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	<title>Lançamentos &#8211; Boomerang Music</title>
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	<description>Informação, Novidade e Atualidade</description>
	<lastBuildDate>Wed, 29 Apr 2026 01:57:19 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Em novo disco, Eva explora a transmutação feminina</title>
		<link>https://boomerangmusic.com.br/em-novo-disco-eva-explora-a-transmutacao-feminina/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 01:57:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Lançamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[“Ritual” tem produção de Amanda Magalhães, participação de Samuel Samuca e mais   Foi durante a pandemia, que a paulista Eva entrou em seu “Casulo Borboleta”, enfrentou seus maiores medos e se dedicou de vez à música. Anos atrás a artista descobriu um diagnóstico de fibromialgia, que...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>“Ritual” tem produção de Amanda Magalhães, participação de Samuel Samuca e mais</em></p>
<p><em> </em></p>
<p>Foi durante a pandemia, que a paulista <a href="https://www.instagram.com/evajuliana____/"><strong>Eva</strong></a> entrou em seu “Casulo Borboleta”, enfrentou seus maiores medos e se dedicou de vez à música. Anos atrás a artista descobriu um diagnóstico de fibromialgia, que a fez rever a relação que tinha com a dança. Durante o período difícil, estudou composição online e foi instigada a escrever uma canção que refletisse sobre “um dia você vai ter que cuspir todos os sapos que engoliu”, nascia <strong>“</strong><a href="https://ditto.fm/ritual-eva"><strong>Ritual</strong></a><strong>”</strong>, música que dá nome ao seu primeiro disco solo, que sai em parceria com o selo<strong> </strong><a href="https://www.instagram.com/boiafriaproducoes/"><strong>Boia Fria Produções</strong></a>, tem as estreladas produções de <a href="https://www.instagram.com/amandzmagalhaes/"><strong>Amanda Magalhães</strong></a><strong>, </strong><a href="https://www.instagram.com/dudu.rezende1/"><strong>Dudu Rezende</strong></a> (Mari Jasca)<strong> </strong>e<strong> </strong><a href="https://www.instagram.com/marcos_mauricio/"><strong>Marcos Maurício</strong></a> (Baco Exu do Blues), além das participações especiais de <strong>Samuel Samuca</strong> e <strong>Zé Nigro</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“’Ritual’ foi a primeira composição – das 9 que fazem parte do álbum &#8211; e surgiu no período do meu diagnóstico, logo após uma separação muito dolorosa de um relacionamento amoroso. Nessa época perdi cerca de 11 kg (chegando a pesar 41kg) e me afundei. Para aliviar o peso, precisei recorrer a formas instintivas e simbólicas, entre elas escrever cartas que nunca foram enviadas ao destinatário, botando pra fora tudo o que eu queria dizer e não pude. Foi praticamente como fazer um enterro sem defunto. Escrevia também num papel todas as coisas que eu não queria mais e queimava na chama de uma vela; criei um altar com uma foto minha criança e a da minha mãe pra me lembrar que eu nunca estive só”, pondera a artista.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Foi necessário chegar ao fundo do poço, para que Eva se lembrasse de quem era e entender o que não cabia mais, seja nas relações com outras pessoas, como também na relação com ela mesma. O álbum então percorre este caminho, de uma mulher ativa em busca de seu poder próprio, passando por temáticas voltadas ao amor romântico e indo a um lugar mais íntimo e de auto pertencimento. O disco leva este nome, porque “ritual é algo feito com fé, disciplina, trabalho, devoção e sangue nos olhos”. É algo que exige preparo, presença e constância. É algo que transforma, que amplia, que quebra com a ordem estabelecida”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Virginiana, organização é seu nome</strong></p>
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<p>Disciplina que é algo que com certeza pode ser considerado seu segundo nome. Quando decidiu deixar a dança, estudava jornalismo. Tudo começou quando foi chamada no palco para dar uma palhinha num clube de jazz em que trabalhava e sentiu a energia do palco. Como uma boa virginiana, ao invés de largar tudo, terminou o curso e foi atrás de uma bolsa de estudo. Cursou <strong>“Canto Popular” no Conservatório EMESP Tom Jobim</strong>, uma das mais prestigiadas escolas de música do país e daí, não parou mais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Entre a faculdade e o trabalho, equilibrava as contas se apresentando no metrô de São Paulo. Integrou espetáculos musicais e cênicos como “Cabaré 3 Vinténs”, “Circo Jazz”, “Forrobodó” e “Retirantes”, trabalhos que reforçam sua atuação híbrida entre música, cena e corpo. E foi investigando discos que gostava que encontrou <strong>Amanda Magalhães</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Conheci a Amandinha escutando, por acaso, seu disco <em>‘Maré de Cheiro’</em>. Fiquei muito atraída pela produção musical desse trabalho – principalmente depois de saber que ela era a responsável. Como nessa época eu já estava com a pretensão de fazer um disco, peguei o contato dela via redes sociais e mandei uma mensagem. Tive a grata surpresa de ela me retornar e se interessar em ouvir minhas canções. Marcamos um encontro em seu estúdio e desde o primeiro momento tivemos muita química – duas virginianas juntas. Foi graças a ela que esse trabalho se iniciou e o tempo que dividimos juntas foi muito especial. Ela é sem sombra de dúvida uma das pessoas mais generosas que conheci”, revela a artista.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>E são as mulheres que realmente tocaram o coração de Eva, uma de suas maiores inspirações é a artista e um dia professora, <strong>Fabiana Cozza</strong>. Na hora de citar as influências para o álbum, não tem dúvida, cita uma série delas: <strong>Elis Regina, Gal Costa, Angela Ro Ro, Liniker, Marina Sena, Catto e Marina Lima</strong>. Durante o processo do álbum, também foi importante para Eva se debruçar sobre a histórias das mulheres de sua família, o que fez com que também se aproximasse muito de sua mãe.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Descobri que eu e minha mãe partilhamos de feridas e carências muito parecidas. Houve uma frase que minha mãe me disse e que norteou grande parte desse processo: ‘eu me realizo através de você’. Essa frase me impactou tanto, que senti isso não como um peso ou como uma necessidade de suprir expectativas, mas sim como uma honra, de saber que a minha trajetória poderia emancipar e trazer realização pessoal também pra mulheres que vieram antes de mim e que nem estão mais nesse plano. Esse sentimento foi tão forte que toda vez que me sentia só, lembrava dessas mulheres e do que minha mãe me disse”, explica Eva.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Mas nem só de mulheres se fez este álbum, são mais de 20 músicos na ficha técnica e um dos nomes que se sobressai é o do<em> bailante</em> <a href="https://www.instagram.com/samuelsamucass/"><strong>Samuel Samuca</strong></a>, vocalista da banda Samuca e a Selva, que conheceu logo após um show em Jundiaí e está na faixa “Amor Selvagem”, um carimbó ousado que fala sobre ir atrás de quem se quer com desejo, libido e sem rodeios. E o artista, produtor e engenheiro de som <a href="https://www.instagram.com/zenigro/"><strong>Zé Nigro</strong></a>, que foi o responsável por grande parte das gravações das músicas de “Ritual” no <a href="https://www.instagram.com/estudionavegantes/">Estúdio Navegantes</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Desde o primeiro momento fiquei atraída pelo calor e malemolência do Samuca no palco. Compus ‘Amor Selvagem’ inspirada em ‘Flores Raras’ do Samuca e a Selva e não faria sentido chamar outra pessoa pra cantá-la que não ele. Ele ouviu a canção e aceitou de imediato. Zé Nigro eu conheci ouvindo o disco ‘Morrendo de Prazer’ da Malu Magri. Achei um disco potente, elegante e fui novamente caçar na ficha técnica quem era o produtor. Descobri que ele era um monstrão dentro da música, não só como produtor, mas também como engenheiro de som, e quis gravar grande parte do disco no estúdio dele. Durante as gravações criamos uma relação muito gostosa e sinérgica”, comenta a artista.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Além das músicas, no meio do álbum, Eva insere uma poesia, “Azul”, em que explora o sentimento de ingenuidade que ainda habita seu corpo e recita: <em>“Eu olhava o céu esperando que ele tivesse algo a me dizer/Inventava o amor a cada semana/Não sabia assobiar, nem piscar com um olho só/Eu saltava e batia asas esperando voar/Em dias de chuva, eu achava que o mundo acabaria/Eu achava que as pessoas de olhos azuis viam o mundo em azul”</em>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Já em “Tigresa”, não aquela de unhas negras, mas com certeza aquela que anseia a emancipação e criação de outras realidades mais libertadoras e justa para as mulheres, Eva sonha com a força feminina:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Essa canção nasce de um sonho que tive: nele eu virava um quadrúpede selvagem correndo pela cidade após matar alguém que queria me ferir. Nele eu acesso minha força mais instintiva pra sobreviver e me reconstruir. A tigresa nasce das minhas próprias feridas. Entre sonho e realidade, eu viro bicho pra atravessar a noite, enfrentar o medo e devolver ao mundo a violência que um dia me atravessou. Aqui, não tem delicadeza: tem corpo, impulso e reação. Ao longo da faixa, eu também desmonto uma esperança: a de viver o amor romântico. Entendo que o amor não vem de fora: ele é força selvagem, é presença, é algo que já habita em mim. É o encerramento do disco e um momento de libertação. Quando eu deixo de esperar e passo a existir com força própria”, finaliza.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>“Ritual”</em> tem 9 canções, sendo delas uma poesia, todas de autoria da jundiaiense <strong>Eva</strong>, sai em parceria com o selo <strong>Boia Fria Produções</strong>, tem produção de <strong>Amanda Magalhães, Dudu Rezende e Marcos Maurício</strong>. O disco passa pelo samba, soul music, ijexá, carimbó e outros ritmos latinos, como o candombe e reggaeton. Mescla de MPB com Pop. Participações especiais de <strong>Samuel Samuca e Zé Nigro</strong>, <em>visualizers</em> e fotos de renomado fotógrafo <strong>Renato Stockler</strong>, figurino de <strong>Ellias Kaleb</strong> e contou com a participação de mais de 20 músicos em sua produção. Ouça <a href="https://ditto.fm/ritual-eva"><strong>aqui</strong></a>.</p>
