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	<title>Baianasystem &#8211; Boomerang Music</title>
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	<lastBuildDate>Tue, 28 Feb 2023 10:51:33 +0000</lastBuildDate>
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		<title>BAIANASYSTEM, GILSONS &#038; TROPKILLAZ lançam “PRESENTE”</title>
		<link>https://boomerangmusic.com.br/baianasystem-gilsons-tropkillaz-lancam-presente/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Feb 2023 10:49:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Baianasystem]]></category>
		<category><![CDATA[gilsons]]></category>
		<category><![CDATA[TROPKILLAZ]]></category>
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					<description><![CDATA[Ouça aqui:  https://links.altafonte.com/Presente &#160; Vídeo:  https://youtu.be/JANq4DR1NG4   ´Presente´ traz uma mensagem que sensibiliza e busca a compreensão das coisas que realmente importam pra nossas vidas, depois de tempos tão difíceis de pandemia. O fato de ser lançada nesse carnaval é fundamental para que não esquecermos do que...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Ouça aqui:  </strong><a href="https://links.altafonte.com/Presente">https://links.altafonte.com/Presente</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Vídeo:  </strong><a href="https://youtu.be/JANq4DR1NG4">https://youtu.be/JANq4DR1NG4</a></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>´Presente´</strong> traz uma mensagem que sensibiliza e busca a compreensão das coisas que realmente importam pra nossas vidas, depois de tempos tão difíceis de pandemia. O fato de ser lançada nesse carnaval é fundamental para que não esquecermos do que passou, pra lembramos que o sentimento que rege todas as celebrações é o amor&#8221;, diz <strong>Russo Passapusso</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Depois de um ano trabalhando no nosso álbum ´Pra gente acordar´, este single traz muito significado. O Baiana é uma potência atual que traz toda ancestralidade da música da Bahia, assim como nós. Eles são de grande inspiração e este encontro foi muito especial, genuíno e que nasceu no Ensaio do Cortejo Afro. Não tinha como dar errado”, afirma Fran Gil.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“E ainda temos a sorte de ter o Tropikilazz, que sintetiza perfeitamente a mescla de gêneros que nosso grupo tanto gosta”, completa José Gil.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>PRESENTE (</strong><strong>Russo Passapusso/SekoBass/Fran Gil/João Gil/José Gil/Laudz/Zegon)</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Eu quero as coisas</p>
<p>Que o dinheiro não vai te dar</p>
<p>Hoje eu quero as coisas</p>
<p>Sem dinheiro não vai comprar</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Eu quero as coisas</p>
<p>Que o dinheiro não vai te dar</p>
<p>Hoje eu quero as coisas</p>
<p>Sem dinheiro não vai comprar</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ah ah ah</p>
<p>Um anel de latão pra te dar</p>
<p>Ah ah ah</p>
<p>De lata tata tá tata</p>
<p>Ah ah ah</p>
<p>Um anel de latão pra te dar</p>
<p>Ah ah ah</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Gosto dela colado comigo</p>
<p>Tô contente basta tá contigo</p>
<p>Dança junto, aqui não tem perigo</p>
<p>Chega perto, mais perto</p>
<p>Vou te contar</p>
<p>Chega junto, mais junto</p>
<p>Vou te levar</p>
<p>Não tem dinheiro que pague</p>
<p>Ahh ah ah</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Olha o que eu comprei</p>
<p>Presente pra você, Iaiá, gostar</p>
<p>Olha o que eu toquei</p>
<p>Presente pra você, Iaiá, dançar</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Eu quero as coisas</p>
<p>Que o dinheiro não vai te dar</p>
<p>Hoje eu quero as coisas</p>
<p>Sem dinheiro não vai comprar</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Eu quero as coisas</p>
<p>Que o dinheiro não vai te dar</p>
<p>Hoje eu quero as coisas</p>
<p>Sem dinheiro não vai comprar</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ah ah ah</p>
<p>Um anel de latão pra te dar</p>
<p>Ah ah ah</p>
<p>De lata tata tá tata</p>
<p>Ah ah ah</p>
<p>Um anel de latão pra te dar</p>
<p>Ah ah ah</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Intérpretes: Russo Passapusso e Fran Gil</p>
<p>Músicos:</p>
<p>Fran Gil &#8211; Voz e violão</p>
<p>SekoBass &#8211; Beat, synths, efeitos, baixo</p>
<p>Laudz &#8211; Beat, synths</p>
<p>Roberto Barreto &#8211; Guitarra Baiana</p>
<p>João Gil &#8211; Violão</p>
<p>Ícaro Sá &#8211; percussão</p>
<p>José Gil &#8211; Edição, Percussão</p>
<p>Junix &#8211; Guitarra</p>
<p>Hebert &#8211; Fender Rhodes</p>
<p>Rudiney &#8211; Trompete</p>
<p>Nilton &#8211; Sax e Flauta</p>
<p>Gilmar &#8211; Trombone</p>
<p>Maestro Ubiratan &#8211; Piano e arranjos de sopro</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Gravado em Estúdio Casa das Máquinas e Estúdio Tropkillaz</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Mix e Master: Luciano Scalercio</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fotografia Capa:  Di Martino</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Modelo Capa: Hanayrá Negreiros</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Arte Capa: Filipe Cartaxo /Di Martino</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Visualizer:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Direção: Filipe Cartaxo &amp; GG. Di Martino</p>
<p>Captação, montagem e edição: GG. Di Martino</p>
<p>Ourives: Marina Miranda</p>
<p>Agradecimento: Wild Metal Jóias</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Realização: Máquina de Louco / Xirê</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Empresário BaianaSystem: Simon Fuller</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Empresária Gilsons: Andrea Franco</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Empresária Tropkillaz: Maria Paula Oranges</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Produção Executiva: Maria Fortes</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A&amp;R:Lohana Schalken</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Assessoria de Imprensa BaianaSystem: Bebel Prates</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Assessoria de Imprensa Gilsons: Jorginho Velloso</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Assessoria de Imprensa Tropkillaz: Lety Escobar</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Comunicação Digital BaianaSystem:</p>
<p>Vic Oliveira</p>
<p>Bruna Canalini</p>
<p>Leandro Thomaz</p>
<p>Sofia Lizzaralde</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Comunicação Digital Gilsons:</p>
<p>Marina Fernandes</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Comunicação Digital Tropkillaz:</p>
<p>Lety Escobar</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Distribuição: Altafonte</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://www.baianasystem.com.br">www.baianasystem.com.br</a></p>
<p><a href="http://www.maquinadelouco.com.br">www.maquinadelouco.com.br</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Com informações: Bebel Prates Assessoria de Comunicação</strong></p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>KillazSystem BAIANASYSTEM &#038; TROPKILLAZ feat. Dog Murras e Vandal em A MOSCA</title>
		<link>https://boomerangmusic.com.br/killazsystem-baianasystem-tropkillaz-feat-dog-murras-e-vandal-em-a-mosca/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Oct 2022 11:30:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[amosca]]></category>
		<category><![CDATA[Baianasystem]]></category>
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					<description><![CDATA[Assista aqui ao vídeo:  https://youtu.be/q7DXArWFhgI   Ouça aqui:  https://links.altafonte.com/AMosca   O encontro entre BaianaSystem e Tropkillaz já vinha acontecendo nos remixes feitos pelo duo para as músicas &#8220;Saci&#8221; e &#8220;Cabeça de papel&#8221;, faixas do grupo baiano lançadas anteriormente em álbum e single. A conexão entre os...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Assista aqui ao vídeo:  </strong><a href="https://youtu.be/q7DXArWFhgI">https://youtu.be/q7DXArWFhgI</a></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Ouça aqui:  </strong><a href="https://links.altafonte.com/AMosca">https://links.altafonte.com/AMosca</a></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>O encontro entre<strong> BaianaSystem</strong> e <strong>Tropkillaz</strong> já vinha acontecendo nos remixes feitos pelo duo para as músicas &#8220;Saci&#8221; e &#8220;Cabeça de papel&#8221;, faixas do grupo baiano lançadas anteriormente em álbum e single. A conexão entre os beats eletrônicos, guitarras e vozes que flutuam entre canções populares e mensagens diretas, já mostravam o caminho natural para uma produção em conjunto, uma vontade de realizar um trabalho onde realmente houvesse uma troca criativa e de interação no estúdio. Isso finalmente acontece agora no projeto <strong>KillazSystem</strong>, um EP com muitas participações que começa a ser lançado agora em setembro com o primeiro single: <strong>A Mosca.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A faixa parte do emblemático sample de &#8220;Mosca na Sopa&#8221; de Raul Seixas, e chega com a mesma vontade de incomodar, de pousar nas feridas que estão expostas nesse momento do país. A mosca se transforma então nesse símbolo, que também serviu de inspiração para as rimas dos dois convidados da faixa: o angolano Dog Murras, cantor, compositor, escritor e ativista que tem tido importante papel em defesa do povo angolano e sua cultura, e Vandal, parceiro de longa data do <strong>BaianaSystem</strong> e um dos nomes mais importantes do rap baiano. Os dois unem em seus discursos os guetos de Salvador e Luanda, mostrando com propriedade suas realidades e como a cultura pode transformá-las. A faixa sai dia 22 de setembro pelo selo Máquina de Louco e marca a estreia do<strong> KillazSystem</strong>, uma fusão sonora amplificada pelos encontros musicais e que ainda vai trazer muito mais caldo para essa sopa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>TOCA RAUL</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O rock na Bahia começa efetivamente com Raul Seixas. É um marco. Claro que antes tivemos ali em meados dos anos 1960 Waldir Serrão, nosso grande Big Ben, com seus cometas no cine Roma, e no mesmo período o próprio Raulzito e seus Panteras, as influências de Elvis Presley, Chuck Berry, Little Richard, mas Raul se torna esse ponto de partida na Bahia e depois, um dos símbolos dessa imagem do rock nacional. Isso sem entrar no &#8220;purismo&#8221; sobre o que é rock, pois já falava de Elvis e Luiz Gonzaga, mostrava a influência do baião e falava do sertão como esse ambiente de referência para o seu &#8220;folk blues&#8221; e mais que tudo, incomodava. Ele era a própria mosca, que como em sua música já misturava tambores, pandeiro, berimbau, triângulo e guitarras, sempre voltava pra abusar, pra tocar na ferida, pra zumbizar, e lembrar que o rock está na atitude. Política, religião, misticismo, comportamento, nada passou batido pela lente do Raul, e quase tudo o que aconteceu no rock da Bahia depois tem sua referência e irreverência.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>KillazSystem – Fusão Sonora Amplificada</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Roberto Barreto / </strong>Setembro/2022</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>A MOSCA (Dog Murras/Raul Seixas/Russo Passapusso/Vandal/SekoBass)</strong></p>
