Alessandra Leão e Mestre Sapopemba lançam EP Exu Ajuô, celebrando caminhos, inícios e encruzilhadas

Com produção de Marcelo Cabral, Guilherme Kastrup e Jaraguá Dub, o EP traz seis faixas que atravessam coco, toques de terreiro e matrizes afro-indígenas em um tempo não linear

 

Ouça aqui: https://youtube.com/playlist?list=PLdNhAemqqrjUuuRbSm-F4HDuzfxAOpcuN&si=R7GSCNMcoo2cjLfP

 

Ou na sua plataforma digital favorita: https://open.spotify.com/prerelease/6BQy7vqOO5wOFFovQ1XHfx?si=WE0mw_hDTniXxq0CUS-x8A

 

O novo EP Exu Ajuô, de Alessandra Leão (PE) em parceria com Mestre Sapopemba (AL), é uma celebração dedicada a Exu, aos caminhos, aos inícios e às encruzilhadas. Lançado pelas gravadoras ACESA Discos e YBMusic, o trabalho nasce do encontro entre duas vozes de diferentes gerações e territórios, gravado em São Paulo, cidade migrante e diversa.

 

No repertório, seis faixas transitam entre coco, toques de terreiro e matrizes rítmicas afro-brasileiras e indígenas, borrando fronteiras entre passado e futuro em um tempo não linear, expandindo a paisagem sonora a partir da oralidade, dos tambores e da experimentação. Com direção artística de Alessandra Leão, o EP traz produção assinada em parceria com Marcelo Cabral, Guilherme Kastrup e Jaraguá Dub, além da participação de músicos como Zé Manoel, Thaís Nicodemo e Tamiris Silveira.

 

O projeto foi idealizado por Alessandra e pela produtora Paula Rocha (Arueira Produções) e se afirma como um rito de passagem que conecta tradição e invenção: de um lado, a memória viva e a oralidade de Mestre Sapopemba – cantor, compositor e ogã com mais de cinquenta anos de trajetória – e, de outro, a força criativa de Alessandra, artista reconhecida por reinventar tradições nordestinas em diálogo com a contemporaneidade.

 

“Esse repertório fala sobre fundamento – o que nos sustenta como artistas, como ogã e curimbeira, como gente, como nordestinos, como brasileiros. Me parece um momento importante do país e do mundo para a gente renovar um pouco da esperança”, afirma Alessandra Leão. “Cantar para Exu faz parte do que nos é ensinado desde o início da nossa caminhada com os Orixás. Exu é sempre reverenciado em primeiro lugar, pois é ele a ligação entre o Orum e o Ayê, o mensageiro que conhece a natureza dos Orixás e o guardião que mantém o contato com Olodumaré. Antes de qualquer ato, reverenciamos Exu para que haja paz e equilíbrio no espaço em que ele acontece. Ao lado de Alessandra, unimos nossas vozes em reverência a essas entidades, mantendo vivas as tradições ancestrais que herdamos como ligação com o sagrado”, finaliza Mestre Sapopemba.

 

Compositora, cantora, percussionista e produtora musical, Alessandra iniciou sua carreira na efervescência do Mangue Beat e desde então construiu uma discografia marcada pela reinvenção. Indicada ao Grammy Latino, ao Prêmio da Música Brasileira e ao WME, ela acumula nove álbuns, entre eles Macumbas e Catimbós (2019) e Acesa (2022).

 

Sapopemba, nascido em Penedo (AL), é cantor, percussionista e pesquisador da memória afro-brasileira, conhecido por sua voz potente, por sua atuação nos terreiros de Candomblé e pela dedicação de mais de cinco décadas à música popular.

 

Foto: José de Holanda

 

 

FAIXA A FAIXA POR ALESSANDRA LEÃO

 

Exu Ajuô

Abrindo o repertório com a faixa que dá nome ao EP, “Exu Ajuô” foi também o primeiro single lançado em agosto de 2024. A faixa reúne pontos tradicionais do Candomblé e Umbanda, dedicados a Exu – entidade que abre caminhos e orienta o percurso. O título significa “Exu vem à frente” ou “que Exu seja o primeiro”, evocando a força de quem guia os passos e prepara a travessia. A produção musical é assinada por Alessandra Leão e Marcelo Cabral, que também participa com sintetizadores, guitarra e programações. Sapopemba e Alessandra dividem os tambores, vozes e outros instrumentos de percussão.

 

Na Mata Virgem / Sobô Nirê Mafá

 

A segunda faixa é uma compilação de pontos dedicados a Malunguinho, entidade saudada em primeiro lugar dentro do culto da Jurema Sagrada. Assim como Exu abre os caminhos no Candomblé e Umbanda, Malunguinho é quem inicia e conduz o rito na Jurema.