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<p><strong>Mais informações:</strong></p>
<p><a href="https://www.instagram.com/evajuliana____/">https://www.instagram.com/evajuliana____/</a></p>
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<p><strong>Com informações: Favorite Assessoria</strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Ricardo Bacelar e Airto Moreira lançam “Maracanós”</title>
		<link>https://boomerangmusic.com.br/ricardo-bacelar-e-airto-moreira-lancam-maracanos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Apr 2026 11:50:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Lançamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Álbum inédito chega às plataformas e tem participação especial da cantora Flora Purim   Ouça o álbum: https://ffm.to/marcanos &#160; Veja o clipe Pé no chão: https://www.youtube.com/watch?v=hlV_QHI6utE &#160; Chega às plataformas o álbum “Maracanós”, projeto autoral que reúne o compositor e percussionista Airto Moreira e o pianista, compositor e produtor Ricardo...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Álbum inédito chega às plataformas e tem participação especial da cantora Flora Purim</em></p>
<p><em> </em></p>
<p><strong>Ouça o álbum: </strong><a href="https://ffm.to/marcanos">https://ffm.to/marcanos</a></p>
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<p>V<strong>eja o clipe Pé no chão: </strong><a href="https://www.youtube.com/watch?v=hlV_QHI6utE">https://www.youtube.com/watch?v=hlV_QHI6utE</a></p>
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<p>Chega às plataformas o álbum “<strong>Maracanós</strong>”, projeto autoral que reúne o compositor e percussionista <strong>Airto Moreira</strong> e o pianista, compositor e produtor <strong>Ricardo Bacelar. </strong>Essencialmente instrumental, o álbum será lançado simultaneamente no Brasil, Estados Unidos, Portugal, França, Alemanha, China e Japão pelo selo Jasmin Music.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A gravação de “Maracanós” aconteceu no ano passado, como conta Ricardo Bacelar: “Airto esteve no estúdio Jasmin em duas oportunidades. Na primeira delas, ao lado da cantora Flora Purim, gravamos o single “Aqui, ó” (já nas plataformas), um álbum e um longa-metragem, em fase de produção, que registrou todo o processo de gravação deste disco, ainda inédito. Na segunda viagem dos dois para Fortaleza, onde fica o meu estúdio, Airto e eu fizemos as composições e gravamos ‘Maracanós’. A ideia do disco nasceu durante a captação do longa e foi uma época de muita felicidade para todos, tivemos ótimos momentos”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para Airto Moreira, considerado o pai da percussão contemporânea, todo o processo foi muito inspirador: “Estou muito contente com tudo o que aconteceu. O estúdio é maravilhoso, tem tudo o que a gente precisa para fazer uma gravação de primeira qualidade. Pude usar bastante a minha voz, também – às vezes canto quando não estou tocando, por alguns segundos. Para mim, foi assim como uma cama na qual eu pude me deitar, criar e descansar ao mesmo tempo.” Em abril, Airto será homenageado com o NEA Jazz Masters Fellowship, concedido pela National Endowment for the Arts — o mais alto reconhecimento oficial dedicado ao jazz nos Estados Unidos. A distinção é atribuída a artistas cuja contribuição teve impacto excepcional no desenvolvimento da linguagem do jazz ao longo de décadas, situando o músico brasileiro entre os nomes mais relevantes da história do gênero.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Eleita pelos críticos norte-americanos a melhor cantora de jazz dos EUA por quatro anos consecutivos (de 1974 a 1977), Flora Purim, parceira musical e amorosa de Airto Moreira desde o final da década de 1960, faz uma participação especial nos vocais na faixa “Voo da tarde”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Com abordagem estética arrojada, “Maracanós” transita por caminhos não convencionais, combinando instrumentos acústicos e sintetizadores em uma arquitetura sonora que equilibra improvisação, densidade harmônica e pesquisa timbrística. Criatividade e liberdade pautaram a realização do álbum, como conta Ricardo Bacelar, que também assina a produção do projeto: “Quis prestigiar a liberdade e a experimentação muito presentes na música de Airto e Flora, a própria história dos dois. Fiz uma fusão de música acústica com percussões, cordas, texturas eletrônicas, conferindo originalidade e um caráter bastante imersivo ao disco, que foge do modelo comercial comum na indústria da música de hoje em dia”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Maracanós” conta ainda com a participação do quarteto de cordas Kalimera, do Rio de Janeiro, em duas faixas, com arranjos de Liduíno Pitombeira, membro da Academia Brasileira de Música. O resultado é um trabalho que se afasta de formatos previsíveis, explorando liberdade estrutural e interação espontânea entre os músicos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Sobre o longa-metragem dirigido pelo cineasta Jom Tob Azulay &#8211; projeto que deu origem ao álbum “Maracanós”-, Bacelar adianta: “O filme está em fase de finalização, temos previsão de lançamento para o segundo semestre deste ano. É um registro surpreendente, que mostra como Airto e Flora continuam geniais, imprevisíveis, com a mesma criatividade e liberdade no lidar com a música”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Liberdade criativa é o que move Airto Moreira, que se mudou para os Estados Unidos na década de 1960, passando a tocar com lendas do jazz como Miles Davis, Wayne Shorter, Dave Holland, Jack DeJohnette, Chick Corea, John McLaughlin, Keith Jarrett, Santana, Joe Zawinul, Jaco Pastorius, Al di Meola, Stan Getz e George Benson, entre muitos outros. “O fato de eu ter tocado com esses gigantes é um sinal de que eu sempre estive aberto para a criatividade. Você tem que confiar nos seus instintos musicais para criar, sem atrapalhar ninguém ou se atrapalhar. Sempre confiei nos meus, desde criança”, conta Airto.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Uma pintura do artista plástico Fernando França, nascido no Acre, ilustra a capa do álbum. Criada especialmente para o projeto, ela traz elementos da fusão do Brasil com a África.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“<strong>Maracanós” </strong>é um<em> </em>lançamento do<em> </em>selo criado por Ricardo Bacelar<em>. </em>Multi-instrumentista, cantor e arranjador, Bacelar vem produzindo, à frente do Jasmin Music, um catálogo de singles e álbuns em colaboração com artistas como Flávio Venturini, Leila Pinheiro, Toninho Horta, Roberto Menescal, Fagner, Flora Purim, Jaques Morelenbaum, Ednardo, Amelinha, Delia Fischer e Gilberto Gil, privilegiando a boa música brasileira.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone wp-image-65566" src="https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Credit_Maria_Bacelar_04-300x200.jpg" alt="" width="525" height="350" srcset="https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Credit_Maria_Bacelar_04-300x200.jpg 300w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Credit_Maria_Bacelar_04-1024x682.jpg 1024w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Credit_Maria_Bacelar_04-768x512.jpg 768w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Credit_Maria_Bacelar_04-1536x1023.jpg 1536w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Credit_Maria_Bacelar_04-700x466.jpg 700w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Credit_Maria_Bacelar_04.jpg 1900w" sizes="(max-width: 525px) 100vw, 525px" /></p>
<p><strong>Capa e fotos (Crédito para Maria Bacelar)</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Maracanós – Ficha Técnica</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>1-Pé no Chão</strong> (Airto Moreira / Ricardo Bacelar)</p>
<p>Airto Moreira – Percussões<br />
Ricardo Bacelar – Piano Acústico, teclados, percussões e vocais</p>
<p>Hoto Júnior – Percussões<br />
Nélio Costa – Baixo acústico<br />
Pantico Rocha – Bateria<br />
Márcio Resende – Flauta<br />
Luísa de Castro – Violino I<br />
Tomaz Soares – Violino II<br />
Daniel Albuquerque &#8211; Viola<br />
Daniel Silva – Violoncelo<br />
Liduino Pitombeira – Arranjo para cordas do Quarteto Kalimera</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>2- <strong>Mestre Novo da Guiné</strong> (Airto Moreira / Ricardo Bacelar / Luis Lima Verde)</p>
<p>Airto Moreira – Pecussões<br />
Ricardo Bacelar – Voz, piano acústico, Fender Rhodes, órgão Hammond, percussão, teclados, guitarra elétrica, samples e sintetizadores modulares.<br />
Hoto Júnior – Percussões<br />
Nélio Costa – Baixo elétrico<br />
Pantico Rocha – Bateria<br />
Márcio Resende – Saxofone tenor e soprano<br />
Stênio Gonçalves – Guitarra elétrica<br />
Maria Bacelar – Vocais<br />
Sara Bacelar – Arranjo vocal e vocais<br />
Eliel Ferreira – Vocais</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>3-<strong>Bumbo Meu Boi</strong> (Airto Moreira / Ricardo Bacelar)</p>
<p>Airto Moreira – Bateria<br />
Ricardo Bacelar – Piano acústico e teclados<br />
Nélio Costa – Baixo acústico<br />
Márcio Resende – Saxofone alto, saxofone tenor e flauta Stênio Gonçalves – Guitarra elétrica<br />
Alex Reis – Aplausos</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>4- <strong>Voo da Tarde</strong> (Airto Moreira / Ricardo Bacelar)</p>
<p>Airto Moreira – Percussões<br />
Ricardo Bacelar – Piano acústico, teclados, sintetizadores modulares, percussões, guitarra elétrica, samples e vocais<br />
Flora Purim – Vocais<br />
Hoto Júnior – Percussões<br />
Nélio Costa – Baixo acústico<br />
Márcio Resende – Saxofone alto e flauta</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>5- <strong>Maracanós</strong> (Airto Moreira / Ricardo Bacelar)</p>
<p>Airto Moreira – Percussões<br />
Ricardo Bacelar – Piano acústico, teclados e vocais<br />
