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	<title>Boomerang Music</title>
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	<description>Informação, Novidade e Atualidade</description>
	<lastBuildDate>Tue, 18 Aug 2026 23:45:25 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Laura Schadeck apresenta KARMA, álbum pop que transforma sentimento em consequência</title>
		<link>https://boomerangmusic.com.br/laura-schadeck-apresenta-karma-album-pop-que-transforma-sentimento-em-consequencia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Aug 2026 23:31:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Ela encerra o projeto lançado em capítulos com quatro faixas inéditas &#160; OUÇA AQUI &#160; ASSISTA O CLIPE AQUI   Depois de uma trajetória marcada pela exposição precoce, amadurecimento artístico e reinvenção, Laura Schadeck apresenta KARMA, seu segundo álbum de estúdio que já está disponível...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Ela encerra o projeto lançado em capítulos com quatro faixas inéditas</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><a href="https://lauraschadeck.com.br/">OUÇA AQUI</a></strong></p>
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<p><strong><a href="https://www.youtube.com/watch?v=gsxKFg3G8_w">ASSISTA O CLIPE AQUI</a></strong></p>
<p><em> </em></p>
<p>Depois de uma trajetória marcada pela exposição precoce, amadurecimento artístico e reinvenção, <strong>Laura Schadeck</strong> apresenta<strong> <em>KARMA</em></strong>, seu segundo álbum de estúdio que já está disponível em todas as plataformas de streaaming.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Produzido por <strong>Tiê Castro</strong>, <em>KARMA </em>foi pensado como uma obra conceitual. Em vez de lançar um álbum completo de uma só vez, Laura optou por apresentar a história em capítulos, permitindo que o público acompanhasse cada etapa do projeto. Agora, com a chegada das quatro faixas inéditas, a narrativa se completa e ganha novos significados.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ao longo dos lançamentos emocionalmente carregados, foi construído uma narrativa sobre consequências, relações mal resolvidas, desejo, impulsividade e transformação. O álbum percorre diferentes fases emocionais, do confronto à vulnerabilidade, mantendo uma identidade pop forte, moderna e visceral.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Musicalmente, o álbum mergulha no pop contemporâneo e apresenta letras confessionais, refrões marcantes e uma abordagem sensível sobre relações, consequências, amadurecimento e recomeços. A faixa-título, <strong>&#8220;KARMA&#8221;</strong>, sintetiza a essência do projeto ao refletir sobre as escolhas que fazemos e como elas inevitavelmente retornam para transformar nossos caminhos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>KARMA consolida uma nova fase artística de Laura. Após construir uma carreira que passa pela televisão e pela música, a cantora já teve <strong>três canções integrando trilhas sonoras em novelas, </strong>duas produções da TV Globo e uma do SBT, reforça sua identidade como artista autoral. Nas redes sociais, reúne uma comunidade de mais de <strong>5 milhões de seguidores</strong>, que acompanhou de perto toda a construção do álbum.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>KARMA </em>representa o encerramento de um ciclo criativo cuidadosamente planejado e o início de um novo momento na trajetória de Laura Schadeck. Um projeto que transforma experiências pessoais em uma narrativa universal, mostrando que toda escolha deixa marcas e que, mais cedo ou mais tarde, o karma sempre encontra o seu caminho.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone wp-image-67382" src="https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2026/08/lauraschadeck_1787084898723-300x225.jpg" alt="" width="495" height="371" srcset="https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2026/08/lauraschadeck_1787084898723-300x225.jpg 300w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2026/08/lauraschadeck_1787084898723-1024x768.jpg 1024w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2026/08/lauraschadeck_1787084898723-768x576.jpg 768w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2026/08/lauraschadeck_1787084898723-1536x1152.jpg 1536w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2026/08/lauraschadeck_1787084898723-800x600.jpg 800w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2026/08/lauraschadeck_1787084898723-700x525.jpg 700w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2026/08/lauraschadeck_1787084898723.jpg 1950w" sizes="(max-width: 495px) 100vw, 495px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O lançamento já em todas as plataformas digitais, e o clipe, no canal YouTube da artista, contribuindo com o universo visual e sensorial incrível desse lindo projeto.</p>
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<p><strong>Com informações: Assessoria de Imprensa LAURA SCHADECK</strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Moacyr Luz, Gabriel Moura e Celso Fonseca se apresentam essa semana no Blue Note Rio</title>
		<link>https://boomerangmusic.com.br/moacyr-luz-gabriel-moura-e-celso-fonseca-se-apresentam-essa-semana-no-blue-note-rio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Aug 2026 17:59:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[A programação inclui ainda tributo a Lady Gaga, Sade e Eric Clapton   Quinta-feira, dia 20, Moacyr Luz e Gabriel Moura, dois nomes fundamentais da música brasileira contemporânea se encontram no Blue Note Rio, para o show de lançamento do álbum “Moa + Moura”. Moacyr Luz,...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>A programação inclui ainda tributo a Lady Gaga, Sade e Eric Clapton</em></p>
<p><em> </em></p>
<p>Quinta-feira, dia 20, Moacyr Luz e Gabriel Moura, dois nomes fundamentais da música brasileira contemporânea se encontram no Blue Note Rio, para o show de lançamento do álbum <strong>“Moa + Moura”</strong>. Moacyr Luz, idealizador do Samba do Trabalhador, projeto criado em 2005 que integra o calendário oficial da cidade do Rio de Janeiro, e Gabriel Moura, vocalista da Farofa Carioca e parceiro de Seu Jorge em sucessos como &#8220;Burguesinha&#8221; e &#8220;Mina do Condomínio&#8221;, unem seus talentos em um show para ouvir histórias, cantar canções e celebrar as vozes e as canetas desses dois mestres do samba e da MPB.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Mais do que um disco colaborativo,<strong> “Moa + Moura”</strong> é um exercício de escuta, troca e síntese criativa. O título, que une os nomes dos artistas, traduz a essência do projeto: o somatório de histórias, experiências e linguagens de dois compositores que transitam entre a criação autoral e a interpretação de suas próprias obras.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>“O ‘Moa + Moura’ é muito simbólico porque fala justamente desse somatório: das nossas histórias, das experiências, das canções que a gente escreve e também entrega para outros intérpretes”</em>, afirma Gabriel Moura, e Moacyr completa:<em> “Esse disco nasceu muito da liberdade que a gente teve em estúdio. A ideia era justamente voltar para o essencial: dois violões, sem recurso, sem efeito, só o som natural do instrumento e a verdade das canções”</em>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>No repertório, grandes canções conhecidas do público nas vozes de artistas como Zeca Pagodinho, Maria Bethânia, Seu Jorge e Milton Nascimento, entre muitas outras músicas escritas pelos dois compositores.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>No sábado, às 20h e 22h30, Celso Fonseca vai conduzir o público por uma experiência musical acompanhado de sua banda, em um show que celebra a atemporalidade da bossa nova em diálogo com a MPB, o jazz e a música pop brasileira.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O repertório traz composições autorais e outras emblemáticas feitas em parceria com Ronaldo Bastos, como “Sorte”, eternizada nas vozes de Gal Costa e Caetano Veloso, além da sofisticada “Slow Motion Bossa Nova”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Virtuoso do violão e da guitarra, e referência da música brasileira contemporânea, Celso ainda brinda o público com momentos instrumentais marcantes, interpretando clássicos como “Maracangalha”, de Dorival Caymmi, e “Consolação”, de Baden Powell e Vinicius de Moraes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><u>PROGRAMAÇÃO BLUE NOTE RIO</u></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>20/08 &#8211; QUINTA &#8211; 20h</p>
<p><a href="https://www.eventim.com.br/artist/blue-note-rio/moa-moura-moacyr-luz-e-gabriel-moura-o-show-4174664/">MOA + MOURA &#8211; MOACYR LUZ E GABRIEL MOURA &#8211; O SHOW </a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>20/08 &#8211; QUINTA &#8211; 22h30</p>
<p><a href="https://www.eventim.com.br/artist/blue-note-rio/unplugaga-lady-gaga-hits-alessandra-verney-4193486/">UNPLUGAGA &#8211; LADY GAGA HITS &#8211; ALESSANDRA VERNEY</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>21/08 &#8211; SEXTA &#8211; 20h</p>
