<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Nostalgia &#8211; Boomerang Music</title>
	<atom:link href="https://boomerangmusic.com.br/categoria/nostalgia/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://boomerangmusic.com.br</link>
	<description>Informação, Novidade e Atualidade</description>
	<lastBuildDate>Sat, 04 Apr 2026 14:04:03 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>
	<item>
		<title>Sepultura lança a balada &#8220;Beyond the Dream&#8221;, com colaboração dos Titãs</title>
		<link>https://boomerangmusic.com.br/sepultura-lanca-a-balada-beyond-the-dream-com-colaboracao-dos-titas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Apr 2026 14:03:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nostalgia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://boomerangmusic.com.br/?p=65169</guid>

					<description><![CDATA[Faixa faz parte do EP de despedida da banda e já está disponível em todas as plataformas digitais via ONErpm &#160; Ouça “Beyond the Dream” aqui &#160; A faixa &#8220;Beyond the Dream&#8221; surge como um dos momentos mais emblemáticos do capítulo final do Sepultura, servindo como um reflexo...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Faixa faz parte do EP de despedida da banda e já está disponível em todas as plataformas digitais via ONErpm</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://onerpm.link/sepultura_beyondthedream"><strong>Ouça “Beyond the Dream” aqui</strong></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A faixa <strong>&#8220;Beyond the Dream&#8221;</strong> surge como um dos momentos mais emblemáticos do capítulo final do <strong>Sepultura</strong>, servindo como um reflexo poético de uma trajetória marcada por décadas de álbuns, turnês e vivências na estrada. Esta composição inédita concretiza um desejo antigo da banda de explorar o formato de balada, unindo a identidade do grupo à sensibilidade melódica de grandes parceiros. Para realizar esse projeto, o Sepultura contou com a colaboração fundamental de Sérgio Britto e Tony Bellotto, dos Titãs, músicos que possuem uma história compartilhada com a banda e são reconhecidos como especialistas no gênero e compositores de clássicos como &#8220;Polícia&#8221;.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fruto de uma parceria direta entre os integrantes do Sepultura e os músicos dos Titãs, a música celebra a afinidade entre artistas que compartilham a rotina dos palcos e a paixão pela criação. O resultado é uma obra que traz grande satisfação aos envolvidos, consolidando-se como um registro afetivo e histórico presente no último EP do grupo, lançado justamente neste ano que marca a despedida oficial da carreira do Sepultura.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>“‘Beyond the Dream’ fala um pouco dessa despedida da nossa história, das turnês, álbuns e estrada, e foi uma parceria feita por mim, pelo Derek, Sérgio Britto e Tony Belotto, num desejo antigo da banda de fazer uma balada, e chamamos nossos amigos especialistas em baladas para ajudar, os Titãs, que tem uma história com o Sepultura, compositores da Polícia e tem esse assunto em comum também, de fazer parte de banda, de estrada, de turnê etc. E foi uma parceria que deu muito certo, a gente tá muito feliz com o resultado e feliz de ter essa oportunidade de fazer essa balada nesse último EP no último ano da carreira do Sepultura”</em>, comenta Andreas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Beyond the Dream” já está disponível em todas as plataformas digitais via <strong>ONErpm</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone wp-image-65171" src="https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2026/04/DSC_0169-.jpg72dpi-300x240.jpg" alt="" width="479" height="383" srcset="https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2026/04/DSC_0169-.jpg72dpi-300x240.jpg 300w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2026/04/DSC_0169-.jpg72dpi-1024x819.jpg 1024w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2026/04/DSC_0169-.jpg72dpi-768x614.jpg 768w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2026/04/DSC_0169-.jpg72dpi-1536x1229.jpg 1536w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2026/04/DSC_0169-.jpg72dpi-700x560.jpg 700w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2026/04/DSC_0169-.jpg72dpi.jpg 1651w" sizes="(max-width: 479px) 100vw, 479px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>SEPULTURA:</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Derrick Green &#8211; vocais</p>
<p>Andreas Kisser &#8211; guitarras</p>
<p>Paulo Jr. &#8211; baixo</p>
<p>Greyson Nekrutman &#8211; bateria</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>TRACKLIST “The Cloud of Unknowing”</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<ol>
<li>All Souls Rising</li>
<li>Beyond the Dream</li>
<li>Sacred Books</li>
<li>The Place (single)</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Sobre Sepultura: </strong>À medida que as cortinas se fecham para uma carreira extraordinária que se estende por mais de quatro décadas, o SEPULTURA se prepara para encerrar seu capítulo final no fim deste ano. Com mais de 40 anos de história, 14 discos de ouro e apresentações em mais de 80 países, o Sepultura se firma como o representante brasileiro mais contundente no cenário global e uma das bandas de metal mais influentes da atualidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Enquanto ainda levam seu som pioneiro a públicos ao redor do mundo na turnê de despedida “Celebrating Life Through Death”, surge a pergunta: como o Sepultura deveria marcar o fim de uma trajetória tão monumental?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A resposta veio naturalmente: capturando um último momento criativo e preservando-o para a posteridade. “The Cloud of Unknowing” surge como uma declaração final — sem filtros, destemida e profundamente humana. É o SEPULTURA em sua forma mais reflexiva e livre, oferecendo um último e poderoso testemunho antes que as cortinas se fechem.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://www.instagram.com/sepultura/"><strong>Instagram aqui</strong></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Sobre ONErpm:</strong> ONErpm é o grupo musical e gravadora liderando a nova geração da música – operando globalmente em 43 localizações e mais de 600 funcionários. O grupo oferece serviços de gravadora a artistas que procuram elevar suas carreiras e opera uma das maiores distribuidoras musicais do mundo inteiro, além de contar com uma das maiores networks multi-canais no YouTube.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Contando com um leque completo de serviços, que inclui apoio de marketing, ferramentas para a supply chain, SAAS, inteligência de empreendedorismo, publicação, contabilidade e soluções globais de pagamento, a empresa oferece a infraestrutura necessária para o sucesso de criadores e donos de conteúdo. Prezando por ser uma parceira confiável, a ONErpm oferece transparência em tudo que faz, desde a criação de uma campanha de marketing aos pagamentos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para mais informações, visite <a href="http://www.onerpm.com/">www.onerpm.com</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Com informações: ONErpm</strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>The Cranberries comemoram 33 anos do lançamento de seu primeiro álbum, &#8220;Everybody Else is Doing It So Why Can’t We?”</title>
		<link>https://boomerangmusic.com.br/the-cranberries-comemoram-33-anos-do-lancamento-de-seu-primeiro-album-everybody-else-is-doing-it-so-why-cant-we/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Apr 2026 15:42:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nostalgia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://boomerangmusic.com.br/?p=65159</guid>

					<description><![CDATA[The Cranberries Celebram o 33º aniversário de seu histórico álbum de estreia “EVERYBODY ELSE IS DOING IT SO WHY CAN’T WE?” com múltiplas edições com conteúdo extra,incluindo versões em espanhol dos singles “Linger” e “Dreams” feat. BRATTY e AnaSof, remix de “Linger” por Iain Cook, do...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>The Cranberries</strong> <strong>Celebram o 33<sup>º</sup> aniversário de seu histórico álbum de estreia <em>“EVERYBODY ELSE IS DOING IT SO WHY CAN’T WE?”<br />
</em>com múltiplas edições com conteúdo extra,incluindo versões em espanhol dos singles “Linger” e “Dreams” feat. BRATTY e AnaSof, remix de “Linger” por Iain Cook, do CHVRCHES,  novas mixagens 2026 em estéreo assinadas pelo produtor original do disco, Stephen Street, e mais textos inéditos no encarte</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Faça o pre-save <a href="https://br.umusic-online.com/c/AQiHlA4QnLw3GInA8tQBIKbb5A0o4KjpFfjtPG8e70nshe_gr5BfTSGt9QZaLDpc6UveIP439OFv">AQUI</a></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em 1º de março de 1993, quando <strong><em>“Everybody Else Is Doing It So Why Can’t We?”</em></strong>, o álbum de estreia inovador da banda irlandesa <strong>THE CRANBERRIES</strong>, foi lançado, ninguém imaginava que essa banda despretensiosa deixaria um legado que se estenderia por mais de três décadas. <em>“Viemos de uma pequena cidade na Irlanda onde coisas assim não aconteciam. Foi como um conto de fadas”</em>, conta o guitarrista <strong>Noel Hogan</strong>. Trinta e três anos depois, no entanto, o legado do grupo não apenas segue vivo, mas continua a crescer.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em <strong>22 de maio de 2026</strong>, a <strong>Island/Ume</strong> vai lançar a <strong>33<sup>rd</sup> Anniversary Deluxe Edition </strong>(edição especial de luxo do 33º aniversário) de seu álbum de estreia em sete configurações, com edições variadas oferecendo conteúdo extra, incluindo mixagens estéreo de 2026 totalmente novas feitas pelo produtor original do álbum, <strong>Stephen Street</strong>, textos comentando faixa a faixa da banda, notas da designer original Cally Callomon e do fotógrafo Andy Earl, remixes variados e emocionantes reinvenções em espanhol de “Linger” (com participação de <strong>BRATTY</strong>) e “Dreams” (com participação de <strong>AnaSof</strong>). Veja a lista completa de configurações abaixo. Confia as versões físicas disponíveis para pré-venda na <strong>UMusic Store</strong>. Saiba mais aqui:<a href="https://br.umusic-online.com/c/AQiHlA4QnLw3GInA8tQBIKfb5A0o4KjpFfqZZqqiCaUfMwhVwF6_IRMSaThxNIKkZmFkDPLZoeyc"> </a><a href="https://br.umusic-online.com/c/AQiHlA4QnLw3GInA8tQBIKfb5A0o4KjpFfqZZqqiCaUfMwhVwF6_IRMSaThxNIKkZmFkDPLZoeyc">https://www.umusicstore.com/the-cranberries</a> .</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>“Parece que não foi há muito tempo, porque todos nós temos lembranças vívidas daquela época maravilhosa”</em>, diz o baterista <strong>Fergal Lawler</strong>. <em>“Passamos por algumas tentativas frustradas antes de finalmente começarmos a gravar com</em> [o produtor] <em>Stephen Street em um pequeno e aconchegante estúdio, Windmill Lane 2, bem próximo ao parque St. Stephen’s Green, em Dublin. Sabíamos que o Steve faria um ótimo trabalho para captar ‘o som dos Cranberries’.”