Hoto Júnior – Percussões<br />
Nélio Costa – Baixo acústico<br />
Pantico Rocha – Bateria<br />
Márcio Resende – Flauta<br />
Luísa de Castro – Violino I<br />
Tomaz Soares – Violino II<br />
Daniel Albuquerque – Viola<br />
Daniel Silva – Violoncelo<br />
Liduino Pitombeira – Arranjo para cordas do Quarteto Kalimera</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>6- <strong>Submersivos</strong> (Airto Moreira / Ricardo Bacelar)</p>
<p>Airto Moreira – Percussões<br />
Ricardo Bacelar – Piano acústico, teclados, samples, sintetizadores modulares, percussões, apito e ocarina<br />
Nélio Costa – Baixo acústico<br />
Pantico Rocha – Bateria<br />
Márcio Resende – Flauta<br />
Stênio Gonçalves – Violão acústico e violão acústico de 12 cordas</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>7- <strong>3 Minutos de Paz</strong> (Airto Moreira / Ricardo Bacelar)</p>
<p>Airto Moreira – Voz e percussão<br />
Ricardo Bacelar – Piano acústico, teclados, samples e sintetizadores modulares</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>8- <strong>Pau Rolou</strong> (Airto Moreira / Ricardo Bacelar)</p>
<p>Airto Moreira – Voz, percussão e berimbau<br />
Ricardo Bacelar – Voz, percussão, dulcimer, pífaro e tambor de mão.<br />
Hoto Júnior – Percussão<br />
Stênio Gonçalves – Guitarra slide resonator e guitarra acústica de 12 cordas</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Gravado por Alex Reis e Melk Dias no Jasmin Studio, Fortaleza, Ceará, Brasil, em novembro de 2024<br />
Assistente de Gravação – Eliel Ferreira<br />
Vocais de Flora Purim em “Voo da Tarde” e Kalimera String Quartet gravados por Ricardo Dias no Visom Studios, Rio de Janeiro, 2025</p>
<p>Mixado no Jasmin Studio por Luiz Orsano, Alex Reis e Ricardo Bacelar Masterizado por Carlos Freitas<br />
Fotos de Maria Bacelar<br />
Pinturas originais de Fernando França</p>
<p>Capa e design gráfico – MZK<br />
Produzido por Ricardo Bacelar</p>
<p>Agradecimentos a Manoela, Maria e Sara Bacelar, Flora Purim, Luciana Balbino, Hoto Júnior, Jom Tob Azulay e Carlos de Andrade.</p>
<p><a href="http://www.jasminmus.com/">www.jasminmus.com</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Com informações: CORINGA COMUNICAÇÃO</strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Sepultura se despede com o EP “The Cloud of Unknowing”</title>
		<link>https://boomerangmusic.com.br/sepultura-se-despede-com-o-ep-the-cloud-of-unknowing/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Apr 2026 16:06:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Lançamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Último registro de estúdio do Sepultura chega às plataformas digitais via ONErpm depois de mais de 40 anos de história   Ouça “The Cloud of Unknowing” aqui   À medida que a cortina cai sobre uma carreira extraordinária que se estende por mais de quatro...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Último registro de estúdio do Sepultura chega às plataformas digitais via ONErpm depois de mais de 40 anos de história</em></strong></p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<p><strong><a href="https://onerpm.link/TheCloudOfUnknowing">Ouça “The Cloud of Unknowing” aqui</a></strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>À medida que a cortina cai sobre uma carreira extraordinária que se estende por mais de quatro décadas, o <strong>SEPULTURA</strong> se prepara para encerrar seu capítulo final com o EP <strong>“The Cloud of Unknowing”</strong>, que chega em todas as plataformas digitais via <strong>ONErpm</strong>. Com mais de 40 anos de história, 14 discos de ouro e apresentações em mais de 80 países, o Sepultura se destaca como o emissário intransigente do Brasil no cenário mundial e uma das bandas de metal mais influentes da atualidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Embora atualmente ainda levem seu som pioneiro a públicos em todo o mundo na turnê de despedida <strong>“Celebrating Life Through Death”</strong>, surgiu a pergunta: como o Sepultura deveria marcar o fim de uma jornada tão monumental? A resposta veio naturalmente: capturando um momento criativo final e preservando-o para a posteridade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A banda escolheu o lendário Criteria Studios, em Miami, um espaço histórico que já recebeu inúmeras gravações icônicas de diversos gêneros, como cenário para este capítulo final. Produzido pelo amigo e colaborador de longa data Stanley Soares, o EP tomou forma de maneira orgânica ao longo de dez dias no estúdio.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>“Nós arranjamos tudo diretamente no estúdio”</em>, lembra Andreas, guitarrista da banda.<em> “Não havia pressão! Nenhuma data de lançamento, nenhum título de álbum, nenhum nome de música. Nós simplesmente compusemos e tocamos. Em uma faixa, nos inspiramos nas influências jazzísticas de Greyson, o que trouxe uma nova dimensão ao nosso som. Foi uma experiência incrível, e estou orgulhoso de que, em nosso último ano, possamos lançar algo tão espontâneo e honesto — e tocá-lo ao vivo em turnê também.”</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O resultado é “The Cloud of Unknowing”, um dos projetos mais diversificados e comoventes do Sepultura. <em>“O nome faz referência a um termo usado em um movimento cristão que aconteceu pouco depois de 1390, e que questiona toda essa parafernalha de livros, imagens e locais sagrados usados para conexão espiritual, dizendo que isso é completamente desnecessário para ter uma conexão direta com a natureza ou com as sensações que criamos e desenvolvemos dentro de nós. É como se a gente estivesse lendo o menu para matar a fome”, </em>explica Andreas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ao longo de quatro faixas, o EP serve como uma despedida agridoce, mostrando todo o espectro da criatividade da banda. Sobre o formato escolhido para o projeto, Andreas Da força direta e impulsionadora de “All Souls Rising”, que explode em momentos de grandiosidade orquestral, até a balada introspectiva “Beyond the Dream”, com seus vocais limpos, o EP reflete tanto a ferocidade quanto a profundidade que definiram o legado do Sepultura.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O vocalista Derrick Green explica os temas por trás de “All Souls Rising”: <em>“A ideia central foi inspirada por um livro de Madison Smartt Bell sobre a rebelião de escravos no Haiti da década de 1780. Em um nível mais amplo, ela aborda o que está acontecendo na sociedade hoje — o quanto pode ser mudado quando nos unimos além de raça, religião e política. Trata-se também das mudanças que podemos fazer dentro de nós mesmos.”</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Um sentimento semelhante de reflexão social sustenta a faixa “The Place”, que se desenvolve lentamente. <em>“Essa música trata de imigrantes que chegaram a um lugar em busca de refúgio e para começar uma nova vida. Uma vez assimilados por uma falsa sensação de segurança e por uma propaganda implacável, eles começaram a agir contra o que odeiam em si mesmos. A transição começa com a fuga do ódio a si mesmo e com o ataque às pessoas que acreditavam nas mesmas ideias. Sinto que a letra acompanha verdadeiramente as transições da música. Começando com decepção e chegando à raiva”</em>, esclarece o vocalista Derrick Green</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8220;Beyond the Dream&#8221;, segunda música do EP, se destacou entre os fãs por trazer o formato de balada, diferente do estilo clássico da banda. “<em>Era um desejo antigo da banda explorar esse formato, desde que o Derrick entrou trazendo sua capacidade vocal. A gente tinha tentado, mas nunca saiu do jeito que imaginávamos, sempre ia pra um lado mais pesado”</em>, explica Andreas. O guitarrista também comenta a escolha pelo formato EP para o projeto: <em>“É muito comum dentro do thrash metal. Eu tenho vários EPs favoritos com baladas, como “Creeping Death”, onde o Metallica faz a versão da ‘Am I Evil?’; EP ‘Armed and Dangerous’ do Anthrax, que também introduziu uma nova formação da banda; o ‘Haunting the Chapel’ do Slayer, que tem a “Chemical Warfare&#8221;. </em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Dessa vez, a música contou com a colaboração de Tony Bellotto e Sérgio Britto, membros dos Titãs, músicos que possuem uma história compartilhada com a banda e são reconhecidos como especialistas no gênero e compositores de clássicos como &#8220;Polícia&#8221;: <em>“Eles são da família, compositores espetaculares, escreveram baladas lindas na história dos Titãs. A gente se juntou e o processo foi maravilhoso. É uma honra ter os dois num projeto do Sepultura, de uma forma tão íntima nesse formato, com uma música que saiu maravilhosamente bem. A gente conseguiu realizar esse último desejo antes de acabar”</em>, finaliza Andreas.</p>
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<p>“The Cloud of Unknowing” surge como uma declaração final. Sem filtros, destemida e profundamente humana. É o SEPULTURA no seu momento mais reflexivo e livre, oferecendo um último testemunho poderoso antes que a cortina caia.</p>
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<p><strong>“The Cloud of Unknowing” já está disponível em todas as plataformas digitais via ONErpm.</strong></p>
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<p><strong><a href="https://sepultura.bfan.link/cloud-unknowing">Encomende o EP físico “The Cloud of Unknowing” aqui</a></strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong><u>SEPULTURA:</u></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Derrick Green &#8211; vocais</strong></p>
<p><strong>Andreas Kisser &#8211; guitarras</strong></p>
<p><strong>Paulo Jr. &#8211; baixo</strong></p>
<p><strong>Greyson Nekrutman &#8211; bateria</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong><u>TRACKLIST “The Cloud of Unknowing”</u></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<ol>
<li><strong> All Souls Rising</strong></li>
<li><strong> Beyond the Dream</strong></li>
<li><strong> Sacred Books</strong></li>
<li><strong> The Place</strong></li>
