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	<title>arembi &#8211; Boomerang Music</title>
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		<title>Jorge Ailton lança &#8220;Arembi&#8221;, terceiro disco de carreira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 23 Sep 2018 02:05:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Lançamentos]]></category>
		<category><![CDATA[arembi]]></category>
		<category><![CDATA[jorgeailton]]></category>
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					<description><![CDATA[Conhecido por tocar com nomes como Lulu Santos, Mart&#8217;nália e Sandra de Sá, o músico carioca apresenta canções autorais que passeiam por diferentes vertentes da black music, com influências da MPB, Pop e funk  &#160; Assista ao clipe: https://www.youtube.com/watch?v=o1jTPMebjGM &#160; Release por Maurício Gouvêa &#8211; Jornalista...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Conhecido por tocar com nomes como Lulu Santos, Mart&#8217;nália e Sandra de Sá, o músico carioca apresenta canções autorais que passeiam por diferentes vertentes da black music, com influências da MPB, Pop e funk </em></p>
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<p><strong><em>Assista ao clipe:</em></strong><em> <a href="https://www.youtube.com/watch?v=o1jTPMebjGM">https://www.youtube.com/watch?v=o1jTPMebjGM</a></em></p>
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<p><strong><em>Release por Maurício Gouvêa &#8211; </em></strong><em>Jornalista e livreiro da Baratos da Ribeiro</em></p>
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<p>A coisa vem de longe. Começou no fascínio pelo avô virtuoso, o celebrado saxofonista <strong>Moacyr Silva</strong>, que ia do jazz ao bolero sem perder a respiração. Depois, pelas mãos de <strong>João Nogueira</strong>, conheceu o <strong>batuque de verdade</strong> nas animadas rodas do Clube do Samba. Nos anos 80 viu seu pai, <strong>Ailton Silva</strong>, presidir um dos clubes cariocas mais intimamente ligados a resistência negra, o <strong>Renascença Clube</strong>, berço de bailes que fizeram história na cidade. E quando o funk, o R&amp;B e o soul de <strong>Michael Jackson, Prince</strong>, Earth, Wind &amp; Fire, <strong>Hyldon, Cassiano</strong> e <strong>Tim Maia </strong>invadiram o seu toca-discos, foi aí que o jogo virou de vez. E quem tem nome de um santo guerreiro é abençoado, dá as cartas, quebra a mesa. <strong>Salve Jorge</strong> e seu disco cativante, que já começa com um título genial: &#8220;<strong>AREMBI</strong>&#8220;.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Arembi é bumbo no chão, contrabaixo que pulsa</strong>. Arembi é só delícia, faz perder a noção. Neologismo que traduz, com perfeição, as intenções do álbum: <strong>R&amp;B repaginado de um jeito muito particular, com tarja <em>made in brazil</em>, ou melhor &#8220;Brasil&#8221;</strong>, com &#8220;S&#8221;. Ao se apropriar da <strong>música negra </strong>como parte de sua <strong>história de vida</strong>, Jorge Ailton chega ao seu <strong>terceiro disco solo </strong>revisitando a si próprio, ele que, no início dos anos 2000, fazia seu bailão com a banda<strong> FUNK U</strong> pelos bairros do Rio de Janeiro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A primeira frase que Jorge canta no disco é sintomática: &#8220;<em>Preste atenção, vou me revelar</em>&#8220;. A partir dela, o novo trabalho <strong>pega o ouvinte pela mão para um passeio por várias vertentes da chamada <em>black music</em></strong><em>, </em>terreno que o artista conhece como poucos. Tem <em>funk</em> &#8220;racha assoalho&#8221;, &#8220;<strong>Coadjuvante</strong>&#8220;, que poderia tranquilamente figurar no repertório de Rick James nos anos 70; o &#8220;quase samba, quase soul&#8221; de &#8220;<strong>Deliciosamente</strong>&#8220;, que emula a fusão carioca da Banda Black Rio; o charme suburbano de &#8220;<strong>Sansara</strong>&#8221; e da faixa-título &#8220;<strong>Arembi</strong>&#8220;; o <em>funk melody</em> &#8220;<strong>Isso que não tem nome</strong>&#8220;, onde a dupla Claudinho e Buchecha &#8220;nadaria de braçadas&#8221; nos anos 90; baladas soul clássicas em &#8220;<strong>Terceiro Sinal</strong>&#8221; e &#8220;<strong>Sine Qua Non&#8221;; </strong>e um soul eletrônico, &#8220;<strong>O início</strong>&#8220;, que faria Justin Timberlake dançar muito. Sobra até para um pop sessentista, ao melhor estilo Rita Lee &amp; Roberto de Carvalho, em &#8220;<strong>Não necessariamente nessa ordem</strong>&#8220;, que Jorge, cheio de bom humor, define como &#8220;<em>milk shake com hamburguer e banco colorido</em>&#8220;.