Camaleão é o título do novo álbum de Leo Quintella, que chega hoje às plataformas de música.

Álbum completo apresenta várias facetas do cantor, compositor e instrumentista. Lançamento será com show presencial no Blue Note em São Paulo, dia 20 de outubro

 

Ouça o single: https://orcd.co/camaleao

 

Assista ao vídeo de Camaleão : https://youtu.be/tGPlr0H96U8

 

Por Chris Fuscaldo, jornalista e biógrafa

 

Chamam de “camaleão” aquele que circula por diversos meios e se adapta a todo tipo de situação. Algumas linhas da Psicologia reconhecem essa capacidade como uma maturidade do ser humano. A metáfora veste como uma luva o trabalho do cantor, compositor e multi-instrumentista paulistano Leo Quintella, que chegou no mercado profissional mostrando que sua música é diversa e transmite o equilíbrio de seu autor. Ele já lançou os singles Jangada (ijexá repaginado), Slowmotion Cameraman (folk moderno) e a releitura de Meu Sangue Ferve por Você (mistura house e disco music), nessa ordem, e agora chega às plataformas digitais com as outras faixas de Camaleão. O álbum é o resultado das múltiplas influências desse artista que é moderno e retrô ao mesmo tempo, ouve de tudo e transforma todas as experiências em melodia boa e letra inteligente.

 

“Minhas músicas trazem as percepções que tenho. Minha composição é uma busca incessante por encontrar a mim mesmo”, avisa ele.

 

Além de nome do álbum, Camaleão é também a quarta faixa e representa a versatilidade de Leo Quintella para a composição e para a vida: “Me desculpa se eu mudo de cor / Troco o meu sentido, troco o meu amor / É que eu sou tipo um camaleão / Que corre sem juízo numa direção”, canta ele sobre uma melodia simples – mas que pega o ouvinte – ao estilo Paul McCartney, um de seus ídolos. Não é sempre assim que acontece, mas Camaleão parece ter sido psicografada e, de tão natural, resume a história de Leo Quintella: “Eu me escondi demais na vida e agora eu vou me achar”, canta ele em um outro trecho.

 

A música apareceu em sua vida na adolescência, quando descobriu os Beatles e ganhou uma guitarra de um dos irmãos. Na faculdade, reconheceu seu próprio valor quando sua primeira canção viralizou: depois que compôs Menina, trazida agora para o disco, Leo Quintella passou a gostar de administrar sua própria criatividade – por sinal, muito elogiada pelo cantor Sidney Magal depois do lançamento do clipe de Meu Sangue Ferve por Você. “Esse reconhecimento, em 2014, fez com que eu me sentisse renascendo. O hábito de compor ao violão passou a fazer parte da minha vida”, conta Leo, que adorou a nova roupagem de Menina, dançante e charmosa, inspirada em Gilberto Gil e produzida por Juliano Cortuah no NAVE 33 Studio.

 

Assim como Bob Dylan, Beatles, Rolling Stones, David Bowie e The Doors, Gil e outros ícones da música brasileira são forte inspiração do artista. Seu trabalho dialoga também com nomes contemporâneos, como Tim Bernardes, Gilsons e Silva. O violão brasileiríssimo poderia contrastar com as roupas de inverno que Leo adora usar, mas ele não tem preconceitos: ouve (e compõe) rock, funk, country, samba e o que vier. O timbre vocal de Leo Quintella, assim como a “retro modernidade” que sua imagem apresenta, é o que faz suas faixas dialogarem entre si e seu trabalho ter uma unidade.

 

A facilidade para a composição é fruto de uma capacidade de criação que ele carrega desde a infância, quando ainda montava grandes negócios com caixas de sapato e brincava de idealizar logomarcas, personagens e até diálogos. “Eu sempre fui criativo. Gostava de contar histórias, de desenhar”, lembra Leo, que herdou do avô o gosto pelo jazz, da mãe a bossa nova e a MPB, do pai a música clássica e dos irmãos o rock. Prédios de Papel, nona faixa do álbum, vem com a herança de quem também aprendeu em casa a pensar no outro: “Um amigo trabalhou no projeto Um Teto para o Meu País, que construía casas populares para sem tetos. Ele ia pintar e eu ia junto, levando comida, violão… Meu pai era envolvido com questões do meio ambiente, e eu trabalhei com ele. Essa música é sobre tudo isso”.