</ol>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Sobre Sepultura: </strong>Sepultura é uma banda brasileira de heavy metal formada em 1984, em Belo Horizonte (MG). Desde o início, destacou-se na cena underground do metal extremo e rapidamente conquistou reconhecimento internacional. Ao longo de mais de quatro décadas de carreira, o Sepultura vendeu milhões de discos, realizou turnês extensas pela América do Norte, Europa, Ásia, América Latina e Oceania, e se apresentou nos principais festivais do mundo. A banda é amplamente reconhecida como o grupo de metal brasileiro de maior impacto internacional, sendo responsável por levar o metal produzido no Brasil ao cenário global.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><a href="https://www.instagram.com/sepultura/?hl=pt">Instagram aqui</a></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Sobre ONErpm: </strong>ONErpm é o grupo musical e gravadora liderando a nova geração da música – operando globalmente em 43 localizações e mais de 600 funcionários. O grupo oferece serviços de gravadora a artistas que procuram elevar suas carreiras e opera uma das maiores distribuidoras musicais do mundo inteiro, além de contar com uma das maiores networks multi-canais no YouTube.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Contando com um leque completo de serviços, que inclui apoio de marketing, ferramentas para a supply chain, SAAS, inteligência de empreendedorismo, publicação, contabilidade e soluções globais de pagamento, a empresa oferece a infraestrutura necessária para o sucesso de criadores e donos de conteúdo. Prezando por ser uma parceira confiável, a ONErpm oferece transparência em tudo que faz, desde a criação de uma campanha de marketing aos pagamentos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Para mais informações, visite <a href="http://www.onerpm.com/">www.onerpm.com</a>  </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
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<p><strong>Com informações: ONErpm</strong></p>
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		<title>Foo Fighters lança seu novo álbum de estúdio &#8220;Your Favorite Toy&#8221;</title>
		<link>https://boomerangmusic.com.br/foo-fighters-lanca-your-favorite-toy-e-anuncia-album-para-24-de-abril/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Apr 2026 00:39:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Lançamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Ouça o álbum “Your Favorite Toy” AQUI &#160; “Your Favorite Toy,” é o 12º álbum de estúdio completo do Foo Fighters. &#160; Primeira música inédita do FF em 2026, “Your Favorite Toy”,  é nada menos que um earworm insidioso. OUÇA AQUI. &#160; Estilhaços de guitarra cortantes e...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Ouça o álbum “Your Favorite Toy”</strong> <a href="https://foofighters.lnk.to/yourfavoritetoyPR"><strong>AQUI</strong></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>“Your Favorite Toy,”</strong> é o 12º álbum de estúdio completo do <strong>Foo Fighters</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Primeira música inédita do FF em 2026, “Your Favorite Toy”,  é nada menos que um <em>earworm</em> insidioso. OUÇA <a href="https://foofighters.lnk.to/yft-singlePR" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://foofighters.lnk.to/yft-singlePR&amp;source=gmail&amp;ust=1777218514370000&amp;usg=AOvVaw2OXWtsNHYpOUSZkDlEVKtv"><strong>AQUI. </strong></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Estilhaços de guitarra cortantes e ataques sombrios de teclado serpenteiam sobre um pulso rítmico implacável, enquanto Dave Grohl apresenta um novo tom vocal sarcástico em refrões contagiantes:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Get back<br />
Hear that, boy?<br />
Someone threw away your favorite toy for good<br />
For good</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Um primeiro gosto perfeito e uma representação fiel do álbum de mesmo nome, <strong>“Your Favorite Toy”</strong> soa diferente de qualquer coisa na discografia monolítica da banda, enquanto é instantânea e inconfundivelmente identificável como Foo Fighters.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Dave Grohl comentou: <em>“‘Your Favorite Toy’ realmente foi a chave que destravou o tom e a direção energética do novo álbum. Nós chegamos nela depois de experimentar diferentes sons e dinâmicas por mais de um ano, e no dia em que tomou forma eu soube que precisávamos seguir sua liderança. Foi o estopim para o barril de pólvora de músicas que acabamos gravando para este disco. Parece algo novo.”</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Precedido por sua faixa-título e pelo incendiário “Asking For A Friend”, do ano passado, “Your Favorite Toy” será lançado em 24 de abril via Sony Music. Gravado em casa, o álbum foi coproduzido pelo Foo Fighters e Oliver Roman, com engenharia de Oliver Roman e mixagem de Mark “Spike” Stent, e é composto pelas seguintes músicas:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>TRACKLIST</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Caught In The Echo<br />
Of All People<br />
Window<br />
Your Favorite Toy<br />
If You Only Knew<br />
Spit Shine<br />
Unconditional<br />
Child Actor<br />
Amen, Caveman<br />
Asking For A Friend</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O lançamento<em> de Your Favorite Toy</em>’s anuncia a enorme turnê mundial “Take Cover” do Foo Fighters, que começa em 10 de junho na Unity Arena, em Oslo, após duas apresentações como headliner em festivais nos EUA, Welcome to Rockville e Bottlerock.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para mais informações sobre a turnê, acesse <a href="https://foofighters.lnk.to/ShowsPR">https://foofighters.lnk.to/ShowsPR</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Foo Fighters é formado por Dave Grohl, Nate Mendel, Chris Shiflett, Pat Smear, Rami Jaffee e Ilan Rubin.</p>
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<p><strong>Com informações: Assessoria de Imprensa – Sony Music</strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>GERALDO AZEVEDO lança álbum OITENTAÇÃO e sai em nova turnê</title>
		<link>https://boomerangmusic.com.br/geraldo-azevedo-lanca-album-oitentacao-e-sai-em-nova-turne/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Apr 2026 19:57:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Lançamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Com patrocínio dos Cartões Caixa e do Governo do Brasil,  espetáculo que celebra os 80 anos do artista ganha registro fonográfico e nova circulação por João Pessoa, Porto Alegre, Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília, Belo Horizonte e Salvador &#160; Após celebrar seus 80 anos...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Com patrocínio dos Cartões Caixa e do Governo do Brasil,  espetáculo que celebra os 80 anos do artista ganha registro fonográfico e nova circulação por João Pessoa, Porto Alegre, Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília, Belo Horizonte e Salvador</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Após celebrar seus 80 anos em 2025 com a consagrada turnê <strong>&#8220;Oitentação&#8221;</strong>, o cantor e compositor <strong>Geraldo Azevedo</strong> anuncia, em 2026, o registro fonográfico do projeto e uma série de shows, que marcam uma nova fase desse espetáculo histórico em sua trajetória. Com lançamento pela Altafonte, o disco chega aos aplicativos de música no dia 24 de abril,  mesmo dia da estreia, em João Pessoa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A turnê percorre também Porto Alegre, Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília e Belo Horizonte, além de retornar a Salvador, fechando com emoção sete capitais nesta segunda etapa da celebração das oito décadas de vida de um dos grandes nomes da música brasileira.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>As apresentações acontecem em 24 de abril, no Teatro Pedra do Reino, em João Pessoa; 23 de maio, no Teatro do Bourbon Country, em Porto Alegre; 29 de maio, no Vivo Rio; 31 de maio, no Espaço Unimed, em São Paulo; 3 de junho, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília; 11 de julho, no Palácio das Artes, em Belo Horizonte; e 17 de julho, na Concha Acústica do Teatro Castro Alves, em Salvador.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8220;Celebrar 80 anos trabalhando, cantando as canções que marcaram a minha vida, é um presente enorme. Esse show é um encontro muito bonito com o público, com a minha história e com a música. A turnê &#8216;Oitentação&#8217; é para celebrar uma década inteira, viajando pelo Brasil, até virar ‘Noventação’”, brinca Geraldo.</p>
<p>Geraldo Azevedo (voz e violão) é acompanhado por uma banda que reúne músicos que caminham ao seu lado nessa celebração: o diretor musical César Michiles (flauta), Romero Medeiros (teclado), Johnanthan Malaquias (sanfona e voz), Júnior Xanfer (guitarra), Toninho Tavares (baixo), Augusto Silva (bateria) e Jerimum de Olinda (percussão e voz).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O disco ao vivo reúne dez faixas que registram parte significativa desse momento especial da carreira, com canções que também aparecem no espetáculo. Entre os destaques estão &#8220;Arthur e Alice&#8221;, totalmente inédita, e &#8220;Eu Vou Te Amar&#8221;, já conhecida na voz de Elba Ramalho e que ganha aqui sua primeira gravação com o próprio Geraldo Azevedo. Completam o repertório do álbum &#8220;Caravelas&#8221;, &#8220;Só Porque&#8221;, &#8220;Monami&#8221;, &#8220;Talvez Seja Real&#8221;, &#8220;Bicho de 7 Cabeças&#8221;, &#8220;Lusitana do Norte&#8221;, &#8220;Estou em Paz&#8221; e &#8220;O Sal da Terra&#8221;, de Beto Guedes e Ronaldo Bastos, em uma releitura que reafirma seu diálogo com grandes nomes da música brasileira.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>No palco, o repertório se amplia e percorre canções marcantes de diferentes fases de sua trajetória, conduzindo o público por momentos emblemáticos de sua carreira e reafirmando a força de sua obra e sua conexão duradoura com diferentes gerações.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>AGENDA<br />
GERALDO AZEVEDO NA TURNÊ &#8220;OITENTAÇÃO&#8221;</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>JOÃO PESSOA</p>
<p>Part. Especiais: Lucy Alves e Tadeu Mathias<br />
