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	<title>Lançamentos &#8211; Boomerang Music</title>
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	<description>Informação, Novidade e Atualidade</description>
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		<title>A metamorfose íntima de Dora Sanches se manifesta no aguardado álbum &#8220;Seda de Casulo&#8221;</title>
		<link>https://boomerangmusic.com.br/a-metamorfose-intima-de-dora-sanches-se-manifesta-no-aguardado-album-seda-de-casulo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 May 2026 02:57:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Lançamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Em seu disco de estreia, Dora Sanches costura dores, desejos e transformações em uma sonoridade que une a MPB ao Soul &#160; Ouça agora o novo álbum &#160; Através de uma poética que traduz as metamorfoses diárias da alma, Dora Sanches lança seu aguardado álbum de estúdio,...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em seu disco de estreia, Dora Sanches costura dores, desejos e transformações em uma sonoridade que une a MPB ao Soul</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://distro.ffm.to/seda_de_casulo"><strong>Ouça agora o novo álbum</strong></a></p>
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<p>Através de uma poética que traduz as metamorfoses diárias da alma, <a href="https://www.instagram.com/dorasanches/"><strong>Dora Sanches</strong></a> lança seu aguardado álbum de estúdio, “<a href="https://distro.ffm.to/seda_de_casulo"><strong>Seda de Casulo</strong></a>”, projeto que revela o que acontece quando a vulnerabilidade se transforma em força criativa. O trabalho, <strong>já disponível em todas as plataformas digitais</strong>, funciona como um marco zero para a artista, um ponto de partida onde ela assume sua voz e sua história com a coragem de quem sabe que mudar é um processo muitas vezes solitário, mas profundamente necessário.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em vez de uma narrativa linear, o que se ouve é um conjunto de canções que, embora escritas em tempos distintos, são como filhas da mesma mãe ao narrarem a evolução de uma mulher em busca de sua própria verdade. Sobre esse conceito central de mutação constante, a artista reflete: “Estamos todos os dias vivendo em constante transformação. Essas metamorfoses diárias que nos moldam, muitas vezes num processo doloroso e solitário. Eu escrevi essas músicas em momentos de transformação muito íntimos, e depois, com muita ajuda e em grupo, a gente construiu o universo de ‘Seda de Casulo’.”</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Dora mergulha em sua própria biografia para dar tom ao disco, utilizando a música como ferramenta de cura e autodescoberta. “Eu conto a minha história e o que aconteceu comigo. Fala sobre dores de transformação, mas também sobre sonhos, desejos e até leveza”, explica ela sobre o teor emocional que conduz as faixas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O processo de composição foi fluído e se estendeu ao longo do tempo, colhendo fragmentos de sensibilidade no cotidiano. “Muitas melodias e letras vêm pra mim no cotidiano. Esse álbum é um recorte disso. Eu fui escolhendo, com muito cuidado, aquilo que eu sentia que tinha valor em dizer. São músicas que venho escrevendo há bastante tempo”, detalha Dora, que também contou com a parceria de amigos para dar vida a composições como “Linda e Perigosa”, “Mentiras” e “Doce Delírio”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone  wp-image-66017" src="https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2026/05/dorasanches_1778813634193-300x300.jpg" alt="" width="440" height="440" srcset="https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2026/05/dorasanches_1778813634193-300x300.jpg 300w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2026/05/dorasanches_1778813634193-1024x1024.jpg 1024w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2026/05/dorasanches_1778813634193-150x150.jpg 150w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2026/05/dorasanches_1778813634193-768x768.jpg 768w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2026/05/dorasanches_1778813634193-570x570.jpg 570w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2026/05/dorasanches_1778813634193-500x500.jpg 500w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2026/05/dorasanches_1778813634193-1000x1000.jpg 1000w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2026/05/dorasanches_1778813634193-700x700.jpg 700w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2026/05/dorasanches_1778813634193.jpg 1440w" sizes="(max-width: 440px) 100vw, 440px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O repertório do projeto é composto por dez faixas, apresentando seis composições inéditas que aprofundam a narrativa da artista. Entre as novidades estão a faixa-título “<strong>Seda de Casulo</strong>”, além de “<strong>Doce Delírio</strong>”, “<strong>Raiva</strong>”, “<strong>Meu mundo particular</strong>”, “<strong>SAMURAI</strong>” e “<strong>Ninguém morre de amor</strong>”. O disco também resgata os singles já conhecidos do público, como “<strong>Linda e Perigosa</strong>”, “<strong>Mentiras</strong>”, “<strong>PASSARINHO</strong>” e “<strong>Ter Filhos Fortes</strong>”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Confira a Tracklist:</strong></p>
<p><strong><br />
</strong>1 &#8211; Seda de Casulo<br />
2- Linda e Perigosa<br />
3 &#8211; Mentiras<br />
4 &#8211; Doce Delírio<br />
5 &#8211; Ter Filhos Fortes<br />
6 &#8211; PASSARINHO<br />
7 &#8211; Raiva<br />
8 &#8211; Meu mundo particular<br />
9 &#8211; SAMURAI<br />
10 &#8211; Ninguém morre de amor</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Musicalmente, o álbum é uma imersão na sofisticação da música brasileira contemporânea, deixando-se atravessar por influências globais. “É um álbum de MPB que, em alguns momentos, se encontra com o soul e o R&amp;B. Existe uma base muito forte da canção brasileira, com essas influências atravessando o trabalho de forma sutil e orgânica. E há também uma faixa com uma abordagem mais folk dentro desse universo”, revela.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A importância desse lançamento para Dora Sanches é definitiva, marcando sua maturação artística. “É o meu primeiro álbum e um ponto de partida muito verdadeiro. É onde eu assumo minha voz e a minha história como artista”, afirma.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Com o álbum agora no mundo, a expectativa dá lugar à entrega e à vontade de ser companhia para quem ouve. “Estou animada e curiosa. É um trabalho muito íntimo, então existe uma expectativa natural, mas também uma sensação de entrega, como se agora ele deixasse de ser só meu e começasse a encontrar outras pessoas. Eu espero que as pessoas se conectem. Que, de alguma forma, se reconheçam nas músicas, nos sentimentos, nas dúvidas, nas transformações. Se alguém se sentir acompanhado ouvindo esse álbum, pra mim já faz sentido”, finaliza a artista.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Acompanhe a artista nas redes sociais: </strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Instagram: <a href="https://www.instagram.com/dorasanches/">@dorasanches</a></p>
<p>Spotify: <a href="https://open.spotify.com/intl-pt/artist/229B0BZwb8NWvQpmt5rXJR?si=22IRvH9VQYGxInxRbCLo6A">Dora Sanches</a></p>
<p>YouTube: <a href="https://www.youtube.com/@dorasanches">Dora</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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<p>&nbsp;</p>
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<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Com informações: Assessoria de Imprensa Release Music<br />
Júlia Diniz &#8211; DD Assessoria</strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>ZÉLIA DUNCAN lança seu novo disco de inéditas, &#8220;Agudo Grave&#8221;</title>
		<link>https://boomerangmusic.com.br/zelia-duncan-lanca-seu-novo-disco-de-ineditas-agudo-grave/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 May 2026 01:52:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Lançamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Artista celebra 45 anos de carreira com &#8220;Agudo Grave&#8221;, 21º álbum de sua trajetória fonográfica. O trabalho tem participações de Alberto Continentino, Lenine e Maria Beraldo, também produtora musical do álbum. &#160; OUÇA AQUI O ÁLBUM AGUDO GRAVE &#160; Quem escutar &#8220;Agudo Grave&#8221;, disponível em...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Artista celebra 45 anos de carreira com <strong>&#8220;Agudo Grave&#8221;</strong>, 21º álbum de sua trajetória fonográfica. O trabalho tem participações de Alberto Continentino, Lenine e Maria Beraldo, também produtora musical do álbum.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><a href="https://orcd.co/zeliaduncanagudograve">OUÇA AQUI O ÁLBUM AGUDO GRAVE</a></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Quem escutar <strong>&#8220;Agudo Grave&#8221;</strong>, disponível em todos os aplicativos de música, perceberá que o 21º álbum da carreira de <strong>Zélia Duncan</strong> soa, a um só tempo, novo e familiar. Produzido e arranjado por <strong>Maria Beraldo</strong>, também uma das participações especiais do disco ao lado de <strong>Lenine</strong> e <strong>Alberto Continentino</strong>, lançado pelo selo Duncan Discos com distribuição digital The Orchard, &#8220;Agudo Grave&#8221; desperta no ouvinte uma sensação de que Zélia nunca havia feito algo parecido e que este disco é sua cara. (Muito embora uma nova surpresa é algo que se espera de quem sempre surpreende.)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Surpreender-se com o resultado sonoro de uma obra de arte, mesmo já esperando ser surpreendido: parece um oxímoro, talvez seja, mas há uma justificativa lógica e respaldado pelos 45 anos de carreira que Zélia celebra neste álbum.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><u>Nem a mesma paisagem consegue ser sempre igual</u></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Há pessoas que, diante do perigo, se paralisam ou recuam. Outras pessoas (e artistas) frente à mesma situação, enxergam o risco como estímulo, combustível. Zélia Duncan, definitivamente, pertence ao segundo grupo. Vale para seu jeito de viver e se estende ao seu canto porque, para Zélia, viver é cantar e a voz é vida: seja entendida em sua dimensão fisiológica (seu timbre grave inconfundível, sua afinação impecável), ou como metáfora de sua independência artística, a voz de suas escolhas e de seus caminhos não domesticados &#8211; e, por isso mesmo, perigosos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Olhando em retrospecto é nítido como, em sua carreira, o movimento é a constante e a inquietação é o Norte, tornando sua discografia “uma montanha russa por escolha”, em suas próprias palavras.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Senão, vejamos: álbuns de compositora com verve e sonoridade pop, coalhados de hits radiofônicos (&#8220;Zélia Duncan&#8221; [1994], &#8220;Sortimento&#8221; [2001] e &#8220;Pré Pós Tudo Bossa Band&#8221; [2004]), temporalmente vizinhos de um disco de intérprete com fina garimpagem do melhor cancioneiro da MPB (&#8220;Eu me transformo em outras&#8221; [2003]); discos (e projetos) focados na obra de expoentes da vanguarda paulista dos anos 80 [Itamar Assumpção, &#8220;Tudo esclarecido&#8221; (2012], Luiz Tatit, &#8220;Tôtatiando&#8221; [2015, show e DVD], Alzira E., &#8220;Minha Voz fica&#8221; [2021] dividindo a paisagem com álbuns em parceria com outros artistas de destaque (com Simone, &#8220;Amigo é casa&#8221; [2007]; com Jaques Morelenbaum, &#8220;Invento mais&#8221; [2017], repertório inteiramente dedicado a Milton Nascimento). Álbuns dedicados a um gênero? &#8220;Antes do mundo acabar&#8221; (2015), um mergulho no universo do samba. Álbuns minimalistas compostos e gravados na clausura da pandemia? &#8220;PELESPÍRITO&#8221; (2021), com canções de Zélia em parceria com Juliano Holanda.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Nada a se estranhar e tudo a se celebrar, portanto, com o lançamento de &#8220;Agudo Grave&#8221;, cuja primeira impressão após a audição só pode ser emitida ainda de olhos semicerrados, ofuscados pelo brilho do encontro entre Zélia e Maria Beraldo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Artista tão singular quanto jovem, autora de dois discos inquietantes e aclamados pela crítica (&#8220;Cavala&#8221; [2018] e &#8220;Colinho&#8221; [2024, indicado ao Grammy Latino], Maria Beraldo é cantora, compositora e instrumentista. De sólida formação musical, Maria se revela a produtora e arranjadora perfeita para transitar do pop ao folk, do rock ao choro canção, do improvável ao indizível, em arranjos arrojados que maximizam o brilho dos músicos, a voz de Zélia e a força das canções.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><u>Uma Humanidade radical</u></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A mesma inquietude que conduz a busca artística de Zélia é também a que a mantém sintonizada à sua vida interior, em permanente reflexão sobre si mesma e seu modo de habitar o mundo neste momento particular da História. São aspectos indissociáveis da pessoa que há na artista e da artista que há na pessoa, que fazem estética e ética convergirem: onde há beleza, há verdade &#8211; e vice-versa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O resultado prático deste modo de operar, corajoso e transparente, é que seus discos sempre funcionam também como dramaturgias de si mesma: são fotografias panorâmicas de sua alma, recheados de epifanias, onde se expressam angústias e espanto com os descaminhos do mundo, mas também se celebra o amor, os encontros e a própria música. Cantar é pensar em voz alta.