<p><strong>Sample: A Mosca (Raul Seixas)</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Eu sou a mosca</p>
<p>Que pousou em sua sopa</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ritual Ubantu</p>
<p>Baiana System</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Quero a nossa cultura em primeiro lugar</p>
<p>Primeiro lugar</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Yeh! Yeh!</p>
<p>Ghetto Movimento</p>
<p>Yeh! Yeh!</p>
<p>Tamo chegando</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A mão que assina a sentença da desgraça</p>
<p>É pior que a bala que assassina a esperança</p>
<p>Nesse apartheid tudo vira arruaça</p>
<p>Pobre desgraça</p>
<p>Rico insegurança</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Mosca insurgente</p>
<p>Gente demente</p>
<p>Viver urgente porque</p>
<p>A fome não mente</p>
<p>A dor intensifica quando a gente se exprime</p>
<p>Nossa revolta não tem bala que reprime</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Não me pega</p>
<p>Não me toca</p>
<p>Sigo no caminho conduzido pela tropa</p>
<p>É o som que toca na caixa de som</p>
<p>E quando o coro come</p>
<p>Come, come</p>
<p>Come on!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Era Deus e o diabo na terra do sol</p>
<p>E o menino na rua sem lençol</p>
<p>Frente a frente</p>
<p>Tete a tete</p>
<p>Cara crachá</p>
<p>Cara crachá</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Batuca conga conga conga</p>
<p>A caminhada é longa</p>
<p>Batuca lenga lenga lenga</p>
<p>A batucada é linda</p>
<p>Com um louva-a-deus abrindo os braços soltando um rojão,</p>
<p>Eu me lembro de Glauber Rocha</p>
<p>E sigo ouvindo Arrocha</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Eu sou a mosca</p>
<p>Que pousou em sua sopa</p>
<p>Eu sou a mosca</p>
<p>Que chegou pra te abusar</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Quero a nossa cultura em primeiro lugar</p>
<p>Primeiro lugar</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>De pé na trincheira</p>
<p>Vivo em primeiro lugar</p>
<p>Tipo o povo de Luanda</p>
<p>Mente paramilitar</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>De pé na favela</p>
<p>O certo pelo certo</p>
<p>Carregamos a revolta</p>
<p>Mas tem que parar para acertar</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Povo preto organizado</p>
<p>Nossa meta é avançar</p>
<p>Na visão e sem boiar</p>
<p>Ninguém vai nos arrasar</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Eu sou a mosca</p>
<p>Na sua ferida eu vou pousar</p>
<p>Frente do enxame</p>
<p>Tenho várias tropas pra puxar</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Eu sou a mosca</p>
<p>Que pousou em sua sopa</p>
<p>Eu sou a mosca</p>
<p>Que chegou pra te abusar</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A Mosca &#8211; BaianaSystem &amp; Tropkillaz feat Dog Murras e Vandal</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Voz: Dog Murras, Russo Passapusso e Vandal</p>
<p>Programações, edição e efeitos: Tropkillaz</p>
<p>Programação, samples, beat, efeitos e baixo: SekoBass</p>
<p>Guitarra Baiana: Roberto Barreto</p>
<p>Guitarra: Junix 11</p>
<p>Synth modular: João Meirelles</p>
<p>Percussão: Ícaro Sá</p>
<p>Mix e Master: Luciano Scarlercio</p>
<p>Gravadora: Máquina de Louco</p>
<p>Distribuidora: Altafonte</p>
<p>Capa: Filipe Cartaxo</p>
<p>Vídeo: Filipe Cartaxo e GG. Di Martino</p>
<p>Fotos: Filipe Cartaxo</p>
<p>Produção Executiva: Maria Fortes</p>
<p>Produção: Fernanda Oliveira</p>
<p>A&amp;R: Lohana Schalken</p>
<p>Comunicação: Victoria Oliveira e Bruna Canalini</p>
<p>Assessoria de Imprensa: Bebel Prates e Letícia Escobar</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://www.baianasystem.com.br">www.baianasystem.com.br</a></p>
<p><a href="http://www.maquinadelouco.com.br">www.maquinadelouco.com.br</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Com informações:  Bebel Prates Assessoria de Comunicação</strong></p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>BAIANASYSTEM &#038; TROPKILLAZ lançam feat. Dog Murras e Vandal A MOSCA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Sep 2022 00:44:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Baianasystem]]></category>
		<category><![CDATA[TROPKILLAZ]]></category>
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					<description><![CDATA[Ouça aqui:  https://links.altafonte.com/AMosca   O encontro entre BaianaSystem e Tropkillaz já vinha acontecendo nos remixes feitos pelo duo para as músicas &#8220;Saci&#8221; e &#8220;Cabeça de papel&#8221;, faixas do grupo baiano lançadas anteriormente em álbum e single. A conexão entre os beats eletrônicos, guitarras e vozes que...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Ouça aqui:  </strong><a href="https://links.altafonte.com/AMosca">https://links.altafonte.com/AMosca</a></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>O encontro entre<strong> BaianaSystem</strong> e <strong>Tropkillaz</strong> já vinha acontecendo nos remixes feitos pelo duo para as músicas &#8220;Saci&#8221; e &#8220;Cabeça de papel&#8221;, faixas do grupo baiano lançadas anteriormente em álbum e single. A conexão entre os beats eletrônicos, guitarras e vozes que flutuam entre canções populares e mensagens diretas, já mostravam o caminho natural para uma produção em conjunto, uma vontade de realizar um trabalho onde realmente houvesse uma troca criativa e de interação no estúdio. Isso finalmente acontece agora no projeto <strong>KillazSystem</strong>, um EP com muitas participações que começa a ser lançado agora em setembro com o primeiro single: <strong>A Mosca.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A faixa parte do emblemático sample de &#8220;Mosca na Sopa&#8221; de Raul Seixas, e chega com a mesma vontade de incomodar, de pousar nas feridas que estão expostas nesse momento do país. A mosca se transforma então nesse símbolo, que também serviu de inspiração para as rimas dos dois convidados da faixa: o angolano Dog Murras, cantor, compositor, escritor e ativista que tem tido importante papel em defesa do povo angolano e sua cultura, e Vandal, parceiro de longa data do <strong>BaianaSystem</strong> e um dos nomes mais importantes do rap baiano. Os dois unem em seus discursos os guetos de Salvador e Luanda, mostrando com propriedade suas realidades e como a cultura pode transformá-las. A faixa sai dia 22 de setembro pelo selo Máquina de Louco e marca a estreia do<strong> KillazSystem</strong>, uma fusão sonora amplificada pelos encontros musicais e que ainda vai trazer muito mais caldo para essa sopa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone  wp-image-38607" src="https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2022/09/mini-SekoBass-Laudz-Roberto-Barreto-Zegon-e-Russo-Passapusso-credito-Filipe-Cartaxo-300x200.jpg" alt="" width="476" height="317" srcset="https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2022/09/mini-SekoBass-Laudz-Roberto-Barreto-Zegon-e-Russo-Passapusso-credito-Filipe-Cartaxo-300x200.jpg 300w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2022/09/mini-SekoBass-Laudz-Roberto-Barreto-Zegon-e-Russo-Passapusso-credito-Filipe-Cartaxo-1024x683.jpg 1024w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2022/09/mini-SekoBass-Laudz-Roberto-Barreto-Zegon-e-Russo-Passapusso-credito-Filipe-Cartaxo-768x512.jpg 768w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2022/09/mini-SekoBass-Laudz-Roberto-Barreto-Zegon-e-Russo-Passapusso-credito-Filipe-Cartaxo-1536x1024.jpg 1536w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2022/09/mini-SekoBass-Laudz-Roberto-Barreto-Zegon-e-Russo-Passapusso-credito-Filipe-Cartaxo-700x467.jpg 700w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2022/09/mini-SekoBass-Laudz-Roberto-Barreto-Zegon-e-Russo-Passapusso-credito-Filipe-Cartaxo.jpg 1900w" sizes="(max-width: 476px) 100vw, 476px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>TOCA RAUL</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O rock na Bahia começa efetivamente com Raul Seixas. É um marco. Claro que antes tivemos ali em meados dos anos 1960 Waldir Serrão, nosso grande Big Ben, com seus cometas no cine Roma, e no mesmo período o próprio Raulzito e seus Panteras, as influências de Elvis Presley, Chuck Berry, Little Richard, mas Raul se torna esse ponto de partida na Bahia e depois, um dos símbolos dessa imagem do rock nacional. Isso sem entrar no &#8220;purismo&#8221; sobre o que é rock, pois já falava de Elvis e Luiz Gonzaga, mostrava a influência do baião e falava do sertão como esse ambiente de referência para o seu &#8220;folk blues&#8221; e mais que tudo, incomodava. Ele era a própria mosca, que como em sua música já misturava tambores, pandeiro, berimbau, triângulo e guitarras, sempre voltava pra abusar, pra tocar na ferida, pra zumbizar, e lembrar que o rock está na atitude. Política, religião, misticismo, comportamento, nada passou batido pela lente do Raul, e quase tudo o que aconteceu no rock da Bahia depois tem sua referência e irreverência.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>KillazSystem – Fusão Sonora Amplificada</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Roberto Barreto / </strong>Setembro/2022</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>A MOSCA </strong>(Dog Murras/Raul Seixas/Russo Passapusso/Vandal/SekoBass)</p>
<p>Sample: A Mosca (Raul Seixas)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Eu sou a mosca</p>
<p>Que pousou em sua sopa</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ritual Ubantu</p>
<p>Baiana System</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Quero a nossa cultura em primeiro lugar</p>
<p>Primeiro lugar</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Yeh! Yeh!</p>
<p>Ghetto Movimento</p>
<p>Yeh! Yeh!</p>
<p>Tamo chegando</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A mão que assina a sentença da desgraça</p>
<p>É pior que a bala que assassina a esperança</p>
<p>Nesse apartheid tudo vira arruaça</p>
<p>Pobre desgraça</p>
<p>Rico insegurança</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Mosca insurgente</p>
<p>Gente demente</p>
<p>Viver urgente porque</p>
<p>A fome não mente</p>
<p>A dor intensifica quando a gente se exprime</p>
<p>Nossa revolta não tem bala que reprime</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Não me pega</p>
<p>Não me toca</p>
<p>Sigo no caminho conduzido pela tropa</p>
<p>É o som que toca na caixa de som</p>
<p>E quando o coro come</p>
<p>Come, come</p>
<p>Come on!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Era Deus e o diabo na terra do sol</p>
<p>E o menino na rua sem lençol</p>
<p>Frente a frente</p>
<p>Tete a tete</p>
<p>Cara crachá</p>
<p>Cara crachá</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Batuca conga conga conga</p>
<p>A caminhada é longa</p>
<p>Batuca lenga lenga lenga</p>
<p>A batucada é linda</p>
<p>Com um louva-a-deus abrindo os braços soltando um rojão,</p>
<p>Eu me lembro de Glauber Rocha</p>
<p>E sigo ouvindo Arrocha</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Eu sou a mosca</p>
<p>Que pousou em sua sopa</p>
<p>Eu sou a mosca</p>
<p>Que chegou pra te abusar</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Quero a nossa cultura em primeiro lugar</p>
