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	<title>Assucena &#8211; Boomerang Music</title>
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		<title>50 anos de Fatal &#8211; Gal a todo vapor:  Assucena homenageia álbum com o show “Rio e também posso chorar” no Sesc Belenzinho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jun 2022 00:43:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Assucena]]></category>
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					<description><![CDATA[A cantora, compositora e intérprete Assucena apresenta na próxima sexta-feira, 03 de junho, às 20h30, Rio e também posso chorar no Sesc Belenzinho, em São Paulo. No show que marca a estreia de sua carreira solo, a artista celebra os 50 anos de lançamento do álbum Fatal &#8211; Gal A Todo...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A cantora, compositora e intérprete <strong>Assucena</strong> apresenta na próxima sexta-feira, <strong>03 de junho, às 20h30</strong>, <strong><em>Rio e também posso chorar </em>no Sesc Belenzinho</strong>, em São Paulo. No show que marca a estreia de sua carreira solo, a artista celebra os 50 anos de lançamento do álbum <strong><em>Fatal &#8211; Gal A Todo Vapor</em></strong> com releituras e versões criadas especialmente para o espetáculo. Os ingressos para o show estão à venda no Portal do Sesc São Paulo.<a href="https://drive.google.com/drive/folders/1LSL71XCfKGVzAswzv1OLeaNaKREUqd1s?usp=sharing"><br />
</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Inspirada tanto pela poesia e beleza das canções que compõem o álbum quanto pela postura política que Gal, Jards Macalé e Waly Salomão imprimem em <strong><em>Fatal</em>, </strong>Assucena apresenta ao público um show emocionante e provocativo. “A obra homenageada emerge de um dos períodos mais sombrios da história brasileira e que ainda se faz contemporânea, pelo teor de autoritarismo e obscurantismo que ainda  nos assombra. Esse projeto é sobre a composição de um canto e de um corpo livre de uma mulher-trans em tempos de ataque à dignidade humana e à democracia. É uma releitura na qual vou imprimir meus traços e minhas pesquisas sonoras também”, conta a artista.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fatal &#8211; Gal A Todo Vapor </em>foi um dos primeiros discos duplos da discografia brasileira. Gravado ao vivo no Teatro Tereza Raquel (Rio de Janeiro), sob recursos limitados de captação, <strong><em>Fatal </em></strong>apresenta tropeços e microfonias como um retrato acurado de uma rebeldia magistral. Não à toa, é tido como um dos marcos musicais da contracultura brasileira durante o regime militar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Quando eu me encontrei com essa obra, eu me reencontrei como cantora e como artista. Meu coração vagabundo finalmente achou morada numa expressão sincera e arrojada de uma de nossas maiores intérpretes. <em>‘Gal sempre me trata com choques elétricos…</em>’, como bem disse Tom Zé. Ali, naquele ‘Vapor Barato’ eu pude aprender a ser visceral e ser delicada; pude ser guitarra e violão sincopado; pude ser a ‘Falsa Baiana’ de Geraldo Pereira, embora seja verdadeiramente uma baianíssima de um sertão que ainda espera ser mar”, celebra Assucena.</p>
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<p>“Quero ter o prazer de homenagear Gal e <em>Fatal</em>, por eu ter feito de mim, uma mulher que medita a respeito de minha época, de meu corpo, de minha voz e que deseja cantar um Brasil com o propósito da memória, da formação da consciência e do reencontro com suas raízes, mas também de sua contemporaneidade”, revela a artista.</p>
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<p>Acompanham a cantora os músicos <strong>Rafael Acerbi</strong> (direção musical, guitarra e violão); <strong>Bianca Predieri</strong> (bateria e programação) e <strong>Beatriz Lima</strong> (baixo).</p>
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<p><strong>Sobre Assucena </strong></p>
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<p><em>A cantora, compositora e intérprete ficou conhecida pelo trabalho desenvolvido durante seis anos com a banda &#8220;As Baías&#8221;, projeto com o qual foi indicada duas vezes ao Grammy Latino (2019 e 2020) e conquistou duas categorias no 29º Prêmio da Música Brasileira. Neste ano de 2022, Assucena lançou os primeiros singles da carreira solo: a canção autoral “Parti do Alto” e uma releitura-homenagem de “Ela”, gravada por Elis Regina há 50 anos. Seus primeiros trabalhos nesta nova fase têm sido muito bem recebidos pelo público e pela crítica especializada. Nascida e crescida no sertão da Bahia, Assucena constrói sua identidade artística a partir das influências da música baiana &#8211; em especial o Tropicalismo -, assim como das mais variadas vertentes da música popular brasileira, em composições e interpretações que dialogam com ritmos diversos como o samba, o rock e a música pop contemporânea. </em></p>
<p>***</p>
<p><strong>ASSUCENA<br />
Dia 3 de junho de 2022. Sexta 20h30</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Local: Comedoria (160 lugares)<br />
Ingressos: R$ 40 (inteira); R$ 20 (meia entrada); R$ 12 (Credencial Plena do Sesc)<br />
Recomendação etária: 18 anos<br />
Duração: 75 minutos</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>SESC BELENZINHO</strong></p>
<p><strong><br />
</strong>Endereço: Rua Padre Adelino, 1000<br />
Belenzinho – São Paulo (SP)<br />
Telefone: (11) 2076-9700<br />
sescsp.org.br/Belenzinho</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Estacionamento</strong><br />
De terça a sábado, das 9h às 21h. Domingos e feriados, das 9h às 18h.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Valores: Credenciados plenos do Sesc: R$ 5,50 a primeira hora e R$ 2,00 por hora adicional. Não credenciados no Sesc: R$ 12,00 a primeira hora e R$ 3,00 por hora adicional.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para espetáculos pagos, após as 17h: R$ 7,50 (Credencial Plena do Sesc &#8211; trabalhador no comércio de bens, serviços e turismo). R$ 15,00 (não credenciados).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Transporte Público</strong></p>
<p><strong><br />
</strong>Metro Belém (550m) | Estação Tatuapé (1400m)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Sesc Belenzinho nas redes</strong></p>
<p>Facebook | Instagram | YouTube: @sescbelenzinho</p>
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<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Com informações: Assessoria de Imprensa Sesc Belenzinho</strong></p>
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