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	<title>Boomerang Music</title>
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	<description>Informação, Novidade e Atualidade</description>
	<lastBuildDate>Wed, 15 Jul 2026 22:41:51 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Do primeiro disco ao próximo álbum: Cachorro Grande faz show exclusivo em Porto Alegre</title>
		<link>https://boomerangmusic.com.br/do-primeiro-disco-ao-proximo-album-cachorro-grande-faz-show-exclusivo-em-porto-alegre/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 22:41:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[A banda sobe ao palco do Auditório Araújo Vianna no dia 24 de julho, sexta-feira, às 21h, para tocar na íntegra o disco que marcou sua estreia, em 2001, além de mostrar faixas do próximo álbum – o primeiro de inéditas depois de dez anos...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A banda sobe ao palco do Auditório Araújo Vianna no dia 24 de julho, sexta-feira, às 21h, para tocar na íntegra o disco que marcou sua estreia, em 2001, além de mostrar faixas do próximo álbum – o primeiro de inéditas depois de dez anos</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A banda <strong>Cachorro Grande</strong> se reúne no <strong>Auditório Araújo Vianna</strong> no dia <strong>24 de julho</strong>, <strong>sexta-feira</strong>, às <strong>21h</strong>, para um <strong>show exclusivo</strong> que resgata os últimos 26 anos de história da banda, assim como projeta os próximos. A apresentação comemora os<strong> 25 anos de lançamento do álbum homônimo que marcou a estreia da banda</strong>, com faixas icônicas como <strong>Lunático</strong> e <strong>Sexperienced</strong>, além de <strong>apresentar, em primeira mão, duas músicas do próximo álbum de inéditas</strong>, previsto para ser lançado no fim deste ano.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>No palco, estarão os fundadores da banda <strong>Beto Bruno</strong> (vocais), <strong>Marcelo Gross</strong> (guitarra e vocais) e<strong> Gabriel Boizinho</strong> (bateria), acompanhados por <strong>Mari Kerber</strong> nos teclados e <strong>Eduardo Barretto</strong> no baixo. <strong>Os ingressos estão à venda pelo </strong><a href="https://bileto.sympla.com.br/event/120029/d/382629"><strong>Sympla</strong></a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O espetáculo será dividido em dois momentos. Na primeira parte, a banda tocará o álbum <strong>Cachorro Grande </strong>(2001) na íntegra, com todas as músicas executadas na mesma ordem em que estão no CD. Depois, o repertório reunirá clássicos de diferentes fases da carreira e algumas composições do <strong>próximo disco – o primeiro de inéditas depois de dez anos</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O álbum de estreia</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fundada em 1999, a Cachorro Grande levou dois anos para lançar seu primeiro trabalho de estúdio. O disco chegou aos ouvidos do público já deixando claro o estilo com influências de bandas como Beatles, Rolling Stones e Oasis, e que marcaria, definitivamente, a história do rock gaúcho. Formado por 13 faixas, o álbum ainda conta com canções como <strong>Debaixo Do Chapéu</strong> – primeira composição da banda –, além de faixas como e <strong>Dia Perfeito</strong>, <strong>Lili</strong> e <strong>Vai T. Q. Dá</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“É o meu álbum preferido, e acredito que o mais importante da Cachorro Grande. É o disco que tem mais músicas que permaneceram no nosso repertório durante toda a nossa trajetória e um trabalho pelo qual a gente batalhou muito para conseguir lançar. Tem músicas que tenho muitas saudades de tocar, como <strong>(Os Doces Exóticos De) Charlotte Grapewine</strong>”, revela Gross.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Esse primeiro disco da Cachorro Grande é o que o público do Sul tem mais carinho, sem dúvidas, e é o disco pelo qual a gente tem um amor muito especial. Ele foi produzido, gravado e lançado em Porto Alegre, em uma época em que a gente vivia a cidade intensamente. Andávamos pelas ruas da capital, fazíamos parte da noite porto-alegrense e acompanhamos de perto o disco movimentar a cena musical e cultural da cidade, quando as nossas vidas começaram a ser transformadas”, lembra Beto Bruno.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>A volta da Cachorro Grande</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A banda havia encerrado oficialmente suas atividades em 2019, depois de 20 anos e oito discos de carreira. Até que, em 2022, resolveram fazer um show de reunião em Porto Alegre, para matar um pouco da saudade. O reencontro deu tão certo, que passou a ser algo anual, se repetindo ainda em 2023 e 2024. Até que, em 2025, com o relacionamento mais próximo, a banda voltou à estrada, circulando pelo país com 20 shows.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Com essa convivência mais intensa, começamos naturalmente a ter ideias novas juntos e, aos poucos, passamos a trocar algumas demos. Quando vimos, estávamos com um repertório imenso, que poderia virar disco”, conta Gross.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Considerada pela MTV Brasil a principal banda de rock de sua geração, a Cachorro Grande construiu uma das trajetórias mais importantes do rock brasileiro nas últimas décadas. Além de circular pelos principais festivais do país, abriu shows para nomes como Aerosmith, Oasis, Rolling Stones, Iggy Pop &amp; The Stooges, Primal Scream e Supergrass. Agora, prepara o lançamento de seu nono álbum de estúdio, o primeiro de inéditas em dez anos, desde <strong>Electromood</strong> (2016).</p>
<p><strong>Foto: Fábio Rabelo</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><u>Serviço</u></strong></p>
<p><strong>Cachorro Grande</strong></p>
<p><strong>Show exclusivo em Porto Alegre comemorando os 25 anos do álbum de estreia da banda e apresentando, em primeira mão, algumas faixas do próximo trabalho de estúdio do grupo</strong></p>
<p><strong>Dia 24 de julho, sexta-feira, às 21h</strong></p>
<p><strong>Auditório Araújo Vianna (Parque Farroupilha, 685, Porto Alegre/RS)</strong></p>
<p><strong>Ingressos à venda pelo </strong><a href="https://bileto.sympla.com.br/event/120029/d/382629"><strong>Sympla</strong></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Classificação etária: 16 anos (menores de 16 anos somente acompanhados por responsável)</p>
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<p><strong>Com informações: Assessoria de Imprensa Jéssica Barcellos</strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Música Extrema apresenta as bandas Trovão e Agrotóxico em julho no Sesc Belenzinho</title>
		<link>https://boomerangmusic.com.br/musica-extrema-apresenta-as-bandas-trovao-e-agrotoxico-em-julho-no-sesc-belenzinho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 18:57:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://boomerangmusic.com.br/?p=66670</guid>

					<description><![CDATA[Série do Sesc Belenzinho recebe a despedida do Trovão antes de turnê europeia e celebra mais de 30 anos de trajetória do Agrotóxico no hardcore punk brasileiro &#160; O Sesc Belenzinho recebe, nos dias 18 e 25 de julho, dois nomes representativos da música extrema...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Série do Sesc Belenzinho recebe a despedida do Trovão antes de turnê europeia e celebra mais de 30 anos de trajetória do Agrotóxico no hardcore punk brasileiro</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O <strong>Sesc Belenzinho</strong> recebe, nos dias 18 e 25 de julho, dois nomes representativos da música extrema produzida no Brasil. Os shows das bandas <strong>Trovão e Agrotóxico</strong> apresentam diferentes vertentes do universo do metal e do punk, evidenciando a vitalidade de cenas que, há décadas, transformam inconformismo, identidade e energia coletiva em expressão artística.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Abrindo a programação, no dia 18 de julho, a banda paulistana Trovão sobe ao palco da Comedoria em um momento decisivo de sua trajetória. O show marca a despedida dos palcos brasileiros antes de uma turnê pela Europa e antecede uma conquista inédita: o grupo será a primeira banda brasileira a se apresentar no festival Keep It True, um dos mais respeitados eventos dedicados ao heavy metal tradicional no mundo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Formado em São Paulo, o sexteto ganhou projeção nacional ao atualizar a sonoridade clássica do heavy metal dos anos 1980, dialogando com referências como Saxon, Ratt e Harppia. Combinando riffs marcantes, melodias e forte presença de palco, o grupo conquistou uma base fiel de público desde o lançamento de “Prisioneiro do Rock n’ Roll” (2021). O álbum mais recente, “Diamante” (2025), ampliou seu alcance e consolidou a banda como uma das principais representantes da nova geração do metal brasileiro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>No dia 25 de julho, é a vez do Agrotóxico ocupar a Comedoria com a força de mais de três décadas dedicadas ao hardcore punk. Fundada em 1993 na Cidade Ademar, zona sul da capital paulista, a banda construiu uma trajetória marcada pela independência, pelo diálogo com movimentos libertários e pela circulação constante entre Brasil e Europa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Com sete álbuns lançados e participações em diversas coletâneas nacionais e internacionais, o grupo mantém uma produção artística comprometida com temas sociais e políticos. No repertório, canções que abordam questões ligadas à vida urbana, às guerras, à ecologia e às desigualdades contemporâneas se unem à velocidade e à intensidade características do hardcore punk, reafirmando uma postura crítica que acompanha a banda desde sua formação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ao reunir dois grupos de diferentes gerações e vertentes, a série Música Extrema propõe um panorama da diversidade sonora e estética que atravessa o metal e o punk brasileiros, destacando trajetórias que permanecem em constante diálogo com seus públicos e com os contextos sociais de seu tempo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Ficha técnica &#8211; Trovão</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Gustavo Trovão: Voz<br />
Igor Senna: Guitarra<br />
Lucas Chuluc: Baixo<br />
Alan Caçador: Bateria<br />
Alê Gatti: Guitarra<br />
Fuza: Teclado</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Serviços</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Show: Trovão<br />
Sexta, 18/07, às 20h30<br />
