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	<title>ana &#8211; Boomerang Music</title>
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		<title>Álbum visual transcende universo da compositora mineira Clara Castro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 07 Aug 2021 03:17:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Lançamentos]]></category>
		<category><![CDATA[ana]]></category>
		<category><![CDATA[claracastro]]></category>
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					<description><![CDATA[Registrada ao vivo, em takes únicos, a obra estreia em todas as plataformas hoje (06)    A multiartista Clara Castro, natural de Barbacena (MG), atualmente baseada em São Paulo (SP), se prepara para mostrar ao mundo um novo álbum, Ana. Registrado ao vivo, faixa a...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Registrada ao vivo, em takes únicos, a obra estreia em todas as plataformas hoje (06)</em></p>
<p><em> </em><em> </em></p>
<p>A multiartista <strong>Clara Castro</strong>, natural de Barbacena (MG), atualmente baseada em São Paulo (SP), se prepara para mostrar ao mundo um novo álbum, <strong>Ana</strong>. Registrado ao vivo, faixa a faixa, em takes únicos de voz e violão, a obra entra em todas plataformas digitais. Os singles <a href="https://www.youtube.com/watch?v=ennVPqpBOQY">Fome de Gritar</a> e <a href="https://youtu.be/BTaE-MrM0m0">A Torre</a> foram trabalhados antes da chegada do álbum visual de sete faixas, que trabalha a intersecção de linguagem como conceito artístico: a gravação ao vivo do disco traz ao fundo imagens projetadas que remetem a memórias da artista e exploram, expressam e evidenciam o universo de cada música, valorizando a experiência extra sensorial proposta. Assista <strong><a href="https://youtu.be/PAGaa8eWak0">aqui</a>.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O processo de conexão com seu mapa astral, fitas vhs com imagens da sua infância e também com seu primeiro jogo de tarot, inspiraram a cantora no processo de criação de seu álbum, que leva no título seu primeiro nome, <strong>Ana</strong>. <em>&#8220;Buscava uma compreensão da arte enquanto forma concreta de estar no mundo e tinha o desejo de inverter a importância do processo sobre o resultado final na elaboração de um novo disco. Nessa caminhada, me conectei com os fios condutores que levaram ao nascimento do álbum&#8221;</em>, revela a artista.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O registro do álbum visual foi executado por algumas etapas: para a captação foram dois dias de montagem e ensaio, três dias para o registro do material ao vivo &#8211; vídeo e som gravados em plano sequência, e por último, para as cenas da multilinguagem exibidas em todos os clipes, foi necessário um final de semana na casa da família da diretora, Ananda Banhatto, localizada em Monte Verde (MG).</p>
<p><em> </em></p>
<p>A produção musical ficou nas mãos de Nathan Itaborahy, que se fez presente em todas as fases do projeto: <em>“Os dias de montagem, ensaio e gravação foram muito intensos. O processo, que parecia simples de início, mostrou toda sua complexidade com a chegada da equipe audiovisual. O som soava diferente na sala toda ocupada, tivemos que negociar alguns posicionamentos de microfone e lidar com alguns vazamentos de sons de equipamentos da filmagem. Além disso, fiquei sem contato visual com Clara, </em><em>o que implicou numa comunicação bem específica com a equipe e com ela. Foi um processo louco e de muito aprendizado. Inventamos juntos um jeito de fazer”</em>, conta o produtor.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Além da gravação de voz e violão, acontecia simultaneamente a edição das três câmeras &#8211; trabalhando com um recuo limitado e também a operação ao vivo das imagens que estavam sendo projetadas nas telas ao fundo, ambas funções executadas por Ananda. <em>“As projeções formam um jeito de me comunicar com aqueles outros tempos, comigo mesma e com quem mais estivesse lá. As canções de agora reunidas com as memórias são uma forma de me reconectar com quem sou, de brincar concretamente com essas memórias, que impregnam tudo o que existe aqui e agora”, </em>revela Clara.