</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Tendo alcançado o primeiro lugar nas paradas do Reino Unido e da Irlanda e vendido mais de seis milhões de cópias em todo o mundo, <strong><em>“Everybody Else Is Doing It So Why Can’t We?”</em></strong> gerou dois hits no Top Ten — o single de estreia <strong>“Dreams”</strong> e seu sucessor <strong>“Linger”</strong>, que consolidou a posição da banda no mundo do rock. O álbum destacou os vocais únicos de<strong> Dolores O’Riordan</strong> (cuja morte prematura em 2018 abalou a indústria musical).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Além das novas mixagens em estéreo de Street e do remix onírico de “Linger” feito por <strong>Iain Cook</strong>, do <strong>CHVRCHES</strong>, as edições expandidas do álbum incluem mixagens especiais em espanhol com dois dos artistas mais badalados da América Latina. O estilo <em>bedroom pop </em>da artista mexicana <strong>BRATTY </strong>transforma <strong>“Linger”</strong> em uma linda balada em <em>spanglish</em> que soa como homenagem respeitosa à versão original. <strong>Anasof</strong>, também mexicana, de Oaxaca, abraça a exuberância etérea de <strong>“Dreams”</strong> e a remodela como um deslumbrante tributo latino.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Marcado pela voz única de Dolores, <em>“Everybody Else Is Doing It So Why Can’t We?”</em> deixou uma marca indelével. O <u>Pitchfork</u> elogiou: “<em>Cada música de ‘Everybody Else’ abre caminho para a catarse… O reconhecimento de O’Riordan de suas próprias profundezas emocionais é reconfortante. Cada questão afetiva é examinada como uma borboleta presa sob um vidro, uma entidade silenciosamente complexa que merece solidariedade simplesmente por ter conseguido existir neste mundo cruel</em>”. A “<u>Rolling Stone</u>” observou: “<em>Sobre ondas etéreas de som, o canto fascinante de O’Riordan transmite histórias inocentes e autobiográficas de amor, amor perdido e mais amor</em>”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Amado pelos fãs e por colegas do mundo da música (Michael Stipe certa vez elogiou: “Não acreditei que ‘Linger’ foi a primeira música que Dolores escreveu com os Cranberries – que canção!”), o trabalho inicial da banda lhes rendeu shows de abertura para Duran Duran e R.E.M. Noel lembra: <em>“Voar para Los Angeles para gravar um videoclipe e ter Michael Stipe visitando o set; shows com ingressos esgotados; limusines nos buscando no hotel… nós simplesmente absorvemos tudo isso. A gente ficava feliz em ficar nos bastidores, mas Dolores realmente abraçou o estrelato. Todo mundo falava sobre como, nos nossos primeiros shows, ela ficava olhando para o chão ou para o teto porque estava nervosa, mas ela aprendeu muito rápido a dominar o palco e a conquistar o público, não importava o tamanho do lugar. Dolores tinha uma ousadia e uma atitude – ‘É assim que eu sou, é pegar ou largar!’ – que as pessoas adoravam”</em>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><u>LP Triplo Deluxe Edition</u></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><u>LP &#8211; 1 (Original 2026 Remastered)</u></p>
<p>Side A</p>
<p>1  I Still Do (2026 Remastered)</p>
<p>2  Dreams (2026 Remastered)</p>
<p>3  Sunday (2026 Remastered)</p>
<p>4  Pretty (2026 Remastered)</p>
<p>5  Waltzing Back (2026 Remastered)</p>
<p>6  Not Sorry (2026 Remastered)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Side B</p>
<p>1   Linger (2026 Remastered)</p>
<p>2   Wanted (2026 Remastered)</p>
<p>3   Still Can&#8217;t (2026 Remastered)</p>
<p>4   I Will Always (2026 Remastered)</p>
<p>5   How (2026 Remastered)</p>
<p>6   Put Me Down (2026 Remastered)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><u>LP &#8211; 2 &#8211; 2026 Stephen Street Stereo Mix</u></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Side C</p>
<p>1   I Still Do (2026 Stephen Street Stereo Mix)</p>
<p>2   Dreams (2026 Stephen Street Stereo Mix)</p>
<p>3   Sunday (2026 Stephen Street Stereo Mix)</p>
<p>4   Pretty (2026 Stephen Street Stereo Mix)</p>
<p>5   Waltzing Back  (2026 Stephen Street Stereo Mix)</p>
<p>6   Not Sorry (2026 Stephen Street Stereo Mix)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Side D</p>
<p>1   Linger (2026 Stephen Street Stereo Mix)</p>
<p>2   Wanted (2026 Stephen Street Stereo Mix)</p>
<p>3   Still Can&#8217;t (2026 Stephen Street Stereo Mix)</p>
<p>4   I Will Always  (2026 Stephen Street Stereo Mix)</p>
<p>5   How (2026 Stephen Street Stereo Mix)</p>
<p>6   Put Me Down (2026 Stephen Street Stereo Mix)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><u>LP &#8211; 3 &#8211; Bonus Material</u></strong></p>
<p>Side E</p>
<p>1   Reason (Bonus)</p>
<p>2   Them (Bonus)</p>
<p>3   What You Were (Bonus)</p>
<p>4   Liar (Bonus)</p>
<p>5   Pretty (Pret A Porter Movie Mix)</p>
<p>6   How (Radical Mix)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Side F</p>
<p>1   Linger (Live At The London Astoria II, 1994)</p>
<p>2   Dreams (Live At The London Astoria II, 1994)</p>
<p>3   Pretty (Live At The London Astoria II, 1994)</p>
<p>4   Liar (Live At The London Astoria II, 1994)</p>
<p>5   Linger (IAIN COOK Remix)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><u>CD Duplo Deluxe Edition</u></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><u>CD1 (Original 2026 Remastered)</u></p>
<p>1   I Still Do (2026 Remastered)</p>
<p>2   Dreams (2026 Remastered)</p>
<p>3   Sunday (2026 Remastered)</p>
<p>4   Pretty (2026 Remastered)</p>
<p>5   Waltzing Back (2026 Remastered)</p>
<p>6   Not Sorry (2026 Remastered)</p>
<p>7   Linger (2026 Remastered)</p>
<p>8   Wanted (2026 Remastered)</p>
<p>9   Still Can&#8217;t (2026 Remastered)</p>
<p>10       I Will Always (2026 Remastered)</p>
<p>11       How (2026 Remastered)</p>
<p>12       Put Me Down (2026 Remastered)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>CD2 (Bonus Tracks)</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>1   I Still Do (2026 Stephen Street Stereo Mix)</p>
<p>2   Dreams (2026 Stephen Street Stereo Mix)</p>
<p>3   Sunday (2026 Stephen Street Stereo Mix)</p>
<p>4   Pretty (2026 Stephen Street Stereo Mix)</p>
<p>5   Waltzing Back  (2026 Stephen Street Stereo Mix)</p>
<p>6   Not Sorry (2026 Stephen Street Stereo Mix)</p>
<p>7   Linger (2026 Stephen Street Stereo Mix)</p>
<p>8   Wanted (2026 Stephen Street Stereo Mix)</p>
<p>9   Still Can&#8217;t (2026 Stephen Street Stereo Mix)</p>
<p>10       I Will Always  (2026 Stephen Street Stereo Mix)</p>
<p>11       How (2026 Stephen Street Stereo Mix)</p>
<p>12       Put Me Down  (2026 Stephen Street Stereo Mix)</p>
<p>13       Reason (Bonus)</p>
<p>14       Them (Bonus)</p>
<p>15       What You Were (Bonus)</p>
<p>16       Liar (Bonus)</p>
<p>17       Pretty (Pret A Porter Movie Mix)</p>
<p>18       How (Radical Mix)</p>
<p>19       Linger (IAIN COOK Remix)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><u>LP &#8211; 2026 Remastered</u></strong></p>
<p>Side A</p>
<p>1   I Still Do</p>
<p>2   Dreams</p>
<p>3   Sunday</p>
<p>4   Pretty</p>
<p>5   Waltzing Back</p>
<p>6   Not Sorry</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Side B</p>
<p>1   Linger</p>
<p>2   Wanted</p>
<p>3   Still Can&#8217;t</p>
<p>4   I Will Always</p>
<p>5   How</p>
<p>6   Put Me Down</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><u>CD &#8211; 2026 Remastered</u></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>1   I Still Do</p>
<p>2   Dreams</p>
<p>3   Sunday</p>
<p>4   Pretty</p>
<p>5   Waltzing Back</p>
<p>6   Not Sorry</p>
<p>7   Linger</p>
<p>8   Wanted</p>
<p>9   Still Can&#8217;t</p>
<p>10       I Will Always</p>
<p>11       How</p>
<p>12       Put Me Down</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><u>Digital Deluxe</u></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>1   I Still Do (2026 Remastered)</p>
<p>2   Dreams (2026 Remastered)</p>
<p>3   Sunday (2026 Remastered)</p>
<p>4   Pretty (2026 Remastered)</p>
<p>5   Waltzing Back (2026 Remastered)</p>
<p>6   Not Sorry (2026 Remastered)</p>
<p>7   Linger (2026 Remastered)</p>
<p>8   Wanted (2026 Remastered)</p>
<p>9   Still Can&#8217;t (2026 Remastered)</p>
<p>10       I Will Always (2026 Remastered)</p>
<p>11       How (2026 Remastered)</p>
<p>12       Put Me Down (2026 Remastered)</p>
<p>13       I Still Do (2026 Stephen Street Stereo Mix)</p>
<p>14       Dreams (2026 Stephen Street Stereo Mix)</p>
<p>15       Sunday (2026 Stephen Street Stereo Mix)</p>
<p>16       Pretty (2026 Stephen Street Stereo Mix)</p>
<p>17       Waltzing Back  (2026 Stephen Street Stereo Mix)</p>
<p>18       Not Sorry (2026 Stephen Street Stereo Mix)</p>
<p>19       Linger (2026 Stephen Street Stereo Mix)</p>
<p>20       Wanted (2026 Stephen Street Stereo Mix)</p>
<p>21       Still Can&#8217;t  (2026 Stephen Street Stereo Mix)</p>
<p>22       I Will Always  (2026 Stephen Street Stereo Mix)</p>
<p>23       How (2026 Stephen Street Stereo Mix)</p>
<p>24       Put Me Down  (2026 Stephen Street Stereo Mix)</p>
<p>25       Reason (Bonus)</p>
<p>26       Them (Bonus)</p>
<p>27       What You Were (Bonus)</p>
<p>28       Liar (Bonus)</p>
<p>29       Pretty (Pret A Porter Movie Mix)</p>
<p>30       How (Radical Mix)</p>
<p>31       Linger (IAIN COOK Remix)</p>
<p>32       Linger (Spanish Mix) feat. Bratty</p>
<p>33       Dreams (Spanish Mix) feat. ANASOF</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Com informações: <a href="https://br.umusic-online.com/c/AQiHlA4QnLw3GInA8tQBIIna5A0o4KjpFS_PGzEi-G6nIt3psN2hVJdxaeBrRfIMLo5mFli-MwHm">www.universalmusic.com.br</a></strong></p>
<p><strong>Universal Music Brasil</strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Álbum de estreia do Vanguart chega ao digital pela primeira vez</title>
		<link>https://boomerangmusic.com.br/album-de-estreia-do-vanguart-chega-ao-digital-pela-primeira-vez/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Apr 2026 15:32:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nostalgia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://boomerangmusic.com.br/?p=65152</guid>

