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	<title>AmaroFreitas &#8211; Boomerang Music</title>
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		<title>Amaro Freitas lança o álbum &#8220;Sankofa&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Jun 2021 01:13:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Lançamentos]]></category>
		<category><![CDATA[AmaroFreitas]]></category>
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					<description><![CDATA[Trabalho tem patrocínio da plataforma Natura Musical &#160; De uma periferia do Recife à promessa de ícone internacional do jazz, o pianista Amaro Freitas é um desses singulares casos de aclamação da crítica desde seu álbum de estreia, feito de quem tem a revolução na...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Trabalho tem patrocínio da plataforma Natura Musical</em></p>
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<p>De uma periferia do Recife à promessa de ícone internacional do jazz, o pianista <strong>Amaro Freitas</strong> é um desses singulares casos de aclamação da crítica desde seu álbum de estreia, feito de quem tem a revolução na ponta dos dedos. Em seu caso, fazendo o jazz dançar com frevo, baião e outras riquezas dos ritmos nordestinos sem pisar-lhes os pés.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><a href="https://yawleleedveange.i-mpr.com/link.php?code=bDpodHRwcyUzQSUyRiUyRnNvdW5kY2xvdWQuY29tJTJGZmFyb3V0cmVjcyUyRnNldHMlMkZhbWFyby1mcmVpdGFzLXNhbmtvZmElMkZzLUFZU2dPQlJ1V3Q3Ojc3NzA4OTMxNDptYXJjb0Bib29tZXJhbmdtdXNpYy5jb20uYnI6ZWRmZjIz">OUÇA AQUI</a></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O posto de revelação do jazz internacional por &#8220;uma abordagem do teclado tão única que é surpreendente&#8221; (Downbeat) com o primeiros álbuns <em>Sangue Negro</em> (2016) e <em>Rasif</em> (2018), inaugurou a parceria com a gravadora inglesa FarOut. Nos últimos anos, Amaro circulou por turnês no Brasil e exterior, em festivais como a edição nacional do Montreux Jazz Festival, e parcerias com <strong>Lenine</strong> (no projeto <em>Em Trânsito</em>) e <strong>Milton Nascimento</strong> e <strong>Criolo</strong> (é de Amaro o piano em duas faixas do EP <em>Existe Amor</em>: <em>Cais</em> e <em>Não Existe Amor em SP</em>).</p>
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<p>Pois seu novo álbum, <em>Sankofa</em>, que tem patrocínio da Natura Musical e realização da 78 Rotações Produções, é uma busca espiritual por histórias esquecidas, filosofias antigas e figuras inspiradoras do Brasil Negro.</p>
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<p>Para Amaro trabalhar não é apenas tocar piano, sua arte vai muito mais fundo do que a teoria e a prática da música. Explicando o ímpeto por trás de <em>Sankofa</em>, ele elucida: &#8220;Trabalhei para tentar entender meus ancestrais, meu lugar, minha história como homem negro. A história dos povos originários, das diversas etnias que ocuparam este território, de como somos plurais. O Brasil não nos disse a verdade sobre o Brasil. A história dos negros antes da escravidão é rica em filosofias antigas. Ao compreender a história e a força de nosso povo, pode-se começar a entender de onde vêm nossos desejos, sonhos e vontades.&#8221;</p>
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<p>Sankofa é um símbolo Adinkra &#8211; conjunto de símbolos ideográficos dos povos acã, da África Ocidental -, que representa um pássaro com a cabeça voltada para trás. Quando se deparou com ele em uma bata à venda em uma feira africana no Harlem, Nova York &#8211; bairro que historicamente foi palco de grandes pianistas do jazz como <strong>Thelonius Monk</strong> e <strong>Art Tatum</strong> -, compreendeu a importância do seu significado e fez dele o conceito fundamental para o seu novo álbum.</p>
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<p>&#8220;O símbolo do pássaro místico, que voa de cabeça para trás, nos ensina a possibilidade de voltar às raízes para realizar nosso potencial de avançar. Com este álbum quero trazer a memória de quem somos e homenagear bairros, nomes, personagens, lugares, palavras e símbolos que vêm de nossos antepassados. Eu quero comemorar de onde viemos&#8221;, diz Amaro.</p>
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<p>Com a colaboração de <strong>Jean Elton</strong> (baixo) e <strong>Hugo Medeiros</strong> (bateria), que formam o Amaro Freitas Trio desde seu início, ele emprega intrincados padrões rítmicos e variações de compasso como se resignificasse os signos antigos de seus ancestrais. Cada faixa é imbuída de uma mensagem ou uma história que o pianista é compelido a contar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Baquaqua</em> destaca a história raramente contada do africano <strong>Mahommah Gardo Baquaqua</strong>, que foi trazido para o Brasil como escravo, mas fugiu para Nova York em 1847, onde aprendeu a ler e escrever. Sua autobiografia foi publicada pelo abolicionista americano <strong>Samuel Moore</strong> e hoje é o único documento conhecido sobre o comércio de escravos escrito por um ex-escravo brasileiro.</p>