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A artista dividiu sua obra dentro do contexto teatral, separando as unidades por atos, nos quais cada um tem um papel importante em representar fases de reconhecimento, ação, renascimento e reencontro dentro da obra. Clara acrescenta: <em>“<strong>Ana</strong> revirou em mim o tempo, porque me colocou de frente com minha própria voz de um jeito muito despido. Me fez olhar num espelho torto e ver a graça da imperfeição. O disco me fez encarar o fato de que agora é preciso correr o mundo, encontrar mais gente e fazer do encontro alguma coisa &#8211; mais uma entre tantas coisas: o sentido de tudo</em>”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Capa</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O artista responsável pela criação das capas dos singles <strong>Fome de Gritar</strong> e <strong>A Torre</strong>,  Fernando Fernandes, manteve o mesmo conceito artístico usado como narração das artes anteriores. “<em>Com a síntese da essência representada no corpo de vidro da luminária, a metade do rosto que se pode ver transforma-se em uma abstração do momento.”,</em> pontua Clara.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Faixa a faixa </strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Fome de Gritar </strong>foi o <a href="https://www.youtube.com/watch?v=ennVPqpBOQY">single</a> que abriu os trabalhos do novo álbum da cantora. A canção nasceu após uma conversa ao telefone com uma amiga de infância e foi inspirada na atual situação do mundo e na incapacidade de ação mesmo quando se quer o oposto. “<em>Escrevi de uma só vez essa música. A letra e a melodia vieram juntas, nesse ar meio místico, suave e diminuto, compreensivo e inconformado. Assim mesmo, nesse paradoxo, como eu me sentia”</em>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Fé na Fé </strong>é fruto da parceria entre a artista e o produtor <strong>Nathan Itaborahy,</strong> que colaborou na composição da faixa que evidencia o zelo com a interpretação das melodias cantadas por Clara. <em>“Essa música é uma urgência preguiçosa. É sobre o mundo cobrando movimento (mesmo em plena pandemia) e a busca pela fé (no que quer que seja) no tempo escasso do descanso. Fala também sobre um esforço de nos desprendermos dessa expectativa do mundo sobre nós. O olhar cético e racional imposto pelos formatos ocidentais, a cidade construída com base no fechamento das pessoas umas pelas outras, não é  o único olhar possível”</em>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A colaboração da artista e<strong> Renato da Lapa</strong> resultou na música <strong>Canções Perdidas na Calçada (Passarinho)</strong>. <em>“Nas nossas andanças, compartilhando a vida da música e também o dia-a-dia, nos reconhecemos muito um no outro. Escrevi a letra como uma poesia-presente, enquanto pensava nele realizando qualquer atividade banal, o que ele faz sempre com destreza, porém desastre iminente”</em>, conta Clara. A intersecção de linguagem presente no vídeo, conecta a Clara, criança no mar, com imagens atuais da multiartista também na água.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Astronauta</strong>, uma parceria com o amigo Douglas Poerner, narra uma visita curiosa ao passado da própria compositora, ressaltada pelas fitas VHS projetadas durante a apresentação, em conjunto com imagens de um vasto universo repleto de estrelas.<em> “Essa música abriu também o portal do desejo de mergulhar na minha infância. Foi uma das canções que mais me emocionei enquanto fazia. Era como um consolo diante de todo o desconhecido que viria, como se dissesse: reconheça que o que você precisa está aqui dentro, vai ficar tudo bem”</em>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Uma das últimas músicas a entrar no repertório foi <strong>A Torre</strong>. A faísca da criação do segundo <a href="https://youtu.be/BTaE-MrM0m0">single</a> a ser trabalhado do álbum, surgiu após uma chamada de vídeo com Laura Jannuzzi, sua parceira nesta música. Clara lembra:<em> “Laura e eu temos muito em comum e essa identificação facilitou o processo criativo. Eu nunca havia feito uma música online em tempo real e, em nosso primeiro encontro, travei. Laura já tinha uma base de violão na cabeça e começou a cantarolar uma letra ali mesmo. Me identifiquei muito com tudo o que havia sido proposto ali”</em>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Usando o mesmo título de um livro publicado por Glória Bittar, sua progenitora, <strong>Gênesis </strong>ocupa um lugar de reconhecimento de sua ancestralidade. “<em>A música foi criada depois de uma viagem minha com a minha mãe. Conversamos por dias, ininterruptamente. Nos abrimos muito uma com a outra. Naqueles dias, pude vê-la com outro olhar, acessando mais dos seus medos, imperfeições. Vista assim de dentro, achei minha mãe ainda mais bonita”,</em> revela Clara. E completa:<em> “Esse movimento é o que quero buscar pro resto da vida. Estar em constante procura. Admitir a necessidade de me perder pra me encontrar”.