					<description><![CDATA[Gravado há mais de vinte anos, o primeiro trabalho da banda finalmente ganha lançamento nas plataformas &#160; Ouça aqui &#160; Está no ar, finalmente, o álbum &#8220;Vanguart&#8221;, primeiro trabalho da banda homônima, nas plataformas digitais pela Deck. Lançado em 2007, o disco marca o início...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Gravado há mais de vinte anos, o primeiro trabalho da banda finalmente ganha lançamento nas plataformas</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><a href="https://vanguart.lnk.to/Vanguart">Ouça aqui</a></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Está no ar, finalmente, o álbum <strong>&#8220;Vanguart&#8221;</strong>, primeiro trabalho da banda homônima, nas plataformas digitais pela <strong>Deck</strong>. Lançado em 2007, o disco marca o início da trajetória de um dos nomes mais relevantes da cena indie rock brasileira, com forte influência de folk-rock e MPB.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Gravado pela formação original, David Dafré (guitarra e voz), Douglas Godoy (bateria), Hélio Flanders (violão, gaita e voz), Luiz Lazzarotto (piano e órgão) e Reginaldo Lincoln (voz e baixo), o trabalho permanece, até hoje, como uma referência para fãs e crítica.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A faixa de abertura do disco, “Semáforo”, segue como um dos principais hits do repertório da banda, que atualmente se apresenta como um duo formado por Hélio Flanders e Reginaldo Lincoln, e está disponível apenas em versões ao vivo até o momento. Outro destaque que também chega com o álbum é “Cachaça”, que também foi lançada na época.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em 2006, “Semáforo” foi lançada como single e teve destaque na cena independente nacional, levando o Vanguart a fazer shows pelo Brasil e também ser apontado pela MTV e pela imprensa em geral como uma das grandes revelações daquela geração que estava surgindo. No mesmo ano, o grupo entrou em estúdio para a gravação do álbum, lançado em julho de 2007 pela Revista Outra Coisa, e que recebeu ampla repercussão, figurando em em praticamente todas as listas de melhores daquele ano. O “Vanguart” ganhou o prêmio de Disco do Ano do site especializado Scream &amp; Yell em 2007, e foi eleito pela Folha de São Paulo um dos 50 álbuns mais importantes da década &#8217;00.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Com a chegada hoje às plataformas digitais, o álbum passa a estar acessível para novos públicos, além de permitir a revisitação de um marco muito importante na trajetória do Vanguart.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Com informações: Imprensa Deck</strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Entre hits, inéditas e muito rock, &#8220;Ao Vivo&#8221;, de Rita Lee, ganha edição em vinil pela primeira vez</title>
		<link>https://boomerangmusic.com.br/entre-hits-ineditas-e-muito-rock-ao-vivo-de-rita-lee-ganha-edicao-em-vinil-pela-primeira-vez/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Feb 2026 00:54:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nostalgia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://boomerangmusic.com.br/?p=64563</guid>

					<description><![CDATA[Disco duplo, da Universal Music Brasil, vem nas cores azul e vermelha &#160; O ano de 2003 foi marcado por uma série de hits na carreira de Rita Lee. Ao lado do eterno parceiro Roberto de Carvalho, a roqueira maior havia lançado “Balacobaco”, que já tinha vendido...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Disco duplo, da Universal Music Brasil, vem nas cores azul e vermelha</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O ano de 2003 foi marcado por uma série de hits na carreira de <strong>Rita Lee</strong>. Ao lado do eterno parceiro <strong>Roberto de Carvalho</strong>, a roqueira maior havia lançado “Balacobaco”, que já tinha vendido mais de meio milhão de cópias. “Amor e Sexo”, o grande hit do disco, passou semanas em primeiro lugar entre as mais tocadas. A turnê do álbum foi um estouro, lotada e passando também por outros países da América Latina e da Europa. Nessa onda tão boa, Rita &amp; Roberto foram convidados pela MTV para estrelar um especial ao vivo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Gravado nos dias 26 e 27 de agosto de 2004, em São Paulo, o show deu origem a um DVD e a um CD, que foram lançados pela EMI na época. Agora, pela primeira vez em vinil, a <strong>Universal Music Brasil</strong> lança o disco duplo, nas cores azul e vermelha, que já está disponível na <strong>UMusic Store</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Saiba mais aqui: <a href="https://br.umusic-online.com/c/AQiHlA4QwqU2GInA8tQBIM2Guw0oweGwFQx1HsZOqXkVzzb7iMIyixvQht8nNKcQKTG9-6m-ppE9">https://www.umusicstore.com/rita-lee</a> .</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Rita, na época, não quis apenas repetir o show “Balacobaco”. Decidiu, então, seguir a base da turnê, cortando algumas canções, adicionando outras, além de escolher algumas inéditas. “Saúde”, um hit-assinatura da dupla, é a eleita para abrir o show, com energia lá em cima. “Meio Fio”, inédita até então, vem a seguir. A parceria de Roberto com Arnaldo Antunes é uma bonita homenagem a Rita, que gostava de ser situada, na letra, “entre minha neta e minha avó”, evocando a força feminina da maior figura do rock do Brasil.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Nada mais justo do que seguir com “Mamãe Natureza”, só de Rita e a primeira música que ela compôs depois de ser expulsa dos Mutantes. Rock e genialidade na forma mais pura. Também do início da carreira solo de Rita, “Esse Tal de Roque Enrow” aparece com participação de Pitty. Até o dia da gravação, o combinado era que elas cantariam “Todas as Mulheres do Mundo”. Entretanto, Rita resolveu brincar com o choque de gerações apresentado na letra — em que uma mãe está preocupada com a fixação da filha por esse tal de Roque Enrow — e decidiu mudar o roteiro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Amor e Sexo” ao vivo é linda. O coro do público e a qualidade vocal que Rita entrega nesse ao vivo são de arrepiar. Roberto é o responsável pelos arranjos e pela produção, além de tocar guitarra e fazer vocais. Beto, o filho mais velho do casal, é a escolha perfeita com sua guitarra bem anos 1970, além de entregar vocais excelentes. A banda completa é cheia de feras: Dadi Carvalho (baixo e vocal), Ary Dias (percussão), Cláudio Infante (bateria), Rafael Castilhol (teclado e vocal), Milton Guedes (sax, flauta, gaita e vocal) e Débora Reis (vocal).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Rita celebra a Tropicália ao incluir “Panis et Circenses”, de Caetano e Gil. A inédita “Coração Babão” (Rita &amp; Roberto) mostra que Rita se mantém fiel à sua veia tropicalista e mistura “I Love You, Você”, homenagem a Wanderléa e altas doses de ironia ao cantar a cafonice de se viver uma paixão. O baile de Rita segue com o hino feminista “Pagu” (com participação de Zélia Duncan).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Dois hits de 1980 levantam o público: “Baila Comigo”, só de Rita, e “Caso Sério”, das mais quentes composições de Rita &amp; Roberto. A vibe roqueira que permeia todo o disco vem com tudo no encerramento. “Eu Quero Ser Sedado”, versão de Rita para “I Wanna Be Sedated”, dos Ramones, aparece por sugestão de Beto. Rita depois disse que essa era a música que ela mais gostava de cantar naquela época: “A letra não podia ser mais a minha cara”. O peso e a psicodelia de “Ando Jururu”, um ponto altíssimo desse ao vivo, vêm a seguir. Para fechar, “Tudo Vira Bosta”, presente de Moacyr Franco para Rita, que estava em “Balacobaco”. Uma pena que no disco não caiba o discurso de Rita antes de apresentar a música, que reproduzo aqui: “O segredo da vida, qual é? A gente nasce, a gente cresce, a gente estuda, trabalha, arranja um emprego, ganha grana, vai ao supermercado, tosta toda a grana na comida, chega em casa, faz comida, come tudo… E tudo vira bosta”. Aos novos e antigos fãs, ouvir esse ao vivo é uma maneira de celebrar e de sentir a Rita sempre viva. E viva Rita!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>*Guilherme Samora é jornalista e estudioso do legado cultural de Rita Lee.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Repertório “Rita Lee Ao Vivo”:</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Disco 1:</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Lado A:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>1 &#8211; “Saúde” (Rita Lee / Roberto de Carvalho)</p>
<p>2 &#8211; “Meio-fio” (Arnaldo Antunes / Roberto de Carvalho)</p>
<p>3 &#8211; “Mamãe natureza” (Rita Lee)</p>
<p>4 &#8211; “Esse Tal de Roque Enrow” (Rita Lee / Paulo Coelho)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Lado B:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>1 &#8211; “Amor e Sexo” (Rita Lee / Roberto de Carvalho / Arnaldo Jabor)</p>
<p>2 &#8211; “Panis Et Circenses” (Caetano Veloso / Gilberto Gil)</p>
<p>3 &#8211; “Lucy In The Sky With Diamonds” (John Lennon / Paul McCartney)</p>
<p>4 &#8211; “Coração Babão” (Rita Lee / Roberto de Carvalho)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Disco 2:</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Lado A:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>1 &#8211; “Pagu” (Rita Lee / Zélia Duncan)</p>
<p>2 &#8211; “Baila Comigo” (Rita Lee)</p>
<p>3 &#8211; “Caso Sério” (Rita Lee / Roberto de Carvalho)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Lado B:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>1 &#8211; “Eu Quero Ser Sedado” (Joey Ramone, Dee Dee Ramone e J. Ramone) &#8211; tradução Rita Lee</p>
<p>2 &#8211; “Ando Jururu” (Rita Lee)</p>
<p>3 &#8211; “Tudo Vira Bosta” (Moacyr Franco)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Com informações: Universal Music Brasil – Distribuição de Conteúdo</strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Ratos de Porão disponibiliza clássico disco “Feijoada Acidente? &#8211; Brasil” nas plataformas digitais</title>
		<link>https://boomerangmusic.com.br/ratos-de-porao-disponibiliza-classico-disco-feijoada-acidente-brasil-nas-plataformas-digitais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Jan 2026 18:53:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nostalgia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://boomerangmusic.com.br/?p=63990</guid>

					<description><![CDATA[Álbum de 1995, que celebra as raízes punk e presta homenagem às influências do gênero, será lançado em streaming no dia 16 de janeiro via ONErpm   Ouça “Feijoada Acidente? &#8211; Brasil” aqui &#160; Referência incontornável do punk e do hardcore brasileiro, a banda Ratos de...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Álbum de 1995, que celebra as raízes punk e presta homenagem às influências do gênero, será lançado em streaming no dia 16 de janeiro via ONErpm</em></strong></p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<p><a href="https://onerpm.link/feijoadaacidente-brasil"><strong>Ouça “Feijoada Acidente? &#8211; Brasil” aqui</strong></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Referência incontornável do punk e do hardcore brasileiro, a banda<strong> Ratos de Porão</strong> disponibiliza nas plataformas digitais o álbum <strong>“Feijoada Acidente? – Brasil”</strong>, a partir do dia 16 de janeiro (sexta-feira), pela ONErpm. Lançado originalmente em 1995, o trabalho chega às plataformas como parte de um movimento de resgate do catálogo da banda, que é formada atualmente por João Gordo (vocais), Jão (guitarra), Boka (bateria) e Juninho (baixo), permitindo que novas gerações tenham acesso a um dos projetos mais emblemáticos de sua discografia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Criado em São Paulo no início dos anos 1980, o Ratos de Porão construiu uma trajetória marcada por postura crítica, sonoridade agressiva e constante diálogo entre punk, hardcore e metal. Ao longo de mais de quatro décadas, a banda se consolidou como um nome influente da música brasileira. Dentro desse contexto, “Feijoada Acidente? – Brasil” ocupa um lugar especial. O disco revisita canções fundamentais para a formação musical do grupo, apresentadas em versões diretas, cruas e fiéis ao espírito original, mas com uma produção mais encorpada. O título é uma brincadeira com o álbum “The Spaghetti Incident?” do Guns N’ Roses.