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	<title>Nostalgia &#8211; Boomerang Music</title>
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	<link>https://boomerangmusic.com.br</link>
	<description>Informação, Novidade e Atualidade</description>
	<lastBuildDate>Thu, 30 Jul 2026 22:28:05 +0000</lastBuildDate>
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		<title>O clássico álbum dos Beatles, “Rubber Soul”, ganha nova edição especial</title>
		<link>https://boomerangmusic.com.br/o-classico-album-dos-beatles-rubber-soul-ganha-nova-edicao-especial/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Jul 2026 22:28:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nostalgia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Nova edição especial e chega em 2 de outubro pela UMG/APPLE CORPS LTD   Com nova mixagem assinada por Giles Martin e Sam Okell, a edição reúne o álbum em novas versões em estéreo e Dolby Atmos, além da mixagem mono original e da versão...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Nova edição especial e chega em 2 de outubro pela UMG/APPLE CORPS LTD</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><em>Com nova mixagem assinada por Giles Martin e Sam Okell, a edição reúne o álbum em novas versões em estéreo e Dolby Atmos, além da mixagem mono original e da versão norte-americana lançada pela Capitol Records. O lançamento também é expandido com gravações inéditas das sessões, demos e o single original de 1965, com os dois lados A: “Day Tripper” e “We Can Work It Out”.</em></p>
<p><em>Já disponível em pré-venda em múltiplos formatos: LP, CD e Blu-ray</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>“Michelle (Take 1)” já está disponível </em><a href="https://br.umusic-online.com/c/AQiHlA4QufY6GInA8tQBIK2h3w4ovoG8F-SGu7z9VRYQy8R5H5AcmQ3VDCqSxNV135pXqt6DKY_3"><strong><em>OUÇA AQUI</em></strong></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A UMG e a Apple Corps Ltd. têm o prazer de anunciar o lançamento de uma Edição Especial ampliada de “<strong><em>Rubber Soul</em></strong>”, o histórico álbum dos <strong>Beatles</strong> de 1965. Com nova mixagem assinada pelo produtor Giles Martin e pelo engenheiro Sam Okell, a coleção apresenta o álbum em novas e impressionantes mixagens em estéreo e Dolby Atmos, além da mixagem mono original e da versão norte-americana originalmente lançada pela Capitol Records. Esta Edição Especial também expande a experiência de <em>“Rubber Soul”</em> com gravações inéditas das sessões do disco e demos caseiras, além do single lançado originalmente em dezembro de 1965, com dois lados A: “Day Tripper/ We Can Work It Out”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>“Michelle (Take 1)” já está disponível para audição </strong><a href="https://br.umusic-online.com/c/AQiHlA4QufY6GInA8tQBIK2h3w4ovoG8F-SGu7z9VRYQy8R5H5AcmQ3VDCqSxNV135pXqt6DKY_3"><strong>aqui</strong></a> <strong>.</strong></p>
<p><strong>As novas edições serão lançadas em 2 de outubro e já estão disponíveis para pré-venda <u><a href="https://br.umusic-online.com/c/AQiHlA4QufY6GInA8tQBIK-h3w4ovoG8F60I-1hkVqDtemNkrsmIlKHvZN1iCdI72H3N_qWjRtxg">na UMusic Store</a></u>.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Lançado em 3 de dezembro de 1965, <em>“Rubber Soul”</em> marcou um momento decisivo na evolução dos Beatles. Coroando um ano incrível, em que John Lennon, Paul McCartney, George Harrison e Ringo Starr alcançaram o auge artístico e comercial, o álbum revela uma banda capaz de ir além das convenções da música pop, adotando abordagens mais ousadas na composição e na gravação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Gravado ao longo de quatro semanas, entre outubro e novembro de 1965, após o show recordista de público da banda — que reuniu mais de 55 mil fãs no Shea Stadium, em Nova Iorque —, “<strong><em>Rubber Soul</em></strong>” captura os Beatles em um momento de transformação criativa. Com clássicos como “Drive My Car”, “Norwegian Wood (This Bird Has Flown)”, “Nowhere Man”, “Michelle”, “Girl” e “In My Life”, o álbum revela a banda explorando novos instrumentos, sonoridades e técnicas de gravação, sendo amplamente reconhecido como um dos primeiros grandes exemplos do álbum pop concebido como uma obra de arte.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Amplamente aclamado como um dos maiores álbuns de todos os tempos e um marco na evolução do álbum pop,<em> “Rubber Soul”</em> reflete o início de um período em que, livres de compromissos com shows, rádio ou cinema, a música, as ideias e as ambições criativas desenfreadas dos<strong> </strong>Beatles<strong> </strong>começaram a florescer de verdade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Todos os novos formatos de “<em>Rubber Soul</em>” apresentam a nova mixagem estéreo do álbum, criada diretamente a partir das fitas master originais de quatro canais. O resultado é um áudio de impressionante clareza, alcançado por meio da tecnologia de ponta de demixagem, desenvolvida pela premiada equipe de som liderada por Emile de la Rey, da WingNut Films Productions Ltd., de Peter Jackson, sem abrir mão da fidelidade ao espírito das gravações originais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Com lançamento marcado para 2 de outubro, a reedição reúne, pela primeira vez, as 14 novas mixagens em estéreo. As edições expandidas também revelam os bastidores da produção de “<em>Rubber Soul</em>”. Nas edições Super Deluxe, os fãs poderão explorar 24 gravações das sessões iniciais, incluindo 20 takes inéditos e três demos caseiras inéditas. Entre os destaques estão versões iniciais de “Day Tripper” e “We Can Work It Out”, além de “Little Girl”, um esboço de composição de John Lennon nunca antes divulgado. As coleções trazem ainda o álbum original em mono, a versão original do álbum lançada pela Capitol Records norte-americana e o single de 1965 com dois lados A. Já as edições Deluxe em 2 CDs e 2 LPs apresentam uma seleção especialmente curada com os principais destaques das sessões de gravação, das demos e do single.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>As edições Super Deluxe em 4 CDs e 5 LPs vêm acompanhadas de um livro de capa dura com 88 páginas, contendo uma introdução escrita especialmente por Paul McCartney e um prefácio compilado a partir de declarações do próprio John Lennon, reunindo reflexões sobre <em>“Rubber Soul” </em>ao longo de sua vida, incluindo o período após o fim dos Beatles. Essas duas obras oferecem uma perspectiva única sobre a produção e o impacto duradouro do álbum, além reunirem fotografias raras, informações detalhadas de seus bastidores e notas sobre as faixas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>“Rubber Soul” </em>estará disponível nas edições padrão de 1 CD e 1 LP, nas edições Deluxe de 2 CDs e 2 LPs e nas edições Super Deluxe de 4 CDs e 5 LPs. A coleção também estará disponível em Blu-ray, apresentando a nova mixagem em Dolby Atmos, áudio estéreo de alta resolução e vídeos promocionais das músicas “Day Tripper” e “We Can Work It Out”, além de edições limitadas em vinil laranja e edições exclusivas em vinil “Zoetrope” para venda direta ao consumidor (D2C). Confira formatos disponíveis na <strong>UMusic Store</strong>. Saiba mais aqui: <a href="https://br.umusic-online.com/c/AQiHlA4QufY6GInA8tQBIK-h3w4ovoG8F60I-1hkVqDtemNkrsmIlKHvZN1iCdI72H3N_qWjRtxg">https://www.umusicstore.com/the-beatles</a> .</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Os Beatles continuam sendo um dos grupos musicais de maior sucesso e influência da história. Mais de cinco décadas após sua separação, sua música continua a ressoar entre as gerações, desde os fãs que viveram a beatlemania na década de 1960 até novos públicos que descobrem “Hey Jude” e “Let It Be” através das plataformas de streaming e redes sociais. Além das vendas de discos, eles revolucionaram a moda, a cultura jovem, a composição musical e a produção de álbuns, deram início à chamada “Invasão Britânica” nos Estados Unidos e redefiniram os rumos da música popular com álbuns inovadores como <em>“Rubber Soul”</em> e <em>“Sgt. Pepper&#8217;s Lonely Hearts Club Band”</em>. Seu legado continua atraindo milhões de visitantes a locais emblemáticos, como os Estúdios Abbey Road, onde fãs de todo o mundo ainda se reúnem para recriar a icônica travessia registrada na capa do álbum “Abbey Road”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em um anúncio feito no início deste mês, o número 3 da Savile Row — local do histórico show na cobertura — será transformado na primeira experiência oficial para fãs, com inauguração prevista para 2027. Em um futuro não muito distante, há um aguardadíssimo evento cinematográfico com quatro filmes sobre os Beatles programado para estrear em abril de 2028 pela Sony Pictures Entertainment e pela Neal Street Productions. O projeto marca a primeira vez que a Apple Corps Ltd. e os Beatles concederam os direitos completos sobre a história de vida e a música para um filme com roteiro. Dirigido por Sam Mendes, o filme será estrelado por Harris Dickinson (John Lennon), Barry Keoghan (Ringo Starr), Paul Mescal (Paul McCartney) e Joseph Quinn (George Harrison).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Mais de seis décadas após seu lançamento original, <em>“Rubber Soul”</em> continua sendo um marco na história dos Beatles: o álbum que fez a ponte entre a febre da beatlemania e o período de ousadia criativa que culminou em obras como <em>“Revolver”</em>,<em> “Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band”</em> e nos trabalhos seguintes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>“<em>Rubber Soul</em>” &#8211; Special Edition Super Deluxe (68 faixas):</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>5LP Box Set</strong></p>
<p>Box Set com 5 LPs, prensagem em vinil de 180 gramas, com compacto de 7 polegadas, livro de capa dura com 88 páginas em caixa protetora de 12 x 12 polegadas</p>
<ul>
<li>LP1:<em>“Rubber Soul</em>” (Nova mixagem em estéreo) masterizada a meia velocidade: 14 faixas</li>
<li>LP2 &amp; 3: Sessions and Demos (Stereo) masterizada à meia velocidade: 26 faixas</li>
<li>LP4: <em>“Rubber Soul” </em>(Original mono master): 14 faixas</li>
<li>LP5:<em>“Rubber Soul”</em>(Original Capitol US album): 12 faixas</li>
<li>7”: “Day Tripper” &amp; “We Can Work It Out” (Stereo)</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>4CD Box Set</strong></p>
<p>Box set com 4 CDs e livro de capa dura com 88 páginas em caixa protetora de 12 x 12 polegadas</p>
<ul>
<li>CD 1:<em>“Rubber Soul”</em>(Nova mixagem em estéreo): 14 faixas</li>
<li>CD 2: Sessões de gravação, demos e o single (estéreo): 28 faixas</li>
<li>CD 3:<em>“Rubber Soul” </em>(Original mono master): 14 faixas</li>
<li>CD 4:<em>“Rubber Soul” </em>(Original Capitol US album): 12 faixas</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>Edições exclusivas das Super Deluxe Box Sets de 5 LPs e 4CDs, com um pôster exclusivo e um conjunto de cards estarão disponíveis na <a href="https://br.umusic-online.com/c/AQiHlA4QufY6GInA8tQBILCh3w4ovoG8F2vP5pJ5dS3nAsadF6JPk9fVwTwkM-ZPw032pFMkQx_h">loja oficial dos Beatles</a>, assim como uma versão em picture disc Zoetrope.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>“<em>Rubber Soul</em>” &#8211; Special Edition Deluxe (30 faixas)</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>2LP</strong></p>
<p>LP duplo de vinil de 180 gramas masterizado a meia velocidade com capa gatefold e encarte de 4 páginas com versão resumida do livro da versão Deluxe:</p>
<ul>
<li>LP1: “Rubber Soul” (Nova mixagem estéreo): 14 faixas</li>
<li>LP2: O Single, demos e destaques das sessões de gravação (Estéreo): 16 faixas</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>2CD</strong></p>
<p>CD duplo em digisleeve e caixa protetora, com encarte de 40 páginas com versão resumida do livro da versão Super Deluxe:</p>
<ul>
<li>DISC 1: Rubber Soul (New stereo mix): 14 faixas</li>
<li>DISC 2: O single, demos e destaques das sessões de gravação: 16 faixas</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Rubber Soul &#8211; Special Edition Standard (14 faixas)</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>1LP</strong> (Nova mixagem estéreo) masterizada a meia velocidade em vinil de 180 gramas</p>
<p><strong>1LP </strong>(Nova mixagem estéreo) masterizada a meia velocidade em vinil de 180 gramas (cor laranja)</p>
<p><strong>1CD</strong> em digisleeve + livreto de 20 páginas (Nova mixagem em estéreo)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>“<em>Rubber Soul</em>” &#8211; Blu-ray Edition (16 faixas + 4 vídeos)</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>1 Blu-ray disc</strong></p>
<p>Nova mixagem em estéreo em alta resolução, áudio 96kHz/24-bit, nova mixagem Dolby Atmos e quatro vídeos</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Lista de faixas:</strong></p>
<p><strong>“<em>Rubber Soul</em>” &#8211; Special Edition Super Deluxe: 5LP + 7” Single Box Set</strong></p>
<p><strong>LP1 &#8211; Nova mixagem em estéreo</strong></p>
<p>Side A</p>
<p>A1. Drive My Car</p>
<p>A2. Norwegian Wood (This Bird Has Flown)</p>
<p>A3. You Won&#8217;t See Me</p>
<p>A4. Nowhere Man</p>
<p>A5. Think For Yourself</p>
<p>A6. The Word</p>
<p>A7. Michelle</p>
<p>Side B</p>
<p>B1. What Goes On</p>
<p>B2. Girl</p>
<p>B3. I&#8217;m Looking Through You</p>
<p>B4. In My Life</p>
<p>B5. Wait</p>
<p>B6. If I Needed Someone</p>
<p>B7. Run For Your Life</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>LP2 &#8211; Sessões de gravação, demos e o Single (Disc 1)</strong></p>
<p>Side A</p>
<p>A1. Wait (Take 3 – instrumental backing track)</p>
<p>A2. Run For Your Life (Takes 1-5 – instrumental backing track)</p>
<p>A3. Norwegian Wood (This Bird Has Flown) (First version –Take 1)</p>
<p>A4. Norwegian Wood (This Bird Has Flown) (Second version –Take 2)</p>
<p>A5. Norwegian Wood (This Bird Has Flown) (Third version – Take 3)</p>
<p>A6. Drive My Car (Takes 1 and 2 – instrumental backing track)</p>
<p>A7. Day Tripper (Songwriting work tape)</p>
<p>Side B</p>
<p>B1. Day Tripper (Take 1 – instrumental backing track)</p>
<p>B2. Day Tripper (Takes 2 and 3 – instrumental backing track)</p>
<p>B3. If I Needed Someone (Take 1 – instrumental backing track)</p>
<p>B4. In My Life (Take 1)</p>
<p>B5. In My Life (Extract with unused organ solo)</p>
<p>B6. We Can Work It Out (Paul’s demo)</p>
<p>B7. We Can Work It Out (Take 1 – instrumental backing track)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>LP3 &#8211; Sessões de gravação, demos e o single (Disc 2)</strong></p>
<p>Side A</p>
<p>A1. Nowhere Man (First version – Take 2)</p>
<p>A2. Nowhere Man (Second version – Take 5 – instrumental backing track)</p>
<p>A3. I’m Looking Through You (First version – Take 1)</p>
<p>A4. I’m Looking Through You (Second version – Take 2)</p>
<p>A5. I’m Looking Through You (Second version – Take 3)</p>
<p>A6. Michelle (Guitar rehearsal)</p>
<p>A7. Michelle (Take 1)</p>
<p>Side B</p>
<p>B1. What Goes On (Take 1 – instrumental backing track)</p>
<p>B2. The Word (Takes 1 and 2 – instrumental backing track)</p>
<p>B3. Girl (Take 2 – instrumental backing track)</p>
<p>B4. Beatle Talk (Think For Yourself vocal overdubs)</p>
<p>B5. Little Girl (John’s demo)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>LP4 &#8211; Mono</strong></p>
<p>Side A</p>
<p>A1. Drive My Car</p>
<p>A2. Norwegian Wood (This Bird Has Flown)</p>
<p>A3. You Won&#8217;t See Me</p>
<p>A4. Nowhere Man</p>
<p>A5. Think For Yourself</p>
<p>A6. The Word</p>
<p>A7. Michelle</p>
<p>Side B</p>
<p>B1. What Goes On</p>
<p>B2. Girl</p>
<p>B3. I&#8217;m Looking Through You</p>
<p>B4. In My Life</p>
<p>B5. Wait</p>
<p>B6. If I Needed Someone</p>
<p>B7. Run For Your Life</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>LP5 &#8211; Versão americana do álbum</strong></p>
<p>Side A</p>
<p>A1. I’ve Just Seen A Face</p>
<p>A2. Norwegian Wood (This Bird Has Flown)</p>
<p>A3. You Won&#8217;t See Me</p>
<p>A4. Think For Yourself</p>
<p>A5. The Word</p>
<p>A6. Michelle</p>
<p>Side B</p>
<p>B1. It’s Only Love</p>
<p>B2. Girl</p>
<p>B3. I’m Looking Through You</p>
<p>B4. In My Life</p>
<p>B5. Wait</p>