 

Eu Vi Você Mudar de Cor já traz a perspectiva de Leo Quintella sobre religiosidade: “O céu que trouxe à tona as novidades / que fazem essa gente evoluir”, canta ele. Já Ritmo é uma bela e envolvente canção de amor composta para uma namorada e inspirada nos anos de vai e vens. Qualquer Coisa Boa também é sobre o amor, e o título já diz tudo. Festa encerra o álbum em ritmo dançante, misturando rock, soul e MPB. A faixa foi resgatada do repertório de shows de Leo por ser a mais pedida quando ele está nos palcos. Foi composta em uma escaleta e conecta o músico de hoje ao artista de antes, em formação.

 

Camaleão é uma boa analogia ao próprio Leo Quintella, que não segue um estilo único, tem várias influências, passeia por vários gêneros musicais, adora ler biografias (Nelson Motta, Zuza Homem de Mello e Ruy Castro estão entre seus favoritos) e mistura tudo isso de forma criativa e original.

 

 

 

 

 

 

Com informações: Assessoria Biscoito Fino – Coringa Comunicação

#SIGA NO INSTAGRAM
Hoje, 10/12, é aniversário da baterista Meg White da banda White Stripes @thewhitestripes que completa 51 anos.

#megwhite #happybirthday
#whitestripes
Hoje, 10/12, é aniversário do cantor, compositor e ex integrante da banda Wang Chung @wangchungofficial Jack Hues @jackhuesofficial que completa 71 anos.

#jackhues #wangchung #boomerangmusic
Em 10/12/1985, há exatamente 40 anos atrás era lançado o primeiro álbum de estúdio da banda Fine Young Cannibals @fineyoungcannibals 

Fine Young Cannibals 

Roland Gift – vocais
Andy Cox – guitarra, órgão em "Time Isn't Kind"
David Steele – baixo, piano, teclados

Track listing

"Johnny Come Home" - 3:35
"Couldn't Care More" - 3:30
"Don't Ask Me to Choose" - 3:05
"Funny How Love Is" - 3:28
"Suspicious Minds" - 3:56
"Blue" - 3:31
"Move to Work" - 3:26
"On a Promise" - 3:06
"Time Isn't Kind" - 3:12

#fineyoungcannibals #boomerangmusic
Em 10/12/1976, há exatamente 49 anos atrás era lançado o 5° álbum de estúdio da banda Queen @queen “A Day At The Races”.

Line-up:

Freddie Mercury (vocals, keys)
Brian May (vocals, guitars)
John Deacon (bass)
Roger Taylor (vocals, drums)
Additional musicians: Mike Stone (vocals)

Track list:

	1.	Tie Your Mother Down
	2.	You Take My Breath Away
	3.	Long Away
	4.	The Millionaire Waltz
	5.	You And I
	6.	Somebody To Love
	7.	White Man
	8.	Good Old-Fashioned Lover Boy
	9.	Drowse
	10.	Teo Torriatte (Let Us Cling Together)

#queen #queenband #adayattheraces
Hoje, 10/12, é aniversário da saudosa cantora e compositora Cassia Eller @cassiaelleroficial que completaria 63 anos.

#cassiaeller #happybirthday #mpb
Em dezembro de 1972, há exatamente 53 anos atrás era lançado o álbum ao vivo do Deep Purple @deeppurple “Made in Japan” gravado ao vivo em Osaka e Tokyo,.

Line-up:

Ian Gillian (vocals, harmonica, percussion)
Ritchie Blackmore (guitars)
Jon Lord (keys)
Roger Glover (bass)
Ian Paice (drums)

Track list:

	1.	Highway Star
	2.	Child in Time
	3.	Smoke on the Water
	4.	The Mule
	5.	Strange Kind of Woman
	6.	Lazy
	7.	Space Truckin’

#deeppurple #madeinjapan #boomerangmusic
Hoje, 09/12, é aniversário do saudoso baixista e compositor Canisso @canisso_rmds da banda Raimundos @raimundosrock que completaria 60 anos.

#Canisso #raimundos #happybirthday
Hoje, 08/12, é aniversário do saudoso cantor, compositor,  poeta e vocalista da banda The Doors @thedoors Jim Morrison @jimmorrison que completaria 82 anos.

#thedoors #jimmorrison #happybirthday