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	<title>Nostalgia &#8211; Boomerang Music</title>
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	<description>Informação, Novidade e Atualidade</description>
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		<title>Benito di Paula ganha redescoberta histórica com chegada do álbum “Ela” às plataformas digitais pela Universal Music</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 17:04:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nostalgia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Gravado em um dos momentos mais sofisticados da carreira do sambista, disco raro dos anos 1970 retorna ao catálogo digital e revela um Benito romântico, inventivo e além dos grandes sucessos; &#160; Lançamento dá início às comemorações dos 85 anos do artista em 2026. &#160;...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Gravado em um dos momentos mais sofisticados da carreira do sambista, disco raro dos anos 1970 retorna ao catálogo digital e revela um Benito romântico, inventivo e além dos grandes sucessos;</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Lançamento dá início às comemorações dos 85 anos do artista em 2026.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Mais de cinco décadas após seu lançamento original, o álbum <strong>Ela </strong>(1972), de <strong>Benito di Paula</strong>, chega pela primeira vez a todas as plataformas digitais na próxima quinta-feira (28/05), em uma iniciativa da <strong>Universal Music</strong> que promete reacender o interesse por uma das fases mais sofisticadas e menos revisitadas da trajetória do artista. Em meio ao crescente movimento de redescoberta da obra de grandes nomes da música brasileira, o relançamento <strong>dá início as comemorações dos 85 anos do artista em 2026</strong> e reposiciona Benito não apenas como um <em>hitmaker </em>popular, mas como um compositor único, dono de uma assinatura musical singular dentro da MPB e do samba-canção.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Lançado originalmente em 1972, período em que Benito dominava as rádios brasileiras com sucessos que atravessavam classes sociais e gerações,<strong> Ela</strong> ocupa um lugar especial em sua discografia por evidenciar uma faceta mais intimista, romântica e musicalmente elaborada do artista. O disco apresenta arranjos sofisticados, forte presença do piano — marca registrada de Benito — e canções que transitam entre o samba, o bolero, a canção sentimental e influências jazzísticas, revelando um autor atento às possibilidades harmônicas da música popular brasileira.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A chegada do álbum ao streaming também lança luz sobre uma geração de ouvintes mais jovens que vêm redescobrindo a obra de Benito di Paula nas redes sociais, em samples, regravações e playlists dedicadas aos clássicos da música brasileira. Nos últimos anos, o artista passou a ser reconhecido por uma nova audiência que identifica em sua obra elementos de sofisticação melódica e uma estética que dialoga tanto com o samba tradicional quanto com a soul music, o piano romântico latino-americano e a canção popular urbana.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Mais do que recuperar um título importante de catálogo, o lançamento de <strong>Ela </strong>contribui para ampliar a compreensão sobre a dimensão artística da obra de Benito di Paula dentro da história da música brasileira. Seu êxito popular, longe de diminuir a força de sua criação, é justamente o que mantém essa obra viva até hoje, atravessando gerações pela memória afetiva e pela transmissão oral em todo o Brasil — mesmo diante de períodos de silenciamento por parte da mediação cultural e dos espaços tradicionalmente legitimadores da música brasileira.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ao longo de sua trajetória, Benito construiu uma linguagem própria, marcada por uma elaboração melódica e harmônica singular, além de incorporar elementos pouco usuais ao samba, especialmente na forma de tocar e pensar o piano dentro do gênero. Ela evidencia essa identidade artística única, reafirmando a potência de uma obra vasta, popular e profundamente original, cuja permanência no imaginário brasileiro acontece justamente pela maneira como continua sendo cantada, reinterpretada e transmitida coletivamente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A redescoberta do disco acontece em um momento de renovado interesse pela memória fonográfica brasileira e pelo resgate de obras que, durante décadas, permaneceram restritas ao vinil ou fora dos catálogos digitais. Ao disponibilizar <strong>Ela </strong>nas plataformas, a Universal Music também contribui para preservar e atualizar o acesso a uma produção fundamental da música popular do país.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>“Esse disco representa um momento muito especial da minha trajetória, porque mostra um Benito di Paula mais íntimo, mais romântico e muito ligado às minhas influências musicais. ‘Ela’ foi feito com muito sentimento, muito cuidado nos arranjos e com essa mistura de samba, piano e canção que sempre fez parte da minha identidade artística. Ver esse trabalho chegando agora às plataformas digitais é uma alegria enorme, porque permite que novas gerações descubram essas músicas e conheçam um pouco mais da minha história através de um álbum que eu tenho muito carinho.”</em> — Benito di Paula</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Com esse lançamento, Benito di Paula reafirma sua permanência no presente. Não apenas como um dos artistas mais populares de sua geração, mas como um criador cuja obra continua encontrando novos sentidos, públicos e escutas no Brasil contemporâneo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Faixa a faixa do álbum:</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>“Violão Não Se Empresta À Ninguém”</strong></p>
<p>Uma das canções mais emblemáticas do início da carreira de Benito di Paula, “Violão Não Se Empresta À Ninguém” mistura humor, ciúme e apego sentimental em torno do instrumento que simboliza a própria identidade do sambista. Com melodia envolvente e balanço elegante, a faixa já antecipava o estilo que Benito consolidaria nos anos seguintes: um samba marcado pelo piano, pela interpretação teatral e pela sofisticação harmônica.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>“Antonico”</strong></p>
<p>Na releitura do clássico de Ismael Silva, Benito mergulha na tradição do samba carioca com enorme respeito à ancestralidade do gênero. Sua interpretação valoriza o caráter dramático e social da composição, ao mesmo tempo em que imprime um toque moderno através dos arranjos e da condução melódica. A gravação evidencia a ligação de Benito com os grandes mestres do samba tradicional.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>“Fale Baixinho”</strong></p>
<p>“Fale Baixinho” revela a faceta mais romântica de Benito di Paula, em uma canção delicada, construída sobre nuances sentimentais e interpretação intimista. A música transita entre o samba-canção e a balada popular brasileira, reforçando a capacidade do artista de transformar simplicidade melódica em emoção direta e sofisticada.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>“Quem Vem Lá”</strong></p>
<p>Com balanço contagiante e clima festivo, “Quem Vem Lá” aproxima Benito do samba de gafieira e da atmosfera boêmia dos salões populares dos anos 1970. A faixa carrega uma energia expansiva, marcada pelo suingue do piano e pelo diálogo entre percussão e melodia, elementos que se tornariam assinatura do artista.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>“O Bom É O Juca”</strong></p>
<p>Nesta faixa, Benito aposta em uma narrativa popular carregada de personagens e observações bem-humoradas do cotidiano brasileiro. “O Bom É O Juca” possui espírito descontraído e quase cinematográfico, lembrando os sambas que retratavam figuras típicas da vida urbana com leveza, ironia e afeto.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>“Frevo Gingado”</strong></p>
<p>Misturando a pulsação nordestina do frevo com o balanço característico do samba paulista de Benito, “Frevo Gingado” é uma demonstração da versatilidade musical do cantor e compositor. A faixa traz ritmo acelerado, riqueza percussiva e arranjos vibrantes, revelando um Benito interessado em dialogar com diferentes tradições populares brasileiras.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>“Paraíba”</strong></p>
<p>“Paraíba” mergulha nas referências nordestinas presentes na música brasileira da época, celebrando paisagens, personagens e sonoridades do Brasil profundo. Benito conduz a faixa com respeito às raízes populares, mas sem abrir mão de sua identidade urbana, romântica e pianística.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>“Formiga Desunida”</strong></p>
<p>Com tom quase satírico, “Formiga Desunida” utiliza metáforas e imagens populares para refletir sobre comportamento coletivo e convivência social. A canção mostra o lado cronista de Benito di Paula, capaz de transformar observações simples do cotidiano em sambas inteligentes, leves e extremamente comunicativos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>“É Pranto”</strong></p>
<p>Em “É Pranto”, Benito entrega uma interpretação carregada de emoção e melancolia. A música enfatiza o sofrimento amoroso e a vulnerabilidade afetiva, temas recorrentes em sua obra. Os arranjos delicados e a condução vocal intensa aproximam a faixa do universo do samba-canção e das baladas sentimentais dos anos 1970.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>“Ela”</strong></p>
<p>Faixa-título do álbum, “Ela” sintetiza o espírito romântico e sofisticado do disco. A composição é conduzida por uma atmosfera elegante, onde piano, melodia e interpretação caminham juntos para construir uma canção de forte apelo emocional. A música ajuda a revelar um Benito di Paula mais introspectivo, refinado e distante dos estereótipos frequentemente associados ao samba popular da época.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>“Maria Do Céu”</strong></p>
<p>“Maria Do Céu” traz lirismo e delicadeza em uma narrativa marcada pela idealização feminina, tema muito presente na canção popular brasileira. Benito cria uma atmosfera quase poética, apoiada em harmonias suaves e interpretação calorosa, reforçando seu talento para unir romantismo e musicalidade sofisticada.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>“Fui Eu”</strong></p>
<p>Encerrando o álbum, “Fui Eu” apresenta um Benito seguro de sua assinatura artística, equilibrando emoção, balanço e dramaticidade. A faixa funciona como síntese do universo musical construído em Ela: sambas sentimentais, arranjos elegantes e uma interpretação intensa que ajudaria a transformar Benito di Paula em um dos grandes nomes da música brasileira dos anos 1970.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Sobre Benito di Paula</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Com uma carreira que começou em sua juventude, Benito conquistou o público com seu estilo característico de samba, que se destacou em hotéis e boates no Rio de Janeiro, onde não se limitava a um gênero específico. A convite de um amigo, ele se mudou para Santos, em São Paulo, onde deu um impulso significativo à sua carreira.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Residente em São Paulo, Benito tornou-se um dos grandes símbolos do Samba Paulista. Entre as décadas de 70 e 80, ele atingiu o ápice da fama, acumulando impressionantes 50 milhões de discos vendidos, tornando-se o 5º maior vendedor de discos do Brasil. Sua música ressoou não apenas no Brasil, mas também internacionalmente, com gravações em idiomas como espanhol, francês, italiano, finlandês e alemão, totalizando 4 milhões de discos vendidos na Europa. Com mais de 35 álbuns lançados, parte significativa de sua obra foi relançada em CD, comprovando seu imenso sucesso.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Seus álbuns como &#8220;Um Novo Samba&#8221; e &#8220;Gravado Ao Vivo&#8221; contém clássicos como &#8220;Retalhos de Cetim&#8221; e &#8220;Charlie Brown&#8221;, que se tornaram ícones da música brasileira.Benito também teve a honra de compor para outros artistas e participar de festivais internacionais, levando seu talento além das fronteiras brasileiras.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em 1983, lançou o álbum intitulado &#8220;Bom Mesmo é o Brasil&#8221; que trazia faixas como &#8220;Vovó Clementina&#8221; e &#8220;O Xerife e o Bandido&#8221;, que mantiveram a essência do cantor no início da década de 1980. Em paralelo, o Clube de Amigos do Benito di Paula do Litoral Santista atingiu seu auge, liderado por Rose di Paula, Luiz Caymmi e Maruda Bitra.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em 1984, Benito lançou &#8220;Que Brote Enfim o Rouxinol Que Existe Em Mim&#8221; pela RGE, apresentando a famosa &#8220;Amigo do Sol, Amigo da Lua&#8221;, que conquistou grande popularidade e se tornou trilha sonora da telenovela &#8220;A Gata Comeu&#8221;. Outras faixas, como &#8220;Sigo Te Amando&#8221; e &#8220;Fonte Nova&#8221;, também chamaram a atenção.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O álbum &#8220;Nação&#8221;, de 1985, trouxe uma nova proposta, com críticas sociais e referências à redemocratização do Brasil, destacando-se a música homônima e &#8220;Nova República&#8221;. A participação de Tonico &amp; Tinoco e Grande Otelo enriqueceu ainda mais a obra. No ano seguinte, Benitoapresentou um disco instrumental que incluía clássicos como &#8220;Retalhos de Cetim&#8221; e &#8220;Madrugada&#8221;.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Após um hiato de três anos, Benito voltou com &#8220;Quando a Festa Acabar&#8221; em 1987. Durante os anos 90, ele lançou um disco a cada dois anos, destacando-se &#8220;Fazendo Paixão&#8221; (1990) e &#8220;A Vida Me Faz Viver&#8221; (1992), que contavam com composições marcantes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em 2009 lança um CD e DVD ao vivo gravado no Vivo Rio, apresentando seus maiores sucessos e novas canções. Em 2011, fez uma participação no álbum-homenagem a Nelson Cavaquinho que obteve grande êxito.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em 2020, em meio à pandemia, Benito lançou &#8220;Lágrimas no Meu Sorriso&#8221;, uma música em homenagem ao seu filho André, que faleceu no final de 2019. O artista se reinventou com livestreams, cantando seus clássicos com o filho Rodrigo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Benito lançou o single &#8220;O Infalível Zen&#8221; em 2021 e em 2023 lançou o EP “Do jeito que a vida quer”, reafirmando sua relevância e conexão com novas gerações de fãs. Sua trajetória musical, marcada por inovações e tradições, solidifica Benito di Paula como um verdadeiro ícone da música brasileira. Foi homenageado no enredo da escola de samba Águia de Ouro no Carnaval de São Paulo, em 2025, reafirmando sua importância para a cultura do país.</p>
