Benito di Paula ganha redescoberta histórica com chegada do álbum “Ela” às plataformas digitais pela Universal Music

Gravado em um dos momentos mais sofisticados da carreira do sambista, disco raro dos anos 1970 retorna ao catálogo digital e revela um Benito romântico, inventivo e além dos grandes sucessos;

 

Lançamento dá início às comemorações dos 85 anos do artista em 2026.

 

Mais de cinco décadas após seu lançamento original, o álbum Ela (1972), de Benito di Paula, chega pela primeira vez a todas as plataformas digitais na próxima quinta-feira (28/05), em uma iniciativa da Universal Music que promete reacender o interesse por uma das fases mais sofisticadas e menos revisitadas da trajetória do artista. Em meio ao crescente movimento de redescoberta da obra de grandes nomes da música brasileira, o relançamento dá início as comemorações dos 85 anos do artista em 2026 e reposiciona Benito não apenas como um hitmaker popular, mas como um compositor único, dono de uma assinatura musical singular dentro da MPB e do samba-canção.

 

Lançado originalmente em 1972, período em que Benito dominava as rádios brasileiras com sucessos que atravessavam classes sociais e gerações, Ela ocupa um lugar especial em sua discografia por evidenciar uma faceta mais intimista, romântica e musicalmente elaborada do artista. O disco apresenta arranjos sofisticados, forte presença do piano — marca registrada de Benito — e canções que transitam entre o samba, o bolero, a canção sentimental e influências jazzísticas, revelando um autor atento às possibilidades harmônicas da música popular brasileira.

 

A chegada do álbum ao streaming também lança luz sobre uma geração de ouvintes mais jovens que vêm redescobrindo a obra de Benito di Paula nas redes sociais, em samples, regravações e playlists dedicadas aos clássicos da música brasileira. Nos últimos anos, o artista passou a ser reconhecido por uma nova audiência que identifica em sua obra elementos de sofisticação melódica e uma estética que dialoga tanto com o samba tradicional quanto com a soul music, o piano romântico latino-americano e a canção popular urbana.

 

Mais do que recuperar um título importante de catálogo, o lançamento de Ela contribui para ampliar a compreensão sobre a dimensão artística da obra de Benito di Paula dentro da história da música brasileira. Seu êxito popular, longe de diminuir a força de sua criação, é justamente o que mantém essa obra viva até hoje, atravessando gerações pela memória afetiva e pela transmissão oral em todo o Brasil — mesmo diante de períodos de silenciamento por parte da mediação cultural e dos espaços tradicionalmente legitimadores da música brasileira.

 

Ao longo de sua trajetória, Benito construiu uma linguagem própria, marcada por uma elaboração melódica e harmônica singular, além de incorporar elementos pouco usuais ao samba, especialmente na forma de tocar e pensar o piano dentro do gênero. Ela evidencia essa identidade artística única, reafirmando a potência de uma obra vasta, popular e profundamente original, cuja permanência no imaginário brasileiro acontece justamente pela maneira como continua sendo cantada, reinterpretada e transmitida coletivamente.

 

A redescoberta do disco acontece em um momento de renovado interesse pela memória fonográfica brasileira e pelo resgate de obras que, durante décadas, permaneceram restritas ao vinil ou fora dos catálogos digitais. Ao disponibilizar Ela nas plataformas, a Universal Music também contribui para preservar e atualizar o acesso a uma produção fundamental da música popular do país.

 

“Esse disco representa um momento muito especial da minha trajetória, porque mostra um Benito di Paula mais íntimo, mais romântico e muito ligado às minhas influências musicais. ‘Ela’ foi feito com muito sentimento, muito cuidado nos arranjos e com essa mistura de samba, piano e canção que sempre fez parte da minha identidade artística. Ver esse trabalho chegando agora às plataformas digitais é uma alegria enorme, porque permite que novas gerações descubram essas músicas e conheçam um pouco mais da minha história através de um álbum que eu tenho muito carinho.” — Benito di Paula

 

Com esse lançamento, Benito di Paula reafirma sua permanência no presente. Não apenas como um dos artistas mais populares de sua geração, mas como um criador cuja obra continua encontrando novos sentidos, públicos e escutas no Brasil contemporâneo.

