Juliane Gamboa lança JAZZWOMAN

Álbum de estreia da cantora e compositora promove um mix de influência musicais, e chega às plataformas digitais 

 

Ouça o álbum: https://orcd.co/jazzwoman

 

Juliane Gamboa é a raiz de uma flor de lis, o fino de uma nova bossa, que conecta samba e jazz, ancestralidade e modernidade, Elis Regina e Esperanza Spalding, Sade e Djavan, fazendo do improviso uma arte e da música uma libertação”.  

Carlos Albuquerque (jornalista e produtor)

 

Quinta-feira, dia 21 de novembro, chega às plataformas de música JAZZWOMAN, álbum de estreia da cantora e compositora Juliane Gamboa, via Biscoito Fino. Fortemente influenciada por grandes intérpretes e compositores do samba, da MPB e do jazz, Juliane mistura e atualiza referências, reverberando um pouco de tudo que lhe interessa.

 

Filha de pai percussionista, samba e pagode foram a trilha sonora da primeira infância de Juliane. Com o passar dos anos, novas informações musicais foram chegando. “Quando a nossa família se tornou religiosa, passamos a ouvir muita música católica, que já tinha bastante influência jazzística. Também fui uma criança muito fã de Michael Jackson, que me levou ao soul, ao R&B, ao hip hop, e mais tarde ao jazz”, pontua Juliane. Através da sua mãe, fã de Milton Nascimento, Nana Caymmi, Elis Regina, Elza Soares, Jovelina Pérola Negra e Djavan, se aproximou da MPB na adolescência, “já tocando violão, e entendendo que a música deles era um caminho que me interessava bastante”, complementa.

 

Juliane Gamboa compôs “Transeunte”, música que abre JAZZWOMAN e que, segundo ela, elabora todo o disco. “Ela fala de um desejo enorme de experimentar um pouco de tudo, transitar, fluir com o próprio corpo, e assim criar a sua própria subjetividade de forma mais expandida”. É da avó da cantora, Néa Martins, a voz que se ouve em três vinhetas, que surgem em pequenos interlúdios para narrar o álbum.

 

JAZZWOMAN toca na autonomia da mulher preta, no poder e criatividade, na magia que ela tem ao mover universos a partir de seu axé.  A narrativa musical reflete sobre a ancestralidade em “Banzo” (Marcos Valle e Odilon Olynto),  com citação de “All Africa”, e “Herança”, de Rômulo Fróes e Alice Coutinho; esbarra na melancolia de “20 anos blues”, clássico de Vitor Martins e Sueli Costa; reafirma a sensualidade em “Eu sou mulher” (Filó Machado e Judith de Souza) e “Paracaê” (Thati Dias); inspira liberdade em “Vozes-mulheres” (Conceição Evaristo) e “Transeunte”, e louva o poder da imaginação radical das mulheres negras em “Sonho Juvenil” (Almir Sant’anna e Guará) e “Solitude (Reimaginada)”(Duke Ellington, Eddie Delange, Irving Mills), homenageando Jovelina Pérola Negra e Billie Holliday,  duas fortes referência para Juliane Gamboa.

 

A tradição do jazz se faz presente no álbum, mas a autoridade está nas mãos do improviso, das tecnologias e da espiritualidade. “Com arranjos de Lucas Fixel e direção musical compartilhada comigo, trabalhamos com um repertório de canções de dentro e de fora do universo do jazz, buscando trazer cores que dialogassem com a história que está sendo contada. A sonoridade traz uma atmosfera bastante espiritual e profundamente íntima, pois percebo a individualidade como algo muitas vezes negado às mulheres negras por conta dos traumas da escravização que continuam a reverberar, mesmo após tantas gerações”, reflete Juliane.

 

Antes de JAZZWOMAN, Juliane Gamboa havia lançado os singles “Vambora” (2020) e “No Espelho” (2020), além de duas faixas que aqueceram a chegada do novo álbum às plataformas. Como cantora, colaborou com artistas como Zélia Duncan, Ana Costa e Preta Gil.  “Eu sou uma artista ‘transeunte’, gosto de beber de diversas fontes. A Preta Gil, para mim, é uma verdadeira JAZZWOMAN: uma mulher que rompeu o silêncio diversas vezes para defender as minorias. Estar ao seu lado como backing-vocal me serviu de inspiração para continuar cumprindo o meu papel, no meu próprio nicho. No trabalho com Zélia e Ana, em ‘As Sete Mulheres pela Independência do Brasil’, além de cantar, tive uma aula de história a partir de letras que narram e poetizam a história – muito apagada – de mulheres que foram essenciais no processo revolucionário”.

 

Em JAZZWOMAN Juliane Gamboa trafega com segurança por vários estilos e influências musicais, dando coesão a um repertório plural e intimamente ligado às suas convicções como mulher e artista negra. “Cantar, pra mim, é romper o silêncio pela minha dignidade, pelo meu descanso, pelo meu prazer. Eu confio no autocuidado e no autoamor como estratégias do povo preto contra o racismo. Sendo artista, estando neste ofício de criar e portar a voz, é a mensagem principal do meu trabalho”.