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone wp-image-26552" src="https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2021/08/mini-CLARACASTROFOTO-300x200.jpg" alt="" width="498" height="332" srcset="https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2021/08/mini-CLARACASTROFOTO-300x200.jpg 300w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2021/08/mini-CLARACASTROFOTO-1024x682.jpg 1024w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2021/08/mini-CLARACASTROFOTO-768x512.jpg 768w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2021/08/mini-CLARACASTROFOTO-1536x1023.jpg 1536w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2021/08/mini-CLARACASTROFOTO-700x466.jpg 700w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2021/08/mini-CLARACASTROFOTO.jpg 1900w" sizes="(max-width: 498px) 100vw, 498px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para fechar o álbum, a canção<strong> Hora de Acordar</strong> chega com uma harmonia minimamente orquestrada pelas vozes que se encontram em perfeita sintonia por <strong>Alice</strong>, <strong>Daniela Zorzal</strong>, <strong>Sarah Vieira</strong> e <strong>Tatá Rocha</strong> &#8211; que assina a composição da faixa junto a Clara. “<em>Fiz a letra olhando pras ruas vazias. Pensando em tudo o que a gente fez até agora enquanto humanidade, olhando pra onde estamos agora: essa separação do nosso intelecto com a nossa natureza, as fissuras que a gente foi tapando na existência, perdendo a capacidade de ser parte do todo. É pra isso que penso que é hora de acordar. Somos parte de um todo tão maior. Pensar que dominamos o mundo é perder muita possibilidade de acessos mais profundos a essa complexidade inteira à qual pertencemos”, </em>finaliza a artista.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>ASSISTA AO ÁLBUM VISUAL </strong><a href="https://youtu.be/PAGaa8eWak0"><strong>AQUI</strong></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>SMARTLINK </strong><a href="https://tratore.ffm.to/ana-claracastro"><strong>AQUI</strong></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>FICHA TÉCNICA</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Músicas</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fome de Gritar</p>
<p>(composição: Clara Castro)</p>
<p>Clara Castro | voz e violão</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fé na Fé</p>
<p>(composição: Clara Castro, Nathan Itaborahy)</p>
<p>Clara Castro | voz e violão</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Canções Perdidas na Calçada (Passarinho)</p>
<p>(composição: Clara Castro, Renato da Lapa)</p>
<p>Clara Castro | voz e violão</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Astronauta</p>
<p>(composição: Clara Castro, Douglas Poerner)</p>
<p>Clara Castro | voz e violão</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A Torre</p>
<p>(composição: Clara Castro, Laura Jannuzzi)</p>
<p>Clara Castro | voz, violão e arranjo</p>
<p>Laura Jannuzzi | voz, violão de aço e arranjo</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Gênesis</p>
<p>(composição: Clara Castro)</p>
<p>Clara Castro | voz e violão</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Hora de Acordar</p>
<p>(composição: Clara Castro, Tatá Rocha)</p>
<p>Alice | voz, arranjo</p>
<p>Clara Castro | voz, arranjo</p>
<p>Daniela Zorzal | violão de aço, arranjo</p>
<p>Sarah Vieira | voz, arranjo</p>
<p>Tatá Rocha | voz, violão e arranjo</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Ficha Técnica </strong></p>
<p>Concepção e pesquisa |  Clara Castro, Fernando Fernandes</p>
<p>Roteiro | Ananda Banhatto, Clara Castro, Fernando Fernandes</p>
<p>Direção artística | Ananda Banhatto, Fernando Fernandes</p>
<p>Produção executiva | Ananda Banhatto, Clara Castro, Esther Assis, Fernando Fernandes, Glória Bittar</p>
<p>Styling, figurinos, maquiagens e cabelo | Lívia Almeida</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Áudio</strong></p>
<p>Direção e produção musical | Nathan Itaborahy</p>
<p>Produção musical | Clara Castro</p>
<p>Captação de áudio | Bernardo Merhy</p>