Valores: R$ 60 (inteira), R$ 30 (meia-entrada), R$ 18 (Credencial Plena &#8211; Sesc).<br />
Ingressos à venda no portal sescsp.org.br e nas bilheterias das unidades Sesc.<br />
Limite de 2 ingressos por pessoa.<br />
Local: Comedoria (1000 lugares). Classificação: 14 anos. Duração:  90 min.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Show: Agrotóxico<br />
Sábado, 25/07, às 20h30<br />
Valores: R$ 60 (inteira), R$ 30 (meia-entrada), R$ 18 (Credencial Plena &#8211; Sesc).<br />
Ingressos à venda no portal sescsp.org.br e nas bilheterias das unidades Sesc.<br />
Limite de 2 ingressos por pessoa.<br />
Local: Comedoria (1000 lugares). Classificação: 14 anos. Duração:  90 min.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>SESC BELENZINHO</strong></p>
<p>Endereço: Rua Padre Adelino, 1000.<br />
Belenzinho – São Paulo (SP)<br />
Telefone: (11) 2076-9700</p>
<p><strong><a href="http://sescsp.org.br/Belenzinho">sescsp.org.br/Belenzinho  </a></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Transporte público</strong><br />
Metrô Belém (550m) | Estação Tatuapé (1400m)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Estacionamento</strong><br />
De terça a sábado, das 9h às 21h. Domingos e feriados, das 9h às 18h.<br />
Valores: Credenciados plenos do Sesc: R$ 10,00 a primeira hora e R$ 4,00 por hora adicional. Não credenciados no Sesc: R$ 20,00 a primeira hora e R$ 5,00 por hora adicional.</p>
<p>&nbsp;</p>
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<p><strong>Com informações: Assessoria de Imprensa SESC BELENZINHO</strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Tianastácia revisita &#8220;O Sol&#8221; em versão acústica e celebra 30 anos de estrada com novo audiovisual</title>
		<link>https://boomerangmusic.com.br/tianastacia-revisita-o-sol-em-versao-acustica-e-celebra-30-anos-de-estrada-com-novo-audiovisual/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 14:09:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://boomerangmusic.com.br/?p=66662</guid>

					<description><![CDATA[Gravada ao vivo no Palácio das Artes, em Belo Horizonte, a nova interpretação do clássico chega via ONErpm nesta sexta-feira (10) e marca uma nova fase da banda   Ouça “O Sol (30 Anos ao Vivo no Palácio das Artes)” aqui &#160; Assista ao videoclipe...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Gravada ao vivo no Palácio das Artes, em Belo Horizonte, a nova interpretação do clássico chega via ONErpm nesta sexta-feira (10) e marca uma nova fase da banda</em></p>
<p><em> </em></p>
<p><a href="https://onerpm.link/osol30anosaovivonopalciodasartes"><strong>Ouça “O Sol (30 Anos ao Vivo no Palácio das Artes)” aqui</strong></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://www.youtube.com/tianastaciaoficial"><strong>Assista ao videoclipe ao vivo aqui</strong></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Uma das bandas mais emblemáticas do rock mineiro está completando três décadas de estrada com novidades de peso: o lançamento do Audiovisual <strong>“30 Anos ao Vivo no Palácio das Artes&#8221;</strong>, programado para o segundo semestre de 2026. O <strong>Tianastácia </strong>abre as comemorações desse lançamento com o single <strong>&#8220;O Sol&#8221;</strong>, que chega em todas as plataformas digitais no dia 10 de julho (sexta-feira) via <strong>ONErpm</strong>. A faixa ganha uma roupagem inédita, acústica e com arranjo de cordas gravado ao vivo no lendário Palácio das Artes, em Belo Horizonte, e também será lançada em vídeo no canal oficial da banda, às 11h.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>“A celebração da nossa trajetória, com uma das obras mais relevantes da música popular brasileira!”</em>, afirma Antônio Júlio Nastácia. Beto Nastácia acrescenta:<em> “A gravação deste trabalho marca o fim de um ciclo e o início de um legado que merece ser eternizado”</em>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Mais do que um clássico do pop rock nacional que ganhou o país nas vozes do Jota Quest, de Milton Nascimento e de César Menotti &amp; Fabiano, &#8220;O Sol&#8221; carrega em sua gênese uma história profundamente humana e íntima. A canção foi composta por Antônio Júlio, guitarrista, fundador e atual vocalista da banda, como uma forma de cura e &#8220;remédio&#8221; para sua mãe, que enfrentava a síndrome do pânico em uma época em que o tema ainda era um tabu. Trinta anos após o primeiro disco, a mensagem da letra nunca foi tão atual: um manifesto de superação contra o medo e a dor (<em>&#8220;Ei, dor, eu não discuto mais, você não me leva a nada&#8230;&#8221;</em>), guiado pela busca incessante pela luz e pela vida.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Este lançamento não apenas celebra o legado do Tianastácia, mas também apresenta a nova formação da banda, liderada por Antônio Júlio nos vocais. O projeto acústico condensa a bagagem dessas três décadas de história e prepara o terreno para o próximo passo do grupo: um novo álbum de rock totalmente autoral.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“O Sol (30 Anos ao Vivo no Palácio das Artes)” já está disponível em todas as plataformas digitais via <strong>ONErpm</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone wp-image-66666" src="https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2026/07/tianastacia-300x200.jpg" alt="" width="590" height="393" srcset="https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2026/07/tianastacia-300x200.jpg 300w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2026/07/tianastacia-1024x682.jpg 1024w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2026/07/tianastacia-768x512.jpg 768w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2026/07/tianastacia-1536x1023.jpg 1536w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2026/07/tianastacia-700x466.jpg 700w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2026/07/tianastacia.jpg 1900w" sizes="(max-width: 590px) 100vw, 590px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Foto: Bia Contijo</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Sobre Tianastácia: </strong>O Tianastácia é uma das bandas mais icônicas do rock mineiro. Nascida em Belo Horizonte em 1992, o grupo destaca-se pela mistura de rock, pop e elementos eletrônicos. Com mais de três décadas de estrada, eles continuam arrastando fãs com hits como &#8220;Cabrobró&#8221; e &#8220;Conto de Fraldas&#8221; Surgida em uma garagem em Belo Horizonte, a banda ganhou notoriedade nacional em 1995 ao vencer o Festvalda com a música &#8220;Cabrobró&#8221;. O sucesso rendeu o lançamento do cultuado álbum de estreia, Acebolado, em 1996. Desde então, eles construíram uma trajetória sólida, consolidando-se como uma das maiores referências do rock no estado. O Tianastácia possui uma discografia vasta, com mais de uma dezena de álbuns lançados, incluindo trabalhos de estúdio, registros ao vivo e projetos audiovisuais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://www.instagram.com/tianastaciaoficial/"><strong>Instagram aqui</strong></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Sobre ONErpm:</strong> ONErpm é o grupo musical e gravadora liderando a nova geração da música – operando globalmente em 43 localizações e mais de 600 funcionários. O grupo oferece serviços de gravadora a artistas que procuram elevar suas carreiras e opera uma das maiores distribuidoras musicais do mundo inteiro, além de contar com uma das maiores networks multi-canais no YouTube.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Contando com um leque completo de serviços, que inclui apoio de marketing, ferramentas para a supply chain, SAAS, inteligência de empreendedorismo, publicação, contabilidade e soluções globais de pagamento, a empresa oferece a infraestrutura necessária para o sucesso de criadores e donos de conteúdo. Prezando por ser uma parceira confiável, a ONErpm oferece transparência em tudo que faz, desde a criação de uma campanha de marketing aos pagamentos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para mais informações, visite <a href="http://www.onerpm.com/">www.onerpm.com</a></p>
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<p><strong>Com informações: ONErpm</strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Universal Music Brasil homenageia Plebe Rude com relançamento em vinil, versões inéditas e single</title>
		<link>https://boomerangmusic.com.br/universal-music-brasil-homenageia-plebe-rude-com-relancamento-em-vinil-versoes-ineditas-e-single/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 13:45:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nostalgia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Plebe: rude, sofisticada, nova, atemporal, clássica &#160; Ouça “O Concreto Já Rachou” aqui &#160; Assista ao clipe inédito de “Até Quando Esperar” aqui &#160; Estamos em 2026. Embora, dependendo do noticiário na TV, possa parecer que ainda estamos em 1986 ou que já estamos em 2066. Porque...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Plebe: rude, sofisticada, nova, atemporal, clássica</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ouça “<em>O Concreto Já Rachou</em>” <strong><a href="https://br.umusic-online.com/c/AQiHlA4Q8as6GInA8tQBIL3IyQ4ozamdFwgSZB8IKNf2mhMsh8yxXjJG_xrXoDal_0DN_koGJ86F">aqui</a></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Assista ao clipe inédito de “Até Quando Esperar”<strong> <a href="https://br.umusic-online.com/c/AQiHlA4Q8as6GInA8tQBIJTxyQ4ozamdFwPttStclBXlHdmurGVxTVUSjfhH46Hs0X-3m20pN9ko">aqui</a></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Estamos em 2026. Embora, dependendo do noticiário na TV, possa parecer que ainda estamos em 1986 ou que já estamos em 2066. Porque o que vemos é novo e atemporal – a definição de clássico. O que vemos é a comemoração dos 40 anos de um clássico do rock brasileiro, na verdade, de toda a música brasileira. Reunidos no estúdio, tocando à vera, ao vivo, olho no olho, estão a <strong>Plebe Rude, Herbert Vianna e Jaques Morelenbaum</strong>. Quarenta anos depois do lançamento de <strong>“<em>O Concreto Já Rachou”</em></strong>. O melhor disco – sustento esta opinião – o melhor disco produzido pelo BRock nos anos 1980. Não houve nada tão certeiro, tão urgente, tão redondo, tão&#8230; Punk?