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8220;Agudo Grave&#8221; corresponde com exatidão à descrição acima, mas vai muito além, tornando-se um álbum lapidar na carreira de Zélia. Em grande medida por ser o disco que celebra 45 anos de uma carreira bem vivida, de alguém que sempre alimentou a própria curiosidade e nunca deixou de fazer o que quis. Mas, além disso, a força do que se ouve e se sente em &#8220;Agudo Grave&#8221; é uma demonstração poderosa de maturidade de uma artista vivendo seu auge: emociona como intérprete, assombra como compositora.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><u>Minha voz é hoje</u></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Nas onze músicas que integram o repertório de &#8220;Agudo Grave&#8221;, é possível destacar e nomear quatro linhas de força, a saber: a) &#8220;Elogio do (demasiado) humano&#8221;; b) &#8220;Canções de amor em paz&#8221;; c) &#8220;Integrando paradoxos&#8221;; d) &#8220;Espinha dorsal&#8221;.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8220;Elogio do (demasiado) humano&#8221; compreende canções que, por um lado, refletem e criticam, com presença de espírito, um estado de alienação do ser humano em nosso tempo patrocinado pelo bombardeio de estímulos (algoritmo, inteligência artificial, proliferação de telas) e, por outro, reagem à letargia geral e relembram o que nos faz gente de carne e osso.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8220;E aí, IA?&#8221; (Alberto Continentino / Zélia Duncan) olha nos olhos da máquina para lhe fazer a pergunta que dá título à canção, uma espécie de reedição do &#8220;E agora, José?&#8221; drummondiano adaptado ao espírito do tempo. A canção é um elogio desbragado da &#8220;dúvida visceral&#8221;, da beleza do &#8220;sentimento sensacional&#8221;, da resposta que se dá através dos poros. Toda conversa vem embalada num arranjo brilhante, cheio de silêncios e surpresas, onde violões, pianos, baixo e bateria se alternam sem nunca desaguarem numa levada convencional &#8211; algo que nunca poderia ser feito por um cérebro eletrônico, só por gente de talento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8220;Olhos de cimento&#8221; (Pedro Luís / Zélia Duncan) desenvolve o discurso, clamando por gente e &#8220;semente para humanizar robôs&#8221; num mundo em que &#8220;a solidão viralizou&#8221;, enquanto as guitarras disruptivas de Felipe Coimbra conversam com o baixo acústico classudo de Fábio Sá e o violão elegante de Conrado Goys.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Um plano para permanecer humano: o que o título da canção &#8220;Meu plano&#8221; (Ná Ozzetti / Zélia Duncan) não revela, a letra escancara, numa atmosfera propícia para ser &#8220;bicho solto e ser humano&#8221; conduzida pelos clarinetes e clarones tocados por Maria Beraldo e dos belos violões de aço tocados por Tó Brandileone – também engenheiro de gravação do disco e responsável, ao lado da mixagem de Ricardo Mosca e da masterização de Carlos Freitas, pelo resultado sonoro surpreendente: delicado, mas incisivo; camerístico, porém grandioso.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A delícia de amar, não sem esquecer suas agruras, integram o segundo bloco &#8220;Canções de amor em paz&#8221;, da qual fazem parte &#8220;Importante&#8221;, &#8220;Calmo&#8221;  e &#8220;Resolvidinho&#8221;. (Três títulos de canção que eu usaria como respostas se me perguntassem qual o meu ideal de relacionamento.)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8220;Importante&#8221; (Alberto Continentino / Zélia Duncan) e &#8220;Calmo&#8221; (Zeca Baleiro / Zélia Duncan) não estão posicionadas lado a lado por acaso. Ambas soam como canções atemporais, toadas que poderiam ter sido feitas em meados do século XX, mas moram muito bem no agora, cantando um amor sereno, onde a profundidade não se confunde com afobação. Canções irmãs, faces da mesma moeda: cara, ternura; coroa, mansidão.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8220;Importante&#8221;, dedicada à Flavia Pedras, companheira de Zélia e diretora de arte do disco, é cantada no vai e vem da &#8220;rede a balançar futuros&#8221; onde &#8220;tudo é normal e importante&#8221;, a solidão dá em nada e a vida se colore, entre o belo piano tocado por Alberto Continentino e o delicado fraseado do cavaquinho de Rodrigo Campos. &#8220;Calmo&#8221;, por sua vez, segue instalada no balanço da rede, inclusive mencionando um &#8220;amor Caymmi&#8221;, sem pressa, com tempo, onde as mãos dadas são amparo e repouso. Impossível ouvir e não amar o amor.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Já &#8220;Resolvidinho&#8221; (Juliano Holanda / Zélia Duncan), em sua leveza pop e sua graça encantadora, retoma o célebre poema oswaldiano ao unir amor e humor e cantar o trisal perfeito: &#8220;eu, você e Freud, com tudo resolvidinho&#8221;, onde &#8220;os atos não falham, o trauma foge e o medo sorri&#8221;. O amor é um ótimo lugar para se morar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O traçado da carreira de Zélia, sempre aproximando assuntos aparentemente distantes, é inspiração e assunto em &#8220;Integrando paradoxos&#8221;, composto pelas canções &#8220;Pontes no ar&#8221; e &#8220;Maravilha disforme&#8221; (aqui também poderiam constar &#8220;Agudo Grave&#8221; e &#8220;Que tal o impossível?&#8221;, que, contudo, estão destacadas em outra seção, dado seu duplo pertencimento).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8220;Pontes no ar&#8221; (Alberto Continentino / Zélia Duncan) é a melhor descrição da alma inquieta de Zélia feita em forma de canção: &#8220;na esquina de algum lugar / longe é perto / eu vou me jogar&#8221;, mas também é possível &#8220;rio abaixo escorregar&#8221;, e diante de um &#8220;passo em falso eu sei voar / minhas asas sustentar&#8221;. Na atmosfera sensorial e hipnótica dos violões de aço de Tó Brandileone e no pulso firme da bateria de Sérgio Machado, a letra sintetiza: &#8220;quando mais sólido e só / mais sonhos nas mãos eu vou segurar&#8221;. Vale destacar a terceira parceria de Zélia com Alberto Continentino, o mais frequente parceiro do disco, e que, aqui, divide a interpretação da faixa com Zélia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Enumerando supostos oxímoros desde seu título, &#8220;Maravilha disforme&#8221; (Lenine / Zélia Duncan) comove desde o primeiro instante. Num dueto inspirado, Zélia e Lenine cantam com esmero versos que são pérolas sobre a cama sonora dos clarinetes dolentes de Maria Beraldo: &#8220;O sólido que escorre / o dia que não corre / o eterno que termina / a rua que não leva / o sonho que não dorme / a fome que não cessa / o ontem que tem pressa / a maravilha disforme&#8221; é só uma pequena amostra da magnífica letra da canção, uma das mais belas em língua portuguesa lançadas no presente século.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Por fim, chega a &#8220;Espinha dorsal&#8221;, com seu título autoexplicativo, reunindo, não por acaso a 1ª, a 6ª e 11ª canções do repertório, exatamente o início, o meio e o fim do repertório do disco: &#8220;Agudo Grave&#8221;, &#8220;Voz&#8221; e &#8220;Que tal o impossível?&#8221;.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8220;Agudo Grave&#8221; (Lucina / Zélia Duncan) é uma carta de intenções do álbum que se seguirá, mas também um tratado de princípios de tudo que se deu ao longo dos primeiros 45 anos de carreira de Zélia e não são precisos mais do que os versos de abertura para ter esta certeza: &#8220;Sinto agudo e canto grave / no meu pequeno intenso mundo / quantos imensos mundos cabem?&#8221;. Vale destacar, mais uma vez, os violões de aço hipnóticos de Tó Brandileone (com o reforço de alguns &#8220;detalhes violonísticos&#8221; de Maria Beraldo), que remetem a Joni Mitchell nesta canção que voa sal e aterrissa doce.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8220;Voz&#8221; (Maria Beraldo / Zélia Duncan) é um acontecimento, canção concisa prenhe de sentidos e de evocações, uma espécie de reza laica. Conduzida por um arranjo de violão solo brilhantemente executado por João Camarero, Zélia e Maria dividem os vocais dos sete versos da inquietante letra: &#8220;Minha voz é hoje / meu corpo é estrada toda / minha voz é hoje / minha pele são as curvas todas / minha voz é hoje / minha dor é ontem / e as cicatrizes todas cantam por mim&#8221;. Há um caráter mágico do encontro de Zélia e Maria eternizado nesta gravação, sendo Maria o agudo do grave de Zélia, água cristalina do raso para tanto poço fundo. É uma canção celebração deste encontro, um destes raros, que amplia e enriquece a trajetória das duas artistas e deixa, desde já, uma marca inequívoca no solo vasto e fértil da música brasileira.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8220;Que tal o impossível?&#8221; (Itamar Assumpção), para além de dar continuidade à tradição de Zélia de revisitar a obra do genial compositor em seus discos, sintetiza o que se ouviu nas dez faixas anteriores, a começar pelo arranjo, que reúne todos os músicos presentes no álbum com o acréscimo de Vitor Araújo e seu piano sublime, que soa ao mesmo tempo vanguardista e descontraído, rigoroso e irreverente. Síntese levada a cabo se dá no encaminhamento final da faixa, onde aparecem trechos e samplers de todas as outras faixas anteriores do disco. O último som de &#8220;Agudo Grave&#8221; é a voz de Zélia, falada e sem acompanhamento, enunciando o título da canção: que tal o impossível?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>É um aceno ao futuro: onde Zélia construirá suas próximas pontes no ar? Em quais esquinas vai se jogar? Quais rios abaixo vai escorregar? É delicioso especular, mas desnecessário responder. Até lá, podemos nos deleitar ouvindo e reouvindo &#8220;Agudo Grave&#8221; e ficarmos por perto, de ouvidos atentos e coração desperto. Para Zélia e sua alma ultraleve, todo abismo é um convite ao voo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Release acima por Vinicius Calderoni (abril de 2026)</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_65945" style="width: 523px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-65945" class=" wp-image-65945" src="https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2026/05/ZELIA-DUNCAN_AGUDO-GRAVE_FOTO-MAURO-RESTIFFE-300x201.jpg" alt="" width="513" height="344" srcset="https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2026/05/ZELIA-DUNCAN_AGUDO-GRAVE_FOTO-MAURO-RESTIFFE-300x201.jpg 300w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2026/05/ZELIA-DUNCAN_AGUDO-GRAVE_FOTO-MAURO-RESTIFFE-1024x686.jpg 1024w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2026/05/ZELIA-DUNCAN_AGUDO-GRAVE_FOTO-MAURO-RESTIFFE-768x515.jpg 768w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2026/05/ZELIA-DUNCAN_AGUDO-GRAVE_FOTO-MAURO-RESTIFFE-1536x1029.jpg 1536w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2026/05/ZELIA-DUNCAN_AGUDO-GRAVE_FOTO-MAURO-RESTIFFE-700x469.jpg 700w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2026/05/ZELIA-DUNCAN_AGUDO-GRAVE_FOTO-MAURO-RESTIFFE.jpg 1900w" sizes="(max-width: 513px) 100vw, 513px" /><p id="caption-attachment-65945" class="wp-caption-text"><strong>Foto: Mauro Restiffe</strong></p></div>
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<p><strong>FICHA TÉCNICA</strong></p>
<p><strong><br />
ÁLBUM: &#8220;AGUDO GRAVE&#8221;, de Zélia Duncan<br />
Lançamento: 14 de maio de 2026</strong></p>
<p><strong><br />
</strong>Distribuição digital: selo Duncan Discos / The Orchard</p>
<p>Produção musical e arranjos: Maria Beraldo</p>
<p>Engenheiro de som: Tó Brandileone</p>
<p>Gravado por Tó Brandileone no Estúdio do Tó, em São Paulo (SP), entre setembro de 2025 e janeiro de 2026</p>
<p>Mixado por Ricardo Mosca</p>
<p>Masterizado por Carlos Freitas, no Classic Master USA</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Capa</strong><br />
Direção de Arte: Flavia Pedras Soares<br />
Design Gráfico: Estúdio Campo (Paula Tinoco e Roderico Souza)</p>
<p><strong>Foto: Mauro Restiffe</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Selo: Duncan Discos</p>
<p>Distribuição: The Orchard<br />
Coordenação Geral: Denise Costa<br />
Assessoria Jurídica: DC Consultoria</p>
<p>Assessoria de Imprensa: Somar Comunicação Integrada</p>
<p>Redes Sociais: Digimaki</p>
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<p><strong>FAIXAS</strong></p>
<p><strong>ÁLBUM AGUDO GRAVE</strong></p>
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<li>AGUDO GRAVE (LUCINA / ZÉLIA DUNCAN)</li>
<li>PONTES NO AR (ALBERTO CONTINENTINO / ZÉLIA DUNCAN)</li>
<li>E AÍ IA ? (ALBERTO CONTINENTINO / ZÉLIA DUNCAN)</li>
<li>MARAVILHA DISFORME (LENINE / ZÉLIA DUNCAN)</li>
<li>MEU PLANO (NÁ OZZETTI / ZÉLIA DUNCAN)</li>
<li>VOZ (MARIA BERALDO / ZÉLIA DUNCAN)</li>
<li>IMPORTANTE (ALBERTO CONTINENTINO / ZÉLIA DUNCAN)</li>
<li>CALMO (ZECA BALEIRO / ZÉLIA DUNCAN)</li>
<li>OLHOS DE CIMENTO (PEDRO LUÍS / ZÉLIA DUNCAN)</li>
<li>RESOLVIDINHO (JULIANO HOLANDA / ZÉLIA DUNCAN)</li>
<li>QUE TAL O IMPOSSÍVEL? (ITAMAR ASSUMPÇÃO)</li>
</ol>
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<p><strong>Com informações: Somar Comunicação Integrada </strong></p>