 

Sobre Juliane Gamboa

 

Em 2022, a cantora e compositora integrou a residência artística MARES, no Oi Futuro. Em 2023, estreou o projeto “Jazzwoman”: no ano seguinte, em 2024, foi selecionada para o programa internacional OneBeat (EUA). Seu trabalho vem ganhando o reconhecimento de artistas como Chico César, Angela Ro Ro e Teresa Cristina, além da cantora de blues norte-americana JJ Thames, e reverberando nas redes sociais.

 

Juliane já participou do projeto “Um café lá em casa”, do músico Nelson Faria, e foi  selecionada para participar da residência “Stop Over 3”, em Berlim, em janeiro de 2025, ao lado de grandes artistas da cena do jazz internacional, como Natalie Greffel, Tonina Saputo, Tara Sarter e Kayla Briët.

 

Repertório e ficha técnica:

 

1-VINHETA 1 – JAZZWOMAN

Feat: NÉA MARTINS

 

  1. TRANSEUNTE (JULIANE GAMBOA)

Teclado – Antonio Fischer-Band

Sintetizadores – Antonio Fischer-Band

Guitarra – Pitter Rocha

Baixo acústico – Bruno Repsold

Bateria – Lucas Fixel

 

  1. 20 ANOS BLUES (VITOR MARTINS e SUELI COSTA)

Teclado – Antonio Fischer-Band

Guitarra – Pitter Rocha

Baixo acústico – Bruno Repsold

Bateria – Lucas Fixel

 

  1. SOLITUDE (Reimaginada) (DUKE ELLINGTON, EDDIE DELANGE, IRVING MILLS)

Teclado -Antonio Fischer-Band

Montagem eletrônica – Pitter Rocha

 

  1. BANZO (ALL AFRICA) (MARCOS VALLE & ODILON OLYNTHO)

Teclado – Antonio Fischer-Band

Guitarra – Pitter Rocha

Baixo acústico – Bruno Repsold

Bateria – Lucas Fixel

Trombone – Josiel Konrad (part. especial)

 

  1. EU SOU MULHER (FILÓ MACHADO e JUDITH DE SOUZA)

Teclado – Antonio Fischer-Band

Guitarra – Pitter Rocha

Baixo acústico – Bruno Repsold

Bateria – Lucas Fixel

Trombone – Josiel Konrad (part. especial)

 

  1. PARACAÊ (THATI DIAS)

Teclado – Antonio Fischer-Band

Guitarra – Pitter Rocha

Baixo acústico – Bruno Repsold

Bateria – Lucas Fixel

 

8- VINHETA 2 – PASSEIO NA PRAÇA

Feat: NÉA MARTINS

 

  1. SONHO JUVENIL (ALMIR SANT’ANA / GUARÁ)

Teclado – Antonio Fischer-Band

Guitarra – Pitter Rocha

Baixo acústico – Bruno Repsold

Bateria – Lucas Fixel

Trombone – Josiel Konrad (part. especial)

Percussão: Lucas Fixel

 

  1. VOZES MULHERES (CONCEIÇÃO EVARISTO)

Sintetizadores – Lucas Cypriano

Guitarra preparada – Pitter Rocha

Vocais – Natalie Greffel

 

  1. HERANÇA (ROMULO FRÓES e ALICE COUTINHO)

Teclado – Antonio Fischer-Band

Sintetizadores – Lucas Cypriano

Guitarra – Pitter Rocha

Baixo elétrico – Bruno Repsold

Bateria – Lucas Fixel

Percussão: Lucas Fixel

 

12 – VINHETA 3 – NÉA

Feat: NÉA MARTINS

 

13 SOLITUDE (Reimaginada) alternative take (DUKE ELLINGTON, EDDIE DELANGE, IRVING MILLS)

Teclado – Antonio Fischer-Band

Trombone – Josiel Konrad (part. especial)

Juliane Gamboa- intérprete

Teclado e Synth – Antonio Fischer-Band

Guitarra/Eletrônica – Pitter Rocha

Baixo acústico/baixo elétrico – Bruno Repsold

Bateria/percussão/arranjos/direção/produção – Lucas Fixel

Trombone – Josiel Konrad

Lucas Cypriano – sintetizadores

Natalie Greffel (Moçambique/Dinamarca)

 

Produção, arranjos e direção musical: Lucas Fixel

Engenheiro: Felipe Moura

Mix/Master: Guilherme Marques

Estúdio Frigideira

 

 

 

 

 

 

 

 

Com informações: Coringa Comunicação

#SIGA NO INSTAGRAM
Em 03/02/1981, há exatamente 45 anos atrás era lançado o 5° álbum de estúdio da banda Rainbow 
 “Difficult To Cure”.