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<p>Ja a delicada <em>Vila Bela</em> leva o nome de uma área próxima à fronteira com a Bolívia, na região de Mato Grosso, onde <strong>Tereza de Benguela</strong>, rainha quilombola do século 18, liderou a comunidade negra e indígena na resistência à escravidão por duas décadas.</p>
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<p><em>Nascimento</em> é uma homenagem calorosa a Milton, que Amaro vê como um talismã da cultura negra brasileira contemporânea. E lembra de seu encontro com ele e Criolo: &#8220;Foi uma experiência inesquecível. Milton é amor, leveza, arte e memória&#8221;.</p>
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<p><em>Ayeye</em>, o momento mais alegre de <em>Sankofa</em>, significa celebração em iorubá e apresenta um piano lindo e vibrante e uma batida de baixo repleta de groove, por vezes soando tanto como um hit de <strong>D&#8217;Angelo</strong> ou <strong>Alicia Keys</strong> quanto <strong>Bill Evans</strong> ou Thelonious Monk.</p>
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<p>Batizado em homenagem ao boi mítico da região tropical do Maranhão, <em>Cazumbá</em> expressa a conexão norte/nordeste de um Brasil negro, indígena e caboclo, que através da manifestação cultural popular dialoga com a vida da floresta amazônica, citada no trecho incidental do tema, mas também nos leva a refletir sobre o quão urbanas são as suas cidades, partindo para um groove jazz rock. <em>Cazumbá</em> é o nosso anseio de pensar na sustentabilidade do Brasil e do mundo.</p>
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<p>Essas pessoas, lugares e histórias são o ponto de partida de Amaro. &#8220;Eu começo com teorias e ideias, mas então a emoção se derrama nas notas e se transforma em música.&#8221; Entre suas influências estão a sua origem nos cantos líricos da igreja evangélica, o jazz e os ritmos da tradição nordestina, como baião, ciranda, maracatu, coco e frevo. Mas, como o pássaro Sankofa, olhando para trás, a música de Amaro é fundamentalmente contemporânea. &#8220;É uma continuação, se conecta com as pessoas hoje e representa o que está acontecendo em 2021.&#8221;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Como todos os álbuns de Amaro, <em>Sankofa</em> levou cerca de três anos para ser feito, com o trio passando oito horas por dia, quatro dias por semana no estúdio. &#8220;Valorizamos o processo criativo. Sabemos que leva tempo para chegar a um lugar diferente, para entendê-lo e traduzi-lo. É dedicação, disciplina e sabedoria. Meses se passam e as ideias começam a se encaixar. O tempo é o mais importante. Não podemos chegar onde queremos sem ele. Tenho o desejo de dizer às gerações futuras: vamos desacelerar, vamos nos dar mais tempo, vamos fazer coisas mais profundas. Vamos parar de nadar na superfície, vamos mergulhar.&#8221;</p>
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<p><strong>Sobre Natura Musical</strong></p>
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<p>Natura Musical é a plataforma de cultura da marca Natura. Desde seu lançamento, em 2005, o programa investiu cerca de R$ 174,5 milhões no patrocínio de mais de 518 projetos &#8211; entre trabalhos de grandes nomes da música brasileira, lançamento e consolidação de novos artistas e projetos de fomento às cenas e impacto social positivo. Os trabalhos artísticos renovam o repertório musical do País e são reconhecidos em listas e premiações nacionais e internacionais. Em 2020, o edital do Natura Musical selecionou 43 projetos em todo o Brasil e promoveu mais de 300 produtos e experiências musicais, entre lançamentos de álbuns, clipes, festivais digitais, oficinas e conferências. Em São Paulo, a Casa Natura Musical se tornou uma vitrine permanente da música brasileira, com uma programação contínua de lives, performances, bate-papos e conteúdos exclusivos, agora digitalmente.</p>
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<p>Créditos<br />
Amaro Freitas &#8211; Piano<br />
Hugo Medeiros &#8211; Bateria e Percussão<br />
Jean Elton &#8211; Contrabaixo</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Produzido por Amaro Freitas<br />
Gravado e mixado por Vinicius Aquino<br />
@ Studio Carranca, Recife / Brasil<br />
Masterizado por Arthur Joly<br />
@ RECO Studio</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Direção Artística &#8211; Laercio Costa<br />
Obra De Arte &#8211; Projeto Acidum<br />
Design Gráfico &#8211; Bloco Gráfico<br />
Tratamento de Imagem (Capa) &#8211; Carlos Mesquita<br />
Fotografia &#8211; Helder Tavares<br />
Produção Gráfica &#8211; Sydney Balbino<br />
Manager e Produção Executiva &#8211; Laercio Costa</p>
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<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Com informações:  Assessoria de imprensa | Natura Musical<em><br />
</em></strong></p>
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