MIS inaugura exposição inédita sobre Janis Joplin em 16 de abril

Público irá conferir uma seleção de mais de 300 itens, como figurinos, manuscritos e muitas outras peças originais, diretamente de Los Angeles/EUA.

 

 Fãs de Janis Joplin, um dos maiores ícones da história do rock, poderão conferir de perto uma exposição inédita sobre a lendária cantora norte-americana no Museu da Imagem e do Som. Em 16 de abril, o MIS inaugura “Janis”, mostra que conta com um grande e variado acervo de itens originais, além de uma expografia sensorial que fará o público imergir na contracultura e espírito transgressor dos anos 60, sob a luz da vida e obra de Janis Joplin.  Os ingressos, nos valores de R$ 60 (inteira) e R$ 30 (meia), já podem ser adquiridos no site: megapass.com.br/mis.

 

A exposição apresenta uma seleção de mais de 300 itens, como figurinos, adereços, manuscritos e muitas outras peças originais, diretamente de Los Angeles/EUA. “Tivemos acesso à família de Janis e estamos trazendo ao MIS um grande acervo da cantora, nunca visto no Brasil”, afirma André Sturm, diretor geral do Museu da Imagem e do Som e curador da mostra. “E mais: para além dos objetos pessoais, nós fizemos um profundo levantamento fotográfico da vida e carreira de Janis para compor a exposição. Destaco as imagens do Monterrey Pop, um grande festival de música da década de 60, onde ela foi descoberta, ocorrido antes mesmo de Woodstock”.

 

O público conta, ainda, com a já tradicional cenografia imersiva das exposições do MIS, com elementos visuais e audiovisuais pensados em levar o visitante a uma grande experiência sensorial na vida e obra da artista. Serão mais de dez salas expositivas, sendo um dos pontos altos a área dedicada ao amor da cantora ao Brasil – que mostrará  os momentos marcantes em que Janis passou no Rio de Janeiro, durante o Carnaval de 1970.

 

Sobre Janis Joplin

 

Aquela voz – aguda, rouca, terrena, explosiva – permanece entre as mais distintas e eletrizantes da história da música. Ela reivindicou o blues, o soul, o gospel, o country e o rock com autoridade e entusiasmo inquestionáveis, transitando destemidamente entre jams psicodélicas de guitarra, raízes intimistas e tudo o que há entre esses dois extremos. Suas performances vulcânicas deixavam o público atônito e sem palavras, enquanto seu magnetismo sexual, sua postura experiente e seu estilo extravagante quebravam todos os estereótipos sobre artistas femininas – e, essencialmente, inventavam o paradigma da “mãe do rock”.

 

Nascida em Port Arthur, Texas, em 1943, Joplin foi influenciada por Leadbelly, Bessie Smith e Big Mama Thornton na adolescência, e a autenticidade dessas vozes impactou fortemente sua decisão de se tornar cantora. Autodenominada “desajustada” no ensino médio, ela sofreu praticamente ostracismo, mas se aventurou na música folk com os amigos e na pintura. Frequentou brevemente a faculdade em Beaumont e Austin, mas se sentiu mais atraída pelas lendas do blues e pela poesia beat do que pelos estudos; logo abandonou a faculdade e, em 1963, partiu para São Francisco, acabando por se estabelecer no notoriamente problemático bairro de Haight-Ashbury, marcado pelo uso de drogas. Lá, conheceu o guitarrista Jorma Kaukonen (que mais tarde integraria a lendária banda de rock de São Francisco, Jefferson Airplane) e os dois gravaram uma série de canções com a esposa dele, Margareta, que tocava na máquina de escrever. Essas faixas – incluindo clássicos do blues como “Trouble in Mind” e “Nobody Knows You When You’re Down and Out” – viriam à tona mais tarde no infame bootleg “Typewriter Tapes”.