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>“Esse disco retornou a gente às raízes punk. A gente estava meio perdido porque tentamos carreira internacional e não deu muito certo. A gente tinha lançado ‘Just Another Crime in Massacreland’, um disco em inglês, bem gravado, bem produzido, mas era meio esquisitão, muita mistura de estilo que as pessoas não entenderam muito. E aí, voltar a tocar punk rock e hardcore foi extremamente importante pra gente retomar a nossa caminhada. E foi o primeiro disco do Pica-Pau. Depois desse lançamento veio um disco porradão que se chama ‘Carniceria Tropical’, explica João Gordo.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O disco destaca-se pela regravação definitiva do clássico &#8220;Beber Até Morrer&#8221; e serve como um documento histórico essencial que celebra a fundação da cena underground brasileira. <em>“Cara, essa música eu fiz em um dia que estava bêbado, na casa de uma amiga. Quando eu acordei, a letra estava pronta em cima da mesa. Então ela representa, assim, um hino da banda. Na verdade, muita gente acha que beber até morrer é a solução, mas não é, cara. Acho que parar de beber depois de certo tempo é bem importante para a saúde, se quiser continuar vivendo uma vida mais legal aí, cara”</em>, acrescenta o vocalista.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Nos últimos anos, a lendária banda de punk e hardcore brasileira tem comemorado seus mais de 40 anos de carreira com séries de shows memoráveis que celebraram sua trajetória rica e influente no cenário musical. Os shows de comemoração marcaram o retorno triunfante da banda aos palcos, após um período de pausa devido à pandemia global. Com todos os membros originais reunidos, incluindo João Gordo (vocal), Jão (guitarra), Juninho (baixo) e Boka (bateria), os Ratos de Porão trouxeram uma energia renovada e uma setlist que abrangeu todas as fases de sua carreira.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Feijoada Acidente? &#8211; Brasil” já está disponível em todas as plataformas digitais via <strong>ONErpm</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Sobre Ratos de Porão: </strong>Ratos de Porão é uma banda brasileira de punk crossover formada em novembro de 1981, durante a explosão do movimento punk em São Paulo. Seu primeiro álbum, “Crucificados pelo Sistema&#8221;, foi lançado em 1984 e algumas músicas se tornaram sucessos instantâneos. Eles são conhecidos internacionalmente, tendo feito turnês pela América Latina, Europa e América do Norte. Atualmente, eles estão se apresentando ao vivo com sua turnê de 40 anos, que também marca o lançamento do álbum Necropolítica, criado durante a pandemia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://www.instagram.com/ratosdeporao/"><strong>Instagram aqui</strong></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Sobre ONErpm:</strong> ONErpm é o grupo musical e gravadora liderando a nova geração da música – operando globalmente em 43 localizações e mais de 600 funcionários. O grupo oferece serviços de gravadora a artistas que procuram elevar suas carreiras e opera uma das maiores distribuidoras musicais do mundo inteiro, além de contar com uma das maiores networks multi-canais no YouTube.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Contando com um leque completo de serviços, que inclui apoio de marketing, ferramentas para a supply chain, SAAS, inteligência de empreendedorismo, publicação, contabilidade e soluções globais de pagamento, a empresa oferece a infraestrutura necessária para o sucesso de criadores e donos de conteúdo. Prezando por ser uma parceira confiável, a ONErpm oferece transparência em tudo que faz, desde a criação de uma campanha de marketing aos pagamentos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para mais informações, visite <a href="http://www.onerpm.com/">www.onerpm.com</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Com informações: ONErpm</strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Relicário de Karnak traz show de 1999 com repertório de  Estamos Adorando Tókio</title>
		<link>https://boomerangmusic.com.br/relicario-de-karnak-traz-show-de-1999-com-repertorio-de-estamos-adorando-tokio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Dec 2025 20:08:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nostalgia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://boomerangmusic.com.br/?p=63601</guid>

					<description><![CDATA[Álbum conta com faixas queridas do público e que ainda não constavam nas plataformas de streaming &#160; OUÇA NAS PLATAFORMAS &#160; O Selo Sesc lança mais um volume da série Relicário, resgatando após quase trinta anos um dos shows da banda Karnak, realizados em dezembro de 1999...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Álbum conta com faixas queridas do público e que ainda não constavam nas plataformas de streaming</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://tratore.ffm.to/karnaknosesc1999"><strong>OUÇA NAS PLATAFORMAS</strong></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O Selo Sesc lança mais um volume da série <strong>Relicário</strong>, resgatando após quase trinta anos um dos shows da banda <strong>Karnak</strong>, realizados em dezembro de 1999 no Sesc Pompeia, o “Karnatal”. O álbum digital já está disponível nas principais plataformas de áudio.<br />
O material traz o grupo liderado por <strong>André Abujamra </strong>em sua formação clássica<strong> </strong>apresentando uma prévia do álbum que viria a ser lançado no ano seguinte, “Estamos adorando Tokio” (2000) e revela um Karnak vibrante, inventivo e atual.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O público da época teve, assim, em primeira mão, boa parte do futuro álbum. O disco reúne <strong>13 faixas</strong>, das quais <strong>oito eram inéditas</strong>,<strong> </strong>incluindo “Abertura russa”, “Juvenar”, “Mediócritas” e a própria “Estamos adorando Tokio”, que daria nome ao disco.<br />
<em>“Entrar em contato com essa gravação foi uma delícia. Uma das coisas mais legais é que a banda estava muito afiada, a gente estava tocando ao vivo e é um disco ao vivo assim, mas sem pistas. Então, quer dizer, a gente estava tocando bem mesmo, o som que sai do disco é o som que tava tocando ao vivo ali, uma banda gigantesca. Eu fiquei muito, muito feliz de mostrar para as pessoas que o Karnak é uma bandaça”</em>, comenta André Abujamra.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Criado por Abujamra em 1992, o Karnak nasceu da ideia de formar uma banda numerosa e livre musicalmente. Na sonoridade da banda, o global e o regional se encontram sem fronteiras: ritmos árabes, ibéricos, russos, africanos, sertanejos, punk, pop e reggae convivem em um mesmo universo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Essa linguagem própria, muitas vezes descrita como “leve e divertida”, sempre carregou, nas entrelinhas e para o bom entendedor, densidade poética e crítica. <em>“A nossa linguagem é leve, mas falamos coisas sérias. Somos uma banda amorosa”</em>, afirma Abujamra. Com humor, afeto e estranhamento, as músicas já abordaram temas como identidade, diferença, fronteiras e pertencimento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O repertório</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A abertura do álbum, <strong>Abertura russa</strong>, nasce da memória afetiva de Abujamra ouvindo discos soviéticos na infância, referência que, mais tarde, se desdobraria no “russo inventado”, idioma karnakiano que marca a trajetória da banda. Em seguida, vem <strong>O indivíduo</strong>, punk com pitadas de bebop, composta quando do nascimento do primeiro filho de Abujamra. <strong>Juvenar</strong> homenageia a vida simples da roça, enquanto <strong>Mediócritas</strong> nasce em resposta a um crítico que uma vez classificou o Karnak como uma “banda natimorta”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Estamos adorando Tokio </strong>celebra a mistura cultural e questiona fronteiras, com humor típico do grupo. A faixa, que posteriormente dá nome ao álbum de 2000, traz uma memória afetiva:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>“Muita gente acha que a gente conheceu Tóquio, mas a gente nunca foi para lá. A amiga da mãe da Ana Muylaert, que foi minha esposa, chegou em Tóquio e estava tão alucinada que chegou para o motorista do táxi na cidade e falou: &#8216;Estamos adorando Tóquio&#8217;, em português&#8221;. Imagina, o japonês não entendeu nada, e eu achei essa história tão maravilhosa que falei ‘nossa, parece nome de disco isso’. E a gente fez esse disco. E a capa dele é a Torre Eiffel, quer dizer, aquela loucura Karnakiana”</em>, lembra Abujamra.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Segundo o músico, o disco é dos mais World Music do Karnak, inspirado nas muitas viagens que a banda vinha fazendo.<br />
Momentos de delicadeza e absurdo convivem em músicas como <strong>Sósereiseuseforsó/Nuvem passageira</strong>, escrita durante uma separação, e em <strong>Zoo</strong>, que discute liberdade a partir do ponto de vista dos animais. A faixa <strong>Mómountueira</strong> traz influências de Prokofiev, enquanto <strong>Depois da chuva</strong>, com voz de Marcos Bowie, mistura soul e reggae com otimismo solar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Nas faixas finais o álbum revisita canções dos discos anteriores. <strong>Alma não tem cor</strong>, sucesso do primeiro álbum, <strong>O mundo</strong>, primeira canção composta para o projeto, funciona como manifesto karnakiano; <strong>Universo umbigo</strong> traz humor, filosofia pop e colagens musicais. Fechando o álbum, <strong>Ai, ai, ai, ai, ai, ai, </strong>que com humor e franqueza, trata das dores da humanidade sem perder a sensibilidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Coincidentemente ou não, o resgate do registro que deu origem ao <strong>Relicário Karnak (ao vivo no Sesc 1999)</strong>, após quase três décadas, soma-se ao recente lançamento da banda, Karnak Mesozóico, cuja narrativa parte do resgate de um material perdido.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>FAIXAS</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>1 – Abertura Russa </strong>(André Abujamra/Paulinho Moska)<br />
<strong>2 – O indíviduo </strong>(André Abujamra)<br />
<strong>3 – Juvenar </strong>(André Abujamra/Carneiro Sândalo)<br />
<strong>4 – Mediócritas </strong>(André Abujamra)<br />
<strong>5 – Estamos adorando Tókio </strong>(André Abujamra/Sérgio Bártolo)<br />
<strong>6 – Sósereiseuseforsó/Nuvem Passageira </strong>(André Abujamra/Hermes Aquino<strong>)</strong><br />
<strong>7 – Depois da chuva </strong>(André Abujamra/Lulu Camargo)<br />
<strong>8 – Zoo </strong>(André Abujamra / Theo Werneck)<br />
<strong>9 – MóMontueira </strong>(André Abujamra / Hugo Hori/Zuzu Leiva)<br />
<strong>10 – Alma não tem cor </strong>(André Abujamra)<br />
<strong>11 – O mundo </strong>(André Abujamra)<br />
<strong>12 – Universo umbigo </strong>(André Abujamra)<br />
