Garage Fuzz lança “Powerplant”, novo EP da banda que celebra 35 anos de hardcore no Brasil

Terceiro EP do quinteto de Santos com Victor Franciscon nos vocais, trabalho reúne cinco músicas inéditas e uma nova gravação de “Jaded”

 

OUÇA ‘POWERPLANT’, O NOVO EP DO GARAGE FUZZ

 

Em plena celebração de seus 35 anos, o Garage Fuzz lança “Powerplant”, terceiro EP da nova fase da banda com Victor Franciscon nos vocais. O trabalho reúne cinco faixas inéditas e uma nova gravação de “Jaded”, apresentada originalmente em “Grawlix” (2024), pavimentando o repertório construído pela atual formação sem romper com os elementos que fizeram do grupo um dos nomes fundamentais do hardcore melódico brasileiro.

 

Gravado no estúdio OddSounds, em São Paulo, e produzido por Gustavo Scaranelo, “Powerplant” combina músicas rápidas, riffs marcantes e agressividade melódica com momentos mais cadenciados, abertos a arranjos instrumentais e diferentes camadas de guitarra. Scaranelo também colaborou na criação dos vocais de apoio, acrescentando novas melodias ao peso das composições e à voz de Franciscon.

 

O lançamento chega em um momento simbólico para o Garage Fuzz. Formada em Santos, em 1991, a banda ajudou a desenhar a linguagem do hardcore melódico no Brasil ao aproximar a urgência do punk e do hardcore de melodias autorais e de uma energia visceral nos palcos. Hoje, o grupo é formado por Victor Franciscon, Wagner Reis, Nando Bassetto, Fabrício de Souza e Daniel Siqueira.

 

Se os 35 anos de estrada nos convidam a olhar a trajetória do grupo, “Powerplant” concentra sua força no presente. As músicas observam o desgaste mental produzido pela vida urbana, a repetição exaustiva das rotinas, a cobrança por produtividade e a dificuldade de desligar uma mente mantida permanentemente em alta tensão. Ao mesmo tempo, o EP propõe a ruptura de hábitos, a recuperação de espaços e a criação de vínculos verdadeiros para se encontrar uma forma de respirar sob as pressões do capitalismo contemporâneo.

 

O próprio título sugere uma usina em funcionamento contínuo. Há energia sendo produzida, acumulada e distribuída, mas também o risco de que a corrente ultrapasse o limite de quem tenta suportá-la. Essa imagem percorre o EP inteiro.

 

“A gente vive conectado o tempo todo, consumindo e sendo consumidos. Acho que as letras de Powerplant nasceram desse excesso: da pressão de continuar produzindo, da ansiedade que acelera a mente e da sensação de sempre estar funcionando no limite. Cada faixa faz parte de uma temática central, a eletricidade, que no fim das contas não é só metafórica, é a força invisível que move nossa mente, nosso corpo e o tudo que existe. Existem altos e baixos no estado emocional das faixas, assim como os impulsos que percorrem nosso cérebro. Toda energia carrega a possibilidade de criar, transformar ou entrar em colapso”, explica o vocalista Victor Franciscon.

 

Segunda faixa do trabalho, “Flashpoint” é um hardcore rápido que transforma o incêndio em gesto de ruptura.

 

A canção acompanha alguém que decide colocar fogo na própria casa de forma simbólica depois de reconhecer que aquelas paredes nunca foram abrigo, mas estruturas construídas para mantê-lo preso. A faixa encontra, no ponto de combustão, a possibilidade de começar novamente do zero.

 

Na faixa-título, “Powerplant”, o conflito acontece dentro da mente. O narrador sente o corpo ceder depois de dezenas de voltas ao redor do mesmo circuito, enquanto demônios insistem para que ele desista. A letra aproxima essas figuras de processos químicos, impulsos de dopamina, pensamentos repetitivos e um ego que assume a forma de fantasma. Entre o desejo de abandonar tudo e a certeza de que nada muda enquanto a paralisia persiste, a música retrata a luta diária contra estados mentais que precisam ser literalmente alçados ao inferno.

 

Já “Synergy” leva o EP a um lugar menos turbulento. A canção versa sobre corações que se confundem, distâncias que podem diminuir a tentativa de construir um abrigo contra o estresse permanente. Desta maneira, a sinergia aparece como corrente capaz de alimentar sem destruir, tal qual um grito de esperança.

 

Esse olhar para saúde mental, vida nas grandes cidades e desigualdades geradas pelo modelo social contemporâneo faz de “Powerplant” um mote da tradição política do hardcore. O Garage Fuzz não apresenta esses temas como discursos vazios. Eles surgem na experiência de um corpo cansado, na ansiedade de quem acumula planos sem conseguir sair do lugar, na pressão que pesa sobre os ombros e na busca por um espaço onde seja possível existir sem disfarces.

 

“Buscamos uma sonoridade moderna, mas completamente fiel à identidade que o Garage Fuzz construiu ao longo de seus 35 anos. Todo o processo foi desenvolvido em parceria com a banda, respeitando a visão de cada integrante sobre os arranjos e a concepção sonora das músicas. Também acreditamos que a trajetória do Garage Fuzz merece um reconhecimento internacional maior, e ‘Powerplant’ é um passo importante para apresentar ao mundo uma banda que ajudou a construir a história do hardcore melódico no Brasil”, afirma Bruno Arruda, fundador da OddSounds.