 

Ela retornou ao Texas para escapar dos excessos do bairro Haight-Ashbury, matriculando-se como estudante de sociologia na Universidade Lamar, adotando um penteado colmeia e levando uma vida geralmente “certinha”, apesar de ocasionais apresentações em Austin. Mas a Califórnia a atraiu de volta para seu abraço cintilante em 1966, quando ela se juntou à banda de rock psicodélico “Big Brother and the Holding Company”. Sua adoção de um estilo de vestimenta extravagante – com óculos de aros grossos, cabelo frisado e roupas chamativas que faziam alusão, ao estilo hippie, à era do burlesco – impulsionou ainda mais sua crescente reputação.

 

O inovador Festival Internacional de Pop de Monterey – realizado de 16 a 18 de junho de 1967 – transformou a carreira de Janis Joplin e lançou as bases para festivais como Woodstock. Janis chegou ao bucólico Parque de Exposições do Condado de Monterey como membro do Big Brother and the Holding Company, um grupo praticamente desconhecido fora de São Francisco. Ao final do fim de semana, ela era o centro das atenções da mídia mundial e passou a ser cortejada pelo presidente da Columbia Records, Clive Davis, e pelo empresário de Bob Dylan, Albert Grossman.

 

Anunciado como “três dias de paz e música”, o Woodstock de 1969 foi o ponto culminante das mudanças culturais que ocorreram ao longo da década. Tudo, desde música, literatura e moda até as atitudes em relação ao sexo e às drogas, foi afetado pela convulsão social – enquanto a guerra no Vietnã continuava, quase meio milhão de pessoas compareceram para demonstrar que a paz e o amor eram possíveis.

 

Saiba mais em: https://janisjoplin.com/biography/

 

Serviço

 

Serviço | Exposição “Janis”

Data: a partir de 16 de abril de 2026

Local: MIS – Avenida Europa, 158 – Jd. Europa – São Paulo

Horários: terças a sextas, das 10h às 19h; sábados, das 10h às 20h; domingos e feriados, das 10h às 18h.

Ingressos: terças-feiras: gratuito; de quarta a domingo: R$ 60 (inteira) e R$ 30 (meia) | megapass.com.br/mis

Classificação: livre

 

A programação é uma realização do Ministério da Cultura, Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas de São Paulo, e MIS, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, ProAC e Promac.

 

MIS tem patrocínio institucional da Livelo, Vivo, Goldman Sachs, Ituran e Goodstorage e apoio institucional das empresas Delboni, EAÍ?! Marketing, Unisys, Volkswagen Caminhões e Ônibus, Unipar, Campari, Colégio Albert Sabin, PWC, Telium, Kaspersky, Gabriel e Play Audiovisual.

 

 

 

 

 

 

 

 

Com informações: Assessoria de Imprensa MIS-SP

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Em 07/07/1983, há exatamente 43 anos atrás a cantora e compositora Madonna @madonna lançava o single "Holiday", hit do seu álbum de estreia.

#madonna #holiday #boomerangmusic
Hoje, 07/09, é aniversário da compositora Diane Warren @dianewarren que completa 70 anos.

Possui muitos sucessos na voz de muitos artistas.

Listamos abaixo 10 de seus maiores sucessos:

​"I Don't Want to Miss a Thing" – Aerosmith (1998)
Escrita para o filme Armageddon, tornou-se o único hit da banda a alcançar o 1º lugar na Billboard Hot 100.

​"Because You Loved Me" – Céline Dion (1996)
Tema do filme Íntimo & Pessoal, foi um sucesso global e conquistou o Grammy de Melhor Canção Escrita para Mídia Visual.

​"Un-Break My Heart" – Toni Braxton (1996)
Um dos maiores hinos pop/R&B dos anos 90, que permaneceu por 11 semanas no topo das paradas americanas.

​"If I Could Turn Back Time" – Cher (1989)
Um dos maiores clássicos da carreira de Cher e um marco do pop-rock do final da década de 80.

​"How Do I Live" – LeAnn Rimes / Trisha Yearwood (1997)
Lançada simultaneamente por duas cantoras country, a versão de LeAnn Rimes bateu recordes e permaneceu 69 semanas na Billboard Hot 100.

​"Nothing's Gonna Stop Us Now" – Starship (1987)
Tema da comédia romântica Manequim, rendeu a Diane Warren sua primeira indicação ao Oscar de Melhor Canção Original.