<p><em> </em></p>
<p><em> </em></p>
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<p><strong>Com informações: Assessoria de Imprensa – Paulo Henrique de Moura</strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>&#8220;Gal Costa &#8211; Ao Vivo no Teatro Castro Alves”, álbum gravado em 2003, registra performance ao vivo do show de voz e violão da cantora</title>
		<link>https://boomerangmusic.com.br/gal-costa-ao-vivo-no-teatro-castro-alves-album-gravado-em-2003-registra-performance-ao-vivo-do-show-de-voz-e-violao-da-cantora/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 May 2026 16:19:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nostalgia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Álbum chega plataformas nesta sexta-feira, dia 22 de maio, fruto da parceria das gravadoras Biscoito Fino e MZA Music &#160; Ouça o álbum: https://orcd.co/aovivonoteatrocastroalves &#160; Chega às plataformas digitais no dia 22 de maio, o álbum “Gal Costa &#8211; Ao Vivo no Teatro Castro Alves”. Inédito comercialmente, o registro,...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Álbum chega plataformas nesta sexta-feira, dia 22 de maio, fruto da parceria das gravadoras Biscoito Fino e MZA Music</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Ouça o álbum</strong>: <a href="https://orcd.co/aovivonoteatrocastroalves">https://orcd.co/aovivonoteatrocastroalves</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Chega às plataformas digitais no dia 22 de maio, o álbum <strong>“Gal Costa &#8211; Ao Vivo no Teatro Castro Alves”. </strong>Inédito comercialmente, o registro, feito durante a apresentação de Gal Costa no projeto “Vozes do Brasil”, em 2003, traz a performance impecável e a voz cristalina da cantora em 25 canções, acompanhada pelo violão do músico <strong>Luiz Meira.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Gravado em Salvador, o álbum ganha o mundo após duas décadas de preservação e um criterioso tratamento técnico, capitaneado pelo experiente produtor musical <strong>Marco Mazzola</strong>. “O projeto da Gal nasceu da ideia de fazer um disco de voz e violão, porque ela tinha uma vontade louca de cantar como se estivesse na sala das pessoas. Eu estava produzindo o álbum dela para a MTV, que foi o maior sucesso, e a gente tocava sempre nesse assunto. Quando a Gal decidiu partir para realizar esse sonho, convidamos o Luíz Meira”, conta Mazzola. Nesta época, o teatro Castro Alves abrigava o Projeto “Vozes do Brasil”, perfeito para o projeto acústico. “Levei todo o meu equipamento para o teatro, porque eu não queria deixar de registrar aquele show tão maravilhoso: Gal cantando daquele jeito, conversando com o público, como ela tinha imaginado”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O CD com o áudio precioso permaneceu sob os cuidados do produtor por mais de 20 anos. “Por ocasião do falecimento da Gal, achei que era o momento para lançá-lo. O tempo passou e o disco se manteve atualíssimo. Depois de masterizar, remasterizamos o material para ser lançado. Fico muito feliz de poder fazer com que esse sonho da Gal possa ser ouvido por muitas pessoas, graças à parceria com a Biscoito Fino” com a MZA Music, pontua Mazzola.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O violonista <strong>Luiz Meira</strong> conta que seu entrosamento com Gal Costa era total, quando o show chegou ao palco do Castro Alves: “Já tínhamos tocado no Carnegie Hall, em Nova York, na Europa e em várias cidades do Brasil e da América Latina. Tanto que fizemos shows de voz e violão, Gal e eu, por muitos anos, sempre com uma cumplicidade muito grande. Este show foi muito bem recebido: era muito bonito, delicado, intimista”, conclui o músico.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O repertório da apresentação que lotou o Teatro Castro Alves, palco emblemático na trajetória da Gal Costa, reúne desde clássicos de Ary Barroso, Tom Jobim, Riachão e Dorival Caymmi, a temas de Caetano Veloso (autor de cinco canções), Gilberto Gil, Jards Macalé, Djavan, Arnaldo Antunes, Alice Ruiz, Roberto e Erasmo, Chico César e Vander Lee, entre outros compositores.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fruto da parceria das gravadoras MZA Music e Biscoito Fino, o lançamento do álbum “Gal Costa &#8211; Ao Vivo no Teatro Castro Alves” é mais uma iniciativa de curadoria e preservação do acervo de Gal Costa. “Fico muito feliz de poder fazer esse sonho da Gal possa ser ouvido por muitas pessoas, graças a essa parceria da MZA Music com a Biscoito Fino”, finaliza Marco Mazzola.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone wp-image-66097" src="https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Foto_04_GalCosta_Credito_MarioCanivello-251x300.jpg" alt="" width="378" height="452" srcset="https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Foto_04_GalCosta_Credito_MarioCanivello-251x300.jpg 251w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Foto_04_GalCosta_Credito_MarioCanivello-855x1024.jpg 855w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Foto_04_GalCosta_Credito_MarioCanivello-768x919.jpg 768w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Foto_04_GalCosta_Credito_MarioCanivello-1283x1536.jpg 1283w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Foto_04_GalCosta_Credito_MarioCanivello-700x838.jpg 700w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Foto_04_GalCosta_Credito_MarioCanivello.jpg 1587w" sizes="(max-width: 378px) 100vw, 378px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Repertório:</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>1 Coraçãozinho (Caetano Veloso)</p>
<p>2 Minha voz, minha vida (Caetano Veloso)</p>
<p>3 Eu vim da Bahia (Gilberto Gil)</p>
<p>4 Chega de saudade (Antônio Carlos Jobim/Vinícius de Moraes)</p>
<p>5 Azul (Djavan)</p>
<p>6 Olha (Roberto Carlos/Erasmo Carlos)</p>
<p>7 Mulher eu sei (Chico César)</p>
<p>8 Onde Deus possa me ouvir (Vander lee)</p>
<p>9 A camisa amarela (Ary Barroso)</p>
<p>10 Epitáfio (Sérgio Britto/ Eric Silver (adaptador))</p>
<p>11 Vapor barato (Jards Macalé/Wally Salomão)</p>
<p>12 London London (Caetano Veloso)</p>
<p>13 tigresa (Caetano Veloso)</p>
<p>14 Sorte (Celso Fonseca e Ronaldo Bastos)</p>
<p>15 Força estranha (Caetano Veloso)</p>
<p>16 Nada além (Custódio Mesquita/Mário Lago)</p>
<p>17 Chuva de prata (Ed Wilson/Ronaldo Bastos)</p>
<p>18 É luxo só (Ary Barroso/Luiz Peixoto)</p>
<p>19 Aquarela do Brasil (Ary Barroso)</p>
<p>20 Cada macaco no seu galho (chô chuá) (Riachão)</p>
<p>21 Socorro (Arnaldo Antunes/Alice Ruiz)</p>
<p>22 Folhetim (Chico Buarque)</p>
<p>23 Sábado em Copacabana (Dorival Caymmi/Carlos Guinle)</p>
<p>24 O amor em paz (Antônio Carlos Jobim/Vinícius de Moraes)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Ficha Técnica:</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Uma realização MZA Music e Biscoito Fino<br />
Gravado ao vivo no dia 22 de maio de 2003 no Teatro Castro Alves, Salvador, BA.<br />
Gal Costa: Voz<br />
Luiz Meira: Violão e guitarra em London London, Tigresa, Sorte e Socorro<br />
Produzido por Marco Mazzola para MZA Music<br />
Direção Geral: Marco Mazzola<br />
Coordenador artístico: Hugo Silva<br />
Assistente artístico: Stephany Brum<br />
Engenheiro de gravação e Mixagem: Marco Mazzola<br />
Estúdio de restauração de áudio e mixagem: MZA Music<br />
Masterização: Classic Master por Carlos Freitas</p>
<p>Capa: Omar Salomão</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Com informações: Coringa Comunicação</strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Show de Lílian Menezes em homenagem aos 80 anos de Elis Regina chega ao Tendal da Lapa</title>
		<link>https://boomerangmusic.com.br/show-de-lilian-menezes-em-homenagem-aos-80-anos-de-elis-regina-chega-ao-tendal-da-lapa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 May 2026 02:46:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nostalgia]]></category>
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					<description><![CDATA[Em apresentação gratuita, a cantora e atriz revisita o repertório de Elis Regina com direção musical de Marcelo Mariano em circulação pela cidade. &#160; A turnê do show Lílian Menezes canta Elis, criada em homenagem aos 80 anos de Elis Regina, segue pela cidade e chega...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em apresentação gratuita, a cantora e atriz revisita o repertório de Elis Regina com direção musical de Marcelo Mariano em circulação pela cidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A turnê do show<strong> Lílian Menezes canta Elis</strong>, criada em homenagem aos 80 anos de Elis Regina, segue pela cidade e chega ao <strong>Tendal da Lapa</strong> no dia 17 de maio, domingo, às 17h. A apresentação é gratuita e integra um circuito de cinco shows em diferentes regiões de São Paulo.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p>O espetáculo integra as comemorações pelos 80 anos que Elis Regina completaria em 2025 e se apoia na trajetória artística de Lílian Menezes, que interpreta a cantora nos palcos no musical Elis, A Musical, há mais de uma década. Ao longo desse período, Lílian construiu uma relação consistente com a obra de Elis, que agora ganha nova leitura em formato de show, com arranjos inéditos e abordagem autoral.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8220;Neste projeto eu emprego o meu olhar artístico, minha pesquisa, e admiração sobre a obra de Elis, não somente sobre a pessoa dela. Isso me coloca no mesmo lugar do público, e me faz compartilhar histórias pessoais que foram embaladas pelas canções que ela interpretou&#8221;, explica Lílian.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A direção musical é assinada por <strong>Marcelo Mariano</strong>, músico e arranjador que carrega o legado de César Camargo Mariano, parceiro histórico de Elis. Com carreira consolidada, ele já trabalhou com nomes como Djavan, Ed Motta, Gal Costa, Ivete Sangalo, Jorge Aragão, Lenine e Flávio Venturini, e atualmente divide sua agenda entre esta turnê e a celebração dos 50 anos de carreira de Djavan. Além de dirigir musicalmente o projeto, Marcelo também assume o baixo em cena. Completam a formação <strong>Conrado Goys</strong>, na guitarra, <strong>Cuca Teixeira</strong>, na bateria, e <strong>Renato Silva Junior</strong>, no piano.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8220;Por ser um tributo e não um musical ou cover, existe uma liberdade que me desvincula da reprodução e permite empregar outras influências musicais que fazem parte tanto da minha construção artística quanto do repertório do Marcelo Mariano, diretor musical, e dos músicos que me acompanham&#8221;, declara Lílian.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O repertório percorre diferentes momentos da trajetória de Elis Regina e inclui canções como Maria, Maria (Milton Nascimento),<strong> </strong>Como Nossos Pais (Belchior),<strong> </strong>Aprendendo a Jogar (Guilherme Arantes), O Bêbado e a Equilibrista<strong> </strong>(João Bosco/Aldir Blanc) e Atrás da Porta (Francis Hime/Chico Buarque), entre outros clássicos que atravessam gerações e seguem atuais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O show chega ao público através do patrocínio da BRQ Digital Solutions. “Apoiar iniciativas como esta contribui para a preservação da memória da música popular brasileira e amplia o acesso do público a repertórios que fazem parte da nossa identidade cultural”, explica Verônica Coelho, CPO da empresa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8220;Esse show foi pensado para envolver o público em sua pluralidade, numa circulação gratuita e acessível, com músicas bastante conhecidas e marcantes. É um show para cantar junto, para toda a família se emocionar e curtir&#8221;, completa a artista.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O show é uma realização da Mistura de Artes, em coprodução com a Júpiter Conteúdo, com apoio da Secretaria Municipal de Cultura e Economia Criativa de São Paulo, por meio do PROMAC, e patrocínio da BRQ Digital Solutions.</p>
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<p><strong>Sobre Lílian Menezes </strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Lílian Menezes é atriz e cantora com 30 anos de carreira e é reconhecida por interpretar Elis Regina nos palcos há mais de dez anos, no premiado espetáculo Elis, A Musical, com direção de Dennis Carvalho. No teatro musical, também deu vida às mulheres da música sertaneja ao lado de Michel Teló em Bem Sertanejo, O Musical, sob direção de Gustavo Gasparani.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>No cinema, integrou os elencos de Simonal, Circuito Interno, Três Reis, e, em breve, poderá ser vista em Elis &amp; Eu, no qual volta a interpretar Elis Regina sob uma nova perspectiva: o olhar de seus filhos.</p>