A primeira parte, “Na Mata Virgem”, é um ponto que Mestre Sapopemba aprendeu desde a infância, na cidade de Penedo (AL). Já “Sobô Nirê Mafá” é um dos mais conhecidos pontos para Malunguinho.

A faixa traz a presença marcante dos pianos de Thais Nicodemo e Tamiris Silveira, e a produção musical é novamente assinada por Alessandra e Marcelo Cabral, que também toca sintetizadores, samples, programações e guitarra.


A Onça

 

“A Onça” é um rojão tradicional do povo Kariri-Xocó, de Alagoas, referência constante na escuta e no repertório de Sapopemba e Alessandra ao longo dos anos. A canção carrega a força coletiva das tradições indígenas do Nordeste e, nos shows, costuma ser uma das mais cantadas e pedidas pelo público.

Na gravação, a faixa conta com as participações especiais dos pianos de Thais Nicodemo, Tamiris Silveira e Marcelo Cabral, que também assina, ao lado de Alessandra, a produção musical. “A Onça” fecha o EP reafirmando o espírito de parceria e a força dos encontros que atravessam todo o projeto Exu Ajuô.

 

Navio Brasileiro

 

“Navio Brasileiro” é uma canção que Alessandra Leão carrega em sua trajetória há quase vinte anos. Ela aprendeu com Mestre Eduardo, da Barca, da Paraíba, durante a gravação do disco Responde a Roda Outra Vez, um projeto de pesquisa coordenado pelo pesquisador Carlos Sandroni, do qual Alessandra participou como produtora. Na gravação original, Mestre Eduardo da Barca interpreta a canção a capela, de forma magistral.

Também há uma gravação dessa embolada pelos lendários Cachimbinho e Geraldo Mouzinho. A composição parte de um tema tradicional, com letra e poesia do compositor Manoel Serafim.
Aqui no EP, divide os vocais e os tambores com Mestre Sapopemba, em uma gravação produzida por Guilherme Kastrup, parceiro de longa data. Kastrup também toca instrumentos percussivos, efeitos e sintetizadores, ampliando o território sonoro da canção e reafirmando uma amizade artística que atravessa muitos discos e caminhos.

 

Deusa da Lua / Dono da Lua

 

Aqui se reúnem duas peças de reisado: a primeira, “Deusa da Lua”, é de autoria da Mestra Virgínia de Moraes, de Alagoas; a segunda, “Dono da Lua”, é uma composição tradicional do reisado alagoano, cantada pela mãe de Sapopemba. A união dessas duas canções cria um campo de afeto e memória que atravessa o disco e conecta gerações.

Mestra Virgínia de Moraes foi uma das mais importantes Mestras de Reisado de Alagoas. Compositora de peças e canções maravilhosas, já teve músicas gravadas por Mônica Salmaso e Palavra Cantada. A admiração de Alessandra pela Mestra Virgínia vem de longe. Desde o final dos anos 1990, quando Alessandra iniciou sua trajetória musical com a banda Comadre Fulozinha, conheceu a mestra em Alagoas e foi profundamente impactada por sua força criadora e por sua poesia.

 

Já Mestre Sapopemba traz na memória viva o canto do reisado de sua terra natal, muito cantado por sua mãe. Reunir essas duas músicas numa mesma faixa, produzida por Alessandra e Jaraguá Dub, é um convite para seguirmos cantando “adeus à tirania”.

 

Adeus Dalina

 

Para fechar o EP, “Adeus Dalina” é um coco-gabinete originalmente registrado como “Idalina”, cantado por Evaristo Augusto de Oliveira e José Porfírio Alves, na comunidade de Lagoa Nova, Paraíba, gravada pela Missão de Pesquisas Folclóricas de 1938.

 

Nesta versão, produzida por Guilherme Kastrup e Alessandra Leão, a canção ganha a delicada e intensa participação do piano de Zé Manoel, que dialoga com as vozes em um gesto de despedida e recomeço.

 

“Adeus Dalina” é um coco que Alessandra canta há muitos anos — quase como um mantra. Uma canção que a acompanha em momentos de caminhada, de despertar, de adormecer ou simplesmente de silêncio. A gravação carrega uma força emocional e poética profunda, condensando, no encontro das duas vozes e do piano, o sentimento de uma despedida dolorosa, mas também o aprendizado que vem com os adeuses e reencontros que atravessam o disco Exu Ajuô.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Com informações: Assessoria Bianco

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Em 01/02/1994, há exatamente 32 anos atrás era o 3° álbum de estúdio da banda Green Day @greenday "Dookie".