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Engraçado pensar que um disco punk pudesse começar com o som de um violoncelo. Mas assim foi. Assim é. No vídeo/single comemorativo, tal como na gravação original, é Morelenbaum quem abre os trabalhos em “Até Quando Esperar<em>”</em>, faixa inicial de “<em>O Concreto Já Rachou”</em>. A Plebe Rude – atualmente, os guitarrista-vocalistas Philippe Seabra e Clemente Nascimento, o baixista André “X” Mueller e o baterista Marcelo Capucci – solta o braço logo em seguida. Desta vez, porém, eles não estão sós. O produtor do discaço de 1986, Herbert Vianna, agora soma voz e guitarra à gravação. Quando ele canta “que aquele ABENÇOADO poderia ter sido você” é de arrepiar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Assista ao clipe aqui: <strong><a href="https://br.umusic-online.com/c/AQiHlA4Q8as6GInA8tQBIJTxyQ4ozamdFwPttStclBXlHdmurGVxTVUSjfhH46Hs0X-3m20pN9ko">https://youtu.be/XsS7G65ryAE</a> .</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Foi Herbert, então produtor de primeira viagem, quem teve a bendita ideia de incluir o violoncelo depois de “Até Quando Esperar<em>”</em> ter sido gravada, à época por Jander “Ameba” Bilaphra no posto que seria ocupado pelo lendário Clemente, fundador da banda punk paulista Inocentes, e por Gutje Woortman, antecessor de Capucci e coautor da música com Philippe e André. A letra desses dois ecoa pela eternidade do Brasil: “Com tanta riqueza por aí onde é que está sua fração?” Nova e atemporal.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Na ocasião, Philippe reclamou: “<em>O quê? Uma introdução de cello abrindo nosso primeiro disco? Cello? Objeção, meritíssimo!</em>”, lembra, com bom humor, na sua autobiografia, <em>O cara da Plebe</em>. Diante do resultado, Philippe deu razão a Herbert. O conjunto – cello, guitarras, baixo, bateria, vocais – segue novo e atemporal. Agora na gravação do produtor Álvaro Alencar e nas imagens de Eduardo Levy e Marcelo Paiva.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Até Quando Esperar<em>”</em> era apenas o abre-alas. A Plebe Rude queria passar por cima de tudo e de todos no EP de 1986. Seguiam-se, no lado A, “Proteção” e “Johnny Vai à Guerra (Outra Vez)”; e, no lado B, “Minha Renda”, “Sexo e Karatê”, “Seu Jogo” e “Brasília”. Sete faixas certeiras e urgentes em – descontada a virada febril no toca-discos – 21 minutos e 36 segundos. É este breve grande disco que está sendo relançado em vinil, para marcar os seus 40 anos e os 45 anos da banda. Desta vez, com a capa original do fotógrafo Flávio Colker e do desenhista Cláudio Paiva se abrindo em <em>gatefold</em>, ou seja, dupla.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Na nova edição, “<em>O Concreto Já Rachou”</em> não vem sozinho em suas 12 polegadas. A banda acrescentou um regalo aos fãs e estudiosos do BRock. Encartado no disco físico, há um compacto-bônus de 7 polegadas, contendo demos de quatro faixas: “Johnny Vai à Guerra (Outra Vez)”, “Proteção”, “Minha Renda” e “Sexo e Karatê”. Ouvi-las na crueza pré-produção de Herbert Vianna é lembrar vividamente da influência do quarteto londrino punk inglês The Clash sobre a Plebe Rude. O quarteto punk brasiliense, aliás, de vez em quando se apresentava como uma furiosa banda cover, os Clash City Rockers. A criação e adaptação gráfica do vinil e do compacto encartado foram feitas por Gutje Woortman. Saiba mais aqui: <a href="https://br.umusic-online.com/c/AQiHlA4Q8as6GInA8tQBIJXxyQ4ozamdF59UaKC69YIAD7g-mUx0kvuKhVBr1UsWxSGovJ9FzOKT">https://www.umusicstore.com/plebe-rude</a> .</p>
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<p>O lançamento do vídeo/single com a nova gravação de “Até Quando Esperar<em>”</em> e a reedição em vinil de “<em>O Concreto Já Rachou”</em> enriquecido pelo compacto com as quatro demos também não vêm desacompanhados. Ainda fazem parte do pacote comemorativo concebido pela Universal Music Brasil, herdeira do catálogo da gravadora original, a EMI, um documentário “faixa a faixa” do álbum, com Philippe e André conversando com Álvaro Alencar, durante quase uma hora e vinte. Sem falar em cortes do vídeo e da conversa para uso nas redes sociais. Não é pouca coisa, mas a Plebe Rude e seus fãs merecem.</p>
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<p>Herbert foi dos primeiros fãs. Renato Russo foi outro. Ele assinava o <em>release</em> original de “<em>O Concreto Já Rachou”</em>. Escreveu Renato: “<em>De onde vem a atitude essencial que define a banda? Qual a razão que torna possível essa visão tão aguçada e tão permanentemente alerta? Alguns apontam a cidade base do grupo como o cenário de influência: é o quartel-general, metrópole/província; esconderijo. Brasília. A capital tão desconhecida de tantos brasileiros e tão familiar aos quatro rudes plebeus: a elite soberana, o poder exposto, os disfarces aceitos, a miséria e a intuição.</em>”</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Tais palavras explicam um pouco da atemporalidade da Plebe Rude. Seus membros frequentavam as mesmas festinhas que os da Legião Urbana e que dois dos integrantes dos futuros Paralamas do Sucesso, Herbert e Bi Ribeiro, sem falar na turma do Capital Inicial (única das quatro bandas que não fazia parte do elenco da EMI, abraçadas por Herbert). Alguma coisa na água do Lago Paranoá deve explicar aquela conjunção de talentos. Das bandas citadas, a Plebe Rude sempre foi a mais punk.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Um punk – não cuspam em mim, por favor – sofisticado. Como o do idolatrado Clash. O jogo de esconde-esconde entre as guitarras e entre as vozes bem distintas de Joe Strummer e Mick Jones era a inspiração para Philippe e Jander (depois, Clemente), o baixo carnudo de Paul Simonon indicava um caminho para André, a bateria versátil de Topper Headon, para Gutje. Comparar não desmerece. Pelo contrário, engrandece. Porque o Clash é – cuspam à vontade – a maior banda da história do rock’n’roll. Ela digeriu o passado, vomitou o presente e, em transe, anteviu o futuro. A Plebe Rude incorporou esse espírito no Planalto Central. Nunca fomos tão brasileiros. Este seria, sem coincidência, o título do segundo disco da banda, lançado em 1987, mas com a maioria das faixas – inclusive “Nunca Fomos Tão Brasileiros” – composta antes de 1986.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Foi em fevereiro daquele ano que nossas histórias se cruzaram pela primeira vez. Nos dias 14 e 15, a Plebe Rude fez o lançamento de “<em>O Concreto Já Rachou”</em> no Noites Cariocas, palco que ficava no Morro da Urca, primeira parada do bondinho até o Pão de Açúcar. Dias antes, estreando a serviço do <em>Jornal do Brasil</em>, encontrei-os na EMI, em Botafogo, para entrevistá-los sobre o EP, ou mini-LP, como se dizia então. Neste ponto, passo a palavra ao livro de Philippe: “<em>Um jovem jornalista apareceu na EMI (&#8230;) O jornalista, bastante acanhado, pois era seu primeiro trabalho na grande imprensa, perguntava em detalhes sobre o disco recém-lançado. Dava para ver por trás dos seus óculos que era fã, muito fã, e entendia do assunto. O nome dele era Arthur Dapieve.</em>”</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Eu tinha 23 anos. Eu também era fã do Clash. Eu esperara eras geológicas para que o cabeludo rock brasileiro acertasse os ponteiros com o moicano rock inglês. Eu esperara, sem saber ainda, pela Plebe Rude, pelos Paralamas do Sucesso, pela Legião Urbana e <em>tutti quanti</em>. Eu até achava que eu era meio punk. Philippe já estava em outra. “<em>Nós já fomos punks assumidos, mas evoluímos</em>”, disse-me, apesar de usar uma calça cheia de alfinetes. “<em>Isso não quer dizer que temos vergonha do passado, apenas mudamos. Eu acho que temos energia e sinceridade, somos coerentes com a música que oferecemos. Nossa mensagem tinha que ser dada agora ou nunca.</em>”</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ou então e sempre. Nenhum de nós imaginaria que quarenta anos teriam se passado e estaríamos aqui, celebrando “<em>O Concreto Já Rachou”</em>. Ou, talvez, intuíssemos que sim&#8230; O disco provoca a mesma taquicardia, a mesma vontade de dar botinadas na parede que provocava em 1986. Se “Até Quando Esperar” segue projetando uma sombra desconfortável sobre o futuro, e “Proteção” relata como era viver sob a ditadura militar (“Tanques lá fora, exército de plantão/ Apontados aqui pro interior”), “Johnny Vai à Guerra” é um surto de paranoia. Na hora em que a voz aguda de Philippe e a voz grave de Jander se superpõem e se prolongam em “Johnny vai à guerra outra vez/ Enquanto que a trégua não vem, não veeeem, não veeeeeem&#8230;” um calafrio ainda percorre a espinha do ouvinte de 2026. A agulha trilhar o último sulco do lado A, e o disco ter de ser virado no prato proporcionam o respiro necessário para se seguir em frente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>As duas primeiras faixas do lado B iludem. “Minha Renda” e “Sexo e Karatê”<em> </em>são mais sarcásticas que raivosas. Uma lança um esgar de desprezo sobre a indústria fonográfica e suas fórmulas (“E tem que ter refrão – sim! – um refrão repetido/ Para a música vender tem de que ser acessível”), com a hilária participação vocal do próprio produtor (“Já sei o que vou fazer pra ganhar muita grana/ Vou mudar meu nome para Herbert Vianna!”). Outra é a mais próxima que a Plebe Rude chega de uma canção de amor: “Sexo e karatê/ Na minha TV/ Me deixam tão doente/ Que liguei pra você/ Mas atendeu um chinês/ Que me falou em inglês/ Que você não gosta mais de mim.” O fato de Fernanda Abreu – então na Blitz – repetir este verso torna tudo mais divertido.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>As duas últimas faixas do lado B retomam a agressividade claustrofóbica. “Seu jogo” dá uma chamada em alguém preso ao uso de drogas (“Remédio que caiu do céu/ Para curar a sua insegurança/ Se entorpecendo não é vida/ É a sua angústia contida”). “Brasília” retrata a sensação de estar preso à capital federal sobre o ritmo obsessivo das guitarras, do baixo e da bateria, colados. Não por acaso ela é, com “Johnny Vai à Guerra (Outra Vez)”, a única faixa do disco assinada pelo coletivo Plebe Rude. “Brasília tem centros comerciais/ Muitos porteiros/ E pessoas normais”, descreve a letra. A mesma letra que logo proclama, gloriosa: “O concreto já rachou! O concreto já rachou!” Quarenta nos depois, o concreto segue rachado. E não tem mais emenda que dê jeito.</p>
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<p>“<em>A Plebe Rude é protagonista de um dos capítulos mais importantes da história do rock brasileiro, e ‘O Concreto Já Rachou’ permanece como uma obra essencial para compreender a força, a atitude e a relevância daquele movimento. Este projeto vai muito além da celebração dos 40 anos do álbum: ele renova o legado dessas canções por meio de um encontro artístico único entre a banda, Herbert Vianna e Jacques Morelenbaum, além de um registro audiovisual que aproxima essa obra de novas gerações de fãs. É uma grande satisfação para a Universal Music participar de um projeto que homenageia a trajetória da Plebe Rude com respeito à sua história, ao mesmo tempo em que amplia o alcance e a atualidade de um repertório que continua tão potente e necessário quanto há quatro décadas.</em>” – Paulo Lima, presidente da Universal Music Brasil.</p>