<strong>13 – Ai, ai, ai, ai, ai, ai </strong>(André Abujamra)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>FICHA TÉCNICA</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>André Abujamra</strong> – guitarra e voz<br />
<strong>Edu Cabello</strong> – guitarra<br />
<strong>Kuki Stolarski</strong> – bateria<br />
<strong>Hugo Hori</strong> – saxofone e voz<br />
<strong>Marcos Bowie</strong> – trompete e voz<br />
<strong>Sérgio Bártolo</strong> – baixo<br />
<strong>Lulu Carmargo</strong> – teclados<br />
<strong>Carneiro Sândalo</strong> – bateria, voz em “Juvenar”</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Gravado no Teatro do Sesc Pompeia em 1999.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>SOBRE KARNAK</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em 1992, André Abujamra, vocalista e guitarrista principal, após terminar seu duo Os Mulheres Negras, que formava com seu amigo Maurício Pereira, partiu para uma viagem por várias localidades do mundo, munido de um gravador de som. Através dele, coletou muitos tipos de música diferentes, pensando em criar uma banda com essas influências, mas também misturando sons brasileiros tradicionais e modernos, como rock, pop e música eletrônica. Um dos destinos da viagem foi o vilarejo de Karnak, um complexo de templos antigos no Egito. Maravilhado com a beleza do local, ele deu esse nome para sua nova banda.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>De volta ao Brasil, ele chamou vários músicos para formar sua banda, sendo que a maioria eram amigos próximos, chegando ao ponto de ele manter dois bateristas na banda pois ele os considerava muito bons e era muito amigo dos dois, sendo impossível dispensar um deles. Com dez músicos, dois atores e um cachorro, o Karnak iniciou suas atividades.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Eles ensaiaram durante um ano inteiro antes de fazer sua primeira apresentação ao vivo. As apresentações ao vivo do Karnak têm um viés teatral, apresentando sempre esquetes e performances cômicas de improviso, além de figurinos diferenciados, frequentemente utilizando-se de chapéus chamativos, túnicas coloridas, etc. Na parte musical, destaca-se a habilidade de seus instrumentistas também na improvisação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>SOBRE O SELO SESC</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Desde 2004 o Selo Sesc traz a público obras que revelam a diversidade e a amplitude da produção artística brasileira, tanto em obras contemporâneas quanto naquelas que repercutem a memória cultural, estabelecendo diálogos entre a inovação e o histórico. Em catálogo, constam álbuns em formatos físico e digital que vão de registros folclóricos às realizações atuais da música de concerto, passando pelas vertentes da música popular e projetos especiais. Entre as obras audiovisuais em DVD, destacam-se a convergência de linguagens e a abordagem de diferentes aspectos da música, da literatura, da dança e das artes visuais. Os títulos estão disponíveis nas principais plataformas de áudio, Sesc Digital e Lojas Sesc. Saiba mais em: <a href="https://www.sescsp.org.br/selosesc">sescsp.org.br/selosesc</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>SOBRE O SESC SÃO PAULO</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Com 79 anos de atuação, o Sesc – Serviço Social do Comércio conta com uma rede de 42 unidades operacionais com atendimento presencial e 4 unidades operacionais com atendimento não presencial no estado de São Paulo e desenvolve ações com o objetivo de promover bem-estar e qualidade de vida aos trabalhadores do comércio, serviços, turismo e para toda a sociedade. Mantido pelos empresários do setor, o Sesc é uma entidade privada que atua nas dimensões físico-esportiva, meio ambiente, saúde, odontologia, turismo social, artes, alimentação e segurança alimentar, inclusão, diversidade e cidadania. As iniciativas da instituição partem das perspectivas cultural e educativa voltadas para todas as faixas etárias, com o objetivo de contribuir para experiências mais duradouras e significativas. São atendidas nas unidades do estado de São Paulo cerca de 30 milhões de pessoas por ano. Hoje, aproximadamente 50 organizações nacionais e internacionais do campo das artes, esportes, cultura, saúde, meio ambiente, turismo, serviço social e direitos humanos contam com representantes do Sesc São Paulo em suas instâncias consultivas e deliberativas. Mais informações em <u><a href="http://sescsp.org.br/">sescsp.org.br</a></u></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>SELO SESC NAS REDES</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://www.instagram.com/selosesc/">Instagram</a><br />
<a href="https://www.youtube.com/selosesc">YouTube</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Com informações: Assessoria de imprensa Selo Sesc</strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Belchior entre o sonho e o choque do real: “Alucinação” aos 50 anos</title>
		<link>https://boomerangmusic.com.br/belchior-entre-o-sonho-e-o-choque-do-real-alucinacao-aos-50-anos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Nov 2025 16:11:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nostalgia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://boomerangmusic.com.br/?p=63508</guid>

					<description><![CDATA[Relançado em vinil pela Universal Music Brasil dentro do projeto “Safra 76”, o álbum é simbólico do período, unindo autobiografia, crítica social e uma nova linguagem urbana   “Alucinação”, segundo álbum de Belchior, está sendo relançado em vinil splatter pela Universal Music Brasil, como o primeiro movimento do...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Relançado em vinil pela Universal Music Brasil dentro do projeto “Safra 76”, o álbum é simbólico do período, unindo autobiografia, crítica social e uma nova linguagem urbana</em></p>
<p><em> </em></p>
<p>“<em>Alucinação</em>”, segundo álbum de <strong>Belchior</strong>, está sendo relançado em vinil splatter pela <strong>Universal Music Brasil,</strong> como o primeiro movimento do projeto “Safra 76”, que até o fim de 2026 lembrará discos daquele ano presentes no acervo da gravadora e que completam a partir de agora cinco décadas. Trabalho clássico do compositor cearense, “<em>Alucinação</em>” traz sucessos como “Como nossos pais”, “Sujeito de Sorte”, “Velha Roupa Colorida”, “Apenas Um Rapaz Latino-americano” e “A Palo Seco”. Motivos de sobra, portanto, para ele ter sido escolhido para inaugurar a série que trará também os álbuns “Cartola” (1976), <em>“Cuban Soul: 18 Kilates”</em>, de Cassiano, e <em>“Falso Brilhante”</em>, de Elis Regina, todos em edições especiais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Na faixa-título do álbum, que abre o lado B, Belchior nos oferece a chave para entendermos a natureza da alucinação evocada. Não se trata da suspensão da realidade, de um descolamento do mundo físico. Na verdade, é exatamente o contrário, como esclarecem os versos: “A minha alucinação é suportar o dia a dia/ E meu delírio é a experiência com coisas reais”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Aí está o núcleo do álbum. Depois dos sonhos da década de 1960, com a liberação sexual, as experiências com drogas, o esoterismo, a resistência artística contra a ditadura militar, a explosão de criatividade musical capitaneada no exterior pelos Beatles e no Brasil pela geração dos festivais, viera o despertar duro. John Lennon anunciou que o sonho havia acabado, e por aqui a ditadura havia recrudescido a partir de 1968, com o AI-5 abrindo os chamados “Anos de chumbo”. É nesse território de desencanto com o passado recente, por um lado, e de sede de futuro, por outro, que Belchior ergue este <em>“Alucinação”</em>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O disco se afirma como uma proposta de reorganização da MPB diante de um país e um tempo que não permitiam ilusões. Belchior abandona o simbolismo difuso da década anterior e aposta numa escrita direta, urbana, marcada por autobiografia e crítica social — afinada com uma poética da contracultura que se firmava naquele momento da música brasileira.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O tom é de urgência: versos longos, quase falados, e um vocabulário que aproxima a canção do dia a dia. “Apenas Um Rapaz Latino-Americano”, por exemplo, abre o disco com Belchior apresentando — numa autodescrição — seu chão, sua geração, sua condição financeira e seu lugar na sociedade brasileira. Sem disfarces, incluindo a ironia ao “antigo compositor baiano”, como ele se refere a Caetano Veloso — sinalizando sua visão de que a geração anterior da MPB deveria ser superada.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A produção de Marco Mazzola ajuda a consolidar a linguagem que ele propunha ali. O disco cruza elementos da música regional nordestina com o léxico elétrico da metrópole, apoiado nos teclados e arranjos de José Roberto Bertrami. O resultado é uma sonoridade híbrida — folk, blues, soul, baião — que reforça a própria experiência narrada nas letras: a travessia do Nordeste ao Sudeste, o choque com a cidade, a fricção entre expectativa e realidade. Em “Fotografia 3&#215;4”, o triângulo tocado devagar sublinha a memória dura da chegada ao Rio; em “Não Leve Flores” e “Antes do Fim”, o country surge como comentário sobre deslocamento e destino; em “A Palo Seco”, a estética sem ornamentos casa com o projeto poético: “canto torto feito faca”.</p>
<p>A capa, fotografada por Januário Garcia e tratada com o efeito de solarização pela equipe da gravadora, sintetiza essa travessia: um retrato urbano, direto, sem glamour, coerente com o realismo do álbum.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Duas canções do disco estouraram na voz de Elis Regina naquele mesmo ano: “Como Nossos Pais” e “Velha Roupa Colorida”. Isso ampliou a circulação do álbum e ajudou a empurrá-lo para o centro da vida cultural brasileira. Mesmo antes de completar um mês, “<em>Alucinação</em>” já vendia dezenas de milhares de cópias. Ao mesmo tempo, a recepção crítica em 1976 foi dividida: enquanto uma parte da imprensa via no disco uma renovação formal — letras extensas, dicção dylaniana, mistura de gêneros — outra o considerava excessivamente obsessivo em sua busca pelo novo. Essa fricção explica, em parte, sua permanência.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Cinco décadas depois, “<em>Alucinação</em>” segue sendo um marco por transformar o desencanto em linguagem e por ancorar a canção num realismo que dialoga com a experiência concreta da juventude da época. O relançamento em vinil recoloca o álbum como documento desse momento histórico, mas também como obra que continua a falar ao presente — pela clareza, pela coragem estética e pela recusa em fugir da realidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>As informações e novidades da “<strong>Safra 76</strong>”, estarão nas redes sociais da <strong>Universal Music</strong> <strong>Brasil</strong> e <strong>Universal Music Store</strong>. Saiba mais sobre esse lançamento aqui: <a href="https://br.umusic-online.com/c/AQiHlA4QwtkzGInA8tQBIICA5Awol5qmFJytQNY34yhznNMYts4xb0zlgkNx9qM_2PTi3UHjxNO-" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://br.umusic-online.com/c/AQiHlA4QwtkzGInA8tQBIICA5Awol5qmFJytQNY34yhznNMYts4xb0zlgkNx9qM_2PTi3UHjxNO-&amp;source=gmail&amp;ust=1764259463644000&amp;usg=AOvVaw21hx-66TXzq3YkIdqyubl7">https://www.umusicstore.com/belchior  </a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Por Leonardo Lichote</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Com informações: </strong><a href="https://br.umusic-online.com/c/AQiHlA4QwtkzGInA8tQBIIz_4wwol5qmFIt4WDR4VMmJm_yEt15ZN0q3ZzJSO00vybFwildOMCWK"><strong>www.universalmusic.com.br</strong></a></p>