<p>B6. Run For Your Life</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>7” Single</strong></p>
<p>Side A:</p>
<p>A1. Day Tripper</p>
<p>Side AA:</p>
<p>AA1. We Can Work It Out</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>“<em>Rubber Soul</em>” &#8211; Special Edition Super Deluxe: 4CD Box Set</strong></p>
<p><strong>CD 1:</strong> Nova mixagem em estéreo (14 faixas, na sequência idêntica à do LP1)</p>
<p><strong>CD 2:</strong> Sessões de gravação, demos e o single (28 faixas)</p>
<ol>
<li>Wait (Take 3 – instrumental backing track)</li>
<li>Run For Your Life (Takes 1-5 – instrumental backing track)</li>
<li>Norwegian Wood (This Bird Has Flown) (First version – Take 1)</li>
<li>Norwegian Wood (This Bird Has Flown) (Second version – Take 2)</li>
<li>Norwegian Wood (This Bird Has Flown) (Third version – Take 3)</li>
<li>Drive My Car (Takes 1 and 2 – instrumental backing track)</li>
<li>Day Tripper (Songwriting work tape)</li>
<li>Day Tripper (Take 1 – instrumental backing track)</li>
<li>Day Tripper (Takes 2 and 3 – instrumental backing track)</li>
<li>If I Needed Someone (Take 1 – instrumental backing track)</li>
<li>In My Life (Take 1)</li>
<li>In My Life (Extract with unused organ solo)</li>
<li>We Can Work It Out (Paul’s demo)</li>
<li>We Can Work It Out (Take 1 – instrumental backing track)</li>
<li>Nowhere Man (First version – Take 2)</li>
<li>Nowhere Man (Second version – Take 5 – instrumental backing track)</li>
<li>I’m Looking Through You (First version – Take 1)</li>
<li>I’m Looking Through You (Second version – Take 2)</li>
<li>I’m Looking Through You (Second version – Take 3)</li>
<li>Michelle (Guitar rehearsal)</li>
<li>Michelle (Take 1)</li>
<li>What Goes On (Take 1 – instrumental backing track)</li>
<li>The Word (Takes 1 and 2 – instrumental backing track)</li>
<li>Girl (Take 2 – instrumental backing track)</li>
<li>Beatle Talk (Think For Yourself vocal overdubs)</li>
<li>Little Girl (John’s demo)</li>
<li>Day Tripper (2023 mix)</li>
<li>We Can Work It Out (2023 mix)</li>
</ol>
<p><strong>CD 3: </strong>Original Mono Master (14 tracks &#8211; identical sequence to LP4)</p>
<p><strong>CD 4:</strong> Original Capitol US Album (12 tracks &#8211; identical sequence to LP5)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><em>“Rubber Soul”</em></strong><strong> &#8211; Special Edition Deluxe: 2LP / 2CD</strong></p>
<p>(CD 1 / LP1 traz as 14 faixas em nova mixagem estéreo)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>CD 2 / LP2: O Single, demos e destaques das sessões de gravação</strong></p>
<p>Side A:</p>
<p>A1. Day Tripper (Songwriting work tape)</p>
<p>A2. Day Tripper (2023 mix)</p>
<p>A3. We Can Work It Out (Paul’s demo)</p>
<p>A4. We Can Work It Out (2023 mix)</p>
<p>A5. Wait (Take 3 – instrumental backing track)</p>
<p>A6. Run For Your Life (Takes 1-5 – instrumental backing track)</p>
<p>A7. Norwegian Wood (This Bird Has Flown) (Second version – Take 2)</p>
<p>A8. Drive My Car (Takes 1 and 2 – instrumental backing track)</p>
<p>A9. If I Needed Someone (Take 1 – instrumental backing track)</p>
<p>Side B:</p>
<p>B1. In My Life (Take 1)</p>
<p>B2. Nowhere Man (Second version – Take 5 – instrumental backing track)</p>
<p>B3. Michelle (Take 1)</p>
<p>B4. What Goes On (Take 1 – instrumental backing track)</p>
<p>B5. I’m Looking Through You (Second version – Take 3)</p>
<p>B6. The Word (Takes 1 and 2 – instrumental backing track)</p>
<p>B7. Girl (Take 2 – instrumental backing track)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>“Rubber Soul” &#8211; Blu-ray Edition</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>2026 Atmos Mix</strong></p>
<ol>
<li>Drive My Car</li>
<li>Norwegian Wood (This Bird Has Flown)</li>
<li>You Won&#8217;t See Me</li>
<li>Nowhere Man</li>
<li>Think For Yourself</li>
<li>The Word</li>
<li>Michelle</li>
<li>What Goes On</li>
<li>Girl</li>
<li>I&#8217;m Looking Through You</li>
<li>In My Life</li>
<li>Wait</li>
<li>If I Needed Someone</li>
<li>Run For Your Life</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>2023 Atmos Mix</strong></p>
<ol start="15">
<li>Day Tripper</li>
<li>We Can Work It Out</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>2026 Stereo Mix</strong></p>
<ol>
<li>Drive My Car</li>
<li>Norwegian Wood (This Bird Has Flown)</li>
<li>You Won&#8217;t See Me</li>
<li>Nowhere Man</li>
<li>Think For Yourself</li>
<li>The Word</li>
<li>Michelle</li>
<li>What Goes On</li>
<li>Girl</li>
<li>I&#8217;m Looking Through You</li>
<li>In My Life</li>
<li>Wait</li>
<li>If I Needed Someone</li>
<li>Run For Your Life</li>
</ol>
<p><strong>2023 Stereo Mix</strong></p>
<ol start="15">
<li>Day Tripper</li>
<li>We Can Work It Out</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Vídeos:</strong></p>
<ol>
<li>Day Tripper (2023 Mix)</li>
<li>Day Tripper (Alternate Version)</li>
<li>We Can Work It Out (2023 Mix)</li>
<li>We Can Work It Out (Alternate Version)</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Com informações: <strong><a href="https://br.umusic-online.com/c/AQiHlA4QufY6GInA8tQBIMeg3w4ovoG8Fzsmtsh50adqMFXnF-R0AQsxAbOUQ0IHq_codsGzasaq">www.universalmusic.com.br</a></strong></p>
<p><strong> Universal Music Brasil </strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Universal Music Brasil homenageia Plebe Rude com relançamento em vinil, versões inéditas e single</title>
		<link>https://boomerangmusic.com.br/universal-music-brasil-homenageia-plebe-rude-com-relancamento-em-vinil-versoes-ineditas-e-single/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 13:45:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nostalgia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://boomerangmusic.com.br/?p=66657</guid>

					<description><![CDATA[Plebe: rude, sofisticada, nova, atemporal, clássica &#160; Ouça “O Concreto Já Rachou” aqui &#160; Assista ao clipe inédito de “Até Quando Esperar” aqui &#160; Estamos em 2026. Embora, dependendo do noticiário na TV, possa parecer que ainda estamos em 1986 ou que já estamos em 2066. Porque...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Plebe: rude, sofisticada, nova, atemporal, clássica</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ouça “<em>O Concreto Já Rachou</em>” <strong><a href="https://br.umusic-online.com/c/AQiHlA4Q8as6GInA8tQBIL3IyQ4ozamdFwgSZB8IKNf2mhMsh8yxXjJG_xrXoDal_0DN_koGJ86F">aqui</a></strong></p>
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<p>Assista ao clipe inédito de “Até Quando Esperar”<strong> <a href="https://br.umusic-online.com/c/AQiHlA4Q8as6GInA8tQBIJTxyQ4ozamdFwPttStclBXlHdmurGVxTVUSjfhH46Hs0X-3m20pN9ko">aqui</a></strong></p>
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<p>Estamos em 2026. Embora, dependendo do noticiário na TV, possa parecer que ainda estamos em 1986 ou que já estamos em 2066. Porque o que vemos é novo e atemporal – a definição de clássico. O que vemos é a comemoração dos 40 anos de um clássico do rock brasileiro, na verdade, de toda a música brasileira. Reunidos no estúdio, tocando à vera, ao vivo, olho no olho, estão a <strong>Plebe Rude, Herbert Vianna e Jaques Morelenbaum</strong>. Quarenta anos depois do lançamento de <strong>“<em>O Concreto Já Rachou”</em></strong>. O melhor disco – sustento esta opinião – o melhor disco produzido pelo BRock nos anos 1980. Não houve nada tão certeiro, tão urgente, tão redondo, tão&#8230; Punk?</p>
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<p>Engraçado pensar que um disco punk pudesse começar com o som de um violoncelo. Mas assim foi. Assim é. No vídeo/single comemorativo, tal como na gravação original, é Morelenbaum quem abre os trabalhos em “Até Quando Esperar<em>”</em>, faixa inicial de “<em>O Concreto Já Rachou”</em>. A Plebe Rude – atualmente, os guitarrista-vocalistas Philippe Seabra e Clemente Nascimento, o baixista André “X” Mueller e o baterista Marcelo Capucci – solta o braço logo em seguida. Desta vez, porém, eles não estão sós. O produtor do discaço de 1986, Herbert Vianna, agora soma voz e guitarra à gravação. Quando ele canta “que aquele ABENÇOADO poderia ter sido você” é de arrepiar.</p>
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<p>Assista ao clipe aqui: <strong><a href="https://br.umusic-online.com/c/AQiHlA4Q8as6GInA8tQBIJTxyQ4ozamdFwPttStclBXlHdmurGVxTVUSjfhH46Hs0X-3m20pN9ko">https://youtu.be/XsS7G65ryAE</a> .</strong></p>
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<p>Foi Herbert, então produtor de primeira viagem, quem teve a bendita ideia de incluir o violoncelo depois de “Até Quando Esperar<em>”</em> ter sido gravada, à época por Jander “Ameba” Bilaphra no posto que seria ocupado pelo lendário Clemente, fundador da banda punk paulista Inocentes, e por Gutje Woortman, antecessor de Capucci e coautor da música com Philippe e André. A letra desses dois ecoa pela eternidade do Brasil: “Com tanta riqueza por aí onde é que está sua fração?” Nova e atemporal.</p>
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<p>Na ocasião, Philippe reclamou: “<em>O quê? Uma introdução de cello abrindo nosso primeiro disco? Cello? Objeção, meritíssimo!</em>”, lembra, com bom humor, na sua autobiografia, <em>O cara da Plebe</em>. Diante do resultado, Philippe deu razão a Herbert. O conjunto – cello, guitarras, baixo, bateria, vocais – segue novo e atemporal. Agora na gravação do produtor Álvaro Alencar e nas imagens de Eduardo Levy e Marcelo Paiva.</p>
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<p>“Até Quando Esperar<em>”</em> era apenas o abre-alas. A Plebe Rude queria passar por cima de tudo e de todos no EP de 1986. Seguiam-se, no lado A, “Proteção” e “Johnny Vai à Guerra (Outra Vez)”; e, no lado B, “Minha Renda”, “Sexo e Karatê”, “Seu Jogo” e “Brasília”. Sete faixas certeiras e urgentes em – descontada a virada febril no toca-discos – 21 minutos e 36 segundos. É este breve grande disco que está sendo relançado em vinil, para marcar os seus 40 anos e os 45 anos da banda. Desta vez, com a capa original do fotógrafo Flávio Colker e do desenhista Cláudio Paiva se abrindo em <em>gatefold</em>, ou seja, dupla.</p>
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<p>Na nova edição, “<em>O Concreto Já Rachou”</em> não vem sozinho em suas 12 polegadas. A banda acrescentou um regalo aos fãs e estudiosos do BRock. Encartado no disco físico, há um compacto-bônus de 7 polegadas, contendo demos de quatro faixas: “Johnny Vai à Guerra (Outra Vez)”, “Proteção”, “Minha Renda” e “Sexo e Karatê”. Ouvi-las na crueza pré-produção de Herbert Vianna é lembrar vividamente da influência do quarteto londrino punk inglês The Clash sobre a Plebe Rude. O quarteto punk brasiliense, aliás, de vez em quando se apresentava como uma furiosa banda cover, os Clash City Rockers. A criação e adaptação gráfica do vinil e do compacto encartado foram feitas por Gutje Woortman. Saiba mais aqui: <a href="https://br.umusic-online.com/c/AQiHlA4Q8as6GInA8tQBIJXxyQ4ozamdF59UaKC69YIAD7g-mUx0kvuKhVBr1UsWxSGovJ9FzOKT">https://www.umusicstore.com/plebe-rude</a> .</p>
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<p>O lançamento do vídeo/single com a nova gravação de “Até Quando Esperar<em>”</em> e a reedição em vinil de “<em>O Concreto Já Rachou”</em> enriquecido pelo compacto com as quatro demos também não vêm desacompanhados. Ainda fazem parte do pacote comemorativo concebido pela Universal Music Brasil, herdeira do catálogo da gravadora original, a EMI, um documentário “faixa a faixa” do álbum, com Philippe e André conversando com Álvaro Alencar, durante quase uma hora e vinte. Sem falar em cortes do vídeo e da conversa para uso nas redes sociais. Não é pouca coisa, mas a Plebe Rude e seus fãs merecem.</p>
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<p>Herbert foi dos primeiros fãs. Renato Russo foi outro. Ele assinava o <em>release</em> original de “<em>O Concreto Já Rachou”</em>. Escreveu Renato: “<em>De onde vem a atitude essencial que define a banda? Qual a razão que torna possível essa visão tão aguçada e tão permanentemente alerta? Alguns apontam a cidade base do grupo como o cenário de influência: é o quartel-general, metrópole/província; esconderijo. Brasília. A capital tão desconhecida de tantos brasileiros e tão familiar aos quatro rudes plebeus: a elite soberana, o poder exposto, os disfarces aceitos, a miséria e a intuição.</em>”</p>
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<p>Tais palavras explicam um pouco da atemporalidade da Plebe Rude. Seus membros frequentavam as mesmas festinhas que os da Legião Urbana e que dois dos integrantes dos futuros Paralamas do Sucesso, Herbert e Bi Ribeiro, sem falar na turma do Capital Inicial (única das quatro bandas que não fazia parte do elenco da EMI, abraçadas por Herbert). Alguma coisa na água do Lago Paranoá deve explicar aquela conjunção de talentos. Das bandas citadas, a Plebe Rude sempre foi a mais punk.</p>
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<p>Um punk – não cuspam em mim, por favor – sofisticado. Como o do idolatrado Clash. O jogo de esconde-esconde entre as guitarras e entre as vozes bem distintas de Joe Strummer e Mick Jones era a inspiração para Philippe e Jander (depois, Clemente), o baixo carnudo de Paul Simonon indicava um caminho para André, a bateria versátil de Topper Headon, para Gutje. Comparar não desmerece. Pelo contrário, engrandece. Porque o Clash é – cuspam à vontade – a maior banda da história do rock’n’roll. Ela digeriu o passado, vomitou o presente e, em transe, anteviu o futuro. A Plebe Rude incorporou esse espírito no Planalto Central. Nunca fomos tão brasileiros. Este seria, sem coincidência, o título do segundo disco da banda, lançado em 1987, mas com a maioria das faixas – inclusive “Nunca Fomos Tão Brasileiros” – composta antes de 1986.</p>
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<p>Foi em fevereiro daquele ano que nossas histórias se cruzaram pela primeira vez. Nos dias 14 e 15, a Plebe Rude fez o lançamento de “<em>O Concreto Já Rachou”</em> no Noites Cariocas, palco que ficava no Morro da Urca, primeira parada do bondinho até o Pão de Açúcar. Dias antes, estreando a serviço do <em>Jornal do Brasil</em>, encontrei-os na EMI, em Botafogo, para entrevistá-los sobre o EP, ou mini-LP, como se dizia então. Neste ponto, passo a palavra ao livro de Philippe: “<em>Um jovem jornalista apareceu na EMI (&#8230;) O jornalista, bastante acanhado, pois era seu primeiro trabalho na grande imprensa, perguntava em detalhes sobre o disco recém-lançado. Dava para ver por trás dos seus óculos que era fã, muito fã, e entendia do assunto. O nome dele era Arthur Dapieve.</em>”</p>
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<p>Eu tinha 23 anos. Eu também era fã do Clash. Eu esperara eras geológicas para que o cabeludo rock brasileiro acertasse os ponteiros com o moicano rock inglês. Eu esperara, sem saber ainda, pela Plebe Rude, pelos Paralamas do Sucesso, pela Legião Urbana e <em>tutti quanti</em>. Eu até achava que eu era meio punk. Philippe já estava em outra. “<em>Nós já fomos punks assumidos, mas evoluímos</em>”, disse-me, apesar de usar uma calça cheia de alfinetes. “<em>Isso não quer dizer que temos vergonha do passado, apenas mudamos. Eu acho que temos energia e sinceridade, somos coerentes com a música que oferecemos. Nossa mensagem tinha que ser dada agora ou nunca.</em>”</p>
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<p>Ou então e sempre. Nenhum de nós imaginaria que quarenta anos teriam se passado e estaríamos aqui, celebrando “<em>O Concreto Já Rachou”</em>. Ou, talvez, intuíssemos que sim&#8230; O disco provoca a mesma taquicardia, a mesma vontade de dar botinadas na parede que provocava em 1986. Se “Até Quando Esperar” segue projetando uma sombra desconfortável sobre o futuro, e “Proteção” relata como era viver sob a ditadura militar (“Tanques lá fora, exército de plantão/ Apontados aqui pro interior”), “Johnny Vai à Guerra” é um surto de paranoia. Na hora em que a voz aguda de Philippe e a voz grave de Jander se superpõem e se prolongam em “Johnny vai à guerra outra vez/ Enquanto que a trégua não vem, não veeeem, não veeeeeem&#8230;” um calafrio ainda percorre a espinha do ouvinte de 2026. A agulha trilhar o último sulco do lado A, e o disco ter de ser virado no prato proporcionam o respiro necessário para se seguir em frente.</p>