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<p>Release acima por <em>Arthur Dapieve</em></p>
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<p><strong>Single e clipe de “Até Quando Esperar” (Philippe / Andre x / Gutje) – Plebe Rude:</strong></p>
<p><strong>Participações especiais Herbert Vianna e Jacques Morelembaum</strong></p>
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<p><strong>Repertório do vinil duplo “<em>O Concreto Já Rachou</em>” &#8211; Plebe Rude:</strong></p>
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<p>Lado 1:</p>
<p>1 – “Até Quando Esperar” (Philippe / Andre x / Gutje)</p>
<p>2 – “Proteção” (Philippe Seabra)</p>
<p>3 – “Johnny Vai À Guerra (Outra Vez)” (Plebe Rude / Jander Bilaphra)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Lado 2:</p>
<p>1 – “Minha Renda” (Philippe Seabra / Andre x / Plebe Rude)</p>
<p>2 – “Sexo e Karatê” (Andre x / Jander Bilaphra)</p>
<p>3 – “Seu Jogo” (Philippe / Jander Bilaphra / Gutje / Andre x)</p>
<p>4 – “Brasília” (Plebe Rude / Jander Bilaphra)</p>
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<p>Repertório do compacto “demos tapes” &#8211; Plebe Rude:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Lado 1:</p>
<p>1 – “Proteção” (Philippe Seabra)</p>
<p>2 – “Johnny Vai À Guerra (Outra Vez)” (Plebe Rude / Jander Bilaphra)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Lado 2:</p>
<p>1 – “Sexo e Karatê” (Andre x / Jander Bilaphra)</p>
<p>2 – “Minha Renda” (Philippe Seabra / Andre x / Plebe Rude)</p>
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<p><strong>Com informações: <a href="https://br.umusic-online.com/c/AQiHlA4Qk7M6GInA8tQBIJ3jyw4ojL2gF93rUf9p5UF3DgIVRA19z5LYEkNBm4BZXcv7C6YhwsH9">www.universalmusic.com.br</a> &#8211; Universal Music Brasil – Distribuição de Conteúdo</strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Alabama Shakes anuncia seu primeiro álbum inédito em mais de uma década, “I Must Be Dreaming&#8221;</title>
		<link>https://boomerangmusic.com.br/alabama-shakes-anuncia-seu-primeiro-album-inedito-em-mais-de-uma-decada-i-must-be-dreaming/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 13:28:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[A icônica banda Alabama Shakes, ganhadora de vários prêmios GRAMMY®, anunciou hoje a data de lançamento de seu aguardadíssimo terceiro álbum de estúdio: “I Must Be Dreaming”, primeiro álbum da banda em mais de uma década, chega em 28 de agosto via Island Records. Um novo single, “I Feel Hope...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A icônica banda <strong>Alabama Shakes</strong>, ganhadora de vários prêmios GRAMMY®, anunciou hoje a data de lançamento de seu aguardadíssimo terceiro álbum de estúdio: <strong><em>“I Must Be Dreaming”</em></strong>, primeiro álbum da banda em mais de uma década, chega em <strong>28 de agosto </strong>via Island Records. Um novo single, <strong>“I Feel Hope Coming”</strong>, estará disponível em todas as plataformas a partir de sexta-feira, 10 de julho.</p>
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<p>Pré-vendas/ pré-save do álbum <a href="https://br.umusic-online.com/c/AQiHlA4Qk7M6GInA8tQBILvkyw4ojL2gF-mU5GORYLYpIuJKOEGg8oXy94yEKz3tAjPp-4dF19wW"><strong>AQUI</strong></a>. Assista ao trailer do álbum <a href="https://br.umusic-online.com/c/AQiHlA4Qk7M6GInA8tQBILzkyw4ojL2gFwPU-YS6mYA2adXs9x8wtHiBfc18T9B1HiJhEQ7eDQBk"><strong>AQUI</strong></a>. Confira os formatos físicos disponíveis para pré-venda na <strong>UMusic Store</strong>.</p>
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<p>Saiba mais aqui:<strong> </strong><a href="https://br.umusic-online.com/c/AQiHlA4Qk7M6GInA8tQBIL3kyw4ojL2gF8Mfx5hxnWXR9bjl0PjGWGAYsdx5CexQnejNesUr3lAg"><strong>https://www.umusicstore.com/alabama-shakes</strong></a><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Produzido pelo Alabama Shakes em parceria com Shawn Everett, seis vezes vencedor do prêmio GRAMMY®,<em> “I Must Be Dreaming”</em> dá continuidade à destemida exploração musical que marcou o álbum que é marco fundamental da banda, <em>“Sound &amp; Color”</em>. Gravado em Nashville, nos estúdios Sound Emporium e Blackbird, o novo trabalho tende ao soul psicodélico com texturas ricas, explorando nas letras amor, mortalidade, conexões humanas e as contradições cada vez mais surreais da vida moderna.</p>
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<p>O primeiro single do álbum, <strong>“I Feel Hope Coming”</strong>, capta a alma dessa jornada. Construída a partir de texturas luminosas, harmonias com sabor de infância e um otimismo discreto, a música é um apelo terno, mas inspirador, para resistir aos sistemas que nos desumanizam e avançar em direção a um futuro baseado no cuidado coletivo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>“Essa geração mais jovem me dá esperança porque consegue enxergar além de todas as mentiras políticas; esta música fala de se agarrar a essa esperança e se recusar a desistir”</em>, comenta Brittany Howard. Heath Fogg acrescenta: <em>“Estou muito feliz que essa música exista. Ela surgiu de um momento de colaboração tão alegre e exemplifica tudo o que eu amo nesse renascimento da banda”</em>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“I Feel Hope Coming” vem na esteira dos aclamados singles<strong> “Another Life”</strong> e <strong>“American Dream”</strong>, cada um revelando uma faceta diferente de “<em>I Must Be Dreaming”</em>. Se “Another Life” explorou a natureza duradoura do amor e “American Dream” abordou o desmoronamento de ideais outrora compartilhados, o novo single oferece um contraponto de esperança, completando um retrato emocional de um álbum que abraça a incerteza ao mesmo tempo em que insiste que vale a pena lutar pela esperança, pelo amor e por um senso de comunidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O título do álbum aborda diretamente essa dualidade. <em>“Há um duplo significado nisso”</em>, explica Brittany Howard.<em> “Pode estar dizendo: ‘Eu devo estar sonhando, porque o mundo está tão louco agora’. Mas também pode significar: ‘Eu devo estar sonhando, porque o mundo é tão incrivelmente bonito’. Ambas as coisas podem ser verdadeiras ao mesmo tempo.”</em></p>
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<p>Composto “organicamente” após a reunião da banda no final de 2024, <em>“I Must Be Dreaming” </em>surgiu de um processo criativo excepcionalmente aberto, que permitiu que as músicas evoluíssem em tempo real. Redescobrindo a química que inicialmente fez do Alabama Shakes uma das bandas mais singulares do rock, Brittany Howard, Heath Fogg e Zac Cockrell abraçaram a espontaneidade no estúdio, expandindo sua paleta sonora com instrumentos como flauta, cravo e cítara, além de arranjos vocais ricamente sobrepostos. O resultado é o álbum mais ousado e emocionalmente comovente da banda até hoje.</p>
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<p>Para promover <em>“I Must Be Dreaming”</em>, o Alabama Shakes está atualmente em meio a uma extensa turnê mundial como atração principal. Os destaques incluem apresentações em grandes festivais, a primeira turnê como atração principal da banda no Reino Unido e na Europa em mais de uma década, uma estreia histórica no Radio City Music Hall, em Nova York, no dia 2 de setembro, quatro shows como <em>co-headliners</em> com a Tedeschi Trucks Band e apresentações selecionadas em estádios como banda de abertura de Zach Bryan. A turnê termina no dia 26 de setembro no Ohana Festival.</p>
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<p>Desde que surgiram em Athens, no Alabama, os Alabama Shakes se tornaram uma das bandas de rock mais marcantes da última década. Seu álbum de estreia, <em>“Boys &amp; Girls”</em>, certificado como platina, apresentou ao mundo a música “Hold On”. <em>“Sound &amp; Color</em>”, de 2015, estreou em primeiro lugar na Billboard 200, conquistou três prêmios GRAMMY® — incluindo o de Melhor Álbum de Música Alternativa — e consolidou a reputação da banda por sua evolução musical ousada.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Aclamados pelo “The New York Times” como uma “força da natureza imparável” e elogiados pelo Pitchfork por “[inventarem] sua própria gênese”, os Alabama Shakes agora iniciam um novo e poderoso capítulo com <em>“I Must Be Dreaming”</em>.</p>
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<p><strong><em>“I MUST BE DREAMING” Lista de faixas</em></strong><strong>:</strong></p>
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<li>Tea Time</li>
<li>Another Life</li>
<li>Garden</li>
<li>I Feel Hope Coming</li>
<li>Time</li>
<li>Friends</li>
<li>Easy</li>
<li>How Love’s Supposed To Go</li>
<li>Waist Deep</li>
<li>American Dream</li>
<li>Tied To You</li>
</ol>
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<p><strong>Sobre ALABAMA SHAKES:</strong></p>
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<p>O <strong>Alabama Shakes</strong> consolidou-se discretamente como uma das maiores forças do rock do século 21, com uma combinação singular de rock alternativo, blues, soul e música de raiz tão envolvente quanto inconfundível. O trio formado por <strong>Brittany Howard</strong> (vocais e guitarra), <strong>Heath Fogg</strong> (guitarra) e <strong>Zac Cockrell</strong> (baixo) conquistou <strong>quatro prêmios GRAMMY®</strong>, soma bilhões de reproduções nas plataformas digitais, alcançou vários certificados de platina e se apresentou em arenas e anfiteatros lotados ao redor do mundo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Formada em Athens, no estado do Alabama, EUA, a banda lançou o álbum de estreia <strong><em>“Boys &amp; Girls”</em></strong>, que recebeu certificado de platina, impulsionado pelo sucesso de <strong>“Hold On”</strong>, certificado de ouro e eleito pela “Rolling Stone” como <strong>Melhor Música de 2012</strong>. Na sequência, o aclamado “<strong><em>Sound &amp; Color”</em></strong>, também certificado de platina, estreou em primeiro lugar na <strong>Billboard 200</strong> e venceu o <strong>GRAMMY® de Melhor Álbum de Música Alternativa</strong>, enquanto o single <strong>“Don&#8217;t Wanna Fight”</strong> levou os prêmios de <strong>Melhor Performance de Rock</strong> e <strong>Melhor Canção de Rock</strong>. Não por acaso, “Pitchfork” incluiu o disco na lista dos <strong>200 Melhores Álbuns da Década de 2010</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em 2017, a banda participou do documentário “<strong>The American Epic Sessions”</strong>, e sua interpretação de <strong>“Killer Diller Blues&#8221;</strong> rendeu ao grupo o <strong>GRAMMY® de Melhor Performance de American Roots</strong>. Ao longo da carreira, o Alabama Shakes também deixou sua marca na cultura pop ao contribuir com músicas para filmes vencedores do Oscar® como “<strong>O Lado Bom da Vida”</strong> (“Silver Linings Playbook”) e “<strong>Clube de Compras Dallas”</strong> (“Dallas Buyers Club”), além de se apresentar em palcos emblemáticos, da <strong>Casa Branca</strong> ao programa <strong>“Saturday Night Live”</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Mais de uma década depois, o trio retorna com <strong><em>“I Must Be Dreaming”</em></strong>, seu trabalho mais ambicioso, audacioso e emocionalmente revelador até hoje, equilibrando o soul psicodélico com reflexões profundamente humanas sobre amor, mortalidade, esperança e a beleza peculiar da vida moderna.</p>
