Kell Smith lança o álbum-visual ao vivo “Latino-Americana”, um manifesto em forma de música

No dia 29 de setembro, a cantora e compositora Kell Smith lança Latino-Americana, um álbum-visual gravado ao vivo em casa. Mais do que um registro musical, a obra se apresenta como um manifesto: um ato de amor, pertencimento e celebração da diversidade que forma a identidade brasileira e latino-americana. O trabalho se estende para os palcos com a turnê de mesmo nome, ampliando o objetivo e reafirmando o protagonismo da Música Brasileira e nossa latinidade.

 

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Em tempos de algoritmos, IA e desumanização, cantar ao vivo, com banda e com verdade, é resistência. É lembrar quem somos, transformar a imperfeição em beleza e a presença em potência. Artista autista, Kell leva também para sua obra o compromisso de representatividade e acessibilidade e por isso, o projeto conta com sinalização em Libras, ampliando o acesso e garantindo que diversos públicos possam se conectar à experiência de forma plena.

 

Latino-Americana mistura samba de raiz, rap, pagode, MPB, bolero-brega e até o clássico Bésame Mucho, em uma releitura cheia de identidade e brasilidade. O resultado é um trabalho diverso, intenso e carregado de fé cotidiana e história. Ele chega como um lembrete de que nossa maior riqueza está em nossa identidade, fala da força que nasce da mistura, do amor, da alegria que sobrevive à dor e da resistência que pulsa em cada gesto simples, da faxina ao churrasco, da oração da manhã à festa da noite. É sobre cantar quem somos e quem ainda podemos ser. Um ato de amor e orgulho pelo que é nosso. Porque, em tempos difíceis, o maior ato de resistência é nos fazer feliz.

 

As seis faixas são costuradas como um trabalho artesanal. “Bésame Mucho” abre em clima latino e sensual, resgatando um clássico que nos conecta com nossos hermanos latinos.

 

“Samba da Zenaide” mergulha no samba raiz como denúncia e catarse popular, pronta para ecoar nos morros, nos interiores, no almoço de domingo, na faxina ou no churrasco com os amigos.

 

“Uma Semente”, com Tulinho Banca do Loco, mistura rap e pagode em um hino de esperança e resiliência. Nos lembrando “Que desistir não é mais opção.”  “Dinamite” explode como bolero-brega de amor-próprio e superação, música para quem renasce das próprias cinzas. “Minha Oração” é o respiro da espiritualidade cotidiana, canção para começar ou encerrar o dia acreditando que o amor ainda é o maior milagre.

 

O encerramento vem com “A Música e o Carcará”, texto-manifesto na voz do pai da artista que define a obra: “Não mexe comigo, que sou a gota serena. Eu sou a Música Brasileira” O título é uma declaração de pertencimento. Inspirado em Lélia Gonzalez e em seu conceito,de Améfrica Ladina, que revela e valoriza nossas heranças negras, indígenas e mestiças, tantas vezes silenciadas, mas ainda viva na língua, no corpo e na música e em Darcy Ribeiro, que via o Brasil como síntese de muitos Brasis, forjados na dor, mas também na criatividade e na festa, o álbum reafirma um movimento de resgate, conexão e nasce como gesto de descolonização do imaginário.

 

“Eu sonhei com o Latino-Americana e acordei avisando todo mundo que seria a turnê e o álbum. Não era só um trabalho, era um chamado. E eu fiz esse álbum pra mim, pra minha criança interior, tantas vezes silenciada por etiquetas que tentaram me invalidar. Assim como a nossa história latino-americana, tantas vezes empacotada para caber em um rótulo.

 

Mas nós não cabemos. Somos pluralidade, mistura e contradição. E esse trabalho é artesanato, feito à mão com imperfeições que viram beleza. É ter as veias abertas, mas o coração pulsando forte. É cantar o que fomos, o que somos e o que ainda podemos ser. Reinventar a Améfrica Ladina todos os dias. Porque nossa maior revolução é a felicidade que insiste em sobreviver. Esse álbum é um manifesto cantado, é amor ao que é nosso”, conta Kell Smith.

 

Levando o mesmo nome do álbum, a turnê amplia esse manifesto nos palcos e se une à missão da artista de colocar a Música Brasileira no lugar dela: o de protagonismo. Em cada cidade, um artista local indicado pelo público divide o palco com Kell, reafirmando que somos sinônimo de mistura e criação. Entre autorais e releituras, o show é uma experiência de reconhecimento e afeto.

 

“Esse show é como uma linda colcha de retalhos, misturando minhas músicas com releituras que revelam minhas referências e meu propósito. É uma obra viva e em movimento que celebra minha história pessoal e nossa história coletiva. E em cada cidade que eu vou e divido o palco com um artista local, me sinto ainda mais orgulhosa de ser brasileira e dividir a melhor musicalidade do mundo com os meus. Eu amo ver os artistas brilhando e isso me atravessa e me forma artisticamente também. Percebo que o palco virou um território de reexistência e um movimento de identidade e celebração. E estou muito feliz com essa escolha. Viva a Música Brasileira e nossa Latinidade pulsante. Nós somos o coração do mundo”, finaliza a artista.

 

Sobre Kell Smith:

 

Kell Smith é cantora, compositora, autista, de origem periférica e se consolidou como uma das artistas mais marcantes da sua geração. Sua arte nasce do propósito de criar músicas reais para pessoas reais, transformando vivências em letras, emoções em melodias e sua própria história em bandeira de luta. Representa quem valoriza a verdade, o afeto e a escuta, unindo brasilidade, autoconhecimento e saúde mental em uma obra potente e acessível.