<p><strong>Universal Music Brasil </strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Disco solo de Roberto de Carvalho é celebrado com relançamento em vinil</title>
		<link>https://boomerangmusic.com.br/disco-solo-de-roberto-de-carvalho-e-celebrado-com-relancamento-em-vinil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Nov 2025 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nostalgia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://boomerangmusic.com.br/?p=63440</guid>

					<description><![CDATA[Álbum de 1992 ganha versão em LP na cor branca e chega no mês em que Roberto celebra 73 anos   O ano era 1992. Roberto de Carvalho, que havia até então gravado nove discos ao lado de Rita Lee, lançou seu primeiro &#8211; e único &#8211;...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Álbum de 1992 ganha versão em LP na cor branca e chega no mês em que Roberto celebra 73 anos</em></p>
<p><em> </em></p>
<p>O ano era 1992. <strong>Roberto de Carvalho</strong>, que havia até então gravado nove discos ao lado de <strong>Rita Lee</strong>, lançou seu primeiro &#8211; e único &#8211; disco solo. O excelente álbum, agora, é celebrado pela <strong>Universal Music Brasil</strong> em vinil, na versão branca esfumaçada. Ele chegou no <strong>dia 16 de novembro</strong>, data em que Roberto, escorpiano, celebrou seus 73 anos.  <strong>Saiba mais aqui: <a href="https://br.umusic-online.com/c/AQiHlA4QgKMzGInA8tQBIK6X1Awo3M2LFIQj8yMqV8L7I1drRandiuUin45MfWounwVRaU0pFl06">https://www.umusicstore.com/roberto-de-carvalho</a> .</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Você é meu oxigênio/ Meu kharma, meu Dharma, meu prêmio”. É essa a frase que abre o disco, na música “Beijo da Sorte”. A canção – letra e música de Roberto – é uma das composições claramente dedicadas a Rita, sua paixão e musa inspiradora. À época, em busca do que ambos chamavam de “oxigenar”, eles decidiram tocar projetos separadamente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Mentiras”, a segunda música do disco, é uma pérola. “Dizem por aí/ que o amor é uma mentira/ Eu adoro mentiras/ Eu amo você”, canta Roberto em outra composição assinada apenas por ele. A música – uma das preferidas de Rita no trabalho – acabou sendo regravada pelos dois, com vocal de Rita e novamente como dupla, no disco “<em>3001”</em>, em 2000. “O que você quer” é a outra da lista de preferidas de Rita – e que também foi regravada – essa, para “<em>Santa Rita de Sampa”</em> (1997). Na música, parceria com Arnaldo Antunes, Roberto canta: “O que você quer/ não perde no baralho/ Dinheiro não compra/ Conselhos não matam/ O tempo não toma/ o que você quer”. Uau! Acabou sendo escolhida para entrar na trilha sonora da novela “<em>Despedida de Solteiro”</em> (TV Globo, 1992).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Meu ABC”, de Roberto e Carlos Rennó, é uma farra deliciosa, com teclados new wave, sax, trompete e letra que mistura português, francês, inglês, espanhol. “Eterno agora”, a única em parceria com Rita, é um bálsamo melancólico. Misteriosa e poética. “Eterno agora/ Às vezes voa/ Às vezes demora”, canta Roberto com algumas notas de teclado que conversam com a também melancólica “Zona Zen”, do álbum do casal de 1988.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O rockão “Porta da perdição” e “Corações Kamikazes” vêm a seguir. Ambas, composições apenas de Roberto. A segunda tem uma intertextualidade com “Doce Vampiro” (1979), quando Roberto canta: “Quero beber você/ Eu te adoro”. “Cristais e Diamantes”, uma das preferidas do próprio Roberto, é linda, dramática e fala um pouco da época de incertezas que o casal vivia. “A gente não quis mudar/ É ímpar o que era par/ E agora o nosso beijo é de adeus/ E seja o que Deus quiser”, canta Roberto no vocal mais forte, dolorido e pessoal de todo o disco.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Já no fim do disco, em “Cinzas do Passado”, Roberto questiona: “Às vezes me pergunto/ se algum dia eu vou te perder”. A seguir, na bela “Tesouros”, ele mesmo parece responder: “No coração construí um palácio/ E a rainha do palácio é você/ Você, meu amor”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O disco tem ótimos vocais, que combinam perfeitamente com a produção: roqueira, elegante, impecável. Roberto também toca guitarra, teclados, violão e baixo. Entre excelentes músicos, o disco conta com a bateria marcante de Paulo Zinner.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Com tamanha vocação para ser um estouro, o álbum acabou sendo atropelado pela difícil realidade política e econômica brasileira, na era do então presidente Fernando Collor. Lançado entre o desastroso plano Collor e bem próximo ao impeachment do ex-presidente, o disco não teve promoção. Nem sequer um clipe foi gravado – o que era praticamente uma exigência para os áureos tempos de MTV.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Chegou a hora de redescobrir esse tesouro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Por Guilherme Samora* </em></p>
<p><em>*Guilherme Samora é jornalista, editor e estudioso do legado cultural de Rita Lee.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Com informações:</strong> <strong><a href="https://br.umusic-online.com/c/AQiHlA4QgKMzGInA8tQBIOSW1Awo3M2LFEbfL6FRiaQZLNV-mstNgLRe0jW7IfP71scFZ-yNT-U9">www.universalmusic.com.br</a> </strong></p>
<p><strong>Universal Music Brasil</strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Som Livre e Grupo Sony celebram 40 anos de “Exagerado”, de Cazuza, com ações especiais</title>
		<link>https://boomerangmusic.com.br/som-livre-e-grupo-sony-celebram-40-anos-de-exagerado-de-cazuza-com-acoes-especiais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Nov 2025 01:53:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nostalgia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://boomerangmusic.com.br/?p=63309</guid>

					<description><![CDATA[A celebração inclui faixa remasterizada por Guto Graça Mello e documentário que revisita o legado do artista &#160; Neste dia 18 de novembro, o álbum “Exagerado”, de Cazuza, completa 40 anos de lançamento — um marco que celebra não apenas uma das obras mais emblemáticas da música brasileira, mas...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>A celebração inclui faixa remasterizada por Guto Graça Mello e documentário que revisita o legado do artista</em></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Neste dia <strong>18 de novembro</strong>, o álbum “<strong>Exagerado</strong>”, de <strong>Cazuza</strong>, completa <strong>40 anos de lançamento</strong> — um marco que celebra não apenas uma das obras mais emblemáticas da música brasileira, mas também a força criativa e poética de um dos maiores artistas de sua geração. Para celebrar a data, a<strong> Som Livre</strong> prepara uma série de ações que resgatam o legado do cantor.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Entre os relançamentos está a faixa bônus <strong>“Exagerado (Versão Especial &#8211; 40 anos)”</strong> em uma versão mixada por <strong>Guto Graça Mello</strong>, ao lado de <strong>Anderson Trindade</strong>, que nasce a partir dos elementos originais gravados em fita, preservada pela Som Livre, que convidou Guto (produtor original do disco) para conduzir o trabalho. A nova mixagem utiliza todos os canais da gravação original, com modernização dos timbres e ajustes sutis que trazem o som de “Exagerado” para a atualidade, resultando em uma leitura inédita.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Guto Graça Mello, que acompanhou de perto o início da trajetória de Cazuza, destaca a felicidade em revisitar o trabalho: &#8220;<em>Foi uma grata surpresa para mim ter sido convidado para fazer a remixagem desta obra-prima do amado Cazuza. Na verdade, o que fizemos foi uma atualização dos timbres, uma pequena revisão na montagem da voz nos três canais que ele gravou e uma mudança atualizada nos equilíbrios em reverbs e efeitos. Tudo feito com muito amor e respeito</em>.”</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A masterização da faixa foi realizada pela Grupo Sony, com <strong>Steven Dewey</strong>, apresentada em formato <strong>Dolby Atmos</strong>, uma tecnologia de áudio imersivo que cria a sensação de espaço tridimensional, permitindo que os sons se movam ao redor do ouvinte. O resultado é uma experiência sonora mais realista e envolvente, como se quem ouve estivesse “dentro” da música.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O projeto também lança o <strong>álbum remasterizado </strong>por <strong>Carlos Freitas</strong>. Além disso, a gravadora lança o videoclipe oficial comemorativo da faixa, que conta com a participação de Lucinha e Fabiana Araújo — mãe e prima de Cazuza — e dos atores Fernanda Fuchs e Dig Verardi, do perfil de humor <strong>Malhassaum. </strong>A ideia é aproximar ainda mais o legado do artista das novas gerações, que continuam descobrindo e se conectando com a força e a autenticidade de sua obra.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Além dos lançamentos musicais, o aniversário do álbum se estendeu para diferentes momentos e formatos, como a <strong>exposição imersiva na obra do artista que aconteceu no Rio de Janeiro e em São Paulo</strong>, um <strong>documentário nos cinemas</strong> e uma <strong>versão que em breve será lançada no streaming de vídeo</strong>, ampliando a presença de Cazuza junto a novas gerações de fãs e reafirmando sua influência na música.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Com os relançamentos e projetos comemorativos, Som Livre e Grupo Sony celebram não apenas os 40 anos de “Exagerado”, mas a atemporalidade de Cazuza. <em>“Celebrar os 40 anos do álbum ‘Exagerado’ é celebrar a genialidade do Cazuza — um artista que transformou a música brasileira com sua poesia e verdade. É uma alegria imensa para nós relembrar essa parceria tão especial, que segue viva e pulsante mesmo depois de quatro décadas</em>”, comenta <strong>Fernando Cabral</strong>, CEO da <strong>Sony Music Entertainment Brasil</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“<em>Cazuza continua nos tocando com sua arte, atravessando o tempo e se conectando com novas gerações, que encontram em suas palavras a mesma força e liberdade de sempre.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Com a remasterização do disco, a nova versão dessa canção icônica e o videoclipe comemorativo, Som Livre e Grupo Sony não apenas celebram os 40 anos de Exagerado, mas reafirmam a eternidade de um artista que nunca deixou de ser atual</em>”, completa <strong>Tatiana Cantinho</strong>, Vice-Presidente Sênior &amp; Label Head da <strong>Som Livre</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><u>Ficha Técnica </u></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Equipe Som Livre/Sony</p>
