Claudya celebra 60 anos de carreira com álbum ao vivo e encontros especiais com Alaíde Costa, Patrícia Marx e Ayrton Montarroyos

Novo trabalho chega às plataformas digitais em 4 de setembro pela gravadora Kuarup e ganha show comemorativo no Sesc Pompeia; disco reúne três participações especiais em encontros que atravessam gerações da música brasileira

 

OUÇA AQUI

 

Há vozes que pertencem a uma época. E há vozes que atravessam épocas. Claudya faz parte do segundo grupo. Aos 60 anos de carreira, a cantora celebra sua trajetória com o lançamento de um novo álbum ao vivo, que foi gravado na Casa Natura Musical, em março deste ano, e que chega a todas as plataformas digitais pela gravadora Kuarup no dia 4 de setembro de 2026. Para celebrar o lançamento, a cantora irá se apresentar no Sesc Pompeia, em São Paulo, no mesmo dia.

 

O registro reúne 12 faixas — algumas apresentadas em medleys — e revisita diferentes momentos de uma carreira construída entre grandes compositores, diferentes gêneros da música brasileira e uma das interpretações vocais mais reconhecíveis de sua geração. O trabalho também promove três encontros especiais que simbolizam a força e a permanência da música brasileira: Alaíde Costa participa de “Dindi”, clássico de Tom Jobim e Aloysio de Oliveira; Ayrton Montarroyos participa de “Panema Leblon”, de Sergio Fayne e Vitor Martins; e Patrícia Marx participa de “Com Mais de Trinta”, de Marcos Valle e Paulo Sérgio Valle.

 

As participações acontecem exclusivamente no disco e ampliam o caráter afetivo do projeto, reunindo artistas de diferentes gerações em torno de uma intérprete que construiu sua história justamente a partir da capacidade de transformar encontros musicais em momentos de grande intensidade.

 

O show no Sesc Pompeia será dedicado à celebração dos 60 anos de carreira de Claudya e apresentará ao público o repertório do novo trabalho, em uma noite especial de homenagem à trajetória da cantora.

 

Seis décadas entre a memória e o presente

 

Aos 60 anos de carreira, Claudya poderia simplesmente olhar para trás. Mas escolhe fazer o contrário: revisita sua história para reafirmar sua presença no presente. O registro ao vivo funciona como uma espécie de fotografia artística dessa trajetória. Há espaço para clássicos, canções menos óbvias, composições próprias, repertório popular e momentos de forte experimentação interpretativa.

 

A abertura já anuncia essa diversidade. Claudya começa com “Deixa Eu Dizer”, de Ivan Lins e Ronaldo Monteiro de Souza, uma das canções mais associadas à sua trajetória, em um medley que inclui “Só Que Deram o Zero Pro Bedeu”, de Luis Wagner, “Agora Quem Ri Sou Eu”, parceria de Claudya e Cristiê, e “Garra”, de Marcos Valle e Paulo Sérgio Valle.

 

O repertório segue por diferentes paisagens da música brasileira, passando por “Menina Fulô”, de Luiz Wanderley, e “Ossain”, de Antonio Carlos e Jocafi. Em “Dindi”, a voz de Claudya encontra a de Alaíde Costa, uma das grandes intérpretes da música brasileira. O encontro é particularmente simbólico por aproximar duas artistas que ajudaram a construir uma tradição de interpretação sofisticada e profundamente ligada à canção.

 

“Claudya é uma cantora que admiro há muitos anos. Ela tem uma voz muito particular, uma força interpretativa enorme e uma trajetória que merece ser celebrada. Cantar ‘Dindi’ ao lado dela foi um encontro muito bonito, porque a música nos aproximou de uma maneira muito natural. Fiquei muito feliz de participar desse momento tão importante dos 60 anos de carreira dela.” — Alaíde Costa

 

A gravação prossegue com um medley formado por “Frente Fria”, de Marcos Valle e Paulo Sérgio Valle, “Amigo”, de Fred Falcão e Arnoldo Medeiros, e “Minha Voz Virá do Sol da América”, também de Marcos Valle e Paulo Sérgio Valle. Em seguida, Claudya recebe Ayrton Montarroyos em “Panema Leblon”. O encontro estabelece uma ponte entre diferentes gerações de grandes intérpretes e reforça a importância da voz como instrumento de interpretação e memória.