<p>Primeiro lugar</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>De pé na trincheira</p>
<p>Vivo em primeiro lugar</p>
<p>Tipo o povo de Luanda</p>
<p>Mente paramilitar</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>De pé na favela</p>
<p>O certo pelo certo</p>
<p>Carregamos a revolta</p>
<p>Mas tem que parar para acertar</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Povo preto organizado</p>
<p>Nossa meta é avançar</p>
<p>Na visão e sem boiar</p>
<p>Ninguém vai nos arrasar</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Eu sou a mosca</p>
<p>Na sua ferida eu vou pousar</p>
<p>Frente do enxame</p>
<p>Tenho várias tropas pra puxar</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Eu sou a mosca</p>
<p>Que pousou em sua sopa</p>
<p>Eu sou a mosca</p>
<p>Que chegou pra te abusar</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A Mosca &#8211; BaianaSystem &amp; Tropkillaz feat Dog Murras e Vandal</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Voz: Dog Murras, Russo Passapusso e Vandal</p>
<p>Programações, edição e efeitos: Tropkillaz</p>
<p>Programação, samples, beat, efeitos e baixo: SekoBass</p>
<p>Guitarra Baiana: Roberto Barreto</p>
<p>Guitarra: Junix 11</p>
<p>Synth modular: João Meirelles</p>
<p>Percussão: Ícaro Sá</p>
<p>Mix e Master: Luciano Scarlercio</p>
<p>Gravadora: Máquina de Louco</p>
<p>Distribuidora: Altafonte</p>
<p>Capa: Filipe Cartaxo</p>
<p>Vídeo: Filipe Cartaxo e GG. Di Martino</p>
<p>Fotos: Filipe Cartaxo</p>
<p>Produção Executiva: Maria Fortes</p>
<p>Produção: Fernanda Oliveira</p>
<p>A&amp;R: Lohana Schalken</p>
<p>Comunicação: Victoria Oliveira e Bruna Canalini</p>
<p>Assessoria de Imprensa: Bebel Prates e Letícia Escobar</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://www.baianasystem.com.br">www.baianasystem.com.br</a></p>
<p><a href="http://www.maquinadelouco.com.br">www.maquinadelouco.com.br</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Com informações: Bebel Prates Assessoria de Comunicação</strong></p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Vetinflix e Máquina de Louco lançam videoclipe do BaianaSystem gravado em Fortaleza</title>
		<link>https://boomerangmusic.com.br/vetinflix-e-maquina-de-louco-lancam-videoclipe-do-baianasystem-gravado-em-fortaleza/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Aug 2022 01:19:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Baianasystem]]></category>
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					<description><![CDATA[O filme de Catraca tem a co-direção dos realizadores Léo Suricate, Renata Monte e Mumutante. &#160; Clipe:  https://youtu.be/trkjbdPUCs8   Uma bandeira do Brasil preta, uma sucata de ônibus, palhaços, mascarados incendiários, muito fogo e diversas simbologias marcam a narrativa do mais novo clipe do grupo BaianaSystem,...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>O filme de Catraca tem a co-direção dos realizadores</em></strong><strong> <em>Léo Suricate, Renata Monte e Mumutante.</em></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Clipe:  </strong><a href="https://youtu.be/trkjbdPUCs8">https://youtu.be/trkjbdPUCs8</a></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Uma bandeira do Brasil preta, uma sucata de ônibus, palhaços, mascarados incendiários, muito fogo e diversas simbologias marcam a narrativa do mais novo clipe do grupo <strong>BaianaSystem</strong>, gravado em Fortaleza – uma parceria entre os selos <strong>Máquina de Louco</strong>, <strong>Vetinflix</strong> e a produtora cultural <strong>Peixe-Mulher</strong>. O grupo lançará o novo trabalho no próximo dia 12 de agosto, às 10h, no canal do Youtube.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O clipe, repleto de dança e humor cearense, conta a história de um passageiro de ônibus, vivido pelo multiartista Abu, e que em sua viagem acaba experimentando um psicotrópico. Em transe, ele se une a um grupo de revolucionários, dispostos a romper fronteiras e destruir um dos ícones da segregação: a catraca.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Dirigido pelos artistas<strong> Léo Suricate</strong>, <strong>Renata Monte</strong> e<strong> Mumutante</strong>, o clipe reuniu diversos nomes da periferia, de diferentes linguagens artísticas, como Maurício Batuta, Blecaute, Fluxo Marginal, Larissa Ribeiro, Princesinhas do Passinho, Jamaicano e Helen de Sá, além da Direção de Fotografia de <strong>Murilo da Paz</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A iniciativa da parceria partiu de Léo, co-criador da Vetinflix, ainda em 2021, quando se deu o início do processo. “A ideia inicial era que o <em>Catraca</em> fosse um <strong>clipe de dança</strong>, focava no corpo e no ritmo da música, mas à medida que outras pessoas se uniam ao projeto, ele ficava maior. Depois de nove meses e um lockdown, chegou Renata e Mumu pra tocar a direção comigo”, explica.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para Renata, da Peixe-Mulher, o processo de realização do clipe quebrou com a lógica comum de produção audiovisual. “Grande parte da equipe teve sua estreia neste projeto. Houve uma troca muito potente entre quem estava aprendendo com a prática e profissionais com anos de mercado, onde os veteranos eram responsáveis pelo suporte e o protagonismo estava nas mãos dos estreantes. Foram cerca de 40 pessoas envolvidas no set”, analisa a diretora.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Por trás das câmeras, Luana Caiubi e Rafael Neves assinam a produção geral. O artista visual e designer Zé Filho desenvolveu a pesquisa, figurino e identidade. Os registros de todo o processo foram documentados pelos fotógrafos Jeny Sousa, Lucas Calisto, Tainá Cavalcante e os filmmakers Uirá Dantas e Felipe Pinto.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>As <strong>máscaras</strong> do clipe são pontos altos do projeto, com forte influência do afrofuturismo. Feitas a partir de materiais recicláveis, como relógios, placas de computador e fitas de rádio, as “cabeças” foram criadas e produzidas pela figurinista cearense <strong>Cris Rodrigues</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Parte do clipe foi gravada em uma garagem de ônibus, em meio às carcaças dos veículos, outra parte filmada no conjunto habitacional José Euclides, no bairro <strong>Jangurussu</strong>, com o auxílio e os olhares curiosos dos moradores do local, especialmente das crianças da comunidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Essa não é a primeira parceria entre o BaianaSystem e a Vetinflix. Em 2020, Léo protagonizou o clipe de <em>Cabeça de Papel, </em>do remix com Tropkillaz, em conjunto com a página de humor Suricate Seboso e o selo Máquina de Louco.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A música <em>Catraca</em> faz parte do disco <strong>OXEAXEEXU</strong>, resultado de uma experiência realizada em 2020, dividida em três atos &#8211; Navio Pirata, Recital Instrumental e América do Sol &#8211; e que agora forma um álbum de 21 faixas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>FICHA TÉCNICA</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Roteiro e concepção: Léo Suricate, Renata Monte, Mumutante e Zé Filho</p>
<p>Colaboração de roteiro: Filipe Cartaxo, Russo Passapusso, Luana Caiubi e Rafael Neves</p>
<p>Direção: Léo Suricate, Renata Monte e Mumutante</p>
<p>Assistente de Direção: Luana Caiubi</p>
<p>Elenco: Batuta, Abu, Mumutante e Léo Suricate</p>
<p>Bailarinos: Larissa Ribeiro, Jamaicano, Georgia Pinheiro, Thays Martins e Ruivinha</p>
<p>Produção Executiva: Rafael Neves</p>
<p>Coordenação de produção: Luana Caiubi</p>
<p>Produtor de Set: Cris Rodrigues, Íris Rebecca e Jeny Sousa</p>
<p>Direção de Fotografia: Murilo da Paz</p>
<p>Assistente de Câmera: Dudu Barbosa</p>
<p>Assistência de fotografia: Luandell Lucena</p>
<p>Direção de Arte: Zé Filho e Cris Rodrigues</p>
<p>Figurino: Zé Filho</p>
<p>Maquiagem: Princesinhas de Favela, Helén de Sá e Lavínia Vieira</p>
<p>Máscaras: Cris Rodrigues</p>
<p>Fotógrafas de Still: Jeny Sousa, Tainá Cavalcante e Lucas Calisto</p>
<p>Making of: Uirá Dantas e Felipe Pinto</p>
<p>Montagem e finalização: Murilo da Paz e Uirá Dantas</p>
<p>Equipamentos de câmera e luz: Cine Boutique</p>
<p>Intervenções: Fluxo Marginal</p>
<p>Color Grading: Pedro Antino</p>
<p>Intervenções do ônibus: Blecaute</p>
<p>Equipe elétrica e maquinaria: Eliezo Silva, Luiz Ribeiro e Tata Jean Tubarão</p>
<p>Motion: Jonathas Alpoim</p>
<p>Brigada de incêndio: Rilmar Saneyberg e Alex Almeida</p>
<p>Assessoria de imprensa: Bebel Prates e Renata Monte</p>
<p>Teasers: Uirá Dantas e Rafael Neves</p>
<p>Marcas apoiadoras: Cervejaria Capitosa, Delivery Menu, Take a Juice, Vai Terminar em Pizza e Terra Vista Filmes</p>
<p>Agradecimentos: Mulher Barbada, Marcelo Monte, Max Filho, Francisco Santiago, Sérgio Farias, Dudu Suricate, Érico Praça, Camila Monteiro, Cecília Sernache, Lohana Schalken, Paulo Vasconcelos, Aluísio, C.T.A.S. Anti Sinistro, Cidade Nova Transportes e moradores do Residencial José Euclides.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>CATRACA  (Russo Passapusso / SekoBass / Tonho Matéria / Ubiratan Marques)</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Sample: Buzu – Banda Fuzuê</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Voz &#8211; Russo Passapusso</p>
<p>Participação especial &#8211; Tonho Matéria</p>
<p>Baixo, programação de beat e synths &#8211; SekoBass</p>
<p>Cavaquinho &#8211; Pretinho da Serra</p>
<p>Percussão &#8211; Ícaro Sá e Japa System</p>
<p>Teclados &#8211; Ubiratan Marques</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Gravado nos estúdios Ilha dos Sapos e Casa das Máquinas</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Mixado por Daniel Ganjaman</p>
<p>Masterizado por Fernando Sanches</p>
<p>Produzido por Daniel Ganjaman</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Com informações: Bebel Prates Assessoria de Comunicação</strong></p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Claudia Manzo e BaianaSystem retomam parceria em single inédito da cantora chilena</title>
		<link>https://boomerangmusic.com.br/claudia-manzo-e-baianasystem-retomam-parceria-em-single-inedito-da-cantora-chilena/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Jan 2022 00:28:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Baianasystem]]></category>
		<category><![CDATA[ClaudiaManzo]]></category>
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					<description><![CDATA[&#8220;Água Benta&#8221; é uma canção sobre a potência das raízes pré-colonização da América    Depois de marcar presença em duas faixas do elogiado álbum &#8220;OXEAXEEXU&#8221;, do BaianaSystem, a cantora chilena Claudia Manzo recebe o grupo na sua faixa inédita, &#8220;Água Benta&#8221;. O single antecipa seu...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>&#8220;Água Benta&#8221; é uma canção sobre a potência das raízes pré-colonização da América</em></p>
<p><em> </em><em> </em></p>