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		<title>Black Pantera lança &#8220;Resistência! Ao Vivo no Circo Voador&#8221;, primeiro audiovisual da carreira</title>
		<link>https://boomerangmusic.com.br/black-pantera-lanca-resistencia-ao-vivo-no-circo-voador-primeiro-audiovisual-da-carreira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2026 01:15:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Lançamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Ouça aqui &#160; Assista aqui &#160; Já está disponível em todas as plataformas o primeiro registro audiovisual da carreira do Black Pantera. &#8220;Resistência! Ao Vivo no Circo Voador&#8221; documenta o show histórico realizado no dia 19 de novembro do ano passado, véspera do Dia da Consciência...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em><a href="https://blackpantera.lnk.to/ResistenciaAoVivo">Ouça aqui</a></em></strong></p>
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<p><strong><em><a href="https://www.youtube.com/watch?v=50wAhIZ_-Eo">Assista aqui</a></em></strong></p>
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<p>Já está disponível em todas as plataformas o primeiro registro audiovisual da carreira do <strong>Black Pantera</strong>. <strong>&#8220;Resistência! Ao Vivo no Circo Voador&#8221;</strong> documenta o show histórico realizado no dia 19 de novembro do ano passado, véspera do Dia da Consciência Negra, numa noite especial que celebrou os 11 anos de trajetória da banda no Circo Voador, no Rio de Janeiro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Formado em Uberaba (MG) em 2014, o Black Pantera se consolidou como um dos nomes mais importantes do rock e do metal brasileiro contemporâneo. O trio, composto por Chaene da Gama (baixo e vocal), Charles Gama (guitarra e vocal) e Rodrigo &#8220;Pancho&#8221; Augusto (bateria), é conhecido pelo som potente que mistura punk, hardcore e heavy metal, aliado a letras de forte posicionamento antirracista e social que projetaram o grupo no cenário nacional e internacional.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O álbum reúne versões ao vivo de faixas marcantes como &#8220;Perpétuo&#8221;, &#8220;Candeia&#8221;, &#8220;Tradução&#8221;, &#8220;Padrão É O Caralho&#8221;, &#8220;Mosha&#8221;, entre outras, além dos dois singles já lançados: &#8220;Fogo nos Racistas&#8221; e &#8220;Cola&#8221;.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8220;A gente estava ansioso para liberar todo o material que vem sendo trabalhado há tanto tempo. É uma maneira de fechar essa primeira fase e pensar na próxima”, comenta Chaene da Gama. “Foi uma noite histórica de celebração, de conquista, de vitória. Uma luta que já dura 12 anos, mas que vem antes de nós, antes dos nossos pais. Poder falar sobre questões tão pertinentes com essa seriedade é sempre uma honra. A gente sente que o público está abraçando, e espera que esse disco ecoe e ressoe por muito tempo na vida das pessoas, da melhor maneira&#8221; completa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Com o lançamento do álbum ao vivo, chegam também os clipes de <a href="https://youtu.be/50wAhIZ_-Eo?si=GNkw-93PJt3VoDBI">&#8220;Intro/ Padrão é o Caralho&#8221;</a>, <a href="https://www.youtube.com/watch?v=9_PGlfOBZ0Y">&#8220;Candeia/ Estandarte&#8221;</a> e <a href="https://youtu.be/KpK76TfjvlY?si=gsqf3_1xElm61G_x">&#8220;Mosha&#8221;</a>. Os registros visuais das demais faixas serão lançados no YouTube oficial da banda, a partir de segunda-feira, até o dia 15 de junho. Além disso, o show completo será transmitido hoje, às 22h, pelo Canal Bis.</p>
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<p>&#8220;Resistência! Ao Vivo no Circo Voador&#8221; já está disponível em todas as plataformas digitais pela Deck.</p>
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<p><strong>Com informações: Imprensa Deck</strong></p>
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		<title>“25 ANOS DE MÚSICA”: Gabriel Sater lança novo álbum em comemoração às duas décadas e meia de carreira</title>
		<link>https://boomerangmusic.com.br/25-anos-de-musica-gabriel-sater-lanca-novo-album-em-comemoracao-as-duas-decadas-e-meia-de-carreira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2026 20:57:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Country Club Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Lançamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Com 10 faixas e participações especiais de nomes como Ivan Lins, disco chega nas plataformas digitais dia 10/05   Link de pré-save &#160; Muita viola, história e talento. No dia 10 de maio, o cantor, compositor, instrumentista, produtor musical e ator Gabriel Sater lança seu...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Com 10 faixas e participações especiais de nomes como Ivan Lins, disco chega nas plataformas digitais dia 10/05</em></strong></p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<p><strong><a href="https://lnk.fuga.com/gabrielsater_25anosdemsica">Link de pré-save</a></strong></p>
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<p>Muita viola, história e talento. No dia 10 de maio, o cantor, compositor, instrumentista, produtor musical e ator <strong>Gabriel Sater</strong> lança seu mais novo álbum: <strong>“25 ANOS DE MÚSICA”</strong>. O disco marca um momento emblemático na trajetória do artista, que celebra duas décadas e meia dedicadas à música, destacando não apenas sua evolução artística, mas também novas influências, encontros e histórias que construíram seu caminho ao longo dos anos. Neste novo trabalho o público poderá desfrutar de oito faixas autorais e dois clássicos de outros compositores. Das dez faixas, duas são instrumentais. Nesta sexta-feira (08/05), já aquecendo os ouvidos e alma para este novo disco, será lançado o clipe da faixa “Me Ajuda”, com participação de Ivan Lins.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Sinto esse trabalho como uma homenagem aos meus 25 anos de dedicação à música, uma forma de agradecer tudo que vivi, todos os profissionais que trabalhei, parceiros que muito me ensinaram e também o início de um novo ciclo repleto de novidades e sonhos a serem realizados nos próximos 25 anos. Rumo aos 50 anos de música!&#8221;, diz Gabriel.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Além de releituras e referências de sua trajetória, as faixas inéditas já apontam para uma nova fase em sua carreira, revelando novos caminhos e sonoridades. Mais do que uma retrospectiva, o projeto se apresenta como um registro de gratidão e, ao mesmo tempo, como o início de um novo ciclo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Sou apaixonado por aprender, estudar e evoluir todos os dias. A cada álbum me sinto mais maduro para cantar, tocar, compor, arranjar e produzir. O processo de gravação de cada álbum é único, desafiador e muito enriquecedor. Ao lado de João Gaspar, escolhemos um repertório com composições inéditas que apresentam novas cores, influências e estilos musicais que trabalhamos nos últimos anos, além de convidarmos novos artistas para participações especiais. Também selecionamos algumas composições lançadas há mais de uma década, que fizeram muito sentido serem revisitadas, arranjadas e produzidas neste momento.”, destaca o músico.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A escolha do repertório está alinhada com o perfil do novo projeto: composições com estilos e ritmos que mostram a versatilidade musical desenvolvida por Gabriel ao longo destes anos. “25 ANOS DE MÚSICA” chega como um prelúdio hipnotizante e autêntico, já dando um gostinho aos fãs do artista sobre o que esperar deste novo ciclo musical.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Além da turnê “Pai e Filho”, que segue rodando o Brasil, em breve o artista também dará início a turnê do novo disco.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><u>FAIXA A FAIXA:</u></strong></p>
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<p><strong>BRISA DE OUTONO – Part. Especial: Eric Silver</strong></p>
<p>(Gabriel Sater/João Gaspar/Luiz Carlos Sá)</p>
<p>É uma união do Rock Rural com o Folk e universo da viola de 10 cordas com a participação de Eric Silver no dobro, violino e teclados.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>NAS MONTANHAS DE MINAS</strong></p>
<p>(Gabriel Sater)</p>
<p>Composição feita em terras mineiras, após uma viagem inesquecível por Minas Gerais. Com harmonia sofisticada ao violão, a faixa traz influências da música contemporânea do Pantanal, Clube da Esquina e do Rock.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>ME AJUDA – Part. Especial: Ivan Lins</strong></p>
<p>(Gabriel Sater/João Gaspar/Luiz Carlos Sá)</p>
<p>A composição destaca a riqueza da rítmica brasileira pulsante com uma letra marcante de Luiz Carlos Sá. A luxuosa participação especial do ícone Ivan Lins torna essa gravação uma das mais especiais do álbum.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>MARRUÁ</strong></p>
<p>(Gabriel Sater)</p>
<p>Tema instrumental virtuosístico na viola de 10 cordas (viola caipira) apresentada no remake da novela “Pantanal” traz toda energia dos personagens “Xeréu Trindade/Cramulhão”. Uma homenagem aos personagens e à novela.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>ORAÇÃO DE SÃO FRANCISCO – Part. Especial: Orquestra Sinfônica da UFMT</strong></p>
<p>(Gabriel Sater)</p>
<p>Melodia inédita composta por Gabriel após meses de dedicação, ganha uma nova versão ao lado da Orquestra Sinfônica da UFMT. Uma versão sensível, com solo marcante no violão e que traz um frescor para a emblemática letra.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>DE PAPO PRO AR – Part. Especial: Jackson Antunes</strong></p>
<p>(Joubert de Carvalho e Olegário Mariano)</p>
<p>A gravação deste novo arranjo de um clássico da música caipira/sertaneja raiz marca o registro da primeira gravação musical entre dois artistas e atores brasileiros que contracenaram no filme “Coração de Cowboy” e no remake de “Pantanal”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>LA CUMPARSITA – Part. Especial: Negão dos Santos</strong></p>
<p>(Gerardo Matos Rodríguez)</p>
<p>Uma nova versão instrumental de um dos tangos mais emblemáticos da história em um formato para dois violões. A faixa é enriquecida com a participação especial do renomado violonista e líder do histórico grupo “Paranga” Negão dos Santos, filho do lendário compositor de São Luiz do Paraitinga, Elpídio dos Santos. Arranjo feito por Gabriel Sater, João Gaspar e Negão dos Santos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>ALÉM DAS FRONTEIRAS (Ao Vivo)</strong></p>
<p>(Gabriel Sater/Daniel Rondon)</p>
<p>Composição de Gabriel Sater e do poeta da nova geração pantaneira Daniel Rondon. O tema apresenta a “MPB de Fronteira” com toda latinidade e rítmica do Pantanal.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>MEU LUGAR – Part. Especial: Ian Sater</strong></p>
<p>(Gabriel Sater/Leandro Aguiari/Cesar Granja Leite)</p>
<p>A nova versão conta com a participação especial do talentoso guitarrista Ian Sater (irmão de Gabriel e filho de Almir Sater), apresentando novas cores para o arranjo da música, que é uma das músicas mais ouvidas do repertório de Gabriel.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>PEDRA ESMERALDA</strong></p>
<p>(Gabriel Sater/Luiz Carlos Sá/Zé Edu Camargo)</p>
<p>Uma composição pulsante e romântica de Gabriel Sater criada com dois poetas renomados: Luiz Carlos Sá e Zé Edu Camargo. Gabriel Sater apresenta um arranjo de 02 violas de 10 cordas dialogando entre si.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>SOBRE GABRIEL SATER</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Cantor, compositor, instrumentista, produtor musical e ator, Gabriel Sater herdou não só o sobrenome, mas o talento musical e carisma do pai. O premiado artista, com 25 anos de carreira, lançou 06 CDS, 01 DVD e ganhou 12 prêmios musicais, incluindo o Prêmio da Música Brasileira na categoria de Melhor Intérprete Canção Popular em 2024. Foi indicado ao Grammy Latino em 2023 e em 2024 com seus álbuns &#8220;ERVA DOCE&#8221; e &#8220;FARÓIS DO SERTÃO&#8221;. Na dramaturgia, ganhou o prêmio “Scruffy City Film &amp; Music” em 2018 pela sua atuação como protagonista no filme “Coração de Cowboy”. Atuou no remake da novela “Pantanal” em 2022 como violeiro &#8221; Xeréu Trindade&#8221;, papel que foi de seu pai na versão original da novela, enquanto Almir interpretava o chalaneiro Eugênio. Os dois artistas, pai e filho, tiveram cenas juntos na novela, incluindo um famoso duelo de violas. Ainda, em 2025, participaram juntos no projeto do remake de &#8220;Renascer&#8221;, também da Rede Globo, em que interpretavam o mesmo personagem &#8211; o libanês &#8220;Rashid&#8221; &#8211; em momentos diferentes, Gabriel na primeira fase e Almir na segunda fase.</p>
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<p><strong>Com informações: LUPA Comunicação</strong></p>
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		<title>Seu Jorge lança “The Other Side”, álbum desenvolvido ao longo de 16 anos com Mario Caldato Jr.</title>