 

“Participar de um projeto que celebra 60 anos de carreira da Claudya é uma alegria e também uma responsabilidade. Ela é uma intérprete de muita personalidade, que construiu uma trajetória muito importante na música brasileira. Cantar ao lado dela é reconhecer uma história que continua viva e que ainda inspira quem está chegando.” — Ayrton Montarroyos

 

Outro encontro marcante acontece em “Com Mais de Trinta”, de Marcos Valle e Paulo Sérgio Valle, com a participação de Patrícia Marx. A escolha da canção ganha uma dimensão especial dentro de um projeto que fala sobre passagem do tempo, permanência e reinvenção. A presença de Patrícia amplia essa conversa e coloca duas gerações de cantoras em diálogo dentro de uma mesma interpretação.

 

“A Claudya é uma referência de intérprete. Ela tem uma história muito bonita e uma maneira muito própria de colocar verdade em cada música. Participar dessa gravação, justamente na celebração dos 60 anos de carreira dela, foi uma experiência muito especial para mim. ‘Com Mais de Trinta’ também tem uma relação muito interessante com o tema do tempo, então achei o convite muito simbólico.” — Patrícia Marx

 

Um repertório que conta uma história

 

A segunda metade do disco reafirma a multiplicidade artística de Claudya. “Reza Tambor e Raça”, parceria da própria cantora com Tony Osanah, traz sua dimensão autoral e sua relação com a construção de repertório. Na sequência, ela revisita “Jesus Cristo”, de Roberto Carlos e Erasmo Carlos.

 

O registro ao vivo chega então a “Mundo Maravilhoso”, de Juliano Telles, seguida de “Vai e Vem”, de Edson Silva e Sijavan Cunha. E, como uma espécie de retorno ao ponto de partida, “Deixa Eu Dizer” reaparece em sua versão integral antes do encerramento com “Pois É Seu Zé”, de Gonzaguinha. A escolha de terminar com Gonzaguinha reforça a característica essencial do projeto: um álbum que não pretende apenas reunir sucessos, mas construir uma narrativa sobre uma cantora e sua relação com a música brasileira.

 

“Eu quis que esse álbum tivesse a cara da minha trajetória. Não queria simplesmente registrar um show comemorativo. Queria contar uma história através das músicas, mostrar as diferentes fases, os diferentes sentimentos e tudo aquilo que a música representa para mim depois de 60 anos de carreira.” — Claudya

 

Para a cantora, a presença de Alaíde Costa, Patrícia Marx e Ayrton Montarroyos acrescenta ao álbum uma dimensão que vai além da participação especial. “Ter Alaíde, Patrícia e Ayrton comigo nesse álbum é um presente. São três artistas que admiro profundamente e que representam momentos e gerações diferentes da nossa música. Cada encontro tem uma história própria e, juntos, eles ajudam a mostrar que a música brasileira não tem idade. Ela passa de uma geração para outra.” — Claudya

 

Uma celebração da música brasileira

 

A escolha dos convidados também traduz uma das ideias centrais do projeto: a música brasileira como território de encontro entre gerações. Alaíde Costa, Patrícia Marx e Ayrton Montarroyos possuem trajetórias distintas, mas têm em comum uma característica fundamental: a valorização da interpretação. É justamente esse ponto que aproxima os três convidados de Claudya. Mais do que reunir nomes importantes, o disco cria encontros artísticos que dialogam com as próprias características das canções escolhidas. Em “Dindi”, a delicadeza e a sofisticação da canção de Tom Jobim encontram duas intérpretes de personalidade marcante. Em “Panema Leblon”, Claudya e Ayrton Montarroyos estabelecem um diálogo vocal entre gerações. Já em “Com Mais de Trinta”, a presença de Patrícia Marx acrescenta uma nova camada à canção de Marcos Valle e Paulo Sérgio Valle. O resultado é um álbum que olha para a história sem ficar preso a ela.

 

O palco do Sesc Pompeia

 

O lançamento do registro ao vivo será acompanhado por um show especial no Sesc Pompeia, em São Paulo, em celebração aos 60 anos de carreira de Claudya. A apresentação será dedicada à trajetória da cantora e terá como eixo o repertório que atravessa sua história e está registrado no novo disco ao vivo. No palco, Claudya revisitará canções que marcaram sua carreira e apresentará ao público uma celebração musical construída a partir de seis décadas de experiência, repertório e interpretação. A combinação entre o lançamento digital e a apresentação no Sesc Pompeia transforma 2026 em um ano especialmente significativo na trajetória da cantora: seis décadas de carreira celebradas não apenas como memória, mas como um novo capítulo. As participações de Alaíde Costa, Patrícia Marx e Ayrton Montarroyos são exclusivas do álbum e não integram o show do Sesc Pompeia.