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<p>As duas primeiras faixas do lado B iludem. “Minha Renda” e “Sexo e Karatê”<em> </em>são mais sarcásticas que raivosas. Uma lança um esgar de desprezo sobre a indústria fonográfica e suas fórmulas (“E tem que ter refrão – sim! – um refrão repetido/ Para a música vender tem de que ser acessível”), com a hilária participação vocal do próprio produtor (“Já sei o que vou fazer pra ganhar muita grana/ Vou mudar meu nome para Herbert Vianna!”). Outra é a mais próxima que a Plebe Rude chega de uma canção de amor: “Sexo e karatê/ Na minha TV/ Me deixam tão doente/ Que liguei pra você/ Mas atendeu um chinês/ Que me falou em inglês/ Que você não gosta mais de mim.” O fato de Fernanda Abreu – então na Blitz – repetir este verso torna tudo mais divertido.</p>
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<p>As duas últimas faixas do lado B retomam a agressividade claustrofóbica. “Seu jogo” dá uma chamada em alguém preso ao uso de drogas (“Remédio que caiu do céu/ Para curar a sua insegurança/ Se entorpecendo não é vida/ É a sua angústia contida”). “Brasília” retrata a sensação de estar preso à capital federal sobre o ritmo obsessivo das guitarras, do baixo e da bateria, colados. Não por acaso ela é, com “Johnny Vai à Guerra (Outra Vez)”, a única faixa do disco assinada pelo coletivo Plebe Rude. “Brasília tem centros comerciais/ Muitos porteiros/ E pessoas normais”, descreve a letra. A mesma letra que logo proclama, gloriosa: “O concreto já rachou! O concreto já rachou!” Quarenta nos depois, o concreto segue rachado. E não tem mais emenda que dê jeito.</p>
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<p>“<em>A Plebe Rude é protagonista de um dos capítulos mais importantes da história do rock brasileiro, e ‘O Concreto Já Rachou’ permanece como uma obra essencial para compreender a força, a atitude e a relevância daquele movimento. Este projeto vai muito além da celebração dos 40 anos do álbum: ele renova o legado dessas canções por meio de um encontro artístico único entre a banda, Herbert Vianna e Jacques Morelenbaum, além de um registro audiovisual que aproxima essa obra de novas gerações de fãs. É uma grande satisfação para a Universal Music participar de um projeto que homenageia a trajetória da Plebe Rude com respeito à sua história, ao mesmo tempo em que amplia o alcance e a atualidade de um repertório que continua tão potente e necessário quanto há quatro décadas.</em>” – Paulo Lima, presidente da Universal Music Brasil.</p>
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<p>Release acima por <em>Arthur Dapieve</em></p>
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<p><strong>Single e clipe de “Até Quando Esperar” (Philippe / Andre x / Gutje) – Plebe Rude:</strong></p>
<p><strong>Participações especiais Herbert Vianna e Jacques Morelembaum</strong></p>
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<p><strong>Repertório do vinil duplo “<em>O Concreto Já Rachou</em>” &#8211; Plebe Rude:</strong></p>
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<p>Lado 1:</p>
<p>1 – “Até Quando Esperar” (Philippe / Andre x / Gutje)</p>
<p>2 – “Proteção” (Philippe Seabra)</p>
<p>3 – “Johnny Vai À Guerra (Outra Vez)” (Plebe Rude / Jander Bilaphra)</p>
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<p>Lado 2:</p>
<p>1 – “Minha Renda” (Philippe Seabra / Andre x / Plebe Rude)</p>
<p>2 – “Sexo e Karatê” (Andre x / Jander Bilaphra)</p>
<p>3 – “Seu Jogo” (Philippe / Jander Bilaphra / Gutje / Andre x)</p>
<p>4 – “Brasília” (Plebe Rude / Jander Bilaphra)</p>
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<p>Repertório do compacto “demos tapes” &#8211; Plebe Rude:</p>
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<p>Lado 1:</p>
<p>1 – “Proteção” (Philippe Seabra)</p>
<p>2 – “Johnny Vai À Guerra (Outra Vez)” (Plebe Rude / Jander Bilaphra)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Lado 2:</p>
<p>1 – “Sexo e Karatê” (Andre x / Jander Bilaphra)</p>
<p>2 – “Minha Renda” (Philippe Seabra / Andre x / Plebe Rude)</p>
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<p><strong>Com informações: <a href="https://br.umusic-online.com/c/AQiHlA4Qk7M6GInA8tQBIJ3jyw4ojL2gF93rUf9p5UF3DgIVRA19z5LYEkNBm4BZXcv7C6YhwsH9">www.universalmusic.com.br</a> &#8211; Universal Music Brasil – Distribuição de Conteúdo</strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Benito di Paula ganha redescoberta histórica com chegada do álbum “Ela” às plataformas digitais pela Universal Music</title>
		<link>https://boomerangmusic.com.br/benito-di-paula-ganha-redescoberta-historica-com-chegada-do-album-ela-as-plataformas-digitais-pela-universal-music/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 17:04:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nostalgia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://boomerangmusic.com.br/?p=66142</guid>

					<description><![CDATA[Gravado em um dos momentos mais sofisticados da carreira do sambista, disco raro dos anos 1970 retorna ao catálogo digital e revela um Benito romântico, inventivo e além dos grandes sucessos; &#160; Lançamento dá início às comemorações dos 85 anos do artista em 2026. &#160;...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Gravado em um dos momentos mais sofisticados da carreira do sambista, disco raro dos anos 1970 retorna ao catálogo digital e revela um Benito romântico, inventivo e além dos grandes sucessos;</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Lançamento dá início às comemorações dos 85 anos do artista em 2026.</em></p>
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<p>Mais de cinco décadas após seu lançamento original, o álbum <strong>Ela </strong>(1972), de <strong>Benito di Paula</strong>, chega pela primeira vez a todas as plataformas digitais na próxima quinta-feira (28/05), em uma iniciativa da <strong>Universal Music</strong> que promete reacender o interesse por uma das fases mais sofisticadas e menos revisitadas da trajetória do artista. Em meio ao crescente movimento de redescoberta da obra de grandes nomes da música brasileira, o relançamento <strong>dá início as comemorações dos 85 anos do artista em 2026</strong> e reposiciona Benito não apenas como um <em>hitmaker </em>popular, mas como um compositor único, dono de uma assinatura musical singular dentro da MPB e do samba-canção.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Lançado originalmente em 1972, período em que Benito dominava as rádios brasileiras com sucessos que atravessavam classes sociais e gerações,<strong> Ela</strong> ocupa um lugar especial em sua discografia por evidenciar uma faceta mais intimista, romântica e musicalmente elaborada do artista. O disco apresenta arranjos sofisticados, forte presença do piano — marca registrada de Benito — e canções que transitam entre o samba, o bolero, a canção sentimental e influências jazzísticas, revelando um autor atento às possibilidades harmônicas da música popular brasileira.</p>
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<p>A chegada do álbum ao streaming também lança luz sobre uma geração de ouvintes mais jovens que vêm redescobrindo a obra de Benito di Paula nas redes sociais, em samples, regravações e playlists dedicadas aos clássicos da música brasileira. Nos últimos anos, o artista passou a ser reconhecido por uma nova audiência que identifica em sua obra elementos de sofisticação melódica e uma estética que dialoga tanto com o samba tradicional quanto com a soul music, o piano romântico latino-americano e a canção popular urbana.</p>
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<p>Mais do que recuperar um título importante de catálogo, o lançamento de <strong>Ela </strong>contribui para ampliar a compreensão sobre a dimensão artística da obra de Benito di Paula dentro da história da música brasileira. Seu êxito popular, longe de diminuir a força de sua criação, é justamente o que mantém essa obra viva até hoje, atravessando gerações pela memória afetiva e pela transmissão oral em todo o Brasil — mesmo diante de períodos de silenciamento por parte da mediação cultural e dos espaços tradicionalmente legitimadores da música brasileira.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ao longo de sua trajetória, Benito construiu uma linguagem própria, marcada por uma elaboração melódica e harmônica singular, além de incorporar elementos pouco usuais ao samba, especialmente na forma de tocar e pensar o piano dentro do gênero. Ela evidencia essa identidade artística única, reafirmando a potência de uma obra vasta, popular e profundamente original, cuja permanência no imaginário brasileiro acontece justamente pela maneira como continua sendo cantada, reinterpretada e transmitida coletivamente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A redescoberta do disco acontece em um momento de renovado interesse pela memória fonográfica brasileira e pelo resgate de obras que, durante décadas, permaneceram restritas ao vinil ou fora dos catálogos digitais. Ao disponibilizar <strong>Ela </strong>nas plataformas, a Universal Music também contribui para preservar e atualizar o acesso a uma produção fundamental da música popular do país.</p>
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<p><em>“Esse disco representa um momento muito especial da minha trajetória, porque mostra um Benito di Paula mais íntimo, mais romântico e muito ligado às minhas influências musicais. ‘Ela’ foi feito com muito sentimento, muito cuidado nos arranjos e com essa mistura de samba, piano e canção que sempre fez parte da minha identidade artística. Ver esse trabalho chegando agora às plataformas digitais é uma alegria enorme, porque permite que novas gerações descubram essas músicas e conheçam um pouco mais da minha história através de um álbum que eu tenho muito carinho.”</em> — Benito di Paula</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Com esse lançamento, Benito di Paula reafirma sua permanência no presente. Não apenas como um dos artistas mais populares de sua geração, mas como um criador cuja obra continua encontrando novos sentidos, públicos e escutas no Brasil contemporâneo.</p>
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<p><strong>Faixa a faixa do álbum:</strong></p>
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<p><strong>“Violão Não Se Empresta À Ninguém”</strong></p>
<p>Uma das canções mais emblemáticas do início da carreira de Benito di Paula, “Violão Não Se Empresta À Ninguém” mistura humor, ciúme e apego sentimental em torno do instrumento que simboliza a própria identidade do sambista. Com melodia envolvente e balanço elegante, a faixa já antecipava o estilo que Benito consolidaria nos anos seguintes: um samba marcado pelo piano, pela interpretação teatral e pela sofisticação harmônica.</p>
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<p><strong>“Antonico”</strong></p>
<p>Na releitura do clássico de Ismael Silva, Benito mergulha na tradição do samba carioca com enorme respeito à ancestralidade do gênero. Sua interpretação valoriza o caráter dramático e social da composição, ao mesmo tempo em que imprime um toque moderno através dos arranjos e da condução melódica. A gravação evidencia a ligação de Benito com os grandes mestres do samba tradicional.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>“Fale Baixinho”</strong></p>
<p>“Fale Baixinho” revela a faceta mais romântica de Benito di Paula, em uma canção delicada, construída sobre nuances sentimentais e interpretação intimista. A música transita entre o samba-canção e a balada popular brasileira, reforçando a capacidade do artista de transformar simplicidade melódica em emoção direta e sofisticada.</p>
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<p><strong>“Quem Vem Lá”</strong></p>
<p>Com balanço contagiante e clima festivo, “Quem Vem Lá” aproxima Benito do samba de gafieira e da atmosfera boêmia dos salões populares dos anos 1970. A faixa carrega uma energia expansiva, marcada pelo suingue do piano e pelo diálogo entre percussão e melodia, elementos que se tornariam assinatura do artista.</p>
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<p><strong>“O Bom É O Juca”</strong></p>
<p>Nesta faixa, Benito aposta em uma narrativa popular carregada de personagens e observações bem-humoradas do cotidiano brasileiro. “O Bom É O Juca” possui espírito descontraído e quase cinematográfico, lembrando os sambas que retratavam figuras típicas da vida urbana com leveza, ironia e afeto.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>“Frevo Gingado”</strong></p>
<p>Misturando a pulsação nordestina do frevo com o balanço característico do samba paulista de Benito, “Frevo Gingado” é uma demonstração da versatilidade musical do cantor e compositor. A faixa traz ritmo acelerado, riqueza percussiva e arranjos vibrantes, revelando um Benito interessado em dialogar com diferentes tradições populares brasileiras.</p>
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<p><strong>“Paraíba”</strong></p>
<p>“Paraíba” mergulha nas referências nordestinas presentes na música brasileira da época, celebrando paisagens, personagens e sonoridades do Brasil profundo. Benito conduz a faixa com respeito às raízes populares, mas sem abrir mão de sua identidade urbana, romântica e pianística.</p>
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<p><strong>“Formiga Desunida”</strong></p>
<p>Com tom quase satírico, “Formiga Desunida” utiliza metáforas e imagens populares para refletir sobre comportamento coletivo e convivência social. A canção mostra o lado cronista de Benito di Paula, capaz de transformar observações simples do cotidiano em sambas inteligentes, leves e extremamente comunicativos.</p>
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<p><strong>“É Pranto”</strong></p>
<p>Em “É Pranto”, Benito entrega uma interpretação carregada de emoção e melancolia. A música enfatiza o sofrimento amoroso e a vulnerabilidade afetiva, temas recorrentes em sua obra. Os arranjos delicados e a condução vocal intensa aproximam a faixa do universo do samba-canção e das baladas sentimentais dos anos 1970.</p>
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<p><strong>“Ela”</strong></p>
<p>Faixa-título do álbum, “Ela” sintetiza o espírito romântico e sofisticado do disco. A composição é conduzida por uma atmosfera elegante, onde piano, melodia e interpretação caminham juntos para construir uma canção de forte apelo emocional. A música ajuda a revelar um Benito di Paula mais introspectivo, refinado e distante dos estereótipos frequentemente associados ao samba popular da época.</p>
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<p><strong>“Maria Do Céu”</strong></p>
<p>“Maria Do Céu” traz lirismo e delicadeza em uma narrativa marcada pela idealização feminina, tema muito presente na canção popular brasileira. Benito cria uma atmosfera quase poética, apoiada em harmonias suaves e interpretação calorosa, reforçando seu talento para unir romantismo e musicalidade sofisticada.</p>
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<p><strong>“Fui Eu”</strong></p>
<p>Encerrando o álbum, “Fui Eu” apresenta um Benito seguro de sua assinatura artística, equilibrando emoção, balanço e dramaticidade. A faixa funciona como síntese do universo musical construído em Ela: sambas sentimentais, arranjos elegantes e uma interpretação intensa que ajudaria a transformar Benito di Paula em um dos grandes nomes da música brasileira dos anos 1970.</p>
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<p><strong>Sobre Benito di Paula</strong></p>
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<p>Com uma carreira que começou em sua juventude, Benito conquistou o público com seu estilo característico de samba, que se destacou em hotéis e boates no Rio de Janeiro, onde não se limitava a um gênero específico. A convite de um amigo, ele se mudou para Santos, em São Paulo, onde deu um impulso significativo à sua carreira.</p>
