas em outra seção, dado seu duplo pertencimento).

 

“Pontes no ar” (Alberto Continentino / Zélia Duncan) é a melhor descrição da alma inquieta de Zélia feita em forma de canção: “na esquina de algum lugar / longe é perto / eu vou me jogar”, mas também é possível “rio abaixo escorregar”, e diante de um “passo em falso eu sei voar / minhas asas sustentar”. Na atmosfera sensorial e hipnótica dos violões de aço de Tó Brandileone e no pulso firme da bateria de Sérgio Machado, a letra sintetiza: “quando mais sólido e só / mais sonhos nas mãos eu vou segurar”. Vale destacar a terceira parceria de Zélia com Alberto Continentino, o mais frequente parceiro do disco, e que, aqui, divide a interpretação da faixa com Zélia.

 

Enumerando supostos oxímoros desde seu título, “Maravilha disforme” (Lenine / Zélia Duncan) comove desde o primeiro instante. Num dueto inspirado, Zélia e Lenine cantam com esmero versos que são pérolas sobre a cama sonora dos clarinetes dolentes de Maria Beraldo: “O sólido que escorre / o dia que não corre / o eterno que termina / a rua que não leva / o sonho que não dorme / a fome que não cessa / o ontem que tem pressa / a maravilha disforme” é só uma pequena amostra da magnífica letra da canção, uma das mais belas em língua portuguesa lançadas no presente século.

 

Por fim, chega a “Espinha dorsal”, com seu título autoexplicativo, reunindo, não por acaso a 1ª, a 6ª e 11ª canções do repertório, exatamente o início, o meio e o fim do repertório do disco: “Agudo Grave”, “Voz” e “Que tal o impossível?”.

 

“Agudo Grave” (Lucina / Zélia Duncan) é uma carta de intenções do álbum que se seguirá, mas também um tratado de princípios de tudo que se deu ao longo dos primeiros 45 anos de carreira de Zélia e não são precisos mais do que os versos de abertura para ter esta certeza: “Sinto agudo e canto grave / no meu pequeno intenso mundo / quantos imensos mundos cabem?”. Vale destacar, mais uma vez, os violões de aço hipnóticos de Tó Brandileone (com o reforço de alguns “detalhes violonísticos” de Maria Beraldo), que remetem a Joni Mitchell nesta canção que voa sal e aterrissa doce.

 

“Voz” (Maria Beraldo / Zélia Duncan) é um acontecimento, canção concisa prenhe de sentidos e de evocações, uma espécie de reza laica. Conduzida por um arranjo de violão solo brilhantemente executado por João Camarero, Zélia e Maria dividem os vocais dos sete versos da inquietante letra: “Minha voz é hoje / meu corpo é estrada toda / minha voz é hoje / minha pele são as curvas todas / minha voz é hoje / minha dor é ontem / e as cicatrizes todas cantam por mim”. Há um caráter mágico do encontro de Zélia e Maria eternizado nesta gravação, sendo Maria o agudo do grave de Zélia, água cristalina do raso para tanto poço fundo. É uma canção celebração deste encontro, um destes raros, que amplia e enriquece a trajetória das duas artistas e deixa, desde já, uma marca inequívoca no solo vasto e fértil da música brasileira.

 

“Que tal o impossível?” (Itamar Assumpção), para além de dar continuidade à tradição de Zélia de revisitar a obra do genial compositor em seus discos, sintetiza o que se ouviu nas dez faixas anteriores, a começar pelo arranjo, que reúne todos os músicos presentes no álbum com o acréscimo de Vitor Araújo e seu piano sublime, que soa ao mesmo tempo vanguardista e descontraído, rigoroso e irreverente. Síntese levada a cabo se dá no encaminhamento final da faixa, onde aparecem trechos e samplers de todas as outras faixas anteriores do disco. O último som de “Agudo Grave” é a voz de Zélia, falada e sem acompanhamento, enunciando o título da canção: que tal o impossível?

 

É um aceno ao futuro: onde Zélia construirá suas próximas pontes no ar? Em quais esquinas vai se jogar? Quais rios abaixo vai escorregar? É delicioso especular, mas desnecessário responder. Até lá, podemos nos deleitar ouvindo e reouvindo “Agudo Grave” e ficarmos por perto, de ouvidos atentos e coração desperto. Para Zélia e sua alma ultraleve, todo abismo é um convite ao voo.

 

Release acima por Vinicius Calderoni (abril de 2026)

 

Foto: Mauro Restiffe

 

FICHA TÉCNICA


ÁLBUM: “AGUDO GRAVE”, de Zélia Duncan
Lançamento: 14 de maio de 2026


Distribuição digital: selo Duncan Discos / The Orchard

Produção musical e arranjos: Maria Beraldo

Engenheiro de som: Tó Brandileone

Gravado por Tó Brandileone no Estúdio do Tó, em São Paulo (SP), entre setembro de 2025 e janeiro de 2026

Mixado por Ricardo Mosca

Masterizado por Carlos Freitas, no Classic Master USA

 

Capa
Direção de Arte: Flavia Pedras Soares
Design Gráfico: Estúdio Campo (Paula Tinoco e Roderico Souza)