  

12 faixas e muitos encontros

 

  1. Deixa Eu Dizer — Ivan Lins e Ronaldo Monteiro de Souza / Só Que Deram o Zero Pro Bedeu — Luis Wagner / Agora Quem Ri Sou Eu — Claudya e Cristiê / Garra — Marcos Valle e Paulo Sérgio Valle
  2. Menina Fulô — Luiz Wanderley
  3. Ossain — Antonio Carlos e Jocafi
  4. Dindi — Tom Jobim e Aloysio de Oliveira – Participação especial: Alaíde Costa
  1. Desacato – Antonio Carlos e Jocafi / Frente Fria — Marcos Valle e Paulo Sérgio Valle / Amigo — Fred Falcão e Arnoldo Medeiros / Minha Voz Virá do Sol da América — Marcos Valle e Paulo Sérgio Valle
  2. Panema Leblon — Sergio Fayne e Vitor Martins – Participação especial: Ayrton Montarroyos
  1. Com Mais de Trinta — Marcos Valle e Paulo Sérgio Valle – Participação especial: Patrícia Marx
  1. Reza Tambor e Raça — Claudya e Tony Osanah
  2. Jesus Cristo — Roberto Carlos e Erasmo Carlos
  3. Mundo Maravilhoso — Juliano Telles / Vai e Vem — Edson Silva e Sijavan Cunha
  4. Deixa Eu Dizer — Ivan Lins e Ronaldo Monteiro de Souza
  5. Pois É Seu Zé — Gonzaguinha

 

Ficha Técnica:

 

Direção musical, arranjos e piano: Alexandre Vianna

Produção Musical: Alexandre Vianna e Graziela Medori

Mixagem e Masterização: Alexandre Vianna

Backing Vocal: Graziela Medori e Izzy Mistura

Guitarra: Caetano Ribeiro

Baixo: Richard Metairon

Bateria: Bruno Silva

Percussão: Vitor da Candelária

Saxofone: Rafael Clarim

Trompete e trombone: Reynaldo Izzepi

Participações Especiais: Alaíde Costa, Ayrton Montarroyos e Patricia Marx

Imprensa e MGMT: Paulo Henrique de Moura – PHM MGMT

Produção e Mkt Digital: Tiago Junior e Diego Assunção – Agência Erizo

Foto: Allison Sales

Capa: Diego Assunção

Gravadora: Kuarup

Lançamento do álbum ao vivo: 4 de setembro de 2026

Disponível em todas as plataformas digitais

 

 Sobre Claudya

 

Nascida Maria das Graças Rallo, no subúrbio do Rio de Janeiro, Claudya mudou-se ainda criança com a família para Juiz de Fora, em Minas Gerais. Foi ali que começou a cantar em festas escolares e programas de auditório locais, chamando atenção desde cedo pelo talento e pela presença de palco. Aos 17 anos, em busca de oportunidades profissionais mais amplas, mudou-se novamente com a família, dessa vez para São Paulo, então um dos principais polos da música popular brasileira e sede de programas televisivos que funcionavam como verdadeiras vitrines para novos talentos.

 

Naquele momento, um dos espaços mais cobiçados era O Fino da Bossa, exibido pela TV Record. Foi o trompetista Waldir de Barros, músico da orquestra da emissora e figura que Claudya considera seu grande apoiador, quem sugeriu que a jovem cantora fizesse um teste para o programa. Aprovada, foi contratada e escalada para a segunda parte da atração, dividindo o palco com nomes como Elis Regina, Jair Rodrigues e Baden Powell. Foi ali que Maria das Graças deixou de existir artisticamente: por sugestão da própria cantora — inspirada na ascendência italiana do pai —, adotou o nome Cláudia. “Eles queriam um nome marcante”, relembra. Décadas depois, nos anos 1990, a grafia seria alterada para Claudya, por sugestão da numerologia.

 

O início era promissor, mas aquele período também marcaria um dos episódios mais dolorosos de sua trajetória. Em 1965, impulsionada pelas aparições na televisão, gravou seu primeiro disco, um compacto. No ano seguinte, foi convidada pelo jornalista e produtor Ronaldo Bôscoli para uma temporada de shows no Rio de Janeiro. A proposta inicial — batizar o espetáculo de Quem Tem Medo de Elis Regina? — causou estranhamento imediato. Claudya nunca compreendeu a ideia e recusou o título, que acabou sendo substituído por Cláudia: Não Se Aprende na Escola. Ainda assim, a história se espalhou e a cantora tornou-se alvo do que hoje se chamaria de fake news: passou a ser vista como oportunista, alguém que desejava ocupar o espaço de Elis.