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<p>Residente em São Paulo, Benito tornou-se um dos grandes símbolos do Samba Paulista. Entre as décadas de 70 e 80, ele atingiu o ápice da fama, acumulando impressionantes 50 milhões de discos vendidos, tornando-se o 5º maior vendedor de discos do Brasil. Sua música ressoou não apenas no Brasil, mas também internacionalmente, com gravações em idiomas como espanhol, francês, italiano, finlandês e alemão, totalizando 4 milhões de discos vendidos na Europa. Com mais de 35 álbuns lançados, parte significativa de sua obra foi relançada em CD, comprovando seu imenso sucesso.</p>
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<p>Seus álbuns como &#8220;Um Novo Samba&#8221; e &#8220;Gravado Ao Vivo&#8221; contém clássicos como &#8220;Retalhos de Cetim&#8221; e &#8220;Charlie Brown&#8221;, que se tornaram ícones da música brasileira.Benito também teve a honra de compor para outros artistas e participar de festivais internacionais, levando seu talento além das fronteiras brasileiras.</p>
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<p>Em 1983, lançou o álbum intitulado &#8220;Bom Mesmo é o Brasil&#8221; que trazia faixas como &#8220;Vovó Clementina&#8221; e &#8220;O Xerife e o Bandido&#8221;, que mantiveram a essência do cantor no início da década de 1980. Em paralelo, o Clube de Amigos do Benito di Paula do Litoral Santista atingiu seu auge, liderado por Rose di Paula, Luiz Caymmi e Maruda Bitra.</p>
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<p>Em 1984, Benito lançou &#8220;Que Brote Enfim o Rouxinol Que Existe Em Mim&#8221; pela RGE, apresentando a famosa &#8220;Amigo do Sol, Amigo da Lua&#8221;, que conquistou grande popularidade e se tornou trilha sonora da telenovela &#8220;A Gata Comeu&#8221;. Outras faixas, como &#8220;Sigo Te Amando&#8221; e &#8220;Fonte Nova&#8221;, também chamaram a atenção.</p>
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<p>O álbum &#8220;Nação&#8221;, de 1985, trouxe uma nova proposta, com críticas sociais e referências à redemocratização do Brasil, destacando-se a música homônima e &#8220;Nova República&#8221;. A participação de Tonico &amp; Tinoco e Grande Otelo enriqueceu ainda mais a obra. No ano seguinte, Benitoapresentou um disco instrumental que incluía clássicos como &#8220;Retalhos de Cetim&#8221; e &#8220;Madrugada&#8221;.</p>
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<p>Após um hiato de três anos, Benito voltou com &#8220;Quando a Festa Acabar&#8221; em 1987. Durante os anos 90, ele lançou um disco a cada dois anos, destacando-se &#8220;Fazendo Paixão&#8221; (1990) e &#8220;A Vida Me Faz Viver&#8221; (1992), que contavam com composições marcantes.</p>
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<p>Em 2009 lança um CD e DVD ao vivo gravado no Vivo Rio, apresentando seus maiores sucessos e novas canções. Em 2011, fez uma participação no álbum-homenagem a Nelson Cavaquinho que obteve grande êxito.</p>
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<p>Em 2020, em meio à pandemia, Benito lançou &#8220;Lágrimas no Meu Sorriso&#8221;, uma música em homenagem ao seu filho André, que faleceu no final de 2019. O artista se reinventou com livestreams, cantando seus clássicos com o filho Rodrigo.</p>
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<p>Benito lançou o single &#8220;O Infalível Zen&#8221; em 2021 e em 2023 lançou o EP “Do jeito que a vida quer”, reafirmando sua relevância e conexão com novas gerações de fãs. Sua trajetória musical, marcada por inovações e tradições, solidifica Benito di Paula como um verdadeiro ícone da música brasileira. Foi homenageado no enredo da escola de samba Águia de Ouro no Carnaval de São Paulo, em 2025, reafirmando sua importância para a cultura do país.</p>
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<p><strong>Com informações: Assessoria de Imprensa – Paulo Henrique de Moura</strong></p>
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		<title>&#8220;Gal Costa &#8211; Ao Vivo no Teatro Castro Alves”, álbum gravado em 2003, registra performance ao vivo do show de voz e violão da cantora</title>
		<link>https://boomerangmusic.com.br/gal-costa-ao-vivo-no-teatro-castro-alves-album-gravado-em-2003-registra-performance-ao-vivo-do-show-de-voz-e-violao-da-cantora/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 May 2026 16:19:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nostalgia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Álbum chega plataformas nesta sexta-feira, dia 22 de maio, fruto da parceria das gravadoras Biscoito Fino e MZA Music &#160; Ouça o álbum: https://orcd.co/aovivonoteatrocastroalves &#160; Chega às plataformas digitais no dia 22 de maio, o álbum “Gal Costa &#8211; Ao Vivo no Teatro Castro Alves”. Inédito comercialmente, o registro,...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Álbum chega plataformas nesta sexta-feira, dia 22 de maio, fruto da parceria das gravadoras Biscoito Fino e MZA Music</p>
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<p><strong>Ouça o álbum</strong>: <a href="https://orcd.co/aovivonoteatrocastroalves">https://orcd.co/aovivonoteatrocastroalves</a></p>
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<p>Chega às plataformas digitais no dia 22 de maio, o álbum <strong>“Gal Costa &#8211; Ao Vivo no Teatro Castro Alves”. </strong>Inédito comercialmente, o registro, feito durante a apresentação de Gal Costa no projeto “Vozes do Brasil”, em 2003, traz a performance impecável e a voz cristalina da cantora em 25 canções, acompanhada pelo violão do músico <strong>Luiz Meira.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Gravado em Salvador, o álbum ganha o mundo após duas décadas de preservação e um criterioso tratamento técnico, capitaneado pelo experiente produtor musical <strong>Marco Mazzola</strong>. “O projeto da Gal nasceu da ideia de fazer um disco de voz e violão, porque ela tinha uma vontade louca de cantar como se estivesse na sala das pessoas. Eu estava produzindo o álbum dela para a MTV, que foi o maior sucesso, e a gente tocava sempre nesse assunto. Quando a Gal decidiu partir para realizar esse sonho, convidamos o Luíz Meira”, conta Mazzola. Nesta época, o teatro Castro Alves abrigava o Projeto “Vozes do Brasil”, perfeito para o projeto acústico. “Levei todo o meu equipamento para o teatro, porque eu não queria deixar de registrar aquele show tão maravilhoso: Gal cantando daquele jeito, conversando com o público, como ela tinha imaginado”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O CD com o áudio precioso permaneceu sob os cuidados do produtor por mais de 20 anos. “Por ocasião do falecimento da Gal, achei que era o momento para lançá-lo. O tempo passou e o disco se manteve atualíssimo. Depois de masterizar, remasterizamos o material para ser lançado. Fico muito feliz de poder fazer com que esse sonho da Gal possa ser ouvido por muitas pessoas, graças à parceria com a Biscoito Fino” com a MZA Music, pontua Mazzola.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O violonista <strong>Luiz Meira</strong> conta que seu entrosamento com Gal Costa era total, quando o show chegou ao palco do Castro Alves: “Já tínhamos tocado no Carnegie Hall, em Nova York, na Europa e em várias cidades do Brasil e da América Latina. Tanto que fizemos shows de voz e violão, Gal e eu, por muitos anos, sempre com uma cumplicidade muito grande. Este show foi muito bem recebido: era muito bonito, delicado, intimista”, conclui o músico.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O repertório da apresentação que lotou o Teatro Castro Alves, palco emblemático na trajetória da Gal Costa, reúne desde clássicos de Ary Barroso, Tom Jobim, Riachão e Dorival Caymmi, a temas de Caetano Veloso (autor de cinco canções), Gilberto Gil, Jards Macalé, Djavan, Arnaldo Antunes, Alice Ruiz, Roberto e Erasmo, Chico César e Vander Lee, entre outros compositores.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fruto da parceria das gravadoras MZA Music e Biscoito Fino, o lançamento do álbum “Gal Costa &#8211; Ao Vivo no Teatro Castro Alves” é mais uma iniciativa de curadoria e preservação do acervo de Gal Costa. “Fico muito feliz de poder fazer esse sonho da Gal possa ser ouvido por muitas pessoas, graças a essa parceria da MZA Music com a Biscoito Fino”, finaliza Marco Mazzola.</p>
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<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone wp-image-66097" src="https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Foto_04_GalCosta_Credito_MarioCanivello-251x300.jpg" alt="" width="378" height="452" srcset="https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Foto_04_GalCosta_Credito_MarioCanivello-251x300.jpg 251w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Foto_04_GalCosta_Credito_MarioCanivello-855x1024.jpg 855w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Foto_04_GalCosta_Credito_MarioCanivello-768x919.jpg 768w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Foto_04_GalCosta_Credito_MarioCanivello-1283x1536.jpg 1283w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Foto_04_GalCosta_Credito_MarioCanivello-700x838.jpg 700w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Foto_04_GalCosta_Credito_MarioCanivello.jpg 1587w" sizes="(max-width: 378px) 100vw, 378px" /></p>
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<p><strong>Repertório:</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>1 Coraçãozinho (Caetano Veloso)</p>
<p>2 Minha voz, minha vida (Caetano Veloso)</p>
<p>3 Eu vim da Bahia (Gilberto Gil)</p>
<p>4 Chega de saudade (Antônio Carlos Jobim/Vinícius de Moraes)</p>
<p>5 Azul (Djavan)</p>
<p>6 Olha (Roberto Carlos/Erasmo Carlos)</p>
<p>7 Mulher eu sei (Chico César)</p>
<p>8 Onde Deus possa me ouvir (Vander lee)</p>
<p>9 A camisa amarela (Ary Barroso)</p>
<p>10 Epitáfio (Sérgio Britto/ Eric Silver (adaptador))</p>
<p>11 Vapor barato (Jards Macalé/Wally Salomão)</p>
<p>12 London London (Caetano Veloso)</p>
<p>13 tigresa (Caetano Veloso)</p>
<p>14 Sorte (Celso Fonseca e Ronaldo Bastos)</p>
<p>15 Força estranha (Caetano Veloso)</p>
<p>16 Nada além (Custódio Mesquita/Mário Lago)</p>
<p>17 Chuva de prata (Ed Wilson/Ronaldo Bastos)</p>
<p>18 É luxo só (Ary Barroso/Luiz Peixoto)</p>
<p>19 Aquarela do Brasil (Ary Barroso)</p>
<p>20 Cada macaco no seu galho (chô chuá) (Riachão)</p>
<p>21 Socorro (Arnaldo Antunes/Alice Ruiz)</p>
<p>22 Folhetim (Chico Buarque)</p>
<p>23 Sábado em Copacabana (Dorival Caymmi/Carlos Guinle)</p>
<p>24 O amor em paz (Antônio Carlos Jobim/Vinícius de Moraes)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Ficha Técnica:</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Uma realização MZA Music e Biscoito Fino<br />
Gravado ao vivo no dia 22 de maio de 2003 no Teatro Castro Alves, Salvador, BA.<br />
Gal Costa: Voz<br />
Luiz Meira: Violão e guitarra em London London, Tigresa, Sorte e Socorro<br />
Produzido por Marco Mazzola para MZA Music<br />
Direção Geral: Marco Mazzola<br />
Coordenador artístico: Hugo Silva<br />
Assistente artístico: Stephany Brum<br />
Engenheiro de gravação e Mixagem: Marco Mazzola<br />
Estúdio de restauração de áudio e mixagem: MZA Music<br />
Masterização: Classic Master por Carlos Freitas</p>
<p>Capa: Omar Salomão</p>
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<p><strong>Com informações: Coringa Comunicação</strong></p>
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		<title>Show de Lílian Menezes em homenagem aos 80 anos de Elis Regina chega ao Tendal da Lapa</title>
		<link>https://boomerangmusic.com.br/show-de-lilian-menezes-em-homenagem-aos-80-anos-de-elis-regina-chega-ao-tendal-da-lapa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 May 2026 02:46:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nostalgia]]></category>
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					<description><![CDATA[Em apresentação gratuita, a cantora e atriz revisita o repertório de Elis Regina com direção musical de Marcelo Mariano em circulação pela cidade. &#160; A turnê do show Lílian Menezes canta Elis, criada em homenagem aos 80 anos de Elis Regina, segue pela cidade e chega...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em apresentação gratuita, a cantora e atriz revisita o repertório de Elis Regina com direção musical de Marcelo Mariano em circulação pela cidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A turnê do show<strong> Lílian Menezes canta Elis</strong>, criada em homenagem aos 80 anos de Elis Regina, segue pela cidade e chega ao <strong>Tendal da Lapa</strong> no dia 17 de maio, domingo, às 17h. A apresentação é gratuita e integra um circuito de cinco shows em diferentes regiões de São Paulo.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p>O espetáculo integra as comemorações pelos 80 anos que Elis Regina completaria em 2025 e se apoia na trajetória artística de Lílian Menezes, que interpreta a cantora nos palcos no musical Elis, A Musical, há mais de uma década. Ao longo desse período, Lílian construiu uma relação consistente com a obra de Elis, que agora ganha nova leitura em formato de show, com arranjos inéditos e abordagem autoral.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8220;Neste projeto eu emprego o meu olhar artístico, minha pesquisa, e admiração sobre a obra de Elis, não somente sobre a pessoa dela. Isso me coloca no mesmo lugar do público, e me faz compartilhar histórias pessoais que foram embaladas pelas canções que ela interpretou&#8221;, explica Lílian.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A direção musical é assinada por <strong>Marcelo Mariano</strong>, músico e arranjador que carrega o legado de César Camargo Mariano, parceiro histórico de Elis. Com carreira consolidada, ele já trabalhou com nomes como Djavan, Ed Motta, Gal Costa, Ivete Sangalo, Jorge Aragão, Lenine e Flávio Venturini, e atualmente divide sua agenda entre esta turnê e a celebração dos 50 anos de carreira de Djavan. Além de dirigir musicalmente o projeto, Marcelo também assume o baixo em cena. Completam a formação <strong>Conrado Goys</strong>, na guitarra, <strong>Cuca Teixeira</strong>, na bateria, e <strong>Renato Silva Junior</strong>, no piano.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8220;Por ser um tributo e não um musical ou cover, existe uma liberdade que me desvincula da reprodução e permite empregar outras influências musicais que fazem parte tanto da minha construção artística quanto do repertório do Marcelo Mariano, diretor musical, e dos músicos que me acompanham&#8221;, declara Lílian.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O repertório percorre diferentes momentos da trajetória de Elis Regina e inclui canções como Maria, Maria (Milton Nascimento),<strong> </strong>Como Nossos Pais (Belchior),<strong> </strong>Aprendendo a Jogar (Guilherme Arantes), O Bêbado e a Equilibrista<strong> </strong>(João Bosco/Aldir Blanc) e Atrás da Porta (Francis Hime/Chico Buarque), entre outros clássicos que atravessam gerações e seguem atuais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O show chega ao público através do patrocínio da BRQ Digital Solutions. “Apoiar iniciativas como esta contribui para a preservação da memória da música popular brasileira e amplia o acesso do público a repertórios que fazem parte da nossa identidade cultural”, explica Verônica Coelho, CPO da empresa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8220;Esse show foi pensado para envolver o público em sua pluralidade, numa circulação gratuita e acessível, com músicas bastante conhecidas e marcantes. É um show para cantar junto, para toda a família se emocionar e curtir&#8221;, completa a artista.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O show é uma realização da Mistura de Artes, em coprodução com a Júpiter Conteúdo, com apoio da Secretaria Municipal de Cultura e Economia Criativa de São Paulo, por meio do PROMAC, e patrocínio da BRQ Digital Solutions.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Sobre Lílian Menezes </strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Lílian Menezes é atriz e cantora com 30 anos de carreira e é reconhecida por interpretar Elis Regina nos palcos há mais de dez anos, no premiado espetáculo Elis, A Musical, com direção de Dennis Carvalho. No teatro musical, também deu vida às mulheres da música sertaneja ao lado de Michel Teló em Bem Sertanejo, O Musical, sob direção de Gustavo Gasparani.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>No cinema, integrou os elencos de Simonal, Circuito Interno, Três Reis, e, em breve, poderá ser vista em Elis &amp; Eu, no qual volta a interpretar Elis Regina sob uma nova perspectiva: o olhar de seus filhos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Instagram @lilianmenezesoficial</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Ficha técnica</strong>:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Criação e intérprete</strong>: Lílian Menezes. <strong>Direção musical</strong>: Marcelo Mariano. <strong>Direção de produção</strong>: Everson Vilela. <strong>Produção executiva</strong>: Jonathan Mendonça.</p>
