ROBERTA SÁ lança “TUDO QUE CANTEI SOU”

Gravado sem plateia, audiovisual do show-celebração de 20 anos de carreira chega no dia 12 de dezembro ao YouTube e aos aplicativos de música, em álbum homônimo

 

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Após celebrar 20 anos de carreira com um show especial em 2025, a cantora e compositora Roberta Sá lança “Tudo Que Cantei Sou”, registro em audiovisual que reúne momentos marcantes de sua trajetória. Gravado, sem plateia, na Casa de Francisca, em São Paulo, o projeto chega aos aplicativos de música, em álbum homônimo (o 12º de sua discografia), e ao YouTube, às 12h, no dia 12/12, com distribuição da Deck. A nova agenda de shows abre em 2026 com o Teatro Bradesco, em São Paulo, dia 15 de janeiro, e com o Teatro Riachuelo Rio, dia 20 de janeiro.

 

Em formato intimista, Roberta se apresenta ao lado de Alaan Monteiro (bandolim) e Gabriel de Aquino (violão). O registro reúne 14 canções escolhidas a dedo, em um recorte sensível do show, e revisita canções fundamentais de sua discografia, como “Eu Sambo Mesmo” (Janet de Almeida), “Cocada” (Roque Ferreira), “Pavilhão de Espelhos” (Lula Queiroga), “Casa Pré-Fabricada” (Marcelo Camelo), “Fogo de Palha” (Roberta Sá e Gilberto Gil), “O Lenço e o Lençol” (Gilberto Gil), entre outras. Também integra o setlist “Olho de Boi” (Rodrigo Maranhão), faixa que inspirou o título do projeto, a partir do verso: “O que não falei, sim / Tudo o que cantei sou”.

 

A ideia de transformar o show comemorativo em audiovisual surgiu da forte reação do público e da equipe que acompanhou a turnê nos últimos meses: “Todo mundo que saía do teatro dizia: ‘Você tem que gravar isso!’. A resposta foi muito bonita e espontânea”, comenta Roberta Sá.

 

A artista explica que sempre procurou marcar suas fases com registros audiovisuais, como forma de documentar e encerrar ciclos criativos. Ela relembra que o primeiro foi “Pra Se Ter Alegria – Ao Vivo no Rio”, seguido por “Delírio no Circo – Ao Vivo” e “Sambasá (Ao Vivo)”. Para Roberta, esses projetos funcionam como retratos de cada momento artístico. “Sempre que faço um audiovisual, sinto que ele marca bem a fase que estou vivendo e me arrependo quando não faço”, afirma.

 

Um dos destaques de “Tudo Que Cantei Sou” é o bloco dedicado à produção musical feminina, que reúne compositoras de diferentes gerações e estilos. O segmento inclui “Lavoura” (Pedro Amorim e Teresa Cristina), “Juras” (Fernando de Oliveira e Rosa Passos), “Virada” (Manu da Cuíca e Marina Irís) e “Essa Confusão” (Dora Morelenbaum e Zé Ibarra). Para Roberta, destacar essas vozes é um gesto natural dentro da sua caminhada. Ela explica que o bloco surgiu do desejo de construir uma narrativa a partir de seu próprio olhar: “Se estou contando minha história, faz sentido perguntar: quais são as mulheres que me ajudam a contá-la hoje?”.

 

Ao revisitar o repertório feminino, Roberta reflete sobre como sua percepção do papel da mulher na música mudou ao longo dos anos. “Eu sou outra pessoa, completamente diferente de vinte anos atrás, e o mundo também é outro. A minha consciência sobre o feminino mudou junto”. Essa reflexão aparece também nas escolhas das compositoras que compõem o repertório. Segundo ela, é emocionante perceber como as palavras de Teresa Cristina continuam atuais, enquanto novas artistas, como Dora Morelenbaum, ajudam a renovar seu olhar e ampliar sua bagagem artística.

 

Entre as homenagens, Roberta destaca o tributo a Rosa Passos, referência fundamental em sua formação. Gravar “Juras”, diz ela, é uma forma de reconhecer a importância de uma das maiores cantoras, compositoras e violonistas do país. “Essas mulheres representam o que eu acredito que é perene, que não é passageiro, nem frívolo. São artistas com muita consistência musical, e estar próxima delas, cantando suas canções, é reafirmar o lugar da mulher na música brasileira com profundidade e verdade”.

 

Mais do que um registro comemorativo, “Tudo Que Cantei Sou” consolida o olhar artístico de Roberta Sá sobre sua própria trajetória. O projeto reafirma a importância da narrativa feminina em sua obra e marca o início de uma nova fase da cantora, que volta aos palcos com um espetáculo que une repertório histórico, arranjos inéditos e uma leitura contemporânea de seus 20 anos de carreira.