 

Lançado pela OddSounds Music, “Powerplant” encontra o Garage Fuzz olhando para seus 35 anos não como uma imagem imóvel do passado, mas como energia acumulada para continuar criando. Entre sobrecarga e movimento, destruição e reconstrução, o EP preserva os riffs, a velocidade e a agressividade melódica da lendária banda de Santos enquanto abre espaço para que as inquietações do presente sigam servindo de alimento para o hardcore que fazem com o coração.

 

Ficha Técnica Powerplant:

 

Produção Musical: Gustavo Scaranelo

Engenheiro de Gravação, Mixagem e Masterização: Gustavo Scaranelo

Assistente de Estudio: Mauricio Frazatto

Produção Executiva: Bruno Arruda

Produção Executiva: Sergio Bueno

 

Garage Fuzz:

 

Voz: Victor Franciscon

Bateria: Daniel Siqueira

Baixo: Fabricio de Souza

Guitarra: Wagner Reis

Guitarra: Nando Bassetto

 

Todas as letras e músicas por Garage Fuzz.

 

 

 

 

 

 

 

 

Com informações: LUPA COMUNICAÇÃO

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Hoje, 02/10, é aniversário do cantor,  compositor  e vocalista da banda The Human League @humanleaguehq Phil Oakey que completa 71 anos.

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A Flock of Seagulls @seagullsrunning na próxima semana, 07/10, no Cine Joia @cine_joia 

Realização @maratyconcerts 
Mídia @tedesco.com.midia 

#aflockofseagulls #cinejoia #boomerangmusic
Em 02/10/1970, há exatamente 56 anos era lançado o 5° álbum de estúdio da banda Pink Floyd @pinkfloyd "Atom Heart Mother".

Integrantes:

Roger Waters – baixo; violão, voz, efeitos de fita e colagem em "If"
Richard Wright – teclado, piano, orquestração, voz em "Summer '68"
David Gilmour – guitarra; voz, baixo e bateria em "Fat Old Sun"
Nick Mason – bateria, percussão, edição de fita, colagem, engenheiro adicional em "Alan's Psychedelic Breakfast"

Track listing

Atom Heart Mother
23:46 (Mason/Waters/Wright/Gilmour/Geesin)

If 04:31 (Waters)

Summer '68 05:28 (Wright)

Fat Old Sun 05:23 (Gilmour)

Alan's Psychedelic Breakfast 13:43 (Mason/Waters/Wright/Gilmour)

#pinkfloyd #atomheartmother #boomerangmusic
Hoje, 02/10, é aniversário da cantora e compositora Tiffany @tiffany_tunes que completa 55 anos.

#tiffany #happybirthday #boomerangmusic
Em 02/10/2000, há exatamente 26 anos atrás era lançado o 4° álbum de estúdio da banda Radiohead @radiohead "Kid A".

Integrantes: 

Thom Yorke
Jonny Greenwood
Colin Greenwood
Ed O'Brien
Philip Selway
Nigel Godrich
Clive Deamer

Track listing

Everything In Its Right Place
Kid A
The National Anthem
How To Disappear Completely
Treefingers
Optimistic
In Limbo
Idioteque
Morning Bell
Motion Picture Soundtrack

#radiohead #kida #Boomerangmusic
Hoje, 02/10, é aniversário do multiinstrumentista Mike Rutherford que completa 76 anos.

É vocalista da banda Mike and The Mechanics @officialmatm e foi integrante da banda Genesis @genesis_band 

#mikeandthemechanics #mikerutherford #happybirthday #Boomerangmusic
Em outubro de 1996, há exatamente 30 anos atrás era lançada a coletânea ao vivo da banda Nirvana "From the Muddy Banks of the Wishkah", gravadas em shows de 1989 à 1994 do Nirvana. 

Integrantes:

Nirvana

Kurt Cobain – vocals, guitar
Krist Novoselic – bass guitar
Dave Grohl – drums (except on "Intro", "Polly" and "Breed"), background vocals on "Drain You", "Aneurysm", "Been a Son", "Sliver" and "Heart-Shaped Box"
Chad Channing – drums on "Intro", "Polly" and "Breed"
Pat Smear – rhythm guitar on "Sliver", "Scentless Apprentice", "Heart-Shaped Box" and "Milk It", background vocals on "Sliver" and "Heart-Shaped Box"

Tracklist:

1.	"Intro"
2.	"School"
3.	"Drain You"
4.	"Aneurysm"
5.	"Smells Like Teen Spirit"
6.	"Been a Son"
7.	"Lithium"
8.	"Sliver"
9.	"Spank Thru"
10.	"Scentless Apprentice"
11.	"Heart-Shaped Box"
12.	"Milk It"
13.	"Negative Creep" 
14.	"Polly"
15.	"Breed"
16.	"Tourette's"
17.	"Blew"

#Nirvana #boomerangmusic
Hoje, 02/10, é aniversário do cantor, compositor e eterno vocalista da banda The Police @thepolicebandofficial Sting @theofficialsting que completa 75 anos.

#Sting #thepolice #happybirthday #Boomerangmusic