<p><a href="https://www.eventim.com.br/artist/blue-note-rio/tributo-eric-clapton-com-mark-lambert-4190020/">TRIBUTO ERIC CLAPTON COM MARK LAMBERT</a><br />
21/08 &#8211; SEXTA &#8211; 22h30</p>
<p><a href="https://www.eventim.com.br/artist/blue-note-rio/alegria-tribute-to-sade-4203708/">ALEGRIA &#8211; TRIBUTE TO SADE</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>22/08 &#8211; SÁBADO &#8211; 20h e 22h30</p>
<p><a href="https://www.eventim.com.br/artist/blue-note-rio/celso-fonseca-tudo-e-bossa-4161727/">CELSO FONSECA &#8211; TUDO É BOSSA</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>BLUE NOTE RIO</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O Blue Note Rio ocupa um espaço com aproximadamente 700 m², sendo dividido em três ambientes: Varanda Blue, com capacidade para 110 lugares. O primeiro andar, com funcionamento do bar, com capacidade para 140 pessoas e o segundo piso, onde são realizados os shows, geralmente com dois sets por noite. A casa abre de quinta a domingo a partir das 17h.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A franquia chegou ao Brasil através do empresário Luiz Calainho. No time de patrocinadores estão as cervejarias Heineken e Blue Moon, o Hotel Fairmont, a Sadia Speciale, além do patrocínio master da Porto Bank.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>A MARCA BLUE NOTE</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Inaugurado em 1981 em Nova York pelo proprietário e fundador Danny Bensusan, o Blue Note possui filiais no Havaí, Califórnia, Japão (Tóquio), Itália (Milão) e China (Pequim e Xangai). A noite de estreia, em 30 de setembro, contou com o Nat Adderley Quintet. Logo, o lugar se estabeleceu como a principal casa de shows da cidade, já tendo recebido nomes como Ray Charles, Dizzy Gillespie, Sarah Vaughan, Carmen McRae, Lionel Hampton, Oscar Peterson, Chick Corea, Keith Jarrett e muitos outros.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>BLUE NOTE RIO</strong></p>
<p>Endereço: Av. Atlântica, 1910 &#8211; Rio de Janeiro &#8211; RJ</p>
<p><a href="https://bluenoterio.com.br/shows/"><strong>Ingressos aqui</strong></a></p>
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<p><strong>Com informações: LUPA Comunicação</strong></p>
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		<title>Becky G segue com suas próprias regras em seu novo álbum &#8220;BARAJA BENDITA&#8221;</title>
		<link>https://boomerangmusic.com.br/becky-g-segue-com-suas-proprias-regras-em-seu-novo-album-baraja-bendita/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Aug 2026 21:18:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Lançamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O projeto de 17 faixas chega como uma obra única e coesa, abraçando a autoria, a dualidade e o controle criativo absoluto de Becky G &#160; OUÇA O ÁLBUM AQUI  &#160; Assista à performance oficial ao vivo de “2 AM” na VEVO AQUI &#160; A superestrela global Becky...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>O projeto de 17 faixas chega como uma obra única e coesa, abraçando a autoria, a dualidade e o controle criativo absoluto de Becky G</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><em>OUÇA O ÁLBUM </em></strong><em><a href="https://eur01.safelinks.protection.outlook.com/?url=https%3A%2F%2Fbeckyg.lnk.to%2Fbarajabendita&amp;data=05%7C02%7Cnatalie.rosiak%40sonymusic.com%7Ca04f8c0ec9be4a56d22708defa2d9b53%7Cf0aff3b791a54aaeaf71c63e1dda2049%7C0%7C0%7C639223270984460770%7CUnknown%7CTWFpbGZsb3d8eyJFbXB0eU1hcGkiOnRydWUsIlYiOiIwLjAuMDAwMCIsIlAiOiJXaW4zMiIsIkFOIjoiTWFpbCIsIldUIjoyfQ%3D%3D%7C0%7C%7C%7C&amp;sdata=UxD5YrgpcJwruijfSbue08Fb0OLPD5JHI1Vsg8PFHKM%3D&amp;reserved=0"><strong>AQUI</strong></a><strong> </strong></em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><em>Assista à performance oficial ao vivo de “2 AM” na VEVO </em></strong><em><a href="https://eur01.safelinks.protection.outlook.com/?url=https%3A%2F%2Fwww.youtube.com%2Fwatch%3Fv%3DD_tijtQXfq0&amp;data=05%7C02%7Cnatalie.rosiak%40sonymusic.com%7Ca04f8c0ec9be4a56d22708defa2d9b53%7Cf0aff3b791a54aaeaf71c63e1dda2049%7C0%7C0%7C639223270984448915%7CUnknown%7CTWFpbGZsb3d8eyJFbXB0eU1hcGkiOnRydWUsIlYiOiIwLjAuMDAwMCIsIlAiOiJXaW4zMiIsIkFOIjoiTWFpbCIsIldUIjoyfQ%3D%3D%7C0%7C%7C%7C&amp;sdata=wLl%2BsADMCKLb2R9mV00PQX3MaJNAPNhHMmXYZniXLFQ%3D&amp;reserved=0"><strong>AQUI</strong></a></em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A superestrela global <strong>Becky G</strong> lança hoje seu quinto álbum de estúdio, <strong><em>BARAJA BENDITA</em></strong>, um trabalho de 17 faixas que representa a declaração artística mais completa de sua carreira até o momento, via RCA Records. <strong>Ouça </strong><a href="https://eur01.safelinks.protection.outlook.com/?url=https%3A%2F%2Fbeckyg.lnk.to%2Fbarajabendita&amp;data=05%7C02%7Cnatalie.rosiak%40sonymusic.com%7Ca04f8c0ec9be4a56d22708defa2d9b53%7Cf0aff3b791a54aaeaf71c63e1dda2049%7C0%7C0%7C639223270984497516%7CUnknown%7CTWFpbGZsb3d8eyJFbXB0eU1hcGkiOnRydWUsIlYiOiIwLjAuMDAwMCIsIlAiOiJXaW4zMiIsIkFOIjoiTWFpbCIsIldUIjoyfQ%3D%3D%7C0%7C%7C%7C&amp;sdata=BdfWis698ut2KB9nN7cAnnKkvIuyAyf2vhNfXM5is0E%3D&amp;reserved=0"><strong>AQUI</strong></a><strong>.</strong> A faixa foco do álbum, <strong>“CHULA”</strong>, é uma homenagem a uma palavra que carrega múltiplos significados na cultura latina. A canção se concentra em seu uso como um termo carinhoso, ao mesmo tempo em que abraça sua dualidade como uma expressão de afeto e uma celebração de confiança, beleza e da chamada energia “baddie<strong>”</strong>, associada a atitude, autoestima e empoderamento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Escrito como uma obra única e sem participações especiais, <strong><em>BARAJA BENDITA</em></strong> mostra Becky assumindo plenamente sua própria autoria, entregando um álbum definido não por reinvenção, mas por plenitude. A decisão de construir um projeto inteiramente por conta própria nasceu de uma necessidade criativa. Ao longo de 17 faixas, a artista apresenta o universo que criou com sua própria visão, em seus próprios termos e por meio de sua própria narrativa sobre o que significa ser verdadeiramente compreendida.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em vez de apresentar uma nova versão de si mesma, o álbum reúne todas as suas versões simultaneamente, permitindo que vulnerabilidade e confiança, instinto e intenção coexistam lado a lado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Baseado no simbolismo e na estratégia de um baralho de cartas, <strong><em>BARAJA BENDITA</em></strong> explora a ideia de exercer controle sobre o acaso. Não se trata da mão que lhe é dada, mas de se tornar quem distribui as cartas. Cada faixa representa um movimento, uma perspectiva e um estado emocional diferentes, transformando seu significado à medida que se desenvolve dentro da narrativa maior do álbum.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Juntas, as músicas constroem um universo onde controle e imprevisibilidade coexistem, refletindo a complexidade da identidade e acolhendo todas as facetas de Becky. Ao longo do projeto, ela apresenta <strong>“BB”</strong> como uma assinatura criativa que conecta Becky G, Rebbeca e <strong><em>BARAJA BENDITA</em></strong>: um símbolo de dualidade, autonomia e da liberdade de existir plenamente, sem contradições.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“<strong><em>BARAJA BENDITA</em></strong> <em>fala sobre confiar em mim mesma o suficiente para parar de escolher entre diferentes partes de quem eu sou”</em>, afirma Becky G. <em>“Por muito tempo, as pessoas quiseram me definir por uma única coisa: um único idioma, um único som, uma única versão de mim mesma. Este álbum não trata de me tornar alguém novo. Trata-se de assumir plenamente cada parte de quem eu sempre fui.”</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A performance oficial ao vivo de “2AM” para a VEVO oferece um vislumbre do universo visual de <strong><em>BARAJA BENDITA</em></strong>, de Becky G, dando vida à atmosfera intimista da canção por meio de um cenário onírico repleto de texturas marcantes, tons acolhedores e detalhes em camadas. O vídeo marca o primeiro capítulo de uma série exclusiva de performances que será lançada nas próximas semanas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Trabalhando ao lado de um renomado grupo de colaboradores, Becky construiu uma paisagem sonora ampla e envolvente, na qual cada faixa possui identidade própria, ao mesmo tempo em que contribui para uma jornada emocional coesa. Transitando com naturalidade entre influências do pop, da música latina, da eletrônica, da música alternativa e dos gêneros urbanos, <strong><em>BARAJA BENDITA</em></strong> permite que cada sonoridade esteja a serviço da narrativa, em vez de defini-la.