<p>Depois de marcar presença em duas faixas do elogiado álbum <strong>&#8220;OXEAXEEXU&#8221;</strong>, do <strong>BaianaSystem</strong>, a cantora chilena <strong>Claudia Manzo</strong> recebe o grupo na sua faixa inédita, <strong>&#8220;Água Benta&#8221;</strong>. O single antecipa seu novo álbum, <strong>&#8220;Re-voltar&#8221;</strong>, e se une a outras duas canções já reveladas: <strong>&#8220;Vacilão&#8221;</strong> (com <strong>Mariana Cavanellas</strong>) e <strong>&#8220;Re-volta&#8221;</strong>. &#8220;Água Benta&#8221; chega às plataformas de streaming e, em breve, ganha um clipe.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Ouça &#8220;Água Benta&#8221;: </strong><a href="https://tratore.ffm.to/agua-benta"><strong>https://tratore.ffm.to/agua-benta</strong></a><strong> </strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A união de ritmos da música de raiz latinoamericana de Claudia Manzo com a potência sonora do BaianaSystem faz da nova colaboração um verdadeiro caldeirão musical impulsionado por uma letra igualmente forte. A origem desse encontro está nas manifestações de rua no Chile, que sofreram pesada repressão policial e fizeram a cantora radicada no Brasil buscar plataformas de artistas dispostos a compartilhar vídeos e relatos não mostrados na mídia tradicional. Através de DMs de <strong>Russo Passapusso</strong>, vocalista do BaianaSystem, Claudia foi convidada a uma participação no álbum do grupo. Agora, é ela quem recebe o coletivo em uma canção que mescla todas as suas interseções artísticas e visão de mundo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>&#8220;Na revolta chilena de outubro de  2019 eu já estava morando no Brasil e comecei a receber notícias do Chile que não chegavam aqui e eram horríveis, de mortes, repressão, estupros, por parte do Estado contra o povo que estava se manifestando. Me veio um desespero, entrei no Instagram e mandei mensagem pra alguns artistas que eu sentia que iam compartilhar nos seus perfis. Russo me respondeu, me pediu pra explicar melhor a situação e que fosse compartilhando o material que eu recebia com ele. Russo me perguntou se eu cantava ou fazia música e eu disse que sim. Nesse momento ele me enviou a música &#8216;<strong>Capucha&#8217;</strong>, o instrumental&#8221;</em>, relembra Manzo. No fim de 2020 foi possível gravar não apenas essa canção, como também <strong>&#8220;Pachamama&#8221;</strong>, onde ela faz um rezo e toca o cuatro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A letra de &#8220;Água Benta&#8221; remete ao respeito com a história ancestral, tradições e manifestações da Abya Yala &#8211; como a América pré-Colombo era conhecida na língua do povo Kuna, significando &#8220;Terra madura&#8221;, &#8220;Terra Viva&#8221; ou &#8220;Terra em florescimento&#8221;. A faixa aborda a vida e morte como algo natural, o purgatório terrestre em defesa da ancestralidade e dos sons que transitam entre o céu e a terra para nos libertar. Desse canto de resistência, a guitarra baiana de <strong>Roberto Barreto</strong>, o violão de sete cordas de <strong>André Milagres</strong>, os beats e a poesia cortante, entre Português e Espanhol, surge uma canção sobre identidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>&#8220;Eu fiz o convite desta vez para Russo Passapusso e acabou entrando o BaianaSystem como parceiro, foi um processo muito especial. Ela vem dessa vontade da gente poder ainda ser o que éramos antes da colonização nos limitar&#8221;</em>, resume Claudia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8220;Re-voltar&#8221; será o segundo disco da artista, após a estreia <strong>&#8220;America por una mirada femenina&#8221;</strong>, lançado em 2017. Definindo-se como uma cantora e musicista <em>brachilena</em> vivendo em Belo Horizonte, Claudia Manzo faz da sua canção uma via de encontro com a América Latina, seu povo, história e cultura.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Crédito: Luciana Diniz</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Ficha técnica</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Composição: Claudia Manzo, André Milagres, Russo Passapusso</p>
<p>Produção musical, mixagem e masterização: CIDO</p>
<p>Produção Executiva: Marina Lauar</p>
<p>Voz : Russo Passapusso</p>
<p>Voz: Claudia Manzo</p>
<p>Guitarra Baiana: Roberto Barreto</p>
<p>Violão 7 cordas: André Milagres</p>
<p>Violino: Luiza Anastácio</p>
<p>Gravação de voz e violão 7 cordas: Estúdio Lamparina</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Letra</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Água benta</p>
<p>Não tem água benta</p>
<p>Ô meu amor</p>
<p>Não venha lamentar</p>
<p>Ninguém vai parar nosso som</p>
<p>Ninguém vai calar nossa boca</p>
<p>Ninguém vai parar nosso beat</p>
<p>Ninguém vai apagar nossa letra</p>
<p>Um gosto de sangue na boca no dente</p>
<p>mordendo a medalha de prata</p>
<p>Tira o capuz dessa cara man</p>
<p>Tira o capuz dessa cara dura</p>
<p>Eu sinto minha língua lambendo a navalha</p>
<p>e meu corpo saindo da bala escura</p>
<p>Tira o capuz dessa cara man</p>
<p>Tira o capuz dessa cara dura</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Água benta não tem água benta</p>
<p>Ô meu amor</p>
<p>Não venha lamentar</p>
<p>Me mataron tantas vezes</p>
<p>sin embargo sigo aquí resucitando</p>
<p>Me dicen ingenua, débil de cuerpo y mente</p>
<p>Pero soy rebeldía, mi delito brujería</p>
<p>hipocresía para mantener control</p>
<p>Yo no odio y amo, tengo más de un corazón</p>
<p>Mi danza no es del diablo</p>
<p>es movimiento poesía</p>
<p>encontrar mis ancestros, nunca fue una herejía</p>
<p>Yo no niego tus creencias</p>
<p>por qué tu niegas la mías?</p>
<p>lo diferente te asusta</p>
<p>protégete con agua bendita</p>
<p>Calunduçeira hechicera, bruja</p>
<p>siento en mi toda la magia</p>
<p>observo lo que tu no miras</p>
<p>soy guardiana Universal</p>
<p>de todo que há de importar</p>
<p>tu no me calla,calla, calla</p>
<p>aqui la raiz es profunda</p>
<p>y de mi</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>protege com agua bendita</p>
<p>Me mataron tantas vezes</p>
<p>sin embargo sigo aquí resucitando</p>
<p>Água benta não tem água benta</p>
<p>Ô meu amor não venha lamentar</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Acompanhe Claudia Manzo:</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Site: <a href="https://www.claudiamanzo.com/">https://www.claudiamanzo.com/</a></p>
<p>Facebook: <a href="https://www.facebook.com/claudiamanzooficial">https://www.facebook.com/claudiamanzooficial</a></p>
<p>Instagram: <a href="https://www.instagram.com/claudiamanzooficial">https://www.instagram.com/claudiamanzooficial</a></p>
<p>Twitter: <a href="https://twitter.com/Claudiacantora3">https://twitter.com/Claudiacantora3</a></p>
<p>YouTube: <a href="https://www.youtube.com/claudiamanzo">https://www.youtube.com/claudiamanzo</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Com informações:  Nathália Pandeló Corrêa &#8211; <em>Build Up Media  &#8211; </em><a href="http://www.buildupmedia.com.br/">http://www.buildupmedia.com.br</a></strong></p>
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			</item>
		<item>
		<title>TIGANÁ SANTANA &#038; BAIANASYSTEM se unem em Canto para Atabaque</title>
		<link>https://boomerangmusic.com.br/tigana-santana-baianasystem-se-unem-em-canto-para-atabaque/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Dec 2021 11:32:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Baianasystem]]></category>
		<category><![CDATA[TIGANASANTANA]]></category>
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					<description><![CDATA[Ouça aqui:   https://links.altafonte.com/canto &#160; Vídeo:  https://youtu.be/Ly4a0hrvISA &#160; O tambor traz em si uma poética ancestral que conecta muitas dimensões da formação de nosso povo e da identidade que construímos através dele. Unir poesia, música, imagem e pensamento em torno de algo tão simbólico nos leva para...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Ouça aqui:  </strong> <a href="https://links.altafonte.com/canto">https://links.altafonte.com/canto</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Vídeo:  </strong><a href="https://youtu.be/Ly4a0hrvISA">https://youtu.be/Ly4a0hrvISA</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O tambor traz em si uma poética ancestral que conecta muitas dimensões da formação de nosso povo e da identidade que construímos através dele. Unir poesia, música, imagem e pensamento em torno de algo tão simbólico nos leva para um lugar especial e necessário nesse momento de nossa história. Esse capítulo começa a ser escrito em 2019, quando a atriz Maria Marighella convidou o baiano <strong>Tiganá Santana</strong> para musicar um poema de seu avô, o escritor e político baiano Carlos Marighella. O poema escolhido foi o fundamental &#8220;Canto para Atabaque&#8221;, sobre o lugar do tambor e das africanias na constituição do Brasil. Logo após traduzir em harmonia e melodia as palavras de Marighella, Tiganá convidou o <strong>BaianaSystem</strong> e o músico<strong> Sebastian Notini</strong> para juntos construírem os arranjos e interpretarem a, agora canção, que ecoa da Bahia para o mundo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Com a avassaladora chegada da pandemia do coronavírus, como se sabe, planos curvaram-se ao que determinou a virada dos tempos. Foi então já no segundo semestre de 2021 que a promessa de gravação foi retomada e agora, neste 05 de dezembro de 2021, quando se completam 110 anos de nascimento de Carlos Marighella, sai em todas as plataformas digitais &#8220;Canto para Atabaque&#8221;, em duas versões: original e aDUBada. Para mais essa viagem sonora, o BaianaSystem convidou o parceiro de longa data Buguinha DUB, que diretamente do estúdio Mundo Novo em Olinda, onde os tambores também cantam, mixou, masterizou e adubou as faixas. As gravações foram realizadas em Salvador no mês de novembro por SekoBass e Sebastian Notini, que juntos também editaram, gravaram efeitos, programações e trouxeram a timbragem da música.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A percussão conduz toda a faixa. Seguindo a tradição, o arranjo feito pelo músico Ícaro Sá ao lado de Sebastian, utiliza os três atabaques: Rum, Rumpi e Lé, junto com agogô, xequerê e caxixis, num toque de barravento, da tradição do candomblé de Angola. Essa ritmologia deu a linha do arranjo de base feito por Russo Passapusso e SekoBass, com grande referência de reggae. Russo desenha os vocais ao lado de Tiganá e aponta também para as influências arábico-sertanejas que nos levam para uma Bahia ainda mais profunda. Além disso, a presença da guitarra baiana de Roberto Barreto, instrumento criado na Bahia nos anos 40 e com grande identidade local, traz ares de uma África desértica em diálogo com os tambores.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para ilustrar esse canto, Cartaxo, que é responsável pela identidade visual do BaianaSystem, convidou o artista baiano Pedro Marighella (neto de Carlos), com quem já havia trabalhado junto em outros projetos ligados à música e artes visuais. Pedro tem um grande trabalho em artes plásticas, design e música, com uma ligação muito forte com nossa cultura e suas relações entre política, entretenimento e mercado, muito ligado à cidade, sua gente, seus movimentos e expressões.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Entoar e homenagear, hoje, o tambor que protagoniza o texto de Marighella é tratar das presenças afrorreferentes no Brasil a partir de um lugar matricial, tomando o tambor não como objeto-instrumento, mas como entidade que nos informa sobre modos de existir no mundo; é combater o racismo religioso; é ir ao encontro de um conjunto negro de saberes que não dissocia estética de política, ética de conhecimento. O atabaque que intitula a canção e se faz presente na gravação é essa força presente nos candomblés e nas dimensões de encantamento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Canto para Atabaque vem então nesse momento para celebrar, conectar, transcender e aproximar através da arte nossas dimensões humanas. Um encontro de pessoas e gerações que lançam mão do toque dos tambores e da força do verbo para falar de Brasil, de África, de tempo e de espaço.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>POEMA DE CARLOS MARIGUELLA &#8220;CANTO PRA ATABAQUE&#8221;</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ei bum!</p>