		<link>https://boomerangmusic.com.br/seu-jorge-lanca-the-other-side-album-desenvolvido-ao-longo-de-16-anos-com-mario-caldato-jr/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2026 20:48:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Lançamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Entre arranjos orquestrais assinados por Miguel Atwood-Ferguson e colaborações com Marisa Monte, Maria Rita, Beck e Zap Mama, Seu Jorge apresenta seu projeto mais ambicioso &#160; Gravado em sua totalidade no estúdio MCJ, do produtor Mario Caldato Jr., nos Estados Unidos, “The Other Side” carrega...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Entre arranjos orquestrais assinados por Miguel Atwood-Ferguson e colaborações com Marisa Monte, Maria Rita, Beck e Zap Mama, Seu Jorge apresenta seu projeto mais ambicioso</em></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Gravado em sua totalidade no estúdio MCJ, do produtor Mario Caldato Jr., nos Estados Unidos, “The Other Side” carrega uma dimensão simbólica importante: a de um álbum brasileiro concebido em território internacional</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Talvez esse seja o disco que melhor explique o que é o Seu Jorge” (Seu Jorge)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Em termos de música, de cuidado, de tempo dedicado… eu tenho certeza de que é o melhor trabalho que já fiz.” (Seu Jorge)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://orcd.co/seujorge-theotherside"><strong><em>Ouça em todas as plataformas digitais</em></strong></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Após uma jornada criativa que atravessa mais de uma década e meia, o cantor, compositor e multi-instrumentista <strong>Seu Jorge</strong> apresenta ao mundo <strong>“The Other Side”</strong>, o projeto mais ambicioso de sua carreira internacional. Com lançamento mundial marcado para esta sexta-feira <strong>(8 de maio)</strong>, o álbum reúne <strong>11 faixas</strong> e traduz um novo capítulo em sua trajetória artística, revelando um território sonoro marcado por arranjos orquestrais, atmosferas cinematográficas e uma abordagem mais contemplativa da música brasileira. No Brasil, o primeiro single de trabalho será <strong>“Quando Chego”</strong>, faixa inédita em parceria com <strong>Marisa Monte</strong>, enquanto nos Estados Unidos e Europa o lançamento é impulsionado por <strong>“Girl You Move Me”</strong>, originalmente gravada pela banda canadense<strong> Cane And Able</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Idealizado a partir de 2009, o disco nasce de um desejo íntimo de experimentação. <em>“Eu estava buscando uma sonoridade diferente, mais calma, um som brasileiro que convidasse as pessoas a refletirem sobre as letras e melodias”,</em> afirma Seu Jorge. Conhecido por sua trajetória que transita entre o samba, o funk e a MPB, Seu Jorge mergulha aqui em um universo que dialoga com o jazz, a bossa nova e a música sinfônica, expandindo os limites de sua própria linguagem.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Mais do que uma mudança estética, “The Other Side” representa também um exercício de tempo e maturidade. <em>“Esse disco representa, acima de tudo, paciência… uma paciência muito grande de não ceder ao impulso de lançar antes da hora, de esperar até ele realmente estar pronto”, </em>reflete. Gravado em etapas entre 2009 e 2018, o projeto foi desenvolvido com calma e profundidade, permitindo que cada escolha artística amadurecesse ao longo dos anos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A origem do álbum remonta a um momento de sensibilidade captado pelo produtor <strong>Mario Caldato Jr.</strong>, parceiro de longa data de Seu Jorge e responsável pela produção de seu álbum de estreia, “Samba Esporte Fino” (2001). A colaboração entre os dois atravessa décadas e é parte fundamental da construção estética do artista.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>“Não é sempre que você encontra uma voz e um talento tão vibrantes e poderosos quanto os do Seu Jorge. Foi isso que senti em 1999, quando o conheci em Los Angeles”,</em> relembra Caldato. <em>“Desde então, nossa amizade e admiração só cresceram, permitindo que criássemos música juntos com total liberdade.” “Este álbum nasceu quando gravei Jorge tocando uma versão simples de ‘Girl You Move Me’, em voz e violão. A performance era tão sensível e dinâmica que me emocionou profundamente”</em>, completa. A partir desse registro, surgiu a ideia de expandir aquela atmosfera íntima para um universo orquestral, com arranjos assinados por <strong>Miguel Atwood-Ferguson,</strong> parceiro fundamental desde o início do projeto.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>“Eu compartilhei algumas ideias com Miguel, e ele entendeu perfeitamente, criando arranjos que elevaram a música a uma dimensão mais sofisticada e luxuosa”,</em> completa Caldato. Esse movimento deu origem à estética central do álbum: uma experiência sonora imersiva, onde cada faixa se constrói como uma narrativa sensorial.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>“Desde a primeira gravação, ficou claro que esse disco tinha um caráter cinematográfico”, </em>explica Seu Jorge. <em>“A ideia de que essas músicas poderiam existir dentro de um filme ajudou a definir todo o caminho do álbum.” </em>O resultado é uma obra que dialoga com referências clássicas da música brasileira e internacional, evocando nomes como Milton Nascimento, os irmãos Borges e Arthur Verocai, além da sofisticação de arranjadores ligados à tradição da bossa nova. Com sua voz grave e aveludada, Seu Jorge conduz o ouvinte por um repertório que revisita joias da MPB, inspirado também pelo catálogo do selo alemão ECM Records e pelos arranjos de Claus Ogerman, maestro que trabalhou com Tom Jobim e João Gilberto.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Gravado integralmente no estúdio MCJ, de Mario Caldato Jr., em Los Angeles &#8211; base da <strong>Amor in Sound</strong>, gravadora e espaço criativo comandado por Mário e Samantha Caldato -, “The Other Side” também carrega uma dimensão simbólica importante: a de um álbum brasileiro concebido em território internacional. Ao mesmo tempo, o projeto ocupa um lugar especial na trajetória do estúdio, consolidando-se como uma de suas obras mais centrais em termos artísticos e conceituais. <em>“Era muito marcante para nós fazer um disco de música brasileira nos Estados Unidos. Não como uma forma de descaracterizar, mas de ampliar essa conversa com o mundo”</em>, afirma o artista. <em>“A cultura é uma ferramenta poderosa, e entender como a música brasileira pode dialogar com outras estruturas foi parte fundamental desse processo.”</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O projeto reúne ainda colaborações especiais que ampliam essa proposta estética. Entre elas, está o dueto com <strong>Maria Rita</strong> em <strong>“Vento de Maio”</strong>, eternizada nas vozes de Lô Borges e Elis Regina, canção que carrega uma forte conexão com a tradição da música mineira. Já o encontro com o artista estadunidense vencedor do Grammy® <strong>Beck</strong> acontece em uma releitura de <strong>“River Man”</strong>, do britânico Nick Drake, reforçando o caráter internacional do trabalho. O álbum conta ainda com a participação especial do coletivo belga <strong>Zap Mama</strong>, fundado pela artista nascida na República Democrática do Congo, em <strong>“Far From The Sea”</strong>, ampliando a diversidade de influências e texturas sonoras do trabalho.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Um dos momentos mais marcantes do <strong>“The Other Side”</strong>, no entanto, é <strong>“Quando Chego”</strong>, uma composição em parceria com <strong>Marisa Monte e Arnaldo Antunes</strong>. A canção, que surge de um encontro espontâneo entre Marisa e Jorge, sintetiza a essência do projeto.<em> “Marisa e Arnaldo representam sofisticação, precisão, cuidado. Eles são grandes referências para mim, não só artisticamente, mas na forma de pensar e construir uma carreira”</em>, destaca Seu Jorge.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A presença de Marisa Monte no álbum não é apenas simbólica, mas estrutural. <em>“Em muitos momentos, eu pensava: ‘se fosse a Marisa, o que ela faria aqui?’”</em>, revela. <em>“Isso me ajudou a simplificar ideias, a buscar mais essência.”</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Além das participações, o disco se constrói a partir de um processo coletivo intenso, envolvendo músicos que fazem parte da carreira do artista há anos, como <strong>Pretinho da Serrinha, Adriano Trindade, Rodrigo Tavares, Cidão Santos, Fernando Vidal, Claudio Andrade</strong> e outros colaboradores como o guitarrista francês<strong> Michael Valeanu</strong>, que contribuíram para a riqueza sonora do projeto. Ao longo do álbum, Seu Jorge também assina execuções instrumentais em diferentes faixas, tocando violão e percussão, além de saxofone na faixa “Beleza Bárbara”, reforçando seu papel como multi-instrumentista na construção da obra. <em>“Esse é um álbum feito por muitas mãos, com muita troca, muita escuta e muita liberdade criativa”,</em> resume.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para Mario Caldato Jr., o resultado é singular:<em> “Quando chegou o momento da mixagem, tudo fluiu de forma muito natural. O álbum se revelou e se completou de maneira magnífica. Para mim, é um disco atemporal”.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Com “The Other Side”, Seu Jorge não apenas apresenta um novo capítulo de sua carreira, mas também amplia o alcance da música brasileira no cenário global. <em>“Talvez esse seja o disco que melhor explique o que é o Seu Jorge”, </em>reflete o artista. <em>“Em termos de música, de cuidado, de tempo dedicado… eu tenho certeza de que é o melhor trabalho que já fiz.”</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Lançado pela <strong>Amor in Sound</strong>, <strong>Black Service</strong> e <strong>Phonomotor Records</strong>, com distribuição global pela <strong>The Orchard</strong>, o álbum chega como uma obra de maturidade artística, construída com rigor, sensibilidade e visão.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>TRACKLIST DE “THE OTHER SIDE”:</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<ol>
<li>Crença (Milton Nascimento/Marcio Borges)</li>
<li>Vento de Maio feat. Maria Rita (Marcio Borges/Telo Borges)</li>
<li>Girl You Move Me (Frenchie Thompson)</li>
<li>Luz na Escuridão (Cezar Mendes/Capinan)</li>
<li>Caboclo (Arthur Verocai/Vitor Martins)</li>
<li>Folia de Amor (Mariana Bergel/William Pinto Magalhães)</li>
<li>Quando Chego feat. Marisa Monte (Marisa Monte/Arnaldo Antunes/Seu Jorge)</li>
<li>Flor de Laranjeira (Cezar Mendes/Capinan)</li>
<li>River Man feat. Beck (Nick Drake)</li>
<li>Far From The Sea feat. Zap Mama (Robertinho Brant/Emerson Penha)</li>
<li>Beleza Bárbara (Leo Tomasini/Joey Altruda)</li>
</ol>
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<p><strong>Links Seu Jorge:</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://seujorge.com/"><strong>Site Oficial</strong></a></p>
<p><a href="https://www.imdb.com/pt/name/nm1179580/?ref_=nv_sr_srsg_0&amp;reasonForLanguagePrompt=browser_header_mismatch"><strong>IMDB</strong></a></p>
<p><a href="https://open.spotify.com/intl-pt/artist/0i1s9WcIu0PrUvHzALgofo?si=y_ENxIBYT5aP8bN4GkSl4A"><strong>Spotify</strong></a></p>
<p><a href="https://www.instagram.com/seujorge/"><strong>Instagram</strong></a></p>
<p><a href="https://www.youtube.com/channel/UCEu4zYAMGPBi3vGAiEA5srg"><strong>YouTube</strong></a></p>
<p><a href="https://x.com/seujorge?mx=2"><strong>X </strong></a></p>
<p><a href="https://www.tiktok.com/@seujorge"><strong>TikTok</strong></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Sobre Seu Jorge:</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Do Gogó da Ema aos holofotes internacionais, Seu Jorge consolidou-se como um dos artistas mais influentes da cultura brasileira. Cantor, compositor, ator e multi-instrumentista, ele navega entre os universos do samba, MPB, R&amp;B, Bossa Nova e funk, conectando gerações e fronteiras através da música e do cinema. Com uma trajetória pautada na pluralidade artística, Seu Jorge se tornou uma voz potente tanto no entretenimento nacional quanto internacional.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Nascido Jorge Mário da Silva em Belford Roxo, no estado do Rio de Janeiro, seu primeiro contato com a arte aconteceu no teatro. No início dos anos 1990, integrou a Companhia de Teatro da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (TUERJ), onde participou de mais de 20 peças, incluindo &#8220;A Saga da Farinha&#8221;. Paralelamente, sua vivência na boemia carioca o levou a frequentar rodas de samba, bailes de funk e charme, criando a base para sua identidade musical.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Seu Jorge despontou para o grande público em 1997, ao fundar a banda Farofa Carioca,  com Gabriel Moura e o flautista francês Bertrand Doussain, um grupo que mesclava rap, samba, MPB, soul e reggae. O álbum de estreia, &#8220;Moro no Brasil&#8221;, continha o icônico single &#8220;A Carne&#8221;, uma crítica social que se tornou um hino antirracista na voz de Elza Soares. Pouco depois, iniciou sua carreira solo e, em 2001, lançou &#8220;Samba Esporte Fino&#8221;, também conhecido internacionalmente como &#8220;Carolina&#8221;, produzido por Mário Caldato e Daniel Ganjaman. O disco firmou seu nome na música brasileira, com hits como &#8220;Carolina&#8221; e &#8220;Chega no Swing&#8221;.