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O lançamento chega em um momento em que Becky continua levando sua música para públicos ao redor do mundo. No início deste ano, ela se juntou a K<strong>AROL G </strong>durante sua apresentação como atração principal do <strong>Coachella</strong> e, posteriormente, voltou a dividir o palco com a artista como convidada especial em datas selecionadas da turnê <strong><em>Viajando Por El Mundo: Tropitour</em></strong>. Após sua apresentação em Toronto, Becky participará de shows da turnê em <strong>Los Angeles, San Francisco, Seattle, San Antonio, El Paso e East Rutherford, em Nova Jersey</strong>. No dia 9 de outubro, ela também será a atração principal da edição de <strong>2026 da <em>Coliseum Concert Series</em></strong>, na Arizona State Fair, dando continuidade a um ano marcado por performances ao vivo que representam novos marcos em sua carreira. Recentemente, Becky também uniu forças com Benny Blanco e Selena Gomez no single “Te Olvido (La La)”. Ouça <strong><a href="https://eur01.safelinks.protection.outlook.com/?url=https%3A%2F%2Fbennyblanco.lnk.to%2FTeOlvido%3Futm_source%3Dig%26utm_medium%3Dsocial%26utm_content%3Dlink_in_bio%26fbclid%3DPAZXh0bgNhZW0CMTEAc3J0YwZhcHBfaWQPOTM2NjE5NzQzMzkyNDU5AAGnxpal2LWtuWl0b6PMLlJVlpW0EZQ-8UPi04vIvWoojmYaScs0qTtHmv7yX1Q_aem_eAmojpYholKILU-1RWyIzQ&amp;data=05%7C02%7Cnatalie.rosiak%40sonymusic.com%7Ca04f8c0ec9be4a56d22708defa2d9b53%7Cf0aff3b791a54aaeaf71c63e1dda2049%7C0%7C0%7C639223270984509669%7CUnknown%7CTWFpbGZsb3d8eyJFbXB0eU1hcGkiOnRydWUsIlYiOiIwLjAuMDAwMCIsIlAiOiJXaW4zMiIsIkFOIjoiTWFpbCIsIldUIjoyfQ%3D%3D%7C0%7C%7C%7C&amp;sdata=qhbk2br9mA04nTfC8x62F68c9xjnppU7ac3iqzlZG9c%3D&amp;reserved=0">AQUI</a>.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>TRACK LIST — <em>BARAJA BENDITA</em></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<ol>
<li>5&#8217;5</li>
<li>CNTRL</li>
<li>+PRETTY</li>
<li>OASIS</li>
<li>CHULA</li>
<li>MAL TIEMPO</li>
<li>FACTOS</li>
<li>TQM / ILY</li>
<li>UNSEND</li>
<li>BANDERA BLANCA</li>
<li>PERREO TRISTE</li>
<li>AUTOMÁTICO</li>
<li>EPA</li>
<li>2AM</li>
<li>MARATHON</li>
<li>GLITCH</li>
<li>PATRONA</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
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<p>&nbsp;</p>
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<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Com informações: Assessoria de Imprensa – Sony Music</strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Garage Fuzz lança “Powerplant”, novo EP da banda que celebra 35 anos de hardcore no Brasil</title>
		<link>https://boomerangmusic.com.br/garage-fuzz-lanca-powerplant-novo-ep-da-banda-que-celebra-35-anos-de-hardcore-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Aug 2026 20:49:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://boomerangmusic.com.br/?p=67362</guid>

					<description><![CDATA[Terceiro EP do quinteto de Santos com Victor Franciscon nos vocais, trabalho reúne cinco músicas inéditas e uma nova gravação de “Jaded”   OUÇA ‘POWERPLANT’, O NOVO EP DO GARAGE FUZZ   Em plena celebração de seus 35 anos, o Garage Fuzz lança “Powerplant”, terceiro EP da...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Terceiro EP do quinteto de Santos com Victor Franciscon nos vocais, trabalho reúne cinco músicas inéditas e uma nova gravação de “Jaded”</em></p>
<p><em> </em></p>
<p><strong><a href="https://ffm.to/garage-fuzz-powerplant">OUÇA ‘POWERPLANT’, O NOVO EP DO GARAGE FUZZ</a></strong></p>
<p><em> </em></p>
<p>Em plena celebração de seus 35 anos, o <strong>Garage Fuzz</strong> lança “<strong>Powerplant</strong>”, terceiro EP da nova fase da banda com Victor Franciscon nos vocais. O trabalho reúne cinco faixas inéditas e uma nova gravação de “Jaded”, apresentada originalmente em “Grawlix” (2024), pavimentando o repertório construído pela atual formação sem romper com os elementos que fizeram do grupo um dos nomes fundamentais do hardcore melódico brasileiro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Gravado no estúdio OddSounds, em São Paulo, e produzido por Gustavo Scaranelo, “Powerplant” combina músicas rápidas, riffs marcantes e agressividade melódica com momentos mais cadenciados, abertos a arranjos instrumentais e diferentes camadas de guitarra. Scaranelo também colaborou na criação dos vocais de apoio, acrescentando novas melodias ao peso das composições e à voz de Franciscon.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O lançamento chega em um momento simbólico para o Garage Fuzz. Formada em Santos, em 1991, a banda ajudou a desenhar a linguagem do hardcore melódico no Brasil ao aproximar a urgência do punk e do hardcore de melodias autorais e de uma energia visceral nos palcos. Hoje, o grupo é formado por Victor Franciscon, Wagner Reis, Nando Bassetto, Fabrício de Souza e Daniel Siqueira.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Se os 35 anos de estrada nos convidam a olhar a trajetória do grupo, “Powerplant” concentra sua força no presente. As músicas observam o desgaste mental produzido pela vida urbana, a repetição exaustiva das rotinas, a cobrança por produtividade e a dificuldade de desligar uma mente mantida permanentemente em alta tensão. Ao mesmo tempo, o EP propõe a ruptura de hábitos, a recuperação de espaços e a criação de vínculos verdadeiros para se encontrar uma forma de respirar sob as pressões do capitalismo contemporâneo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O próprio título sugere uma usina em funcionamento contínuo. Há energia sendo produzida, acumulada e distribuída, mas também o risco de que a corrente ultrapasse o limite de quem tenta suportá-la. Essa imagem percorre o EP inteiro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“A gente vive conectado o tempo todo, consumindo e sendo consumidos. Acho que as letras de Powerplant nasceram desse excesso: da pressão de continuar produzindo, da ansiedade que acelera a mente e da sensação de sempre estar funcionando no limite. Cada faixa faz parte de uma temática central, a eletricidade, que no fim das contas não é só metafórica, é a força invisível que move nossa mente, nosso corpo e o tudo que existe. Existem altos e baixos no estado emocional das faixas, assim como os impulsos que percorrem nosso cérebro. Toda energia carrega a possibilidade de criar, transformar ou entrar em colapso”, explica o vocalista Victor Franciscon.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Segunda faixa do trabalho, “Flashpoint” é um hardcore rápido que transforma o incêndio em gesto de ruptura.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A canção acompanha alguém que decide colocar fogo na própria casa de forma simbólica depois de reconhecer que aquelas paredes nunca foram abrigo, mas estruturas construídas para mantê-lo preso. A faixa encontra, no ponto de combustão, a possibilidade de começar novamente do zero.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Na faixa-título, “Powerplant”, o conflito acontece dentro da mente. O narrador sente o corpo ceder depois de dezenas de voltas ao redor do mesmo circuito, enquanto demônios insistem para que ele desista. A letra aproxima essas figuras de processos químicos, impulsos de dopamina, pensamentos repetitivos e um ego que assume a forma de fantasma. Entre o desejo de abandonar tudo e a certeza de que nada muda enquanto a paralisia persiste, a música retrata a luta diária contra estados mentais que precisam ser literalmente alçados ao inferno.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Já “Synergy” leva o EP a um lugar menos turbulento. A canção versa sobre corações que se confundem, distâncias que podem diminuir a tentativa de construir um abrigo contra o estresse permanente. Desta maneira, a sinergia aparece como corrente capaz de alimentar sem destruir, tal qual um grito de esperança.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Esse olhar para saúde mental, vida nas grandes cidades e desigualdades geradas pelo modelo social contemporâneo faz de “Powerplant” um mote da tradição política do hardcore. O Garage Fuzz não apresenta esses temas como discursos vazios. Eles surgem na experiência de um corpo cansado, na ansiedade de quem acumula planos sem conseguir sair do lugar, na pressão que pesa sobre os ombros e na busca por um espaço onde seja possível existir sem disfarces.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Buscamos uma sonoridade moderna, mas completamente fiel à identidade que o Garage Fuzz construiu ao longo de seus 35 anos. Todo o processo foi desenvolvido em parceria com a banda, respeitando a visão de cada integrante sobre os arranjos e a concepção sonora das músicas. Também acreditamos que a trajetória do Garage Fuzz merece um reconhecimento internacional maior, e ‘Powerplant’ é um passo importante para apresentar ao mundo uma banda que ajudou a construir a história do hardcore melódico no Brasil”, afirma Bruno Arruda, fundador da OddSounds.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-67364" src="https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2026/08/FUZZCAPA-300x289.jpg" alt="" width="422" height="407" srcset="https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2026/08/FUZZCAPA-300x289.jpg 300w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2026/08/FUZZCAPA-768x740.jpg 768w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2026/08/FUZZCAPA-700x675.jpg 700w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2026/08/FUZZCAPA.jpg 828w" sizes="(max-width: 422px) 100vw, 422px" /></p>