<p>Qui bum-rum!</p>
<p>Qui bum-rum!</p>
<p>Bum! Bumba!</p>
<p>Ei lu!</p>
<p>Qui lu-lu!</p>
<p>Qui lu-lu!</p>
<p>Lumumba!</p>
<p>Ei Brasil!</p>
<p>Ei bumba meu-boi!</p>
<p>“Mansu, manseba,</p>
<p>traz a navalheta</p>
<p>pra fazer a barba</p>
<p>deste maganeta.”</p>
<p>Lá vem beberrão,</p>
<p>lá vem Bastião,</p>
<p>tocando bexiga</p>
<p>em tudo que é gente.</p>
<p>O engenheiro medindo,</p>
<p>empata-samba empatando,</p>
<p>cavalo-marinho</p>
<p>dançando, dançando.</p>
<p>O boi requebrando,</p>
<p>o boi ‘stá morrendo,</p>
<p>o boi levantando,,,</p>
<p>Ei Brasil-africano!</p>
<p>Minha avó era nega haussá,</p>
<p>ela veio foi da África,</p>
<p>num navio negreiro.</p>
<p>Meu pai veio foi da Itália,</p>
<p>operário imigrante.</p>
<p>O Brasil é mestiço,</p>
<p>mistura de índio, de negro, de branco.</p>
<p>Bum! Qui bum-rum! Qui bum-rum! Bum-bum!</p>
<p>Quem fez o Brasil</p>
<p>foi trabalho de negro,</p>
<p>de escravo, de escrava,</p>
<p>com banzo, sem banzo,</p>
<p>mas lá na senzala,</p>
<p>o filão do Brasil</p>
<p>veio de lá foi da África.</p>
<p>Ei bum!</p>
<p>Qui bum-rum!</p>
<p>Qui bum-rum!</p>
<p>Bum! Bumba!</p>
<p>Ei lu!</p>
<p>Qui lu-lu!</p>
<p>Qui lu-lu!</p>
<p>Lumumba!</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Canto para Atabaque</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Poema de Marighella musicado por Tiganá Santana</p>
<p>Intérpretes &#8211; Tiganá Santana e BaianaSystem</p>
<p>Composição (Carlos Marighella &#8211; Tiganá Santana)</p>
<p>Tiganá Santana &#8211; Voz</p>
<p>Russo Passapusso &#8211; Voz</p>
<p>Roberto Barreto &#8211; Guitarra e guitarra baiana</p>
<p>SekoBass &#8211; Baixo, programação, samples e edição</p>
<p>Ícaro Sá &#8211; Percussão</p>
<p>Sebastian Notini &#8211; Percussão, piano rhodes e edição</p>
<p>Arranjo de Base &#8211; Russo Passapusso e Sekobass</p>
<p>Arranjo de Percussão &#8211; Ícaro Sá e Sebastian Notini</p>
<p>Gravado por Seko Bass e Sebastian Notini</p>
<p>Mixado e Masterizado por Buguinha Dub (No Mundo Novo &#8211; Olinda)</p>
<p>Capa &#8211; Pedro Mariguella</p>
<p>Fonograma &#8211; Máquina de Louco/Tiganá Santana</p>
<p>Lançamento &#8211; Máquina de Louco</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Canto para Atabaque &#8211; Versão Adubada</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Intérpretes &#8211; Tiganá Santana, BaianaSystem e Buguinha Dub</p>
<p>Composição (Carlos Marighella &#8211; Tiganá Santana)</p>
<p>Tiganá Santana &#8211; Voz</p>
<p>Russo Passapusso &#8211; Voz</p>
<p>Roberto Barreto &#8211; Guitarra e guitarra baiana</p>
<p>SekoBass &#8211; Baixo, programação, samples e edição</p>
<p>Ícaro Sá &#8211; Percussão</p>
<p>Sebastian Notini &#8211; Percussão, piano rhodes e edição</p>
<p>Arranjo e edição &#8211; Buguinha Dub</p>
<p>Arranjo de Base &#8211; Russo Passapusso e Sekobass</p>
<p>Arranjo de Percussão &#8211; Ícaro Sá e Sebastian Notini</p>
<p>Gravado por Seko Bass e Sebastian Notini</p>
<p>Mixado e Masterizado por Buguinha Dub (No Mundo Novo &#8211; Olinda)</p>
<p>Capa &#8211; Pedro Mariguella</p>
<p>Fonograma &#8211; Máquina de Louco/Tiganá Santana</p>
<p>Lançamento &#8211; Máquina de Louco</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><a href="http://www.maquinadelouco.com.br">www.maquinadelouco.com.br</a></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
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<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Com informações: Bebel Prates  Assessoria de Comunicação</strong></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://boomerangmusic.com.br/tigana-santana-baianasystem-se-unem-em-canto-para-atabaque/feed/</wfw:commentRss>
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		<item>
		<title>BaianaSystem lança Clipe A VIDA É CURTA PRA VIVER DEPOIS</title>
		<link>https://boomerangmusic.com.br/baianasystem-lanca-clipe-a-vida-e-curta-pra-viver-depois/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 May 2021 02:26:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Baianasystem]]></category>
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					<description><![CDATA[Assista o clipe:  http://bit.ly/ClipeAVidaECurtaPraViverDepois &#160;  Alice Carvalho traz amor feminino como destaque em novo videoclipe do BaianaSystem co-dirigido com Larinha Dantas. &#160; BaianaSystem e a atriz, diretora e roteirista Alice Carvalho lançam o clipe &#8220;A Vida É Curta Pra Viver Depois&#8221;, projeto audiovisual com o...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Assista o clipe:  <strong><a href="http://bit.ly/ClipeAVidaECurtaPraViverDepois">http://bit.ly/ClipeAVidaECurtaPraViverDepois</a></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong> </strong><strong>Alice Carvalho traz amor feminino como destaque em novo videoclipe do BaianaSystem co-dirigido com Larinha Dantas.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>BaianaSystem</strong> e a atriz, diretora e roteirista <strong>Alice Carvalho</strong> lançam o clipe &#8220;A Vida É Curta Pra Viver Depois&#8221;, projeto audiovisual com o Caboré Audiovisual e a diretora Larinha Dantas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A parceria entre Alice Carvalho e BaianaSystem começou em 2018, com o vídeo &#8220;Aqui Não&#8221;, onde a atriz declama um texto escrito por ela e pelo músico Filipe Toca. A banda soteropolitana abriu o show do Festival Música Alimento da Alma (MADA) e usou como encerramento em diversos concertos da turnê &#8220;Sulamericano&#8221;.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Trazendo fortes influências estéticas do cyberphunk e do afrofuturismo – banhados, é claro, pelo tempero único do cinema nordestino – “A Vida É Curta Pra Viver Depois” também nos entrega o amor como uma trincheira de resistência importante pra se ocupar &#8211; materializado na obra como a entrega do afeto entre duas mulheres negras: a própria Alice e Mainá Santana.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A faixa &#8220;A Vida É Curta Pra Viver Depois&#8221; foi enviada por Russo Passapusso diretamente para Alice pouco antes da estreia do ATO 3 do disco &#8220;OXEAXEXU&#8221;. “<em>Rapidamente somei forças com antigos parceiros de sucesso do audiovisual potiguar para construir uma história que falasse sobre alivio, amor e urgência de viver a vida com muita verdade nesses tempos tão difíceis de cólera</em>”, comenta Alice Carvalho.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Desde então, a multiartista vem amadurecendo a linguagem de criação visual num processo de muita troca, a fim de firmar um intercâmbio sólido que materialize toda importância do encontro da Bahia de Maria Felipa com o Rio Grande do Norte de Clara Camarão.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Se na tela há verdade e representatividade, na equipe majoritariamente feminina e racializada isso não é diferente. Larinha R. Dantas, co-diretora, é uma das filmmakers potiguares mais premiadas quando se diz respeito a videoclipe musical. Além de Larinha, outras figurinhas importantes para a cena da música brasileira também estiveram nos bastidores: Gabriel Souto (DUSOUTO/Luisa e os Alquimistas) dividindo a direção de fotografia com João Milton e Luísa Nascim (Luisa e os Alquimistas), que assina direção de arte, figurino e maquiagem.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>SOBRE ALICE CARVALHO </strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Alice Carvalho possui experiência como atriz, roteirista e dramaturga. Sua formação de atriz foi adquirida em workshops e oficinas livres com grupos como Clowns de Shakespeare, Cia. Teatro Interrompido, SEM Cia. de Teatro e Coletivo Alfenim. É discente no curso de Artes Visuais na UFRN. No teatro esteve em cartaz com “Brutal” (drama de Mário Bortolotto), “DO AMOR” (comédia autoral), circulou o país de 2014 a 2015 com seu número de Stand Up Comedy e em 2017 estreou “INKUBUS” (thriller/drama autoral) sob a direção de Junior Dalberto, espetáculo que angariou o prêmio de “Artista do Ano” para Alice Carvalho no Troféu Cultura RN.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Como escritora lançou em 2015 o livro “Do Amor – E algumas crônicas…” pela editora Jovens Escribas, com o prefácio de Ingrid Guimarães, circulando com palestras ao lado de nomes como Marcelino Freire e Xico Sá.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em 2018 lançou “A Princesa Empoderou”, coletânea de contos e crônicas publicados em jornais e revistas de Natal.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em 2016 idealizou, roteirizou e protagonizou a Websérie SEPTO, vencedora do prêmio de “Melhor Websérie” no Buenos Aires Webfest 2017, “Melhor Elenco de Drama” no Rio Webfest 2017, “Destaque Audiovisual” no Troféu Cultura RN, além de ter sido indicada a prêmios em 4 categorias no Asia Web Awards 2017 e 3 no Seoul Webfest 2017.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em 2018, após ter sido escolhida no Rio Webfest, SEPTO representou o Brasil em festivais na Alemanha (Die Seriale e Wendie Webfest) e nos Estados Unidos (Streamy Awards 2018 e Out Webfest), tornando-se o primeiro projeto audiovisual potiguar a receber destaque em Hollywood.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em 2019 escreveu e protagonizou a segunda temporada da bem-sucedida “SEPTO”, financiada através do edital Rumos Itaú Cultural com estreia prevista para maio, integrou o elenco da super-série da Globo “Segunda Chamada” e o elenco da segunda temporada da série “MANU”, produção da Substrato Filmes e criar clipes para BaianaSystem. Em 2020 estreou, roteirizou e co-dirigiu o documental “Fora do Papel”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Atualmente é consultora de roteiro de desenvolvimento das séries “Os Holísticos” e “FOME”. Desenvolve junto com Vitória Real o podcast educacional “Roteiros São de Vênus” e é chefe da sala de roteiro dos projetos “Thelma e Luiza” e “AGÔ”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>FICHA TÉCNICA</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Roteiro e concepção: Alice Carvalho, Larinha R. Dantas e Gabriel Souto Colaboração de roteiro: Filipe Cartaxo e Russo Passapusso</p>
<p>Direção: Alice Carvalho e Larinha R. Dantas</p>
<p>Assistente de Direção: André Santos</p>
<p>Elenco: Alice Carvalho e Mainá Santana</p>
<p>Produção Executiva e Direção de Produção: Babi Baracho</p>
<p>Gestão de Projeto: Betânia Carvalho e Babi Baracho</p>
<p>Produtor de Set: Tobias Nevesilva</p>
<p>Direção de Fotografia: João Milton e Gabriel Souto</p>
<p>Assistente de Câmera: Urêa</p>
<p>Direção de Arte: Alice Carvalho e Luísa Nascim</p>
<p>Figurino, beleza e produção de moda: Luísa Nascim</p>
<p>Máscara e casaco: IGNIS</p>
<p>Fotógrafas de Still: Babi Baracho e Luana Tayze</p>
<p>Segurança: Pablo Medeiros</p>