 

FICHA TÉCNICA

 

ROBERTA SÁ – “TUDO QUE CANTEI SOU”

Lançamento: 12 de dezembro de 2025

Distribuição digital: Deck

 

Direção Artística: Roberta Sá e Pedro Seiler

Direção de Vídeo: Guta Tolhuizen

Produção Musical: Alaan Monteiro

Direção de Produção: Fernanda David

 

Gravado na Casa de Francisca, São Paulo-SP, no dia 16 de setembro de 2025

 

Músicos

Alaan Monteiro: direção musical, bandolim e arranjos

Gabriel de Aquino: violão

 

Light Designer e Operação de Luz: Olívia Munhoz

Produção: Thiago Bittencourt

Assistente de Produção: Ana Carolina Dell’amico

 

Figurino: Marina Franco

Design: Lucas Leão

 

Make up: Sandro Barreto

Camareira: Elizabeth Chagas

 

Comunicação: Miriam Roia e Vivi Drumond (Somar Comunicação)

Fotos: Flora Negri

Capa: Philippe Leon

 

Equipe de vídeo:

Direção: Guta Tolhuizen

Direção de Fotografia: Fernando Duarte

Operador de Guimbal: Christoffer Pixinine

Câmeras: Bruno Rocha, Fernando Duarte e Rapha Corrêa

Assistente de Câmera: Cainan Martins

Fotografias Still: Murilo Amancio

Edição: Guta Tolhuizen

Color Grading: Fernando Duarte

Finalização: Miolo Filmes

 

Equipe de áudio:

Gravado por Renato Alscher

Engenheiro de edição: Tuta Macedo

Mixado por Tuta Macedo

Revisão de Mixagem: Matheus Gomes

Masterizado por Fábio Roberto

Mixado e Masterizado no Estúdio Tambor (RJ)

 

MÚSICAS

 

  1. ÁGUA DOCE (Roque Ferreira)
  2. EU SAMBO MESMO (Janet de Almeida)
  3. CASA PRÉ-FABRICADA (Marcelo Camelo)
  4. PAVILHÃO DE ESPELHOS (Lula Queiroga)
  5. NÃO POSSO ESCONDER O QUE O AMOR ME FAZ (Cezar Mendes/ Capinam)
  6. VIRADA (Manu da Cuíca/ Marina Íris)
  7. LAVOURA (Pedro Amorim/Teresa Cristina)
  8. JURAS (citação: Saudade Louca) (Fernando de Oliveira / Rosa Passos)
  9. ESSA CONFUSÃO (Dora Morelenbaum / Zé Ibarra)
  10. MAREJADA (Roque Ferreira)
  11. COCADA (Roque Ferreira)
  12. O LENÇO E O LENÇOL (Gilberto Gil)
  13. FOGO DE PALHA (Gilberto Gil / Roberta Sá)
  14. OLHO DE BOI (Rodrigo Maranhão)

 

SERVIÇO


ROBERTA SÁ no show TUDO QUE CANTEI SOU

 

SÃO PAULO

Data: 15 de janeiro de 2026 (quinta-feira)
Local: Teatro Bradesco
Endereço: Bourbon Shopping – Rua Palestra Itália 500 / 3º piso, Perdizes – São Paulo / SP
Horário: 21h
Classificação etária: livre
Ingressos: a partir de R$ 80 (meia-entrada / balcão)
VENDAS ONLINE

 

RIO DE JANEIRO

Data: 20 de janeiro de 2026 (terça-feira)
Local: Teatro Riachuelo Rio
Endereço: Rua do Passeio 38, Centro – Rio de Janeiro / RJ
Horário: 20h
Classificação etária: livre
Ingressos: a partir de R$ 70 (meia-entrada / balcão)
VENDAS ONLINE

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Com informações: SOMAR Comunicação Integrada

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Em 14/12/1979, há exatamente 46 anos atrás era lançado o terceiro álbum de estúdio da banda The Clash @the_clash "London Calling".

The Clash

Joe Strummer – vocais, backing vocals, guitarra rítmica, piano
Mick Jones – guitarra solo, piano, harmónica, backing vocals
Paul Simonon – baixo, backing vocals, vocal em "The Guns of Brixton"
Topper Headon – bateria, percussão

Músicos adicionais

Mick Gallagher – órgão
The Irish Horns – metais

Tracklist 

1. London Calling
2. Brand New Cadillac
3. Jimmy Jazz
4. Hateful
5. Rudie Can’t Fail
6. Spanish Bombs
7. The Right Profile
8. Lost In The Supermarket
9. Clampdown
10. The Guns Of Brixton
11. Wrong ‘Em Boyo
12. Death Or Glory
13. Koka Kola
14. The Card Cheat
15. Lover’s Rock
16. Four Horsemen
17. I’m Not Down
18. Revolution Rock
19. Train In Vain

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