<p>Lançado pela OddSounds Music, “Powerplant” encontra o Garage Fuzz olhando para seus 35 anos não como uma imagem imóvel do passado, mas como energia acumulada para continuar criando. Entre sobrecarga e movimento, destruição e reconstrução, o EP preserva os riffs, a velocidade e a agressividade melódica da lendária banda de Santos enquanto abre espaço para que as inquietações do presente sigam servindo de alimento para o hardcore que fazem com o coração.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Ficha Técnica Powerplant:</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Produção Musical: Gustavo Scaranelo</p>
<p>Engenheiro de Gravação, Mixagem e Masterização: Gustavo Scaranelo</p>
<p>Assistente de Estudio: Mauricio Frazatto</p>
<p>Produção Executiva: Bruno Arruda</p>
<p>Produção Executiva: Sergio Bueno</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Garage Fuzz:</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Voz: Victor Franciscon</p>
<p>Bateria: Daniel Siqueira</p>
<p>Baixo: Fabricio de Souza</p>
<p>Guitarra: Wagner Reis</p>
<p>Guitarra: Nando Bassetto</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Todas as letras e músicas por Garage Fuzz.</p>
<p>&nbsp;</p>
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<p><strong>Com informações: LUPA COMUNICAÇÃO</strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Hyldon une analógico e digital em novo álbum Festa na Aldeia</title>
		<link>https://boomerangmusic.com.br/hyldon-une-analogico-e-digital-em-novo-album-festa-na-aldeia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Aug 2026 20:42:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Atemporal, obra chega via ONErpm em todas as plataformas digitais com novas e antigas composições, todas inéditas, acompanhado também de vinil   Ouça “Festa na Aldeia” aqui &#160; O cantor e compositor Hyldon lança seu 17º álbum de inéditas com características que fogem da noção...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Atemporal, obra chega via ONErpm em todas as plataformas digitais com novas e antigas composições, todas inéditas, acompanhado também de vinil</em></p>
<p><em> </em></p>
<p><a href="https://onerpm.link/hyldon_festanaaldeia"><strong>Ouça “Festa na Aldeia” aqui</strong></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O cantor e compositor <strong>Hyldon </strong>lança seu 17º álbum de inéditas com características que fogem da noção humana do tempo. Desde o formato de sua  gravação até a estratégia de lançamento, tudo se funde entre o novo e velho, o conhecido e o inédito. Depois de ganhar o mundo no formato de singles, o álbum <strong><em>Festa na Aldeia</em></strong> se torna atemporal já nessa data, <strong>14 de agosto (sexta-feira)</strong>, em que chega completo ao streaming via ONErpm.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Vamos começar pela capa: é uma obra de arte de Marcio Bertoli, que trabalhou à moda antiga e fez no formato físico para depois registrar no digital. O estilo é naif e faz referência a um rito de  comemoração do povo Tupinambá após a captura do inimigo. Depois de uma vivência da tribo com o capturado, ele é devorado num ritual antropofágico numa grande festa para que o indígena adquira a força do inimigo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Já entre as faixas, tem um pouco de tudo: de composições guardadas desde a década de 1970 (“Aconteceu em Geribá”) até músicas feitas mais recentemente (“Um Lindo Dia”), Hyldon não deixa de lado sua especialidade: as baladas – mesmo que não exatamente românticas (“Desamor” e “O Pierrot, a Lua e o Mar”). A soul music suingada e cheia de metais também tem espaço (“A Onça”). Há tempo, ainda, para uma mistura que o próprio Hyldon apelidou de “blues sertanejo” (“Fã do Sanduíche”). A faixa que dá nome ao disco relembra as origens indígenas do compositor e é cantada em português e tupi.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Vida Maneira” é a faixa que abre o álbum e foi escolhida para ser a inédita dessa leva de lançamentos. A música surgiu para fazer parte do repertório de Wanderléa, quando a cantora precisava de novos rumos após o fim da Jovem Guarda. Hyldon, que era guitarrista de sua banda, colaborou com duas composições e “Vida Maneira” foi uma delas. O compositor grava a faixa pela primeira vez.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-67360" src="https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2026/08/ASDORESDOMUNDO3-300x169.jpg" alt="" width="460" height="259" srcset="https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2026/08/ASDORESDOMUNDO3-300x169.jpg 300w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2026/08/ASDORESDOMUNDO3-768x432.jpg 768w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2026/08/ASDORESDOMUNDO3-700x394.jpg 700w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2026/08/ASDORESDOMUNDO3-539x303.jpg 539w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2026/08/ASDORESDOMUNDO3.jpg 800w" sizes="(max-width: 460px) 100vw, 460px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Já com o clima do disco em mente, Hyldon resolveu gravá-lo todo de maneira analógica, em fita de duas polegadas. Nada de digital. E isso dá a deixa para o formato de vinil, que será lançado em breve com tardes de autógrafo no Rio de Janeiro e em São Paulo. A formação da banda escolhida por Hyldon também é diferente, para combinar com esse clima, com muitos teclados (Rhodes, Hammond e sintetizadores), sopros e percussão. Um lance mais “jazzy”, mas sem perder o suingue e a pegada própria do seu som.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Festa na Aldeia” já está disponível em todas as plataformas digitais via <strong>ONErpm</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><u>FAIXA A FAIXA</u></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<ol>
<li><strong> Vida Maneira</strong></li>
</ol>
<p>Música gravada por Wanderléa (1972, no álbum Maravilhosa), mas ainda inédita na voz de Hyldon. Nasceu quando o compositor presenciou uma discussão de um casal de amigos por ciúmes, na casa deles. Hyldon pegou o violão, começou a fazer essa música e em pouco tempo estavam os três cantando.</p>
<p><strong>Festa na Aldeia</strong></p>
<p>Um tributo aos povos originários. Parceria de Hyldon com o africanista, grafiteiro, rapper e compositor Nkongo Divwa. A letra mistura português com o tupi.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="3">
<li><strong> A Onça</strong></li>
</ol>
<p>Aqui a guitarra suingada de Hyldon comanda! Ritmo contagiante, arranjo de metais e aquele clima soul music clássico.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="4">
<li><strong> Fã do Sanduíche</strong></li>
</ol>
<p>Traz um clima autodenominado “blues sertanejo” para relembrar os tempos de início de carreira e mudança do interior da Bahia para o Rio de Janeiro. Para isso, Hyldon convidou três músicos que fazem parte da sua caminhada: Maurício Einhorn, Alex Malheiros e Paulinho Guitarra.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="5">
<li><strong> O Pierrot, a Lua e o Mar</strong></li>
</ol>
<p>Depois de 40 anos sem contato por causa de um desentendimento durante uma partida de futebol, Hyldon reencontrou Pepeu Gomes e surgiu essa canção. A alquimia aconteceu e uniu a guitarra mais brasileira durante os anos de Novos Baianos e a guitarra de um dos fundadores da soul music no país. Uma canção praiana digna de dois baianos fãs de Dorival Caymmi e João Gilberto, mas, claro, com uma pitada de rock.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="6">
<li><strong> Desamor</strong></li>
</ol>
<p>Se o amor é força criativa para a música desde que a arte existe, o desamor mais ainda. Hyldon segue fazendo uma de suas especialidades, a balada romântica, e se inspirou numa antiga desilusão amorosa para compor essa faixa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="7">
<li><strong> Aconteceu em Geribá</strong></li>
</ol>
<p>A composição data de 1977. Hyldon acabava de mudar de gravadora, gravou um álbum, mas descobriu uma ordem da direção para não divulgarem mais o álbum. Chateado com a situação, Hyldon resolveu largar tudo e morar em Búzios. E foi nessa época em que compôs a faixa, finalizada para esse álbum.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="8">
<li><strong> Um Lindo Dia</strong></li>
</ol>
<p>Parceria inédita com o amigo de longa data Ivan Conti, o Mamão, baterista do trio de samba-jazz-soul Azymuth. A música foi composta poucos meses antes do falecimento de Mamão, em 17 de abril de 2023, e finaliza o álbum como um tributo ao velho amigo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><u>FICHA TÉCNICA</u></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Banda Base:</p>
<p>Voz e Viola de 12 cordas (4): Hyldon</p>
<p>Bateria: Cassius Theperson</p>
<p>Baixo elétrico e acústico: André Vasconcellos</p>
<p>Rhodes: Eduardo Farias</p>
<p>Piano, Órgão Hammond, Sintetizadores: Márcio Pombo</p>
<p>Percussão: Mafram Maracanã</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Metais:</p>