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<p><strong>Com informações: <a href="https://br.umusic-online.com/c/AQiHlA4Qk7M6GInA8tQBIJ3jyw4ojL2gF93rUf9p5UF3DgIVRA19z5LYEkNBm4BZXcv7C6YhwsH9">www.universalmusic.com.br</a></strong></p>
<p><strong>Universal Music Brasil – Distribuição de Conteúdo</strong></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Panda lança volume 3 do DVD &#8220;Fora do Padrão&#8221; com participação de João Neto &#038; Frederico</title>
		<link>https://boomerangmusic.com.br/panda-lanca-volume-3-do-dvd-fora-do-padrao-com-participacao-de-joao-neto-frederico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 13:12:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Country Club Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[Projeto chega às plataformas digitais com cinco faixas inéditas e clipe da música &#8220;200 Reais&#8221; &#160; Escute &#8220;Fora do Padrão&#8221; Vol. 3: https://SMB.lnk.to/ForaDoPadraoVol3  &#160; Escute &#8220;200 Reais&#8221;: https://SMB.lnk.to/200Reais &#160; Panda apresenta o terceiro volume do DVD “Fora do Padrão”. O projeto chega às plataformas digitais com cinco...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Projeto chega às plataformas digitais com cinco faixas inéditas e clipe da música &#8220;200 Reais&#8221;</p>
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<p><strong>Escute &#8220;Fora do Padrão&#8221; Vol. 3: <a href="https://eur01.safelinks.protection.outlook.com/?url=https%3A%2F%2Fsmb.lnk.to%2FForaDoPadraoVol3&amp;data=05%7C02%7Cmariana.ghetti%40sonymusic.com%7C465923709156477feca808dedd1aec75%7Cf0aff3b791a54aaeaf71c63e1dda2049%7C0%7C0%7C639191305282608776%7CUnknown%7CTWFpbGZsb3d8eyJFbXB0eU1hcGkiOnRydWUsIlYiOiIwLjAuMDAwMCIsIlAiOiJXaW4zMiIsIkFOIjoiTWFpbCIsIldUIjoyfQ%3D%3D%7C0%7C%7C%7C&amp;sdata=NZyqb3EByAw1A%2F1YWNhw0hp0qy9LnN%2BsKiCYpoZyOzA%3D&amp;reserved=0">https://SMB.lnk.to/ForaDoPadraoVol3</a> </strong></p>
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<p><strong>Escute &#8220;200 Reais&#8221;: <a href="https://eur01.safelinks.protection.outlook.com/?url=https%3A%2F%2Fsmb.lnk.to%2F200Reais&amp;data=05%7C02%7Cmariana.ghetti%40sonymusic.com%7C465923709156477feca808dedd1aec75%7Cf0aff3b791a54aaeaf71c63e1dda2049%7C0%7C0%7C639191305282681010%7CUnknown%7CTWFpbGZsb3d8eyJFbXB0eU1hcGkiOnRydWUsIlYiOiIwLjAuMDAwMCIsIlAiOiJXaW4zMiIsIkFOIjoiTWFpbCIsIldUIjoyfQ%3D%3D%7C0%7C%7C%7C&amp;sdata=jWrpyiKfxpx9o%2Brd4OkAOlYZuuFNpxXiwcsWbQ37vMc%3D&amp;reserved=0">https://SMB.lnk.to/200Reais</a></strong></p>
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<p><strong>Panda</strong> apresenta o terceiro volume do DVD <strong>“Fora do Padrão”</strong>. O projeto chega às plataformas digitais com cinco faixas inéditas e traz como destaque a música “200 Reais”, parceria com João Neto &amp; Frederico, que estreou acompanhada de clipe no YouTube.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O lançamento dá continuidade ao projeto audiovisual gravado em Goiânia e reforça a proposta de Panda de apostar em repertórios conectados ao sertanejo atual, explorando histórias do cotidiano, relacionamentos e situações de identificação popular. Faixa-foco do EP, “200 Reais” mistura sofrência e humor ao contar a história de alguém que tenta esquecer o fim de um relacionamento, mas acaba frustrado ao perceber que ainda não superou a ex. A participação de João Neto &amp; Frederico adiciona ao lançamento o encontro entre diferentes gerações do gênero.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“‘Fora do Padrão’ mostra muito do momento que estou vivendo na música. Esse volume traz músicas com histórias muito populares, que fazem parte do sertanejo, e ter João Neto &amp; Frederico comigo em ‘200 Reais’ deixa tudo ainda mais especial. São artistas que sempre fizeram parte da minha referência”, comenta Panda. Além da música principal, o volume 3 de “Fora do Padrão” traz as faixas “Onde Ela Tá”, “Mas Eu Quero”, “Suíte 23” e “Copia Meu Ex Amor”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Nos últimos meses, Panda ampliou sua presença nas plataformas digitais e no circuito de shows pelo país. O cantor já emplacou nove faixas simultaneamente no Top 200 do Spotify Brasil, consolidando seu nome entre os principais destaques do sertanejo atual. Além disso, mantém, há seis meses, a música “Eu Te Seguro” como uma das mais tocadas do país e figura, há semanas, como o artista Top 1 no ranking semanal do Spotify Brasil.</p>
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<p><strong>Com informações: Assessoria de Imprensa – Sony Music</strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Entre a vulnerabilidade e o recomeço, Karla Hill lança o EP “Luz Acesa” combinando pop e MPB em seu primeiro trabalho solo estendido</title>
		<link>https://boomerangmusic.com.br/entre-a-vulnerabilidade-e-o-recomeco-karla-hill-lanca-o-ep-luz-acesa-combinando-pop-e-mpb-em-seu-primeiro-trabalho-solo-estendido/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 13:04:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://boomerangmusic.com.br/?p=66647</guid>

					<description><![CDATA[Guiado pela inédita faixa-título, o EP de quatro músicas amarra os altos e baixos das relações modernas em um enredo que costura desejo, desapego e a esperança de novos começos &#160; Ouça agora o novo EP “Luz Acesa” &#160; Vulnerabilidade, desejo, despedida e esperança costuram...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Guiado pela inédita faixa-título, o EP de quatro músicas amarra os altos e baixos das relações modernas em um enredo que costura desejo, desapego e a esperança de novos começos</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://ditto.fm/luz-acesa-karla-hill"><strong>Ouça agora o novo EP “Luz Acesa”</strong></a></p>
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<p>Vulnerabilidade, desejo, despedida e esperança costuram a narrativa de “<a href="https://ditto.fm/luz-acesa-karla-hill"><strong>Luz Acesa</strong></a>” novo EP da cantora e compositora <a href="https://www.instagram.com/karlahill/"><strong>Karla Hill</strong></a>, já disponível em todas as plataformas digitais. O projeto reúne quatro canções autorais, incluindo a inédita faixa-título, e retrata as diferentes camadas dos relacionamentos, mostrando que, mesmo depois das dores, ainda é possível encontrar beleza e poesia na entrega.</p>
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<p>Cada faixa representa um momento diferente da experiência afetiva, mas é no conjunto que elas revelam a força, colocando o público diante da incerteza, atravessando o desejo e a dor, e terminando por lembrar que, apesar dos riscos, manter a ‘luz acesa’ é também escolher continuar sensível, aberto e disposto a viver novas histórias. A canção que dá nome ao disco abre o trabalho funcionando como um convite à honestidade emocional. A letra aborda a dificuldade de permanecer inteiro depois das marcas deixadas pelos afetos, mas reafirma que, apesar do risco de se machucar, vale a pena manter a luz acesa e seguir acreditando nos encontros, na sensibilidade e na coragem de se arriscar.</p>
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<p>Na sequência, “<strong>Me Pede</strong>” traz leveza para o projeto. Em uma atmosfera descontraída, ela apresenta a paixão em seu estado mais espontâneo, equilibrando sensualidade e bom humor para retratar o jogo da conquista e a intensidade do desejo quando duas pessoas decidem viver o momento. Já “<strong>Meu Melhor</strong>” é uma faixa conduzida por arranjos de violões que mergulha na experiência de um fim de relacionamento. A música revela a dor de oferecer o pior e o melhor de si e, ainda assim, lidar com a ausência. Entre a melancolia e a esperança, a faixa marca o momento em que o encanto dá lugar à reflexão.</p>
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<p>E por último, “<strong>Musa</strong>” ressignifica toda a trajetória apresentada nas canções anteriores. Depois da vulnerabilidade, da paixão e da perda, Karla canta sobre a inspiração, entrega e o encantamento que nasce quando alguém desperta em nós novas formas de sentir e criar. É o início de um novo ciclo: o momento em que a paixão transforma o cotidiano em poesia e tudo parece possível e mágico de novo.</p>
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<p>A artista conta que as faixas carregam propostas plurais. Karla detalha a mistura de sensações que colocou no projeto: “Cada música traz temáticas diferentes entre si, assim como a produção também. Acredito que vão sentir esperança, alegria, bom humor, vontade de dançar, cantar junto e também vai gerar reflexão. Não consigo escrever músicas que não gerem isso nas pessoas, acho que porque eu sou assim e acaba refletindo nas minhas composições”.</p>
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<p>A sonoridade de “Luz Acesa” traz o indie pop, a MPB contemporânea e o pop acústico. Para Karla, a mistura de ritmos e texturas é como uma forma de experimentação: “Nesse momento eu caminho por essas vertentes e as músicas são diferentes entre si. Em uma delas você ouve um indie pop dançante e na outra uma mpb contemporânea. Eu gosto dessa liberdade da criação e da produção. É óbvio que tenho meus gostos e referências que vão valer muito na hora de decidir o caminho, mas eu gosto de pensar que eu posso hoje fazer um indie pop e amanhã algo bem mais intimista e brasileiro”, pondera.</p>
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<p><strong>O visual e os desafios da produção independente</strong></p>