​"Rhythm of the Night" – DeBarge (1985)
Um dos primeiros grandes sucessos da compositora, definindo o som do dance-pop de meados dos anos 80.

​"There You'll Be" – Faith Hill (1998)
Tema do filme Pearl Harbor, tornou-se uma das baladas mais icônicas do início dos anos 2000.

​"When I See You Smile" – Bad English (1989)
Uma balada rock que alcançou o 1º lugar nos Estados Unidos no final dos anos 80.

​"Till It Happens to You" – Lady Gaga (2015)
Coescrita com Lady Gaga para o documentário The Hunting Ground, a canção venceu um Emmy e recebeu indicações ao Oscar e ao Grammy.

#dianewarren #boomerangmusic #happybirthday
Hoje, 07/09,  o incrível Buddy Holly @buddyhollyfoundation completaria 90 anos.

#buddyholly #happybirthday #boomerangmusic
Em setembro de 1987, há exatamente 39 anos atrás era lançado o 13° álbum de estúdio da banda Pink Floyd @pinkfloyd "A Momentary Lapse of Reason".

Banda

David Gilmour - guitarra, violão, vocais
Nick Mason - bateria, sintetizadores e percussão

Músicos convidados

Richard Wright - teclados, sintetizadores, piano, vocais de apoio
Tony Levin – baixo eléctrico
Bob Ezrin - teclas, percussão e sequencers
Jim Keltner - Bateria
Steve Forman - Percussão
Jon Carin - teclados
Tom Scott – saxofone alto e soprano
Scott Page - saxofone tenor
Carmine Appice - Bateria
Pat Leonard - Sintetizadores
Bill Payne – órgão hammond
Michael Landau - guitarra
John Halliwell - Saxofone

Track listing

Signs of Life (Gilmour/Ezrin)
Learning to Fly (Gilmour/Ezrin/Moore/Carin)
The Dogs of War (Gilmour/Moore)
One Slip (Gilmour/Manzanera)
On the Turning Away (Gilmour/Moore)
Yet Another Movie/Round and Around (Gilmour/Leonard)
A New Machine (Part 1) (Gilmour)
Terminal Frost (Gilmour)
A New Machine (Part 2) (Gilmour)
Sorrow (Gilmour)

#pinkfloyd #boomerangmusic
Hoje, 07/09, é aniversário da cantora e compositora Gloria Gaynor @gloriagaynor que completa 83 anos.

#gloriagaynor #happybirthday #boomerangmusic
Em 07/09/1979, há exatamente 47 anos atrás era lançado o 2° álbum de estúdio do cantor e compositor Gary Numan @garynuman "The Pleasure Principle".

Integrantes:

Gary Numan – vocals; synthesizers (Minimoog, Polymoog, ARP Odyssey); synthetic percussion (Synare 3)
Paul Gardiner – bass
Chris Payne – keyboards (Minimoog, Polymoog, piano); viola
Cedric Sharpley – drums, percussion
Billy Currie – fadeout violin on "Tracks" and "Conversation"
Garry Robson – backing vocals on "Conversation"

Tracklist 

Disc 1

1. Airlane - Gary Numan (3.19)
2. Metal - Gary Numan (3.33)
3. Complex - Gary Numan (3.12)
4. Films - Gary Numan (4.09)
5. M.E. - Gary Numan (5.37)
6. Tracks - Gary Numan (2.52)
7. Observer - Gary Numan (2.54)
8. Conversation - Gary Numan (7.37)
9. Cars - Gary Numan (3.59)
10. Engineers - Gary Numan (4.01)
11. Random - Gary Numan (3.50)
12. Oceans - Gary Numan (3.03)
13. Asylum - Gary Numan (2.32)
14. Me: I Disconnect for You - Gary Numan (3.06)
15. Bombers - Gary Numan (5.47)
16. Remember I Was Vapour - Gary Numan (4.47)
17. On Broadway - Gary Numan (4.47)

#pleasureprinciple #garynuman #boomerangmusic
Em 07/09/1981, há exatamente 45 anos atrás era lançado o single Just can't get enough, da banda Depeche Mode.

Hit do álbum "Speak & Spell".

#depechemode #boomerangmusic