<p>Catering: Pão do Gringo</p>
<p>Agradecimentos: Brasileirissimos, Iguia, LIIV Via Costeira, Marxine Bardo, Salete Carvalho, Tuana Freitas e Camila Masiso.</p>
<p>Uma coprodução da Máquina de Louco, Made In Coophab, Caboré Audiovisual e Larinha R. Dantas.</p>
<p>Montagem e Finalização: Larinha R. Dantas, Gabriel Souto e João Milton Assessoria de Imprensa: Bebel Prates e Dionisio Outeda</p>
<p>Equipe de Mídias: Maria Fontes, Victoria Oliveira e Josué Veloso.</p>
<p>Participação especial &#8211; Carolaine (voz)</p>
<p>Voz &#8211; Russo Passapusso</p>
<p>Guitarra Baiana &#8211; Roberto Barreto</p>
<p>Programação de beat e synths &#8211; SekoBass</p>
<p>Percussão – Japa System</p>
<p>Edições e synths &#8211; Dudu Marote</p>
<p>Gravado nos estúdios Ilha dos Sapos e Casa das Máquinas</p>
<p>Mixado por Dudu Marote</p>
<p>Masterizado por Fernando Sanches</p>
<p>Produzido por Dudu Marote e BaianaSystem</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://www.baianasystem.com.br">www.baianasystem.com.br</a></p>
<p><a href="http://www.maquinadelouco.com.br">www.maquinadelouco.com.br</a></p>
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<p>&nbsp;</p>
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<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Com informações: Bebel Prates Assessoria de Comunicação</strong></p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>BaianaSystem lança &#8220;BRASILIANA&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Apr 2021 23:31:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Baianasystem]]></category>
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					<description><![CDATA[Ouça aqui:   https://links.altafonte.com/oxeaxeexu &#160;  O BaianaSystem lança o seu mais novo álbum, OXEAXEEXU, resultado da experiência iniciada em abril de 2020, quando o mundo mudou sua rota. O disco que começou a ser conhecido no dia 2 de fevereiro (festa de Yemanjá) com o lançamento...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Ouça aqui:   </strong><a href="https://links.altafonte.com/oxeaxeexu">https://links.altafonte.com/oxeaxeexu</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong> </strong>O <strong>BaianaSystem</strong> lança o seu mais novo álbum, <strong>OXEAXEEXU, </strong>resultado da experiência iniciada em abril de 2020, quando o mundo mudou sua rota. O disco que começou a ser conhecido no dia 2 de fevereiro (festa de Yemanjá) com o lançamento do single e do clipe de <strong>Reza Forte</strong>, seguiu sendo apresentado em três atos – <strong>Navio Pirata</strong>, <strong>Recital Instrumental</strong> e <strong>América do Sol </strong>– que agora se juntam com nova ordem para formar um álbum de 21 faixas, que se completa com a chegada da canção <strong>Brasiliana</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A música tem a participação especial de <strong>Chico César</strong>, que mandou sua voz diretamente do Uruguai, onde segue num retiro artístico, e de <strong>Mintcho Garrammone</strong> (guitarra baiana e bandoneon) diretamente da Argentina, afirmando ainda mais o caráter <strong><em>afrolatino</em></strong> desta obra. A fé, a luta, a transformação e a esperança nos unem como povos em busca dessa nação <strong>Brasiliana</strong>, e <strong>OXEAXEEXU</strong> é um movimento nessa direção.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-23691" src="https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2021/04/mini-CHICO-CESAR-Foto-de-Silvana-Garzaro-e-Arte-de-Cartaxo-300x197.jpg" alt="" width="535" height="351" srcset="https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2021/04/mini-CHICO-CESAR-Foto-de-Silvana-Garzaro-e-Arte-de-Cartaxo-300x197.jpg 300w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2021/04/mini-CHICO-CESAR-Foto-de-Silvana-Garzaro-e-Arte-de-Cartaxo-1024x672.jpg 1024w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2021/04/mini-CHICO-CESAR-Foto-de-Silvana-Garzaro-e-Arte-de-Cartaxo-768x504.jpg 768w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2021/04/mini-CHICO-CESAR-Foto-de-Silvana-Garzaro-e-Arte-de-Cartaxo-700x460.jpg 700w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2021/04/mini-CHICO-CESAR-Foto-de-Silvana-Garzaro-e-Arte-de-Cartaxo.jpg 1500w" sizes="(max-width: 535px) 100vw, 535px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>BRASILIANA </strong>(Russo Passapusso/Roberto Barreto/Mintcho Garramone)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Brasileiro Brasiliano não jogue a sujeira debaixo do pano</p>
<p>Brasileiro Brasiliano não pegue essa estrada, sabendo que é engano</p>
<p>Vai Brasiliano, você nunca foi norte Americano</p>
<p>Brasileiro Brasiliano, não faz mais sentido ficar reclamando</p>
<p>Não sou bandoleiro, ouço a badalada</p>
<p>De um sino que vai tocando</p>
<p>Bandeira, escudo, espada</p>
<p>Amiga pensando bem, pensando com o coração</p>
<p>Não bote a cabeça a prêmio</p>
<p>Procure outra direção</p>
<p>Eu preciso de você viva</p>
<p>Você precisa dessa canção</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>E quando o contrabaixo faz tum tum</p>
<p>A guitarra faz tenco tenco</p>
<p>Coração bate tum tum</p>
<p>Que saudade faz tanto tempo</p>
<p>Quanto tem?</p>
<p>Tem quanto tem quanto tem quanto tem quanto tem</p>
<p>Quanto tem quanto tem quanto tem quanto tem</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Participação especial: Chico César</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Voz &#8211; Russo Passapusso</p>
<p>Guitarra Baiana, guitarra baiana acústica nylon e violão &#8211; Roberto Barreto</p>
<p>Guitarra Baiana, guitarra baiana acústica nylon e bandoneon &#8211; Mintcho Garrammone</p>
<p>Baixo, efeitos e sampler – Seko Bass</p>
<p>Teclados – Daniel Ganjaman</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Gravado nos estúdios Casa das Máquinas por Tadeu Mascarenhas e no estúdio móvel El Bunker por Esteban Blanca em La Juanita, Uruguai.</p>
<p>Mixado por Daniel Ganjaman.</p>
<p>Masterizado por Fernando Sanches.</p>
<p>Produzido por Daniel Ganjaman e BaianaSystem.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Arte da Capa: Cartaxo</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Selo Máquina de Louco</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://www.baianasystem.com.br">www.baianasystem.com.br</a></p>
<p><a href="http://www.maquinadelouco.com.br">www.maquinadelouco.com.br</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em> </em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em> </em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Com informações:</strong> <strong>Bebel Prates </strong><strong>Assessoria de Comunicação</strong></p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>BaianaSystem lança TERCEIRO ATO: AMÉRICA DO SOL OxeAxeExu</title>
		<link>https://boomerangmusic.com.br/baianasystem-lanca-terceiro-ato-america-do-sol-oxeaxeexu/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 04 Apr 2021 01:15:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Lançamentos]]></category>
		<category><![CDATA[americadosol]]></category>
		<category><![CDATA[Baianasystem]]></category>
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					<description><![CDATA[Ouça aqui:  https://links.altafonte.com/america   Clipe PACHAMAMA &#8211;  https://youtu.be/9mGCE1gNFu4 &#160; Lyric Video CAPUCHA &#8211;  https://youtu.be/KjVVBdA-tdw &#160; &#160; América do Sol é o terceiro e último ato do novo disco do BaianaSystem, OXEAXEEXU. Como já havia sido sinalizado nos atos anteriores, este capítulo final é um mergulho...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Ouça aqui:  </strong><a href="https://links.altafonte.com/america">https://links.altafonte.com/america</a></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Clipe PACHAMAMA &#8211;  </strong><a href="https://youtu.be/9mGCE1gNFu4">https://youtu.be/9mGCE1gNFu4</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Lyric Video CAPUCHA &#8211;  </strong><a href="https://youtu.be/KjVVBdA-tdw">https://youtu.be/KjVVBdA-tdw</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>América do Sol</strong> é o terceiro e último ato do novo disco do <strong>BaianaSystem</strong>, OXEAXEEXU. Como já havia sido sinalizado nos atos anteriores, este capítulo final é um mergulho nas cores, na alegria, na luta, na identidade e nas conexões que unem a América Latina e nos trazem um sentimento de pertencimento a este território tão potente e grandioso. Com participações de <strong>Bule-Bule</strong>, <strong>Rapadura</strong>, <strong>Carolaine</strong> e da chilena <strong>Claudia Manzo</strong>, <strong>América do Sol</strong> avança para o interior do Brasil e segue pelas infinitas fronteiras dos povos que formam este bloco continental ligados pela ancestralidade, pela força, pela música e por sua conexão com a natureza, a Terra Mãe. Uma viagem <strong><em>afrolatina</em></strong> com ecos de reggae, de samba, de salsa, de ijexá e tudo mais que os tambores, sopros, cordas e cantos que regem nossa história permitem.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone  wp-image-23107" src="https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2021/04/mini-Arte-de-Cartaxo-300x202.jpg" alt="" width="509" height="343" srcset="https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2021/04/mini-Arte-de-Cartaxo-300x202.jpg 300w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2021/04/mini-Arte-de-Cartaxo-1024x689.jpg 1024w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2021/04/mini-Arte-de-Cartaxo-768x517.jpg 768w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2021/04/mini-Arte-de-Cartaxo-700x471.jpg 700w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2021/04/mini-Arte-de-Cartaxo.jpg 1500w" sizes="(max-width: 509px) 100vw, 509px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Comentários Ficha Técnica</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O ato abre com a faixa <strong>Corneteiro Luís</strong>, uma &#8220;guajira&#8221; que conta a história do corneteiro Luís Lopes e sua incrível participação na batalha de Pirajá, fundamental para entender a independência da Bahia, e consequentemente do Brasil. O arranjo de sopro mais uma vez fica a cargo do Maestro <strong>Ubiratan Marques</strong>, que também toca piano acústico e estabelece um diálogo com o músico chileno <strong>Pablo Reyes</strong>, que faz sua participação no &#8220;Tres&#8221; cubano, instrumento que traz grande identidade e um brilho especial para a música.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em seguida ouvimos já na abertura o canto dos índios <strong>Suruís de Rondônia</strong>, num sample extraído do disco <strong>Paiter Merewá</strong>, gentilmente cedido pela cantora e pesquisadora <strong>Marlui Miranda</strong>. Junto a esse canto ouvimos o som da flauta do músico baiano Rodrigo Sestrem, que dão o tom da <strong>&#8220;Dança de Airumã&#8221;</strong>, um ijexá com cores de bandolim, piano e percussão, e um coro de vozes muito marcante feito pelas cantoras <strong>Ângela Lopo</strong> e <strong>Tita Alves</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Seguimos agora para um samba-reggae construído a partir da percussão orgânica e eletrônica, numa história guiada por <strong>Carolaine</strong>, cantora e poetisa de Salvador, nascida e criada no bairro do Pero Vaz. Iniciou escrevendo poesias e música de maneira autodidata até entrar para orquestra <strong>Neojibá</strong>, onde aprendeu contrabaixo acústico e teoria musical, participando da orquestra infantil da <strong>Neojibá</strong> e a partir daí desenvolveu seu estilo mesclando com suas influências de música brasileira, reggae e soul. A faixa, que tem a produção e mixagem do antigo parceiro Dudu Marote, tem também a participação do músico e ator <strong>Bukassa Kabengele, </strong>belga de origem congolesa que traz uma guitarra fincada em suas origens e grande influência da juju music.