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<p>A faixa-título ganha um visualizer co-criado por Karla e Nicolle Krüger, que assinam todos os conteúdos visuais do projeto de forma independente. <strong>O audiovisual chega no YouTube da artista no próximo dia 15 de julho</strong>, seguindo a mesma estética minimalista dos lançamentos anteriores. Para construir os vídeos, Karla e Nicolle alinham as ideias previamente para traduzir a sonoridade e a letra para as telas, mas mantêm o processo aberto à intuição no dia da gravação para capturar insights espontâneos. “Tudo no meu trabalho é independente, o que nos leva a explorar mais cada ideia, criando essa conexão com as músicas, através do figurino, cenário, da minha atuação (podendo explorar meu lado atriz) ou até mesmo da edição para que o público se sinta parte daquilo e se identifique”, conta Karla.</p>
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<p>A captação exigiu um desdobramento intenso nos bastidores, com a equipe reduzida assumindo múltiplas funções para dar conta do cronograma. “Tanto o clipe e fotos de Meu Melhor e Luz Acesa foram feitos no mesmo dia. É um desafio muito grande pegar duas produções para um dia só. Múltiplas funções para nós duas durante o set. No decorrer do processo você precisa estar de olho em tudo. Foi um desafio mas gostamos muito dos resultados. Postei até um vídeo de como foi o processo de captação do clipe de MEU MELHOR e o resultado, pra galera ver que trabalhamos de forma minimalista, mas que no final temos um resultado que surpreende”, conclui Karla.</p>
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<p>Sendo este o primeiro EP da carreira solo, a sensação de disponibilizar as faixas para o público carrega um peso especial. “Não tem como explicar o que eu sinto. Mas é muito bom você conceber uma ideia e ela finalmente se concretizar. Foi muito empenho nas composições, horas de estúdio, muitas lives de divulgação e vídeos. Muitas horas de dedicação mas valeu muito a pena. É um passo importante na minha carreira”, finaliza.</p>
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<p><strong>Acompanhe a artista nas redes sociais: </strong></p>
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<p><strong>Instagram</strong>: <a href="https://www.instagram.com/karlahill/">@karlahill<br />
</a><strong>Spotify</strong>: <a href="https://open.spotify.com/intl-pt/artist/06OHroQpGdXwvdSJIfJdMC?si=8lpFY7L-Syq8lwX5wPMxaQ">Karla Hill<br />
</a><strong>Youtube</strong>: <a href="https://www.youtube.com/@KarlaHill">Karla Hill</a></p>
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<p><strong>Com informações: Assessoria de Imprensa Release Music / Júlia Diniz &#8211; DD Assessoria</strong></p>
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		<item>
		<title>Agenda de Shows Confirmados &#124; SUHAI MUSIC HALL</title>
		<link>https://boomerangmusic.com.br/agenda-de-shows-confirmados-suhai-music-hall/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 18:51:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://boomerangmusic.com.br/?p=66622</guid>

					<description><![CDATA[Agenda Julho a Dezembro &#8211; 2026 &#8211; SUHAI MUSIC HALL &#160; 16 DE JULHO (QUINTA-FEIRA) Information Society, Thea Austin e Noel A BGPRO – Bumerangue Produções, referência em show business há três décadas, anuncia um encontro histórico: Information Society, Thea Austin (SNAP!), e Noel se...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Agenda Julho a Dezembro &#8211; 2026 &#8211; SUHAI MUSIC HALL</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>16 DE JULHO (QUINTA-FEIRA)</strong></p>
<p><strong><br />
Information Society, Thea Austin e Noel</strong></p>
<p>A BGPRO – Bumerangue Produções, referência em show business há três décadas, anuncia um encontro histórico: Information Society, Thea Austin (SNAP!), e Noel se apresentam juntos em uma única noite especial que vai rodar o Brasil em julho. São três grandes shows consecutivos, em uma só noite, levando o melhor da dance music dos anos 90.</p>
<p><strong><br />
Para vendas de ingressos, <a href="https://suhaimusichall.com.br/evento/information-society-sp/">clique aqui.</a></strong></p>
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<p><strong><br />
29 DE AGOSTO  (SÁBADO)</strong></p>
<p><strong><br />
This Is Michael</strong></p>
<p>O espetáculo internacional “This Is Michael”, considerado o tributo mais assistido do mundo dedicado a Michael Jackson, chega a São Paulo para uma apresentação especial no dia 29 de agosto de 2026, na Suhai Music Hall — data que marca o nascimento do Rei do Pop.</p>
<p>Com mais de 500 mil ingressos vendidos e apresentações em mais de 25 cidades ao redor do mundo, o show se destaca por sua produção grandiosa, que combina música ao vivo, dança, figurinos icônicos e efeitos visuais em uma experiência imersiva que recria a essência dos espetáculos de Michael Jackson.</p>
<p><strong><br />
Para vendas de ingressos, <a href="https://suhaimusichall.com.br/evento/this-is-michael/">clique aqui.</a></strong></p>
<p><strong><br />
15 E 16 DE SETEMBRO (TERÇA E QUARTA-FEIRA)</strong></p>
<p><strong><br />
Demi Lovato</strong></p>
<p>A superestrela global e indicada ao Grammy, Demi Lovato, se apresenta em São Paulo como parte de sua turnê &#8220;It&#8217;s Not That Deep&#8221;, logo após o sucesso da etapa americana da turnê em arenas. As apresentações aconteceram no dia 15 e 16 de setembro, na Suhai Music Hall, e marcam o retorno de Demi à cidade desde sua participação no festival The Town em 2023.</p>
<p><strong><br />
Para vendas de ingressos, <a href="https://suhaimusichall.com.br/evento/demi-lovato/">clique aqui.</a></strong></p>
<p><strong><br />
18 DE SETEMBRO (SEXTA-FEIRA)</strong></p>
<p><strong><br />
5 Seconds Of Summer</strong></p>
<p>A banda australiana 5 Seconds of Summer, um dos maiores fenômenos do pop-rock mundial, retorna ao Brasil em 2026 com sua nova turnê internacional. O grupo se apresenta em São Paulo no dia 18 de setembro, na Suhai Music Hall, em um show especial que celebra o lançamento do álbum EVERYONE’S A STAR! e marca o início de uma nova fase artística.</p>
<p><strong><br />
Para vendas de ingressos, <a href="https://suhaimusichall.com.br/evento/5-seconds-of-summer/">clique aqui.</a></strong></p>
<p><strong><br />
19 DE SETEMBRO (SÁBADO)</strong></p>
<p><strong><br />
Helloween</strong></p>
<p>O Helloween, um dos maiores nomes do heavy metal mundial, retorna ao Brasil em 2026 para uma apresentação exclusiva em São Paulo. No dia 19 de setembro (sábado), a lendária banda sobe ao palco da Suhai Music Hall com a turnê comemorativa que marca quatro décadas de história e reúne seus três vocalistas icônicos — Michael Kiske, Andi Deris e Kai Hansen — em um espetáculo inédito e histórico.</p>
<p><strong><br />
Para vendas de ingressos, <a href="https://suhaimusichall.com.br/evento/helloween/">clique aqui.</a></strong></p>
<p><strong><br />
21 DE NOVEMBRO (SÁBADO)</strong></p>
<p><strong><br />
ZZ TOP</strong></p>
<p>Mais de 16 anos após sua última passagem pelo Brasil, o ZZ Top retorna ao país com a turnê “The Big One!” e encerra a série de apresentações em São Paulo. O show acontece no dia 21 de novembro, na Suhai Music Hall, reunindo os clássicos de uma das bandas mais icônicas do blues-rock mundial. A apresentação integra a turnê brasileira realizada pela Infinito Entretenimento e MCA Concerts.</p>
<p><strong><br />
Para vendas de ingressos, <a href="https://suhaimusichall.com.br/evento/zz-top/">clique aqui.</a></strong></p>
<p><strong><br />
5 DE DEZEMBRO (SÁBADO)</strong></p>
<p><strong><br />
DEEP PURPLE</strong></p>
<p>O Deep Purple volta ao Brasil para uma única e histórica apresentação. A banda se apresenta no dia 5 de dezembro (sábado), no Suhai Music Hall, em um espetáculo que promete ser o último grande show do ano.</p>
<p>Com produção da Mercury Concerts, o anúncio acontece em meio à turnê mundial, que reforça a força e a relevância de uma das bandas mais influentes de todos os tempos.</p>
<p><strong><br />
Para vendas de ingressos, <a href="https://suhaimusichall.com.br/evento/deep-purple/">clique aqui.</a></strong></p>
<p><strong><br />
6 E 7 DE ABRIL DE 2027 (TERÇA E QUARTA-FEIRA)</strong></p>
<p><strong><br />
Louis Tomlinson</strong></p>
<p>Louis Tomlinson confirma dois shows no Brasil da turnê mundial How Did We Get Here?. As apresentações acontecem nos dias 06 e 07 de abril de 2027, em São Paulo, na Suhai Music Hall, e acompanham o lançamento de seu terceiro álbum de estúdio, intitulado How Did I Get Here?, lançado em janeiro de 2026.</p>
<p><strong><br />
Para vendas de ingressos, <a href="https://suhaimusichall.com.br/evento/louis-tomlinson/">clique aqui.</a></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
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<p><strong>Com informações: ASSESSORIA DE IMPRENSA &#8211; SUHAI MUSIC HALL</strong></p>
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		<title>Confira a Agenda de Música &#8211; Julho 2026 do Sesc Belenzinho</title>
		<link>https://boomerangmusic.com.br/confira-a-agenda-de-musica-julho-2026-do-sesc-belenzinho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 18:38:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://boomerangmusic.com.br/?p=66614</guid>

					<description><![CDATA[Agenda de Música &#8211; Julho 2026 do Sesc Belenzinho &#160; 3/7 (SEXTA)  20h30 Ana Cañas (Comedoria) 21h Carlos Malta e Cliff Korman (Teatro) &#160; 4/7 (SÁBADO)  20h30 Pegada de Gorila (Comedoria) 21h Vidal Assis (Teatro) &#160; 5/7 (DOMINGO)  18h Ellen Oléria (Teatro) &#160; 9/7 (QUINTA-FEIRA)...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Agenda de Música &#8211; Julho 2026 do Sesc Belenzinho</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>3/7 (SEXTA) </strong><br />
20h30 Ana Cañas (Comedoria)<br />
21h Carlos Malta e Cliff Korman (Teatro)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>4/7 (SÁBADO) </strong><br />
20h30 Pegada de Gorila (Comedoria)<br />
21h Vidal Assis (Teatro)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>5/7 (DOMINGO) </strong><br />
18h Ellen Oléria (Teatro)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>9/7 (QUINTA-FEIRA) FERIADO </strong><br />
18h Nyron Higor (Teatro)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>10/7 (SEXTA) </strong><br />
20h30 Tribo de Jah (Comedoria)<br />
21h MPB4 (Teatro)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>11/7 (SÁBADO) </strong><br />
21h Tribo de Jah (Comedoria)<br />
20h30 MPB4 (Teatro)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>12/7 (DOMINGO) </strong><br />