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<p><strong>Instagram @lilianmenezesoficial</strong></p>
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<p><strong>Ficha técnica</strong>:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Criação e intérprete</strong>: Lílian Menezes. <strong>Direção musical</strong>: Marcelo Mariano. <strong>Direção de produção</strong>: Everson Vilela. <strong>Produção executiva</strong>: Jonathan Mendonça.</p>
<p><strong>Músicos</strong>: Marcelo Mariano (Direção musical e baixo), Conrado Goys (Guitarra), Cuca Teixeira (bateria) e Renato Silva Junior (piano). <strong>Realização</strong>: Mistura de Artes e Júpiter Conteúdo. <strong>Apoio</strong>: Secretaria Municipal de Cultura e Economia Criativa de São Paulo. <strong>Patrocínio</strong>: BRQ Digital Solutions.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Serviço</strong>:</p>
<p>Show Lílian Menezes canta Elis</p>
<p><strong>Músicos</strong>: <strong>Marcelo Mariano</strong> (Direção musical e baixo), <strong>Conrado Goys</strong> (Guitarra), <strong>Cuca Teixeira</strong> (bateria) e <strong>Renato Silva Junior</strong> (piano)</p>
<p>Dia 17 de maio, domingo, às 17h</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Duração</strong>: 100 minutos.</p>
<p><strong>Classificação etária</strong>: Livre.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Tendal da Lapa:</strong></p>
<p>Rua Guaicurus, 1100 &#8211; Água Branca (próximo a Estação Lapa)</p>
<p>Gratuito e aberto ao público.</p>
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<p><strong>Com informações: Assessoria de Imprensa – Adriana Balsanelli</strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Metallica anuncia edição limitada do clássico álbum “ReLoad (Remastered)”</title>
		<link>https://boomerangmusic.com.br/metallica-anuncia-edicao-limitada-do-classico-album-reload-remastered/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 May 2026 20:16:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nostalgia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://boomerangmusic.com.br/?p=65623</guid>

					<description><![CDATA[O Metallica acaba de anunciar o relançamento da edição definitiva de seu sétimo álbum, “ReLoad”, certificado com platina quádrupla. Ele chega em 26 de junho, via Blackened Recordings, o selo próprio da banda. &#160; APRESENTANDO MATERIAL INÉDITO COM VERSÕES DEMO, ROUGH MIXES, VÍDEOS, GRAVAÇÕES AO VIVO E MUITO MAIS...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O Metallica </strong>acaba de anunciar o relançamento da edição definitiva de seu sétimo álbum,<strong> “<em>ReLoad”</em>, </strong>certificado com platina quádrupla. Ele chega em 26 de junho, via Blackened Recordings, o selo próprio da banda.</p>
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<p><strong>APRESENTANDO MATERIAL INÉDITO COM VERSÕES DEMO, </strong><strong>ROUGH MIXES, VÍDEOS, GRAVAÇÕES AO VIVO E MUITO MAIS</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong><a href="https://br.umusic-online.com/c/AQiHlA4Q1Ks4GInA8tQBIIGggw4ozcKkFg-GPslAOSy_s37elp4WrC1KYyH2FBpk4Uh4C9XOT28_">“The Memory Remains (Remastered)”</a> e <a href="https://br.umusic-online.com/c/AQiHlA4Q1Ks4GInA8tQBIIKggw4ozcKkFof7NsfO29FjBV8e-FG_-23CgxtwsfehX2sz8sugAYfC">vídeo de “The Memory Remains (Live in Philadelphia)”</a> já estão disponíveis</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Remasterizado por Reuben Cohen na Lurssen Mastering, com supervisão de Greg Fidelman, “<em>ReLoad Remastered Limited Edition Deluxe Box Set”</em> já está disponível para pré-venda na UMusic Store, onde é possível ver detalhes do pacote completo e a lista de faixas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O <strong>Metallica</strong> acaba de anunciar o relançamento da edição definitiva de seu sétimo álbum, <strong>“<em>ReLoad”</em></strong>, certificado com platina quádrupla. Ele chega em 26 de junho, via Blackened Recordings, o selo próprio da banda.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Remasterizado por Reuben Cohen na Lurssen Mastering, com supervisão de Greg Fidelman, “<em>ReLoad Remastered Limited Edition Deluxe Box Set”</em> Já é possível ver detalhes do pacote completo e a lista de faixas na página de pré-venda. Confira as versões disponíveis para pré-venda na UMusic Store.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Saiba mais aqui: <a href="https://br.umusic-online.com/c/AQiHlA4Q1Ks4GInA8tQBIIOggw4ozcKkFls-xnZ7MmfT7rykV1bNqcuH5X81vR6SMVXOGaA4xESe">https://www.umusicstore.com/metallica</a> .</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Os fãs também já tem acesso imediato a versões de “The Memory Remains”, incluindo a gravação original remasterizada, Instrumental Mix, Take 18 Floor Take e Live in Brisbane. Ouça aqui: <a href="https://br.umusic-online.com/c/AQiHlA4Q1Ks4GInA8tQBIIGggw4ozcKkFg-GPslAOSy_s37elp4WrC1KYyH2FBpk4Uh4C9XOT28_">https://metallica.lnk.to/thememoryremastered</a> .</p>
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<p><strong>“</strong><em><strong>ReLoad (Remastered)”</strong> </em>está disponível em vários formatos, incluindo vinil duplo 180g, edição colorida exclusiva do Wal-Mart em vinil duplo 140g, CD, CD triplo Expanded Edition, cassete e digital (incluindo versões com Spatial Audio mix usando Atmos). Pré-vendas e pré-saves de todas as configurações incluem acesso imediato a “The Memory Remains (Remastered)”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O vídeo de “The Memory Remains (Live in Philadelphia)” já está acessível em <a href="https://br.umusic-online.com/c/AQiHlA4Q1Ks4GInA8tQBIIKggw4ozcKkFof7NsfO29FjBV8e-FG_-23CgxtwsfehX2sz8sugAYfC">https://metallica.lnk.to/TheMemoryRemainsPhilly97</a> .</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“<em>ReLoad Remastered</em> <em>Limited Edition Deluxe Box Set</em>” é um documento cuidadosamente selecionado e elaborado sobre a fase do Metallica entre 1997 e 1998, repleta de conteúdos exclusivos, incluindo demos inéditas, roug mixes (mixagens preliminares), gravações ao vivo, participações em programas de rádio e televisão e muito mais. Esta edição única e numerada traz o álbum<em> “ReLoad”</em> remasterizado em vinil duplo de 180g, o single de 7” “The Memory Remains” e <em>“Live at Ministry of Sound ’97”</em>, um álbum triplo de 140g, gravado ao vivo. Os 15 CDs do box set vão desde o álbum “<em>ReLoad</em>” remasterizado até coleções inéditas de riffs, demos e rough mixes, lados B e raridades, além de uma grande quantidade de material ao vivo. Os 4 DVDs oferecem uma infinidade de cenas dos bastidores, imagens em estúdio e ao vivo, participações em programas de rádio e televisão, a apresentação surpresa da banda no estacionamento do CoreStates Complex, na Filadélfia (EUA), visitas a Seul e mais. Completando o conteúdo da caixa, há itens de memorabilia, incluindo um pacote de 13 cartões de Teste de Rorschach, um pôster 11&#215;17 de “Gimme Fuel”, um adesivo, uma gravura do artista gráfico Pushead, um pacote com 10 palhetas de guitarra/baixo, folhetos com letras de músicas, três passes de turnê laminados e um livro de luxo de 128 páginas com fotos inéditas e histórias de quem esteve lá.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O lançamento de “ReLoad (Remastered)” também marca o início do concurso de covers para fãs #GetTheReLoadOut. No ano passado, milhares de fãs do Metallica nas redes sociais enviaram suas interpretações das faixas do álbum<em> “Load”</em> para o concurso de covers para fãs #GetTheLoadOut. A banda está lançando a segunda rodada, desta vez como #GetTheReLoadOut, para comemorar o relançamento de <em>“ReLoad”</em> com uma nova segunda categoria: além das covers mais tradicionais, artistas performáticos e visuais também estão convidados a participar. Uma faixa diferente do álbum será destacada a cada semana durante a competição, culminando com dois vencedores do Grande Prêmio, cada um levando para casa uma “<em>ReLoad Remastered Limited Edition Deluxe Box Set</em>” autografada pelo Metallica.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Lançado originalmente em 18 de novembro de 1997,<em> “ReLoad”</em> foi o terceiro álbum consecutivo do Metallica a estrear em primeiro lugar na Billboard 200, permanecendo por quase 80 semanas na parada e alcançando o primeiro lugar em seis países, além de figurar entre os dez primeiros em quase mais uma dúzia. As sessões de 1995 a 1997 no estúdio The Plant, em Sausalito, Califórnia, que resultaram nos álbuns <em>“ReLoad”</em> e <em>“Load”</em>, viram James Hetfield, Lars Ulrich, Kirk Hammett e Jason Newsted explorando novos territórios criativos e expandindo os limites da identidade sonora do Metallica. Em <em>“ReLoad”</em>, isso significou decisões ousadas, que vão desde a inclusão de hurdy gurdy (viela de roda, um instrumento medieval) e violino na sombria “Low Man’s Lyric” até a participação especial marcante da cantora Marianne Faithfull em “The Memory Remains”. Assim como seu antecessor de 1996, <em>“ReLoad” </em>viu seu prestígio crescer ano após ano desde o lançamento. A incendiária faixa de abertura “Fuel” e a atemporal “The Memory Remains” seguem como clássicos dos setlists da banda na atual “M72 World Tour”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Tracklist:</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>2LP – ReLoad (Remastered)<br />
LP1 Lado 1<br />
1. Fuel (Remastered)<br />
2. The Memory Remains (Remastered)<br />
3. Devil&#8217;s Dance (Remastered)<br />
4. The Unforgiven II (Remastered)</p>
<p>Lado 2<br />
1. Better Than You (Remastered)<br />
2. Slither (Remastered)<br />
3. Carpe Diem Baby (Remastered)</p>
<p>LP2 Lado 3<br />
1. Bad Seed (Remastered)<br />
2. Where The Wild Things Are (Remastered)<br />
3. Prince Charming (Remastered)</p>
<p>Lado 4<br />
1. Low Man&#8217;s Lyric (Remastered)<br />
2. Attitude (Remastered)<br />
3. Fixxxer (Remastered)</p>
<p>7&#8243; – The Memory Remains<br />
Lado 1<br />
1. The Memory Remains (Remastered)</p>
<p>Lado 2<br />
1. For Whom The Bell Tolls (Haven&#8217;t Heard It Yet Mix)</p>
<p>3LP – Ministry Of Sound &#8217;97</p>
<p>LP1 Lado 1<br />
1. Intro Jam (Live At Ministry Of Sound, London, England &#8211; November 13th, 1997)<br />
2. Helpless (Live At Ministry Of Sound, London, England &#8211; November 13th, 1997)<br />
3. The Four Horsemen (Live At Ministry Of Sound, London, England &#8211; November 13th, 1997)<br />
4. Of Wolf And Man (Live At Ministry Of Sound, London, England &#8211; November 13th, 1997)</p>
<p>Lado 2<br />
1. The Thing That Should Not Be (Live At Ministry Of Sound, London, England &#8211; November 13th, 1997)<br />
2. Fuel (Live At Ministry Of Sound, London, England &#8211; November 13th, 1997)</p>
<p>LP2 Lado 3<br />
1. The Memory Remains (Live At Ministry Of Sound, London, England &#8211; November 13th, 1997)<br />
2. King Nothing (Live At Ministry Of Sound, London, England &#8211; November 13th, 1997)</p>
<p>Lado 4<br />
1. Bleeding Me (Live At Ministry Of Sound, London, England &#8211; November 13th, 1997)<br />
2. No Remorse (Live At Ministry Of Sound, London, England &#8211; November 13th, 1997)</p>
<p>LP3 Lado 5<br />
1. Am I Evil? (Live At Ministry Of Sound, London, England &#8211; November 13th, 1997)<br />
2. Stone Cold Crazy (Live At Ministry Of Sound, London, England &#8211; November 13th, 1997)<br />
3. Encore Jam (Live At Ministry Of Sound, London, England &#8211; November 13th, 1997)<br />
4. The Wait (Live At Ministry Of Sound, London, England &#8211; November 13th, 1997)</p>
<p>Lado 6<br />
1. Master Of Puppets (Live At Ministry Of Sound, London, England &#8211; November 13th, 1997)<br />
2. Encore Jam #2 (Live At Ministry Of Sound, London, England &#8211; November 13th, 1997)<br />
3. Damage, Inc. (Live At Ministry Of Sound, London, England &#8211; November 13th, 1997)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>CD1 – ReLoad (Remastered)</p>
<p>1. Fuel (Remastered)<br />
2. The Memory Remains (Remastered)<br />
3. Devil&#8217;s Dance (Remastered)<br />
4. The Unforgiven II (Remastered)<br />
5. Better Than You (Remastered)<br />
6. Slither (Remastered)<br />
7. Carpe Diem Baby (Remastered)<br />
8. Bad Seed (Remastered)<br />
9. Where The Wild Things Are (Remastered)<br />
10. Prince Charming (Remastered)<br />
11. Low Man&#8217;s Lyric (Remastered)<br />
12. Attitude (Remastered)<br />
13. Fixxxer (Remastered)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>CD2 – Shadowcast (Disc 1)</p>
<p>1. Fuel (Riff)<br />
2. Fuel (Riff II)<br />
3. Fuel (Riff III)<br />
4. Memory (&#8220;The Memory Remains&#8221; Riff)<br />
5. Devil Dance (&#8220;Devil&#8217;s Dance&#8221; Riff)<br />
6. Devil Dance (&#8220;Devil&#8217;s Dance&#8221; Riff II)<br />
7. Better (&#8220;Better Than You&#8221; Riff)<br />
8. Drivin&#8217; (&#8220;Slither&#8221; Riff)<br />
9. Drivin&#8217; (&#8220;Slither&#8221; Riff II)<br />
10. Skimpy (&#8220;Carpe Diem Baby&#8221; Riff)<br />
11. Bastard (&#8220;Bad Seed&#8221; Riff)<br />
12. Bastard (&#8220;Bad Seed&#8221; Riff II)<br />
13. Martini (&#8220;Where The Wild Things Are&#8221; Riff)<br />
14. Martini (&#8220;Where The Wild Things Are&#8221; Riff II)<br />
15. Fish Tank (&#8220;Prince Charming&#8221; Riff)<br />
16. Lenny (&#8220;Attitude&#8221; Riff)<br />
17. Lenny (&#8220;Attitude&#8221; Riff II)<br />
18. Fixer (&#8220;Fixxxer&#8221; Riff)<br />
19. Bastard (&#8220;Bad Seed&#8221; Demo)<br />
20. Better (&#8220;Better Than You&#8221; Demo)<br />
21. Devil Dance (&#8220;Devil&#8217;s Dance&#8221; Demo)<br />
22. Drivin&#8217; (&#8220;Slither&#8221; Demo)<br />
23. Fixer (&#8220;Fixxxer&#8221; Demo)<br />
24. Fuel (Demo)<br />
25. Lenny (&#8220;Attitude&#8221; Demo)<br />