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Tudo isso foi amarrado com precisão e talento por <strong>Fael Mondego</strong>, produtor que, mesmo lançando mão de tantos <strong>recursos eletrônicos</strong>, consegue deixar o disco com uma <strong>atmosfera absolutamente orgânica. Instrumentos acústicos</strong> (Violões de 6 e 12 cordas, guitarra &#8220;jazzy&#8221;, o baixo preciso do próprio Jorge e um naipe de metais da pesada, com arranjos inspirados de Filipe Rasta) <strong>dialogam harmonicamente com as programações</strong>&#8230; E, como diria Chico Buarque, &#8220;palmas para todos os instrumentistas&#8221; que fazem a festa neste trabalho: <strong>Claudio Costa</strong>, Rodrigo Tavares, <strong>Marcos Kinder,</strong> Diogo Gomes, <strong>Julio Merlino</strong>, <strong>Wanderson Cunha,</strong> Donatinho, <strong>Cesinha,</strong> Gustavo Corsi, Gê Fonseca, Lilian Valeska, <strong>Flavia Santana</strong> e Lourenço Monteiro.</p>
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<p>O conceito do álbum pode ser resumido na faixa &#8220;<strong>Bate e volta</strong>&#8220;, um <strong>&#8220;mantra <em>soul</em>&#8221; </strong>de letra curta e <strong>papo reto</strong> em parceria com <strong>Alexandre Vaz.</strong> Da Lei da Física ele traz a mensagem &#8220;<em>quem pratica o bem recebe de volta o bem</em>&#8220;. Sua <strong>simplicidade é abastecida com alta octanagem de positivismo</strong>, fazendo dela uma das grandes faixas do disco, um <strong>estímulo à dança</strong> ao melhor estilo de hinos como &#8220;Podes crer, amizade&#8221;, de Toni Tornado, ou &#8220;Respect Yourself&#8221; das Staple Singers.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>E quando o Jorge abre mão das palavras, seus parceiros letristas mostram que entenderam bem o recado. Fernanda Abreu (em &#8220;<strong>Deliciosamente</strong>&#8220;) e Mila Bartilotti (em &#8220;<strong>Sine Qua Non</strong>&#8220;) revelam o lado bom de um relacionamento que se acaba; <strong>Hyldon</strong> (mais um ídolo que virou parceiro) cria em &#8220;<strong>Caroço</strong>&#8221; uma personagem bem carioca que leva o astral da faixa lá prá cima; <strong>Ronaldo Bastos</strong> esbanja sensualidade e bem viver em &#8220;<strong>Sansara</strong>&#8220;; e Lourenço Monteiro cria em &#8220;<strong>O Início</strong>&#8221; um discurso que Jorge entende com a relação viva dele próprio com a música que faz: &#8220;<em>um vício</em>&#8220;. Isso sem falar em &#8220;<strong>Arembi</strong>&#8220;, letra onde o mestre <strong>Lulu Santos </strong>reproduz a emoção de se <strong>ouvir o R&amp;B pela primeira vez</strong>. Um verdadeiro convite ao deleite.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>De &#8220;<strong>Arembi</strong>&#8221; (que abre o álbum) a &#8220;<strong>O Início</strong>&#8221; (que fecha o trabalho, com a provocação de recomeço), <strong>o disco representa a estrada que Jorge vem percorrendo ao longo de quase 20 anos </strong>de uma carreira em que se divide entre o <strong>acompanhante de diversos nomes importantes da música nacional e internacional </strong>e o artista, que chega em 2017 cheio de histórias prá contar. Melodias criativas, letras ótimas (&#8220;<strong>Coadjuvante</strong>&#8221; é um achado!) e <strong>cantor de voz cada vez mais apurada</strong>, indo do grave ao falsete com muita naturalidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em tempos onde o <em>single</em> dá o tom nas plataformas digitais, vale a pena parar pra ouvir um <strong>álbum tão coeso, musicalmente variado e de raízes tão brasileiras</strong>. O &#8220;<strong>AREMBI</strong>&#8221; de Jorge Ailton veio pra ficar. Preste atenção.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Arembi</strong></p>