Data: 24 de abril de 2026 (sexta-feira)<br />
Local: Teatro Pedra do Reino</p>
<p><u><a href="https://bileto.sympla.com.br/event/117245/d/370193">https://bileto.sympla.com.br/event/117245/d/370193</a></u></p>
<p><strong>PORTO ALEGRE</strong><br />
Data: 23 de maio de 2026 (sábado)<br />
Local: Teatro do Bourbon Country</p>
<p><u><a href="https://uhuu.com/evento/rs/porto-alegre/geraldo-azevedo-em-oitentacao-16130">https://uhuu.com/evento/rs/porto-alegre/geraldo-azevedo-em-oitentacao-16130</a></u></p>
<p><strong>RIO DE JANEIRO</strong><br />
Data: 29 de maio de 2026 (sexta-feira)<br />
Local: Vivo Rio</p>
<p><u><a href="https://www.ticket360.com.br/evento/32683/ingressos-para-geraldo-azevedo">https://www.ticket360.com.br/evento/32683/ingressos-para-geraldo-azevedo</a></u></p>
<p><strong>SÃO PAULO</strong></p>
<p>Part. Especiais: Jota.pê e Mariana Ayadar<br />
Data: 31 de maio de 2026 (domingo)<br />
Local: Espaço Unimed</p>
<p><u><a href="https://www.ticket360.com.br/evento/32691/ingressos-para-geraldo-azevedo-oitentacao">https://www.ticket360.com.br/evento/32691/ingressos-para-geraldo-azevedo-oitentacao</a></u></p>
<p><strong>BRASÍLIA</strong><br />
Data: 3 de junho de 2026 (quarta-feira)<br />
Local: Centro de Convenções Ulysses Guimarães</p>
<p><u><a href="https://www.bilheteriadigital.com/geraldo-azevedo-oitentacao-03-de-junho">https://www.bilheteriadigital.com/geraldo-azevedo-oitentacao-03-de-junho</a></u></p>
<p><strong>BELO HORIZONTE</strong><br />
Data: 11 de julho de 2026 (sábado)<br />
Local: Palácio das Artes</p>
<p><u><a href="https://bileto.sympla.com.br/event/118222/d/374095">https://bileto.sympla.com.br/event/118222/d/374095</a></u></p>
<p><strong>SALVADOR</strong><br />
Data: 17 de julho de 2026 (sexta-feira)<br />
Local: Concha Acústica do Teatro Castro Alves</p>
<p><u><a href="https://bileto.sympla.com.br/event/118521/d/375534/s/2506172">https://bileto.sympla.com.br/event/118521/d/375534/s/2506172</a></u></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>FICHA TÉCNICA</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Geraldo Azevedo: voz e violão<br />
César Michiles: sax e flauta<br />
Jr. Xanfer: guitarra<br />
Toninho Tavares: baixo<br />
Augusto Nascimento: bateria<br />
Jerimum de Olinda: percussão<br />
Johnanthan Malaquias: acordeon<br />
Romero Medeiros: teclado</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Geraldo Azevedo: direção artística</p>
<p>César Michiles: direção musical</p>
<p>Gabriela Azevedo: direção executiva</p>
<p>Emilia Veras: gerência executiva</p>
<p>Rodrigo Santos: direção de palco</p>
<p>Sergio Peres: técnico de som (PA)<br />
Vinicius Aquino e Junior Evangelista: técnico de som (monitor)</p>
<p>José Bonifácio e Rafael Lando: roadies</p>
<p>Emílio Rangel Carneiro: conteúdo visual e operação de LED<br />
Valmyr Ferreira: iluminação</p>
<p>Garanda: figurino<br />
Victor Hugo Mattos: chapéu</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Emília Veras, Gabriela Azevedo e Reinaldo Galvão: produção<br />
Nina Marcondes: assistente de produção</p>
<p>Mariana Sobreira e Felipe Valle (Fomenta): gestão de prestação de contas</p>
<p>Miriam Roia e  Vivi Drumond (Somar Comunicação): gestão de comunicação</p>
<p>Draco: identidade visual &#8220;Oitentação&#8221;</p>
<p>Maria Cecília Guimarães e Adriano Cunha: designers<br />
Tom Carvalho: designer do site</p>
<p>Nathalia Turbay: marketing digital<br />
Top Clip: clipping</p>
<p>David Pacheco: filme &#8220;Making of Oitentação 2026&#8221;</p>
<p>Fernanda Freitas, Glaucia Oxman e Pedro Penna (Escritório Cultural): assessoria jurídica</p>
<p>Rose Lessa: secretária executiva</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Realização:</strong> Geração</p>
<p><strong>Patrocínio:</strong> Cartões Caixa e Governo do Brasil</p>
<p>&nbsp;</p>
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<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Com informações: SOMAR COMUNICAÇÂO INTEGRADA</strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Nasi lança o álbum nAsI – Artificial Intelligence</title>
		<link>https://boomerangmusic.com.br/nasi-lanca-o-album-nasi-artificial-intelligence/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Apr 2026 19:46:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Lançamentos]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://click.knewin360.com/Click/click/eyJhbGciOiJIUzI1NiIsInR5cCI6IkpXVCJ9.eyJjYW1wYWlnbklkIjoiMjA5MzdjYWEtYzhhMC00MmZhLWM4MWMtMDhkZTllZTNhODY0IiwicGVyc29uSWQiOiI0NTA3NzIxMC00ZmYzLTQ4YTYtYTA5Yy0zM2Y2YTZmOWQ1ZWYiLCJlbWFpbCI6Im1hcmNvQGJvb21lcmFuZ211c2ljLmNvbS5iciIsInVybCI6Imh0dHBzOi8vZGl0dG8uZm0vYXJ0aWZpY2lhbC1pbnRlbGxpZ2VuY2UtbmFzaSIsImlzU2VnbWVudGF0aW9uIjoiVHJ1ZSIsIm5iZiI6MTc3NzA1NDk5NCwiZXhwIjoxNzc5NjQ2OTk0LCJpYXQiOjE3NzcwNTQ5OTR9.-0Q3zBFh7IyZ2UYSymvbmm_4o2QgMeCixqeRg8boIOc"><strong>Ouça aqui</strong></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://click.knewin360.com/Click/click/eyJhbGciOiJIUzI1NiIsInR5cCI6IkpXVCJ9.eyJjYW1wYWlnbklkIjoiMjA5MzdjYWEtYzhhMC00MmZhLWM4MWMtMDhkZTllZTNhODY0IiwicGVyc29uSWQiOiI0NTA3NzIxMC00ZmYzLTQ4YTYtYTA5Yy0zM2Y2YTZmOWQ1ZWYiLCJlbWFpbCI6Im1hcmNvQGJvb21lcmFuZ211c2ljLmNvbS5iciIsInVybCI6Imh0dHBzOi8vd3d3LnlvdXR1YmUuY29tL3dhdGNoP3Y9aThXVjVibXZoU0kmbGlzdD1SRGk4V1Y1Ym12aFNJJnN0YXJ0X3JhZGlvPTEiLCJpc1NlZ21lbnRhdGlvbiI6IlRydWUiLCJuYmYiOjE3NzcwNTQ5OTQsImV4cCI6MTc3OTY0Njk5NCwiaWF0IjoxNzc3MDU0OTk0fQ.J26UPRNPnkCfSj2Je9OAGY6OpkHUpiIDyaGcPoyBPYs" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://click.knewin360.com/Click/click/eyJhbGciOiJIUzI1NiIsInR5cCI6IkpXVCJ9.eyJjYW1wYWlnbklkIjoiMjA5MzdjYWEtYzhhMC00MmZhLWM4MWMtMDhkZTllZTNhODY0IiwicGVyc29uSWQiOiI0NTA3NzIxMC00ZmYzLTQ4YTYtYTA5Yy0zM2Y2YTZmOWQ1ZWYiLCJlbWFpbCI6Im1hcmNvQGJvb21lcmFuZ211c2ljLmNvbS5iciIsInVybCI6Imh0dHBzOi8vd3d3LnlvdXR1YmUuY29tL3dhdGNoP3Y9aThXVjVibXZoU0kmbGlzdD1SRGk4V1Y1Ym12aFNJJnN0YXJ0X3JhZGlvPTEiLCJpc1NlZ21lbnRhdGlvbiI6IlRydWUiLCJuYmYiOjE3NzcwNTQ5OTQsImV4cCI6MTc3OTY0Njk5NCwiaWF0IjoxNzc3MDU0OTk0fQ.J26UPRNPnkCfSj2Je9OAGY6OpkHUpiIDyaGcPoyBPYs&amp;source=gmail&amp;ust=1777145820580000&amp;usg=AOvVaw1aczbDsY38wdMdAHdameNH"><strong>Assista o clipe &#8220;Perigoso&#8221;</strong></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Nasi</strong>, vocalista do Ira!, disponibiliza nesta sexta-feira (24), em todas as plataformas de streaming, via Ditto Music, <em>o </em>novo álbum solo, nAsI – Artificial Intelligence.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Esse não é um disco de rock ou blues, como geralmente são os meus álbuns. É um disco experimental que, ajudado pela IA, me levou a cantar gêneros que gosto, mas que são muito distantes da minha seara. Eu quis abordar a música popular latino-americana e caribenha, reinventando composições lançadas por mim no passado.”</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Assim Nasi define seu novo trabalho, “nAsI – Artificial Intelligence”. E se os fãs de Nasi reconhecem o título dessa canção, não é à toa: as seis faixas de “nAsI – Artificial Intelligence” são releituras de canções compostas pelo próprio artista.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Foi uma brincadeira que ficou séria”, disse Nasi em uma recente</p>
<p>entrevista. “Assim como eu gostei e as pessoas ao meu redor gostaram, quis disponibilizar para quem também possa curtir, desde que deixe o preconceito de lado. Isso não é o futuro da minha música, nem o futuro da música. Agora, que o futuro da música pertence à interação entre humano e artificial, isso eu não tenho dúvida nenhuma”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O álbum apresenta <em>“Corpo Fechado”, “Feitiço na Rua 23”, “Perigoso”, </em>que chega acompanhada de videoclipe em animação,<em> </em>e três músicas próprias que Nasi verteu para o espanhol: “Polvo en Los Ojos” (“Poeira nos Olhos”), Alma Nocturna” e “Ogun”. Com a colaboração do músico Augusto Júnior, Nasi selecionou pepitas de seu repertório e usou IA para transformar radicalmente as canções. As únicas participações no disco são da cantora Nanda Moura, fazendo um dueto com Nasi em “Alma Noturna”, do guitarrista Johnny Boy fazendo uma segunda voz em “Perigoso”, e de dois instrumentistas tocando trompete e violoncelo em duas faixas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Faixa a Faixa</strong></p>
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<p><strong>Corpo Fechado</strong></p>
<p>O bluesão soul cheio de groove e percussão, que Nasi gravou em 2006 e lembrava clássicos da gravadora Stax, virou um malemolente samba da Velha Guarda (no melhor estilo Noriel Vilela), inspirado em grandes bambas do Partido Alto.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Feitiço da Rua 23</strong></p>
<p>Um rockabilly misterioso com uma letra cinematográfica sobre uma</p>
<p>mulher que foi “tirada de mim por um feitiço”, como diz o próprio Nasi, foi lançado no álbum “Perigoso” (2011) e agora transformado num moderno trap, com direito a um videoclipe divertido,que traz cenas de clássicos do terror como “Drácula”, “Nosferatu” e “A Noite dos Mortos-Vivos”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Perigoso</strong></p>
<p>Também lançada originalmente em 2011, como um country-rock com participação de Renato Teixeira nos vocais, a música virou um</p>
<p>animadíssimo “Corrido”, um gênero popular mexicano de canções narrativas, bastante popular no México em sua versão “Narcocorrido”, subgênero que narra histórias sobre a vida criminal.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Polvo em los Ojos</strong></p>
<p>Em 2001, Nasi gravou, com o projeto Nasi e os Irmãos do Blues, “Poeira nos Olhos”, uma adaptação blueseira de “Equinox”, de John Coltrane, aqui ressuscitada numa versão sensacional de puro groove afrocubano, bem ao estilo do Buena Vista Social Clube. É a primeira de três músicas cantadas em espanhol.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Alma Nocturna</strong></p>
<p><strong>“</strong>Alma Noturna” foi lançada em 2015 e é uma parceria de Nasi e Johnny Boy com o músico e compositor Kiko Dinucci, que assina a letra. Se a versão original tinha forte influência dos afro-sambas de Baden Powell e Vinicius, esta nova versão, um dueto em espanhol com a cantora Nanda Moura, tem uma pitada de tango misturada ao ritmo dançante da cumbia colombiana.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Ogun</strong></p>