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Paralelamente à música, Seu Jorge encontrou no cinema uma plataforma para expandir sua arte. Sua primeira grande atuação foi como Mané Galinha em &#8220;Cidade de Deus&#8221; (2002), de Fernando Meirelles. O filme alcançou sucesso internacional, abrindo portas para sua participação em &#8220;A Vida Marinha com Steve Zissou&#8221; (2004), de Wes Anderson. No longa, Seu Jorge reinterpretou clássicos de David Bowie em português, conquistando a admiração do próprio artista britânico, que declarou: &#8220;Se Seu Jorge não tivesse gravado minhas músicas em português, eu nunca teria ouvido esse novo nível de beleza que ele as imbuiu&#8221;.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Nos anos seguintes, sua discografia cresceu, consolidando-o como um dos maiores nomes da música brasileira. &#8220;Cru&#8221; (2004) trouxe interpretações autênticas e faixas como &#8220;Tive Razão&#8221; e &#8220;Eu Sou Favela&#8221;. Seu Jorge também brilhou com &#8220;Ana &amp; Jorge&#8221; (2005), uma parceria com Ana Carolina que imortalizou &#8220;É Isso Aí&#8221;, versão de &#8220;The Blower’s Daughter&#8221;, de Damien Rice.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>No cenário internacional, conquistou a crítica com o projeto Seu Jorge &amp; Almaz, ao lado de Lúcio Maia e Pupillo, da Nação Zumbi, e do compositor Antonio Pinto. O álbum recebeu aval de publicações como Washington Post e The New York Times. Seu álbum “América Brasil” (2008) revelou sucessos como &#8220;Burguesinha&#8221; e &#8220;Mina do Condomínio&#8221; e foi o grande vencedor do Latin Grammy de Best MPB Álbum e os álbuns “Músicas Para Churrasco Vol 1” (2012) e “Músicas Para Churrasco Vol 1 (Ao Vivo)” (2013) também venceram o Grammy Latino, na categoria Best Brazilian Contemporary Album.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O cinema continuou sendo um espaço frutífero em sua trajetória. Atuou em &#8220;Casa de Areia&#8221; (2005), ao lado de Fernanda Montenegro e Fernanda Torres, &#8220;Tropa de Elite 2&#8221; (2010) e &#8220;Abe&#8221; (2019), onde interpretou um chef brasileiro. Em &#8220;Marighella&#8221; (2021), dirigido por Wagner Moura, viveu o líder revolucionário Carlos Marighella, papel que lhe rendeu prêmios internacionais como Melhor Ator no Festival Internacional de Filmes da Índia e no Bari International Film Festival. Em 2025, Seu Jorge integra o elenco de “Corrida dos Bichos” (Amazon Studios), dirigido pelo premiado cineasta Fernando Meirelles e Ernesto Solis, “A Melhor Mãe do Mundo”, de Anna Muylaert, que teve sua estreia mundial no Festival Internacional de Cinema de Berlim, em fevereiro do mesmo ano, e “Geni e o Zepelim”, também dirigido por Anna Muylart.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Seu Jorge também marcou presença no streaming, estrelando séries como &#8220;Irmandade&#8221; (Netflix), &#8220;Mandrake&#8221; (HBO) e &#8220;Manhãs de Setembro&#8221; (Amazon Prime). Para ele, o crescimento das plataformas digitais possibilitou a criação de personagens mais complexos e afastados de estereótipos raciais recorrentes na TV tradicional.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em 2023, Seu Jorge celebrou 30 anos de carreira, reafirmando sua posição como um artista sem fronteiras. Além de projetos musicais e cinematográficos, ele também é CEO da Black Service, um espaço de produção cultural voltado à valorização de artistas pretos e à inovação no mercado cultural.</p>
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<p>No início de 2025, lançou o álbum “Baile à la Baiana”, seu primeiro de faixas inéditas em dez anos. Com 11 canções que combinam elementos da música carioca e baiana, o trabalho celebra a riqueza cultural do Brasil e marca mais um momento decisivo na trajetória do artista. Ao longo do ano, Seu Jorge também dirigiu a curadoria do Festival Nova Brasil, reunindo 24 artistas em mais de seis horas de música ao vivo, e realizou três turnês internacionais, levando o repertório do novo álbum a países como França, Dinamarca, Portugal e Holanda, com passagens por alguns dos maiores festivais do verão europeu. No Brasil, a agenda incluiu palcos de destaque como Turá, João Rock e C6 Music Fest. Em novembro, foi um dos destaques da programação do Prêmio Earthshot, no Rio de Janeiro, onde recepcionou o Príncipe William no Museu do Amanhã e se apresentou na cerimônia, interpretando “Heroes”, de David Bowie, em um momento que reforçou sua projeção internacional. Em um dos momentos mais simbólicos de 2025, Seu Jorge apresentou-se no Global Citizen Festival: Amazônia, em Belém, onde recebeu no palco Chris Martin, vocalista da banda Coldplay, como convidado especial para uma participação. O ano se encerrou com um show no Réveillon de Fortaleza, apresentação que reuniu mais de um milhão de pessoas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Sua influência atravessa continentes, indo do samba carioca aos palcos do Royal Albert Hall e do Madison Square Garden. Dono de um legado inestimável, Seu Jorge segue desafiando convenções e transformando a arte em uma ferramenta de diálogo e revolução.</p>
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<p><strong>Com informações: Assessoria de imprensa </strong><strong>SEU JORGE &#8211; Lavi Comunicação &amp; Mkt</strong></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Juliana Linhares transmuta esgotamento em sonho em seu segundo álbum, “Até Cansar o Cansaço”</title>
		<link>https://boomerangmusic.com.br/juliana-linhares-transmuta-esgotamento-em-sonho-em-seu-segundo-album-ate-cansar-o-cansaco/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2026 19:31:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Lançamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Novo trabalho da multiartista potiguar propõe a construção de futuros possíveis em onze faixas, que reúnem composições autorais inéditas e releituras de clássicos de Elino Julião, Belchior e Manduka, trazendo movimento onírico ao corpo exausto &#160; OUÇA AQUI &#160; A cantora, autora, diretora e atriz natalense Juliana...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Novo trabalho da multiartista potiguar propõe a construção de futuros possíveis em onze faixas, que reúnem composições autorais inéditas e releituras de clássicos de Elino Julião, Belchior e Manduka, </em></strong><strong>trazendo movimento onírico ao corpo exausto</strong></p>
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<p><strong><a href="https://orcd.co/atecansarocansaco?utm_source=ig&amp;utm_medium=social&amp;utm_content=link_in_bio&amp;fbclid=PAZXh0bgNhZW0CMTEAc3J0YwZhcHBfaWQMMjU2MjgxMDQwNTU4AAGnYXALuy9Kv9XmhsdnGLepzzlQ2YT8-eg6my7DAAe6DNNOFdS7njYypJbqunE_aem_RLZb2Fsj4i9GRFq8o4k7Mg">OUÇA AQUI</a></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A<strong> </strong>cantora, autora, diretora e atriz natalense <strong>Juliana Linhares</strong> lança, seu segundo álbum,<strong> &#8220;Até Cansar o Cansaço&#8221;</strong>, que nasce como reação a um sentimento coletivo e atual de esgotamento. A obra musical, criada para transmutar cansaço em ações e movimentos oníricos, propõe a construção de futuros possíveis e ativa a força criativa como forma de reencantamento do mundo, em um sonho coletivo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>As onze faixas do novo álbum reúnem composições autorais inéditas e releituras de clássicos de Elino Julião, Belchior e Manduka, ressignificados a partir da estética única de Juliana. As participações, parcerias e encontros do disco ampliam o diálogo entre gerações e tradições em feats com Ney Matogrosso, Agnes Nunes e Anastácia. O trabalho conta com as já bem-sucedidas parcerias de Juliana Linhares com Elísio Freitas, na produção musical, e com Marcus Preto, na concepção artística do álbum, que tem a assinatura de Juliana no conceito artístico geral do projeto.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Inspirada por vivências com o neurocientista brasileiro Sidarta Ribeiro, durante uma residência artística na Cia Brasileira de Teatro, Juliana despertou para a necessidade de dormir e sonhar mais e coletivamente. A partir desta reflexão, o álbum “Até Cansar o Cansaço” surge como um portal de possibilidades para dar uma canseira no cansaço. Neste processo, assim como em toda obra de Juliana Linhares, o pensamento cênico está intrinsecamente em primeiro lugar, com a dança ocupando posição de destaque. Uma criação que coloca o corpo exausto em movimento, mantendo-o interessado e interessante, como uma das ações para cansar o cansaço.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O disco começa sua jornada com a faixa-título <strong>“Até Cansar o Cansaço”</strong>, que transforma o esgotamento em gesto de resistência, numa dança contra o peso do tempo presente, que encontra no corpo novas possibilidades de recomeço. Parceria com Jef Lyrio, grande amigo do teatro e confidente de Juliana, a faixa simboliza o espírito do álbum. “Jef me acolheu em diversos momentos de exaustão física e emocional e com ouvidos atentos apontou em mim a flecha certeira do que eu gostaria de falar neste disco. Criamos juntos esta canção que fala tanto de nós e de tantos de nós.”, conta Juliana.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>E quando tudo parece difícil, <strong>“Depois do Breu”</strong> aponta para o instante em que o amor ou o sonho irrompem como luz após a escuridão. Uma das primeiras faixas a serem compostas e escolhidas para o álbum, é também o single que anunciou o trabalho, em abril. E o sol logo reaparece, sim, em <strong>“Tanto Buliço”</strong>, faixa na qual Juliana celebra o amor como caminho pro amanhã ao lado da voz luminosa da cantora paraibana Agnes Nunes. Um encontro de afeto e abrigo diante do ruído do mundo, imaginado em parceria com Khrystal, presença conterrânea que também assina com a artista o hit “Balanceiro”, que marcou o trabalho de estreia da cantora.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Entre fios, nós e perguntas, a vida surge em <strong>“Emaranhada”</strong> como um tecido de afetos e riscos, no qual amar é lançar-se, mesmo com todos seus perigos, ao desconhecido. <strong>“Vida Virada”</strong>, um manifesto de movimento, assinado em parceria com Josyara e Elísio Freitas; transforma o cansaço em impulso de liberdade. Ao lado de Anastácia, grande referência da música nordestina, Juliana evoca a estrada como destino e reinvenção de quem cansou de se cansar para conquistar o descanso.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O caminho segue um pouco mais cinza com <strong>“Tempos Temporais”</strong>, parceria com Juliano Holanda, que atravessa saudade, cidade e desejo em meio à tempestade, para lembrar que os temporais carregam ventos capazes de abrir novos caminhos. Em seguida, <strong>“Mistério do Óbvio”, </strong>que ganha participação de Ney Matogrosso, propõe um novo mundo possível em meio ao caos. Uma metalinguagem na qual a parceria musical é tão onírica quanto o significado da própria faixa. “Ney pra mim é o que quero ser no futuro, ele me ensina a sonhar.”, celebra Juliana.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A tradição nordestina brilha em <strong>“O Rabo do Jumento”</strong>, clássico de Elino Julião e do estado do Rio Grande do Norte que une humor popular e crítica social. A música que marcou a memória afetiva de Juliana desde a infância, cantada por seu pai, atualiza-se aqui como representação da força da voz coletiva e da tradição oral.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Mais à frente, já na reta final do álbum, seguimos os passos de quem veio antes nesta jornada de sonhos, numa sequência de criações de Manduka e Belchior atualizadas por Juliana. Enquanto <strong>“Conseguiram, Parabéns”,</strong> do compositor e artista plástico &#8211; e filho do célebre poeta amazonense Thiago de Mello-, oferece um olhar irônico e contundente sobre as estruturas de poder e a naturalização da violência; <strong>“A Palo Seco”,</strong> do compositor cearense, encerra o disco reafirmando a urgência da palavra e da voz como instrumentos de transformação, “crua e direta, como palavra dita sem ornamento.”, crava Juliana.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Sem profecias ou respostas prontas, ao fim, o disco aponta para o coletivo e o espiritual em <strong>“Futuro (Novos Erros)”</strong>, uma espécie de oração contemporânea que aposta na tentativa e no erro como caminho para acertar. A faixa recebe as participações ancestrais e delicadas da avó, da madrinha e da mãe de Juliana, numa oração escrita pela cantora. Uma canção que traduz muitos dos desejos de conversar com as pessoas emanados pelo novo álbum.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Entre o manifesto e a delicadeza, o novo trabalho de Juliana Linhares consolida uma artista que chega a este momento com o corpo e a escuta mais maduros, consciente do lugar que ocupa como mulher artista nordestina. Uma força cênica que faz da canção um espaço de pensamento, invenção e presença em mundo exausto, mas ainda disposto a dançar enquanto vislumbra o inimaginável que pressupõe a esperança.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>FAIXAS:</strong></p>
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<ol>
<li>Até Cansar o Cansaço</li>
<li>Depois do Breu</li>
<li>Tanto Buliço</li>
<li>Emaranhada</li>
<li>Vira Virada</li>
<li>Tempos Temporais</li>
<li>Mistério do Óbvio</li>
<li>O Rabo do Jumento</li>
<li>Conseguiram Parabéns</li>
<li>A Palo Seco</li>