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O ato agora mergulha ainda mais profundamente na América Latina com a faixa instrumental <strong>&#8220;Pachamama&#8221;</strong>, uma espécie de reza que traz a primeira participação no álbum da artista chilena <strong>Claudia Manzo</strong>, que toca um instrumento chamado &#8220;Cuatro&#8221;, tradicional na Colômbia e Venezuela, além de compor e recitar os versos que dão título a faixa. <strong>Claudia</strong> fala sobre a nossa grande Mãe, a Terra, e a ligação dos povos ancestrais com seu lugar de origem.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Seguimos com os versos, e agora com o canto, de <strong>Claudia Manzo</strong>, que traz toda sua força para uma canção de resistência e esperança chamada <strong>Capucha</strong>. Capucha é o nome em espanhol para o capuz que é usado pelos revolucionários da América Latina em muitas de suas manifestações. <strong>Claudia</strong> compôs os versos e melodia dessa música para uma base (riddim) que foi usada para a canção do primeiro ato, <strong>&#8220;Chapéu Panamá&#8221;</strong>, explorando a estética dos soundsystems de usar uma base para outras versões e interpretações dando um novo sentido.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Das veias da América Latina seguimos caminhando e cantando pelo interior do Brasil para encontrar com os versos do <strong>Mestre Bule-Bule</strong>, que abre os caminhos do sertão com a faixa <strong>OXE</strong>. Carregada de bandolins, charango (instrumento sul-americano da família do alaúde) e berimbau, nossa caminhada chega a Fortaleza (Ceará) para incorporar a rima rápida e certeira do <strong>MC Rapadura</strong>, que traz de maneira renovada a tradição secular dos repentistas e trovadores nordestinos. Três linhas de rima desenham um caminho que cruza gerações pelo canto falado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Essa tradição certamente tem em <strong>Bule-Bule</strong> uma de suas maiores referências e talvez um dos nomes mais conhecidos quando se trata de rima, reza, cordel e sabedoria popular. Em <strong>Vixe,</strong> ele segue dando mais uma aula sobre o sertão e seus personagens numa viagem desértica ao som da guitarra baiana, bandolim e guitarra.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>E pra fechar o ato, um retorno a faixa “Reza Forte”, que abriu o primeiro ato, numa versão &#8220;charanga do futuro&#8221; chamada <strong>&#8220;Reza Frevo&#8221;</strong>, com a participação especial de <strong>Thiago França,</strong> que trouxe seus muitos instrumentos e todo seu talento para fechar essa viagem musical pela América do Sol.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Roberto Barreto / </em>Março de 2021</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol>
<li><strong> CORNETEIRO LUÍS </strong></li>
</ol>
<p><strong>(Russo Passapusso/Seko Bass/Ubiratan Marques/Felipe Brito)</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong> </strong></p>
<ol start="2">
<li><strong> DANÇA DE AIRUMÃ</strong></li>
</ol>
<p><strong>(Ubiratan Marques/Russo Passapusso/Roberto Barreto/Seko Bass)</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<ol start="3">
<li><strong> A VIDA É CURTA PRA VIVER DEPOIS</strong></li>
</ol>
<p><strong>(Russo Passapusso)</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="4">
<li><strong> PACHAMAMA</strong></li>
</ol>
<p><strong>(Roberto Barreto/Seko Bass/Claudia Manzo)</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong> 5.</strong><strong>CAPUCHA</strong></p>
<p><strong>(Seko Bass/Claudia Manzo/Roberto Barreto/Russo Passapusso)</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="6">
<li><strong> OXE</strong></li>
</ol>
<p><strong>(Russo Passapusso/Roberto Barreto/Bule-Bule/Rapadura)</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong> </strong></p>
<ol start="7">
<li><strong> VIXE</strong></li>
</ol>
<p><strong>(Roberto Barreto/Bule-Bule)</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong> 8. </strong><strong>REZA FREVO</strong></p>
<p><strong>(Russo Passapusso/Seko Bass/BNegão)</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>INSTRUMENTAL</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong> </strong><strong>Arte da Capa: Cartaxo</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Lançamento OXEAXEEXU</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>12/02 &#8211; Primeiro ato &#8211; Navio Pirata</p>
<p>05/03 &#8211; Segundo ato &#8211; Recital Instrumental</p>
<p>31/03 &#8211; Terceiro ato &#8211; América do Sol</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Selo Máquina de Louco</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://www.baianasystem.com.br">www.baianasystem.com.br</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://www.maquinadelouco.com.br">www.maquinadelouco.com.br</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Com informações: Bebel Prates &#8211; </strong><strong>Assessoria de Comunicação</strong></p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>BaianaSystem lança PRIMEIRO ATO: NAVIO PIRATA OxeAxeExu</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Feb 2021 17:31:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Lançamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Baianasystem]]></category>
		<category><![CDATA[naviopirata]]></category>
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					<description><![CDATA[Ouça aqui: https://links.altafonte.com/naviopirata   Numa viagem no tempo-espaço, o Navio Pirata, que seguia o seu rumo nos mares agitados do carnaval 2020, volta a navegar de maneira virtual com as marcas do isolamento repentino em que o mundo foi colocado e, numa simbólica trajetória que reconecta...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Ouça aqui: </strong><a href="https://links.altafonte.com/naviopirata">https://links.altafonte.com/naviopirata</a></p>
<p><strong> </strong><u></u></p>
<p>Numa viagem no tempo-espaço, o <strong>Navio Pirata,</strong> que seguia o seu rumo nos mares agitados do carnaval 2020, volta a navegar de maneira virtual com as marcas do isolamento repentino em que o mundo foi colocado e, numa simbólica trajetória que reconecta América e África numa mesma latitude tropical, une Bahia e Tanzânia. <strong>TANZABAHIA</strong>. Essa conexão permeia de maneira profunda todo o primeiro ato, a primeira parte do novo disco do <strong>BaianaSystem</strong> intitulado <strong>OXEAXEEXU</strong>. Dividido em três atos, a abertura não poderia ter um nome mais representativo para esse momento em que novos caminhos precisam ser desbravados e tudo parece estar colocado em xeque: <strong>Navio Pirata</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A bordo dessa embarcação estão um emaranhado de informações, personagens, questionamentos, línguas, rezas, mas uma coisa marca de maneira forte, assim como no início dos tempos: a palavra. A força do verbo que move o homem e nos conecta em muitos planos, costura todo esse primeiro ato em cima de sons que parecem se estruturar em diversos ritmos para dar sustentação à palavra. Ritmo e poesia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>TANZABAHIA</strong> nos projeta para um lugar imagético, que pode ser a bordo de um navio cruzando mares ou através dos beats trocados em tempo real entre Salvador e Dar es Salaam, aproximando de maneira visceral as vibrações causadas pelas imagens do Carnaval de rua da Bahia, espelhadas nas imagens das apresentações ao vivo de um movimento chamado Singeli Music. A euforia, a explosão, o ritmo acelerado, o espiritual presente, se misturam e fazem as rimas de um incrível artista chamado <strong>Makaveli</strong> dialogar com uma reza de <strong>B Negão</strong>, que se conecta em seguida com Dona Ritinha, rezadeira do sertão da Paraíba, em trecho extraido do documentário <strong>Ramo</strong>, trazendo sua sabedoria para a faixa instrumental <strong>Raminho</strong> numa espécie de preparação para a travessia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O <strong>Navio Pirata &#8211; Primeiro Ato</strong> traz para o palco trágico em que vivemos a participação de muitos personagens que com suas artes colaboram de maneira fundamental para essa narrativa. O produtor cultural <strong>Abbas Jazza</strong>, que é responsável por juntar e dar visibilidade a muitos artistas do leste da África, viabilizou o encontro com o cantor <strong>Makaveli </strong>e o dj/produtor <strong>Jay Mita</strong>, além de captar expressões populares nas ruas de Dar es Salaam para uma realização audiovisual que traduziu a pergunta central da faixa <strong>Nauliza</strong> e que representa muito do sentimento do álbum: Pra onde vamos?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone  wp-image-21697" src="https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2021/02/mini-Arte-de-Cristiano-Rafael-Criss-sobre-o-Navio-Pirata-2021-1-300x169.jpg" alt="" width="556" height="313" srcset="https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2021/02/mini-Arte-de-Cristiano-Rafael-Criss-sobre-o-Navio-Pirata-2021-1-300x169.jpg 300w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2021/02/mini-Arte-de-Cristiano-Rafael-Criss-sobre-o-Navio-Pirata-2021-1-1024x576.jpg 1024w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2021/02/mini-Arte-de-Cristiano-Rafael-Criss-sobre-o-Navio-Pirata-2021-1-768x432.jpg 768w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2021/02/mini-Arte-de-Cristiano-Rafael-Criss-sobre-o-Navio-Pirata-2021-1-700x394.jpg 700w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2021/02/mini-Arte-de-Cristiano-Rafael-Criss-sobre-o-Navio-Pirata-2021-1-539x303.jpg 539w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2021/02/mini-Arte-de-Cristiano-Rafael-Criss-sobre-o-Navio-Pirata-2021-1.jpg 1500w" sizes="auto, (max-width: 556px) 100vw, 556px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>LATITUDES E LATINIDADES</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Entrando numa cápsula sem limites, como anuncia o grande <strong>Cyro Aguiar</strong> no sample extraído de seu disco <strong>&#8220;Anticonvencional&#8221;</strong> que abre a faixa<strong> &#8220;Monopólio&#8221;</strong>, o <strong>Navio Pirata </strong>constrói um caminho baseado na pesquisa de samples, vinis e de um &#8220;laboratório eletrônico&#8221; que permite explosões rítmicas urbanas, fundindo referências de diferentes lugares e épocas. Um desses achados nos leva direto aos anos 80, numa memória trazida pelo sample da música <strong>Buzu</strong> que faz parte da faixa &#8220;<strong>Catraca</strong>&#8220;. Com seu hipnótico riff de teclado, se tornou um clássico e foi composto por um artista que passou como cantor e compositor por todos os blocos afros, foi precursor do samba junino e é um símbolo da nossa cultura popular: <strong>Tonho Matéria</strong>. Com ele ainda temos nessa viagem a presença mágica da cantora <strong>Céu</strong> na faixa <em>&#8220;O que não me destrói, me fortalece&#8221;, </em>um Nayambing que reforça a ideia de reza e força coletiva do canto,<strong> Bruno Buarque</strong> (produção e bateria), <strong>Joander Cruz</strong> (saxofone), e o controle da nave mais uma vez nas mãos do velho companheiro <strong>Daniel Ganjaman</strong>, que assina mais uma produção ao lado do <strong>BaianaSystem</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Encerrando esse primeiro ato que parte da África, o Navio aponta para novas direções e sugere as próximas rotas em direção à América Latina. Adentrando no coração do continente e quebrando as fronteiras para um entendimento mais amplo da nossa formação, a faixa <strong>&#8220;Chapéu Panamá&#8221;</strong>, com beat fincado na percussão afrolatina e referência de dance hall, segue com questionamentos sobre os nossos caminhos, as águas percorridas, o sangue derramado, e antecipa o que está por vir nos próximos atos de OXEAXEEXU.</p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<ol>