<p><strong>Músicos</strong>: Marcelo Mariano (Direção musical e baixo), Conrado Goys (Guitarra), Cuca Teixeira (bateria) e Renato Silva Junior (piano). <strong>Realização</strong>: Mistura de Artes e Júpiter Conteúdo. <strong>Apoio</strong>: Secretaria Municipal de Cultura e Economia Criativa de São Paulo. <strong>Patrocínio</strong>: BRQ Digital Solutions.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Serviço</strong>:</p>
<p>Show Lílian Menezes canta Elis</p>
<p><strong>Músicos</strong>: <strong>Marcelo Mariano</strong> (Direção musical e baixo), <strong>Conrado Goys</strong> (Guitarra), <strong>Cuca Teixeira</strong> (bateria) e <strong>Renato Silva Junior</strong> (piano)</p>
<p>Dia 17 de maio, domingo, às 17h</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Duração</strong>: 100 minutos.</p>
<p><strong>Classificação etária</strong>: Livre.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Tendal da Lapa:</strong></p>
<p>Rua Guaicurus, 1100 &#8211; Água Branca (próximo a Estação Lapa)</p>
<p>Gratuito e aberto ao público.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Com informações: Assessoria de Imprensa – Adriana Balsanelli</strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Metallica anuncia edição limitada do clássico álbum “ReLoad (Remastered)”</title>
		<link>https://boomerangmusic.com.br/metallica-anuncia-edicao-limitada-do-classico-album-reload-remastered/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 May 2026 20:16:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nostalgia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://boomerangmusic.com.br/?p=65623</guid>

					<description><![CDATA[O Metallica acaba de anunciar o relançamento da edição definitiva de seu sétimo álbum, “ReLoad”, certificado com platina quádrupla. Ele chega em 26 de junho, via Blackened Recordings, o selo próprio da banda. &#160; APRESENTANDO MATERIAL INÉDITO COM VERSÕES DEMO, ROUGH MIXES, VÍDEOS, GRAVAÇÕES AO VIVO E MUITO MAIS...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O Metallica </strong>acaba de anunciar o relançamento da edição definitiva de seu sétimo álbum,<strong> “<em>ReLoad”</em>, </strong>certificado com platina quádrupla. Ele chega em 26 de junho, via Blackened Recordings, o selo próprio da banda.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>APRESENTANDO MATERIAL INÉDITO COM VERSÕES DEMO, </strong><strong>ROUGH MIXES, VÍDEOS, GRAVAÇÕES AO VIVO E MUITO MAIS</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong><a href="https://br.umusic-online.com/c/AQiHlA4Q1Ks4GInA8tQBIIGggw4ozcKkFg-GPslAOSy_s37elp4WrC1KYyH2FBpk4Uh4C9XOT28_">“The Memory Remains (Remastered)”</a> e <a href="https://br.umusic-online.com/c/AQiHlA4Q1Ks4GInA8tQBIIKggw4ozcKkFof7NsfO29FjBV8e-FG_-23CgxtwsfehX2sz8sugAYfC">vídeo de “The Memory Remains (Live in Philadelphia)”</a> já estão disponíveis</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Remasterizado por Reuben Cohen na Lurssen Mastering, com supervisão de Greg Fidelman, “<em>ReLoad Remastered Limited Edition Deluxe Box Set”</em> já está disponível para pré-venda na UMusic Store, onde é possível ver detalhes do pacote completo e a lista de faixas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O <strong>Metallica</strong> acaba de anunciar o relançamento da edição definitiva de seu sétimo álbum, <strong>“<em>ReLoad”</em></strong>, certificado com platina quádrupla. Ele chega em 26 de junho, via Blackened Recordings, o selo próprio da banda.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Remasterizado por Reuben Cohen na Lurssen Mastering, com supervisão de Greg Fidelman, “<em>ReLoad Remastered Limited Edition Deluxe Box Set”</em> Já é possível ver detalhes do pacote completo e a lista de faixas na página de pré-venda. Confira as versões disponíveis para pré-venda na UMusic Store.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Saiba mais aqui: <a href="https://br.umusic-online.com/c/AQiHlA4Q1Ks4GInA8tQBIIOggw4ozcKkFls-xnZ7MmfT7rykV1bNqcuH5X81vR6SMVXOGaA4xESe">https://www.umusicstore.com/metallica</a> .</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Os fãs também já tem acesso imediato a versões de “The Memory Remains”, incluindo a gravação original remasterizada, Instrumental Mix, Take 18 Floor Take e Live in Brisbane. Ouça aqui: <a href="https://br.umusic-online.com/c/AQiHlA4Q1Ks4GInA8tQBIIGggw4ozcKkFg-GPslAOSy_s37elp4WrC1KYyH2FBpk4Uh4C9XOT28_">https://metallica.lnk.to/thememoryremastered</a> .</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>“</strong><em><strong>ReLoad (Remastered)”</strong> </em>está disponível em vários formatos, incluindo vinil duplo 180g, edição colorida exclusiva do Wal-Mart em vinil duplo 140g, CD, CD triplo Expanded Edition, cassete e digital (incluindo versões com Spatial Audio mix usando Atmos). Pré-vendas e pré-saves de todas as configurações incluem acesso imediato a “The Memory Remains (Remastered)”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O vídeo de “The Memory Remains (Live in Philadelphia)” já está acessível em <a href="https://br.umusic-online.com/c/AQiHlA4Q1Ks4GInA8tQBIIKggw4ozcKkFof7NsfO29FjBV8e-FG_-23CgxtwsfehX2sz8sugAYfC">https://metallica.lnk.to/TheMemoryRemainsPhilly97</a> .</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“<em>ReLoad Remastered</em> <em>Limited Edition Deluxe Box Set</em>” é um documento cuidadosamente selecionado e elaborado sobre a fase do Metallica entre 1997 e 1998, repleta de conteúdos exclusivos, incluindo demos inéditas, roug mixes (mixagens preliminares), gravações ao vivo, participações em programas de rádio e televisão e muito mais. Esta edição única e numerada traz o álbum<em> “ReLoad”</em> remasterizado em vinil duplo de 180g, o single de 7” “The Memory Remains” e <em>“Live at Ministry of Sound ’97”</em>, um álbum triplo de 140g, gravado ao vivo. Os 15 CDs do box set vão desde o álbum “<em>ReLoad</em>” remasterizado até coleções inéditas de riffs, demos e rough mixes, lados B e raridades, além de uma grande quantidade de material ao vivo. Os 4 DVDs oferecem uma infinidade de cenas dos bastidores, imagens em estúdio e ao vivo, participações em programas de rádio e televisão, a apresentação surpresa da banda no estacionamento do CoreStates Complex, na Filadélfia (EUA), visitas a Seul e mais. Completando o conteúdo da caixa, há itens de memorabilia, incluindo um pacote de 13 cartões de Teste de Rorschach, um pôster 11&#215;17 de “Gimme Fuel”, um adesivo, uma gravura do artista gráfico Pushead, um pacote com 10 palhetas de guitarra/baixo, folhetos com letras de músicas, três passes de turnê laminados e um livro de luxo de 128 páginas com fotos inéditas e histórias de quem esteve lá.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O lançamento de “ReLoad (Remastered)” também marca o início do concurso de covers para fãs #GetTheReLoadOut. No ano passado, milhares de fãs do Metallica nas redes sociais enviaram suas interpretações das faixas do álbum<em> “Load”</em> para o concurso de covers para fãs #GetTheLoadOut. A banda está lançando a segunda rodada, desta vez como #GetTheReLoadOut, para comemorar o relançamento de <em>“ReLoad”</em> com uma nova segunda categoria: além das covers mais tradicionais, artistas performáticos e visuais também estão convidados a participar. Uma faixa diferente do álbum será destacada a cada semana durante a competição, culminando com dois vencedores do Grande Prêmio, cada um levando para casa uma “<em>ReLoad Remastered Limited Edition Deluxe Box Set</em>” autografada pelo Metallica.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Lançado originalmente em 18 de novembro de 1997,<em> “ReLoad”</em> foi o terceiro álbum consecutivo do Metallica a estrear em primeiro lugar na Billboard 200, permanecendo por quase 80 semanas na parada e alcançando o primeiro lugar em seis países, além de figurar entre os dez primeiros em quase mais uma dúzia. As sessões de 1995 a 1997 no estúdio The Plant, em Sausalito, Califórnia, que resultaram nos álbuns <em>“ReLoad”</em> e <em>“Load”</em>, viram James Hetfield, Lars Ulrich, Kirk Hammett e Jason Newsted explorando novos territórios criativos e expandindo os limites da identidade sonora do Metallica. Em <em>“ReLoad”</em>, isso significou decisões ousadas, que vão desde a inclusão de hurdy gurdy (viela de roda, um instrumento medieval) e violino na sombria “Low Man’s Lyric” até a participação especial marcante da cantora Marianne Faithfull em “The Memory Remains”. Assim como seu antecessor de 1996, <em>“ReLoad” </em>viu seu prestígio crescer ano após ano desde o lançamento. A incendiária faixa de abertura “Fuel” e a atemporal “The Memory Remains” seguem como clássicos dos setlists da banda na atual “M72 World Tour”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Tracklist:</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>2LP – ReLoad (Remastered)<br />
LP1 Lado 1<br />
1. Fuel (Remastered)<br />
2. The Memory Remains (Remastered)<br />
3. Devil&#8217;s Dance (Remastered)<br />
4. The Unforgiven II (Remastered)</p>
<p>Lado 2<br />
1. Better Than You (Remastered)<br />
2. Slither (Remastered)<br />
3. Carpe Diem Baby (Remastered)</p>
<p>LP2 Lado 3<br />
1. Bad Seed (Remastered)<br />
2. Where The Wild Things Are (Remastered)<br />
3. Prince Charming (Remastered)</p>
<p>Lado 4<br />
1. Low Man&#8217;s Lyric (Remastered)<br />
2. Attitude (Remastered)<br />
3. Fixxxer (Remastered)</p>
<p>7&#8243; – The Memory Remains<br />
Lado 1<br />
1. The Memory Remains (Remastered)</p>
<p>Lado 2<br />
1. For Whom The Bell Tolls (Haven&#8217;t Heard It Yet Mix)</p>
<p>3LP – Ministry Of Sound &#8217;97</p>
<p>LP1 Lado 1<br />
1. Intro Jam (Live At Ministry Of Sound, London, England &#8211; November 13th, 1997)<br />
2. Helpless (Live At Ministry Of Sound, London, England &#8211; November 13th, 1997)<br />
3. The Four Horsemen (Live At Ministry Of Sound, London, England &#8211; November 13th, 1997)<br />
4. Of Wolf And Man (Live At Ministry Of Sound, London, England &#8211; November 13th, 1997)</p>
<p>Lado 2<br />
1. The Thing That Should Not Be (Live At Ministry Of Sound, London, England &#8211; November 13th, 1997)<br />
2. Fuel (Live At Ministry Of Sound, London, England &#8211; November 13th, 1997)</p>
<p>LP2 Lado 3<br />
1. The Memory Remains (Live At Ministry Of Sound, London, England &#8211; November 13th, 1997)<br />
2. King Nothing (Live At Ministry Of Sound, London, England &#8211; November 13th, 1997)</p>
<p>Lado 4<br />
1. Bleeding Me (Live At Ministry Of Sound, London, England &#8211; November 13th, 1997)<br />
2. No Remorse (Live At Ministry Of Sound, London, England &#8211; November 13th, 1997)</p>
<p>LP3 Lado 5<br />
1. Am I Evil? (Live At Ministry Of Sound, London, England &#8211; November 13th, 1997)<br />
2. Stone Cold Crazy (Live At Ministry Of Sound, London, England &#8211; November 13th, 1997)<br />
3. Encore Jam (Live At Ministry Of Sound, London, England &#8211; November 13th, 1997)<br />
4. The Wait (Live At Ministry Of Sound, London, England &#8211; November 13th, 1997)</p>
<p>Lado 6<br />
1. Master Of Puppets (Live At Ministry Of Sound, London, England &#8211; November 13th, 1997)<br />
2. Encore Jam #2 (Live At Ministry Of Sound, London, England &#8211; November 13th, 1997)<br />
3. Damage, Inc. (Live At Ministry Of Sound, London, England &#8211; November 13th, 1997)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>CD1 – ReLoad (Remastered)</p>
<p>1. Fuel (Remastered)<br />
2. The Memory Remains (Remastered)<br />
3. Devil&#8217;s Dance (Remastered)<br />
4. The Unforgiven II (Remastered)<br />
5. Better Than You (Remastered)<br />
6. Slither (Remastered)<br />
7. Carpe Diem Baby (Remastered)<br />
8. Bad Seed (Remastered)<br />
9. Where The Wild Things Are (Remastered)<br />
10. Prince Charming (Remastered)<br />
11. Low Man&#8217;s Lyric (Remastered)<br />
12. Attitude (Remastered)<br />
13. Fixxxer (Remastered)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>CD2 – Shadowcast (Disc 1)</p>
<p>1. Fuel (Riff)<br />
2. Fuel (Riff II)<br />
3. Fuel (Riff III)<br />
4. Memory (&#8220;The Memory Remains&#8221; Riff)<br />
5. Devil Dance (&#8220;Devil&#8217;s Dance&#8221; Riff)<br />
6. Devil Dance (&#8220;Devil&#8217;s Dance&#8221; Riff II)<br />
7. Better (&#8220;Better Than You&#8221; Riff)<br />
8. Drivin&#8217; (&#8220;Slither&#8221; Riff)<br />
9. Drivin&#8217; (&#8220;Slither&#8221; Riff II)<br />
10. Skimpy (&#8220;Carpe Diem Baby&#8221; Riff)<br />
11. Bastard (&#8220;Bad Seed&#8221; Riff)<br />
12. Bastard (&#8220;Bad Seed&#8221; Riff II)<br />
13. Martini (&#8220;Where The Wild Things Are&#8221; Riff)<br />
14. Martini (&#8220;Where The Wild Things Are&#8221; Riff II)<br />
15. Fish Tank (&#8220;Prince Charming&#8221; Riff)<br />
16. Lenny (&#8220;Attitude&#8221; Riff)<br />
17. Lenny (&#8220;Attitude&#8221; Riff II)<br />
18. Fixer (&#8220;Fixxxer&#8221; Riff)<br />
19. Bastard (&#8220;Bad Seed&#8221; Demo)<br />
20. Better (&#8220;Better Than You&#8221; Demo)<br />
21. Devil Dance (&#8220;Devil&#8217;s Dance&#8221; Demo)<br />
22. Drivin&#8217; (&#8220;Slither&#8221; Demo)<br />
23. Fixer (&#8220;Fixxxer&#8221; Demo)<br />
24. Fuel (Demo)<br />
25. Lenny (&#8220;Attitude&#8221; Demo)<br />
26. Fish Tank (&#8220;Prince Charming&#8221; Demo)<br />
27. Skimpy (&#8220;Carpe Diem Baby&#8221; Demo)<br />
28. Memory (&#8220;The Memory Remains&#8221; Demo)<br />
29. Martini (&#8220;Where The Wild Things Are&#8221; Demo)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>CD3 – Shadowcast (Disc 2)</p>
<p>1. Unforgiven 2 (&#8220;The Unforgiven II&#8221; Demo)<br />
2. Mine Eyes (&#8220;Low Man&#8217;s Lyric&#8221; Demo)<br />
3. Voodoo Queen (&#8220;Fixxxer&#8221; Vocal Idea)<br />
4. Sweat (&#8220;Attitude&#8221; Vocal Idea)<br />
5. Bad Seed (Vocal Idea)<br />
6. Devil Dance (&#8220;Devil&#8217;s Dance&#8221; Vocal Idea)<br />
7. Unforgiven 2 (&#8220;The Unforgiven II&#8221; Vocal Idea)<br />
8. Mine Eyes (&#8220;Low Man&#8217;s Lyric&#8221; Demo From The Plant)<br />
9. Mine Eyes (&#8220;Low Man&#8217;s Lyric&#8221; Demo Idea)<br />
10. Better (&#8220;Better Than You&#8221; Take 7 &#8211; May 18th, 1995)<br />
11. Fuel (Take 2 &#8211; May 18th, 1995)<br />
12. Fish Tank (&#8220;Prince Charming&#8221; Take 11 &#8211; May 23rd, 1995)<br />
13. Drivin&#8217; (&#8220;Slither&#8221; Take 12 + Take 47 Edit &#8211; May 24th, 1995)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>CD4 – Shadowcast (Disc 3)</p>
<p>1. Fixer (&#8220;Fixxxer&#8221; Take 4 &#8211; May 24th, 1995)<br />
2. Skimpy (&#8220;Carpe Diem Baby&#8221; Take 11 &#8211; May 30th, 1995)<br />
3. Martini (&#8220;Where The Wild Things Are&#8221; Take 25 &#8211; May 31st, 1995)<br />
4. Lenny (&#8220;Attitude&#8221; Take 11 &#8211; July 24th, 1995)<br />
5. Bastard (&#8220;Bad Seed&#8221; Take 9 &#8211; July 25th, 1995)<br />
6. Devil Dance (&#8220;Devil&#8217;s Dance&#8221; Take 11 &#8211; July 31st, 1995)<br />
7. Memory (&#8220;The Memory Remains&#8221; Take 18 &#8211; November 6th, 1995)<br />
8. Mine Eyes (&#8220;Low Man&#8217;s Lyric&#8221; Take 2 &#8211; December 5th, 1995)<br />
9. Unforgiven 2 (&#8220;The Unforgiven II&#8221; Take 4 &#8211; December 6th, 1995)<br />
10. Memory (&#8220;The Memory Remains&#8221; Marianne Faithfull Outtake &#8211; August 21st, 1997)<br />
11. Fixer (&#8220;Fixxxer&#8221; September &#8217;95 Rough Mix)<br />