<p>Catálogo &#8211; Daniela Barcellos, Luciana Almeida, Estela Nascimento</p>
<p>Produção Audiovisual &#8211; Thais Souza, Clara Almeida, Isabela Albino</p>
<p>A&amp;R: Alan Lopes, João Cantanhede</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Direção &#8211; Guilherme Brehm</p>
<p>Co direção &#8211; Thiago Tuchu</p>
<p>Assistente de direção &#8211; Marina Lima</p>
<p>Produção &#8211; Mariana Campitelli</p>
<p>Assistente de produção &#8211; Luiza Monte</p>
<p>Direção de movimento &#8211; Danilo D’Alma</p>
<p>DOP &#8211; Carlos Chaves</p>
<p>1° assistente de câmera &#8211; Samuel Fortunato</p>
<p>2° assistente de câmera &#8211; Tes Lapa</p>
<p>Imagens de apoio(VHS) &#8211; Cristiano Ludolf</p>
<p>Operador Steadicam &#8211; Carlos Chaves</p>
<p>Gaffer &#8211; Roberto Wally</p>
<p>Arte &#8211; Equipe Addedo</p>
<p>Figurinista &#8211; Camila Monteiro</p>
<p>Assistentes de figurino: Serena Luá e Lucas Lopes</p>
<p>Maquiadora &#8211; Maria Moraes</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Casting:</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Dig Verardi</p>
<p>Antônio Azevedo</p>
<p>Pepê Moraes</p>
<p>Fernanda Fuchs</p>
<p>Amanda Paixão</p>
<p>Daniel Brasil</p>
<p>Danilo D’Alma</p>
<p>Eliana Montenegro</p>
<p>Filipi Escudine</p>
<p>Gilberto D’Alma</p>
<p>Muri Ferreira</p>
<p>Paola Belmonte</p>
<p>Rodrigo Soninho</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Edição &#8211; Gabriel Bargmann</p>
<p>Cor &#8211; Guilherme Brehm</p>
<p>Direção de arte motion &#8211; Dan Medeiros</p>
<p>Motion &#8211; Gerld</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Pesquisa de casting &#8211; Absolute Cinema e Danilo D’alma</p>
<p>Transporte &#8211; Gabriel Cartajena e Diogo Moura</p>
<p>Segurança &#8211; Jonathan Vianna</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><u>Sobre a Som Livre</u></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fundada em 1969, a Som Livre é uma das principais gravadoras do Brasil, reconhecida por revelar e consolidar grandes nomes da música nacional. Criada originalmente pelo Grupo Globo para lançar trilhas sonoras de novelas, a gravadora rapidamente se tornou referência no mercado fonográfico, com um catálogo que abrange MPB, pop, sertanejo, funk, trap e gospel.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em 2022, a Som Livre passou a integrar o grupo Sony Music Entertainment, fortalecendo sua presença global e reafirmando seu compromisso em unir tradição e inovação. Além de atuar como gravadora, a empresa também funciona como editora musical e agência de gerenciamento artístico, com foco em streaming, diversidade sonora e no desenvolvimento de novas vozes da música brasileira.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Atualmente, a Som Livre se destaca também na música urbana, incluindo rap e trap, e à frente do selo próprio SLAP, criado em 2011 para dar espaço a artistas autorais, inovadores e independentes. Ao mesmo tempo, mantém forte presença nos gêneros populares e tradicionais da música brasileira, como pop, samba, pagode, funk e sertanejo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Acompanhe a Som Livre nas redes:</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://click.cse360.com.br/Click/AddCampaignEmailClick/80244212-e58c-420b-71cb-08de124d4089/https%253a%252f%252fwww.instagram.com%252fsomlivre%252f/45077210-4ff3-48a6-a09c-33f6a6f9d5ef/marco@boomerangmusic.com.br/True">Instagram Som Livre</a></p>
<p><a href="https://click.cse360.com.br/Click/AddCampaignEmailClick/80244212-e58c-420b-71cb-08de124d4089/https%253a%252f%252fwww.facebook.com%252fsomlivre%252f%253flocale%253dpt_BR/45077210-4ff3-48a6-a09c-33f6a6f9d5ef/marco@boomerangmusic.com.br/True">Facebook Som Livre</a></p>
<p><a href="https://click.cse360.com.br/Click/AddCampaignEmailClick/80244212-e58c-420b-71cb-08de124d4089/https%253a%252f%252ftwitter.com%252fsomlivre/45077210-4ff3-48a6-a09c-33f6a6f9d5ef/marco@boomerangmusic.com.br/True">Twitter Som Livre</a></p>
<p><a href="https://click.cse360.com.br/Click/AddCampaignEmailClick/80244212-e58c-420b-71cb-08de124d4089/https%253a%252f%252fwww.youtube.com%252fchannel%252fUCEATCATai_oafDuqKssZITw/45077210-4ff3-48a6-a09c-33f6a6f9d5ef/marco@boomerangmusic.com.br/True">YouTube Som Livre</a></p>
<p><a href="https://click.cse360.com.br/Click/AddCampaignEmailClick/80244212-e58c-420b-71cb-08de124d4089/https%253a%252f%252fwww.linkedin.com%252fcompany%252fsom-livre%252f%253foriginalSubdomain%253dbr/45077210-4ff3-48a6-a09c-33f6a6f9d5ef/marco@boomerangmusic.com.br/True">LinkedIn Som Livre</a></p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Com informações: Assessoria de Imprensa Som Livre &#8211; Omim Comunicação</strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Fernanda Abreu lança projeto celebrando 30 anos de Da Lata</title>
		<link>https://boomerangmusic.com.br/fernanda-abreu-lanca-projeto-celebrando-30-anos-de-da-lata/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Oct 2025 15:49:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nostalgia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://boomerangmusic.com.br/?p=62389</guid>

					<description><![CDATA[DA LATA – 30 ANOS DE SUINGUE-BALANÇO-FUNK &#160; &#160; Fernanda Abreu celebra a longevidade do álbum Da Lata, lançado em 1995, com produção de documentário, livro, remix e relançamento em vinil. &#160; “Quando quis criar um disco que incorporasse o sentimento brasileiro, surgiu a ideia...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>DA LATA – 30 ANOS DE SUINGUE-BALANÇO-FUNK<br />
</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><em>Fernanda Abreu celebra a longevidade do álbum Da Lata, lançado em 1995, com produção de documentário, livro, remix e relançamento em vinil.</em></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Quando quis criar um disco que incorporasse o sentimento brasileiro, surgiu a ideia do batuque da lata. O tamborim e o pandeiro representam o samba como cultura oficial; a lata simboliza o mesmo batuque, porém no universo desigual do Brasil. A lata é a alternativa ao caminho oficial”, declarou Fernanda Abreu, em 17 de novembro de 1995, no jornal O Globo, data em que a turnê de seu mais recente e conceitual trabalho — lançado em julho daquele ano, o álbum <strong>Da Lata</strong> — chegava ao Rio de Janeiro. Nessa reflexão, Fernanda contextualizava o estágio artístico de seu trabalho, resultado da mistura daquela batucada hipnótica e irresistível com elementos da música pop eletrônica, ponto forte do disco e do show.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Assertivas, as resenhas das apresentações, que já haviam passado por outras regiões do país, foram amplamente positivas: “Fernanda transforma a lata num mito de modernidade”, “O show é explosivamente dançante” e ainda “As letras de A Lata, Veneno da Lata e Brasil é país do suingue celebram a alegria e musicalidade do Rio, projetando isso ao nível nacional”. De fato, as letras das canções, apoiadas na fartura de “grooves”, abordavam questões importantes da ex-capital do Brasil, — mas não apenas dela, apontavam temas pertinentes a outras metrópoles, nacionais e do terceiro mundo, como ilustra um trecho do poema do parceiro Chacal, na faixa &#8220;A Lata”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Meses antes, a crítica especializada já havia elogiado Da Lata pelo seu “sound design”, pelo cruzamento de gêneros musicais e também pelo elenco estelar de parceiros e colaboradores (Felipe Abreu, Herbert Vianna, Hermano Vianna, Fausto Fawcett, Laufer, Chacal, Luiz Stein, DJ Memê, Liminha e Will Womat), além, é claro, de destacar o olhar clínico de Fernanda, exaltando a efervescência cultural suburbana daquele momento. O mote em questão — a lata, este artefato extremamente útil e versátil, feito de metal pouco valioso para alguns, mas indispensável para a sobrevivência de centenas de milhares de pessoas — atravessa o nosso consciente coletivo há décadas, carimbando-o com simbolismos múltiplos, especialmente naquele que chamamos de “Brasil Real”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Há de se considerar, também, um evento amplamente conhecido, ocorrido em setembro de 1987, quando tripulantes da Solana Star atiraram ao mar parte de um carregamento de duas toneladas de maconha, oriundas da Tailândia, quando a força-tarefa da Polícia Federal se aproximou da embarcação, que navegava a cerca de 300 km da costa brasileira. Dias depois, as latas contendo a droga chegaram às praias do Rio de Janeiro, de São Paulo e de outras regiões – daí a origem do termo “da lata”, adotado por comunidades de jovens, atribuindo à gíria o sentido de algo bom, de qualidade superior, especial e até proibido.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Deliberadamente, Fernanda Abreu abordou temas sensíveis, culturais e sociais, sob outros ângulos, ressignificando ideias e situações comumente associadas à miséria, pobreza, carência, precariedade e até à falta de amor-próprio do brasileiro, nomeada “complexo de vira-lata” por Nelson Rodrigues. Assim como a carioca Nara Leão, que abraçou e redimensionou a música do morro, colocando-a nos palcos da zona sul do Rio, Fernanda Abreu tomou para si o batuque reinventado no subúrbio e na favela carioca, promovendo seu diálogo com “samplers”, “drum machines”, “sequencers” e demais avanços da tecnologia de ponta que haviam surgido.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A linha estética do projeto visual na totalidade — capa e encarte do CD, fotos de divulgação, cenário e figurino, resultado do trabalho de uma equipe formada por profissionais de renome – Luiz Stein (cenógrafo e ex-marido de Fernanda), Walter Carvalho (fotógrafo) e Claudia Kopke (figurinista) –, alinhada à sonoridade e à temática das letras, unificaram os conceitos do álbum e do show. A turnê consolidaria, de vez, o status do trabalho da cantora, compositora e “front woman” Fernanda Abreu.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Concebido por ela, produzido por Liminha e Will Womat, do britânico Soul II Soul, &#8220;Da Lata&#8221; emplacaria quatro singles no rádio, ganharia videoclipes bem produzidos com coreografias da amiga Deborah Colker, receberia o prêmio disco de ouro da ABPD pela venda superior a cem mil cópias e seria lançado no mercado europeu, internacionalizando o trabalho da moça. Lançado pela EMI (hoje Universal Music Brasil), Da Lata ascenderia à nobre categoria de álbum clássico, permanecendo relevante após seu lançamento, transpassando modas e tendências da indústria cultural e tornando-se um autêntico clássico do pop brasileiro, com altíssimo valor de replay.