18h MPB4 (Teatro)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>17/7 (SEXTA) </strong><br />
20h30 De Menos Crime (Comedoria)<br />
21h Los Ferrer &#8212; Fernando Ferrer &amp; Filhos (Teatro)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>18/7 (SÁBADO) </strong><br />
20h30 Trovão (Comedoria)<br />
21h Alaíde Costa (Teatro)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>19/7 (DOMINGO)</strong><br />
18h Henrique Cazes (Teatro)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>24/7 (SEXTA) </strong><br />
20h30 Luiz Ayrão (Comedoria)<br />
21h Tangolo Mangos (Teatro)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>25/7 (SÁBADO) </strong><br />
21h Barbatuques (Teatro)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>26/7 (DOMINGO) </strong><br />
18h Barbatuques (Teatro)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Ana Cañas</strong></p>
<p><strong>Dia 3/7. Sexta, 20h30. </strong><br />
Local: Comedoria (850 lugares)<br />
Ingressos: R$ 60 (inteira); R$ 30 (meia entrada); R$ 18 (Credencial Sesc)<br />
Classificação: 14 anos<br />
Duração: 90 minutos</p>
<p>Neste show, Ana Cañas canta os maiores sucessos de sua carreira &#8211; &#8220;Pra Você Guardei o Amor&#8221;, as autorais &#8220;Esconderijo&#8221; e &#8220;Quero Um Love&#8221; e também revisita obras imortais de compositores fundamentais, como Belchior, Cazuza, Nando Reis, Tim Maia, Frejat, Raul Seixas, Rita Lee e Renato Russo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Carlos Malta e Cliff Korman</strong></p>
<p><strong>Dia 3/7. Sexta, 21h. </strong><br />
Local: Teatro (374 lugares)<br />
Ingressos: R$ 60 (inteira); R$ 30 (meia entrada); R$ 18 (Credencial Sesc)<br />
Classificação: 12 anos<br />
Duração: 90 minutos</p>
<p>Show de lançamento do álbum inédito &#8220;Saudade do Paulo&#8221;, fruto de um trabalho que reúne os músicos Carlos Malta e Cliff Korman em torno da obra do instrumentista, compositor, arranjador e saxofonista Paulo Moura (1932-2010), celebrando esse ícone que redefiniu a música instrumental brasileira.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Pegada de Gorila</strong></p>
<p><strong>Dia 4/7. Sábado, 20h30. </strong><br />
Local: Comedoria (850 lugares)<br />
Ingressos: R$ 60 (inteira); R$ 30 (meia entrada); R$ 18 (Credencial Sesc)<br />
Classificação: 14 anos<br />
Duração: 90 minutos</p>
<p>Pegada de Gorila é um dito popular usado por músicos quando o samba é executado de maneira contagiante. Foi da expressão que surgiu o nome para o grupo formado em 2017. Atualmente, é composto por Anderson Borba, Emerson Bernardes, Koka Pereira, Marcelo Ramos, Marcelinho Monserrat, Porkinho Trindade e Samuel Marques.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Vidal de Assis</strong></p>
<p><strong>Dia 4/7. Sábado, 21h. </strong><br />
Local: Teatro (374 lugares)<br />
Ingressos: R$ 60 (inteira); R$ 30 (meia entrada); R$ 18 (Credencial Sesc)<br />
Classificação: 12 anos<br />
Duração: 90 minutos</p>
<p>Em um momento no qual o Brasil e o mundo vêm refletindo sobre a opressão e a desumanização de grupos minoritários, o show &#8220;Vidal Assis canta Emílio Santiago&#8221; propõe a associação da negritude à elegância e à leveza do cantor carioca Emílio Santiago, no ano em que completaria 80 anos. Não é apenas uma homenagem, é a celebração de uma obra marcante, que atravessa gerações.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Ellen Oléria</strong></p>
<p><strong>Dia 5/7. Domingo, 18h. </strong><br />
Local: Teatro (374 lugares)<br />
Ingressos: R$ 60 (inteira); R$ 30 (meia entrada); R$ 18 (Credencial Sesc)<br />
Classificação: 12 anos<br />
Duração: 90 minutos</p>
<p>Comemorando 25 anos de carreira, a cantora apresenta um novo momento de criação, em que a dimensão do afeto conduz à fusão entre o ancestral e o contemporâneo. Reunindo diferentes matrizes sonoras, nas quais o jazz brasileiro dialoga com o funk, o afrobeat encontra o hip hop, o R&amp;B se reinventa na MPB e o samba se aproxima do pop, Ellen compõe uma estética de música negra contemporânea brasileira.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Nyron Higor</strong></p>
<p><strong>Dia 9/7. Quinta, 18h.</strong><br />
Local: Teatro (374 lugares)<br />
Ingressos: R$ 60 (inteira); R$ 30 (meia entrada); R$ 18 (Credencial Sesc)<br />
Classificação: 12 anos<br />
Duração: 90 minutos</p>
<p>Natural de Maceió (AL), Nyron vem de uma família de músicos, o que lhe deu base musical desde cedo. Seu disco de estreia, &#8220;Fio de Lâmina&#8221; (2022), chamou atenção por ter sido gravado integralmente em um home Studio. O segundo álbum, o homônimo &#8220;Nyron Higor&#8221; (2025), tem um caráter global, com produção que começou em Maceió, passou por São Paulo e continua se expandindo pelo mundo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Tribo de Jah</strong></p>
<p><strong>Dias 10 e 11/7. Sexta e Sábado, 20h30. </strong><br />
Local: Comedoria (1000 lugares)<br />
Ingressos: R$ 60 (inteira); R$ 30 (meia entrada); R$ 18 (Credencial Sesc)<br />
Classificação: 14 anos<br />
Duração: 90 minutos</p>
<p>Formada em 1986, pelo vocalista Fauzi Beydoun, a Tribo de Jah é uma banda precursora do reggae no estado do Maranhão e no Brasil. Ineditismo que se estende por 40 anos de carreira, o primeiro grupo de reggae que subiu ao palco do Rock In Rio, em 2001.</p>
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<p><strong>MPB4</strong></p>
<p><strong>De 10 a 12/7. Sexta e sábado, 21h. Domingo, 18h. </strong><br />
Local: Teatro (374 lugares)<br />
Ingressos: R$ 70 (inteira); R$ 35 (meia entrada); R$21 (Credencial Sesc)<br />
Classificação: 12 anos<br />
Duração: 90 minutos</p>
<p>O MPB4, quarteto que emprestou o próprio nome ao gênero que defende, celebra mais de 60 anos de uma jornada que se confunde com a própria história da nossa cultura. No show A Arte de Cantar, essa trajetória ganha vida com a mesma energia que fez do grupo a voz de tantas gerações, trazendo ao palco um repertório repleto de canções que moram no coração do Brasil.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>De Menos Crime</strong></p>
<p><strong>Dia 17/7. Sexta, 20h30. </strong><br />
Local: Comedoria (850 lugares)<br />
Ingressos: R$ 60 (inteira); R$ 30 (meia entrada); R$ 18 (Credencial Sesc)<br />
Classificação: 14 anos<br />
Duração: 90 minutos</p>
<p>Grupo de rap brasileiro surgido no bairro de São Mateus, na Zona Leste de São Paulo em 1987. O primeiro CD, &#8220;Na Sua Mais Perfeita Ignorância”, foi gravado em 1995. Em 1998, ao lançarem o segundo CD, São Mateus pra Vida, chegaram à marca de 150 mil cópias. Ícones de toda uma geração com 39 anos de história no Rap Nacional, eles apresentam seus principais hits.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Los Ferrer &#8212; Fernando Ferrer &amp; Filhos</strong></p>
<p><strong>Dia 17/7. Sexta, 21h. </strong><br />
Local: Teatro (374 lugares)<br />
Ingressos: R$ 60 (inteira); R$ 30 (meia entrada); R$ 18 (Credencial Sesc)<br />
Classificação: 12 anos<br />
Duração: 90 minutos</p>
<p>O trio cubano Los Ferrer reúne três gerações de músicos em um mesmo palco: o pai Fernando Ferrer e seus filhos Hanser Ferrer e Fernando Ferrer Jr. Juntos, compartilham com o público suas vivências musicais, numa viagem de conecta Brasil e Cuba. Cantam, tocam e dançam com a alegria contagiante que é marca do povo cubano, em uma apresentação vibrante e cheia de afeto.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Trovão</strong></p>
<p><strong>Dias 18/7. Sábado, 20h30. </strong><br />
Local: Comedoria (850 lugares)<br />
Ingressos: R$ 60 (inteira); R$ 30 (meia entrada); R$ 18 (Credencial Sesc)<br />
Classificação: 14 anos<br />
Duração: 90 minutos</p>
<p>A banda de heavy metal brasileira Trovão possui uma estética e sonoridade inspiradas nos anos 80, o grupo assume influências de nomes como Saxon, Ratt e Harppia, entregando um som que mescla peso, melodia e energia contagiante.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Alaíde Costa</strong></p>
<p><strong>Dia 18/7. Sábado, 21h. </strong><br />
Local: Teatro (374 lugares)<br />
Ingressos: R$ 60 (inteira); R$ 30 (meia entrada); R$ 18 (Credencial Sesc)<br />
Classificação: 12 anos<br />
Duração: 90 minutos</p>
<p>A cantora e compositora Alaíde Costa apresenta &#8220;Uma Estrela Para Dalva&#8221;, o projeto reafirma a importância do legado de Dalva para novas gerações e destaca Alaíde Costa como uma referência viva da música brasileira. Alaíde, aos 89 anos, reforça sua trajetória e independência artística, mantendo viva a tradição da Bossa Nova e do canto popular brasileiro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Henrique Cazes</strong></p>
<p><strong>Dia 19/7. Domingo, 18h. </strong><br />
Local: Teatro (374 lugares)<br />
Ingressos: R$ 60 (inteira); R$ 30 (meia entrada); R$ 18 (Credencial Sesc)<br />
Classificação: 12 anos<br />
Duração: 90 minutos</p>
<p>Um dos mais requisitados solistas do Brasil, neste show o carioca Henrique Cazes celebra 50 anos de carreira fazendo uma retrospectiva de seus trabalhos no cavaquinho. No programa, compositores como Waldir Azevedo, Pixinguinha, Hermeto Pascoal, Garoto, Noel Rosa, Radamés Gnattali, The Beatles e obras do próprio Henrique Cazes. Originalidade, virtuosismo e improviso são o destaque.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Luiz Ayrão</strong></p>
<p><strong>Dia 24/7. Sexta, 20h30. </strong><br />
Local: Comedoria (850 lugares)<br />
Ingressos: R$ 60 (inteira); R$ 30 (meia entrada); R$ 18 (Credencial Sesc)<br />
Classificação: 14 anos<br />
Duração: 90 minutos</p>
<p>Autor de clássicos da música brasileira e Portelense de coração, deixou a advocacia pela música e completa 55 anos de carreira, com muitos amigos, muitos sucessos e muitas histórias. Carioca do bairro do Lins de Vasconcelos, Zona Norte do Rio de Janeiro, Luiz Ayrão nasceu em uma família de artistas. Nesse ambiente, desenvolveu sua trajetória no samba e na música brasileira.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Tangolo Mangos</strong></p>
<p><strong>Dia 24/7. Sexta, 21h. </strong><br />
Local: Teatro (374 lugares)<br />
Ingressos: R$ 60 (inteira); R$ 30 (meia entrada); R$ 18 (Credencial Sesc)<br />
Classificação: 12 anos<br />
Duração: 90 minutos</p>
<p>Formada em 2017, a banda baiana Tangolo Mangos trilha um som camaleônico que se esbarra com diferentes gêneros musicais, destacando-se o rock clássico, a MPB e a música regional nordestina, aliados a uma estética ligada à psicodelia. O grupo tem 02 EPs de estúdio, o álbum Garatujas e agora se prepara para o seu mais novo lançamento, o álbum, Pedágios e Caronas.</p>
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<p><strong>Barbatuques</strong></p>