<p>Trombone: Marlon Sette</p>
<p>Trompete: Diogo Gomes</p>
<p>Saxofone: Zé Maria</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Guitarras:</p>
<p>Gui Schwab, Bernardo Bosísio, Léo Vieira, Bernardo Brandão, Hyldon e</p>
<p>Paulinho Guitarra</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Outros convidados:</p>
<p>Harmônica (4): Maurício Einhorn</p>
<p>Violão de Nylon (4): Alex Malheiros</p>
<p>Didgeridoo (2): Gui Schwab</p>
<p>Flauta de Bambu (2): Jorge Continentino</p>
<p>Sax Barítono (2): Rodrigo Revelles</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Vocais (2):</p>
<p>Camilla Emanuelle, Fernanda de Paula, Lina, Márcio Pombo e Bernardo</p>
<p>Brandão (e sample festa indígena)</p>
<p>Vocal infantil: Davi, Maitê, Emmanoel e Saulo</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Técnicos e Estúdios:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Mauro Araújo (Estúdio Marini)</p>
<p>Márcio Pombo e Bernardo Brandão (Estúdio Pombo)</p>
<p>Marlon (Estúdio Caldeira 7)</p>
<p>Mixagem/Masterização: Márcio Pombo</p>
<p>Fotógrafo: joão MM</p>
<p>Ilustração em naífe: Márcio Bertolli</p>
<p>Arte final: Lêka Coutinho</p>
<p>Todas as músicas editadas por:DPA Discos/Warner Chappell</p>
<p>Produzido por: Hyldon para DPA Discos</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Sobre Hyldon: </strong>Nascido em 1951, Hyldon vive da música desde os 14 anos de idade e, ao lado de Tim Maia e Cassiano, formou a tríade sagrada da soul music brasileira. Em 1973, gravou seu primeiro compacto, &#8220;Na Rua, na Chuva, na Fazenda (Casinha de Sapê)&#8221;. No ano seguinte, lançou &#8220;As Dores do Mundo&#8221;. Após o sucesso dessas duas canções, conseguiu finalmente gravar seu tão aguardado primeiro álbum, lançado em 1975.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em meados da década de 1990, Hyldon voltou aos holofotes impulsionado por uma série de regravações de suas músicas por outros artistas. Nesse mesmo período, suas composições passaram a integrar trilhas sonoras de filmes como Cidade de Deus, Carandiru e Antônia. Nos anos 2000, também esteve presente na trilha do premiado filme O Homem do Ano e, em 2025, integrou a trilha sonora da série Senna, da Netflix.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Hyldon construiu uma forte parceria com o Rock in Rio, tendo participado de diversas edições do festival: Rock in Rio Lisboa 2012 (como convidado da banda portuguesa Orelha Negra), Rock in Rio 2017 (ao lado de Ana Cañas), 2019 (com Mano Brown, Bootsy Collins e Carlos Dafé) e 2024, no inédito Dia Brasil, apresentando-se com Banda Black Rio e Claudio Zoli.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em 2022, Hyldon se apresentou nos Estados Unidos ao lado de Marcos Valle e Azymuth. Essa viagem a Los Angeles deu origem a uma sólida parceria com o produtor Adrian Younge, que resultou no álbum &#8220;HYLDON JID023&#8221;, lançado em 2025 pelo selo Jazz Is Dead. O trabalho reúne faixas de soul psicodélico e resgata composições que permaneceram guardadas por muitos anos no acervo do artista.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://www.instagram.com/hyldon.oficial/?hl=pt"><strong>Instagram aqui</strong></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Sobre ONErpm:</strong> ONErpm é o grupo musical e gravadora liderando a nova geração da música – operando globalmente em 43 localizações e mais de 600 funcionários. O grupo oferece serviços de gravadora a artistas que procuram elevar suas carreiras e opera uma das maiores distribuidoras musicais do mundo inteiro, além de contar com uma das maiores networks multi-canais no YouTube.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Contando com um leque completo de serviços, que inclui apoio de marketing, ferramentas para a supply chain, SAAS, inteligência de empreendedorismo, publicação, contabilidade e soluções globais de pagamento, a empresa oferece a infraestrutura necessária para o sucesso de criadores e donos de conteúdo. Prezando por ser uma parceira confiável, a ONErpm oferece transparência em tudo que faz, desde a criação de uma campanha de marketing aos pagamentos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para mais informações, visite <a href="http://www.onerpm.com/">www.onerpm.com</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Com informações: ONErpm</strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>A!RA apresenta clipe cômico do single “Circo”</title>
		<link>https://boomerangmusic.com.br/ara-apresenta-clipe-comico-do-single-circo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Aug 2026 20:03:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Cantora e compositora reúnem amigos para reviver situação que foi virada de chave para a sua vida.   Assista aqui: https://youtu.be/tMrY86K5OuI &#160; Escute “Circo”: https://distro.ffm.to/circo_aira &#160; Em um momento de esgotamento emocional, A!RA compôs “Circo”, single que faz parte do seu primeiro álbum, previsto para...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Cantora e compositora reúnem amigos para reviver situação que foi virada de chave para a sua vida.</em></p>
<p><em> </em></p>
<p><strong>Assista aqui: </strong><a href="https://youtu.be/tMrY86K5OuI">https://youtu.be/tMrY86K5OuI</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Escute “Circo”: </strong><a href="https://distro.ffm.to/circo_aira">https://distro.ffm.to/circo_aira</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em um momento de esgotamento emocional, <strong>A!RA</strong> compôs <strong>“Circo”</strong>, single que faz parte do seu primeiro álbum, previsto para esse ano.  A canção recebe um clipe, dirigido por Fernando Turri, que trata da situação vivenciada de forma bem-humorada.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A letra de “Circo” começa com a referência da canção “A Casa” de Vinicius de Moraes, só que para A!RA, a casa não era nada engraçada ao &#8211; no começo da vida adulta &#8211; ter que dividir a moradia com pessoas que eram de um universo totalmente diferente do dela. A cantora e compositora se viu no ápice da impotência ao ter os seus limites constantemente ultrapassados. E foi quando a raiva transbordou que a artista converteu todo o sentimento em arte.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A música é leve, pop, e bem acompanhada pelo timbre de voz de A!RA. O clipe vem com uma pitada de humor e uma atmosfera caótica de uma pessoa vivenciando situações um tanto quanto fora do comum, dentro da sua própria casa, até o momento em que ela decide impor os limites e fazer com que ela volte com o controle da situação. E não importa se as pessoas vão te olhar como vilã por tomar as rédeas da sua vida. Esse também é o recado que a cantora traz para quem já viveu, ou ainda vive, circunstâncias parecidas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>“‘Circo’ foi uma mudança que eu precisava, acho que a vida estava pedindo para eu aprender mais, para eu usar minha voz do jeito certo e para eu ser extremamente honesta  e visceral nas coisas que eu escrevo, na forma como eu me comunico. E eu sou muito grata pela pessoa que eu sou hoje, estou amando conhecer essa pessoa que eu estou me tornando. Então, o circo é uma parte muito importante da minha história.” completa A!RA.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O clipe foi gravado por e entre amigos. Fernando Turri comanda a direção, enquanto Gabriel Freitas e A!RA assinam a direção criativa. Já a música foi produzida, masterizada e mixada por Enzo Martin. Confira no YouTube a partir do dia 13 de agosto.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><u><br />
FICHA TÉCNICA:</u></strong><u></u></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>CLIPE</strong></p>
<p>Direção: Fernando Turri<br />
<strong>Direção Criativa: </strong>Gabriel Freitas, A!RA<br />
<strong>Assist. de Direção: </strong>Gabriel Freitas<br />
<strong>Direção de Fotografia: </strong>Thiago Fischer<br />
<strong>Assist. de Fotografia: </strong>Leopoldo Stadler<br />
<strong>Montagem: </strong>Fernando Turri<br />
<strong>Color Grading: </strong>Thiago Fischer, Fernando Turri, Gabriel Freitas<br />
<strong>Produção: </strong>Fernando Turri, Gabriel Freitas<br />
<strong>Produção Executiva: </strong>A!RA, Fernando Turri, Gabriel Freitas<br />
<strong>Direção de Arte: </strong>Gabriel Freitas<br />
<strong>Maquiagem: </strong>Ori Minohara<br />
<strong>Figuração:<br />
</strong>Arthur Diniz, Arya, Celeste, Enzo Martin, Félix MT, Gduroch, Ianzinho, Mari Kavazo, Naju Borges, Ori Minohara, Psych, Ray, Vinicio Haner, Vitor Falcão e Yan Bello</p>
<p><strong>Agradecimento: </strong>Paula Tesser</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Música</strong></p>
<p><strong>Intérprete: </strong>A!RA<br />
<strong>Composição: </strong>A!RA<br />
<strong>Produção Musical: </strong>Enzo Martin<br />
<strong>Mix e Master: </strong>Enzo Martin<br />
<strong>Fotografia da Capa: </strong>Rodrigo de Paula<br />