<li>Futuro (Novos Erros) + Oração pro Sonho</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-65852" src="https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2026/05/ju2-300x200.jpg" alt="" width="608" height="405" srcset="https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2026/05/ju2-300x200.jpg 300w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2026/05/ju2-1024x682.jpg 1024w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2026/05/ju2-768x512.jpg 768w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2026/05/ju2-1536x1023.jpg 1536w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2026/05/ju2-700x466.jpg 700w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2026/05/ju2.jpg 1900w" sizes="(max-width: 608px) 100vw, 608px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Fotos: Elisa Mendes @e.l.i.s.a.m.e.n.d.e.s</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Sobre Juliana Linhares</strong></p>
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<p>Cantora, compositora, diretora e atriz potiguar, Juliana Linhares é uma das vozes mais expressivas da música brasileira contemporânea. Com uma trajetória marcada pela força cênica e por uma identidade artística profundamente conectada ao Nordeste, a artista se reafirma como um dos principais nomes da linhagem de invenção da música popular nordestina, articulando tradição e contemporaneidade com olhar crítico e sensível.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Após o impacto de seu álbum de estreia, “Nordeste Ficção” (2021), trabalho que tensiona estereótipos históricos e propõe novas narrativas sobre o ser nordestino, Juliana avança em sua pesquisa artística com o lançamento de seu segundo álbum solo, “Até Cansar o Cansaço” (2026). No novo trabalho, o sonho e o esgotamento do tempo presente permeiam as canções, aprofundando e revolucionando suas reflexões sobre identidade, território e reinvenção.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Além de sua festejada carreira solo, Juliana integra a banda Pietá e o projeto Iara Ira, com os quais lançou três álbuns. Sua trajetória inclui colaborações com artistas como Ney Matogrosso, Anastácia, Chico César, Larissa Luz, Khrystal, Letrux,Tom Zé, Zeca Baleiro e Agnes Nunes e apresentações em importantes palcos em todo o Brasil. Sua discografia inclui ainda o EP <em>Perdendo o Juízo</em> (2020), com produção musical de Josyara.</p>
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<p><strong>Com informações: Fernanda Couto Assessoria de Comunicação</strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Tori Amos lança o aguardado álbum “In Times Of Dragons”</title>
		<link>https://boomerangmusic.com.br/tori-amos-lanca-o-aguardado-album-in-times-of-dragons/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 May 2026 20:00:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Lançamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Ouça aqui: toriamos.lnk.to/InTimesOfDragons    O novo trabalho de Tori Amos, “In Times of Dragons”, chega como uma narrativa alegórica intensa e envolvente, ambientada em um cenário político turbulento. Ao longo das faixas, a artista conduz uma jornada pelos Estados Unidos, apresentando personagens que acompanham a transformação da protagonista...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Ouça aqui: <a href="https://br.umusic-online.com/c/AQiHlA4Q5qM4GInA8tQBIPnKhQ4o-v-sFsKuGxp_OwV0ZbS5mlTZ-ZnEncq2BtJrLaQrnwRjLXwq">toriamos.lnk.to/InTimesOfDragons </a></strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>O novo trabalho de <strong>Tori Amos</strong>, <strong><em>“In Times of Dragons”</em></strong>, chega como uma narrativa alegórica intensa e envolvente, ambientada em um cenário político turbulento. Ao longo das faixas, a artista conduz uma jornada pelos Estados Unidos, apresentando personagens que acompanham a transformação da protagonista — que precisa se tornar o próprio “dragão” para enfrentar as forças que a perseguem.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O álbum constrói uma metáfora poderosa sobre o embate entre democracia e tirania, representado pelos enigmáticos “Demônios Lagarto”, figuras que distorcem a ideia de liberdade. A história segue uma mulher em fuga de um relacionamento opressor, enquanto encara o medo de estar se tornando algo monstruoso.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Durante essa travessia, ela encontra apoio em aliados improváveis — de bruxas a uma gangue de motociclistas — e percorre um caminho de autodescoberta que ressignifica sua própria transformação. Ao perceber que não está se tornando um monstro, mas sim uma poderosa meio-dragão, a protagonista enfrenta temas como perda, identidade e maternidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Guiada por forças espirituais e protegida pelo deus celta Lugh, sua jornada culmina nos sagrados 23 Peaks, em Montana, onde precisa tomar uma decisão definitiva na luta contra a tirania.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-65619" src="https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2026/05/torifoto-200x300.jpg" alt="" width="321" height="482" srcset="https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2026/05/torifoto-200x300.jpg 200w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2026/05/torifoto-683x1024.jpg 683w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2026/05/torifoto-768x1151.jpg 768w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2026/05/torifoto-1025x1536.jpg 1025w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2026/05/torifoto-700x1049.jpg 700w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2026/05/torifoto.jpg 1366w" sizes="auto, (max-width: 321px) 100vw, 321px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Com mais de 35 anos de carreira, Tori Amos consolida mais um capítulo marcante em sua trajetória — que já soma nove indicações ao GRAMMY® e mais de 12 milhões de álbuns vendidos mundialmente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Tracklist</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<ol>
<li>Shush</li>
<li>In Times of Dragons</li>
<li>Provincetown</li>
<li>St. Teresa</li>
<li>Gasoline Girls</li>
<li>Ode to Minnesota</li>
<li>Fanny Faudrey</li>
<li>Veins</li>
<li>Strawberry Moon</li>
<li>Song of Sorrow</li>
<li>Flood</li>
<li>Pyrite</li>
<li>Tempest</li>
<li>Angelshark</li>
<li>Blue Lotus</li>
<li>Track 16</li>
<li>23 Peaks</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Com informações: <a href="https://br.umusic-online.com/c/AQiHlA4Q5qM4GInA8tQBIMyLgQ4o-v-sFoM2geIMT970kxtbRxhtl__tCWFoCs0uWl9JY8rLRR6J">www.universalmusic.com.br</a></strong></p>
<p><strong>Universal Music Brasil</strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Kacey Musgraves apresenta “Middle of Nowhere” e anuncia turnê</title>
		<link>https://boomerangmusic.com.br/kacey-musgraves-apresenta-middle-of-nowhere-e-anuncia-turne/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 May 2026 19:53:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Lançamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Seu aguardado sexto álbum de estúdio, já está disponível em todas as plataformas &#160; Ouça aqui: https://kaceymusgraves.lnk.to/MiddleofNowhere &#160; “Middle of Nowhere” é o sexto álbum de estúdio de Kacey Musgraves, vencedora de oito prêmios GRAMMY®, e chega embalado pelo espírito dançante do two-step. A versão física do álbum, que...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Seu aguardado sexto álbum de estúdio, já está disponível em todas as plataformas</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Ouça aqui: </strong><a href="https://br.umusic-online.com/c/AQiHlA4Q5qM4GInA8tQBIPPKhQ4o-v-sFn664gufs_kBL-RjFCD74rphqQzWE3henTbXoYhRNNd3"><strong>https://kaceymusgraves.lnk.to/MiddleofNowhere</strong></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>“Middle of Nowhere”</em> é o sexto álbum de estúdio de <strong>Kacey Musgraves</strong>, vencedora de oito prêmios GRAMMY®, e chega embalado pelo espírito dançante do <em>two-step</em>. A versão física do álbum, que foi produzido por Kacey ao lado de seus colaboradores de longa data, Daniel Tashian e Ian Fitchuk, já está disponível para pré-venda na <strong>UMusic Store</strong>. Saiba mais <a href="https://br.umusic-online.com/c/AQiHlA4Q5qM4GInA8tQBIPTKhQ4o-v-sFnYkXbR-Duxenl1IuQGwT_wnTXoWeESrCmEzQEFGzZRF">AQUI</a> .</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Uma coleção de 13 faixas, o álbum é, ao mesmo tempo, fresco e familiar, com a assinatura inconfundível de Kacey: honesta, leve e cheia de personalidade. Inspirado por um período de redescoberta pessoal, o trabalho traz reflexões bem-humoradas sobre amor, liberdade e recomeços — temas que dialogam diretamente com o conceito do projeto.</p>
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<p>O ábum conta com os singles &#8220;Dry Spell&#8221; e &#8220;Middle of Nowhere&#8221;, além de colaborações com Gregory Alan Isakov, Billy Strings, Miranda Lambert e Willie Nelson.</p>
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<p>“A maior parte deste álbum foi feita durante o período mais longo da minha vida”, disse Musgraves em um comunicado, “e descobri que, pela primeira vez, era realmente incrível estar sozinha e existir em um espaço não definido por ninguém mais. Fiquei fascinada pelo conceito de espaço liminar, tanto geográfico quanto emocional.”</p>
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<p>Ela continuou: &#8220;Não nos demoramos o suficiente nesses espaços vazios e de transição e nos apressamos para definir o que quer que seja que venha a seguir. Eu me acostumei tanto a estar &#8216;no meio do nada&#8217; em muitos sentidos e a conviver com o desconforto do indefinido. Tive muito tempo para divagar criativamente e me conectar comigo mesma de diferentes maneiras: cavalos, humor, escrever novamente com meus primeiros colaboradores e viver minha vida simples e inspiradora entre o Texas, o Tennessee e o México.&#8221;</p>
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<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone  wp-image-65792" src="https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2026/05/KACEY43-300x300.jpg" alt="" width="437" height="437" srcset="https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2026/05/KACEY43-300x300.jpg 300w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2026/05/KACEY43-1024x1024.jpg 1024w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2026/05/KACEY43-150x150.jpg 150w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2026/05/KACEY43-768x768.jpg 768w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2026/05/KACEY43-1536x1536.jpg 1536w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2026/05/KACEY43-570x570.jpg 570w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2026/05/KACEY43-500x500.jpg 500w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2026/05/KACEY43-1000x1000.jpg 1000w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2026/05/KACEY43-700x700.jpg 700w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2026/05/KACEY43.jpg 2048w" sizes="auto, (max-width: 437px) 100vw, 437px" /></p>
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<p><strong>Tracklist:</strong></p>
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<li>Middle of Nowhere</li>
<li>Dry Spell</li>
<li>Back On The Wagon</li>
<li>I Believe In Ghosts</li>
<li>Abilene</li>
<li>Coyote feat. Gregory Alan Isakov</li>
<li>Loneliest Girl</li>
<li>Everybody Wants To Be A Cowboy feat. Billy Strings</li>
<li>Horses and Divorces feat. Miranda Lambert</li>
<li>Uncertain, TX feat. Willie Nelson</li>
<li>Rhinestoned</li>
<li>Mexico Honey</li>
<li>Hell On Me</li>
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<p>Para celebrar o lançamento, a artista também anunciou a turnê “<em>Middle of Nowhere”</em> pela América do Norte, após uma apresentação surpresa no Coachella.</p>
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<p>A turnê começa na sexta-feira, 21 de agosto — aniversário de 38 anos de Musgraves — no United Center, em Chicago. Ela fará paradas em cidades como Toronto, Boston, Nova York, Filadélfia, Baltimore, Nashville, Atlanta, Austin, Salt Lake City, Los Angeles e outras, antes de encerrar na terça-feira, 27 de outubro, na Climate Pledge Arena, em Seattle.</p>
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<p><a href="https://www.aol.com/lifestyle/country-trio-midland-says-album-210541629.html">Midland</a> , <a href="https://www.aol.com/lifestyle/flatland-cavalry-prep-headline-debut-021500704.html">Flatland Cavalry</a> , <a href="https://www.aol.com/lifestyle/carter-faith-recalls-stressing-over-210940918.html">Carter Faith</a> , Estevie, Charles Wesley Godwin, William Beckmann, Gabriella Rose e The Brudi Brothers se juntarão a Musgraves como bandas de abertura durante toda a temporada.</p>
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<p>Os ingressos estarão disponíveis inicialmente por meio de uma pré-venda exclusiva para clientes American Express, a partir de terça-feira, 5 de maio, às 10h (horário local), até quinta-feira, 7 de maio, às 22h (horário local). Os fãs também podem se cadastrar no site da Musgraves para uma pré-venda que começa na quarta-feira, 6 de maio, às 10h (horário local).</p>
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<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-65614" src="https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2026/05/kacey22-240x300.jpg" alt="" width="415" height="519" srcset="https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2026/05/kacey22-240x300.jpg 240w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2026/05/kacey22-819x1024.jpg 819w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2026/05/kacey22-768x960.jpg 768w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2026/05/kacey22-1229x1536.jpg 1229w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2026/05/kacey22-700x875.jpg 700w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2026/05/kacey22.jpg 1638w" sizes="auto, (max-width: 415px) 100vw, 415px" /></p>