 

Faixa a faixa do álbum:

 

“Violão Não Se Empresta À Ninguém”

Uma das canções mais emblemáticas do início da carreira de Benito di Paula, “Violão Não Se Empresta À Ninguém” mistura humor, ciúme e apego sentimental em torno do instrumento que simboliza a própria identidade do sambista. Com melodia envolvente e balanço elegante, a faixa já antecipava o estilo que Benito consolidaria nos anos seguintes: um samba marcado pelo piano, pela interpretação teatral e pela sofisticação harmônica.

 

“Antonico”

Na releitura do clássico de Ismael Silva, Benito mergulha na tradição do samba carioca com enorme respeito à ancestralidade do gênero. Sua interpretação valoriza o caráter dramático e social da composição, ao mesmo tempo em que imprime um toque moderno através dos arranjos e da condução melódica. A gravação evidencia a ligação de Benito com os grandes mestres do samba tradicional.

 

“Fale Baixinho”

“Fale Baixinho” revela a faceta mais romântica de Benito di Paula, em uma canção delicada, construída sobre nuances sentimentais e interpretação intimista. A música transita entre o samba-canção e a balada popular brasileira, reforçando a capacidade do artista de transformar simplicidade melódica em emoção direta e sofisticada.

 

“Quem Vem Lá”

Com balanço contagiante e clima festivo, “Quem Vem Lá” aproxima Benito do samba de gafieira e da atmosfera boêmia dos salões populares dos anos 1970. A faixa carrega uma energia expansiva, marcada pelo suingue do piano e pelo diálogo entre percussão e melodia, elementos que se tornariam assinatura do artista.

 

“O Bom É O Juca”

Nesta faixa, Benito aposta em uma narrativa popular carregada de personagens e observações bem-humoradas do cotidiano brasileiro. “O Bom É O Juca” possui espírito descontraído e quase cinematográfico, lembrando os sambas que retratavam figuras típicas da vida urbana com leveza, ironia e afeto.

 

“Frevo Gingado”

Misturando a pulsação nordestina do frevo com o balanço característico do samba paulista de Benito, “Frevo Gingado” é uma demonstração da versatilidade musical do cantor e compositor. A faixa traz ritmo acelerado, riqueza percussiva e arranjos vibrantes, revelando um Benito interessado em dialogar com diferentes tradições populares brasileiras.

 

“Paraíba”

“Paraíba” mergulha nas referências nordestinas presentes na música brasileira da época, celebrando paisagens, personagens e sonoridades do Brasil profundo. Benito conduz a faixa com respeito às raízes populares, mas sem abrir mão de sua identidade urbana, romântica e pianística.

 

“Formiga Desunida”

Com tom quase satírico, “Formiga Desunida” utiliza metáforas e imagens populares para refletir sobre comportamento coletivo e convivência social. A canção mostra o lado cronista de Benito di Paula, capaz de transformar observações simples do cotidiano em sambas inteligentes, leves e extremamente comunicativos.

 

“É Pranto”

Em “É Pranto”, Benito entrega uma interpretação carregada de emoção e melancolia. A música enfatiza o sofrimento amoroso e a vulnerabilidade afetiva, temas recorrentes em sua obra. Os arranjos delicados e a condução vocal intensa aproximam a faixa do universo do samba-canção e das baladas sentimentais dos anos 1970.

 

“Ela”

Faixa-título do álbum, “Ela” sintetiza o espírito romântico e sofisticado do disco. A composição é conduzida por uma atmosfera elegante, onde piano, melodia e interpretação caminham juntos para construir uma canção de forte apelo emocional. A música ajuda a revelar um Benito di Paula mais introspectivo, refinado e distante dos estereótipos frequentemente associados ao samba popular da época.

 

“Maria Do Céu”

“Maria Do Céu” traz lirismo e delicadeza em uma narrativa marcada pela idealização feminina, tema muito presente na canção popular brasileira. Benito cria uma atmosfera quase poética, apoiada em harmonias suaves e interpretação calorosa, reforçando seu talento para unir romantismo e musicalidade sofisticada.

 

“Fui Eu”

Encerrando o álbum, “Fui Eu” apresenta um Benito seguro de sua assinatura artística, equilibrando emoção, balanço e dramaticidade. A faixa funciona como síntese do universo musical construído em Ela: sambas sentimentais, arranjos elegantes e uma interpretação intensa que ajudaria a transformar Benito di Paula em um dos grandes nomes da música brasileira dos anos 1970.

 

Sobre Benito di Paula

 

Com uma carreira que começou em sua juventude, Benito conquistou o público com seu estilo característico de samba, que se destacou em hotéis e boates no Rio de Janeiro, onde não se limitava a um gênero específico. A convite de um amigo, ele se mudou para Santos, em São Paulo, onde deu um impulso significativo à sua carreira.