<strong>Design da Capa: </strong>A!RA e Anderson Figueiredo</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Biografia &#8211; A!RA:</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A!RA é cantora e compositora de Recife,Pernambuco,que se mudou para Brasília ainda criança. Imersa desde cedo em uma mistura de estilos musicais, sua formação artística é marcada pela diversidade cultural de sua família e pelo seu olhar global. Com sonoridade eclética e letras intimistas, A!RA cria músicas que tocam o coração, acreditando que &#8220;a suavidade é a melhor forma de se conectar com as pessoas”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em 2024, A!RA começou a chamar a atenção nas redes sociais com sua trilogia intitulada &#8220;Era Uma Vez&#8221;, que acumulou mais de 6 milhões de streams orgânicos nas plataformas, conquistando fãs com suas composições profundas e delicadas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>No ano de 2025, lançou o single “Simples Assim”, que bateu um milhão de plays só no Spotify. Também saíram as canções “Tão Só”, “Memória” e “Quando Quiser Amar”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em 2026, A!RA, explora novos sentimentos, com histórias reais e bem humoradas usando sua vulnerabilidade como ponto de partida para suas criações, que convidam o público a olhar para dentro de si mesmo e acolher o próprio caos. A artista  comemorou o carnaval com o single  <a href="https://distro.ffm.to/parte_de_mim_ressaca_de_carnaval">“Parte de Mim”</a>. E depois lançou a canção <a href="https://distro.ffm.to/circo_aira"><strong>“Circo”</strong></a>  que abre as portas para uma sequência de singles que antecedem o seu primeiro álbum, previsto para o final do ano.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>A!RA nas redes:<br />
</strong><a href="https://aira.keepo.bio/">SITE</a> | <a href="https://www.instagram.com/eu.aira/">Instagram </a>| <a href="http://youtube.com/@euaira?si=reO3pZto8ofjoYpo">YouTube</a> | <a href="https://www.tiktok.com/@eu.aira?_t=8hipr8yRcaE&amp;_r=1">TikTok</a></p>
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<p><strong>Com informações: Assessoria de imprensa &#8211; Karó Comunicação</strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Com participação de Andreas Kisser, Rodrigo Cerveira aborda a violência contra a mulher no single “Animals”</title>
		<link>https://boomerangmusic.com.br/com-participacao-de-andreas-kisser-rodrigo-cerveira-aborda-a-violencia-contra-a-mulher-no-single-animals/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Aug 2026 18:07:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Faixa do álbum The Searcher terá seus direitos autorais e de streaming doados a ONGs que apoiam mulheres em situação de vulnerabilidade &#160; OUÇA AQUI &#160; ASSISTA O LYRIC VIDEO   Após o lançamento do single “The Searcher”, faixa-título de seu segundo álbum solo, o cantor e...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Faixa do álbum The Searcher terá seus direitos autorais e de streaming doados a ONGs que apoiam mulheres em situação de vulnerabilidade</em></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><a href="https://distrokid.com/hyperfollow/rodrigocerveira/animals-feat-val-santos--andreas-kisser">OUÇA AQUI</a></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><a href="https://www.youtube.com/watch?v=Dxua_5CLkRc&amp;feature=youtu.be">ASSISTA O LYRIC VIDEO</a></strong></p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<p><strong>Após o lançamento do single <a href="https://app.cse360.com.br/public-link/campaign-email/e0d92a69-00e4-421d-5a08-08dee98e6bef"><em>“The Searcher”</em></a><em>, </em></strong>faixa-título de seu segundo álbum solo, o cantor e compositor<strong> Rodrigo Cerveira </strong>apresenta nesta sexta-feira (14) <strong><em>“Animals”</em></strong>, novo single do álbum <strong>The Searcher. </strong>Com participação especial de<strong> Andreas Kisser, guitarrista do Sepultura, </strong>a faixa aborda a violência contra a mulher e transforma uma inquietação pessoal em uma iniciativa de conscientização e apoio à causa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A música nasceu da indignação de Rodrigo diante das notícias e dos números relacionados à violência contra a mulher no Brasil.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p>“Como filho, irmão, marido e pai de mulheres, as notícias e os números mexem muito comigo. Estamos falando de 3,7 milhões de vítimas em 2025 e de dez estupros acontecendo por hora no Brasil. Resolvi fazer alguma coisa a respeito, convocando o Val Santos, produtor do disco, para compor a música comigo e doar os direitos autorais para ONGs que apoiam as mulheres. A ideia nasceu assim”, conta Rodrigo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Além de dividir a composição com Rodrigo, Val Santos, produtor do álbum, participa da construção da faixa. O resultado ganha ainda mais força com a presença de Andreas Kisser com um solo de guitarra avassalador e amplia a dimensão artística e emocional de “Animals”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Os direitos autorais e de streaming da música serão doados a organizações que atuam diretamente no apoio a mulheres em situação de vulnerabilidade: ONG Nova Mulher, ONG Fala Mulher e ONG Recomeçar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Acredito que a arte tem o potencial de criar consciência porque vai direto à emoção das pessoas. E, neste caso, é fácil participar: basta ouvir a música”, afirma Rodrigo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para Cerveira, <em>“Animals”</em> é o ponto de partida de uma iniciativa maior. A proposta é utilizar a arte como agente de conscientização sobre a violência contra a mulher e colaborar para gerar recursos para instituições que desenvolvem um trabalho de apoio a vítimas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>“Para aumentar a abrangência desta iniciativa, tive a ideia de criar um evento maior junto com o Löu, da Maria Carolina Grecco e do Andreas, que é um coletivo que reúne diferentes expressões artísticas para criar novas experiências. Além de contribuir com a música, com um solo sensacional, ele ajuda a conectar o projeto a outros artistas”,</em> explica Rodrigo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A ideia é reunir artistas plásticos para a criação de obras inspiradas no tema. Os trabalhos originais poderão ser leiloados e, posteriormente, suas respectivas réplicas numeradas poderão ser comercializadas, ampliando a geração de recursos e multiplicando as manifestações artísticas sobre o tema.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>The Searcher, </strong>o álbum, tem lançamento previsto para este semestre e marca uma nova fase na carreira de Rodrigo Cerveira.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Após a estréia com o álbum Life e expandir seu universo sonoro em Turn Around, do duo Silver, projeto ao lado de Felipe Machado (Viper), Rodrigo Cerveira chega ao segundo disco solo, The Searcher, um trabalho que consolida sua linguagem artística e aprofunda sua busca criativa e pessoal.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Mais direto, intenso e guiado por guitarras mais intensas, o novo álbum traz participações especiais de referências no instrumento &#8211; Andreas Kisser (Sepultura) e Hugo Mariutti (Shaman, Angra) &#8211; ampliando ainda mais a força do trabalho.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Sem abrir mão do cuidado com as melodias, os arranjos e a construção das letras, The Searcher incorpora de forma mais evidente influências do punk, do pós-punk, do grunge e do rock clássico, equilibrando peso e emoção de maneira natural.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>“O disco tem uma pegada mais pesada do que o primeiro. As guitarras estão mais nervosas, mas sem perder o cuidado com o songwriting, com melodias e letras bem cuidadas e trabalhadas”</em>, destaca Cerveira.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Sobre Rodrigo Cerveira</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Rodrigo Cerveira é cantor e compositor e traz para sua música e letras reflexões pessoais e profundas. Suas composições são inspiradas em sua própria vida e no mundo ao seu redor. O rock é sua principal linguagem musical, mas sem se prender a um estilo específico. Baladas, power ballads e canções acústicas convivem harmoniosamente com o hard rock, o punk/hardcore e o metal, sempre valorizando melodias marcantes aliadas a vocais intensos e poderosos. Além da carreira solo, também participa de projetos de diferentes gêneros musicais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em 2023, lançou seu primeiro álbum, Life. Em 2025, ampliou seu universo sonoro com Turn Around, álbum do duo Silver, projeto ao lado de Felipe Machado (Viper).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-67350" src="https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Rodrigo-CerveiraPaola-Petti-3-225x300.jpg" alt="" width="346" height="461" srcset="https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Rodrigo-CerveiraPaola-Petti-3-225x300.jpg 225w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Rodrigo-CerveiraPaola-Petti-3-768x1024.jpg 768w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Rodrigo-CerveiraPaola-Petti-3-600x800.jpg 600w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Rodrigo-CerveiraPaola-Petti-3-700x933.jpg 700w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Rodrigo-CerveiraPaola-Petti-3.jpg 960w" sizes="auto, (max-width: 346px) 100vw, 346px" /></p>