<p>Lançada em 2010 como um blues-rock no álbum “Vivo na Cena”, a nova versão espanhola continua explosiva e dançante, mas agora transformada num animadíssimo boogaloo porto-riquenho, que lembra os momentos mais festivos de um Tito Puente, transportando o ouvinte para um baile <em>caliente</em>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Ficha técnica</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Corpo Fechado Voz Nasi, Instrumentos IA</p>
<p>Feitiço na Rua 23 Voz Nasi, Cello Jonas Moncaio, Instrumentos IA</p>
<p>Perigoso Voz Nasi, Backing vocals Johnny Boy, Trumpete Bruno Belasco,</p>
<p>Instrumentos IA</p>
<p>Polvo em los Ojos Voz Nasi, Instrumentos IA</p>
<p>Ogun Voz Nasi, Instrumentos IA</p>
<p>Alma Nocturna Voz Nasi e Nanda Moura, Instrumentos IA</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Produzido por Nasi</p>
<p>Programador de I A e Artes (Capa/Singles), Augusto Junior.</p>
<p>Engenheiro de gravação de vozes, cello e Trumpette Mixagem e masterização, Jeff Berg</p>
<p>Arranjo de Cello, Johnny Boy e Nasi em Feitiço da Rua 23.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Nasi</strong></p>
<p><a href="https://click.knewin360.com/Click/click/eyJhbGciOiJIUzI1NiIsInR5cCI6IkpXVCJ9.eyJjYW1wYWlnbklkIjoiMjA5MzdjYWEtYzhhMC00MmZhLWM4MWMtMDhkZTllZTNhODY0IiwicGVyc29uSWQiOiI0NTA3NzIxMC00ZmYzLTQ4YTYtYTA5Yy0zM2Y2YTZmOWQ1ZWYiLCJlbWFpbCI6Im1hcmNvQGJvb21lcmFuZ211c2ljLmNvbS5iciIsInVybCI6Imh0dHBzOi8vd3d3Lmluc3RhZ3JhbS5jb20vb2ZpY2lhbG5hc2kvIiwiaXNTZWdtZW50YXRpb24iOiJUcnVlIiwibmJmIjoxNzc3MDU0OTk0LCJleHAiOjE3Nzk2NDY5OTQsImlhdCI6MTc3NzA1NDk5NH0.YZH9hz2GCayOD8DnCION4ZFRkIMjjhkJBn0qolnokgY" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://click.knewin360.com/Click/click/eyJhbGciOiJIUzI1NiIsInR5cCI6IkpXVCJ9.eyJjYW1wYWlnbklkIjoiMjA5MzdjYWEtYzhhMC00MmZhLWM4MWMtMDhkZTllZTNhODY0IiwicGVyc29uSWQiOiI0NTA3NzIxMC00ZmYzLTQ4YTYtYTA5Yy0zM2Y2YTZmOWQ1ZWYiLCJlbWFpbCI6Im1hcmNvQGJvb21lcmFuZ211c2ljLmNvbS5iciIsInVybCI6Imh0dHBzOi8vd3d3Lmluc3RhZ3JhbS5jb20vb2ZpY2lhbG5hc2kvIiwiaXNTZWdtZW50YXRpb24iOiJUcnVlIiwibmJmIjoxNzc3MDU0OTk0LCJleHAiOjE3Nzk2NDY5OTQsImlhdCI6MTc3NzA1NDk5NH0.YZH9hz2GCayOD8DnCION4ZFRkIMjjhkJBn0qolnokgY&amp;source=gmail&amp;ust=1777145820581000&amp;usg=AOvVaw2wsY6soKwWEyiH8v0Qco9X"><strong>Instagram</strong></a><strong> | </strong><a href="https://click.knewin360.com/Click/click/eyJhbGciOiJIUzI1NiIsInR5cCI6IkpXVCJ9.eyJjYW1wYWlnbklkIjoiMjA5MzdjYWEtYzhhMC00MmZhLWM4MWMtMDhkZTllZTNhODY0IiwicGVyc29uSWQiOiI0NTA3NzIxMC00ZmYzLTQ4YTYtYTA5Yy0zM2Y2YTZmOWQ1ZWYiLCJlbWFpbCI6Im1hcmNvQGJvb21lcmFuZ211c2ljLmNvbS5iciIsInVybCI6Imh0dHBzOi8vd3d3LmZhY2Vib29rLmNvbS9vZmljaWFsbmFzaS8iLCJpc1NlZ21lbnRhdGlvbiI6IlRydWUiLCJuYmYiOjE3NzcwNTQ5OTQsImV4cCI6MTc3OTY0Njk5NCwiaWF0IjoxNzc3MDU0OTk0fQ.3wP5xCSROXG09a9rYrKR-L9DifI1_SN5QEPDodPM1tI" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://click.knewin360.com/Click/click/eyJhbGciOiJIUzI1NiIsInR5cCI6IkpXVCJ9.eyJjYW1wYWlnbklkIjoiMjA5MzdjYWEtYzhhMC00MmZhLWM4MWMtMDhkZTllZTNhODY0IiwicGVyc29uSWQiOiI0NTA3NzIxMC00ZmYzLTQ4YTYtYTA5Yy0zM2Y2YTZmOWQ1ZWYiLCJlbWFpbCI6Im1hcmNvQGJvb21lcmFuZ211c2ljLmNvbS5iciIsInVybCI6Imh0dHBzOi8vd3d3LmZhY2Vib29rLmNvbS9vZmljaWFsbmFzaS8iLCJpc1NlZ21lbnRhdGlvbiI6IlRydWUiLCJuYmYiOjE3NzcwNTQ5OTQsImV4cCI6MTc3OTY0Njk5NCwiaWF0IjoxNzc3MDU0OTk0fQ.3wP5xCSROXG09a9rYrKR-L9DifI1_SN5QEPDodPM1tI&amp;source=gmail&amp;ust=1777145820581000&amp;usg=AOvVaw1wKmdQA_U48s3bgauZRjgm"><strong>Facebook</strong></a></p>
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<p><strong>Com informações: <em>Catto Comunicação</em></strong></p>
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		<item>
		<title>Lúcio Maia lança novo álbum futurista, psicodélico e diverso</title>
		<link>https://boomerangmusic.com.br/lucio-maia-lanca-novo-album-futurista-psicodelico-e-diverso/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Apr 2026 02:24:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Lançamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://boomerangmusic.com.br/?p=65381</guid>

					<description><![CDATA[Ex-guitarrista da Nação Zumbi divulga novo capítulo de seu trabalho instrumental   Escute, aqui.   O grande guitarrista Lúcio Maia lança seu segundo álbum de estúdio, o homônimo “Lúcio Maia”, um trabalho que celebra a psicodelia, diversidade de sonoridades e as diferentes possibilidades da música...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Ex-guitarrista da Nação Zumbi divulga novo capítulo de seu trabalho instrumental</em></strong></p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<p><strong><em>Escute, </em></strong><a href="https://onerpm.link/luciomaia"><strong><em>aqui</em></strong></a><strong><em>.</em></strong></p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<p>O grande guitarrista<strong> Lúcio Maia </strong>lança seu segundo álbum de estúdio, o homônimo <em><strong>“Lúcio Maia”</strong>, </em>um trabalho que celebra a psicodelia, diversidade de sonoridades e as diferentes possibilidades da música instrumental.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Com 8 faixas instrumentais, o disco evidencia a musicalidade excepcional de Lúcio. De imediato, se destacam as linhas de guitarras únicas, conhecidas desde seu trabalho com a Nação Zumbi, envoltas em timbres psicodélicos. Mas além da virtuosidade no instrumento, o projeto traz arranjos precisos e diferentes climas, com composições inspiradas por diferentes gêneros e sonoridades. As novas faixas flertam com o futurismo, movimento artístico e literário do início do século XX que exaltava a modernidade, a velocidade e a tecnologia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O álbum se inicia com a faixa “Cogumelo de Vidro”, que já estabelece a proposta do disco; tanto na sonoridade que segue no restante do álbum, quanto no título da faixa, que remete ao contexto alucinógeno em que boa parte do projeto foi criado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A segunda faixa, Qítara, se aprofunda ainda mais na estética psicodélica, guiada por riffs de guitarra que se alternam entre momentos com texturas eletrônicas. Em seguida, os dois singles já divulgados previamente: “Fetish Motel”, com uma atmosfera cinematográfica que remete aos filmes noir dos anos 1960; e “Tábua das Horas”, com melodias marcantes misturando ritmos do baião e reggae.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A segunda metade do álbum continua explorando diferentes texturas e ritmos, com a percussão latina de “Brisa Breve”; “L’amour”, um dos únicos momentos com uma voz, com uma narração em francês guiando as paisagens sonoras; “Noturno”, que conta com cordas dando um ar orquestral e transcendente para a faixa; e a conclusão do álbum, “Contorno Ausente”, que fecha o disco com linhas de guitarra cheias de efeitos e repetições.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Este é o segundo álbum solo de Lúcio, seguindo o disco também homônimo de 2019. O álbum foi produzido pelo próprio Lúcio e mixado por Mario Caldato Jr e Daniel Ganjaman, com a participação de Arquétipo Rafa na bateria e Marco Gerez no baixo, além de Pedro Regada nos synths.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Nos shows o guitarrista toca em formato de trio, com os mesmos integrantes da “cozinha” que gravou o disco, abrindo espaço para deixar em evidência a virtuosidade de cada instrumentista, e traduzindo os arranjos psicodélicos do estúdio para a energia do ao vivo. No último mês, realizou um show lotado no SESC Avenida Paulista, e em breve anunciará novas datas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Lúcio Maia é fundador da banda pernambucana Nação Zumbi, que junto com seus parceiros espalhou pelo mundo sua mistura de influências da música do seu estado com influências universais, que o colocou no patamar dos mais importantes músicos de sua geração.</p>
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<p>“<em>Lúcio Maia</em>” é um lançamento do selo Opium em parceria com a ForMusic Records.</p>
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<p><strong>Sobre Lúcio Maia</strong></p>
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<p>Embora conhecido e reconhecido como guitar hero da Nação Zumbi, Lúcio Maia tem uma trajetória paralela que mostra suas buscas por outras paragens musicais para além da colisão afrociberdélica de ritmos e melodias da usina de som pernambucana. Ele também tocou ao lado de Seu Jorge no grupo Almaz; com o rapper Rodrigo Brandão no grupo Zulumbi; e com Marisa Monte na turnê Verdade, Uma Ilusão; além de seu próprio trabalho solo, sob o nome de Maquinado e hoje sob seu próprio nome. Em cada um destes projetos, busca explorar com sua guitarra novas sonoridades em extremos diferentes do leque musical brasileiro.</p>
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<p><strong>ForMusic nas redes:</strong></p>
<p><a href="https://www.formusic.com.br/pt/homepage/"><strong>Website</strong></a><strong> | </strong><a href="https://www.facebook.com/formusicBR/"><strong>Facebook</strong></a><strong> | </strong><a href="https://www.instagram.com/formusicbr/"><strong>Instagram</strong></a></p>
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<p><strong>Com informações: Assessoria de imprensa ForMusic</strong></p>
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		<title>Luiza Possi lança álbum “É Só o Amor” e marca novo capítulo em sua trajetória</title>
		<link>https://boomerangmusic.com.br/luiza-possi-lanca-album-e-so-o-amor-e-marca-novo-capitulo-em-sua-trajetoria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Apr 2026 17:12:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Lançamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://boomerangmusic.com.br/?p=65289</guid>

					<description><![CDATA[Projeto chega às plataformas no dia 08 de abril e reflete uma fase de amadurecimento artístico e expansão do olhar sobre o amor &#160; OUÇA AQUI   Com mais de duas décadas de carreira, Luiza Possi lança, o álbum “É Só o Amor”, disponível em...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Projeto chega às plataformas no dia 08 de abril e reflete uma fase de amadurecimento artístico e expansão do olhar sobre o amor</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><a href="https://onerpm.link/luizapossi_esooamor">OUÇA AQUI</a></strong></p>