 

Residente em São Paulo, Benito tornou-se um dos grandes símbolos do Samba Paulista. Entre as décadas de 70 e 80, ele atingiu o ápice da fama, acumulando impressionantes 50 milhões de discos vendidos, tornando-se o 5º maior vendedor de discos do Brasil. Sua música ressoou não apenas no Brasil, mas também internacionalmente, com gravações em idiomas como espanhol, francês, italiano, finlandês e alemão, totalizando 4 milhões de discos vendidos na Europa. Com mais de 35 álbuns lançados, parte significativa de sua obra foi relançada em CD, comprovando seu imenso sucesso.

 

Seus álbuns como “Um Novo Samba” e “Gravado Ao Vivo” contém clássicos como “Retalhos de Cetim” e “Charlie Brown”, que se tornaram ícones da música brasileira.Benito também teve a honra de compor para outros artistas e participar de festivais internacionais, levando seu talento além das fronteiras brasileiras.

 

Em 1983, lançou o álbum intitulado “Bom Mesmo é o Brasil” que trazia faixas como “Vovó Clementina” e “O Xerife e o Bandido”, que mantiveram a essência do cantor no início da década de 1980. Em paralelo, o Clube de Amigos do Benito di Paula do Litoral Santista atingiu seu auge, liderado por Rose di Paula, Luiz Caymmi e Maruda Bitra.

 

Em 1984, Benito lançou “Que Brote Enfim o Rouxinol Que Existe Em Mim” pela RGE, apresentando a famosa “Amigo do Sol, Amigo da Lua”, que conquistou grande popularidade e se tornou trilha sonora da telenovela “A Gata Comeu”. Outras faixas, como “Sigo Te Amando” e “Fonte Nova”, também chamaram a atenção.

 

O álbum “Nação”, de 1985, trouxe uma nova proposta, com críticas sociais e referências à redemocratização do Brasil, destacando-se a música homônima e “Nova República”. A participação de Tonico & Tinoco e Grande Otelo enriqueceu ainda mais a obra. No ano seguinte, Benitoapresentou um disco instrumental que incluía clássicos como “Retalhos de Cetim” e “Madrugada”.

 

Após um hiato de três anos, Benito voltou com “Quando a Festa Acabar” em 1987. Durante os anos 90, ele lançou um disco a cada dois anos, destacando-se “Fazendo Paixão” (1990) e “A Vida Me Faz Viver” (1992), que contavam com composições marcantes.

 

Em 2009 lança um CD e DVD ao vivo gravado no Vivo Rio, apresentando seus maiores sucessos e novas canções. Em 2011, fez uma participação no álbum-homenagem a Nelson Cavaquinho que obteve grande êxito.

 

Em 2020, em meio à pandemia, Benito lançou “Lágrimas no Meu Sorriso”, uma música em homenagem ao seu filho André, que faleceu no final de 2019. O artista se reinventou com livestreams, cantando seus clássicos com o filho Rodrigo.

 

Benito lançou o single “O Infalível Zen” em 2021 e em 2023 lançou o EP “Do jeito que a vida quer”, reafirmando sua relevância e conexão com novas gerações de fãs. Sua trajetória musical, marcada por inovações e tradições, solidifica Benito di Paula como um verdadeiro ícone da música brasileira. Foi homenageado no enredo da escola de samba Águia de Ouro no Carnaval de São Paulo, em 2025, reafirmando sua importância para a cultura do país.

 

 

 

 

 

 

Com informações: Assessoria de Imprensa – Paulo Henrique de Moura

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Hoje, 27/05, é aniversário da cantora, compositora e vocalista da banda Siouxie and The Banshees, Siouxsie Sioux @siouxsieandthebanshees que completa 69 anos.

#siouxieandthebanshees #siouxiesioux #happybirthday
Em maio de 2003, há exatamente 23 anos atrás era lançado o 9° álbum de estúdio da banda Sepultura @sepultura "Roorback".