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<p>O público em geral poderá comprar ingressos na sexta-feira, 8 de maio.</p>
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<p><strong>Confira abaixo a lista completa de datas da turnê Middle of Nowhere de Musgraves.</strong></p>
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<p>Sexta-feira, 21 de agosto de 2026 &#8211; Chicago, IL &#8211; United Center (com Midland)</p>
<p>Segunda-feira, 24 de agosto de 2026 &#8211; Toronto, ON &#8211; Scotiabank Arena (com Midland)</p>
<p>Sexta-feira, 28 de agosto de 2026 &#8211; Boston, MA &#8211; TD Garden (com Midland)</p>
<p>Segunda-feira, 31 de agosto de 2026 &#8211; Nova York, NY &#8211; Madison Square Garden (com Flatland Cavalry)</p>
<p>Terça-feira, 1 de setembro de 2026 &#8211; Nova York, NY &#8211; Madison Square Garden (com Flatland Cavalry)</p>
<p>Sexta-feira, 4 de setembro de 2026 &#8211; Filadélfia, Pensilvânia &#8211; Xfinity Mobile Arena (com Flatland Cavalry)</p>
<p>Sábado, 05 de setembro de 2026 &#8211; Baltimore, MD &#8211; CFG Bank Arena (com Flatland Cavalry)</p>
<p>Terça-feira, 8 de setembro de 2026 &#8211; Pittsburgh, PA &#8211; PPG Paints Arena (com Flatland Cavalry)</p>
<p>Quarta-feira, 9 de setembro de 2026 &#8211; Columbus, OH &#8211; Schottenstein Center (com Midland)</p>
<p>Sexta-feira, 11 de setembro de 2026 &#8211; Milwaukee, WI &#8211; Fiserv Forum (com Midland)</p>
<p>Sábado, 12 de setembro de 2026 &#8211; St. Louis, MO &#8211; Enterprise Center (com Midland)</p>
<p>Terça-feira, 22 de setembro de 2026 &#8211; Minneapolis, MN &#8211; Target Center (com Carter Faith)</p>
<p>Quarta-feira, 23 de setembro de 2026 &#8211; Kansas City, MO &#8211; T-Mobile Center (com Charles Wesley Godwin)</p>
<p>Sexta-feira, 25 de setembro de 2026 &#8211; Louisville, KY &#8211; Bourbon &amp; Beyond (FESTIVAL)</p>
<p>Domingo, 27 de setembro de 2026 &#8211; Nashville, TN &#8211; Bridgestone Arena (com Flatland Cavalry)</p>
<p>Segunda-feira, 28 de setembro de 2026 &#8211; Nashville, TN &#8211; Bridgestone Arena (com Flatland Cavalry)</p>
<p>Quarta-feira, 30 de setembro de 2026 &#8211; Atlanta, GA &#8211; State Farm Arena (com Charles Wesley Godwin)</p>
<p>Sexta-feira, 02 de outubro de 2026 &#8211; Charlotte, NC &#8211; Spectrum Center (com Estevie)</p>
<p>Segunda-feira, 05 de outubro de 2026 &#8211; Houston, TX &#8211; Toyota Center (com William Beckmann)</p>
<p>Quarta-feira, 7 de outubro de 2026 &#8211; Austin, TX &#8211; Moody Center (com William Beckmann)</p>
<p>Sábado, 10 de outubro de 2026 &#8211; Dallas, TX &#8211; American Airlines Center (com William Beckmann)</p>
<p>Terça-feira, 13 de outubro de 2026 &#8211; Denver, CO &#8211; Ball Arena (com Carter Faith)</p>
<p>Quinta-feira, 15 de outubro de 2026 &#8211; Salt Lake City, UT &#8211; Delta Center (com Gabriella Rose)</p>
<p>Sábado, 17 de outubro de 2026 &#8211; Phoenix, AZ &#8211; Centro de Comparação de Hipotecas (com Gabriella Rose)</p>
<p>Domingo, 18 de outubro de 2026 &#8211; Los Angeles, CA &#8211; Crypto.com Arena (com Gabriella Rose)</p>
<p>Segunda-feira, 19 de outubro de 2026 &#8211; Los Angeles, CA &#8211; Crypto.com Arena (com Estevie)</p>
<p>Sexta-feira, 23 de outubro de 2026 &#8211; Oakland, CA &#8211; Oakland Arena (com Estevie)</p>
<p>Segunda-feira, 26 de outubro de 2026 &#8211; Seattle, WA &#8211; Climate Pledge Arena (com The Brudi Brothers)</p>
<p>Terça-feira, 27 de outubro de 2026 &#8211; Seattle, WA &#8211; Climate Pledge Arena (com The Brudi Brothers)</p>
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<p><strong>Com informações: <a href="https://br.umusic-online.com/c/AQiHlA4Q5qM4GInA8tQBIMyLgQ4o-v-sFoM2geIMT970kxtbRxhtl__tCWFoCs0uWl9JY8rLRR6J">www.universalmusic.com.br</a></strong></p>
<p><strong>Universal Music Brasil</strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Em novo disco, Eva explora a transmutação feminina</title>
		<link>https://boomerangmusic.com.br/em-novo-disco-eva-explora-a-transmutacao-feminina/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 01:57:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Lançamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[“Ritual” tem produção de Amanda Magalhães, participação de Samuel Samuca e mais   Foi durante a pandemia, que a paulista Eva entrou em seu “Casulo Borboleta”, enfrentou seus maiores medos e se dedicou de vez à música. Anos atrás a artista descobriu um diagnóstico de fibromialgia, que...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>“Ritual” tem produção de Amanda Magalhães, participação de Samuel Samuca e mais</em></p>
<p><em> </em></p>
<p>Foi durante a pandemia, que a paulista <a href="https://www.instagram.com/evajuliana____/"><strong>Eva</strong></a> entrou em seu “Casulo Borboleta”, enfrentou seus maiores medos e se dedicou de vez à música. Anos atrás a artista descobriu um diagnóstico de fibromialgia, que a fez rever a relação que tinha com a dança. Durante o período difícil, estudou composição online e foi instigada a escrever uma canção que refletisse sobre “um dia você vai ter que cuspir todos os sapos que engoliu”, nascia <strong>“</strong><a href="https://ditto.fm/ritual-eva"><strong>Ritual</strong></a><strong>”</strong>, música que dá nome ao seu primeiro disco solo, que sai em parceria com o selo<strong> </strong><a href="https://www.instagram.com/boiafriaproducoes/"><strong>Boia Fria Produções</strong></a>, tem as estreladas produções de <a href="https://www.instagram.com/amandzmagalhaes/"><strong>Amanda Magalhães</strong></a><strong>, </strong><a href="https://www.instagram.com/dudu.rezende1/"><strong>Dudu Rezende</strong></a> (Mari Jasca)<strong> </strong>e<strong> </strong><a href="https://www.instagram.com/marcos_mauricio/"><strong>Marcos Maurício</strong></a> (Baco Exu do Blues), além das participações especiais de <strong>Samuel Samuca</strong> e <strong>Zé Nigro</strong>.</p>
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<p>“’Ritual’ foi a primeira composição – das 9 que fazem parte do álbum &#8211; e surgiu no período do meu diagnóstico, logo após uma separação muito dolorosa de um relacionamento amoroso. Nessa época perdi cerca de 11 kg (chegando a pesar 41kg) e me afundei. Para aliviar o peso, precisei recorrer a formas instintivas e simbólicas, entre elas escrever cartas que nunca foram enviadas ao destinatário, botando pra fora tudo o que eu queria dizer e não pude. Foi praticamente como fazer um enterro sem defunto. Escrevia também num papel todas as coisas que eu não queria mais e queimava na chama de uma vela; criei um altar com uma foto minha criança e a da minha mãe pra me lembrar que eu nunca estive só”, pondera a artista.</p>
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<p>Foi necessário chegar ao fundo do poço, para que Eva se lembrasse de quem era e entender o que não cabia mais, seja nas relações com outras pessoas, como também na relação com ela mesma. O álbum então percorre este caminho, de uma mulher ativa em busca de seu poder próprio, passando por temáticas voltadas ao amor romântico e indo a um lugar mais íntimo e de auto pertencimento. O disco leva este nome, porque “ritual é algo feito com fé, disciplina, trabalho, devoção e sangue nos olhos”. É algo que exige preparo, presença e constância. É algo que transforma, que amplia, que quebra com a ordem estabelecida”.</p>
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<p><strong>Virginiana, organização é seu nome</strong></p>
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<p>Disciplina que é algo que com certeza pode ser considerado seu segundo nome. Quando decidiu deixar a dança, estudava jornalismo. Tudo começou quando foi chamada no palco para dar uma palhinha num clube de jazz em que trabalhava e sentiu a energia do palco. Como uma boa virginiana, ao invés de largar tudo, terminou o curso e foi atrás de uma bolsa de estudo. Cursou <strong>“Canto Popular” no Conservatório EMESP Tom Jobim</strong>, uma das mais prestigiadas escolas de música do país e daí, não parou mais.</p>
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<p>Entre a faculdade e o trabalho, equilibrava as contas se apresentando no metrô de São Paulo. Integrou espetáculos musicais e cênicos como “Cabaré 3 Vinténs”, “Circo Jazz”, “Forrobodó” e “Retirantes”, trabalhos que reforçam sua atuação híbrida entre música, cena e corpo. E foi investigando discos que gostava que encontrou <strong>Amanda Magalhães</strong>.</p>
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<p>“Conheci a Amandinha escutando, por acaso, seu disco <em>‘Maré de Cheiro’</em>. Fiquei muito atraída pela produção musical desse trabalho – principalmente depois de saber que ela era a responsável. Como nessa época eu já estava com a pretensão de fazer um disco, peguei o contato dela via redes sociais e mandei uma mensagem. Tive a grata surpresa de ela me retornar e se interessar em ouvir minhas canções. Marcamos um encontro em seu estúdio e desde o primeiro momento tivemos muita química – duas virginianas juntas. Foi graças a ela que esse trabalho se iniciou e o tempo que dividimos juntas foi muito especial. Ela é sem sombra de dúvida uma das pessoas mais generosas que conheci”, revela a artista.</p>
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<p>E são as mulheres que realmente tocaram o coração de Eva, uma de suas maiores inspirações é a artista e um dia professora, <strong>Fabiana Cozza</strong>. Na hora de citar as influências para o álbum, não tem dúvida, cita uma série delas: <strong>Elis Regina, Gal Costa, Angela Ro Ro, Liniker, Marina Sena, Catto e Marina Lima</strong>. Durante o processo do álbum, também foi importante para Eva se debruçar sobre a histórias das mulheres de sua família, o que fez com que também se aproximasse muito de sua mãe.</p>
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<p>“Descobri que eu e minha mãe partilhamos de feridas e carências muito parecidas. Houve uma frase que minha mãe me disse e que norteou grande parte desse processo: ‘eu me realizo através de você’. Essa frase me impactou tanto, que senti isso não como um peso ou como uma necessidade de suprir expectativas, mas sim como uma honra, de saber que a minha trajetória poderia emancipar e trazer realização pessoal também pra mulheres que vieram antes de mim e que nem estão mais nesse plano. Esse sentimento foi tão forte que toda vez que me sentia só, lembrava dessas mulheres e do que minha mãe me disse”, explica Eva.</p>
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<p>Mas nem só de mulheres se fez este álbum, são mais de 20 músicos na ficha técnica e um dos nomes que se sobressai é o do<em> bailante</em> <a href="https://www.instagram.com/samuelsamucass/"><strong>Samuel Samuca</strong></a>, vocalista da banda Samuca e a Selva, que conheceu logo após um show em Jundiaí e está na faixa “Amor Selvagem”, um carimbó ousado que fala sobre ir atrás de quem se quer com desejo, libido e sem rodeios. E o artista, produtor e engenheiro de som <a href="https://www.instagram.com/zenigro/"><strong>Zé Nigro</strong></a>, que foi o responsável por grande parte das gravações das músicas de “Ritual” no <a href="https://www.instagram.com/estudionavegantes/">Estúdio Navegantes</a>.</p>
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<p>“Desde o primeiro momento fiquei atraída pelo calor e malemolência do Samuca no palco. Compus ‘Amor Selvagem’ inspirada em ‘Flores Raras’ do Samuca e a Selva e não faria sentido chamar outra pessoa pra cantá-la que não ele. Ele ouviu a canção e aceitou de imediato. Zé Nigro eu conheci ouvindo o disco ‘Morrendo de Prazer’ da Malu Magri. Achei um disco potente, elegante e fui novamente caçar na ficha técnica quem era o produtor. Descobri que ele era um monstrão dentro da música, não só como produtor, mas também como engenheiro de som, e quis gravar grande parte do disco no estúdio dele. Durante as gravações criamos uma relação muito gostosa e sinérgica”, comenta a artista.</p>
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<p>Além das músicas, no meio do álbum, Eva insere uma poesia, “Azul”, em que explora o sentimento de ingenuidade que ainda habita seu corpo e recita: <em>“Eu olhava o céu esperando que ele tivesse algo a me dizer/Inventava o amor a cada semana/Não sabia assobiar, nem piscar com um olho só/Eu saltava e batia asas esperando voar/Em dias de chuva, eu achava que o mundo acabaria/Eu achava que as pessoas de olhos azuis viam o mundo em azul”</em>.</p>
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<p>Já em “Tigresa”, não aquela de unhas negras, mas com certeza aquela que anseia a emancipação e criação de outras realidades mais libertadoras e justa para as mulheres, Eva sonha com a força feminina:</p>
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<p>“Essa canção nasce de um sonho que tive: nele eu virava um quadrúpede selvagem correndo pela cidade após matar alguém que queria me ferir. Nele eu acesso minha força mais instintiva pra sobreviver e me reconstruir. A tigresa nasce das minhas próprias feridas. Entre sonho e realidade, eu viro bicho pra atravessar a noite, enfrentar o medo e devolver ao mundo a violência que um dia me atravessou. Aqui, não tem delicadeza: tem corpo, impulso e reação. Ao longo da faixa, eu também desmonto uma esperança: a de viver o amor romântico. Entendo que o amor não vem de fora: ele é força selvagem, é presença, é algo que já habita em mim. É o encerramento do disco e um momento de libertação. Quando eu deixo de esperar e passo a existir com força própria”, finaliza.</p>