<p><strong>Foto: Paola Pettit</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>The Searcher, </strong>seu segundo álbum solo, tem lançamento previsto para o segundo semestre de 2026.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Tracklist The Searcher</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<ol>
<li><strong><a href="https://distrokid.com/hyperfollow/rodrigocerveira/the-searcher-special-version">The Searcher</a></strong></li>
<li><strong>Sad Girl</strong></li>
<li><strong>Animals</strong></li>
<li><strong>My Addiction</strong></li>
<li><strong>Rolling Dice</strong></li>
<li><strong>Say Hello to Heaven</strong></li>
<li><strong>That Day</strong></li>
<li><strong>Heal Me</strong></li>
<li><strong>Brown Eyed Star</strong></li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Siga Rodrigo Cerveira</strong></p>
<p><strong><a href="https://www.instagram.com/rocerveira">Instagram</a> | <a href="https://open.spotify.com/artist/41KMENB7mKsRlwII76raDD?si=tE3KUSROQCW_yIwfkj9QZw&amp;utm_source=copy-link">Spotify</a></strong></p>
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<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Com informações: CATTO COMUNICAÇÃO</strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>&#8220;Bichos, saiam do lixo&#8221;: homenagem a Cabeça Dinossauro chega ao Sesc 14 Bis</title>
		<link>https://boomerangmusic.com.br/bichos-saiam-do-lixo-homenagem-a-cabeca-dinossauro-chega-ao-sesc-14-bis/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Aug 2026 17:52:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://boomerangmusic.com.br/?p=67342</guid>

					<description><![CDATA[ Espetáculo URRO celebra os 40 anos de Cabeça Dinossauro no Sesc 14 Bis    Nos dias 15 e 16 de agosto, Juliana Perdigão, Sophia Chablau, Jonnata Doll e Danislau sobem ao palco do Sesc 14 Bis com URRO – 40 anos de Cabeça Dinossauro, espetáculo que celebra...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong> <em>Espetáculo URRO celebra os 40 anos de Cabeça Dinossauro no Sesc 14 Bis </em></strong></p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<p>Nos dias 15 e 16 de agosto,<strong> Juliana Perdigão, Sophia Chablau, Jonnata Doll e Danislau </strong>sobem ao palco do<strong> Sesc 14 Bis com URRO – 40 anos de Cabeça Dinossauro</strong>, espetáculo que celebra as quatro décadas de<strong> Cabeça Dinossauro</strong>, álbum emblemático lançado pelos<strong> Titãs </strong>em 1986.<strong><br />
</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A apresentação propõe uma releitura contemporânea de um dos discos mais importantes da história do rock brasileiro, reunindo vozes de destaque da nova geração da música nacional para revisitar canções que permanecem atuais por sua força crítica, inventividade e potência estética. Ao reinterpretar esse repertório, os artistas reafirmam a influência de <em>Cabeça Dinossauro</em> sobre diferentes gerações e sua relevância na construção da música brasileira.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>No repertório, clássicos como AA UU, Bichos Escrotos e Família ganham novas leituras, estabelecendo um diálogo entre a obra original e a cena musical contemporânea. Quatro décadas após seu lançamento, <em>Cabeça Dinossauro</em> segue provocando reflexões e inspirando novas interpretações, evidenciando a permanência de sua força criativa, política e artística.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Serviço<br />
</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>URRO – 40 anos de Cabeça Dinossauro</strong></p>
<p><strong><br />
Com Juliana Perdigão, Sophia Chablau, Jonnata Doll e Danislau<br />
Dias 15 e 16/8, sábado, às 20h, domingo, às 16h.<br />
Classificação 14 anos.<br />
Teatro Raul Cortez.<br />
Ingressos de R$18 a R$60 disponíveis em <a href="https://www.sescsp.org.br/programacao/urro-40-anos-de-cabeca-dinossauro/">sescsp.org.br/14bis</a><br />
</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Sesc 14 Bis – Rua Dr. Plínio Barreto, 285, Bela Vista, São Paulo.<br />
</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Mais informações: <a href="http://sescsp.org.br/14bis">sescsp.org.br/14bis</a>.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>&nbsp;</p>
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<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Com informações: Assessoria de Imprensa SESC 14 BIS</strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>#CANCELA: Ecos do Cárcere propõe reflexões sobre encarceramento, criminalização cultural e liberdade no Sesc Pompeia</title>
		<link>https://boomerangmusic.com.br/cancela-ecos-do-carcere-propoe-reflexoes-sobre-encarceramento-criminalizacao-cultural-e-liberdade-no-sesc-pompeia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Aug 2026 17:47:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://boomerangmusic.com.br/?p=67338</guid>

					<description><![CDATA[Até 30 de agosto, a terceira edição do projeto reúne ações sobre encarceramento em massa, culturas periféricas e justiça &#160; Em agosto, o Sesc Pompeia recebe a terceira edição do #Cancela: Ecos do Cárcere, que propõe reflexões sobre o encarceramento em massa, a privação de...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Até 30 de agosto, a terceira edição do projeto reúne ações sobre encarceramento em massa, culturas periféricas e justiça</em></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em agosto, o <strong>Sesc Pompeia</strong> recebe a terceira edição do <strong>#Cancela: Ecos do Cárcere</strong>, que propõe reflexões sobre o encarceramento em massa, a privação de liberdade e as estruturas sociais que sustentam práticas de punição atravessadas por raça, gênero e classe. A programação amplia o debate para a intolerância cultural e a criminalização das expressões periféricas, com a participação de artistas, pesquisadoras, educadores, coletivos e organizações sociais em atividades que atravessam música, literatura, teatro, dança, performances, práticas corporais e encontros de formação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A mostra parte da compreensão de que o encarceramento em massa não é um fenômeno isolado, mas resultado de processos históricos de controle social e racial. O projeto busca discutir como a cultura pode contribuir para ampliar o debate sobre justiça, direitos e liberdade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A programação está organizada em quatro eixos, que articulam as atividades e aproximam diferentes experiências, linguagens e perspectivas. É o Fluxo! aborda os espaços de circulação, encontro e convivência produzidos nos territórios; Ginga é voltado às formas de criação, movimento e transmissão de saberes; Malandragem, propõe reflexões sobre estratégias desenvolvidas diante de processos de controle social; e Corres é dedicado às redes de apoio, formas de organização comunitária e iniciativas que movimentam a produção cultural nas periferias.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Um dos destaques da programação é Funk, Rap e a Criminalização da Cultura Periférica, roda de conversa com Thiago Torres (Chavoso da USP), Eduardo Taddeo, Brisa Flow, Renata Prado e Kric Cruz, com mediação de Layne Gabriele, para debater a relação entre manifestações culturais periféricas, racismo estrutural e mecanismos históricos de criminalização.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A programação literária contempla o Sarau do Binho – Edição #CANCELA, encontro que aproxima artistas, poetas e pessoas egressas do sistema prisional em uma celebração da literatura oral e da produção cultural das periferias; a Batalha da Matrix, tradicional batalha de rimas do ABC Paulista; e a performance lítero-musical Minha Carne: Diário de uma Prisão, em que Preta Ferreira e o duo Rádio Diáspora transformam o relato autobiográfico da artista sobre sua experiência no sistema prisional.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Na música, o projeto traz uma série de shows, com Tasha &amp; Tracie, com participação de Tati Quebra Barraco; Navalha na Língua, homenagem aos 50 anos da morte de Madame Satã, com Linn da Quebrada, Capoeira para Todes, Diameyka Odara e Puma Camilê; e Bicho Feroz, tributo à obra de Bezerra da Silva, com a Roda de Samba do Mundão, Don L, Bernadete e Uana. Integra ainda essa frente musical a roda Samba do Cruz, que resgata a tradição do samba realizado sem amplificação sonora, valorizando a escuta e a convivência.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Na dança, a Cia Favelinha, de Belo Horizonte, ocupa o Sesc Pompeia com diferentes ações. A iniciativa contempla o espetáculo “Brinco de Ouro”, que celebra a resistência e a potência preta por meio da dança, das memórias ancestrais e dos movimentos culturais da periferia, Gambiarra, que aproxima dança, dramaturgia e cultura do funk, e a Disputa Nervosa, encontro nacional dedicado ao passinho e às danças do funk. Integram ainda as atividades aulas de passinho com Jô Gomes e Jsheiik.