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em 2025, a multifacetada Fernanda Abreu reafirma-se, mais uma vez, como ótima gestora de sua obra, celebrando os trinta anos de Da Lata, álbum ambicioso e atemporal. A comemoração se materializa em diversos projetos a saber:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>– Documentário realizado pela produtora Garota Sangue Bom e coproduzido pela TV Zero, dirigido por Paulo Severo, com roteiro deste e de Fernanda, com bastidores do processo criativo de Da Lata através do impressionante acervo de imagens registradas em foto e vídeo da pré-produção e gravação no Rio de Janeiro, da mixagem em Londres e das apresentações da turnê. Além de entrevistas atuais, analisando conquistas e revelando adversidades que Fernanda teve que à época.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>– Relançamento do álbum Da Lata em vinil, suporte físico que, na prática, importa hoje, que será lançado pelo Clube do Vinil, da Universal Music Brasil.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>– O hit Garota Sangue Bom, o 3º single do disco, ganha um remix inédito, assinado por Bruna Ferreira e Lívia Lanzoni, DJs e produtoras de São Paulo que formam o duo “From House to Disco”. A faixa, que também terá lançamento pela Universal Music Brasil, chegará às plataformas de streaming no dia 13 de novembro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>– Lançamento do livro Da Lata – 30 anos, editado pela Cobogó e coeditado pela Garota Sangue Bom, reunindo textos de colaboradores, matérias publicadas, fotos conhecidas e inéditas do projeto visual do disco, da turnê e do figurino, além de cartazes e itens da sua memorabília.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Há mais de duas décadas, trabalho com pesquisa e resgate de acervos e afirmo que raríssimas vezes encontrei alguém no mercado fonográfico nacional — desde gravadoras até artistas — com o mesmo cuidado e dedicação com sua obra como a artista tem demonstrado. Fernanda Abreu, uma das pessoas mais organizadas e profissionais de nosso meio, vislumbrou, ao longo do tempo, o que o futuro lhe reservaria, se preparou e os 35 anos de carreira solo, comemora sua longevidade como artista brasileira, que se tornou uma das principais vozes femininas de sua geração, potente e engajada. Sua obra discográfica é o reflexo desse comprometimento, expresso nos nove álbuns gravados ao longo de sua jornada, retratando, em canções, a beleza e o caos da vida cotidiana nas metrópoles, especialmente do Rio de Janeiro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O amor pela cidade onde nasceu, vive e se identifica plenamente, rendeu-lhe um título que ostenta com orgulho, relatado por ela mesma no documentário Da Lata – 30 anos: “desde 1995 até hoje, qualquer pessoa que vai me apresentar, em qualquer evento, seja uma cerimônia, seja um show, em qualquer lugar, diz: “com vocês, a garota carioca suingue sangue bom – Fernanda Abreu!!!”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><em>Release acima por Charles Gavin, setembro de 2025</em></strong></p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<p><strong>PRODUTOS 30 ANOS DA LATA</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-62396" src="https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2025/10/Captura-de-tela-2025-10-10-125907-228x300.jpg" alt="" width="312" height="411" srcset="https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2025/10/Captura-de-tela-2025-10-10-125907-228x300.jpg 228w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2025/10/Captura-de-tela-2025-10-10-125907.jpg 537w" sizes="(max-width: 312px) 100vw, 312px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><a href="https://www.cobogo.com.br/produto/fernanda-abreu-da-lata-30-anos-776?language=pt-BR">ADQUIRA O LIVRO AQUI</a></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://vimeo.com/1123605215?share=copy"><strong>Documentário</strong></a><strong> </strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Confira o repertório do vinil<em> “Da Lata”</em></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Lado A:</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>1 – “A Lata” (Fernanda Abreu / Chacal / Marcos Suzano) – Participação especial: Chacal</p>
<p>2 – “Veneno da Lata” / Incidentais: Vamo Bate Lata / A Lata (Will Mowat / Fernanda Abreu) – Participações especiais: Hebert Vianna e Sofia Stein</p>
<p>3 – “Garota Sangue Bom” / Incidental: We Funk U2 – Edit (Fernanda Abreu / Fausto Fawcett) – Participação especial: Fausto Fawcett</p>
<p>4 – “Tudo Vale A Pena” / Incidental: Miséria No Japão – Edit (Fernanda Abreu / Pedro Luis)</p>
<p>5 – “Um Dia Não Outro Sim” (Fernanda Abreu / Marcelo Lobato) – Participação especial: Daddae Harvey</p>
<p>6 – “A Tua Presença Morena” (Caetano Veloso)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Lado B:</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>1 – “Brasil É O País Do Suingue” / Incidental: I Didn&#8217;t Come – Edit (Fernanda Abreu / Fausto Fawcett / Laufer / Hermano Vianna)</p>
<p>2 – “Esse É O Lugar” (Fernanda Abreu / Fernando Vidal / Aurelio Dias)</p>
<p>3 – “Dois” – Edit (Fernanda Abreu / Will Mowat / Pedro Luis)</p>
<p>4 – “Somos Um” (Doomed) &#8211; Edit (Mathilda Kovac)</p>
<p>5 – “Sla 3 (São Sebastião Lembrança Aérea)” (Fernanda Abreu / Marcelo Lobato / Chico Neves)</p>
<p>6 – “Babilônia Rock” (Robson Jorge / Lincoln Olivetti / Guto Graça Mello / Naila) &#8211; Participação especial: Cláudio Zoli</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O vinil &#8220;Da Lata&#8221; </strong>será o destaque do mês de <strong>novembro</strong> do <a href="https://www.clubedovinil.com/"><strong>Clube do Vinil</strong></a><strong>. </strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Vendas exclusivamente na UMusic Store, a partir de 1º de novembro de 2025.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>FICHA TÉCNICA DO PROJETO</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>DOCUMENTÁRIO – FERNANDA ABREU &#8211; DA LATA 30 ANOS</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Direção e Edição: Paulo Severo</p>
<p>Roteiro: Paulo Severo e Fernanda Abreu</p>
<p>Direção de Arte: Luiz Stein</p>
<p>Roteiro das Entrevistas: Silvio Essinger</p>
<p>Trilha Sonora e Direção De Som: Tuto Ferraz</p>
<p>Produção Executiva: Garota Sangue Bom</p>
<p>Coordenação de Produção: Thais Bernardini</p>
<p>Coordenação de Projeto: Fomentaê</p>
<p>Direção Geral: Fernanda Abreu</p>
<p>Produção e Realização: Garota Sangue Bom Produções Artísticas</p>
<p>Coprodução: Tv Zero</p>
<p>Patrocínio Master: Prefeitura do Rio De Janeiro e Secretaria de Cultura do Rio De Janeiro</p>
<p>Apoios: Universal Music e UBC (União Brasileira De Compositores)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Entrevistados (por ordem alfabética):</p>
<p>Bruno Boulay &#8211; consultor em indústrias culturais</p>
<p>Chacal- poeta</p>
<p>Charles Gavin &#8211; músico e pesquisador</p>
<p>Chico Neves &#8211; produtor musical</p>
<p>Claudia Assef &#8211; jornalista</p>
<p>Claudia Kopke &#8211; figurinista</p>
<p>Daniel Souza &#8211; produtor e presidente Ação da Cidadania</p>
<p>Danielle Albuquerque &#8211; presidente fã clube oficial</p>
<p>Deborah Colker- coreógrafa</p>
<p>Denise Romano – relações internacionais</p>
<p>DJ MEME &#8211; produtor musical e DJ</p>
<p>Fausto Fawcett &#8211; escritor e compositor</p>
<p>Felipe Abreu &#8211; preparador vocal</p>
<p>Fernando Vidal &#8211; guitarrista</p>
<p>Herbert Vianna – cantor e compositor</p>
<p>Hermano Vianna- antropólogo</p>
<p>Ivo Meirelles &#8211; cantor e compositor</p>
<p>Jefferson Pazini &#8211; vice-presidente fã clube oficial</p>
<p>Jerônimo Machado- produtor executivo</p>
<p>João Augusto &#8211; produtor musical e diretor artístico EMI Brasil 1995</p>
<p>José Fortes &#8211; empresário</p>
<p>Jovi Joviniano- percussionista e compositor</p>
<p>Lenine – cantor e compositor</p>
<p>Liminha &#8211; produtor musical</p>
<p>Luiz Stein &#8211; diretor de arte</p>
<p>Marcelo Sebá &#8211; produtor executivo e cineasta</p>
<p>Marcos Suzano &#8211; percussionista</p>
<p>Paulo Lima – presidente da Universal Music Brasil</p>
<p>Pedro Luís &#8211; cantor e compositor</p>
<p>Rafael Mattoso &#8211; historiador</p>
<p>Simon Fuller &#8211; empresário e produtor</p>
<p>Walter Carvalho &#8211; fotógrafo e diretor</p>
<p>Will Mowat &#8211; produtor musical</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>LIVRO – FERNANDA ABREU &#8211; DA LATA 30 ANOS / 2025</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Direção de Arte eProjeto Gráfico: Luiz Stein</p>
<p>Coordenação Geral: Fernanda Abreu</p>
<p>Editora: Cobogó́</p>
<p>Coeditora: Garota Sangue Bom</p>
<p>Produção Executiva: Garota Sangue Bom</p>
<p>Gráfica: Leograf</p>
<p>Editoração Eletrônica: Fernando Grossman</p>
<p>Produtor Gráfico: Zé Flávio Chaves</p>
<p>Coordenação de Produção: Thais Bernardini</p>
<p>Produzido e Realizado por: Garota Sangue Bom Produçoes Artísticas</p>
<p>Editora: Cobogó</p>
<p>Patrocínio Master: Prefeitura do Rio De Janeiro e Secretaria de Cultura do Rio De Janeiro</p>
<p>Apoios: Universal Music e UBC (União Brasileira De Compositores)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>VINIL DA LATA (REEDIÇÃO 2025)</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Produção Universal Music</p>
<p><strong>Álbum “Da Lata” original – 1995</strong></p>
<p>Idealizado por: Fernanda Abreu</p>
<p>Produzido por:<br />
Liminha (faixas: “Garota Sangue Bom”, “Tudo Vale a Pena”, “Um Dia Não Outro Sim” e “Brasil é o País do Suingue” e “SLA 3”)</p>
<p>Will Mowat (faixas: “Veneno da Lata”, “A Tua presença”, “Somos Um” e “Dois”)</p>
<p>Chico Neves (faixas: “A Lata” e “SLA 3”)</p>
<p>DJ Meme – (faixa: Babilônia Rock)</p>
<p>Direção Artística: João Augusto (EMI Brasil)</p>
<p>Coordenação Geral: José Fortes</p>
<p>Gravado nos Estúdios Nas Nuvens e Discover / Rio de Janeiro entre janeiro e março de 1995<br />
Mixado no Soul II Soul Studio em abril de 1995 por” Eugene Ellis, Liminha e Will Mowat</p>
<p>Masterizado por: Ricardo Garcia / Magic Master</p>
<p>Capa/ projeto visual:<br />
Direção de Arte e cenografia: Luiz Stein<br />
Fotos: Walter Carvalho<br />
Figurino: Claudia Kopke</p>
<p>Reedição em vinil 2025</p>
<p>Masterizado por: Ricardo Garcia / Magic Master</p>
<p>Adaptação Gráfica da Capa: Luiz Stein</p>
<p>Tratamento de Imagem: Matheus Meira</p>
<p>Finalização e Coordenação Gráfica: Leka Coutinho/ Estudio 3</p>
<p>Revisão de texto: Luiz Augusto (Revendo Texto)</p>
<p>Gerência de Projeto: Alice Soares<br />
Gerência Comercial: Rafael Felix</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>REMIX “GAROTA SANGUE BOM” / 2025 (Extended &amp; Radio Edit)</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Remix por: From House to Disco</p>
<p>Bateria eletrônica, sintetizadores e baixo: Livia Lanzoni, Bruna Ferreira Vasconcelos</p>
<p>Cordas e teclados: Antônio Dal Bó</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>COMUNICAÇÃO FERNANDA ABREU &#8211; DA LATA 30 ANOS</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Coordenação de Comunicação: Thais Bernardini<br />
Assessoria de Comunicação: Lupa Comunicação<br />
CEO: Luisi Valadão</p>
<p>Atendimento: Fernanda Miranda</p>
<p>Comunicação Digital: Agencia Mena<br />
CEO: Rafael Tex</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Com informações: LUPA Comunicação</strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