Integrantes:

Derrick Green - vocais
Andreas Kisser - guitarras
Paulo Jr. - baixo
Igor Cavalera – bateria, percussão

João Barone - participação especial

Tracklist:

1. Come Back Alive - Sepultura (3.06)
2. Godless - Sepultura (4.21)
3. Apes of God - Sepultura (3.36)
4. More of the Same - Sepultura (3.58)
5. Urge - Sepultura (3.16)
6. Corrupted - Sepultura (2.32)
7. As It Is - Sepultura (4.26)
8. Mind War - Sepultura (2.59)
9. Leech - Sepultura (2.24)
10. The Rift - Sepultura (2.56)
11. Bottomed Out - Sepultura (4.35)
12. Activist - Sepultura (1.53)
13. Outro - Sepultura (11.38)
14. Messiah (Bonus Track) - Sepultura
15. Angel (Bonus Track) - Sepultura
16. Black Steel in the Hour of Chaos (Bonus Track) - Sepultura
17. Mongoloid (Bonus Track) - Sepultura
18. Mountain Song (Bonus Track) - Sepultura
19. Bullet the Blue Sky (Bonus Track) - Sepultura
20. Piranha (Bonus Track) - Sepultura

#roorback #Sepultura
#boomerangmusic
Em 26/05/1987, há exatamente 39 anos atrás era lançado o álbum ao vivo da banda Simple Minds @simplemindsmusic "Simple Minds Live In The City Of Light".

Integrantes:

Vocals : Jim Kerr.
Guitar : Charlie Burchill.
Keyboards, Piano : Michael MacNeil.
Bass : John Giblin.
Drums & Vocals : Mel Gaynor.
Additional Singing : Robin Clark.
Percussion : Sue Hadjopoulos.
Violin : Lisa Germano.

Tracklist:

01. Ghost Dancing (Live, Paris, 12.08.86)
02. Big Sleep (Live, Paris, 12.08.86)
03. Waterfront (Live, Paris, 12.08.86)
04. Promised You A Miracle (Live, Paris, 12.08.86)
05. Someone Somewhere In Summertime (Live, Sydney, October 1986)
06. Oh Jungleland (Live, Paris, 12.08.86)
07. Alive & Kicking (Live, Paris, 12.08.86)
08. Don’t You Forget About Me (Live, Paris, 12.08.86)
09. Once Upon A Time (Live, Paris, 12.08.86)
10. Book Of Brilliant Things (Live, Paris, 12.08.86)
11. East At Easter (Live, Paris, 12.08.86)
12. Sanctify Yourself (Live, Paris, 12.08.86)
13. Love Song – Medley (Live, Paris, 12.08.86)
14. New Gold Dream (Live, Paris, 12.08.86)

#simpleminds #boomerangmusic
Hoje, 26/05, é aniversário do cantor, compositor e vocalista da banda The Mission @themissionuk Wayne Hussey que completa 68 anos.

Foi integrante das bandas Sisters Of Mercy e Dead Or Alive.

#waynehussey #happybirthday #themission #boomerangmusic
Hoje, 26/05, é aniversário do cantor e compositor Lenny Kravitz @lennykravitz que completa 62 anos.

#lennykravitz #happybirthday #boomerangmusic
Em 26/05/1986, há exatamente 40 anos atrás era lançado o terceiro álbum de estúdio da banda Europe “The Final Countdown”.

Integrantes:

Joey Tempest (vocals)
John Norum (guitars)
Mic Michaeli (keys)
John Levén (bass)
Ian Haugland (drums)

Track list:

	1.	The Final Countdown
	2.	Rock The Night
	3.	Carrie
	4.	Danger On The Track
	5.	Ninja
	6.	Cherokee
	7.	Time Has Come
	8.	Heart Of Stone
	9.	On The Loose
	10.	Love Chaser

#europe#joeytempest #johnnorum #micmichaeli #thefinalcountdown
Em 25/05/1983, há exatamente 43 anos atrás era lançado o album de estreia do cantor e compositor Dio “Holy Diver”.

Integrantes:

Ronnie James Dio (vocals, keys)
Vivian Campbell (guitars)
Jimmy Bain (bass, keys)
Vinny Appice (drums)

Track list:

	1.	Stand Up And Shout
	2.	Holy Diver
	3.	Gypsy
	4.	Caught In The Middle
	5.	Don’t Talk To Strangers
	6.	Straight Through The Hbum art
	7.	Invisible
	8.	Rainbow In The Dark
	9.	Shame On The Night

#dio #ronniejamesdio #vivancampbell #jimmybain vinnyappice #holydiver
Hoje, 25/05, é aniversário do cantor, compositor e vocalista da banda Scorpions @scorpions Klaus Meine que completa 78 anos

#klausmeine #Scorpions #happybirthday