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O teatro é representado pelo espetáculo Favelas de Barro: Instáveis Moradias em Queda, da Esquadrilha Marginália, que investiga experiências das periferias brasileiras por meio de diferentes linguagens cênicas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>As ações educativas incluem o Crochetaço, oficina performática conduzida pelo coletivo Artesanato Chave, que utiliza o crochê para discutir memória, trabalho e produção coletiva, e Tecendo Raízes: Confecção Coletiva da Wiphala, atividade do coletivo Cholitas da Babilônia, que convida o público à construção compartilhada do símbolo dos povos andinos enquanto promove conversas sobre migração, ancestralidade e identidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>No campo das práticas corporais, destacam-se Mandinga em Fluxo, com Tati Casseano, que aproxima dança e ancestralidade; Vivências de Capoeira Angola, conduzidas por Mestre Peu e integrantes do coletivo Angoleiro Sim Sinhô Zona Leste; aulas de boxe com Raphael Piva, treinador da seleção brasileira de boxe; e Práticas Somáticas – Sensibilidade e Trauma, com Paula Prado Kfouri, voltadas ao cuidado, à consciência corporal e à educação do movimento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Criado pelas equipes de programação do Sesc Pompeia, #CANCELA: Ecos do Cárcere propõe, desde sua primeira edição, um espaço para pensar as relações entre sistema prisional, desigualdades sociais e produção cultural. Em 2024, o projeto trouxe para o debate a invisibilidade das mulheres encarceradas. No ano seguinte, abordou o racismo estrutural no sistema prisional. Nesta terceira edição, volta-se para a criminalização histórica das culturas periféricas e para as formas como essas marcas permanecem presentes na sociedade brasileira.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A abertura desta edição aconteceu com o bate-papo Diálogos Abolicionistas – O que você busca quando busca Justiça?, que reuniu Ruth Wilson Gilmore, referência internacional nos estudos sobre abolicionismo penal, integrantes da Amparar, organização que atua junto a familiares de pessoas privadas de liberdade e na defesa de direitos no sistema prisional, e do coletivo Sobre Justiças, dedicado à reflexão sobre práticas de justiça, cuidado e transformação social. A conversa colocou em diálogo diferentes experiências e perspectivas para discutir redes de apoio, justiça e liberdade, além de questionar os caminhos oferecidos pelo sistema penal.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Esse debate dá o tom para o que segue até 30 de agosto. Ao longo do projeto, #CANCELA: Ecos do Cárcere reúne ações em diferentes linguagens, entre debates, oficinas, apresentações e outras experiências, que aproximam cultura, pensamento crítico e vivências das periferias. As atividades abordam temas como encarceramento em massa, criminalização, justiça e resistência, criando espaços de troca e reflexão sobre outras formas de imaginar justiça, cuidado e liberdade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Serviço</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>#CANCELA: Ecos do Cárcere<br />
De 5 a 30 de agosto de 2026</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Programação</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Funk, Rap e a Criminalização da Cultura Periférica<br />
21/8, às 18h30 | Teatro | 16 anos | Grátis</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Minha Carne: Diário de uma Prisão – Preta Ferreira e Radio Diaspora<br />
20/8, às 20h | Teatro | 16 anos | Grátis</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Tasha &amp; Tracie convida Tati Quebra Barraco<br />
20 e 21/8, às 21h | Comedoria | Ingressos à venda</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Navalha na Língua – Homenagem a Madame Satã<br />
22 e 23/8 | Teatro | Ingressos à venda</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Brinco de Ouro – Cia Favelinha<br />
28/8 | Teatro | Ingressos à venda</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Gambiarra – Cia Favelinha<br />
29/8 | Teatro | Ingressos à venda</strong></p>
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<p><strong>Disputa Nervosa – Cia Favelinha<br />
30/8 | Galpão | Grátis</strong></p>
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<p><strong>Bicho Feroz – Tributo a Bezerra da Silva<br />
28 e 29/8 | Comedoria | Ingressos à venda</strong></p>
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<p><strong>Sarau do Binho – Edição #CANCELA<br />
23/8 | Área de Convivência | Grátis</strong></p>
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<p><strong>Samba do Cruz<br />
29/8 | Deck Solarium | Grátis</strong></p>
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<p><strong>Favelas de Barro: Instáveis Moradias em Queda<br />
19 a 22/8 | Espaço Cênico | Ingressos à venda</strong></p>
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<p><strong>A programação completa está disponível no site <a href="http://sescsp.org.br/cancela">sescsp.org.br/cancela</a></strong></p>
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<p><strong>Sesc Pompeia<br />
Rua Clélia, 93 – Pompeia – São Paulo/SP<br />
Telefone: (11) 3871-7700</strong></p>
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<p><strong>Com informações: Assessoria de Imprensa SESC POMPÉIA</strong></p>
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		<title>Linda Ramalho lança “Doce Vampiro”, de Rita Lee, em versão acústica</title>
		<link>https://boomerangmusic.com.br/linda-ramalho-lanca-doce-vampiro-de-rita-lee-em-versao-acustica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Aug 2026 17:28:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Single já está em todas às plataformas   Ouça o single: https://orcd.co/doce   Assista ao videoclipe: https://www.youtube.com/watch?v=ycWfvgGneIY    Depois de lançar o projeto “Linda Ramalho Ao Vivo” (já nas plataformas nos formatos álbum digital e audiovisual), Linda apresenta uma nova versão de voz e violão para “Doce Vampiro”, clássico...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Single já está em todas às plataformas</strong></p>
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<p><strong>Ouça o single: <a href="https://orcd.co/doce">https://orcd.co/doce</a></strong></p>
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<p><strong>Assista ao videoclipe: <a href="https://www.youtube.com/watch?v=ycWfvgGneIY">https://www.youtube.com/watch?v=ycWfvgGneIY</a></strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong>Depois de lançar o projeto “Linda Ramalho Ao Vivo” (já nas plataformas nos formatos álbum digital e audiovisual), <strong>Linda </strong>apresenta uma nova versão de voz e violão para <strong>“Doce Vampiro”</strong>, clássico de<strong> Rita Lee. </strong>O single ganhou videoclipe inédito, ambos já disponíveis<strong> (Avohai Music/Discobertas).</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>O single traz uma nova versão de voz e violão para “Doce Vampiro”, que Rita Lee lançou em 1979, com a própria Linda assumindo o instrumento. Rita Lee faz parte do baú de referências musicais de Linda Ramalho, ao lado de Zé Ramalho, Nirvana, Pitty, The Pretty Reckless e Florence and the Machine, entre outros. “A primeira música da Rita que eu escutei foi ‘On the rocks’, eu devia ter uns 13 anos. Escolhi gravar ‘Doce Vampiro’ porque acho que ela cai bem na minha voz, e eu gosto de tocá-la. Além disso, essa música me traz lembranças boas, de escutar com os amigos”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A ideia de gravar o single neste formato nasceu do set acústico do novo show que Linda Ramalho vem apresentando, desde o lançamento do álbum. “O momento acústico do projeto traz uma sensação mais intimista, pois estou só eu e o violão no palco. A partir de agora, “Doce Vampiro” também vai fazer parte desta sequência do show”, completa Linda, que não descarta a possibilidade de vir a gravar outras canções de Rita Lee.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Ficha Técnica – “Doce Vampiro” (Rita Lee)</strong></p>
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<p>Voz e violão: Linda Ramalho</p>
<p>Direção de produção: Roberta Ramalho</p>
<p>Produção executiva: Beto Feitosa</p>
<p>Preparação vocal: Nara Sebah</p>
<p>Make up &amp; hair stylist: Melissa Menezes</p>
<p>Arte de capa: Bady Cartier</p>
<p>Fotos de capa e divulgação: Leo Aversa</p>
<p>Mixagem e masterização: Lui Mello</p>
<p>Captação e edição do videoclipe: Nagu Audiovisual</p>
<p>Lançamento: Avohai / Discobertas</p>
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<p>Agradecimento especial a Roberto de Carvalho</p>
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<p><strong>Com informações: CORINGA Comunicação</strong></p>
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