26. Fish Tank (&#8220;Prince Charming&#8221; Demo)<br />
27. Skimpy (&#8220;Carpe Diem Baby&#8221; Demo)<br />
28. Memory (&#8220;The Memory Remains&#8221; Demo)<br />
29. Martini (&#8220;Where The Wild Things Are&#8221; Demo)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>CD3 – Shadowcast (Disc 2)</p>
<p>1. Unforgiven 2 (&#8220;The Unforgiven II&#8221; Demo)<br />
2. Mine Eyes (&#8220;Low Man&#8217;s Lyric&#8221; Demo)<br />
3. Voodoo Queen (&#8220;Fixxxer&#8221; Vocal Idea)<br />
4. Sweat (&#8220;Attitude&#8221; Vocal Idea)<br />
5. Bad Seed (Vocal Idea)<br />
6. Devil Dance (&#8220;Devil&#8217;s Dance&#8221; Vocal Idea)<br />
7. Unforgiven 2 (&#8220;The Unforgiven II&#8221; Vocal Idea)<br />
8. Mine Eyes (&#8220;Low Man&#8217;s Lyric&#8221; Demo From The Plant)<br />
9. Mine Eyes (&#8220;Low Man&#8217;s Lyric&#8221; Demo Idea)<br />
10. Better (&#8220;Better Than You&#8221; Take 7 &#8211; May 18th, 1995)<br />
11. Fuel (Take 2 &#8211; May 18th, 1995)<br />
12. Fish Tank (&#8220;Prince Charming&#8221; Take 11 &#8211; May 23rd, 1995)<br />
13. Drivin&#8217; (&#8220;Slither&#8221; Take 12 + Take 47 Edit &#8211; May 24th, 1995)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>CD4 – Shadowcast (Disc 3)</p>
<p>1. Fixer (&#8220;Fixxxer&#8221; Take 4 &#8211; May 24th, 1995)<br />
2. Skimpy (&#8220;Carpe Diem Baby&#8221; Take 11 &#8211; May 30th, 1995)<br />
3. Martini (&#8220;Where The Wild Things Are&#8221; Take 25 &#8211; May 31st, 1995)<br />
4. Lenny (&#8220;Attitude&#8221; Take 11 &#8211; July 24th, 1995)<br />
5. Bastard (&#8220;Bad Seed&#8221; Take 9 &#8211; July 25th, 1995)<br />
6. Devil Dance (&#8220;Devil&#8217;s Dance&#8221; Take 11 &#8211; July 31st, 1995)<br />
7. Memory (&#8220;The Memory Remains&#8221; Take 18 &#8211; November 6th, 1995)<br />
8. Mine Eyes (&#8220;Low Man&#8217;s Lyric&#8221; Take 2 &#8211; December 5th, 1995)<br />
9. Unforgiven 2 (&#8220;The Unforgiven II&#8221; Take 4 &#8211; December 6th, 1995)<br />
10. Memory (&#8220;The Memory Remains&#8221; Marianne Faithfull Outtake &#8211; August 21st, 1997)<br />
11. Fixer (&#8220;Fixxxer&#8221; September &#8217;95 Rough Mix)<br />
12. Fuel (&#8220;Fuel For Fire&#8221; October &#8217;95 Rough Mix)<br />
13. Better (&#8220;Better Than You&#8221; October &#8217;95 Rough Mix)<br />
14. Fixer (&#8220;Fixxxer&#8221; July &#8217;97 Rough Mix)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>CD5 – Shadowcast (Disc 4)</p>
<p>1. Better (&#8220;Better Than You&#8221; July &#8217;97 Rough Mix)<br />
2. Bad Seed (August &#8217;97 Rough Mix)<br />
3. Martini (&#8220;Where The Wild Things Are&#8221; August &#8217;97 Rough Mix)<br />
4. Unforgiven 2 (&#8220;The Unforgiven II&#8221; August &#8217;97 Rough Mix)<br />
5. Fuel (August &#8217;97 Rough Mix)<br />
6. Mine Eyes (&#8220;Low Man&#8217;s Lyric&#8221; August &#8217;97 Rough Mix)<br />
7. Skimpy (&#8220;Carpe Diem Baby&#8221; September &#8217;97 Rough Mix)<br />
8. Fixer (&#8220;Fixxxer&#8221; Intro Piece)<br />
9. Lenny (&#8220;Attitude&#8221; September &#8217;97 Rough Mix)<br />
10. Memory (&#8220;The Memory Remains&#8221; September &#8217;97 Rough Mix)<br />
11. Drivin&#8217; (&#8220;Slither&#8221; September &#8217;97 Rough Mix)<br />
12. Devil Dance (&#8220;Devil&#8217;s Dance&#8221; September &#8217;97 Rough Mix)<br />
13. Fish Tank (&#8220;Prince Charming&#8221; October &#8217;97 Rough Mix)<br />
14. Memory (&#8220;The Memory Remains&#8221; Instrumental Mix)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>CD6 – Escape From The Studio &#8217;97 (Live At Reading) – Disc 1</p>
<p>1. Intro Jam (Live At Reading Festival, Reading, England &#8211; August 24th, 1997)<br />
2. So What (Live At Reading Festival, Reading, England &#8211; August 24th, 1997)<br />
3. Master Of Puppets (Live At Reading Festival, Reading, England &#8211; August 24th, 1997)<br />
4. King Nothing (Live At Reading Festival, Reading, England &#8211; August 24th, 1997)<br />
5. Sad But True (Live At Reading Festival, Reading, England &#8211; August 24th, 1997)<br />
6. Fuel (Live At Reading Festival, Reading, England &#8211; August 24th, 1997)<br />
7. Hero Of The Day (Live At Reading Festival, Reading, England &#8211; August 24th, 1997)<br />
8. Ain&#8217;t My Bitch (Live At Reading Festival, Reading, England &#8211; August 24th, 1997)<br />
9. One (Live At Reading Festival, Reading, England &#8211; August 24th, 1997)<br />
10. Until It Sleeps (Live At Reading Festival, Reading, England &#8211; August 24th, 1997)<br />
11. For Whom The Bell Tolls (Live At Reading Festival, Reading, England &#8211; August 24th, 1997)<br />
12. Wherever I May Roam (Live At Reading Festival, Reading, England &#8211; August 24th, 1997)<br />
13. Nothing Else Matters (Live At Reading Festival, Reading, England &#8211; August 24th, 1997)<br />
14. Enter Sandman (Live At Reading Festival, Reading, England &#8211; August 24th, 1997)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>CD7 – Escape From The Studio &#8217;97 (Live At Reading) – Disc 2</p>
<p>1. Encore Jam (Live At Reading Festival, Reading, England &#8211; August 24th, 1997)<br />
2. Stone Cold Crazy (Live At Reading Festival, Reading, England &#8211; August 24th, 1997)<br />
3. Creeping Death (Live At Reading Festival, Reading, England &#8211; August 24th, 1997)<br />
4. Battery (Live At Reading Festival, Reading, England &#8211; August 24th, 1997)<br />
5. Last Caress (Live At Reading Festival, Reading, England &#8211; August 24th, 1997)<br />
6. Motorbreath (Live At Reading Festival, Reading, England &#8211; August 24th, 1997)<br />
7. For Whom The Bell Tolls (The Irony Of It All)<br />
8. For Whom The Bell Tolls (Haven&#8217;t Heard It Yet Mix)<br />
9. Fuel (Unreleased Boymerang Viper Mix)<br />
10. The Unforgiven (Unreleased Whipping Boy Mix)<br />
11. Enter Sandman (Unreleased Overseer Mix)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>CD8 – Poor Acoustic Me (Disc 1)</p>
<p>1. Low Man&#8217;s Lyric (Live At Bridge School Benefit, Mountain View, CA &#8211; October 19th, 1997)<br />
2. Helpless (Live At Bridge School Benefit, Mountain View, CA &#8211; October 19th, 1997)<br />
3. Tuesday&#8217;s Gone (With Jerry Cantrell) (Live At Bridge School Benefit, Mountain View, CA &#8211; October 19th, 1997)<br />
4. Poor Twisted Me (Live At Bridge School Benefit, Mountain View, CA &#8211; October 19th, 1997)<br />
5. Fade To Black (Live At Bridge School Benefit, Mountain View, CA &#8211; October 19th, 1997)<br />
6. The Four Horsemen (Live At Bridge School Benefit, Mountain View, CA &#8211; October 19th, 1997)<br />
7. Nothing Else Matters (Live At Bridge School Benefit, Mountain View, CA &#8211; October 19th, 1997)<br />
8. Last Caress (Live At Bridge School Benefit, Mountain View, CA &#8211; October 19th, 1997)<br />
9. Low Man&#8217;s Lyric (Live At Virgin Radio &#8211; November 14th, 1997)<br />
10. The Four Horsemen (Live At Virgin Radio &#8211; November 14th, 1997)<br />
11. Nothing Else Matters (Live At Virgin Radio &#8211; November 14th, 1997)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>CD9 – Poor Acoustic Me (Disc 2)</p>
<p>1. The Four Horsemen (Rehearsal At KSJO Studios, San Jose, CA &#8211; December 17th, 1997)<br />
2. Poor Twisted Me (Rehearsal At KSJO Studios, San Jose, CA &#8211; December 17th, 1997)<br />
3. Tuesday&#8217;s Gone (Rehearsal At KSJO Studios, San Jose, CA &#8211; December 17th, 1997)<br />
4. Last Caress (Rehearsal At KSJO Studios, San Jose, CA &#8211; December 17th, 1997)<br />
5. Low Man&#8217;s Lyric (Live At KSJO Studios, San Jose, CA &#8211; December 18th, 1997)<br />
6. Helpless (Live At KSJO Studios, San Jose, CA &#8211; December 18th, 1997)<br />
7. The Four Horsemen (Live At KSJO Studios, San Jose, CA &#8211; December 18th, 1997)<br />
8. Poor Twisted Me (Live At KSJO Studios, San Jose, CA &#8211; December 18th, 1997)<br />
9. Nothing Else Matters (Live At KSJO Studios, San Jose, CA &#8211; December 18th, 1997)<br />
10. On The Phone With Mike Piazza (Live At KSJO Studios, San Jose, CA &#8211; December 18th, 1997)<br />
11. Creeping Death (Live At KSJO Studios, San Jose, CA &#8211; December 18th, 1997)<br />
12. Intro To Tuesday&#8217;s Gone (Live At KSJO Studios, San Jose, CA &#8211; December 18th, 1997)<br />
13. Tuesday&#8217;s Gone (Live At KSJO Studios, San Jose, CA &#8211; December 18th, 1997)<br />
14. Last Caress (Live At KSJO Studios, San Jose, CA &#8211; December 18th, 1997)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>CD10 – Poor Australian Me (Disc 1)</p>
<p>1. Intro Jam (Live At Brisbane Entertainment Centre, Brisbane, Australia &#8211; April 20th, 1998)<br />
2. So What (Live At Brisbane Entertainment Centre, Brisbane, Australia &#8211; April 20th, 1998)<br />
3. Master Of Puppets (Live At Brisbane Entertainment Centre, Brisbane, Australia &#8211; April 20th, 1998)<br />
4. King Nothing (Live At Brisbane Entertainment Centre, Brisbane, Australia &#8211; April 20th, 1998)<br />
5. Sad But True (Live At Brisbane Entertainment Centre, Brisbane, Australia &#8211; April 20th, 1998)<br />
6. Guitar Doodle (Live At Brisbane Entertainment Centre, Brisbane, Australia &#8211; April 20th, 1998)<br />
7. Fuel (Live At Brisbane Entertainment Centre, Brisbane, Australia &#8211; April 20th, 1998)<br />
8. The Memory Remains (Live At Brisbane Entertainment Centre, Brisbane, Australia &#8211; April 20th, 1998)<br />
9. Bleeding Me (Live At Brisbane Entertainment Centre, Brisbane, Australia &#8211; April 20th, 1998)<br />
10. Bass/Guitar Doodle (Live At Brisbane Entertainment Centre, Brisbane, Australia &#8211; April 20th, 1998)<br />
11. Nothing Else Matters (Live At Brisbane Entertainment Centre, Brisbane, Australia &#8211; April 20th, 1998)<br />
12. Until It Sleeps (Live At Brisbane Entertainment Centre, Brisbane, Australia &#8211; April 20th, 1998)<br />
13. For Whom The Bell Tolls (Live At Brisbane Entertainment Centre, Brisbane, Australia &#8211; April 20th, 1998)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>CD11 – Poor Australian Me (Disc 2)</p>
<p>1. Wherever I May Roam (Live At Brisbane Entertainment Centre, Brisbane, Australia &#8211; April 20th, 1998)<br />
2. One (Live At Brisbane Entertainment Centre, Brisbane, Australia &#8211; April 20th, 1998)<br />
3. Kill / Ride Medley (Live At Brisbane Entertainment Centre, Brisbane, Australia &#8211; April 20th, 1998)<br />
4. Low Man&#8217;s Lyric (Acoustic) (Live At Brisbane Entertainment Centre, Brisbane, Australia &#8211; April 20th, 1998)<br />
5. The Four Horsemen (Acoustic) (Live At Brisbane Entertainment Centre, Brisbane, Australia &#8211; April 20th, 1998)<br />
6. Motorbreath (Acoustic) (Live At Brisbane Entertainment Centre, Brisbane, Australia &#8211; April 20th, 1998)<br />
7. Creeping Death (Live At Brisbane Entertainment Centre, Brisbane, Australia &#8211; April 20th, 1998)<br />
8. Enter Sandman (Live At Brisbane Entertainment Centre, Brisbane, Australia &#8211; April 20th, 1998)<br />
9. Battery (Live At Brisbane Entertainment Centre, Brisbane, Australia &#8211; April 20th, 1998)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>CD12 – Poor North American Me (Disc 1)</p>
<p>1. The Ecstasy Of Gold<br />
2. Breadfan (Live At Giants Stadium, East Rutherford, NJ &#8211; July 17th, 1998)<br />
3. Master Of Puppets (Live At Giants Stadium, East Rutherford, NJ &#8211; July 17th, 1998)<br />
4. Of Wolf And Man (Live At Giants Stadium, East Rutherford, NJ &#8211; July 17th, 1998)<br />
5. The Thing That Should Not Be (Live At Giants Stadium, East Rutherford, NJ &#8211; July 17th, 1998)<br />
6. Fuel (Live At Giants Stadium, East Rutherford, NJ &#8211; July 17th, 1998)<br />
7. The Memory Remains (Live At Giants Stadium, East Rutherford, NJ &#8211; July 17th, 1998)<br />
8. Bleeding Me (Live At Giants Stadium, East Rutherford, NJ &#8211; July 17th, 1998)<br />
9. Bass/Guitar Doodle (Live At Giants Stadium, East Rutherford, NJ &#8211; July 17th, 1998)<br />
10. Nothing Else Matters (Live At Giants Stadium, East Rutherford, NJ &#8211; July 17th, 1998)<br />
11. Until It Sleeps (Live At Giants Stadium, East Rutherford, NJ &#8211; July 17th, 1998)<br />
12. King Nothing (Live At Giants Stadium, East Rutherford, NJ &#8211; July 17th, 1998)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>CD13 – Poor North American Me (Disc 2)</p>
<p>1. Wherever I May Roam (Live At Giants Stadium, East Rutherford, NJ &#8211; July 17th, 1998)<br />
2. One (Live At Giants Stadium, East Rutherford, NJ &#8211; July 17th, 1998)<br />
3. Fight Fire With Fire (Live At Giants Stadium, East Rutherford, NJ &#8211; July 17th, 1998)<br />
4. Low Man&#8217;s Lyric (Acoustic) (Live At Giants Stadium, East Rutherford, NJ &#8211; July 17th, 1998)<br />
5. The Four Horsemen (Acoustic) (Live At Giants Stadium, East Rutherford, NJ &#8211; July 17th, 1998)<br />
6. Last Caress (Acoustic) (Live At Giants Stadium, East Rutherford, NJ &#8211; July 17th, 1998)<br />
7. Encore Jam (Live At Giants Stadium, East Rutherford, NJ &#8211; July 17th, 1998)<br />
8. Sad But True (Live At Giants Stadium, East Rutherford, NJ &#8211; July 17th, 1998)<br />
9. Enter Sandman (Live At Giants Stadium, East Rutherford, NJ &#8211; July 17th, 1998)<br />
10. Creeping Death (Live At Giants Stadium, East Rutherford, NJ &#8211; July 17th, 1998)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>CD14 – Poor ReTouring Me &#8217;97–&#8217;98: The Soundboard Tapes (Disc 1)</p>
<p>1. Intro Jam (Live At Yoyogi Daiichi Taiikukan, Tokyo, Japan &#8211; May 8th, 1998)<br />
2. Helpless (Live At Blockbuster Pavilion, Charlotte, NC &#8211; June 27th, 1998)<br />
3. Master Of Puppets (Live At Meadows Music Theater, Hartford, CT &#8211; July 21st, 1998)<br />
4. Of Wolf And Man (Live At Cynthia Woods Mitchell Pavilion, Houston, TX &#8211; August 2nd, 1998)<br />
5. The Thing That Should Not Be (Live At Den Grå Hal, Copenhagen, Denmark &#8211; November 16th, 1997)<br />