12. Fuel (&#8220;Fuel For Fire&#8221; October &#8217;95 Rough Mix)<br />
13. Better (&#8220;Better Than You&#8221; October &#8217;95 Rough Mix)<br />
14. Fixer (&#8220;Fixxxer&#8221; July &#8217;97 Rough Mix)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>CD5 – Shadowcast (Disc 4)</p>
<p>1. Better (&#8220;Better Than You&#8221; July &#8217;97 Rough Mix)<br />
2. Bad Seed (August &#8217;97 Rough Mix)<br />
3. Martini (&#8220;Where The Wild Things Are&#8221; August &#8217;97 Rough Mix)<br />
4. Unforgiven 2 (&#8220;The Unforgiven II&#8221; August &#8217;97 Rough Mix)<br />
5. Fuel (August &#8217;97 Rough Mix)<br />
6. Mine Eyes (&#8220;Low Man&#8217;s Lyric&#8221; August &#8217;97 Rough Mix)<br />
7. Skimpy (&#8220;Carpe Diem Baby&#8221; September &#8217;97 Rough Mix)<br />
8. Fixer (&#8220;Fixxxer&#8221; Intro Piece)<br />
9. Lenny (&#8220;Attitude&#8221; September &#8217;97 Rough Mix)<br />
10. Memory (&#8220;The Memory Remains&#8221; September &#8217;97 Rough Mix)<br />
11. Drivin&#8217; (&#8220;Slither&#8221; September &#8217;97 Rough Mix)<br />
12. Devil Dance (&#8220;Devil&#8217;s Dance&#8221; September &#8217;97 Rough Mix)<br />
13. Fish Tank (&#8220;Prince Charming&#8221; October &#8217;97 Rough Mix)<br />
14. Memory (&#8220;The Memory Remains&#8221; Instrumental Mix)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>CD6 – Escape From The Studio &#8217;97 (Live At Reading) – Disc 1</p>
<p>1. Intro Jam (Live At Reading Festival, Reading, England &#8211; August 24th, 1997)<br />
2. So What (Live At Reading Festival, Reading, England &#8211; August 24th, 1997)<br />
3. Master Of Puppets (Live At Reading Festival, Reading, England &#8211; August 24th, 1997)<br />
4. King Nothing (Live At Reading Festival, Reading, England &#8211; August 24th, 1997)<br />
5. Sad But True (Live At Reading Festival, Reading, England &#8211; August 24th, 1997)<br />
6. Fuel (Live At Reading Festival, Reading, England &#8211; August 24th, 1997)<br />
7. Hero Of The Day (Live At Reading Festival, Reading, England &#8211; August 24th, 1997)<br />
8. Ain&#8217;t My Bitch (Live At Reading Festival, Reading, England &#8211; August 24th, 1997)<br />
9. One (Live At Reading Festival, Reading, England &#8211; August 24th, 1997)<br />
10. Until It Sleeps (Live At Reading Festival, Reading, England &#8211; August 24th, 1997)<br />
11. For Whom The Bell Tolls (Live At Reading Festival, Reading, England &#8211; August 24th, 1997)<br />
12. Wherever I May Roam (Live At Reading Festival, Reading, England &#8211; August 24th, 1997)<br />
13. Nothing Else Matters (Live At Reading Festival, Reading, England &#8211; August 24th, 1997)<br />
14. Enter Sandman (Live At Reading Festival, Reading, England &#8211; August 24th, 1997)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>CD7 – Escape From The Studio &#8217;97 (Live At Reading) – Disc 2</p>
<p>1. Encore Jam (Live At Reading Festival, Reading, England &#8211; August 24th, 1997)<br />
2. Stone Cold Crazy (Live At Reading Festival, Reading, England &#8211; August 24th, 1997)<br />
3. Creeping Death (Live At Reading Festival, Reading, England &#8211; August 24th, 1997)<br />
4. Battery (Live At Reading Festival, Reading, England &#8211; August 24th, 1997)<br />
5. Last Caress (Live At Reading Festival, Reading, England &#8211; August 24th, 1997)<br />
6. Motorbreath (Live At Reading Festival, Reading, England &#8211; August 24th, 1997)<br />
7. For Whom The Bell Tolls (The Irony Of It All)<br />
8. For Whom The Bell Tolls (Haven&#8217;t Heard It Yet Mix)<br />
9. Fuel (Unreleased Boymerang Viper Mix)<br />
10. The Unforgiven (Unreleased Whipping Boy Mix)<br />
11. Enter Sandman (Unreleased Overseer Mix)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>CD8 – Poor Acoustic Me (Disc 1)</p>
<p>1. Low Man&#8217;s Lyric (Live At Bridge School Benefit, Mountain View, CA &#8211; October 19th, 1997)<br />
2. Helpless (Live At Bridge School Benefit, Mountain View, CA &#8211; October 19th, 1997)<br />
3. Tuesday&#8217;s Gone (With Jerry Cantrell) (Live At Bridge School Benefit, Mountain View, CA &#8211; October 19th, 1997)<br />
4. Poor Twisted Me (Live At Bridge School Benefit, Mountain View, CA &#8211; October 19th, 1997)<br />
5. Fade To Black (Live At Bridge School Benefit, Mountain View, CA &#8211; October 19th, 1997)<br />
6. The Four Horsemen (Live At Bridge School Benefit, Mountain View, CA &#8211; October 19th, 1997)<br />
7. Nothing Else Matters (Live At Bridge School Benefit, Mountain View, CA &#8211; October 19th, 1997)<br />
8. Last Caress (Live At Bridge School Benefit, Mountain View, CA &#8211; October 19th, 1997)<br />
9. Low Man&#8217;s Lyric (Live At Virgin Radio &#8211; November 14th, 1997)<br />
10. The Four Horsemen (Live At Virgin Radio &#8211; November 14th, 1997)<br />
11. Nothing Else Matters (Live At Virgin Radio &#8211; November 14th, 1997)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>CD9 – Poor Acoustic Me (Disc 2)</p>
<p>1. The Four Horsemen (Rehearsal At KSJO Studios, San Jose, CA &#8211; December 17th, 1997)<br />
2. Poor Twisted Me (Rehearsal At KSJO Studios, San Jose, CA &#8211; December 17th, 1997)<br />
3. Tuesday&#8217;s Gone (Rehearsal At KSJO Studios, San Jose, CA &#8211; December 17th, 1997)<br />
4. Last Caress (Rehearsal At KSJO Studios, San Jose, CA &#8211; December 17th, 1997)<br />
5. Low Man&#8217;s Lyric (Live At KSJO Studios, San Jose, CA &#8211; December 18th, 1997)<br />
6. Helpless (Live At KSJO Studios, San Jose, CA &#8211; December 18th, 1997)<br />
7. The Four Horsemen (Live At KSJO Studios, San Jose, CA &#8211; December 18th, 1997)<br />
8. Poor Twisted Me (Live At KSJO Studios, San Jose, CA &#8211; December 18th, 1997)<br />
9. Nothing Else Matters (Live At KSJO Studios, San Jose, CA &#8211; December 18th, 1997)<br />
10. On The Phone With Mike Piazza (Live At KSJO Studios, San Jose, CA &#8211; December 18th, 1997)<br />
11. Creeping Death (Live At KSJO Studios, San Jose, CA &#8211; December 18th, 1997)<br />
12. Intro To Tuesday&#8217;s Gone (Live At KSJO Studios, San Jose, CA &#8211; December 18th, 1997)<br />
13. Tuesday&#8217;s Gone (Live At KSJO Studios, San Jose, CA &#8211; December 18th, 1997)<br />
14. Last Caress (Live At KSJO Studios, San Jose, CA &#8211; December 18th, 1997)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>CD10 – Poor Australian Me (Disc 1)</p>
<p>1. Intro Jam (Live At Brisbane Entertainment Centre, Brisbane, Australia &#8211; April 20th, 1998)<br />
2. So What (Live At Brisbane Entertainment Centre, Brisbane, Australia &#8211; April 20th, 1998)<br />
3. Master Of Puppets (Live At Brisbane Entertainment Centre, Brisbane, Australia &#8211; April 20th, 1998)<br />
4. King Nothing (Live At Brisbane Entertainment Centre, Brisbane, Australia &#8211; April 20th, 1998)<br />
5. Sad But True (Live At Brisbane Entertainment Centre, Brisbane, Australia &#8211; April 20th, 1998)<br />
6. Guitar Doodle (Live At Brisbane Entertainment Centre, Brisbane, Australia &#8211; April 20th, 1998)<br />
7. Fuel (Live At Brisbane Entertainment Centre, Brisbane, Australia &#8211; April 20th, 1998)<br />
8. The Memory Remains (Live At Brisbane Entertainment Centre, Brisbane, Australia &#8211; April 20th, 1998)<br />
9. Bleeding Me (Live At Brisbane Entertainment Centre, Brisbane, Australia &#8211; April 20th, 1998)<br />
10. Bass/Guitar Doodle (Live At Brisbane Entertainment Centre, Brisbane, Australia &#8211; April 20th, 1998)<br />
11. Nothing Else Matters (Live At Brisbane Entertainment Centre, Brisbane, Australia &#8211; April 20th, 1998)<br />
12. Until It Sleeps (Live At Brisbane Entertainment Centre, Brisbane, Australia &#8211; April 20th, 1998)<br />
13. For Whom The Bell Tolls (Live At Brisbane Entertainment Centre, Brisbane, Australia &#8211; April 20th, 1998)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>CD11 – Poor Australian Me (Disc 2)</p>
<p>1. Wherever I May Roam (Live At Brisbane Entertainment Centre, Brisbane, Australia &#8211; April 20th, 1998)<br />
2. One (Live At Brisbane Entertainment Centre, Brisbane, Australia &#8211; April 20th, 1998)<br />
3. Kill / Ride Medley (Live At Brisbane Entertainment Centre, Brisbane, Australia &#8211; April 20th, 1998)<br />
4. Low Man&#8217;s Lyric (Acoustic) (Live At Brisbane Entertainment Centre, Brisbane, Australia &#8211; April 20th, 1998)<br />
5. The Four Horsemen (Acoustic) (Live At Brisbane Entertainment Centre, Brisbane, Australia &#8211; April 20th, 1998)<br />
6. Motorbreath (Acoustic) (Live At Brisbane Entertainment Centre, Brisbane, Australia &#8211; April 20th, 1998)<br />
7. Creeping Death (Live At Brisbane Entertainment Centre, Brisbane, Australia &#8211; April 20th, 1998)<br />
8. Enter Sandman (Live At Brisbane Entertainment Centre, Brisbane, Australia &#8211; April 20th, 1998)<br />
9. Battery (Live At Brisbane Entertainment Centre, Brisbane, Australia &#8211; April 20th, 1998)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>CD12 – Poor North American Me (Disc 1)</p>
<p>1. The Ecstasy Of Gold<br />
2. Breadfan (Live At Giants Stadium, East Rutherford, NJ &#8211; July 17th, 1998)<br />
3. Master Of Puppets (Live At Giants Stadium, East Rutherford, NJ &#8211; July 17th, 1998)<br />
4. Of Wolf And Man (Live At Giants Stadium, East Rutherford, NJ &#8211; July 17th, 1998)<br />
5. The Thing That Should Not Be (Live At Giants Stadium, East Rutherford, NJ &#8211; July 17th, 1998)<br />
6. Fuel (Live At Giants Stadium, East Rutherford, NJ &#8211; July 17th, 1998)<br />
7. The Memory Remains (Live At Giants Stadium, East Rutherford, NJ &#8211; July 17th, 1998)<br />
8. Bleeding Me (Live At Giants Stadium, East Rutherford, NJ &#8211; July 17th, 1998)<br />
9. Bass/Guitar Doodle (Live At Giants Stadium, East Rutherford, NJ &#8211; July 17th, 1998)<br />
10. Nothing Else Matters (Live At Giants Stadium, East Rutherford, NJ &#8211; July 17th, 1998)<br />
11. Until It Sleeps (Live At Giants Stadium, East Rutherford, NJ &#8211; July 17th, 1998)<br />
12. King Nothing (Live At Giants Stadium, East Rutherford, NJ &#8211; July 17th, 1998)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>CD13 – Poor North American Me (Disc 2)</p>
<p>1. Wherever I May Roam (Live At Giants Stadium, East Rutherford, NJ &#8211; July 17th, 1998)<br />
2. One (Live At Giants Stadium, East Rutherford, NJ &#8211; July 17th, 1998)<br />
3. Fight Fire With Fire (Live At Giants Stadium, East Rutherford, NJ &#8211; July 17th, 1998)<br />
4. Low Man&#8217;s Lyric (Acoustic) (Live At Giants Stadium, East Rutherford, NJ &#8211; July 17th, 1998)<br />
5. The Four Horsemen (Acoustic) (Live At Giants Stadium, East Rutherford, NJ &#8211; July 17th, 1998)<br />
6. Last Caress (Acoustic) (Live At Giants Stadium, East Rutherford, NJ &#8211; July 17th, 1998)<br />
7. Encore Jam (Live At Giants Stadium, East Rutherford, NJ &#8211; July 17th, 1998)<br />
8. Sad But True (Live At Giants Stadium, East Rutherford, NJ &#8211; July 17th, 1998)<br />
9. Enter Sandman (Live At Giants Stadium, East Rutherford, NJ &#8211; July 17th, 1998)<br />
10. Creeping Death (Live At Giants Stadium, East Rutherford, NJ &#8211; July 17th, 1998)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>CD14 – Poor ReTouring Me &#8217;97–&#8217;98: The Soundboard Tapes (Disc 1)</p>
<p>1. Intro Jam (Live At Yoyogi Daiichi Taiikukan, Tokyo, Japan &#8211; May 8th, 1998)<br />
2. Helpless (Live At Blockbuster Pavilion, Charlotte, NC &#8211; June 27th, 1998)<br />
3. Master Of Puppets (Live At Meadows Music Theater, Hartford, CT &#8211; July 21st, 1998)<br />
4. Of Wolf And Man (Live At Cynthia Woods Mitchell Pavilion, Houston, TX &#8211; August 2nd, 1998)<br />
5. The Thing That Should Not Be (Live At Den Grå Hal, Copenhagen, Denmark &#8211; November 16th, 1997)<br />
6. Ain&#8217;t My Bitch (Live At Sydney Entertainment Centre, Sydney, Australia &#8211; April 4th, 1998)<br />
7. Fuel (Live At Starplex Amphitheatre, Dallas, TX &#8211; July 31st, 1998)<br />
8. The Memory Remains (Live At Retama Park, San Antonio, TX &#8211; August 1st, 1998)<br />
9. Whiplash (Live At Fukuoka Kokusai Center, Fukuoka, Japan &#8211; May 3rd, 1998)<br />
10. King Nothing (Live At Queens Wharf Entertainment Centre, Wellington, New Zealand &#8211; April 17th, 1998)<br />
11. Bleeding Me (Live At Winnebago County Fairgrounds, Pecatonica, IL &#8211; July 5th, 1998)<br />
12. Bass/Guitar Doodle (Live At Pine Knob Music Theatre, Detroit, MI &#8211; July 10th, 1998)<br />
13. Nothing Else Matters (Live At Perth Entertainment Centre, Perth, Australia &#8211; April 11th, 1998)<br />
14. Until It Sleeps (Live At Nippon Budokan, Tokyo, Japan &#8211; May 7th, 1998)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>CD15 – Poor ReTouring Me &#8217;97–&#8217;98: The Soundboard Tapes (Disc 2)</p>
<p>1. Devil&#8217;s Dance (Live At Perth Entertainment Centre, Perth, Australia &#8211; April 12th, 1998)<br />
2. For Whom The Bell Tolls (Live At Osaka-Jou Hall, Osaka, Japan &#8211; April 30th, 1998)<br />
3. Wherever I May Roam (Live At The Supertop, Auckland, New Zealand &#8211; April 18th, 1998)<br />
4. One (Live At Olympic Gymnastics Arena, Seoul, South Korea &#8211; April 25th, 1998)<br />
5. Fight Fire With Fire (Live At Sandstone Amphitheater, Kansas City, KS &#8211; July 29th, 1998)<br />
6. Low Man&#8217;s Lyric (Acoustic) (Live At Fiddler&#8217;s Green Amphitheatre, Denver, CO &#8211; September 8th, 1998)<br />
7. Poor Twisted Me (Acoustic) (Live At Yoyogi Daiichi Taiikukan, Tokyo, Japan &#8211; May 8th, 1998)<br />
8. Motorbreath (Acoustic) (Live At Polaris Amphitheater, Columbus, OH &#8211; July 4th, 1998)<br />
9. Encore Jam (Live At Cal Expo, Sacramento, CA &#8211; September 1st, 1998)<br />
10. Sad But True (Live At Cal Expo, Sacramento, CA &#8211; September 1st, 1998)<br />
11. Creeping Death (Live At Nippon Budokan, Tokyo, Japan &#8211; May 6th, 1998)<br />
12. Enter Sandman (Live At Irvine Meadows Amphitheatre, Irvine, CA &#8211; August 28th, 1998)<br />
13. Encore Jam #2 (Live At Melbourne Park, Melbourne, Australia &#8211; April 6th, 1998)<br />
14. Damage, Inc. (Live At L&#8217;Élysée Montmartre, Paris, France &#8211; November 18th, 1997)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>DVD1 – Studio Shit + Music Videos + TV Appearances<br />
Studio Shit<br />
1. Writing In Lars&#8217; Dungeon Pt. 2<br />
2. Rehearsals At The Plant Pt. 2</p>
<p>Music Videos</p>
<p>1. The Memory Remains (Official Music Video)<br />
2. The Unforgiven II (Official Music Video)<br />
3. Fuel (Official Music Video)<br />
4. Fuel (Hot Rod Edit)</p>
<p>MTV&#8217;s ReLoad, Rehearse, Request</p>
<p>1. Low Man&#8217;s Lyric (Live)<br />
2. Helpless (Live)<br />
3. Last Caress (Live)<br />
4. Fuel (Live)<br />
5. Devil&#8217;s Dance (Live)<br />
6. One (Live)<br />
7. For Whom The Bell Tolls (Live)<br />
8. King Nothing (Live)<br />
9. Creeping Death (Live)<br />
10. Motorbreath (Live)<br />
11. So What (Live)</p>
<p>TV Appearances</p>
<p>1. The Memory Remains (With Marianne Faithfull) (Live On Top Of The Pops)<br />
2. The Memory Remains (With Marianne Faithfull) (Live On TFI Friday)<br />
3. King Nothing (Live On Recovery TV)<br />
4. Fuel (Live On Recovery TV)<br />
5. Credits</p>
<p>DVD2 – Banned In Philly</p>
<p>1. Intro (Live)<br />
2. Helpless (Live)<br />
3. The Four Horsemen (Live)<br />
4. Of Wolf And Man (Live)<br />
5. The Thing That Should Not Be (Live)<br />
6. Fuel (Live)<br />
7. The Memory Remains (Live)<br />
8. King Nothing (Live)<br />
9. Bleeding Me (Live)<br />
10. No Remorse (Live)<br />
11. Am I Evil? (Live)<br />
12. Stone Cold Crazy (Live)<br />
13. The Wait (Live)<br />
14. Master Of Puppets (Live)<br />
15. Damage, Inc. (Live)<br />
16. Credits</p>
<p>DVD3 – Poor East Asian Me</p>
<p>1. Intro Jam (Live)<br />
2. So What (Live)<br />
3. Master Of Puppets (Live)<br />
4. King Nothing (Live)<br />
5. Sad But True (Live)<br />
6. Fuel (Live)<br />
7. The Memory Remains (Live)<br />
8. Bleeding Me (Live)<br />
9. Bass/Guitar Doodle (Live)<br />
10. Nothing Else Matters (Live)<br />
11. Until It Sleeps (Live)<br />
12. For Whom The Bell Tolls (Live)<br />
13. Wherever I May Roam (Live)<br />
14. One (Live)<br />
15. Kill/Ride Medley (Live)<br />
16. Low Man&#8217;s Lyric (Live)<br />