<p>Mixagem e masterização | Luiz Otávio</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Vídeo</strong></p>
<p>Roteiro, voz e violão | Clara Castro</p>
<p>Direção | Ananda Banhatto</p>
<p>Diretor de fotografia e câmera | Leandro Mockdece</p>
<p>Segunda câmera | Ciro Cavalcanti</p>
<p>Terceira câmera | Rodrigo Ferreira</p>
<p>Produção | Esther Assis</p>
<p>Still | Ciro Cavalcanti e Rodrigo Ferreira</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Cenografia &amp; Montagem</strong></p>
<p>Cenografia | Fernando Fernandes</p>
<p>Luminárias da Coleção Guarda Luz | F-Studio Design</p>
<p>Produção executiva | Glória Bittar, Esther Assis, Ananda Banhatto</p>
<p>Estrutura | Nestlé Artmontagens</p>
<p>Coordenação de montagem | Luís Cláudio da Silva Salgueiro (Nestlé)</p>
<p>Painéis de LED | Franklim Simões (Holofote)</p>
<p>Iluminação e gerador | Darlan Oliveira (Top Mais)</p>
<p>Montagem | Wallace da Silva Santos e André da Costa Lima</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Imagens Externas e Projetadas</strong></p>
<p>Elenco | Clara Castro</p>
<p>Roteiro | Ananda Banhatto e Clara Castro</p>
<p>Direção | Ananda Banhatto</p>
<p>Direção de fotografia e câmera | Leandro Mockdece</p>
<p>Produção executiva | Esther Assis</p>
<p>Figurinos | Lívia Almeida</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Participações Especiais</strong></p>
<p>Laura Jannuzzi |  &#8220;A Torre&#8221;</p>
<p>Alice, Daniela Zorzal, Sarah Vieira, Tatá Rocha | &#8220;Hora de Acordar&#8221;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Catering</strong></p>
<p>Plante a Terra Nova</p>
<p>Mega Pizza Quadrada</p>
<p>Vovó Zita</p>
<p>Margarete de Fátima da Cunha Alvino</p>
<p>Pesque Pague Rio Claro</p>
<p>Márcia Gehara</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Agradecimentos</strong></p>
<p>Ana Clara Banhatto</p>
<p>Anas Obaid</p>
<p>Augusto Pompeu</p>
<p>F-Studio Design</p>
<p>Glória Bittar</p>
<p>Inhamis</p>
<p>Osvaldo Fernandes</p>
<p>Vera Leitão</p>
<p>Vj Thutha</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Gravado em Outubro de 2020.</em></p>
<p><em>Imagens ao vivo: Estúdio LáDoBê, Juiz de Fora (MG);</em></p>
<p><em>Imagens externas e projetadas: Fazenda Santa Elenice, Monte Verde (MG).</em></p>
<p><em>*Todos os protocolos de segurança em razão do COVID-19 foram seguidos.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>LINKS</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://www.facebook.com/oficialclaracastro/">Facebook<br />
</a><a href="https://www.instagram.com/claracastrooficial">Instagram<br />
</a><a href="https://www.youtube.com/channel/UCBxFRWsZYSE62cs_GpTf0dQ">Youtube<br />
</a><a href="https://open.spotify.com/artist/328HvJJoTrRr4AwtJtlChp">Spotify</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>SOBRE CLARA CASTRO</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Natural de Barbacena (MG), a cantora, compositora e atriz <strong>Clara Castro</strong> já demonstrava forte inclinação musical desde muito cedo. Aos 12 anos foi introduzida na música através de aulas de violão e logo teve sinais de sua veia compositora dois anos mais tarde, quando presenteou uma amiga com a canção ‘Sol’.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Formada em Canto pela Universidade de Música Popular, a artista fez residência artística no Grupo Teatral Ponto de Partida (MG), atuando em espetáculos do grupo pelo país. Em 2013 se mudou para Juiz de Fora (MG), onde entrou de cabeça na cena alternativa autoral da cidade e iniciou laços e conexões que a acompanharam na estrada por diversas regiões e também marcou o encontro com parceiros de composições presentes em suas obras até os dias de hoje. Em 2018, a artista rodou o Brasil com a turnê do álbum &#8220;<strong>Caostrofobia</strong>&#8220;, que foi produzido por Rodrigo Campello no Ministério Studios (RJ) e distribuído pela Som Livre.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Atualmente, em fase final do curso de Ciências Sociais e dedicando-se também ao curso técnico de Teatro, a compositora, atualmente baseada em São Paulo (SP), se prepara para o lançamento de seu novo trabalho: uma obra audiovisual gravada inteiramente em takes únicos, registrados ao vivo com som e imagem. <strong>Ana</strong> é um álbum visual com sete faixas, que estreia em todas as plataformas digitais</p>
<p><em> </em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Com informações: CAFÉ 8 ASSESSORIA DE IMPRENSA   </strong></p>
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