<p><em> </em></p>
<p>Com mais de duas décadas de carreira, <strong>Luiza Possi</strong> lança, o álbum <strong>“É Só o Amor”</strong>, disponível em todas as plataformas digitais. O trabalho reúne canções que atravessam diferentes formas de amar e traduzem o momento atual da artista, mais madura e conectada a novas possibilidades dentro da música.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O repertório mistura releituras de clássicos com faixas que dialogam com a trajetória de Luiza, trazendo novas interpretações para músicas que fazem parte da memória afetiva do público. Entre os destaques está “Estou Apaixonado”, sucesso eternizado por João Paulo &amp; Daniel, que ganha nova versão em dueto com Péricles.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ao longo do projeto, Luiza percorre diferentes formas de amor, do romântico ao familiar, passando pelas relações de amizade, cuidado e parceria. “Esse trabalho fala sobre o amor em várias formas. Não só o amor entre duas pessoas, mas o amor que sustenta, que permanece, que faz a gente crescer”, comenta.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Entre as faixas, “Além do Arco-Íris” reforça a proposta do álbum ao trazer uma mensagem de acolhimento e reconexão, ampliando o olhar sobre o amor para além das relações individuais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Na parte musical, o álbum aposta em arranjos mais orgânicos e sofisticados. Um dos destaques são as cordas, gravadas pela Orquestra Filarmônica de Moscou, com músicos executando diretamente da Rússia, trazendo uma camada especial à produção.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“É Só o Amor” também acompanha um novo momento na vida da artista. De forma espontânea, Luiza se aproxima cada vez mais da música gospel, abrindo espaço para esse caminho dentro da sua trajetória. Não é sobre mudança de rota, mas sobre fase e sobre um amor que hoje também se conecta com a fé.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Sobre Luiza Possi</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Cantora, compositora, empresária, apresentadora e palestrante, Luiza Possi construiu, ao longo de mais de duas décadas, uma das trajetórias mais sólidas e respeitadas da música brasileira. Nascida no Rio de Janeiro, iniciou sua carreira ainda na adolescência, influenciada pelos pais e cercada por música desde cedo. Foi nesse ambiente que desenvolveu a personalidade artística que a tornaria uma das vozes mais marcantes da MPB e do pop nacional.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em 2001, aos 17 anos, ganhou projeção nacional ao gravar seu primeiro álbum, “Eu Sou Assim”. O trabalho revelou sucessos como “Dias Iguais”, “Eu Sou Assim” e “Tudo Que Há de Bom”, conquistando rapidamente o público e as rádios de todo o país. A faixa-título foi escolhida como tema da novela Mulheres Apaixonadas, exibida pela TV Globo, ampliando ainda mais sua visibilidade e consolidando seu nome entre os grandes talentos da nova geração.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em 2006, com o lançamento de “Escuta”, Luiza reafirmou sua maturidade artística. O álbum trouxe composições como “Seu Nome” e “Adeus, Menino”, evidenciando sua profundidade como intérprete e compositora. O projeto foi celebrado por público e crítica e rendeu suas primeiras indicações ao Grammy Latino, nas categorias de Melhor Artista Revelação, Melhor Álbum de Pop Contemporâneo Brasileiro e Melhor Álbum de Música Popular Brasileira.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ao longo da carreira, Luiza soma mais de 200 canções lançadas entre álbuns de estúdio, projetos ao vivo, EPs e singles. Com milhões de cópias vendidas e diversos prêmios nacionais no currículo, como o Prêmio Tim de Música e o Prêmio Multishow de Música Brasileira, ela mantém uma presença constante e relevante na indústria.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Sua versatilidade também se estende à televisão. Como técnica do The Voice Brasil e colunista do Encontro com Fátima Bernardes, demonstrou carisma, domínio artístico e capacidade de comunicação com diferentes públicos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Multifacetada, Luiza Possi transita entre palcos, negócios e projetos autorais. Como empresária, conduz sua carreira com visão estratégica. Como palestrante e escritora, compartilha experiências e aprendizados, inspirando sua audiência com autenticidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Para saber mais:</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://click.knewin360.com/Click/click/eyJhbGciOiJIUzI1NiIsInR5cCI6IkpXVCJ9.eyJjYW1wYWlnbklkIjoiMWI1YzYwMGEtZmVkZC00M2QxLTA0NDAtMDhkZTk1NzhmOTQwIiwicGVyc29uSWQiOiIxZTFkZmY3Zi02NDAzLTQwNWUtYWNkMC1mMTYxZTc0NWY2ZGYiLCJlbWFpbCI6InJlZGFjYW9AYm9vbWVyYW5nbXVzaWMuY29tLmJyOyByZWRhY2FvQGJvb21lcmFuZ211c2ljLmNvbS5iciIsInVybCI6Imh0dHBzOi8vbHVpemFwb3NzaS5jb20uYnIvIiwiaXNTZWdtZW50YXRpb24iOiJGYWxzZSIsIm5iZiI6MTc3NTgzNzU3MywiZXhwIjoxNzc4NDI5NTczLCJpYXQiOjE3NzU4Mzc1NzN9.zuwK107awAW0ZzAEka7ESNNKnkoSMpsRHC9LXLTdnXQ" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://click.knewin360.com/Click/click/eyJhbGciOiJIUzI1NiIsInR5cCI6IkpXVCJ9.eyJjYW1wYWlnbklkIjoiMWI1YzYwMGEtZmVkZC00M2QxLTA0NDAtMDhkZTk1NzhmOTQwIiwicGVyc29uSWQiOiIxZTFkZmY3Zi02NDAzLTQwNWUtYWNkMC1mMTYxZTc0NWY2ZGYiLCJlbWFpbCI6InJlZGFjYW9AYm9vbWVyYW5nbXVzaWMuY29tLmJyOyByZWRhY2FvQGJvb21lcmFuZ211c2ljLmNvbS5iciIsInVybCI6Imh0dHBzOi8vbHVpemFwb3NzaS5jb20uYnIvIiwiaXNTZWdtZW50YXRpb24iOiJGYWxzZSIsIm5iZiI6MTc3NTgzNzU3MywiZXhwIjoxNzc4NDI5NTczLCJpYXQiOjE3NzU4Mzc1NzN9.zuwK107awAW0ZzAEka7ESNNKnkoSMpsRHC9LXLTdnXQ&amp;source=gmail&amp;ust=1775927160745000&amp;usg=AOvVaw05pyj7M-wYZMVoxhTnhQs8">https://luizapossi.com.br/</a></p>
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<p><strong>Com informações: Novità Comunicação Estratégica</strong></p>
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		<title>Julia Vargas lança álbum “D’ÁGUA”</title>
		<link>https://boomerangmusic.com.br/julia-vargas-lanca-album-dagua/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Apr 2026 02:47:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Lançamentos]]></category>
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					<description><![CDATA[Álbum traz nove faixas e temas autorais, com as participações de Zélia Duncan e Roberta Sá   Ouça o álbum: https://orcd.co/dagua &#160; Videoclipe de &#8220;Comportamento geral&#8221;:  https://www.youtube.com/watch?v=LnXVm9X98b4&#38;list=RDLnXVm9X98b4&#38;start_radio=1 &#160; Nesta sexta-feira, 10 de abril chega às plataformas o álbum “D’Água”, quarto na discografia da cantora e compositora Julia Vargas, considerada uma das grandes vozes...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Álbum traz nove faixas e temas autorais, com as participações de Zélia Duncan e Roberta Sá</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Ouça o álbum: </strong><a href="https://orcd.co/dagua">https://orcd.co/dagua</a></p>
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<p><strong>Videoclipe de &#8220;Comportamento geral&#8221;: </strong> <a href="https://www.youtube.com/watch?v=LnXVm9X98b4&amp;list=RDLnXVm9X98b4&amp;start_radio=1">https://www.youtube.com/watch?v=LnXVm9X98b4&amp;list=RDLnXVm9X98b4&amp;start_radio=1</a></p>
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<p>Nesta sexta-feira, <strong>10 de abril</strong> chega às plataformas o álbum <strong>“D’Água”,</strong> quarto na discografia da cantora e compositora <strong>Julia Vargas</strong>, considerada uma das grandes vozes da música brasileira contemporânea.</p>
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<p>Trabalho mais autoral da caminhada de Julia até aqui, o álbum apresenta três canções assinadas por ela: “Pavio”, em parceria com <strong>Duda Brack, </strong>“Vem” e “Atrás da Cortina da Pantera”, ambas com música e letra de Julia Vargas. “Os álbuns que eu gravei anteriormente eram projetos de intérprete. Agora estou começando a trazer as minhas canções, movimento novo na minha história. Sempre tive uma timidez muito grande para falar sobre mim, sobre coisas que eu vivi. Tenho referências tão fortes de poetisas e poetas incríveis, que quando eu começava a compor, achava tudo pequeno, bobo. Só depois fui entendendo que a minha maneira de compor tem a sua beleza, também”, pontua Julia Vargas.</p>
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<p>Com “D’Água” a artista propõe novas experiências, trazidas pelas canções autorais e parcerias inéditas, o que faz com a mesma desenvoltura com a qual construiu a solidez de sua carreira de intérprete. “Sempre fui muito solar. Depois de alguns atravessamentos na minha vida, comecei a dar mais voz para esse lugar lunar, lugar dos sentimentos, extremamente feminino”.</p>
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<p><strong>“</strong>D’Água” retoma a parceria de Julia Vargas com a Biscoito Fino, por onde ela lançou seu terceiro álbum, “Pop Banana”. O novo projeto, segundo Julia, aponta para novas direções.” ‘D’água’ é totalmente diferente de tudo que eu vinha fazendo. Ele traz suavidade, um jeito de cantar mais suave. A sonoridade do disco está mais para o <em>R&amp;B</em>, para o soul, uma coisa mais bluseira, mas rock&#8217;n&#8217;roll também”, define.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Além do repertório autoral, o álbum traz novas versões para “Comportamento Geral”, de Gonzaguinha, e “Maluca” (Luís Capucho), que havia sido gravada por Cássia Eller. Nesta faixa, Julia Vargas recebe <strong>Zélia Duncan </strong>para um dueto: “Eu queria homenagear a Cássia, tenho toda uma história com a família, sou parceira do Chico Chico desde muito tempo. Aí eu tive a ideia de chamar a Zélia, que foi uma grande amiga dela. Quando a gente gravou ‘Maluca’, eu me arrepiei inteira: me emocionei como se a Cássia estivesse lá”, lembra Julia, que participou do tributo a Cássia Eller na edição de 2015 do Rock in Rio.</p>