17. The Four Horsemen (Live)<br />
18. Motorbreath (Live)<br />
19. Creeping Death (Live)<br />
20. Enter Sandman (Live)<br />
21. Battery (Live)<br />
22. Credits</p>
<p>DVD4 – Poor Californian Me</p>
<p>1. The Ecstasy Of Gold<br />
2. Breadfan (Live)<br />
3. Master Of Puppets (Live)<br />
4. Of Wolf And Man (Live)<br />
5. The Thing That Should Not Be (Live)<br />
6. Fuel (Live)<br />
7. The Memory Remains (Live)<br />
8. Bleeding Me (Live)<br />
9. Bass/Guitar Doodle (Live)<br />
10. Nothing Else Matters (Live)<br />
11. Until It Sleeps (Live)<br />
12. King Nothing (Live)<br />
13. Wherever I May Roam (Live)<br />
14. One (Live)<br />
15. Fight Fire With Fire (Live)<br />
16. Low Man&#8217;s Lyric (Live)<br />
17. The Four Horsemen (Live)<br />
18. Last Caress (Live)<br />
19. Sad But True (Live)<br />
20. Enter Sandman (Live)<br />
21. Creeping Death (Live)<br />
22. Credits</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Com informações: <a href="https://br.umusic-online.com/c/AQiHlA4Q5qM4GInA8tQBIMyLgQ4o-v-sFoM2geIMT970kxtbRxhtl__tCWFoCs0uWl9JY8rLRR6J">www.universalmusic.com.br</a></strong></p>
<p><strong>Universal Music Brasil</strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Sepultura lança a balada &#8220;Beyond the Dream&#8221;, com colaboração dos Titãs</title>
		<link>https://boomerangmusic.com.br/sepultura-lanca-a-balada-beyond-the-dream-com-colaboracao-dos-titas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Apr 2026 14:03:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nostalgia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://boomerangmusic.com.br/?p=65169</guid>

					<description><![CDATA[Faixa faz parte do EP de despedida da banda e já está disponível em todas as plataformas digitais via ONErpm &#160; Ouça “Beyond the Dream” aqui &#160; A faixa &#8220;Beyond the Dream&#8221; surge como um dos momentos mais emblemáticos do capítulo final do Sepultura, servindo como um reflexo...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Faixa faz parte do EP de despedida da banda e já está disponível em todas as plataformas digitais via ONErpm</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://onerpm.link/sepultura_beyondthedream"><strong>Ouça “Beyond the Dream” aqui</strong></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A faixa <strong>&#8220;Beyond the Dream&#8221;</strong> surge como um dos momentos mais emblemáticos do capítulo final do <strong>Sepultura</strong>, servindo como um reflexo poético de uma trajetória marcada por décadas de álbuns, turnês e vivências na estrada. Esta composição inédita concretiza um desejo antigo da banda de explorar o formato de balada, unindo a identidade do grupo à sensibilidade melódica de grandes parceiros. Para realizar esse projeto, o Sepultura contou com a colaboração fundamental de Sérgio Britto e Tony Bellotto, dos Titãs, músicos que possuem uma história compartilhada com a banda e são reconhecidos como especialistas no gênero e compositores de clássicos como &#8220;Polícia&#8221;.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fruto de uma parceria direta entre os integrantes do Sepultura e os músicos dos Titãs, a música celebra a afinidade entre artistas que compartilham a rotina dos palcos e a paixão pela criação. O resultado é uma obra que traz grande satisfação aos envolvidos, consolidando-se como um registro afetivo e histórico presente no último EP do grupo, lançado justamente neste ano que marca a despedida oficial da carreira do Sepultura.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>“‘Beyond the Dream’ fala um pouco dessa despedida da nossa história, das turnês, álbuns e estrada, e foi uma parceria feita por mim, pelo Derek, Sérgio Britto e Tony Belotto, num desejo antigo da banda de fazer uma balada, e chamamos nossos amigos especialistas em baladas para ajudar, os Titãs, que tem uma história com o Sepultura, compositores da Polícia e tem esse assunto em comum também, de fazer parte de banda, de estrada, de turnê etc. E foi uma parceria que deu muito certo, a gente tá muito feliz com o resultado e feliz de ter essa oportunidade de fazer essa balada nesse último EP no último ano da carreira do Sepultura”</em>, comenta Andreas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Beyond the Dream” já está disponível em todas as plataformas digitais via <strong>ONErpm</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-65171" src="https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2026/04/DSC_0169-.jpg72dpi-300x240.jpg" alt="" width="479" height="383" srcset="https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2026/04/DSC_0169-.jpg72dpi-300x240.jpg 300w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2026/04/DSC_0169-.jpg72dpi-1024x819.jpg 1024w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2026/04/DSC_0169-.jpg72dpi-768x614.jpg 768w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2026/04/DSC_0169-.jpg72dpi-1536x1229.jpg 1536w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2026/04/DSC_0169-.jpg72dpi-700x560.jpg 700w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2026/04/DSC_0169-.jpg72dpi.jpg 1651w" sizes="(max-width: 479px) 100vw, 479px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>SEPULTURA:</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Derrick Green &#8211; vocais</p>
<p>Andreas Kisser &#8211; guitarras</p>
<p>Paulo Jr. &#8211; baixo</p>
<p>Greyson Nekrutman &#8211; bateria</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>TRACKLIST “The Cloud of Unknowing”</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<ol>
<li>All Souls Rising</li>
<li>Beyond the Dream</li>
<li>Sacred Books</li>
<li>The Place (single)</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Sobre Sepultura: </strong>À medida que as cortinas se fecham para uma carreira extraordinária que se estende por mais de quatro décadas, o SEPULTURA se prepara para encerrar seu capítulo final no fim deste ano. Com mais de 40 anos de história, 14 discos de ouro e apresentações em mais de 80 países, o Sepultura se firma como o representante brasileiro mais contundente no cenário global e uma das bandas de metal mais influentes da atualidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Enquanto ainda levam seu som pioneiro a públicos ao redor do mundo na turnê de despedida “Celebrating Life Through Death”, surge a pergunta: como o Sepultura deveria marcar o fim de uma trajetória tão monumental?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A resposta veio naturalmente: capturando um último momento criativo e preservando-o para a posteridade. “The Cloud of Unknowing” surge como uma declaração final — sem filtros, destemida e profundamente humana. É o SEPULTURA em sua forma mais reflexiva e livre, oferecendo um último e poderoso testemunho antes que as cortinas se fechem.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://www.instagram.com/sepultura/"><strong>Instagram aqui</strong></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Sobre ONErpm:</strong> ONErpm é o grupo musical e gravadora liderando a nova geração da música – operando globalmente em 43 localizações e mais de 600 funcionários. O grupo oferece serviços de gravadora a artistas que procuram elevar suas carreiras e opera uma das maiores distribuidoras musicais do mundo inteiro, além de contar com uma das maiores networks multi-canais no YouTube.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Contando com um leque completo de serviços, que inclui apoio de marketing, ferramentas para a supply chain, SAAS, inteligência de empreendedorismo, publicação, contabilidade e soluções globais de pagamento, a empresa oferece a infraestrutura necessária para o sucesso de criadores e donos de conteúdo. Prezando por ser uma parceira confiável, a ONErpm oferece transparência em tudo que faz, desde a criação de uma campanha de marketing aos pagamentos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para mais informações, visite <a href="http://www.onerpm.com/">www.onerpm.com</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Com informações: ONErpm</strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>The Cranberries comemoram 33 anos do lançamento de seu primeiro álbum, &#8220;Everybody Else is Doing It So Why Can’t We?”</title>
		<link>https://boomerangmusic.com.br/the-cranberries-comemoram-33-anos-do-lancamento-de-seu-primeiro-album-everybody-else-is-doing-it-so-why-cant-we/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Apr 2026 15:42:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nostalgia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://boomerangmusic.com.br/?p=65159</guid>

					<description><![CDATA[The Cranberries Celebram o 33º aniversário de seu histórico álbum de estreia “EVERYBODY ELSE IS DOING IT SO WHY CAN’T WE?” com múltiplas edições com conteúdo extra,incluindo versões em espanhol dos singles “Linger” e “Dreams” feat. BRATTY e AnaSof, remix de “Linger” por Iain Cook, do...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>The Cranberries</strong> <strong>Celebram o 33<sup>º</sup> aniversário de seu histórico álbum de estreia <em>“EVERYBODY ELSE IS DOING IT SO WHY CAN’T WE?”<br />
</em>com múltiplas edições com conteúdo extra,incluindo versões em espanhol dos singles “Linger” e “Dreams” feat. BRATTY e AnaSof, remix de “Linger” por Iain Cook, do CHVRCHES,  novas mixagens 2026 em estéreo assinadas pelo produtor original do disco, Stephen Street, e mais textos inéditos no encarte</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Faça o pre-save <a href="https://br.umusic-online.com/c/AQiHlA4QnLw3GInA8tQBIKbb5A0o4KjpFfjtPG8e70nshe_gr5BfTSGt9QZaLDpc6UveIP439OFv">AQUI</a></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em 1º de março de 1993, quando <strong><em>“Everybody Else Is Doing It So Why Can’t We?”</em></strong>, o álbum de estreia inovador da banda irlandesa <strong>THE CRANBERRIES</strong>, foi lançado, ninguém imaginava que essa banda despretensiosa deixaria um legado que se estenderia por mais de três décadas. <em>“Viemos de uma pequena cidade na Irlanda onde coisas assim não aconteciam. Foi como um conto de fadas”</em>, conta o guitarrista <strong>Noel Hogan</strong>. Trinta e três anos depois, no entanto, o legado do grupo não apenas segue vivo, mas continua a crescer.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em <strong>22 de maio de 2026</strong>, a <strong>Island/Ume</strong> vai lançar a <strong>33<sup>rd</sup> Anniversary Deluxe Edition </strong>(edição especial de luxo do 33º aniversário) de seu álbum de estreia em sete configurações, com edições variadas oferecendo conteúdo extra, incluindo mixagens estéreo de 2026 totalmente novas feitas pelo produtor original do álbum, <strong>Stephen Street</strong>, textos comentando faixa a faixa da banda, notas da designer original Cally Callomon e do fotógrafo Andy Earl, remixes variados e emocionantes reinvenções em espanhol de “Linger” (com participação de <strong>BRATTY</strong>) e “Dreams” (com participação de <strong>AnaSof</strong>). Veja a lista completa de configurações abaixo. Confia as versões físicas disponíveis para pré-venda na <strong>UMusic Store</strong>. Saiba mais aqui:<a href="https://br.umusic-online.com/c/AQiHlA4QnLw3GInA8tQBIKfb5A0o4KjpFfqZZqqiCaUfMwhVwF6_IRMSaThxNIKkZmFkDPLZoeyc"> </a><a href="https://br.umusic-online.com/c/AQiHlA4QnLw3GInA8tQBIKfb5A0o4KjpFfqZZqqiCaUfMwhVwF6_IRMSaThxNIKkZmFkDPLZoeyc">https://www.umusicstore.com/the-cranberries</a> .</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>“Parece que não foi há muito tempo, porque todos nós temos lembranças vívidas daquela época maravilhosa”</em>, diz o baterista <strong>Fergal Lawler</strong>. <em>“Passamos por algumas tentativas frustradas antes de finalmente começarmos a gravar com</em> [o produtor] <em>Stephen Street em um pequeno e aconchegante estúdio, Windmill Lane 2, bem próximo ao parque St. Stephen’s Green, em Dublin. Sabíamos que o Steve faria um ótimo trabalho para captar ‘o som dos Cranberries’.”</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Tendo alcançado o primeiro lugar nas paradas do Reino Unido e da Irlanda e vendido mais de seis milhões de cópias em todo o mundo, <strong><em>“Everybody Else Is Doing It So Why Can’t We?”</em></strong> gerou dois hits no Top Ten — o single de estreia <strong>“Dreams”</strong> e seu sucessor <strong>“Linger”</strong>, que consolidou a posição da banda no mundo do rock. O álbum destacou os vocais únicos de<strong> Dolores O’Riordan</strong> (cuja morte prematura em 2018 abalou a indústria musical).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Além das novas mixagens em estéreo de Street e do remix onírico de “Linger” feito por <strong>Iain Cook</strong>, do <strong>CHVRCHES</strong>, as edições expandidas do álbum incluem mixagens especiais em espanhol com dois dos artistas mais badalados da América Latina. O estilo <em>bedroom pop </em>da artista mexicana <strong>BRATTY </strong>transforma <strong>“Linger”</strong> em uma linda balada em <em>spanglish</em> que soa como homenagem respeitosa à versão original. <strong>Anasof</strong>, também mexicana, de Oaxaca, abraça a exuberância etérea de <strong>“Dreams”</strong> e a remodela como um deslumbrante tributo latino.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Marcado pela voz única de Dolores, <em>“Everybody Else Is Doing It So Why Can’t We?”</em> deixou uma marca indelével. O <u>Pitchfork</u> elogiou: “<em>Cada música de ‘Everybody Else’ abre caminho para a catarse… O reconhecimento de O’Riordan de suas próprias profundezas emocionais é reconfortante. Cada questão afetiva é examinada como uma borboleta presa sob um vidro, uma entidade silenciosamente complexa que merece solidariedade simplesmente por ter conseguido existir neste mundo cruel</em>”. A “<u>Rolling Stone</u>” observou: “<em>Sobre ondas etéreas de som, o canto fascinante de O’Riordan transmite histórias inocentes e autobiográficas de amor, amor perdido e mais amor</em>”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Amado pelos fãs e por colegas do mundo da música (Michael Stipe certa vez elogiou: “Não acreditei que ‘Linger’ foi a primeira música que Dolores escreveu com os Cranberries – que canção!”), o trabalho inicial da banda lhes rendeu shows de abertura para Duran Duran e R.E.M. Noel lembra: <em>“Voar para Los Angeles para gravar um videoclipe e ter Michael Stipe visitando o set; shows com ingressos esgotados; limusines nos buscando no hotel… nós simplesmente absorvemos tudo isso. A gente ficava feliz em ficar nos bastidores, mas Dolores realmente abraçou o estrelato. Todo mundo falava sobre como, nos nossos primeiros shows, ela ficava olhando para o chão ou para o teto porque estava nervosa, mas ela aprendeu muito rápido a dominar o palco e a conquistar o público, não importava o tamanho do lugar. Dolores tinha uma ousadia e uma atitude – ‘É assim que eu sou, é pegar ou largar!’ – que as pessoas adoravam”</em>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><u>LP Triplo Deluxe Edition</u></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><u>LP &#8211; 1 (Original 2026 Remastered)</u></p>
<p>Side A</p>
<p>1  I Still Do (2026 Remastered)</p>
<p>2  Dreams (2026 Remastered)</p>
<p>3  Sunday (2026 Remastered)</p>
<p>4  Pretty (2026 Remastered)</p>
<p>5  Waltzing Back (2026 Remastered)</p>
<p>6  Not Sorry (2026 Remastered)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Side B</p>
<p>1   Linger (2026 Remastered)</p>
<p>2   Wanted (2026 Remastered)</p>
<p>3   Still Can&#8217;t (2026 Remastered)</p>
<p>4   I Will Always (2026 Remastered)</p>
<p>5   How (2026 Remastered)</p>
<p>6   Put Me Down (2026 Remastered)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><u>LP &#8211; 2 &#8211; 2026 Stephen Street Stereo Mix</u></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Side C</p>
<p>1   I Still Do (2026 Stephen Street Stereo Mix)</p>
<p>2   Dreams (2026 Stephen Street Stereo Mix)</p>
<p>3   Sunday (2026 Stephen Street Stereo Mix)</p>
<p>4   Pretty (2026 Stephen Street Stereo Mix)</p>
<p>5   Waltzing Back  (2026 Stephen Street Stereo Mix)</p>
<p>6   Not Sorry (2026 Stephen Street Stereo Mix)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Side D</p>