6. Ain&#8217;t My Bitch (Live At Sydney Entertainment Centre, Sydney, Australia &#8211; April 4th, 1998)<br />
7. Fuel (Live At Starplex Amphitheatre, Dallas, TX &#8211; July 31st, 1998)<br />
8. The Memory Remains (Live At Retama Park, San Antonio, TX &#8211; August 1st, 1998)<br />
9. Whiplash (Live At Fukuoka Kokusai Center, Fukuoka, Japan &#8211; May 3rd, 1998)<br />
10. King Nothing (Live At Queens Wharf Entertainment Centre, Wellington, New Zealand &#8211; April 17th, 1998)<br />
11. Bleeding Me (Live At Winnebago County Fairgrounds, Pecatonica, IL &#8211; July 5th, 1998)<br />
12. Bass/Guitar Doodle (Live At Pine Knob Music Theatre, Detroit, MI &#8211; July 10th, 1998)<br />
13. Nothing Else Matters (Live At Perth Entertainment Centre, Perth, Australia &#8211; April 11th, 1998)<br />
14. Until It Sleeps (Live At Nippon Budokan, Tokyo, Japan &#8211; May 7th, 1998)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>CD15 – Poor ReTouring Me &#8217;97–&#8217;98: The Soundboard Tapes (Disc 2)</p>
<p>1. Devil&#8217;s Dance (Live At Perth Entertainment Centre, Perth, Australia &#8211; April 12th, 1998)<br />
2. For Whom The Bell Tolls (Live At Osaka-Jou Hall, Osaka, Japan &#8211; April 30th, 1998)<br />
3. Wherever I May Roam (Live At The Supertop, Auckland, New Zealand &#8211; April 18th, 1998)<br />
4. One (Live At Olympic Gymnastics Arena, Seoul, South Korea &#8211; April 25th, 1998)<br />
5. Fight Fire With Fire (Live At Sandstone Amphitheater, Kansas City, KS &#8211; July 29th, 1998)<br />
6. Low Man&#8217;s Lyric (Acoustic) (Live At Fiddler&#8217;s Green Amphitheatre, Denver, CO &#8211; September 8th, 1998)<br />
7. Poor Twisted Me (Acoustic) (Live At Yoyogi Daiichi Taiikukan, Tokyo, Japan &#8211; May 8th, 1998)<br />
8. Motorbreath (Acoustic) (Live At Polaris Amphitheater, Columbus, OH &#8211; July 4th, 1998)<br />
9. Encore Jam (Live At Cal Expo, Sacramento, CA &#8211; September 1st, 1998)<br />
10. Sad But True (Live At Cal Expo, Sacramento, CA &#8211; September 1st, 1998)<br />
11. Creeping Death (Live At Nippon Budokan, Tokyo, Japan &#8211; May 6th, 1998)<br />
12. Enter Sandman (Live At Irvine Meadows Amphitheatre, Irvine, CA &#8211; August 28th, 1998)<br />
13. Encore Jam #2 (Live At Melbourne Park, Melbourne, Australia &#8211; April 6th, 1998)<br />
14. Damage, Inc. (Live At L&#8217;Élysée Montmartre, Paris, France &#8211; November 18th, 1997)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>DVD1 – Studio Shit + Music Videos + TV Appearances<br />
Studio Shit<br />
1. Writing In Lars&#8217; Dungeon Pt. 2<br />
2. Rehearsals At The Plant Pt. 2</p>
<p>Music Videos</p>
<p>1. The Memory Remains (Official Music Video)<br />
2. The Unforgiven II (Official Music Video)<br />
3. Fuel (Official Music Video)<br />
4. Fuel (Hot Rod Edit)</p>
<p>MTV&#8217;s ReLoad, Rehearse, Request</p>
<p>1. Low Man&#8217;s Lyric (Live)<br />
2. Helpless (Live)<br />
3. Last Caress (Live)<br />
4. Fuel (Live)<br />
5. Devil&#8217;s Dance (Live)<br />
6. One (Live)<br />
7. For Whom The Bell Tolls (Live)<br />
8. King Nothing (Live)<br />
9. Creeping Death (Live)<br />
10. Motorbreath (Live)<br />
11. So What (Live)</p>
<p>TV Appearances</p>
<p>1. The Memory Remains (With Marianne Faithfull) (Live On Top Of The Pops)<br />
2. The Memory Remains (With Marianne Faithfull) (Live On TFI Friday)<br />
3. King Nothing (Live On Recovery TV)<br />
4. Fuel (Live On Recovery TV)<br />
5. Credits</p>
<p>DVD2 – Banned In Philly</p>
<p>1. Intro (Live)<br />
2. Helpless (Live)<br />
3. The Four Horsemen (Live)<br />
4. Of Wolf And Man (Live)<br />
5. The Thing That Should Not Be (Live)<br />
6. Fuel (Live)<br />
7. The Memory Remains (Live)<br />
8. King Nothing (Live)<br />
9. Bleeding Me (Live)<br />
10. No Remorse (Live)<br />
11. Am I Evil? (Live)<br />
12. Stone Cold Crazy (Live)<br />
13. The Wait (Live)<br />
14. Master Of Puppets (Live)<br />
15. Damage, Inc. (Live)<br />
16. Credits</p>
<p>DVD3 – Poor East Asian Me</p>
<p>1. Intro Jam (Live)<br />
2. So What (Live)<br />
3. Master Of Puppets (Live)<br />
4. King Nothing (Live)<br />
5. Sad But True (Live)<br />
6. Fuel (Live)<br />
7. The Memory Remains (Live)<br />
8. Bleeding Me (Live)<br />
9. Bass/Guitar Doodle (Live)<br />
10. Nothing Else Matters (Live)<br />
11. Until It Sleeps (Live)<br />
12. For Whom The Bell Tolls (Live)<br />
13. Wherever I May Roam (Live)<br />
14. One (Live)<br />
15. Kill/Ride Medley (Live)<br />
16. Low Man&#8217;s Lyric (Live)<br />
17. The Four Horsemen (Live)<br />
18. Motorbreath (Live)<br />
19. Creeping Death (Live)<br />
20. Enter Sandman (Live)<br />
21. Battery (Live)<br />
22. Credits</p>
<p>DVD4 – Poor Californian Me</p>
<p>1. The Ecstasy Of Gold<br />
2. Breadfan (Live)<br />
3. Master Of Puppets (Live)<br />
4. Of Wolf And Man (Live)<br />
5. The Thing That Should Not Be (Live)<br />
6. Fuel (Live)<br />
7. The Memory Remains (Live)<br />
8. Bleeding Me (Live)<br />
9. Bass/Guitar Doodle (Live)<br />
10. Nothing Else Matters (Live)<br />
11. Until It Sleeps (Live)<br />
12. King Nothing (Live)<br />
13. Wherever I May Roam (Live)<br />
14. One (Live)<br />
15. Fight Fire With Fire (Live)<br />
16. Low Man&#8217;s Lyric (Live)<br />
17. The Four Horsemen (Live)<br />
18. Last Caress (Live)<br />
19. Sad But True (Live)<br />
20. Enter Sandman (Live)<br />
21. Creeping Death (Live)<br />
22. Credits</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Com informações: <a href="https://br.umusic-online.com/c/AQiHlA4Q5qM4GInA8tQBIMyLgQ4o-v-sFoM2geIMT970kxtbRxhtl__tCWFoCs0uWl9JY8rLRR6J">www.universalmusic.com.br</a></strong></p>
<p><strong>Universal Music Brasil</strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Sepultura lança a balada &#8220;Beyond the Dream&#8221;, com colaboração dos Titãs</title>
		<link>https://boomerangmusic.com.br/sepultura-lanca-a-balada-beyond-the-dream-com-colaboracao-dos-titas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Apr 2026 14:03:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nostalgia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://boomerangmusic.com.br/?p=65169</guid>

					<description><![CDATA[Faixa faz parte do EP de despedida da banda e já está disponível em todas as plataformas digitais via ONErpm &#160; Ouça “Beyond the Dream” aqui &#160; A faixa &#8220;Beyond the Dream&#8221; surge como um dos momentos mais emblemáticos do capítulo final do Sepultura, servindo como um reflexo...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Faixa faz parte do EP de despedida da banda e já está disponível em todas as plataformas digitais via ONErpm</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://onerpm.link/sepultura_beyondthedream"><strong>Ouça “Beyond the Dream” aqui</strong></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A faixa <strong>&#8220;Beyond the Dream&#8221;</strong> surge como um dos momentos mais emblemáticos do capítulo final do <strong>Sepultura</strong>, servindo como um reflexo poético de uma trajetória marcada por décadas de álbuns, turnês e vivências na estrada. Esta composição inédita concretiza um desejo antigo da banda de explorar o formato de balada, unindo a identidade do grupo à sensibilidade melódica de grandes parceiros. Para realizar esse projeto, o Sepultura contou com a colaboração fundamental de Sérgio Britto e Tony Bellotto, dos Titãs, músicos que possuem uma história compartilhada com a banda e são reconhecidos como especialistas no gênero e compositores de clássicos como &#8220;Polícia&#8221;.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fruto de uma parceria direta entre os integrantes do Sepultura e os músicos dos Titãs, a música celebra a afinidade entre artistas que compartilham a rotina dos palcos e a paixão pela criação. O resultado é uma obra que traz grande satisfação aos envolvidos, consolidando-se como um registro afetivo e histórico presente no último EP do grupo, lançado justamente neste ano que marca a despedida oficial da carreira do Sepultura.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>“‘Beyond the Dream’ fala um pouco dessa despedida da nossa história, das turnês, álbuns e estrada, e foi uma parceria feita por mim, pelo Derek, Sérgio Britto e Tony Belotto, num desejo antigo da banda de fazer uma balada, e chamamos nossos amigos especialistas em baladas para ajudar, os Titãs, que tem uma história com o Sepultura, compositores da Polícia e tem esse assunto em comum também, de fazer parte de banda, de estrada, de turnê etc. E foi uma parceria que deu muito certo, a gente tá muito feliz com o resultado e feliz de ter essa oportunidade de fazer essa balada nesse último EP no último ano da carreira do Sepultura”</em>, comenta Andreas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Beyond the Dream” já está disponível em todas as plataformas digitais via <strong>ONErpm</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-65171" src="https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2026/04/DSC_0169-.jpg72dpi-300x240.jpg" alt="" width="479" height="383" srcset="https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2026/04/DSC_0169-.jpg72dpi-300x240.jpg 300w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2026/04/DSC_0169-.jpg72dpi-1024x819.jpg 1024w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2026/04/DSC_0169-.jpg72dpi-768x614.jpg 768w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2026/04/DSC_0169-.jpg72dpi-1536x1229.jpg 1536w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2026/04/DSC_0169-.jpg72dpi-700x560.jpg 700w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2026/04/DSC_0169-.jpg72dpi.jpg 1651w" sizes="(max-width: 479px) 100vw, 479px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>SEPULTURA:</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Derrick Green &#8211; vocais</p>
<p>Andreas Kisser &#8211; guitarras</p>
<p>Paulo Jr. &#8211; baixo</p>
<p>Greyson Nekrutman &#8211; bateria</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>TRACKLIST “The Cloud of Unknowing”</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<ol>
<li>All Souls Rising</li>
<li>Beyond the Dream</li>
<li>Sacred Books</li>
<li>The Place (single)</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Sobre Sepultura: </strong>À medida que as cortinas se fecham para uma carreira extraordinária que se estende por mais de quatro décadas, o SEPULTURA se prepara para encerrar seu capítulo final no fim deste ano. Com mais de 40 anos de história, 14 discos de ouro e apresentações em mais de 80 países, o Sepultura se firma como o representante brasileiro mais contundente no cenário global e uma das bandas de metal mais influentes da atualidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Enquanto ainda levam seu som pioneiro a públicos ao redor do mundo na turnê de despedida “Celebrating Life Through Death”, surge a pergunta: como o Sepultura deveria marcar o fim de uma trajetória tão monumental?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A resposta veio naturalmente: capturando um último momento criativo e preservando-o para a posteridade. “The Cloud of Unknowing” surge como uma declaração final — sem filtros, destemida e profundamente humana. É o SEPULTURA em sua forma mais reflexiva e livre, oferecendo um último e poderoso testemunho antes que as cortinas se fechem.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://www.instagram.com/sepultura/"><strong>Instagram aqui</strong></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Sobre ONErpm:</strong> ONErpm é o grupo musical e gravadora liderando a nova geração da música – operando globalmente em 43 localizações e mais de 600 funcionários. O grupo oferece serviços de gravadora a artistas que procuram elevar suas carreiras e opera uma das maiores distribuidoras musicais do mundo inteiro, além de contar com uma das maiores networks multi-canais no YouTube.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Contando com um leque completo de serviços, que inclui apoio de marketing, ferramentas para a supply chain, SAAS, inteligência de empreendedorismo, publicação, contabilidade e soluções globais de pagamento, a empresa oferece a infraestrutura necessária para o sucesso de criadores e donos de conteúdo. Prezando por ser uma parceira confiável, a ONErpm oferece transparência em tudo que faz, desde a criação de uma campanha de marketing aos pagamentos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para mais informações, visite <a href="http://www.onerpm.com/">www.onerpm.com</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Com informações: ONErpm</strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>The Cranberries comemoram 33 anos do lançamento de seu primeiro álbum, &#8220;Everybody Else is Doing It So Why Can’t We?”</title>
		<link>https://boomerangmusic.com.br/the-cranberries-comemoram-33-anos-do-lancamento-de-seu-primeiro-album-everybody-else-is-doing-it-so-why-cant-we/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Apr 2026 15:42:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nostalgia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://boomerangmusic.com.br/?p=65159</guid>

					<description><![CDATA[The Cranberries Celebram o 33º aniversário de seu histórico álbum de estreia “EVERYBODY ELSE IS DOING IT SO WHY CAN’T WE?” com múltiplas edições com conteúdo extra,incluindo versões em espanhol dos singles “Linger” e “Dreams” feat. BRATTY e AnaSof, remix de “Linger” por Iain Cook, do...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>The Cranberries</strong> <strong>Celebram o 33<sup>º</sup> aniversário de seu histórico álbum de estreia <em>“EVERYBODY ELSE IS DOING IT SO WHY CAN’T WE?”<br />
</em>com múltiplas edições com conteúdo extra,incluindo versões em espanhol dos singles “Linger” e “Dreams” feat. BRATTY e AnaSof, remix de “Linger” por Iain Cook, do CHVRCHES,  novas mixagens 2026 em estéreo assinadas pelo produtor original do disco, Stephen Street, e mais textos inéditos no encarte</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Faça o pre-save <a href="https://br.umusic-online.com/c/AQiHlA4QnLw3GInA8tQBIKbb5A0o4KjpFfjtPG8e70nshe_gr5BfTSGt9QZaLDpc6UveIP439OFv">AQUI</a></strong></p>