Integrantes:

Joe Lynn Turner (vocals)
Ritchie Blackmore (guitars)
Don Airey (keys - not in the picture) 
Roger Glover (bass)
Bobby Rondinelli (drums)
Picture note: David Rosenthal (keys - in the picture)

Track list:

	1.	I Surrender
	2.	Spotlight Kid
	3.	No Release
	4.	Magic
	5.	Vielleicht Das Nächste Mal
	6.	Can’t Happen Here
	7.	Freedom Fighter
	8.	Midtown Tunnel Vision
	9.	Difficult To Cure (Beethoven’s Ninth)

#rainbow #difficulttocure #boomerangmusic
Lançado em 1981, o segundo álbum de estúdio da banda Iron Maiden @ironmaiden "Killers", completa 45 anos de existência.

Integrantes:

Paul Di’Anno (vocals)
Dave Murray (guitars)
Adrian Smith (guitars)
Steve Harris (bass)
Clive Burr (drums)

Track list:

	1.	The Ides Of March
	2.	Wrathchild
	3.	Murders In The Rue Morgue
	4.	Another Life
	5.	Genghis Khan
	6.	Innocent Exile
	7.	Killers
	8.	Prodigal Son
	9.	Purgatory
	10.	Drifter

#ironmaiden #killers #pauldianno #steveharris #davemurray
Em 01/02/1994, há exatamente 32 anos atrás era o 3° álbum de estúdio da banda Green Day @greenday "Dookie".

Integrantes:

Pessoal
editar
Billie Joe Armstrong — vocal, guitarra
Mike Dirnt — baixo, vocal de apoio
Tré Cool — bateria, guitarra e vocal em "All by Myself"

Tracklist:

Burnout
Having A Blast
Chump
Longview
Welcome To Paradise
Pulling Teeth
Basket Case
She
Sassafras Roots
When I Come Around
Coming Clean
Emenius Sleepus
In The End
F.O.D. / All By Myself

#greenday #dookie #boomerangmusic
Em 31/01/1983, há exatamente 43 anos atrás era lançado o 8° álbum de estúdio do guitarrista Eric Clapton "Money and Cigarettes".

Banda:

Eric Clapton – lead vocals, electric guitar, slide guitar
Albert Lee – acoustic guitar, electric guitar, keyboards, backing vocals
Ry Cooder – electric guitar, slide guitar
Peter Solley – Hammond organ
Donald Dunn – bass guitar
Roger Hawkins – drums
Chuck Kirkpatrick – backing vocals
John Sambataro – backing vocals

Tracklist:

1 Everybody Oughta Make A Change 3:16
2 The Shape You're In 4:08
3 Ain't Going Down 4:01
4 I've Got A Rock N' Roll Heart 3:13
5 Man Overboard 3:45
6 Pretty Girl 5:29
7 Man In Love 2:46
8 Crosscut Saw 3:30
9 Slow Down Linda 4:14
10 Crazy Country Hop 2:46

#ericclapton #MoneyandCigarettes #boomerangmusic
Hoje, 31/01, é aniversário do guitarrista e compositor Adrian Vanderberg @adrianvandenberg_official que completa 72 anos.

Foi integrante da banda Whitesnake 

#adrianvandenberg #happybirthday #boomerangmusic
Em 31/01/1984, há exatamente 42 anos atrás era lançado a trilha sonora do filme Footloose, drama musical, protagonizado por Kevin Bacon e elenco, que estourou nas paradas de sucesso.

Tracklist:

• Footloose – Kenny Loggins
• Let’s Hear It for the Boy – Deniece Williams
• Almost Paradise – Mike Reno & Ann Wilson
• Holding Out for a Hero – Bonnie Tyler
• Dancing in the Sheets – Shalamar
• I’m Free (Heaven Helps the Man) – Kenny Loggins
• Somebody’s Eyes – Karla Bonoff
• The Girl Gets Around – Sammy Hagar
• Never – Moving Pictures

 #Footloose #boomerangmusic
Em 31/01/1994, há exatamente 32 anos atrás era lançado o 17° album de estúdio da banda Black Sabbath @blacksabbath “Cross Purposes”.

Integrantes:

Tony Martin (vocals)
Tony Iommi (guitars)
Geezer Butler (bass)
Bobby Rondinelli (drums)
Additional musicians: Geoff Nicholls (keys) Eddie Van Halen (guitars)

Track list:

	1.	I Witness
	2.	Cross of Thorns
	3.	Psychophobia
	4.	Virtual Death
	5.	Immaculate Deception
	6.	Dying for Love
	7.	Back to Eden
	8.	The Hand That Rocks the Cradle
	9.	Cardinal Sin
	10.	Evil Eye

#blacksabbath #crosspurposes #tonymartin #tonyiommi #geezerbutler
Hoje, 31/01, é aniversário do cantor e compositor John Lyndon @johnlydonofficial que completa 70 anos.

Vocalista das bandas Sex Pistols e P.I.L

#johnlyndon #happybirthday #boomerangmusic