<p>1   Linger (2026 Stephen Street Stereo Mix)</p>
<p>2   Wanted (2026 Stephen Street Stereo Mix)</p>
<p>3   Still Can&#8217;t (2026 Stephen Street Stereo Mix)</p>
<p>4   I Will Always  (2026 Stephen Street Stereo Mix)</p>
<p>5   How (2026 Stephen Street Stereo Mix)</p>
<p>6   Put Me Down (2026 Stephen Street Stereo Mix)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><u>LP &#8211; 3 &#8211; Bonus Material</u></strong></p>
<p>Side E</p>
<p>1   Reason (Bonus)</p>
<p>2   Them (Bonus)</p>
<p>3   What You Were (Bonus)</p>
<p>4   Liar (Bonus)</p>
<p>5   Pretty (Pret A Porter Movie Mix)</p>
<p>6   How (Radical Mix)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Side F</p>
<p>1   Linger (Live At The London Astoria II, 1994)</p>
<p>2   Dreams (Live At The London Astoria II, 1994)</p>
<p>3   Pretty (Live At The London Astoria II, 1994)</p>
<p>4   Liar (Live At The London Astoria II, 1994)</p>
<p>5   Linger (IAIN COOK Remix)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><u>CD Duplo Deluxe Edition</u></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><u>CD1 (Original 2026 Remastered)</u></p>
<p>1   I Still Do (2026 Remastered)</p>
<p>2   Dreams (2026 Remastered)</p>
<p>3   Sunday (2026 Remastered)</p>
<p>4   Pretty (2026 Remastered)</p>
<p>5   Waltzing Back (2026 Remastered)</p>
<p>6   Not Sorry (2026 Remastered)</p>
<p>7   Linger (2026 Remastered)</p>
<p>8   Wanted (2026 Remastered)</p>
<p>9   Still Can&#8217;t (2026 Remastered)</p>
<p>10       I Will Always (2026 Remastered)</p>
<p>11       How (2026 Remastered)</p>
<p>12       Put Me Down (2026 Remastered)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>CD2 (Bonus Tracks)</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>1   I Still Do (2026 Stephen Street Stereo Mix)</p>
<p>2   Dreams (2026 Stephen Street Stereo Mix)</p>
<p>3   Sunday (2026 Stephen Street Stereo Mix)</p>
<p>4   Pretty (2026 Stephen Street Stereo Mix)</p>
<p>5   Waltzing Back  (2026 Stephen Street Stereo Mix)</p>
<p>6   Not Sorry (2026 Stephen Street Stereo Mix)</p>
<p>7   Linger (2026 Stephen Street Stereo Mix)</p>
<p>8   Wanted (2026 Stephen Street Stereo Mix)</p>
<p>9   Still Can&#8217;t (2026 Stephen Street Stereo Mix)</p>
<p>10       I Will Always  (2026 Stephen Street Stereo Mix)</p>
<p>11       How (2026 Stephen Street Stereo Mix)</p>
<p>12       Put Me Down  (2026 Stephen Street Stereo Mix)</p>
<p>13       Reason (Bonus)</p>
<p>14       Them (Bonus)</p>
<p>15       What You Were (Bonus)</p>
<p>16       Liar (Bonus)</p>
<p>17       Pretty (Pret A Porter Movie Mix)</p>
<p>18       How (Radical Mix)</p>
<p>19       Linger (IAIN COOK Remix)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><u>LP &#8211; 2026 Remastered</u></strong></p>
<p>Side A</p>
<p>1   I Still Do</p>
<p>2   Dreams</p>
<p>3   Sunday</p>
<p>4   Pretty</p>
<p>5   Waltzing Back</p>
<p>6   Not Sorry</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Side B</p>
<p>1   Linger</p>
<p>2   Wanted</p>
<p>3   Still Can&#8217;t</p>
<p>4   I Will Always</p>
<p>5   How</p>
<p>6   Put Me Down</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><u>CD &#8211; 2026 Remastered</u></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>1   I Still Do</p>
<p>2   Dreams</p>
<p>3   Sunday</p>
<p>4   Pretty</p>
<p>5   Waltzing Back</p>
<p>6   Not Sorry</p>
<p>7   Linger</p>
<p>8   Wanted</p>
<p>9   Still Can&#8217;t</p>
<p>10       I Will Always</p>
<p>11       How</p>
<p>12       Put Me Down</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><u>Digital Deluxe</u></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>1   I Still Do (2026 Remastered)</p>
<p>2   Dreams (2026 Remastered)</p>
<p>3   Sunday (2026 Remastered)</p>
<p>4   Pretty (2026 Remastered)</p>
<p>5   Waltzing Back (2026 Remastered)</p>
<p>6   Not Sorry (2026 Remastered)</p>
<p>7   Linger (2026 Remastered)</p>
<p>8   Wanted (2026 Remastered)</p>
<p>9   Still Can&#8217;t (2026 Remastered)</p>
<p>10       I Will Always (2026 Remastered)</p>
<p>11       How (2026 Remastered)</p>
<p>12       Put Me Down (2026 Remastered)</p>
<p>13       I Still Do (2026 Stephen Street Stereo Mix)</p>
<p>14       Dreams (2026 Stephen Street Stereo Mix)</p>
<p>15       Sunday (2026 Stephen Street Stereo Mix)</p>
<p>16       Pretty (2026 Stephen Street Stereo Mix)</p>
<p>17       Waltzing Back  (2026 Stephen Street Stereo Mix)</p>
<p>18       Not Sorry (2026 Stephen Street Stereo Mix)</p>
<p>19       Linger (2026 Stephen Street Stereo Mix)</p>
<p>20       Wanted (2026 Stephen Street Stereo Mix)</p>
<p>21       Still Can&#8217;t  (2026 Stephen Street Stereo Mix)</p>
<p>22       I Will Always  (2026 Stephen Street Stereo Mix)</p>
<p>23       How (2026 Stephen Street Stereo Mix)</p>
<p>24       Put Me Down  (2026 Stephen Street Stereo Mix)</p>
<p>25       Reason (Bonus)</p>
<p>26       Them (Bonus)</p>
<p>27       What You Were (Bonus)</p>
<p>28       Liar (Bonus)</p>
<p>29       Pretty (Pret A Porter Movie Mix)</p>
<p>30       How (Radical Mix)</p>
<p>31       Linger (IAIN COOK Remix)</p>
<p>32       Linger (Spanish Mix) feat. Bratty</p>
<p>33       Dreams (Spanish Mix) feat. ANASOF</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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<p><strong>Com informações: <a href="https://br.umusic-online.com/c/AQiHlA4QnLw3GInA8tQBIIna5A0o4KjpFS_PGzEi-G6nIt3psN2hVJdxaeBrRfIMLo5mFli-MwHm">www.universalmusic.com.br</a></strong></p>
<p><strong>Universal Music Brasil</strong></p>
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		<title>Álbum de estreia do Vanguart chega ao digital pela primeira vez</title>
		<link>https://boomerangmusic.com.br/album-de-estreia-do-vanguart-chega-ao-digital-pela-primeira-vez/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Apr 2026 15:32:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nostalgia]]></category>
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					<description><![CDATA[Gravado há mais de vinte anos, o primeiro trabalho da banda finalmente ganha lançamento nas plataformas &#160; Ouça aqui &#160; Está no ar, finalmente, o álbum &#8220;Vanguart&#8221;, primeiro trabalho da banda homônima, nas plataformas digitais pela Deck. Lançado em 2007, o disco marca o início...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Gravado há mais de vinte anos, o primeiro trabalho da banda finalmente ganha lançamento nas plataformas</strong></p>
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<p><strong><a href="https://vanguart.lnk.to/Vanguart">Ouça aqui</a></strong></p>
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<p>Está no ar, finalmente, o álbum <strong>&#8220;Vanguart&#8221;</strong>, primeiro trabalho da banda homônima, nas plataformas digitais pela <strong>Deck</strong>. Lançado em 2007, o disco marca o início da trajetória de um dos nomes mais relevantes da cena indie rock brasileira, com forte influência de folk-rock e MPB.</p>
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<p>Gravado pela formação original, David Dafré (guitarra e voz), Douglas Godoy (bateria), Hélio Flanders (violão, gaita e voz), Luiz Lazzarotto (piano e órgão) e Reginaldo Lincoln (voz e baixo), o trabalho permanece, até hoje, como uma referência para fãs e crítica.</p>
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<p>A faixa de abertura do disco, “Semáforo”, segue como um dos principais hits do repertório da banda, que atualmente se apresenta como um duo formado por Hélio Flanders e Reginaldo Lincoln, e está disponível apenas em versões ao vivo até o momento. Outro destaque que também chega com o álbum é “Cachaça”, que também foi lançada na época.</p>
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<p>Em 2006, “Semáforo” foi lançada como single e teve destaque na cena independente nacional, levando o Vanguart a fazer shows pelo Brasil e também ser apontado pela MTV e pela imprensa em geral como uma das grandes revelações daquela geração que estava surgindo. No mesmo ano, o grupo entrou em estúdio para a gravação do álbum, lançado em julho de 2007 pela Revista Outra Coisa, e que recebeu ampla repercussão, figurando em em praticamente todas as listas de melhores daquele ano. O “Vanguart” ganhou o prêmio de Disco do Ano do site especializado Scream &amp; Yell em 2007, e foi eleito pela Folha de São Paulo um dos 50 álbuns mais importantes da década &#8217;00.</p>
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<p>Com a chegada hoje às plataformas digitais, o álbum passa a estar acessível para novos públicos, além de permitir a revisitação de um marco muito importante na trajetória do Vanguart.</p>
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<p><strong>Com informações: Imprensa Deck</strong></p>
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		<title>Entre hits, inéditas e muito rock, &#8220;Ao Vivo&#8221;, de Rita Lee, ganha edição em vinil pela primeira vez</title>
		<link>https://boomerangmusic.com.br/entre-hits-ineditas-e-muito-rock-ao-vivo-de-rita-lee-ganha-edicao-em-vinil-pela-primeira-vez/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Feb 2026 00:54:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nostalgia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Disco duplo, da Universal Music Brasil, vem nas cores azul e vermelha &#160; O ano de 2003 foi marcado por uma série de hits na carreira de Rita Lee. Ao lado do eterno parceiro Roberto de Carvalho, a roqueira maior havia lançado “Balacobaco”, que já tinha vendido...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Disco duplo, da Universal Music Brasil, vem nas cores azul e vermelha</p>
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<p>O ano de 2003 foi marcado por uma série de hits na carreira de <strong>Rita Lee</strong>. Ao lado do eterno parceiro <strong>Roberto de Carvalho</strong>, a roqueira maior havia lançado “Balacobaco”, que já tinha vendido mais de meio milhão de cópias. “Amor e Sexo”, o grande hit do disco, passou semanas em primeiro lugar entre as mais tocadas. A turnê do álbum foi um estouro, lotada e passando também por outros países da América Latina e da Europa. Nessa onda tão boa, Rita &amp; Roberto foram convidados pela MTV para estrelar um especial ao vivo.</p>
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<p>Gravado nos dias 26 e 27 de agosto de 2004, em São Paulo, o show deu origem a um DVD e a um CD, que foram lançados pela EMI na época. Agora, pela primeira vez em vinil, a <strong>Universal Music Brasil</strong> lança o disco duplo, nas cores azul e vermelha, que já está disponível na <strong>UMusic Store</strong>.</p>
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<p>Saiba mais aqui: <a href="https://br.umusic-online.com/c/AQiHlA4QwqU2GInA8tQBIM2Guw0oweGwFQx1HsZOqXkVzzb7iMIyixvQht8nNKcQKTG9-6m-ppE9">https://www.umusicstore.com/rita-lee</a> .</p>
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<p>Rita, na época, não quis apenas repetir o show “Balacobaco”. Decidiu, então, seguir a base da turnê, cortando algumas canções, adicionando outras, além de escolher algumas inéditas. “Saúde”, um hit-assinatura da dupla, é a eleita para abrir o show, com energia lá em cima. “Meio Fio”, inédita até então, vem a seguir. A parceria de Roberto com Arnaldo Antunes é uma bonita homenagem a Rita, que gostava de ser situada, na letra, “entre minha neta e minha avó”, evocando a força feminina da maior figura do rock do Brasil.</p>
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<p>Nada mais justo do que seguir com “Mamãe Natureza”, só de Rita e a primeira música que ela compôs depois de ser expulsa dos Mutantes. Rock e genialidade na forma mais pura. Também do início da carreira solo de Rita, “Esse Tal de Roque Enrow” aparece com participação de Pitty. Até o dia da gravação, o combinado era que elas cantariam “Todas as Mulheres do Mundo”. Entretanto, Rita resolveu brincar com o choque de gerações apresentado na letra — em que uma mãe está preocupada com a fixação da filha por esse tal de Roque Enrow — e decidiu mudar o roteiro.</p>
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<p>“Amor e Sexo” ao vivo é linda. O coro do público e a qualidade vocal que Rita entrega nesse ao vivo são de arrepiar. Roberto é o responsável pelos arranjos e pela produção, além de tocar guitarra e fazer vocais. Beto, o filho mais velho do casal, é a escolha perfeita com sua guitarra bem anos 1970, além de entregar vocais excelentes. A banda completa é cheia de feras: Dadi Carvalho (baixo e vocal), Ary Dias (percussão), Cláudio Infante (bateria), Rafael Castilhol (teclado e vocal), Milton Guedes (sax, flauta, gaita e vocal) e Débora Reis (vocal).</p>
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<p>Rita celebra a Tropicália ao incluir “Panis et Circenses”, de Caetano e Gil. A inédita “Coração Babão” (Rita &amp; Roberto) mostra que Rita se mantém fiel à sua veia tropicalista e mistura “I Love You, Você”, homenagem a Wanderléa e altas doses de ironia ao cantar a cafonice de se viver uma paixão. O baile de Rita segue com o hino feminista “Pagu” (com participação de Zélia Duncan).</p>
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<p>Dois hits de 1980 levantam o público: “Baila Comigo”, só de Rita, e “Caso Sério”, das mais quentes composições de Rita &amp; Roberto. A vibe roqueira que permeia todo o disco vem com tudo no encerramento. “Eu Quero Ser Sedado”, versão de Rita para “I Wanna Be Sedated”, dos Ramones, aparece por sugestão de Beto. Rita depois disse que essa era a música que ela mais gostava de cantar naquela época: “A letra não podia ser mais a minha cara”. O peso e a psicodelia de “Ando Jururu”, um ponto altíssimo desse ao vivo, vêm a seguir. Para fechar, “Tudo Vira Bosta”, presente de Moacyr Franco para Rita, que estava em “Balacobaco”. Uma pena que no disco não caiba o discurso de Rita antes de apresentar a música, que reproduzo aqui: “O segredo da vida, qual é? A gente nasce, a gente cresce, a gente estuda, trabalha, arranja um emprego, ganha grana, vai ao supermercado, tosta toda a grana na comida, chega em casa, faz comida, come tudo… E tudo vira bosta”. Aos novos e antigos fãs, ouvir esse ao vivo é uma maneira de celebrar e de sentir a Rita sempre viva. E viva Rita!</p>
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<p><strong>*Guilherme Samora é jornalista e estudioso do legado cultural de Rita Lee.</strong></p>
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<p><strong>Repertório “Rita Lee Ao Vivo”:</strong></p>
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<p><strong>Disco 1:</strong></p>
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<p>Lado A:</p>
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<p>1 &#8211; “Saúde” (Rita Lee / Roberto de Carvalho)</p>
<p>2 &#8211; “Meio-fio” (Arnaldo Antunes / Roberto de Carvalho)</p>
<p>3 &#8211; “Mamãe natureza” (Rita Lee)</p>
<p>4 &#8211; “Esse Tal de Roque Enrow” (Rita Lee / Paulo Coelho)</p>
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<p>Lado B:</p>
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<p>1 &#8211; “Amor e Sexo” (Rita Lee / Roberto de Carvalho / Arnaldo Jabor)</p>
<p>2 &#8211; “Panis Et Circenses” (Caetano Veloso / Gilberto Gil)</p>
<p>3 &#8211; “Lucy In The Sky With Diamonds” (John Lennon / Paul McCartney)</p>
<p>4 &#8211; “Coração Babão” (Rita Lee / Roberto de Carvalho)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Disco 2:</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Lado A:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>1 &#8211; “Pagu” (Rita Lee / Zélia Duncan)</p>
<p>2 &#8211; “Baila Comigo” (Rita Lee)</p>
<p>3 &#8211; “Caso Sério” (Rita Lee / Roberto de Carvalho)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Lado B:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>1 &#8211; “Eu Quero Ser Sedado” (Joey Ramone, Dee Dee Ramone e J. Ramone) &#8211; tradução Rita Lee</p>
<p>2 &#8211; “Ando Jururu” (Rita Lee)</p>
<p>3 &#8211; “Tudo Vira Bosta” (Moacyr Franco)</p>
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<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Com informações: Universal Music Brasil – Distribuição de Conteúdo</strong></p>
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