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<p>A outra convidada do álbum é a cantora <strong>Roberta Sá,</strong> com quem Julia Vargas divide “Sinceramente”, de Khrystal e Moyseis Marques. Da compositora Lhuli, parceira de Lucina em vários clássicos da MPB, Julia escolheu “Flor Lilás”. “Bomba”, de Nicolas de Francesco e Alisson Sant, completa o repertório.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Sobre o álbum que ganha o mundo no dia 10 de abril, Julia conclui: “’D&#8217;Água’ é um grito de liberdade. Ele fala sobre coragem, é todo o desaguar de sentimentos guardados. Tem muito a ver com o que estou vivendo hoje, mas também é o fechamento de ciclo, para que novos se iniciem”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Os músicos que compõem o álbum são <strong>João Bittencourt</strong> (teclado e acordeom), <strong>Gabriel Barbosa</strong> (bateria) e <strong>Marcos Luz</strong> (baixo), além de <strong>Gui Marques </strong>(sintetizadores), que divide o trabalho de produção musical com Julia Vargas<strong>.</strong></p>
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<p><strong>Sobre Julia Vargas</strong></p>
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<p>Nascida em Cabo Frio (RJ<strong>, </strong>rodeada por músicos na família,<strong> </strong>Julia Vargas é uma jovem artista que já contabiliza mais de 15 anos de atuação profissional.  A artista, que começou na dança, vem se destacando no cenário da música brasileira, dentro da chamada &#8220;nova MPB&#8221; e tem dois discos lançados: &#8220;Ao vivo em Niterói&#8221; (2015) e &#8220;Pop Banana&#8221; (Biscoito Fino / 2017).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Já atuou ao lado de artistas como Ney Matogrosso, Zélia Duncan, Roberta Sá, Milton Nascimento, Alceu Valença, Elba Ramalho e Pedro Luís. Participou como solista da Orquestra Petrobras Sinfônica e possui vários outros registros relevantes.  Seus mais recentes trabalhos fonográficos são o EP &#8220;Bruta Flor&#8221;, em parceria com o Duo Gisbranco. Gravado para o projeto Primeiro Abraço, o single é o da canção &#8220;Pé na areia&#8221; e &#8220;Pé na Areia &#8211; remix”, este com o DJ Marcelinho da Lua &#8211; ambos lançados em 2021.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Repertório:</strong></p>
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<li>Comportamento Geral (Gonzaguinha)</li>
<li>Bomba (Nicolas de Francesco e Alisson Sant)</li>
<li>Riscando Chão (Duda Brack)</li>
<li>Sinceramente (Khrystal e Moyseis Marques &#8211; Feat: Roberta Sá)</li>
<li>Pavio (Julia Vargas e Duda Brack)</li>
<li>Maluca (Luís Capucho &#8211; Feat Zélia Duncan)</li>
<li>Flor Lilás (Lhuli)</li>
<li>Vem (Julia Vargas)</li>
<li>Atrás da Cortina da Pantera (Julia Vargas)</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Ficha Técnica:</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Direção musical: Julia Vargas</p>
<p>Produção Musical: Gui Marques e Julia Vargas</p>
<p>Arranjos: Julia Vargas, Gui Marques e Banda</p>
<p>Voz e coro: Julia Vargas</p>
<p>Teclados: João Bittencourt e Gui Marques</p>
<p>Bateria: Gabriel Barbosa</p>
<p>Baixo: Marcos Luz</p>
<p>Guitarra: Tomás Tróia (faixa 2)</p>
<p>Violoncelo: Frederico Puppi (faixa 9)</p>
<p>Gravação, mixagem e masterização: Estúdio Frigideira por Gui Marques.</p>
<p>Foto de capa: Paulo Velozo</p>
<p>Arte de capa: Jeff Corsi</p>
<p>Fotos de divulgação: Isabela Espíndola</p>
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<p><strong>Com informações: Assessoria de imprensa CORINGA Comunicação</strong></p>
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		<title>Thundercat lança novo álbum, “Distracted”</title>
		<link>https://boomerangmusic.com.br/thundercat-lanca-novo-album-distracted/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Apr 2026 02:25:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Lançamentos]]></category>
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					<description><![CDATA[Álbum tem participações de A$AP Rocky, Mac Miller, Willow, Lil Yachty, Tame Impala, Channel Tres, The Lemon Twigs e muito mais    Ouça aqui.   Na última sexta, Thundercat lançou seu novo álbum, Distracted, pela Brainfeeder Records. Com contribuições de A$AP Rocky, WILLOW e Tame...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Álbum tem participações de A$AP Rocky, Mac Miller, Willow, Lil Yachty, Tame Impala, Channel Tres, The Lemon Twigs e muito mais </em></p>
<p><em> </em></p>
<p><strong><em>Ouça </em></strong><a href="https://thundercat.lnk.to/distracted"><strong><em>aqui</em></strong></a><strong><em>.</em></strong></p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<p>Na última sexta, <strong>Thundercat </strong>lançou seu novo álbum, <strong><em>Distracted</em></strong>, pela Brainfeeder Records. Com contribuições de <strong>A$AP Rocky, WILLOW</strong> e <strong>Tame Impala</strong>, além de produção de <strong>Greg Kurstin</strong>, <strong>Flying Lotus</strong> e <strong>Kenneth Blume</strong>, Distracted é o aguardado retorno triunfante de uma das mentes musicais mais singulares dos EUA.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Quatro álbuns, múltiplos Grammys e um universo de obsessões depois, Distracted chega repleto de colaboradores – de ponta a ponta – e é ancorado por uma voz agora amada que amadureceu em algo mais rico e vivo em seu âmago. Com o mundo agora fluente em Thundercat, o novo disco desce como um sonho febril compartilhado entre velhos amigos, com esta lista orbitando um cantor cujo falsete se aprofundou em algo mais sábio, mais engraçado e dolorosamente humano. Quanto mais alto Thundercat ascende, mais tudo se multiplica. As canções ficam maiores, os palcos se alargam e o peso sobre os ombros acompanha o ritmo. Estar mais presente no mundo de 2026 é estar mais exposto à sua estática, ansiedades e, sim, às suas infinitas distrações. Mas ele carrega tudo isso e oferece com a facilidade e generosidade de alguém que transformou a vulnerabilidade em uma forma de arte. Sob suas mãos ágeis e melodias acolhedoras, sua voz flutua acima como fumaça, caminhando na linha entre a dor de cotovelo e a piada.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O humor – uma qualidade característica na obra de Thundercat – é crucial para a faixa de destaque, “Funny Friends (com A$AP Rocky)”. Menos cômica e mais irônica, “Funny Friends” é repleta de jogos de palavras inteligentes, entregues em harmonias calorosas sobre um groove constante. O efeito evoca uma atmosfera psicodélica, onde as coisas são ao mesmo tempo maravilhosas e confusas, como as amizades costumam ser.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Navegar pelas complexidades da vida e destacar suas idiossincrasias é o Thundercat no auge, e faz sentido que seu alcance só tenha crescido à medida que seu perfil também cresceu. Nos últimos meses, ele esteve presente na Rick Owens para a Paris Fashion Week, foi convidado por A$AP Rocky para se apresentar no Saturday Night Live, além de aparecer no Trackstar e no Colbert.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Distracted captura de forma vívida a tensão entre a superestimulação e a introspecção. Thundercat é profundamente cético em relação ao “progresso” tecnológico, especialmente à maneira como ele estreitou nossa imaginação coletiva em vez de expandi-la. Ele brinca com Star Trek e os sonhos de infância sobre viagens espaciais, antes de virar para o anticlímax da realidade: drones sem lasers, celulares que só melhoram a câmera, inovação reduzida a vigilância e acesso. A frustração não é apenas com os gadgets; é com aquilo que nos foi prometido versus o que realmente recebemos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>As desvantagens da distração são evidentes na atual economia da atenção (ou da falta dela), mas um peculiar como Thundercat consegue identificar as formas pelas quais ela também pode ser usada a seu favor. Afinal, não dá para escrever ‘daydreams’ sem ‘dreams’.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Às vezes você precisa se distrair para conseguir focar de um jeito O que Thundercat quer, em última instância, que os ouvintes levem de Distracted é simples: “Apenas aproveite, divirta-se e saiba que a luta é real e muda de forma, mas é preciso continuar seguindo em frente.” Em uma era que exige comentários constantes, Thundercat oferece algo mais silencioso e, à sua maneira, mais radical. Ele concede permissão para estar confuso. Para estar cansado. Para estar bem distraído, e ainda assim criar algo bonito a partir do ruído.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Nos anos desde seu último álbum, muita coisa aconteceu para Thundercat. Para começar, o título daquele disco, It Is What It Is, acabou se tornando uma espécie de lema mundial quando tudo parou em 2020. O mesmo álbum levou o prêmio de melhor álbum de R&amp;B progressivo na 63ª edição do Grammy. À medida que sua estrela cresceu, o currículo de Thundercat também se expandiu. Nesse período, colaborações com A$AP Rocky, Tame Impala, Gorillaz, Silk Sonic, Kaytranada e Justice mantiveram sua presença constante no universo musical, enquanto o baixista também se aventurou na atuação, com papéis em Star Wars: The Book of Boba Fett. Dando continuidade à sua incursão na televisão, o músico se juntou ao Yo Gabba Gabba para uma apresentação especial no Tiny Desk da NPR e apareceu como convidado musical no reboot de Yo Gabba Gabbaland para Apple TV+.</p>
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<p><strong>Thundercat Distracted (Brainfeeder)</strong></p>
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<p><strong>Tracklisting:</strong></p>
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<li>Candlelight</li>
<li>No More Lies (feat. Tame Impala)</li>
<li>She Knows Too Much (feat. Mac Miller)</li>
<li>I Did This To Myself (feat. Lil Yachty)</li>
<li>Funny Friends (feat. A$AP Rocky)</li>
<li>What Is Left To Say</li>
<li>I Wish I Didn’t Waste Your Time</li>
<li>Anakin Learns His Fat</li>
<li>Walking On The Moon</li>
<li>This Thing We Call Love (feat. Channel Tres)</li>
<li>ThunderWave (feat. WILLOW)</li>
<li>Pozole</li>
<li>A.D.D. Through The Roof</li>
<li>Great Americans</li>
<li>You Left Without Saying Goodbye</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>ForMusic nas redes:</strong></p>
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<p><strong>Com informações: Assessoria de imprensa para ForMusic</strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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