 

Sua voz ecoa em rádios, novelas, palcos e plataformas digitais, onde soma quase 1 bilhão de plays e visualizações. Premiada e multiplatinada, coleciona sucessos como “Era Uma Vez” (duplo diamante), “Respeita as Mina” (ouro), “Girassol” (platina), “Nossa Conversa” (duplo platina) e “Seja Gentil” (platina). Suas colaborações atravessam gerações e estilos -de Elza Soares no Rock in Rio a Amado Batista, de Chitãozinho & Xororó a MC Lipi. Além disso, presta tributos históricos, como “Kell canta Gal” (Canal Bis e Multishow) e a turnê nacional em homenagem ao aclamado álbum Elis & Tom, dividindo o palco com Daniel Jobim, neto de Tom.

 

Filha de missionários, nasceu Keylla Cristina Gomes dos Santos em São Paulo e cresceu cruzando o país inteiro com a família. Aos 12 anos, uma vitrola encontrada no lixo pelo pai e um LP de Elis Regina (Falso Brilhante) mudaram seu destino: a Música Brasileira se torno sua bússola e hiperfoco. Aos 21, com o nascimento da filha, descobriu seu verdadeiro chamado: transformar o mundo através da Música.

 

Autista, transformou o diagnóstico em território de acolhimento, representatividade e força. Coloca a saúde mental no centro da sua obra e da conversa pública. Se há algo que define Kell Smith, é seu amor e devoção à Música Brasileira como espaço de afeto, resistência e futuro. Sua obra traduz o Brasil profundo e plural: nasce das raízes, mas aponta sempre para o amanhã.

 

Ficha Técnica:

 

Áudio: Produção Musical, Arranjos e Teclado: Bruno Alves

Bateria: Cuca Teixeira

Baixo: Bené

Guitarra, Violão e Sitar: Edson Guidetti

Percussão: Franklin Santos

Cavaco: Robson Nogueira

Acordeon: Renato Cigano

Captação de Áudio: Studio B.A Music, Berlanga Áudio Gravações e Backline

Engenheiro de Gravação: Zoroastro Baranyi

Assistente de Gravação: Augusto Cepillo

Mixagem: Zoroastro Baranyi, Daniel “Lanchinho” Rodrigues e Bruno Alves

Masterização: Daniel “Lanchinho” Rodrigues

Vídeo: Kell Smith | Direção artística

Lemuel Castro | Direção de fotografia

Junior Black | Segunda Câmera

Walace Ramos | Terceira Câmera

Everton Gomes | Assistente de Câmera

 

Redes sociais:

Instagram | @Kellsmith

Spotify | Kell Smith

 

 

 

 

 

 

 

Com informações: RELEASE MUSIC

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Hoje, 12/01, é aniversário rapper, compositor Zack de La Rocha @thezackdelarocha que completa 56 anos.

Vocalista da banda Rage Against The Machine @rageagainstthemachine 

#zackdelarocha #happybirthday #boomerangmusic
Hoje, 12/01, é aniversário do cantor, compositor e guitarrista Per Gessle @pergessle da banda Roxette @realroxette que completa 67 anos.

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Hoje, 12/01, é aniversário do cantor e compositor Nando Reis @nandoreis que completa 63 anos.

Foi integrante das bandas Titãs e Boi Mamão.

Foto 📷 @natrilha.van

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Na próxima quinta, 15 de janeiro, irá acontecer a VIBE do Reinaldinho @reinaldinhooficial , que brilhou nos vocais da banda Terra Samba. 

O Terra Samba foi formado em 1991, mas foi em 1994 com a entrada do vocalista Reinaldo Nascimento iniciou-se uma nova fase. Primeiro com o álbum de estreia em 1995 "Terra Samba faz Bem". 

Em 1998, lançaram o album ao vivo "Terra Samba Ao Vivo e a Cores, gravado em Belo Horizonte, que foi uma explosão em todo o Brasil. 

Além dos Hits "Deus é Brasileiro", "Liberar Geral", todas as faixas tocaram em massa nas rádios. 

Foram mais de 2 milhões de cópias vendidas. 

O show desta quinta, ainda contará com dois convidados que dispensam apresentação - o cantor e compositor Tatau (Ex-Araketu) e o multiinstrumentista Ivo Meirelles @ivomeirelles

Também haverá apresentação do Betinho da Band e DJs.

O show irá acontecer no Martinelli @edificiomartinelli um dos pontos mais icônicos de São Paulo. 

Os ingressos estão quase esgotando pela plataforma @sympla 

A abertura será as 20h e o show as 23h.

Se preparem para essa grande festa!

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Hoje, 11/01, é aniversário do cantor e compositor Geraldo Azevedo @geraldoazevedooficial que completa 81 anos.

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Faleceu aos 78 anos, Bob Weir, lendário guitarrista da banda Grateful Dead @gratefuldead 

Vai deixar saudades!

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Em 10/01/1980, há exatamente 46 anos atrás era lançado o icônica album "The Ace Plastic", da banda Buggles 

Buggles

Geoff Downes: keyboards, synthesizers, drums, drum machine programming, vocoder 

Trevor Horn: vocals, bass guitar, guitar, synthesizers, programming

Tracks
”Living in the Plastic Age” 5:13
”Video Killed the Radio Star” 4:13
”Kid Dynamo” 3:29
”I Love You (Miss Robot)” 4:58
”Clean, Clean” 3:53
”Elstree” 4:29
”Astroboy (And the Proles on Parade)” 4:41
”Johnny on the Monorail” 5:28

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Hoje, 10/01, é aniversário da cantora e compositora Pat Benatar @benatargiraldo que completa 73 anos.

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