 

Segundo Claudya, nada foi feito para desfazer o mal-entendido. “A intenção deles era botar mais lenha na fogueira, porque O Fino da Bossa estava perdendo audiência para o programa Jovem Guarda, do Roberto Carlos. Queriam fomentar rivalidade, briga — e eu não queria nada disso. Eu queria cantar, trabalhar, ganhar meu dinheiro”. Ela lamenta nunca ter conseguido conversar sobre o assunto com Elis, falecida em 1982. “Eu precisava falar com ela, sentia essa necessidade, mas infelizmente não foi possível”.

 

Mesmo com a insistência da direção para que permanecesse no programa, Claudya deixou a Record e migrou para a TV Excelsior, onde passou a integrar o elenco do Ensaio Geral, ao lado de artistas como Gilberto Gil, Caetano Veloso e Maria Bethânia. Ainda assim, o episódio afetou suas oportunidades no Brasil. Diante do cenário, decidiu ir para o Japão, onde permaneceu por seis meses realizando shows e gravando dois compactos e um LP. De volta ao país, encontrou nos festivais da canção um novo impulso: participou de disputas na TV Record e na TV Excelsior, além de festivais internacionais, defendendo obras de compositores como Marcos e Paulo Sérgio Valle, Baden Powell e Paulo César Pinheiro.

 

Apesar da visibilidade, Claudya nunca se sentiu confortável com rótulos. “Nunca gostei de ser marcada como cantora disso ou daquilo: romântica, de samba, de festival. Eu era crooner de orquestra, de grupos musicais em Juiz de Fora, estava acostumada a cantar de tudo”, afirma. Essa versatilidade marcou também sua passagem pela Odeon, no início dos anos 1970, quando lançou alguns de seus discos mais importantes. O disco Jesus Cristo (1971), impulsionado pela regravação da canção de Roberto e Erasmo Carlos, foi um grande sucesso, seguido por Você, Cláudia, Você e Deixa Eu Dizer. No auge da carreira, porém, outro revés: segundo a cantora, a chegada de Clara Nunes ao cast da gravadora fez com que as atenções se concentrassem exclusivamente na nova estrela. Àquela altura, Claudya já compunha — em um período, como ela própria observa, em que “não se confiava muito nas mulheres compositoras”.

 

Um dos capítulos mais marcantes de sua trajetória viria em 1983, quando foi escolhida para protagonizar o espetáculo Evita, sobre Eva Perón. Cantando, dançando e atuando ao lado de Mauro Mendonça e Carlos Augusto Strazzer, permaneceu nove meses em cartaz no Rio de Janeiro. “Titubeei muito para aceitar, porque não era atriz e sabia que seria comparada a Bibi Ferreira e Marília Pêra. A trilha sonora era dificílima”, recorda. O esforço foi recompensado com elogios da crítica, capas em jornais e revistas e indicação ao Prêmio Molière.

 

Décadas depois, em 2008, sua voz alcançaria uma nova geração de forma inesperada. O sample de Deixa Eu Dizer — gravada por Claudya em 1973, de Ivan Lins e Ronaldo Monteiro de Souza — foi utilizado por Marcelo D2 no rap Desabafo, do álbum A Arte do Barulho. A canção se espalhou pelas rádios, pistas e chegou à trilha sonora de Velozes e Furiosos 5: Operação Rio. Subitamente, jovens ouvintes passaram a buscar seus discos e sua história, abrindo um novo e significativo capítulo em sua carreira.

 

Hoje, aos 78 anos e celebrando 60 anos de trajetória, Claudya segue fiel ao que define como teimosia: cantar. Mãe da cantora Graziela Medori, ela mantinha, antes da pandemia, uma série de shows comemorativos dedicados à própria obra. Para o historiador e pesquisador Ricardo Santhiago, “Claudya é uma cantora extraordinária, com timbre, técnica e percepção musical absolutamente únicos”. Segundo ele, os percalços enfrentados ao longo da carreira se agravam em um mercado musical que mudou radicalmente desde os anos 1960. “Por isso, é importante historicizar sua trajetória sem vitimismo”, afirma.