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<p><strong>Tracklist</strong></p>
<p>1 &#8211; <strong>Arembi </strong>(Jorge Ailton e Lulu Santos)</p>
<p>2 &#8211; <strong>Coadjuvante</strong> (Jorge Ailton)</p>
<p>3 &#8211; <strong><a href="https://open.spotify.com/track/3rNRnhKFiL3h7QTc9JUpmv?si=_kbFZo2xQJGlxuEB_-hG1w">Isso que não tem nome</a></strong> (Jorge Ailton) &#8211; <a href="https://www.youtube.com/watch?v=o1jTPMebjGM">clipe</a></p>
<p>4 &#8211; <strong>Terceiro Sinal</strong> (Jorge Ailton)</p>
<p>5 &#8211; <strong>Caroço</strong> (Jorge Ailton)</p>
<p>6 &#8211; <strong>Deliciosamente</strong> (Jorge Ailton/Alexandre Vaz/Fernanda Abreu)</p>
<p>7 &#8211; <strong><a href="https://open.spotify.com/track/30CHDxkFV3PEvylQzfjlcI?si=75a-JDDwT1irhP7aNUPQAg">Bate e volta</a></strong> (Jorge Ailton/Alexandre Vaz)</p>
<p>8 &#8211; <strong>Sansara</strong> (Jorge Ailton/Ronaldo Bastos)</p>
<p>9 &#8211; <strong>Sine qua non</strong> (Jorge Ailton/Milla Bartilotti)</p>
<p>10 &#8211; <strong>Não necessariamente nessa ordem</strong> (Jorge Ailton)</p>
<p>11 &#8211; <strong>O início</strong> (Jorge Ailton/Fael Mondego/Lourenço Monteiro)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Mais sobre o artista</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>                                                                                                         </em></p>
<p>Como <strong>baixista profissional, desde 1999</strong>, integrou a banda de artistas como <strong>Sandra de Sá </strong>(1999-2004), de quem foi diretor musical por 2 anos, <strong>Toni Garrido </strong>(2003-2005), <strong>Mart’nália </strong>(2006-2007), <strong>Paula Toller</strong> (2007-2010) e <strong>Lulu Santos </strong>(2010-2018).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Na <strong>carreira solo</strong>, ele começou pela mistura de rock com soul que norteia seu <strong>disco de estreia,</strong> <a href="https://open.spotify.com/album/6tLi6iHOc4qqzK2l6ljaRz?si=NhTPJpkLQMGVWL6cKMZjTw">O ano 1</a> (2010), que foi bem recebido pela crítica especializada. “<a href="https://open.spotify.com/track/0ps6dkNTds7HJYr6I7gOWr?si=dOPARxqSS86IGmYMS7KjXQ">Coração Retrô</a>” (Jorge Ailton/Paula Toller) foi um dos destaques do disco. “<a href="https://open.spotify.com/track/6qOx9o4Is0tkzExAcHDwRO?si=W_qRjqfZTUatJVrZ6AdYCg">Atropelada</a>” (Jorge Ailton/Apoena) foi <strong>regravada por Lulu Santos </strong>no álbum “Singular”. O <strong>segundo álbum</strong>, <a href="https://open.spotify.com/album/2aJoOVvcwnR8wBArTOkcaa?si=X565phl1Q6CYGeVsQvE6Mw">Canções Em Ritmo Jovem</a>, destacou os singles “<a href="https://open.spotify.com/track/2oR1Is7sLY7KtBFob9GGUc?si=kt3cogdGQXusY05lNeOijg">Chega de Longe</a>”(Jorge Ailton/Alexandre Vaz/Lulu Santos), com <strong>participação do próprio Lulu,</strong> e “<a href="https://open.spotify.com/track/66SQkAvImf5FjLN4v8PnHl?si=6OnKJm9iQT6cCcmHSCRaJQ">Vida Pequena de Um Grande Amor</a>” (Jorge Ailton/Ronaldo Bastos). <strong>Dado Villa-Lobos</strong> foi o convidado da faixa “<a href="https://open.spotify.com/track/7IyugLz6CpP4fkMTiAewZJ?si=0r5mqjsSTaSEe_VgGxB7AA">Sustentável</a>” (Jorge Ailton).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Mais sobre Jorge Ailton:</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://www.facebook.com/jorgeailtonoficial/">Facebook</a> (<a href="https://www.facebook.com/jorgeailtonoficial/">https://www.facebook.com/jorgeailtonoficial/</a>)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://www.youtube.com/user/MrNegroailton">YouTube</a> (<a href="https://www.youtube.com/user/MrNegroailton">https://www.youtube.com/user/MrNegroailton</a>)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://open.spotify.com/artist/2F5zlhFKAA1PuxsFIQzPot?si=LM9nwyBgR-6toiXbeOW5-w">Spotify</a> (<a href="https://open.spotify.com/artist/2F5zlhFKAA1PuxsFIQzPot?si=LM9nwyBgR-6toiXbeOW5-w">https://open.spotify.com/artist/2F5zlhFKAA1PuxsFIQzPot?si=LM9nwyBgR-6toiXbeOW5-w</a>)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em> </em><strong><em>Luana Ribeiro &#8211;</em></strong><strong><em>Assessoria de Imprensa</em></strong></p>
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