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<p>Em 1º de março de 1993, quando <strong><em>“Everybody Else Is Doing It So Why Can’t We?”</em></strong>, o álbum de estreia inovador da banda irlandesa <strong>THE CRANBERRIES</strong>, foi lançado, ninguém imaginava que essa banda despretensiosa deixaria um legado que se estenderia por mais de três décadas. <em>“Viemos de uma pequena cidade na Irlanda onde coisas assim não aconteciam. Foi como um conto de fadas”</em>, conta o guitarrista <strong>Noel Hogan</strong>. Trinta e três anos depois, no entanto, o legado do grupo não apenas segue vivo, mas continua a crescer.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em <strong>22 de maio de 2026</strong>, a <strong>Island/Ume</strong> vai lançar a <strong>33<sup>rd</sup> Anniversary Deluxe Edition </strong>(edição especial de luxo do 33º aniversário) de seu álbum de estreia em sete configurações, com edições variadas oferecendo conteúdo extra, incluindo mixagens estéreo de 2026 totalmente novas feitas pelo produtor original do álbum, <strong>Stephen Street</strong>, textos comentando faixa a faixa da banda, notas da designer original Cally Callomon e do fotógrafo Andy Earl, remixes variados e emocionantes reinvenções em espanhol de “Linger” (com participação de <strong>BRATTY</strong>) e “Dreams” (com participação de <strong>AnaSof</strong>). Veja a lista completa de configurações abaixo. Confia as versões físicas disponíveis para pré-venda na <strong>UMusic Store</strong>. Saiba mais aqui:<a href="https://br.umusic-online.com/c/AQiHlA4QnLw3GInA8tQBIKfb5A0o4KjpFfqZZqqiCaUfMwhVwF6_IRMSaThxNIKkZmFkDPLZoeyc"> </a><a href="https://br.umusic-online.com/c/AQiHlA4QnLw3GInA8tQBIKfb5A0o4KjpFfqZZqqiCaUfMwhVwF6_IRMSaThxNIKkZmFkDPLZoeyc">https://www.umusicstore.com/the-cranberries</a> .</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>“Parece que não foi há muito tempo, porque todos nós temos lembranças vívidas daquela época maravilhosa”</em>, diz o baterista <strong>Fergal Lawler</strong>. <em>“Passamos por algumas tentativas frustradas antes de finalmente começarmos a gravar com</em> [o produtor] <em>Stephen Street em um pequeno e aconchegante estúdio, Windmill Lane 2, bem próximo ao parque St. Stephen’s Green, em Dublin. Sabíamos que o Steve faria um ótimo trabalho para captar ‘o som dos Cranberries’.”</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Tendo alcançado o primeiro lugar nas paradas do Reino Unido e da Irlanda e vendido mais de seis milhões de cópias em todo o mundo, <strong><em>“Everybody Else Is Doing It So Why Can’t We?”</em></strong> gerou dois hits no Top Ten — o single de estreia <strong>“Dreams”</strong> e seu sucessor <strong>“Linger”</strong>, que consolidou a posição da banda no mundo do rock. O álbum destacou os vocais únicos de<strong> Dolores O’Riordan</strong> (cuja morte prematura em 2018 abalou a indústria musical).</p>
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<p>Além das novas mixagens em estéreo de Street e do remix onírico de “Linger” feito por <strong>Iain Cook</strong>, do <strong>CHVRCHES</strong>, as edições expandidas do álbum incluem mixagens especiais em espanhol com dois dos artistas mais badalados da América Latina. O estilo <em>bedroom pop </em>da artista mexicana <strong>BRATTY </strong>transforma <strong>“Linger”</strong> em uma linda balada em <em>spanglish</em> que soa como homenagem respeitosa à versão original. <strong>Anasof</strong>, também mexicana, de Oaxaca, abraça a exuberância etérea de <strong>“Dreams”</strong> e a remodela como um deslumbrante tributo latino.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Marcado pela voz única de Dolores, <em>“Everybody Else Is Doing It So Why Can’t We?”</em> deixou uma marca indelével. O <u>Pitchfork</u> elogiou: “<em>Cada música de ‘Everybody Else’ abre caminho para a catarse… O reconhecimento de O’Riordan de suas próprias profundezas emocionais é reconfortante. Cada questão afetiva é examinada como uma borboleta presa sob um vidro, uma entidade silenciosamente complexa que merece solidariedade simplesmente por ter conseguido existir neste mundo cruel</em>”. A “<u>Rolling Stone</u>” observou: “<em>Sobre ondas etéreas de som, o canto fascinante de O’Riordan transmite histórias inocentes e autobiográficas de amor, amor perdido e mais amor</em>”.</p>
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<p>Amado pelos fãs e por colegas do mundo da música (Michael Stipe certa vez elogiou: “Não acreditei que ‘Linger’ foi a primeira música que Dolores escreveu com os Cranberries – que canção!”), o trabalho inicial da banda lhes rendeu shows de abertura para Duran Duran e R.E.M. Noel lembra: <em>“Voar para Los Angeles para gravar um videoclipe e ter Michael Stipe visitando o set; shows com ingressos esgotados; limusines nos buscando no hotel… nós simplesmente absorvemos tudo isso. A gente ficava feliz em ficar nos bastidores, mas Dolores realmente abraçou o estrelato. Todo mundo falava sobre como, nos nossos primeiros shows, ela ficava olhando para o chão ou para o teto porque estava nervosa, mas ela aprendeu muito rápido a dominar o palco e a conquistar o público, não importava o tamanho do lugar. Dolores tinha uma ousadia e uma atitude – ‘É assim que eu sou, é pegar ou largar!’ – que as pessoas adoravam”</em>.</p>
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<p><strong><u>LP Triplo Deluxe Edition</u></strong></p>
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<p><u>LP &#8211; 1 (Original 2026 Remastered)</u></p>
<p>Side A</p>
<p>1  I Still Do (2026 Remastered)</p>
<p>2  Dreams (2026 Remastered)</p>
<p>3  Sunday (2026 Remastered)</p>
<p>4  Pretty (2026 Remastered)</p>
<p>5  Waltzing Back (2026 Remastered)</p>
<p>6  Not Sorry (2026 Remastered)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Side B</p>
<p>1   Linger (2026 Remastered)</p>
<p>2   Wanted (2026 Remastered)</p>
<p>3   Still Can&#8217;t (2026 Remastered)</p>
<p>4   I Will Always (2026 Remastered)</p>
<p>5   How (2026 Remastered)</p>
<p>6   Put Me Down (2026 Remastered)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><u>LP &#8211; 2 &#8211; 2026 Stephen Street Stereo Mix</u></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Side C</p>
<p>1   I Still Do (2026 Stephen Street Stereo Mix)</p>
<p>2   Dreams (2026 Stephen Street Stereo Mix)</p>
<p>3   Sunday (2026 Stephen Street Stereo Mix)</p>
<p>4   Pretty (2026 Stephen Street Stereo Mix)</p>
<p>5   Waltzing Back  (2026 Stephen Street Stereo Mix)</p>
<p>6   Not Sorry (2026 Stephen Street Stereo Mix)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Side D</p>
<p>1   Linger (2026 Stephen Street Stereo Mix)</p>
<p>2   Wanted (2026 Stephen Street Stereo Mix)</p>
<p>3   Still Can&#8217;t (2026 Stephen Street Stereo Mix)</p>
<p>4   I Will Always  (2026 Stephen Street Stereo Mix)</p>
<p>5   How (2026 Stephen Street Stereo Mix)</p>
<p>6   Put Me Down (2026 Stephen Street Stereo Mix)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><u>LP &#8211; 3 &#8211; Bonus Material</u></strong></p>
<p>Side E</p>
<p>1   Reason (Bonus)</p>
<p>2   Them (Bonus)</p>
<p>3   What You Were (Bonus)</p>
<p>4   Liar (Bonus)</p>
<p>5   Pretty (Pret A Porter Movie Mix)</p>
<p>6   How (Radical Mix)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Side F</p>
<p>1   Linger (Live At The London Astoria II, 1994)</p>
<p>2   Dreams (Live At The London Astoria II, 1994)</p>
<p>3   Pretty (Live At The London Astoria II, 1994)</p>
<p>4   Liar (Live At The London Astoria II, 1994)</p>
<p>5   Linger (IAIN COOK Remix)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><u>CD Duplo Deluxe Edition</u></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><u>CD1 (Original 2026 Remastered)</u></p>
<p>1   I Still Do (2026 Remastered)</p>
<p>2   Dreams (2026 Remastered)</p>
<p>3   Sunday (2026 Remastered)</p>
<p>4   Pretty (2026 Remastered)</p>
<p>5   Waltzing Back (2026 Remastered)</p>
<p>6   Not Sorry (2026 Remastered)</p>
<p>7   Linger (2026 Remastered)</p>
<p>8   Wanted (2026 Remastered)</p>
<p>9   Still Can&#8217;t (2026 Remastered)</p>
<p>10       I Will Always (2026 Remastered)</p>
<p>11       How (2026 Remastered)</p>
<p>12       Put Me Down (2026 Remastered)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>CD2 (Bonus Tracks)</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>1   I Still Do (2026 Stephen Street Stereo Mix)</p>
<p>2   Dreams (2026 Stephen Street Stereo Mix)</p>
<p>3   Sunday (2026 Stephen Street Stereo Mix)</p>
<p>4   Pretty (2026 Stephen Street Stereo Mix)</p>
<p>5   Waltzing Back  (2026 Stephen Street Stereo Mix)</p>
<p>6   Not Sorry (2026 Stephen Street Stereo Mix)</p>
<p>7   Linger (2026 Stephen Street Stereo Mix)</p>
<p>8   Wanted (2026 Stephen Street Stereo Mix)</p>
<p>9   Still Can&#8217;t (2026 Stephen Street Stereo Mix)</p>
<p>10       I Will Always  (2026 Stephen Street Stereo Mix)</p>
<p>11       How (2026 Stephen Street Stereo Mix)</p>
<p>12       Put Me Down  (2026 Stephen Street Stereo Mix)</p>
<p>13       Reason (Bonus)</p>
<p>14       Them (Bonus)</p>
<p>15       What You Were (Bonus)</p>
<p>16       Liar (Bonus)</p>
<p>17       Pretty (Pret A Porter Movie Mix)</p>
<p>18       How (Radical Mix)</p>
<p>19       Linger (IAIN COOK Remix)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><u>LP &#8211; 2026 Remastered</u></strong></p>
<p>Side A</p>
<p>1   I Still Do</p>
<p>2   Dreams</p>
<p>3   Sunday</p>
<p>4   Pretty</p>
<p>5   Waltzing Back</p>
<p>6   Not Sorry</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Side B</p>
<p>1   Linger</p>
<p>2   Wanted</p>
<p>3   Still Can&#8217;t</p>
<p>4   I Will Always</p>
<p>5   How</p>
<p>6   Put Me Down</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><u>CD &#8211; 2026 Remastered</u></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>1   I Still Do</p>
<p>2   Dreams</p>
<p>3   Sunday</p>
<p>4   Pretty</p>
<p>5   Waltzing Back</p>
<p>6   Not Sorry</p>
<p>7   Linger</p>
<p>8   Wanted</p>
<p>9   Still Can&#8217;t</p>
<p>10       I Will Always</p>
<p>11       How</p>
<p>12       Put Me Down</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><u>Digital Deluxe</u></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>1   I Still Do (2026 Remastered)</p>
<p>2   Dreams (2026 Remastered)</p>
<p>3   Sunday (2026 Remastered)</p>
<p>4   Pretty (2026 Remastered)</p>
<p>5   Waltzing Back (2026 Remastered)</p>
<p>6   Not Sorry (2026 Remastered)</p>
<p>7   Linger (2026 Remastered)</p>
<p>8   Wanted (2026 Remastered)</p>
<p>9   Still Can&#8217;t (2026 Remastered)</p>
<p>10       I Will Always (2026 Remastered)</p>
<p>11       How (2026 Remastered)</p>
<p>12       Put Me Down (2026 Remastered)</p>
<p>13       I Still Do (2026 Stephen Street Stereo Mix)</p>
<p>14       Dreams (2026 Stephen Street Stereo Mix)</p>
<p>15       Sunday (2026 Stephen Street Stereo Mix)</p>
<p>16       Pretty (2026 Stephen Street Stereo Mix)</p>
<p>17       Waltzing Back  (2026 Stephen Street Stereo Mix)</p>
<p>18       Not Sorry (2026 Stephen Street Stereo Mix)</p>
<p>19       Linger (2026 Stephen Street Stereo Mix)</p>
<p>20       Wanted (2026 Stephen Street Stereo Mix)</p>
<p>21       Still Can&#8217;t  (2026 Stephen Street Stereo Mix)</p>
<p>22       I Will Always  (2026 Stephen Street Stereo Mix)</p>
<p>23       How (2026 Stephen Street Stereo Mix)</p>
<p>24       Put Me Down  (2026 Stephen Street Stereo Mix)</p>
<p>25       Reason (Bonus)</p>
<p>26       Them (Bonus)</p>
<p>27       What You Were (Bonus)</p>
<p>28       Liar (Bonus)</p>
<p>29       Pretty (Pret A Porter Movie Mix)</p>
<p>30       How (Radical Mix)</p>
<p>31       Linger (IAIN COOK Remix)</p>
<p>32       Linger (Spanish Mix) feat. Bratty</p>
<p>33       Dreams (Spanish Mix) feat. ANASOF</p>
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<p><strong>Com informações: <a href="https://br.umusic-online.com/c/AQiHlA4QnLw3GInA8tQBIIna5A0o4KjpFS_PGzEi-G6nIt3psN2hVJdxaeBrRfIMLo5mFli-MwHm">www.universalmusic.com.br</a></strong></p>
<p><strong>Universal Music Brasil</strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Álbum de estreia do Vanguart chega ao digital pela primeira vez</title>
		<link>https://boomerangmusic.com.br/album-de-estreia-do-vanguart-chega-ao-digital-pela-primeira-vez/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Apr 2026 15:32:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nostalgia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://boomerangmusic.com.br/?p=65152</guid>