 

 Discografia

 

1967 – Cláudia

1971 – Cláudia

1971 – Jesus Cristo

1971 – Você, Cláudia, Você

1973 – Deixa Eu Dizer

1977 – Reza, Tambor e Raça

1979 – Pássaro Emigrante

1980 – Cláudia

1985 – Luz da Vida

1986 – Sentimentos

1992 – A Estranha Dama

1994 – Leão de Judá

1994 – Entre Amigos (com Zimbo Trio)

1998 – Claudya Canta Taiguara

1999 – Brasil Real

2005 – Horizons

2011 – Senhor do Tempo: Canções Raras de Caetano Veloso

2016 – Para Sempre Amanhecer – Duo com o pianista Tiago Mineiro

2026 – Deixa eu Dizer – Ao Vivo

 

 Serviço:

 

CLAUDYA — Deixa eu Dizer – 60 ANOS DE CARREIRA

Sesc Pompeia

Show de lançamento do disco ao vivo

4 de setembro de 2026 – sexta-feira – 20h

Ingressos: https://www.sescsp.org.br/programacao/claudya-3/

 

 

 

 

 

 

 

 

Com informações: Assessoria de imprensa – PAULO HENRIQUE DE MOURA

#SIGA NO INSTAGRAM
Em 25/09/1980, há exatamente 46 anos atrás era lançado o 8° álbum de estúdio da cantora e compositora Rita Lee @ritalee_oficial 

Produzido por Guto Graça Mello

Rita Lee / Roberto de Carvalho e banda

Rita Lee – vocais principais, vocais de apoio, flautas, castanholas, apito, tabla síria e minimoog

Roberto de Carvalho – guitarras, piano, sintetizador

Tracklist:

Lado  A:
1. Lança perfume 
2. Bem-me-quer 
3. Baila comigo 
4. Shangrilá 

Lado B:
1. Caso sério 
2. Nem luxo nem lixo 
3. João Ninguém 
4. Ôrra meu 

#ritalee #boomerangmusic
Em 25/09/2007, há exatamente 19 anos atrás era lançado o 6° álbum de estúdio da banda Foo Fighters @foofighters "Echos, Silence, Patente & Grace".

Integrantes:

Dave Grohl – vocal, guitarra ritmica, piano em "Summer's End", "Statues" e "Home"
Taylor Hawkins – bateria, piano em "Summer's End", vocal de apoio em "Erase/Replace", "Cheer Up, Boys (Your Make Up Is Running)" e "But, Honestly"
Chris Shiflett – guitarra, vocal de apoio em "Cheer Up, Boys (Your Make Up Is Running)"
Nate Mendel – baixo

Tracklist:

1. "The Pretender"
2. "Let It Die"
3. "Erase/Replace"
4. "Long Road to Ruin"
5. "Come Alive"
6. "Stranger Things Have Happened"
7. "Cheer Up, Boys (Your Make Up Is Running)"
8. "Summer's End"
9. "Ballad of the Beaconsfield Miners"
10. "Statues"
11. "But, Honestly"
12. "Home"

#foofighters #boomerangmusic
Aos 80 anos, o cantor e compositor mineiro João Bosco @joaoboscoreal lança seu novo álbum que aproxima parceiros históricos e artistas de diferentes gerações

"Amigos Novos e Antigos" (Som Livre), reúne nomes como Caetano Veloso, Chico Buarque, Martinho da Vila, Ivete Sangalo, Zeca Pagodinho e Tiago Iorc em novas leituras de clássicos.

Só ouçam, essa obra prima e ponto, álbum incrível.

 FAIXAS

“Odilê Odilá” (abertura) — Martinho da Vila

“Incompatibilidade de Gênios” — Chico Buarque e Gonzalo Rubalcaba

“Nação” — Hamilton de Holanda

“Toma Lá, Dá Cá” — João Bosco

“Casa de Marimbondo” — Cesar Camargo Mariano

“Amigos Novos e Antigos” — Bruna Black e Mestrinho

“Sinhá” — Caetano Veloso

“Jade” — Jota.Pê e Anat Cohen

“Perfeição” — Tiago Iorc

 “Boca de Sapo” — João Bosco

 “Siri Recheado e o Cacete” — Zeca Pagodinho

 “Kid Cavaquinho” — Mart’nália

 “Quando o Amor Acontece” — Mestrinho

 “Memória da Pele” — Vanessa Moreno e Jaques Morelenbaum

 “O Bêbado e a Equilibrista” — Pedro Mariano e Rafa Mariano

 “Papel Machê” — Silva

 “Corsário’ — Ivete Sangalo

 “Odilê Odilá” (Encerramento) — Martinho da Vila

Saiba mais em www.boomerangmusic.com.br 

https://boomerangmusic.com.br/joao-bosco-revisita-sua-obra-em-album-com-amigos-novos-e-antigos/

#amigosnovoseantigos #joaobosco
#boomerangmusic
Em 25/09/1976, há exatamente 50 anos atrás era lançado o 7° álbum de estúdio da banda Black Sabbath “Technical Ecstasy”.