Foto: Mauro Restiffe

 

Selo: Duncan Discos

Distribuição: The Orchard
Coordenação Geral: Denise Costa
Assessoria Jurídica: DC Consultoria

Assessoria de Imprensa: Somar Comunicação Integrada

Redes Sociais: Digimaki

 

FAIXAS

ÁLBUM AGUDO GRAVE

 

  1. AGUDO GRAVE (LUCINA / ZÉLIA DUNCAN)
  2. PONTES NO AR (ALBERTO CONTINENTINO / ZÉLIA DUNCAN)
  3. E AÍ IA ? (ALBERTO CONTINENTINO / ZÉLIA DUNCAN)
  4. MARAVILHA DISFORME (LENINE / ZÉLIA DUNCAN)
  5. MEU PLANO (NÁ OZZETTI / ZÉLIA DUNCAN)
  6. VOZ (MARIA BERALDO / ZÉLIA DUNCAN)
  7. IMPORTANTE (ALBERTO CONTINENTINO / ZÉLIA DUNCAN)
  8. CALMO (ZECA BALEIRO / ZÉLIA DUNCAN)
  9. OLHOS DE CIMENTO (PEDRO LUÍS / ZÉLIA DUNCAN)
  10. RESOLVIDINHO (JULIANO HOLANDA / ZÉLIA DUNCAN)
  11. QUE TAL O IMPOSSÍVEL? (ITAMAR ASSUMPÇÃO)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Com informações: Somar Comunicação Integrada 

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Em 14/04/1982, há exatamente 44 anos atrás era lançado o 5° álbum de estúdio da banda The Clash @the_clash "Combate Rock".

Integrantes:

The Clash

Joe Strummer (vocal/guitarra)
Mick Jones (guitarra/vocal)
Paul Simonon (baixo)
Topper Headon (bateria)

Tracklist:

Disco 1

Lado A:
1. Know Your Rights
2. Car Jamming
3. Should I Stay Or Should I Go
4. Rock The Casbah
5. Red Angel Dragnet
6. Straight To Hell

Lado B:
1. Overpowered By Funk
2. Atom Tan
3. Sean Flynn
4. Ghetto Defendant
5. Inoculated City
6. Death Is A Star

#theclash #combaterock #boomerangmusic
Hoje, 14/05, é aniversário do cantor, compositor e vocalista da banda Talking Heads @talkingheadsofficial Mr. David Byrne @davidbyrneofficial que completa 74 anos.

#davidbyrne #talkingheads #happybirthday
Hoje, 14/05, é aniversário do cantor, compositor e vocalista da banda The Cult @officialcult Ian Astbury @ianastburyofficial que completa 64 anos.

#ianastbury #thecult #happybirthday #boomerangmusic
Hoje, 14/05, é aniversário do cantor, compositor e vocalista da banda Marillion @marillionofficial Steve Hogarth @stevehogarthonline que completa 70 anos.

#stevehogarth #marillion #happybirthday #boomerangmusic
Em 13/05/1996, há exatamente 30 anos atrás era lançado o 3° álbum de estúdio do cantor e compositor George Michael @georgemofficial "Older".

Tracklist:
 

1 Jesus To A Child
2 Fastlove
3 Older
4 Spinning The Wheel
5 It Doesn't Really Matter
6 The Strangest Thing
7 To Be Forgiven
8 Move On
9 Star People
10 You Have Been Loved
11 Free

#georgemichael #older #30years #boomerangmusic
Hoje, 13/05, é aniversário do guitarrista e ex- integrante, da banda Guns N ' Roses, Mr. Buckethead que completa 57 anos.

Participou do album Chinese Democracy

#mrbuckethead #happybirthday #boomerangmusic
Em 13/05/1977, há exatamente 49 anos atrás era lançado o 3° álbum de estúdio do cantor e compositor Ted Nugent @tednugentofficia “Cat Scratch Fever”.

Integrantes:

Derek St. Homes (vocals, guitars)
Ted Nugent (vocals, guitars)
Rob Grange (bass)
Cliff Davies (drums)
Additional musicians: Montego Joe, Tom Werman (percussion)

Track list:

	1.	Cat Scratch Fever
	2.	Wang Dang Sweet Poontang
	3.	Death by Misadventure
	4.	Live It Up
	5.	Home Bound
	6.	Workin’ Hard, Playin’ Hard
	7.	Sweet Sally
	8.	A Thousand Knives
	9.	Fist Fightin’ Son of a Gun
	10.	Out of Control

#tednugent #carscratchfever #derekstholmes #robgrange #cliffdavies
Em 13/05/1985, há exatamente 41 anos atrás era o 3° álbum de estúdio da banda New Order @neworderofficial "Low Life".

Integrantes:

Formação Clássica no Low-Life:

Bernard Sumner: Vocal principal e guitarra
Peter Hook: Baixo
Stephen Morris: Bateria e sintetizadores
Gillian Gilbert: Teclados e guitarra

Tracklist:

1 Love Vigilantes
2 The Perfect Kiss 
3 This Time Of Night 
4 Sunrise 
5 Elegia 
6 Sooner Than You Think 
7 Sub-Culture 
8 Face Up

#lowlife #neworder #boomerangmusic