					<description><![CDATA[Gravado há mais de vinte anos, o primeiro trabalho da banda finalmente ganha lançamento nas plataformas &#160; Ouça aqui &#160; Está no ar, finalmente, o álbum &#8220;Vanguart&#8221;, primeiro trabalho da banda homônima, nas plataformas digitais pela Deck. Lançado em 2007, o disco marca o início...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Gravado há mais de vinte anos, o primeiro trabalho da banda finalmente ganha lançamento nas plataformas</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><a href="https://vanguart.lnk.to/Vanguart">Ouça aqui</a></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Está no ar, finalmente, o álbum <strong>&#8220;Vanguart&#8221;</strong>, primeiro trabalho da banda homônima, nas plataformas digitais pela <strong>Deck</strong>. Lançado em 2007, o disco marca o início da trajetória de um dos nomes mais relevantes da cena indie rock brasileira, com forte influência de folk-rock e MPB.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Gravado pela formação original, David Dafré (guitarra e voz), Douglas Godoy (bateria), Hélio Flanders (violão, gaita e voz), Luiz Lazzarotto (piano e órgão) e Reginaldo Lincoln (voz e baixo), o trabalho permanece, até hoje, como uma referência para fãs e crítica.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A faixa de abertura do disco, “Semáforo”, segue como um dos principais hits do repertório da banda, que atualmente se apresenta como um duo formado por Hélio Flanders e Reginaldo Lincoln, e está disponível apenas em versões ao vivo até o momento. Outro destaque que também chega com o álbum é “Cachaça”, que também foi lançada na época.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em 2006, “Semáforo” foi lançada como single e teve destaque na cena independente nacional, levando o Vanguart a fazer shows pelo Brasil e também ser apontado pela MTV e pela imprensa em geral como uma das grandes revelações daquela geração que estava surgindo. No mesmo ano, o grupo entrou em estúdio para a gravação do álbum, lançado em julho de 2007 pela Revista Outra Coisa, e que recebeu ampla repercussão, figurando em em praticamente todas as listas de melhores daquele ano. O “Vanguart” ganhou o prêmio de Disco do Ano do site especializado Scream &amp; Yell em 2007, e foi eleito pela Folha de São Paulo um dos 50 álbuns mais importantes da década &#8217;00.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Com a chegada hoje às plataformas digitais, o álbum passa a estar acessível para novos públicos, além de permitir a revisitação de um marco muito importante na trajetória do Vanguart.</p>
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<p><strong>Com informações: Imprensa Deck</strong></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Entre hits, inéditas e muito rock, &#8220;Ao Vivo&#8221;, de Rita Lee, ganha edição em vinil pela primeira vez</title>
		<link>https://boomerangmusic.com.br/entre-hits-ineditas-e-muito-rock-ao-vivo-de-rita-lee-ganha-edicao-em-vinil-pela-primeira-vez/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Feb 2026 00:54:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nostalgia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://boomerangmusic.com.br/?p=64563</guid>

					<description><![CDATA[Disco duplo, da Universal Music Brasil, vem nas cores azul e vermelha &#160; O ano de 2003 foi marcado por uma série de hits na carreira de Rita Lee. Ao lado do eterno parceiro Roberto de Carvalho, a roqueira maior havia lançado “Balacobaco”, que já tinha vendido...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Disco duplo, da Universal Music Brasil, vem nas cores azul e vermelha</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O ano de 2003 foi marcado por uma série de hits na carreira de <strong>Rita Lee</strong>. Ao lado do eterno parceiro <strong>Roberto de Carvalho</strong>, a roqueira maior havia lançado “Balacobaco”, que já tinha vendido mais de meio milhão de cópias. “Amor e Sexo”, o grande hit do disco, passou semanas em primeiro lugar entre as mais tocadas. A turnê do álbum foi um estouro, lotada e passando também por outros países da América Latina e da Europa. Nessa onda tão boa, Rita &amp; Roberto foram convidados pela MTV para estrelar um especial ao vivo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Gravado nos dias 26 e 27 de agosto de 2004, em São Paulo, o show deu origem a um DVD e a um CD, que foram lançados pela EMI na época. Agora, pela primeira vez em vinil, a <strong>Universal Music Brasil</strong> lança o disco duplo, nas cores azul e vermelha, que já está disponível na <strong>UMusic Store</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Saiba mais aqui: <a href="https://br.umusic-online.com/c/AQiHlA4QwqU2GInA8tQBIM2Guw0oweGwFQx1HsZOqXkVzzb7iMIyixvQht8nNKcQKTG9-6m-ppE9">https://www.umusicstore.com/rita-lee</a> .</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Rita, na época, não quis apenas repetir o show “Balacobaco”. Decidiu, então, seguir a base da turnê, cortando algumas canções, adicionando outras, além de escolher algumas inéditas. “Saúde”, um hit-assinatura da dupla, é a eleita para abrir o show, com energia lá em cima. “Meio Fio”, inédita até então, vem a seguir. A parceria de Roberto com Arnaldo Antunes é uma bonita homenagem a Rita, que gostava de ser situada, na letra, “entre minha neta e minha avó”, evocando a força feminina da maior figura do rock do Brasil.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Nada mais justo do que seguir com “Mamãe Natureza”, só de Rita e a primeira música que ela compôs depois de ser expulsa dos Mutantes. Rock e genialidade na forma mais pura. Também do início da carreira solo de Rita, “Esse Tal de Roque Enrow” aparece com participação de Pitty. Até o dia da gravação, o combinado era que elas cantariam “Todas as Mulheres do Mundo”. Entretanto, Rita resolveu brincar com o choque de gerações apresentado na letra — em que uma mãe está preocupada com a fixação da filha por esse tal de Roque Enrow — e decidiu mudar o roteiro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Amor e Sexo” ao vivo é linda. O coro do público e a qualidade vocal que Rita entrega nesse ao vivo são de arrepiar. Roberto é o responsável pelos arranjos e pela produção, além de tocar guitarra e fazer vocais. Beto, o filho mais velho do casal, é a escolha perfeita com sua guitarra bem anos 1970, além de entregar vocais excelentes. A banda completa é cheia de feras: Dadi Carvalho (baixo e vocal), Ary Dias (percussão), Cláudio Infante (bateria), Rafael Castilhol (teclado e vocal), Milton Guedes (sax, flauta, gaita e vocal) e Débora Reis (vocal).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Rita celebra a Tropicália ao incluir “Panis et Circenses”, de Caetano e Gil. A inédita “Coração Babão” (Rita &amp; Roberto) mostra que Rita se mantém fiel à sua veia tropicalista e mistura “I Love You, Você”, homenagem a Wanderléa e altas doses de ironia ao cantar a cafonice de se viver uma paixão. O baile de Rita segue com o hino feminista “Pagu” (com participação de Zélia Duncan).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Dois hits de 1980 levantam o público: “Baila Comigo”, só de Rita, e “Caso Sério”, das mais quentes composições de Rita &amp; Roberto. A vibe roqueira que permeia todo o disco vem com tudo no encerramento. “Eu Quero Ser Sedado”, versão de Rita para “I Wanna Be Sedated”, dos Ramones, aparece por sugestão de Beto. Rita depois disse que essa era a música que ela mais gostava de cantar naquela época: “A letra não podia ser mais a minha cara”. O peso e a psicodelia de “Ando Jururu”, um ponto altíssimo desse ao vivo, vêm a seguir. Para fechar, “Tudo Vira Bosta”, presente de Moacyr Franco para Rita, que estava em “Balacobaco”. Uma pena que no disco não caiba o discurso de Rita antes de apresentar a música, que reproduzo aqui: “O segredo da vida, qual é? A gente nasce, a gente cresce, a gente estuda, trabalha, arranja um emprego, ganha grana, vai ao supermercado, tosta toda a grana na comida, chega em casa, faz comida, come tudo… E tudo vira bosta”. Aos novos e antigos fãs, ouvir esse ao vivo é uma maneira de celebrar e de sentir a Rita sempre viva. E viva Rita!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>*Guilherme Samora é jornalista e estudioso do legado cultural de Rita Lee.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Repertório “Rita Lee Ao Vivo”:</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Disco 1:</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Lado A:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>1 &#8211; “Saúde” (Rita Lee / Roberto de Carvalho)</p>
<p>2 &#8211; “Meio-fio” (Arnaldo Antunes / Roberto de Carvalho)</p>
<p>3 &#8211; “Mamãe natureza” (Rita Lee)</p>
<p>4 &#8211; “Esse Tal de Roque Enrow” (Rita Lee / Paulo Coelho)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Lado B:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>1 &#8211; “Amor e Sexo” (Rita Lee / Roberto de Carvalho / Arnaldo Jabor)</p>
<p>2 &#8211; “Panis Et Circenses” (Caetano Veloso / Gilberto Gil)</p>
<p>3 &#8211; “Lucy In The Sky With Diamonds” (John Lennon / Paul McCartney)</p>
<p>4 &#8211; “Coração Babão” (Rita Lee / Roberto de Carvalho)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Disco 2:</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Lado A:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>1 &#8211; “Pagu” (Rita Lee / Zélia Duncan)</p>
<p>2 &#8211; “Baila Comigo” (Rita Lee)</p>
<p>3 &#8211; “Caso Sério” (Rita Lee / Roberto de Carvalho)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Lado B:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>1 &#8211; “Eu Quero Ser Sedado” (Joey Ramone, Dee Dee Ramone e J. Ramone) &#8211; tradução Rita Lee</p>
<p>2 &#8211; “Ando Jururu” (Rita Lee)</p>
<p>3 &#8211; “Tudo Vira Bosta” (Moacyr Franco)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Com informações: Universal Music Brasil – Distribuição de Conteúdo</strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Ratos de Porão disponibiliza clássico disco “Feijoada Acidente? &#8211; Brasil” nas plataformas digitais</title>
		<link>https://boomerangmusic.com.br/ratos-de-porao-disponibiliza-classico-disco-feijoada-acidente-brasil-nas-plataformas-digitais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Jan 2026 18:53:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nostalgia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://boomerangmusic.com.br/?p=63990</guid>

					<description><![CDATA[Álbum de 1995, que celebra as raízes punk e presta homenagem às influências do gênero, será lançado em streaming no dia 16 de janeiro via ONErpm   Ouça “Feijoada Acidente? &#8211; Brasil” aqui &#160; Referência incontornável do punk e do hardcore brasileiro, a banda Ratos de...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Álbum de 1995, que celebra as raízes punk e presta homenagem às influências do gênero, será lançado em streaming no dia 16 de janeiro via ONErpm</em></strong></p>
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<p><a href="https://onerpm.link/feijoadaacidente-brasil"><strong>Ouça “Feijoada Acidente? &#8211; Brasil” aqui</strong></a></p>
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<p>Referência incontornável do punk e do hardcore brasileiro, a banda<strong> Ratos de Porão</strong> disponibiliza nas plataformas digitais o álbum <strong>“Feijoada Acidente? – Brasil”</strong>, a partir do dia 16 de janeiro (sexta-feira), pela ONErpm. Lançado originalmente em 1995, o trabalho chega às plataformas como parte de um movimento de resgate do catálogo da banda, que é formada atualmente por João Gordo (vocais), Jão (guitarra), Boka (bateria) e Juninho (baixo), permitindo que novas gerações tenham acesso a um dos projetos mais emblemáticos de sua discografia.</p>
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<p>Criado em São Paulo no início dos anos 1980, o Ratos de Porão construiu uma trajetória marcada por postura crítica, sonoridade agressiva e constante diálogo entre punk, hardcore e metal. Ao longo de mais de quatro décadas, a banda se consolidou como um nome influente da música brasileira. Dentro desse contexto, “Feijoada Acidente? – Brasil” ocupa um lugar especial. O disco revisita canções fundamentais para a formação musical do grupo, apresentadas em versões diretas, cruas e fiéis ao espírito original, mas com uma produção mais encorpada. O título é uma brincadeira com o álbum “The Spaghetti Incident?” do Guns N’ Roses.</p>
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<p><em>“Esse disco retornou a gente às raízes punk. A gente estava meio perdido porque tentamos carreira internacional e não deu muito certo. A gente tinha lançado ‘Just Another Crime in Massacreland’, um disco em inglês, bem gravado, bem produzido, mas era meio esquisitão, muita mistura de estilo que as pessoas não entenderam muito. E aí, voltar a tocar punk rock e hardcore foi extremamente importante pra gente retomar a nossa caminhada. E foi o primeiro disco do Pica-Pau. Depois desse lançamento veio um disco porradão que se chama ‘Carniceria Tropical’, explica João Gordo.</em></p>
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<p>O disco destaca-se pela regravação definitiva do clássico &#8220;Beber Até Morrer&#8221; e serve como um documento histórico essencial que celebra a fundação da cena underground brasileira. <em>“Cara, essa música eu fiz em um dia que estava bêbado, na casa de uma amiga. Quando eu acordei, a letra estava pronta em cima da mesa. Então ela representa, assim, um hino da banda. Na verdade, muita gente acha que beber até morrer é a solução, mas não é, cara. Acho que parar de beber depois de certo tempo é bem importante para a saúde, se quiser continuar vivendo uma vida mais legal aí, cara”</em>, acrescenta o vocalista.</p>
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<p>Nos últimos anos, a lendária banda de punk e hardcore brasileira tem comemorado seus mais de 40 anos de carreira com séries de shows memoráveis que celebraram sua trajetória rica e influente no cenário musical. Os shows de comemoração marcaram o retorno triunfante da banda aos palcos, após um período de pausa devido à pandemia global. Com todos os membros originais reunidos, incluindo João Gordo (vocal), Jão (guitarra), Juninho (baixo) e Boka (bateria), os Ratos de Porão trouxeram uma energia renovada e uma setlist que abrangeu todas as fases de sua carreira.</p>
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<p>“Feijoada Acidente? &#8211; Brasil” já está disponível em todas as plataformas digitais via <strong>ONErpm</strong>.</p>
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<p><strong>Sobre Ratos de Porão: </strong>Ratos de Porão é uma banda brasileira de punk crossover formada em novembro de 1981, durante a explosão do movimento punk em São Paulo. Seu primeiro álbum, “Crucificados pelo Sistema&#8221;, foi lançado em 1984 e algumas músicas se tornaram sucessos instantâneos. Eles são conhecidos internacionalmente, tendo feito turnês pela América Latina, Europa e América do Norte. Atualmente, eles estão se apresentando ao vivo com sua turnê de 40 anos, que também marca o lançamento do álbum Necropolítica, criado durante a pandemia.</p>