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<p><em>“Ritual”</em> tem 9 canções, sendo delas uma poesia, todas de autoria da jundiaiense <strong>Eva</strong>, sai em parceria com o selo <strong>Boia Fria Produções</strong>, tem produção de <strong>Amanda Magalhães, Dudu Rezende e Marcos Maurício</strong>. O disco passa pelo samba, soul music, ijexá, carimbó e outros ritmos latinos, como o candombe e reggaeton. Mescla de MPB com Pop. Participações especiais de <strong>Samuel Samuca e Zé Nigro</strong>, <em>visualizers</em> e fotos de renomado fotógrafo <strong>Renato Stockler</strong>, figurino de <strong>Ellias Kaleb</strong> e contou com a participação de mais de 20 músicos em sua produção. Ouça <a href="https://ditto.fm/ritual-eva"><strong>aqui</strong></a>.</p>
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<p><strong>Mais informações:</strong></p>
<p><a href="https://www.instagram.com/evajuliana____/">https://www.instagram.com/evajuliana____/</a></p>
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<p><strong>Com informações: Favorite Assessoria</strong></p>
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		<title>Ricardo Bacelar e Airto Moreira lançam “Maracanós”</title>
		<link>https://boomerangmusic.com.br/ricardo-bacelar-e-airto-moreira-lancam-maracanos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Apr 2026 11:50:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Lançamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Álbum inédito chega às plataformas e tem participação especial da cantora Flora Purim   Ouça o álbum: https://ffm.to/marcanos &#160; Veja o clipe Pé no chão: https://www.youtube.com/watch?v=hlV_QHI6utE &#160; Chega às plataformas o álbum “Maracanós”, projeto autoral que reúne o compositor e percussionista Airto Moreira e o pianista, compositor e produtor Ricardo...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Álbum inédito chega às plataformas e tem participação especial da cantora Flora Purim</em></p>
<p><em> </em></p>
<p><strong>Ouça o álbum: </strong><a href="https://ffm.to/marcanos">https://ffm.to/marcanos</a></p>
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<p>V<strong>eja o clipe Pé no chão: </strong><a href="https://www.youtube.com/watch?v=hlV_QHI6utE">https://www.youtube.com/watch?v=hlV_QHI6utE</a></p>
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<p>Chega às plataformas o álbum “<strong>Maracanós</strong>”, projeto autoral que reúne o compositor e percussionista <strong>Airto Moreira</strong> e o pianista, compositor e produtor <strong>Ricardo Bacelar. </strong>Essencialmente instrumental, o álbum será lançado simultaneamente no Brasil, Estados Unidos, Portugal, França, Alemanha, China e Japão pelo selo Jasmin Music.</p>
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<p>A gravação de “Maracanós” aconteceu no ano passado, como conta Ricardo Bacelar: “Airto esteve no estúdio Jasmin em duas oportunidades. Na primeira delas, ao lado da cantora Flora Purim, gravamos o single “Aqui, ó” (já nas plataformas), um álbum e um longa-metragem, em fase de produção, que registrou todo o processo de gravação deste disco, ainda inédito. Na segunda viagem dos dois para Fortaleza, onde fica o meu estúdio, Airto e eu fizemos as composições e gravamos ‘Maracanós’. A ideia do disco nasceu durante a captação do longa e foi uma época de muita felicidade para todos, tivemos ótimos momentos”.</p>
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<p>Para Airto Moreira, considerado o pai da percussão contemporânea, todo o processo foi muito inspirador: “Estou muito contente com tudo o que aconteceu. O estúdio é maravilhoso, tem tudo o que a gente precisa para fazer uma gravação de primeira qualidade. Pude usar bastante a minha voz, também – às vezes canto quando não estou tocando, por alguns segundos. Para mim, foi assim como uma cama na qual eu pude me deitar, criar e descansar ao mesmo tempo.” Em abril, Airto será homenageado com o NEA Jazz Masters Fellowship, concedido pela National Endowment for the Arts — o mais alto reconhecimento oficial dedicado ao jazz nos Estados Unidos. A distinção é atribuída a artistas cuja contribuição teve impacto excepcional no desenvolvimento da linguagem do jazz ao longo de décadas, situando o músico brasileiro entre os nomes mais relevantes da história do gênero.</p>
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<p>Eleita pelos críticos norte-americanos a melhor cantora de jazz dos EUA por quatro anos consecutivos (de 1974 a 1977), Flora Purim, parceira musical e amorosa de Airto Moreira desde o final da década de 1960, faz uma participação especial nos vocais na faixa “Voo da tarde”.</p>
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<p>Com abordagem estética arrojada, “Maracanós” transita por caminhos não convencionais, combinando instrumentos acústicos e sintetizadores em uma arquitetura sonora que equilibra improvisação, densidade harmônica e pesquisa timbrística. Criatividade e liberdade pautaram a realização do álbum, como conta Ricardo Bacelar, que também assina a produção do projeto: “Quis prestigiar a liberdade e a experimentação muito presentes na música de Airto e Flora, a própria história dos dois. Fiz uma fusão de música acústica com percussões, cordas, texturas eletrônicas, conferindo originalidade e um caráter bastante imersivo ao disco, que foge do modelo comercial comum na indústria da música de hoje em dia”.</p>
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<p>“Maracanós” conta ainda com a participação do quarteto de cordas Kalimera, do Rio de Janeiro, em duas faixas, com arranjos de Liduíno Pitombeira, membro da Academia Brasileira de Música. O resultado é um trabalho que se afasta de formatos previsíveis, explorando liberdade estrutural e interação espontânea entre os músicos.</p>
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<p>Sobre o longa-metragem dirigido pelo cineasta Jom Tob Azulay &#8211; projeto que deu origem ao álbum “Maracanós”-, Bacelar adianta: “O filme está em fase de finalização, temos previsão de lançamento para o segundo semestre deste ano. É um registro surpreendente, que mostra como Airto e Flora continuam geniais, imprevisíveis, com a mesma criatividade e liberdade no lidar com a música”.</p>
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<p>Liberdade criativa é o que move Airto Moreira, que se mudou para os Estados Unidos na década de 1960, passando a tocar com lendas do jazz como Miles Davis, Wayne Shorter, Dave Holland, Jack DeJohnette, Chick Corea, John McLaughlin, Keith Jarrett, Santana, Joe Zawinul, Jaco Pastorius, Al di Meola, Stan Getz e George Benson, entre muitos outros. “O fato de eu ter tocado com esses gigantes é um sinal de que eu sempre estive aberto para a criatividade. Você tem que confiar nos seus instintos musicais para criar, sem atrapalhar ninguém ou se atrapalhar. Sempre confiei nos meus, desde criança”, conta Airto.</p>
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<p>Uma pintura do artista plástico Fernando França, nascido no Acre, ilustra a capa do álbum. Criada especialmente para o projeto, ela traz elementos da fusão do Brasil com a África.</p>
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<p>“<strong>Maracanós” </strong>é um<em> </em>lançamento do<em> </em>selo criado por Ricardo Bacelar<em>. </em>Multi-instrumentista, cantor e arranjador, Bacelar vem produzindo, à frente do Jasmin Music, um catálogo de singles e álbuns em colaboração com artistas como Flávio Venturini, Leila Pinheiro, Toninho Horta, Roberto Menescal, Fagner, Flora Purim, Jaques Morelenbaum, Ednardo, Amelinha, Delia Fischer e Gilberto Gil, privilegiando a boa música brasileira.</p>
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<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-65566" src="https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Credit_Maria_Bacelar_04-300x200.jpg" alt="" width="525" height="350" srcset="https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Credit_Maria_Bacelar_04-300x200.jpg 300w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Credit_Maria_Bacelar_04-1024x682.jpg 1024w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Credit_Maria_Bacelar_04-768x512.jpg 768w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Credit_Maria_Bacelar_04-1536x1023.jpg 1536w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Credit_Maria_Bacelar_04-700x466.jpg 700w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Credit_Maria_Bacelar_04.jpg 1900w" sizes="auto, (max-width: 525px) 100vw, 525px" /></p>
<p><strong>Capa e fotos (Crédito para Maria Bacelar)</strong></p>
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<p><strong>Maracanós – Ficha Técnica</strong></p>
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<p><strong>1-Pé no Chão</strong> (Airto Moreira / Ricardo Bacelar)</p>
<p>Airto Moreira – Percussões<br />
Ricardo Bacelar – Piano Acústico, teclados, percussões e vocais</p>
<p>Hoto Júnior – Percussões<br />
Nélio Costa – Baixo acústico<br />
Pantico Rocha – Bateria<br />
Márcio Resende – Flauta<br />
Luísa de Castro – Violino I<br />
Tomaz Soares – Violino II<br />
Daniel Albuquerque &#8211; Viola<br />
Daniel Silva – Violoncelo<br />
Liduino Pitombeira – Arranjo para cordas do Quarteto Kalimera</p>
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<p>2- <strong>Mestre Novo da Guiné</strong> (Airto Moreira / Ricardo Bacelar / Luis Lima Verde)</p>
<p>Airto Moreira – Pecussões<br />
Ricardo Bacelar – Voz, piano acústico, Fender Rhodes, órgão Hammond, percussão, teclados, guitarra elétrica, samples e sintetizadores modulares.<br />
Hoto Júnior – Percussões<br />
Nélio Costa – Baixo elétrico<br />
Pantico Rocha – Bateria<br />
Márcio Resende – Saxofone tenor e soprano<br />
Stênio Gonçalves – Guitarra elétrica<br />
Maria Bacelar – Vocais<br />
Sara Bacelar – Arranjo vocal e vocais<br />
Eliel Ferreira – Vocais</p>
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<p>3-<strong>Bumbo Meu Boi</strong> (Airto Moreira / Ricardo Bacelar)</p>
<p>Airto Moreira – Bateria<br />
Ricardo Bacelar – Piano acústico e teclados<br />
Nélio Costa – Baixo acústico<br />
Márcio Resende – Saxofone alto, saxofone tenor e flauta Stênio Gonçalves – Guitarra elétrica<br />
Alex Reis – Aplausos</p>
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<p>4- <strong>Voo da Tarde</strong> (Airto Moreira / Ricardo Bacelar)</p>
<p>Airto Moreira – Percussões<br />
Ricardo Bacelar – Piano acústico, teclados, sintetizadores modulares, percussões, guitarra elétrica, samples e vocais<br />
Flora Purim – Vocais<br />
Hoto Júnior – Percussões<br />
Nélio Costa – Baixo acústico<br />
Márcio Resende – Saxofone alto e flauta</p>
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<p>5- <strong>Maracanós</strong> (Airto Moreira / Ricardo Bacelar)</p>
<p>Airto Moreira – Percussões<br />
Ricardo Bacelar – Piano acústico, teclados e vocais<br />
Hoto Júnior – Percussões<br />
Nélio Costa – Baixo acústico<br />
Pantico Rocha – Bateria<br />
Márcio Resende – Flauta<br />
Luísa de Castro – Violino I<br />
Tomaz Soares – Violino II<br />
Daniel Albuquerque – Viola<br />
Daniel Silva – Violoncelo<br />
Liduino Pitombeira – Arranjo para cordas do Quarteto Kalimera</p>
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<p>6- <strong>Submersivos</strong> (Airto Moreira / Ricardo Bacelar)</p>
<p>Airto Moreira – Percussões<br />
Ricardo Bacelar – Piano acústico, teclados, samples, sintetizadores modulares, percussões, apito e ocarina<br />
Nélio Costa – Baixo acústico<br />
Pantico Rocha – Bateria<br />
Márcio Resende – Flauta<br />
Stênio Gonçalves – Violão acústico e violão acústico de 12 cordas</p>
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<p>7- <strong>3 Minutos de Paz</strong> (Airto Moreira / Ricardo Bacelar)</p>
<p>Airto Moreira – Voz e percussão<br />
Ricardo Bacelar – Piano acústico, teclados, samples e sintetizadores modulares</p>
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<p>8- <strong>Pau Rolou</strong> (Airto Moreira / Ricardo Bacelar)</p>
<p>Airto Moreira – Voz, percussão e berimbau<br />
Ricardo Bacelar – Voz, percussão, dulcimer, pífaro e tambor de mão.<br />
Hoto Júnior – Percussão<br />
Stênio Gonçalves – Guitarra slide resonator e guitarra acústica de 12 cordas</p>
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<p>Gravado por Alex Reis e Melk Dias no Jasmin Studio, Fortaleza, Ceará, Brasil, em novembro de 2024<br />
Assistente de Gravação – Eliel Ferreira<br />
Vocais de Flora Purim em “Voo da Tarde” e Kalimera String Quartet gravados por Ricardo Dias no Visom Studios, Rio de Janeiro, 2025</p>
<p>Mixado no Jasmin Studio por Luiz Orsano, Alex Reis e Ricardo Bacelar Masterizado por Carlos Freitas<br />
Fotos de Maria Bacelar<br />
Pinturas originais de Fernando França</p>
<p>Capa e design gráfico – MZK<br />
Produzido por Ricardo Bacelar</p>
<p>Agradecimentos a Manoela, Maria e Sara Bacelar, Flora Purim, Luciana Balbino, Hoto Júnior, Jom Tob Azulay e Carlos de Andrade.</p>
<p><a href="http://www.jasminmus.com/">www.jasminmus.com</a></p>
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<p><strong>Com informações: CORINGA COMUNICAÇÃO</strong></p>
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