Integrantes:

Pessoal
editar
Billie Joe Armstrong — vocal, guitarra
Mike Dirnt — baixo, vocal de apoio
Tré Cool — bateria, guitarra e vocal em "All by Myself"

Tracklist:

Burnout
Having A Blast
Chump
Longview
Welcome To Paradise
Pulling Teeth
Basket Case
She
Sassafras Roots
When I Come Around
Coming Clean
Emenius Sleepus
In The End
F.O.D. / All By Myself

#greenday #dookie #boomerangmusic
Em 31/01/1983, há exatamente 43 anos atrás era lançado o 8° álbum de estúdio do guitarrista Eric Clapton "Money and Cigarettes".

Banda:

Eric Clapton – lead vocals, electric guitar, slide guitar
Albert Lee – acoustic guitar, electric guitar, keyboards, backing vocals
Ry Cooder – electric guitar, slide guitar
Peter Solley – Hammond organ
Donald Dunn – bass guitar
Roger Hawkins – drums
Chuck Kirkpatrick – backing vocals
John Sambataro – backing vocals

Tracklist:

1 Everybody Oughta Make A Change 3:16
2 The Shape You're In 4:08
3 Ain't Going Down 4:01
4 I've Got A Rock N' Roll Heart 3:13
5 Man Overboard 3:45
6 Pretty Girl 5:29
7 Man In Love 2:46
8 Crosscut Saw 3:30
9 Slow Down Linda 4:14
10 Crazy Country Hop 2:46

#ericclapton #MoneyandCigarettes #boomerangmusic
Hoje, 31/01, é aniversário do guitarrista e compositor Adrian Vanderberg @adrianvandenberg_official que completa 72 anos.

Foi integrante da banda Whitesnake 

#adrianvandenberg #happybirthday #boomerangmusic
Em 31/01/1984, há exatamente 42 anos atrás era lançado a trilha sonora do filme Footloose, drama musical, protagonizado por Kevin Bacon e elenco, que estourou nas paradas de sucesso.

Tracklist:

• Footloose – Kenny Loggins
• Let’s Hear It for the Boy – Deniece Williams
• Almost Paradise – Mike Reno & Ann Wilson
• Holding Out for a Hero – Bonnie Tyler
• Dancing in the Sheets – Shalamar
• I’m Free (Heaven Helps the Man) – Kenny Loggins
• Somebody’s Eyes – Karla Bonoff
• The Girl Gets Around – Sammy Hagar
• Never – Moving Pictures

 #Footloose #boomerangmusic
Em 31/01/1994, há exatamente 32 anos atrás era lançado o 17° album de estúdio da banda Black Sabbath @blacksabbath “Cross Purposes”.

Integrantes:

Tony Martin (vocals)
Tony Iommi (guitars)
Geezer Butler (bass)
Bobby Rondinelli (drums)
Additional musicians: Geoff Nicholls (keys) Eddie Van Halen (guitars)

Track list:

	1.	I Witness
	2.	Cross of Thorns
	3.	Psychophobia
	4.	Virtual Death
	5.	Immaculate Deception
	6.	Dying for Love
	7.	Back to Eden
	8.	The Hand That Rocks the Cradle
	9.	Cardinal Sin
	10.	Evil Eye

#blacksabbath #crosspurposes #tonymartin #tonyiommi #geezerbutler
Hoje, 31/01, é aniversário do cantor e compositor John Lyndon @johnlydonofficial que completa 70 anos.

Vocalista das bandas Sex Pistols e P.I.L

#johnlyndon #happybirthday #boomerangmusic
Em 30/01/1995, há exatamente 31 anos atrás era lançado o 10° álbum de estúdio da banda Simple Minds @simplemindsmusic "Good News From The Next World".

Integrantes 

J. Kerr / C. Burchill.

Vocals : Jim Kerr.
Guitars & Keyboards : Charlie Burchill.
Basses : Mark Browne, Malcolm Foster, Marcus Miller & Lance Morrison.
Drums : Mark Schulman, Tal Bergman & Vinnie Colaiuta.
Backing Vocals : Stefani Spruill, Pat Hodges, Maxann Lewis, Julia Walters

Tracklist 
01. She’s A River (5.31)
02. Night Music (5.22)
03. Hypnotised (5.54)
04. Great Leap Forward (5.35)
05. 7 Deadly Sins (5.11)
06. And The Band Played On (5.32)
07. My Life (5.15)
08. Criminal World (5.05)
09. This Time (4.57)

#simpleminds #goodnewsfromthenextworld
#boomerangmusic
Hoje, 30/01, é aniversário do baterista da Legião Urbana Marcelo Bonfá @marcelobonfa que completa 61 anos.

#marcelobonfá #happybirthday #boomerangmusic