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<p><a href="https://www.instagram.com/ratosdeporao/"><strong>Instagram aqui</strong></a></p>
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<p><strong>Sobre ONErpm:</strong> ONErpm é o grupo musical e gravadora liderando a nova geração da música – operando globalmente em 43 localizações e mais de 600 funcionários. O grupo oferece serviços de gravadora a artistas que procuram elevar suas carreiras e opera uma das maiores distribuidoras musicais do mundo inteiro, além de contar com uma das maiores networks multi-canais no YouTube.</p>
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<p>Contando com um leque completo de serviços, que inclui apoio de marketing, ferramentas para a supply chain, SAAS, inteligência de empreendedorismo, publicação, contabilidade e soluções globais de pagamento, a empresa oferece a infraestrutura necessária para o sucesso de criadores e donos de conteúdo. Prezando por ser uma parceira confiável, a ONErpm oferece transparência em tudo que faz, desde a criação de uma campanha de marketing aos pagamentos.</p>
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<p>Para mais informações, visite <a href="http://www.onerpm.com/">www.onerpm.com</a></p>
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<p><strong>Com informações: ONErpm</strong></p>
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		<title>Relicário de Karnak traz show de 1999 com repertório de  Estamos Adorando Tókio</title>
		<link>https://boomerangmusic.com.br/relicario-de-karnak-traz-show-de-1999-com-repertorio-de-estamos-adorando-tokio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Dec 2025 20:08:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nostalgia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Álbum conta com faixas queridas do público e que ainda não constavam nas plataformas de streaming &#160; OUÇA NAS PLATAFORMAS &#160; O Selo Sesc lança mais um volume da série Relicário, resgatando após quase trinta anos um dos shows da banda Karnak, realizados em dezembro de 1999...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Álbum conta com faixas queridas do público e que ainda não constavam nas plataformas de streaming</p>
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<p><a href="https://tratore.ffm.to/karnaknosesc1999"><strong>OUÇA NAS PLATAFORMAS</strong></a></p>
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<p>O Selo Sesc lança mais um volume da série <strong>Relicário</strong>, resgatando após quase trinta anos um dos shows da banda <strong>Karnak</strong>, realizados em dezembro de 1999 no Sesc Pompeia, o “Karnatal”. O álbum digital já está disponível nas principais plataformas de áudio.<br />
O material traz o grupo liderado por <strong>André Abujamra </strong>em sua formação clássica<strong> </strong>apresentando uma prévia do álbum que viria a ser lançado no ano seguinte, “Estamos adorando Tokio” (2000) e revela um Karnak vibrante, inventivo e atual.</p>
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<p>O público da época teve, assim, em primeira mão, boa parte do futuro álbum. O disco reúne <strong>13 faixas</strong>, das quais <strong>oito eram inéditas</strong>,<strong> </strong>incluindo “Abertura russa”, “Juvenar”, “Mediócritas” e a própria “Estamos adorando Tokio”, que daria nome ao disco.<br />
<em>“Entrar em contato com essa gravação foi uma delícia. Uma das coisas mais legais é que a banda estava muito afiada, a gente estava tocando ao vivo e é um disco ao vivo assim, mas sem pistas. Então, quer dizer, a gente estava tocando bem mesmo, o som que sai do disco é o som que tava tocando ao vivo ali, uma banda gigantesca. Eu fiquei muito, muito feliz de mostrar para as pessoas que o Karnak é uma bandaça”</em>, comenta André Abujamra.</p>
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<p>Criado por Abujamra em 1992, o Karnak nasceu da ideia de formar uma banda numerosa e livre musicalmente. Na sonoridade da banda, o global e o regional se encontram sem fronteiras: ritmos árabes, ibéricos, russos, africanos, sertanejos, punk, pop e reggae convivem em um mesmo universo.</p>
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<p>Essa linguagem própria, muitas vezes descrita como “leve e divertida”, sempre carregou, nas entrelinhas e para o bom entendedor, densidade poética e crítica. <em>“A nossa linguagem é leve, mas falamos coisas sérias. Somos uma banda amorosa”</em>, afirma Abujamra. Com humor, afeto e estranhamento, as músicas já abordaram temas como identidade, diferença, fronteiras e pertencimento.</p>
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<p><strong>O repertório</strong></p>
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<p>A abertura do álbum, <strong>Abertura russa</strong>, nasce da memória afetiva de Abujamra ouvindo discos soviéticos na infância, referência que, mais tarde, se desdobraria no “russo inventado”, idioma karnakiano que marca a trajetória da banda. Em seguida, vem <strong>O indivíduo</strong>, punk com pitadas de bebop, composta quando do nascimento do primeiro filho de Abujamra. <strong>Juvenar</strong> homenageia a vida simples da roça, enquanto <strong>Mediócritas</strong> nasce em resposta a um crítico que uma vez classificou o Karnak como uma “banda natimorta”.</p>
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<p><strong>Estamos adorando Tokio </strong>celebra a mistura cultural e questiona fronteiras, com humor típico do grupo. A faixa, que posteriormente dá nome ao álbum de 2000, traz uma memória afetiva:</p>
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<p><em>“Muita gente acha que a gente conheceu Tóquio, mas a gente nunca foi para lá. A amiga da mãe da Ana Muylaert, que foi minha esposa, chegou em Tóquio e estava tão alucinada que chegou para o motorista do táxi na cidade e falou: &#8216;Estamos adorando Tóquio&#8217;, em português&#8221;. Imagina, o japonês não entendeu nada, e eu achei essa história tão maravilhosa que falei ‘nossa, parece nome de disco isso’. E a gente fez esse disco. E a capa dele é a Torre Eiffel, quer dizer, aquela loucura Karnakiana”</em>, lembra Abujamra.</p>
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<p>Segundo o músico, o disco é dos mais World Music do Karnak, inspirado nas muitas viagens que a banda vinha fazendo.<br />
Momentos de delicadeza e absurdo convivem em músicas como <strong>Sósereiseuseforsó/Nuvem passageira</strong>, escrita durante uma separação, e em <strong>Zoo</strong>, que discute liberdade a partir do ponto de vista dos animais. A faixa <strong>Mómountueira</strong> traz influências de Prokofiev, enquanto <strong>Depois da chuva</strong>, com voz de Marcos Bowie, mistura soul e reggae com otimismo solar.</p>
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<p>Nas faixas finais o álbum revisita canções dos discos anteriores. <strong>Alma não tem cor</strong>, sucesso do primeiro álbum, <strong>O mundo</strong>, primeira canção composta para o projeto, funciona como manifesto karnakiano; <strong>Universo umbigo</strong> traz humor, filosofia pop e colagens musicais. Fechando o álbum, <strong>Ai, ai, ai, ai, ai, ai, </strong>que com humor e franqueza, trata das dores da humanidade sem perder a sensibilidade.</p>
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<p>Coincidentemente ou não, o resgate do registro que deu origem ao <strong>Relicário Karnak (ao vivo no Sesc 1999)</strong>, após quase três décadas, soma-se ao recente lançamento da banda, Karnak Mesozóico, cuja narrativa parte do resgate de um material perdido.</p>
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<p><strong>FAIXAS</strong></p>
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<p><strong>1 – Abertura Russa </strong>(André Abujamra/Paulinho Moska)<br />
<strong>2 – O indíviduo </strong>(André Abujamra)<br />
<strong>3 – Juvenar </strong>(André Abujamra/Carneiro Sândalo)<br />
<strong>4 – Mediócritas </strong>(André Abujamra)<br />
<strong>5 – Estamos adorando Tókio </strong>(André Abujamra/Sérgio Bártolo)<br />
<strong>6 – Sósereiseuseforsó/Nuvem Passageira </strong>(André Abujamra/Hermes Aquino<strong>)</strong><br />
<strong>7 – Depois da chuva </strong>(André Abujamra/Lulu Camargo)<br />
<strong>8 – Zoo </strong>(André Abujamra / Theo Werneck)<br />
<strong>9 – MóMontueira </strong>(André Abujamra / Hugo Hori/Zuzu Leiva)<br />
<strong>10 – Alma não tem cor </strong>(André Abujamra)<br />
<strong>11 – O mundo </strong>(André Abujamra)<br />
<strong>12 – Universo umbigo </strong>(André Abujamra)<br />
<strong>13 – Ai, ai, ai, ai, ai, ai </strong>(André Abujamra)</p>
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<p><strong>FICHA TÉCNICA</strong></p>
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<p><strong>André Abujamra</strong> – guitarra e voz<br />
<strong>Edu Cabello</strong> – guitarra<br />
<strong>Kuki Stolarski</strong> – bateria<br />
<strong>Hugo Hori</strong> – saxofone e voz<br />
<strong>Marcos Bowie</strong> – trompete e voz<br />
<strong>Sérgio Bártolo</strong> – baixo<br />
<strong>Lulu Carmargo</strong> – teclados<br />
<strong>Carneiro Sândalo</strong> – bateria, voz em “Juvenar”</p>
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<p>Gravado no Teatro do Sesc Pompeia em 1999.</p>
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<p><strong>SOBRE KARNAK</strong></p>
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<p>Em 1992, André Abujamra, vocalista e guitarrista principal, após terminar seu duo Os Mulheres Negras, que formava com seu amigo Maurício Pereira, partiu para uma viagem por várias localidades do mundo, munido de um gravador de som. Através dele, coletou muitos tipos de música diferentes, pensando em criar uma banda com essas influências, mas também misturando sons brasileiros tradicionais e modernos, como rock, pop e música eletrônica. Um dos destinos da viagem foi o vilarejo de Karnak, um complexo de templos antigos no Egito. Maravilhado com a beleza do local, ele deu esse nome para sua nova banda.</p>
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<p>De volta ao Brasil, ele chamou vários músicos para formar sua banda, sendo que a maioria eram amigos próximos, chegando ao ponto de ele manter dois bateristas na banda pois ele os considerava muito bons e era muito amigo dos dois, sendo impossível dispensar um deles. Com dez músicos, dois atores e um cachorro, o Karnak iniciou suas atividades.</p>
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<p>Eles ensaiaram durante um ano inteiro antes de fazer sua primeira apresentação ao vivo. As apresentações ao vivo do Karnak têm um viés teatral, apresentando sempre esquetes e performances cômicas de improviso, além de figurinos diferenciados, frequentemente utilizando-se de chapéus chamativos, túnicas coloridas, etc. Na parte musical, destaca-se a habilidade de seus instrumentistas também na improvisação.</p>
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<p><strong>SOBRE O SELO SESC</strong></p>
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<p>Desde 2004 o Selo Sesc traz a público obras que revelam a diversidade e a amplitude da produção artística brasileira, tanto em obras contemporâneas quanto naquelas que repercutem a memória cultural, estabelecendo diálogos entre a inovação e o histórico. Em catálogo, constam álbuns em formatos físico e digital que vão de registros folclóricos às realizações atuais da música de concerto, passando pelas vertentes da música popular e projetos especiais. Entre as obras audiovisuais em DVD, destacam-se a convergência de linguagens e a abordagem de diferentes aspectos da música, da literatura, da dança e das artes visuais. Os títulos estão disponíveis nas principais plataformas de áudio, Sesc Digital e Lojas Sesc. Saiba mais em: <a href="https://www.sescsp.org.br/selosesc">sescsp.org.br/selosesc</a></p>
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<p><strong>SOBRE O SESC SÃO PAULO</strong></p>
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<p>Com 79 anos de atuação, o Sesc – Serviço Social do Comércio conta com uma rede de 42 unidades operacionais com atendimento presencial e 4 unidades operacionais com atendimento não presencial no estado de São Paulo e desenvolve ações com o objetivo de promover bem-estar e qualidade de vida aos trabalhadores do comércio, serviços, turismo e para toda a sociedade. Mantido pelos empresários do setor, o Sesc é uma entidade privada que atua nas dimensões físico-esportiva, meio ambiente, saúde, odontologia, turismo social, artes, alimentação e segurança alimentar, inclusão, diversidade e cidadania. As iniciativas da instituição partem das perspectivas cultural e educativa voltadas para todas as faixas etárias, com o objetivo de contribuir para experiências mais duradouras e significativas. São atendidas nas unidades do estado de São Paulo cerca de 30 milhões de pessoas por ano. Hoje, aproximadamente 50 organizações nacionais e internacionais do campo das artes, esportes, cultura, saúde, meio ambiente, turismo, serviço social e direitos humanos contam com representantes do Sesc São Paulo em suas instâncias consultivas e deliberativas. Mais informações em <u><a href="http://sescsp.org.br/">sescsp.org.br</a></u></p>
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<p><strong>SELO SESC NAS REDES</strong></p>
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<p><a href="https://www.instagram.com/selosesc/">Instagram</a><br />
<a href="https://www.youtube.com/selosesc">YouTube</a></p>
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<p><strong>Com informações: Assessoria de imprensa Selo Sesc</strong></p>
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