Integrantes:

Ozzy Osbourne (vocals)
Tony Iommi (guitars)
Geezer Butler (bass)
Bill Ward (drums, vocals)
Additional musicians: Add: Gerald Woodruffe (keys)

Track list:

	1.	Back Street Kids
	2.	You Won’t Change Me
	3.	It’s Alright
	4.	Gypsy
	5.	All Moving Parts (Stand Still)
	6.	Rock ‘n’ Roll Doctor
	7.	She’s Gone
	8.	Dirty Women

#blacksabbath #technicalecstasy #ozzyosbourne #tonyiommi #geezerbutler billward
Em 25/09/1979, há exatamente 47 anos atrás era lançado o álbum de estreia da banda Gang Of Four @gangoffourofficial "Entertainment!".

Integrantes:

Dave Allen – baixo e vocal principal
Hugo Burnham – bateria, vocal de apoio
Andy Gill – guitarra, vocal de apoio
Jon King – escaleta, vocal de apoio

Tracklisting

Ether
Natural's Not In It
Not Great Men
Damaged Goods
Return The Gift
Guns Before Butter
I Found That Essence Rare
Glass
Contract
At Home He's A Tourist
5-45
Love Like Anthrax
I Found That Essence Rare
Glass
Contract
At Home He's A Tourist
5.45
Love Like Anthrax

#Entertainment #gangoffour #Boomerangmusic
Em 25/09/1990, há exatamente 36 anos atrás era lançado o 7° álbum de estúdio da banda INXS @officialinxs "X".

INXS

Michael Hutchence – vocal
Andrew Farriss – teclados, guitarras
Tim Farriss – guitarras
Garry Gary Beers – baixo
Jon Farriss – bateria, teclados, programação
Kirk Pengilly – guitarras, saxofone, vocais, programação

Músico adicional

Charlie Musselwhite – gaita

Tracklist "INXS X":

"Suicide Blonde" - 3:53
"Disappear" (Jon Farriss, Hutchence) - 4:10
"The Stairs" - 4:56
"Faith in Each Other" (J. Farriss, Hutchence) - 4:09
"By My Side" (A. Farriss, Kirk Pengilly, Chris Thomas) - 3:06
"Lately" - 3:37
"Who Pays the Price" - 3:37
"Know the Difference" - 3:18
"Bitter Tears" - 3:49
"On My Way" - 2:56
"Hear That Sound" - 4:05

#inxs #x #Boomerangmusic
Em 25/09/1972, há exatamente 54 anos atrás era lançado o 4° álbum de estúdio da banda Black Sabbath “Vol. 4”.

Integrantes:

Ozzy Osbourne (vocals)
Tony Iommi (guitars, keys)
Geezer Butler (bass)
Bill Ward (drums)

Track list:

	1.	Wheels Of Confusion/The Straightener
	2.	Tomorrows Dream
	3.	Changes
	4.	FX
	5.	Supernaut
	6.	Snowblind
	7.	Cornucopia
	8.	Laguna Sunrise
	9.	St. Vitus Dance
	10.	Under The Sun/Every Day Comes & Goes

#blscksabbath #vol4 #ozzyosbourne #tonyiommi #geezerbutler billward
Em 25/09/1989, há exatamente 37 anos atrás era lançado o 3° álbum de estúdio da banda Tears For Fears @tearsforfearsmusic "The Seeds Of Love".

Curt Smith - baixo, teclados e voz
Roland Orzabal - voz e guitarras

Repertório do LP: 

Lado A: 

1. Woman In Chains 
2. Badman's Song 
3. Sowing The Seeds Of Love 
4. Advice For The Young At Heart 

Lado B: 

1. Standing On The Corner Of The Third World 
2. Sword And Knives 
3. Year Of The Knife 
4. Famous Last Words

#theseedsoflove #Boomerangmusic #Tearsforfears