<p><strong>Dias 25 e 26/7. Sexta, 21h. Domingo, 18h.</strong><br />
Local: Teatro (374 lugares)<br />
Ingressos: R$ 60 (inteira); R$ 30 (meia entrada); R$ 18 (Credencial Sesc)<br />
Classificação: 12 anos<br />
Duração: 90 minutos</p>
<p>O grupo referência mundial em música corporal apresenta seu novo show após turnê pela Europa. O espetáculo reúne clássicos como &#8220;Baianá&#8221; e &#8220;Baião Destemperado&#8221;, além de parcerias recentes com artistas como Lenine, Gilberto Gil e Emicida. A apresentação destaca a sonoridade única do grupo, que combina percussão corporal, polirritmias, influências da cultura popular e experimentalismo vocal.</p>
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<p><strong>Serviços</strong></p>
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<p><strong>SESC BELENZINHO</strong><br />
Endereço: Rua Padre Adelino, 1000.<br />
Belenzinho &#8212; São Paulo (SP)<br />
Telefone: (11) 2076-9700<br />
<a href="http://sescsp.org.br/Belenzinho">sescsp.org.br/Belenzinho</a></p>
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<p><strong>Estacionamento</strong></p>
<p>De terça a sábado, das 9h às 21h. Domingos e feriados, das 9h às 18h.</p>
<p>Valores: Credenciados plenos do Sesc: R$ 8,00 a primeira hora e R$ 3,00 por hora adicional. Não credenciados no Sesc: R$ 17,00 a primeira hora e R$ 4,00 por hora adicional.</p>
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<p><strong>Transporte Público</strong></p>
<p>Metro Belém (550m) | Estação Tatuapé (1400m)</p>
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<p><strong>Com informações: Assessoria de Imprensa Sesc Belenzinho </strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Oito motivos para não perder o Festival Churrascada 2026 em São Paulo</title>
		<link>https://boomerangmusic.com.br/oito-motivos-para-nao-perder-o-festival-churrascada-2026-em-sao-paulo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 18:06:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Quentinhas]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://boomerangmusic.com.br/?p=66610</guid>

					<description><![CDATA[Dos chefs estrelados Michelin às experiências exclusivas de fogo e brasa, festival celebra 11 anos reunindo gastronomia, entretenimento e algumas das principais referências do churrasco mundial   Em um cenário em que festivais gastronômicos se multiplicam pelo país, poucos conseguiram construir uma identidade tão própria...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Dos chefs estrelados Michelin às experiências exclusivas de fogo e brasa, festival celebra 11 anos reunindo gastronomia, entretenimento e algumas das principais referências do churrasco mundial</em></p>
<p><em> </em></p>
<p>Em um cenário em que festivais gastronômicos se multiplicam pelo país, poucos conseguiram construir uma identidade tão própria quanto o <strong>Festival Churrascada</strong>. Ao longo de 11 anos, o evento se tornou uma referência ao reunir diferentes culturas do fogo, chefs renomados, experiências inéditas e um público interessado em muito mais do que apenas comer bem.</p>
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<p>Marcado para acontecer em São Paulo, o festival retorna em 2026 com uma programação que reforça seu posicionamento como um dos principais encontros gastronômicos do Brasil. Mais do que um evento dedicado ao churrasco, a proposta é apresentar diferentes interpretações da cozinha de fogo, conectando tradições, técnicas e histórias de diversas partes do mundo.</p>
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<p>Entre os destaques desta edição está a participação de chefs nacionais e internacionais reconhecidos por seu trabalho com a gastronomia de fogo. Um dos nomes confirmados é o norte-americano Esaul Ramos Jr., chef estrelado pelo Guia Michelin e proprietário da premiada 2M Smokehouse, no Texas. Conhecido por unir barbecue texano e influências da culinária mexicana, Ramos representa uma das tendências mais relevantes da gastronomia contemporânea nas Américas.</p>
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<p>Elencamos oito motivos que fazem do Festival Churrascada um evento imperdível em São Paulo. Confira:</p>
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<ol>
<li><strong> Grandes nomes da gastronomia de fogo:  </strong></li>
</ol>
<p>A edição de 2026 contará com chefs e assadores reconhecidos nacionalmente e internacionalmente, transformando São Paulo em um ponto de encontro para profissionais, especialistas e apaixonados pela gastronomia. &#8220;Nosso objetivo nunca foi apenas reunir grandes chefs, mas criar um ambiente de troca entre diferentes visões da gastronomia de fogo. O público tem a oportunidade de conhecer tendências e referências que ajudam a moldar o futuro desse mercado&#8221;, afirma Gustavo Bottino, idealizador do Festival Churrascada.</p>
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<ol start="2">
<li><strong> Conhecer de perto chefs internacionais inéditos no festival: </strong></li>
</ol>
<p>Entre os destaques está Esaul Ramos Jr., chef estrelado pelo Guia Michelin e proprietário da premiada 2M Smokehouse, no Texas. Reconhecido por unir barbecue texano e influências da culinária mexicana, ele representa uma das tendências mais relevantes da gastronomia das Américas. &#8220;A presença do Esaul simboliza exatamente o que buscamos construirum festival que conecta culturas e apresenta ao público alguns dos nomes mais relevantes da gastronomia mundial&#8221;, destaca Bottino.</p>
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<ol start="3">
<li><strong> Uma experiência em um patrimônio histórico de São Paulo: </strong></li>
</ol>
<p>O Festival Churrascada 2026 será realizado na Casa das Retortas, em São Paulo, um edifício histórico de 1889 que abrigou a primeira usina a gás da capital paulista e hoje se consolida como um dos espaços culturais mais emblemáticos da cidade. Localizado na região central, próximo ao Mercado Municipal e ao Museu Catavento, o espaço reforça a proposta do festival de conectar gastronomia, entretenimento e convivência em ambientes que dialogam com história e identidade urbana. &#8220;Escolher a Casa das Retortas vai muito além da estética. É um espaço que carrega história, transformação e uma relação direta com o conceito do festival, que é justamente reunir pessoas em torno do fogo em um ambiente que também representa evolução e encontro&#8221;, afirma Gustavo Bottino, idealizador do Festival Churrascada.</p>
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<ol start="4">
<li><strong> Experimentar diferentes culturas do fogo em um único lugar:</strong></li>
</ol>
<p>O evento reúne técnicas, ingredientes e tradições que vão muito além do churrasco brasileiro, proporcionando uma verdadeira viagem gastronômica por diferentes países e estilos de preparo. &#8220;O fogo é uma linguagem universal. Quando reunimos chefs de diferentes origens, mostramos como uma mesma técnica pode contar histórias completamente distintas dependendo da cultura e do território&#8221;, explica.</p>
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<ol start="5">
<li><strong> Ter acesso a criações exclusivas desenvolvidas para o festival:</strong></li>
</ol>
<p>Muitos dos pratos servidos são preparados especialmente para o evento, permitindo que o público experimente receitas e combinações que dificilmente estariam disponíveis em restaurantes ou em outras ocasiões. &#8220;O festival é um espaço de criação. Muitos chefs aproveitam a liberdade do evento para desenvolver pratos inéditos, testar ideias e apresentar experiências que não fazem parte de seus cardápios tradicionais&#8221;, comenta Bottino.</p>
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<ol start="6">
<li><strong> Acompanhar tendências que estão transformando o mercado gastronômico: </strong></li>
</ol>
<p>O Festival Churrascada funciona como uma vitrine para novos movimentos da gastronomia, incluindo estilos como o Mexican-American BBQ, técnicas de defumação, cortes especiais e novas experiências ligadas ao universo do fogo. &#8220;A gastronomia de fogo vive um momento de transformação. O festival acompanha essas mudanças e ajuda a apresentar ao público tendências que muitas vezes ainda estão surgindo em outros mercados&#8221;, afirma.</p>
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<ol start="7">
<li><strong> Viver uma experiência que vai além da comida: </strong></li>
</ol>
<p>Além da gastronomia, a programação reúne música, entretenimento e experiências imersivas, reforçando o caráter de celebração que acompanha o festival desde sua criação. &#8220;As pessoas não buscam apenas uma refeição. Elas procuram experiências memoráveis, conexões e momentos de convivência. A comida é o ponto de partida para algo muito maior&#8221;, diz Bottino.</p>
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<ol start="8">
<li><strong> Participar de um dos eventos mais tradicionais do segmento no Brasil:</strong></li>
</ol>
<p>Ao completar 11 anos de festival, a Churrascada se consolidou como uma referência nacional quando o assunto é gastronomia de fogo, atraindo visitantes de diferentes regiões do país. &#8220;Chegar aos 11 anos mantendo relevância é resultado de uma construção coletiva. O festival cresceu acompanhando a evolução da cultura do churrasco no Brasil e ajudando a ampliar o olhar sobre tudo o que a gastronomia de fogo pode representar&#8221;, conclui.</p>
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<p><strong>Serviço &#8211; Festival Churrascada</strong></p>
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<p><a href="https://www.instagram.com/churrascada/">churrascada</a></p>
<p><strong>Data: </strong>01 e 02 de agosto de 2026</p>
<p><strong>Horário: </strong>12h</p>
<p><strong>Endereço: </strong>Casa das Retortas &#8211; Rua da Figueira, 77</p>
<p><strong>Ingresso: </strong><a href="https://embedstore.ingresse.com/tickets/www.ingresse.com/event/92811?_gl=1*urx0li*_ga*MjAzNDg3MDk2NC4xNzgxNTUxODQz*_ga_0RLMR0GDJC*czE3ODE1NTE4NDMkbzEkZzAkdDE3ODE1NTE4NDMkajYwJGwwJGgw">link</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Sobre o Festival Churrascada</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em 2026, o Festival Churrascada completa 11 anos como um dos principais festivais de churrasco do mundo. Realizado pelo Heat Group e pela DC Set Group, reúne chefs renomados e amantes da boa carne em uma experiência que celebra a tradição, os encontros e a cultura do fogo.</p>
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<p><strong>Com informações: Assessoria Festival: Agência Brands</strong></p>
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