<li><strong><em> REZA FORTE</em></strong></li>
</ol>
<p>(Russo Passapusso/SekoBass/B Negão)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>sample &#8211; Cantata para Alagamar</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>CANTATA PRA ALAGAMAR</em></p>
<p><em> </em></p>
<p><em>Primeiro, Nunca Matar</em></p>
<p><em>Segundo, Jamais Ferir</em></p>
<p><em>Terceiro, Estar sempre atento</em></p>
<p><em>Quarto, Sempre se unir</em></p>
<p><em>Quinto, Desobediência às ordens de vossa excelência que podem nos destruir</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Folha de arruda pé de coelho e sal grosso</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Planeta terra</p>
<p>I wanna get high</p>
<p>no mundo cão do dinheiro</p>
<p>eu vou sem medo de errar</p>
<p>não quero guerra</p>
<p>no mundo cão do dinheiro eu vou sem medo de errar</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>na despedida o povo sempre chora</p>
<p>tirando urucubaca e sanguessuga do corpo</p>
<p>é perigoso o mundo é perigoso</p>
<p>habilidoso mano habilidoso</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8212; B Negão</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Espada de São Jorge</p>
<p>Banho de descarrego, nêgo</p>
<p>Proteção</p>
<p>Desde sempre</p>
<p>Desde cedo</p>
<p>Bate na palma da mão</p>
<p>O universo inteiro ressoa</p>
<p>Na palma da mão</p>
<p>Na onda do som</p>
<p>Coração</p>
<p>Tambor</p>
<p>Intuição</p>
<p>Wifi</p>
<p>dos ancestrais</p>
<p>Livre acesso</p>
<p>conexão</p>
<p>Direto da fonte</p>
<p>É Dica certeira</p>
<p>confie e creia, bebê (pode crê)</p>
<p>Em outros planos</p>
<p>Vô te dizê</p>
<p>A vida é muito mais do que os olhos podem ver</p>
<p>Veja você</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Voz &#8211; Russo Passapusso<br />
Participação especial &#8211; BNegão<br />
Guitarra Baiana &#8211; Roberto Barreto<br />
Baixo, programação beat, sample e synth &#8211; SekoBass<br />
Percussão &#8211; Ícaro Sá e Japa System<br />
Guitarra &#8211; Junix 11<br />
Sax soprano &#8211; Joander Cruz<br />
Sax tenor e sax barítono &#8211; Vinícius Freitas<br />
Coro &#8211; Angela e Tita</p>
<p>Gravado nos estúdios Ilha dos Sapos e Casa das Máquinas<br />
Mixado por Daniel Ganjaman<br />
Masterizado por Fernando Sanches<br />
Produzido por Daniel Ganjaman e BaianasSystem</p>
<p>Selo: Máquina de Louco</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><em>2.RAMINHO</em></strong><br />
(Roberto Barreto/Russo Passapusso/Rezadeiras)</p>
<p>Citação: Rezadeiras (filme Raminho, diretor Breno Cesar)</p>
<p>Sample &#8211; Trecho Reza Popular<br />
<strong><br />
</strong>&#8220;Deus te gerou,</p>
<p>Deus te generou</p>
<p>Olhado e quebranto</p>
<p>Desse mal Deus te curou</p>
<p>Se for na tua gordura</p>
<p>Ou na tua formosura</p>
<p>Nas tuas carnes</p>
<p>Ou na tua feiúra</p>
<p>Nos teus olhos</p>
<p>Nos teus cabelos</p>
<p>No teu comer</p>
<p>Nas tuas carnes</p>
<p>Na tua disposição</p>
<p>Na tua boniteza</p>
<p>No teu trabalho</p>
<p>Na tua inteligência</p>
<p>No teu bom sentido</p>
<p>No teu pensamento</p>
<p>Se foi inveja</p>
<p>Se for má vontade</p>
<p>Que seja saído</p>
<p>Que seja tirado</p>
<p>Pelo poder de Deus</p>
<p>E da Virgem Maria</p>
<p>Amém.”</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Guitarra baiana e bandolim &#8211; Roberto Barreto</p>
<p>Mixado por Daniel Ganjaman<br />
Masterizado por Fernando Sanches<br />
Produzido por Daniel Ganjaman</p>
<ol start="3">
<li><strong><em> NAULIZA</em></strong></li>
</ol>
<p>(Makaveli/Jaymitta/Russo Passapusso/Roberto Barreto/SekoBass)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Nauliza nauliza nauliza</p>
<p>Nauliza wapi nitapenya</p>
<p>Nauliza wapi nitapenya</p>
<p>Nauliza wapi nitapita</p>
<p>Nauliza wapi nitapita</p>
<p>Nauliza nauliza</p>
<p>Huu muziki umenitoa kwenye dhiki</p>
<p>Huu muziki umenitenga na marafiki</p>
<p>Huu muziki umeniletea masnitch</p>
<p>Huu muziki makaveli sikamatiki kwanza hamniwezi pili hamnipati</p>
<p>Tatu wa uswahilini na sitokei masaki</p>
<p>Kwangu mboga moja nasema sina wasi wasi</p>
<p>Wasi wasi</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Abbazaja</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Necessidade na nossa cidade</p>
<p>Nossa cidade tem necessidade</p>
<p>Necessidade na nossa cidade</p>
<p>Eu vou jogando o que não presta na fogueira das vaidades</p>
<p>Povo da margem os coronas rato e a malandragem</p>
<p>Tudo que nos resta é aproveitar nossa vantagem</p>
<p>Eu! Já vi a cena em vários filmes de cinema</p>
<p>E na realidade o fictício só dar pena</p>
<p>Penso nisso e o precipício eu vejo lá de cima</p>
<p>Desde o início o rei que sobe cai de lá de cima</p>
<p>No clima não subestime na crise não vá pro crime</p>
<p>Entoando essa canção selva subindo sublime</p>
<p>Pobre tem que ajudar pobre</p>
<p>Do rico já tem quem cobre</p>
<p>Pode pode vim dançar</p>
<p>E quem não pode, sacode sacode</p>
<p>Disseminações eles fazem leis que não trazem paz</p>
<p>Inseminações e reproduções artificiais GO</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Abajaza go abajaza</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Dim dim tem só não pode dar mole</p>
<p>Você quer vim então vem</p>
<p>Só não pode dar</p>
<p>Sacode assim pode vim pode vim sem maldade</p>
<p>Sacode assim pode</p>
<p>Só não me deixa na</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O muro da babi é páreo duro papa</p>
<p>Não tá seguro quer sair é páreo duro papa</p>
<p>O muro da babi é páreo duro papa</p>
<p>Tá em apuros quer sair é páreo duro papá</p>
<p>Makaveli páreo duro papa</p>
<p>Abbajaza páreo duro papa</p>
<p>BaianaSystem páreo duro papa</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Voz &#8211; Russo Passapusso</p>
<p>Voz &#8211; Makaveli (Tanzânia)</p>
<p>Guitarra Baiana e guitarra baiana acústica &#8211; Roberto Barreto</p>
<p>Baixo, programação de base e synths, &#8211; SekoBass</p>
<p>Guitarra &#8211; Junix 11</p>
<p>Sample base &#8211; Jay Mitta</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Gravado nos estúdios Ilha dos Sapos e Casa das Máquinas</p>
<p>Mixado por Daniel Ganjaman</p>
<p>Masterizado por Fernando Sanches</p>
<p>Produzido por Daniel Ganjaman</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="4">
<li><strong><em> CATRACA</em></strong></li>
</ol>
<p>(Russo Passapusso/SekoBass/Tonho Matéria/Ubiratan Marques)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Sample: Buzu – Banda Fuzuê</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A bola da vez tá sempre em volta da caçapa</p>
<p>E o buzu tá cheio pra passar na catraca</p>
<p>Só bater cabeça se puder bater lata</p>
<p>Só tá de quebrada porque já saiu no tapa</p>
<p>Chinelo de couro não tem ouro nesse mapa</p>
<p>No forró gonzaga carnaval navio pirata</p>
<p>Ta descabelado porque não tem patapata</p>
<p>Patapatapata papapapatapata</p>
<p>Patapatapata papapapatapata</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Vou bater lata lata lata na panela de lata</p>
<p>E se contar fofoca fake eu corto a língua com a faca</p>
<p>Aquel tiro aquele tito que sai pela culatra</p>
<p>No duelo de titan capitalismo primata</p>
<p>Mais um elo se quebrou tá sem corrente de prata</p>
<p>Lata lata lata na panela de lata</p>
<p>Bater lat lat lat na panela de lata</p>
<p>Ta descabelado porque não tem patata</p>
<p>Patapatapata papapapatapata</p>
<p>Patapatapata papapapatapata</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Voz &#8211; Russo Passapusso</p>
<p>Participação especial &#8211; Tonho Matéria</p>
<p>Baixo, programação de beat e synths &#8211; SekoBass</p>
<p>Cavaquinho &#8211; Pretinho da Serrinha</p>
<p>Percussão &#8211; Ícaro Sá e Japa System</p>
<p>Teclados &#8211; Ubiratan Marques</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Gravado nos estúdios Ilha dos Sapos e Casa das Máquinas</p>
<p>Mixado por Daniel Ganjaman</p>
<p>Masterizado por Fernando Sanches</p>
<p>Produzido por Daniel Ganjaman</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="5">
<li><strong><em> O QUE NÃO ME DESTRÓI ME FORTALECE</em></strong></li>
</ol>
<p>(Russo Passapusso)</p>
<p><em> </em></p>
<p>Feeling&#8217;s</p>
<p>My sweet feeling, I know não vou me calar</p>
<p>My sweet feeling&#8217;s</p>
<p>A tua vibração desarma frustrações</p>
<p>A bomba que não explodiu em Bagdá</p>
<p>Eu sou eu tu é tu I and I</p>
<p>Diz a prece que o bom filho nunca esquece da mãe</p>
<p>Visões são visões, visões de sunshine</p>
<p>Tio Sam no sanatório da revista Time</p>
<p>Feeling</p>
<p>O que não me destrói me fortalece</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Voz &#8211; Russo Passapusso e Céu</p>
<p>Baixo, programação de base, synths e edição &#8211; SekoBass</p>
<p>Bateria, sample, programação, arranjo base e produtor musical &#8211; Bruno Buarque</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Gravado nos estúdios Ilha dos Sapos e Casa das Máquinas</p>
<p>Mixado por Bruno Buarque</p>
<p>Masterizado por Fernando Sanches</p>
<p>Produzido por Bruno Buarque e SekoBass</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="6">
<li><strong><em> MONOPÓLIO</em></strong></li>
</ol>
<p>(Cyro Aguiar/Filipe Cartaxo/Russo Passapusso/SekoBass)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Citação: Introdução Pot-pourri disco Anticonvencional do artista Cyro Aguiar</p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<p>OK, vamos agora na cápsula anti convencional</p>
<p>sem partidos</p>
<p>sem convenções</p>
<p>sem limites e sem frustrações, OK</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Quais os nomes das famílias que dominam nosso mundo?</p>
<p>Quais os nomes das empresas que compraram nosso estado?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Os Irmãos Koch, os Rockefeller</p>
<p>Não estão atrás da cela</p>
<p>Não estão em nossa tela</p>
<p>Tá na Suíça, em Basel</p>
<p>Avisa! Avisa a Bela que a vida né bela</p>
<p>E de tanto mastigar cê vai virar banguela</p>
<p>Nobody move ninguém sai de casa</p>
<p>Dia de quarentena ninguém vai na capela</p>
<p>Então me dê moço por favor me dê</p>
<p>O nome de quem manda na quadrilha preu saber</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Quais os nomes das famílias que dominam nosso mundo?</p>
<p>Quais os nomes das empresas que compraram nosso estado?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O álcool em gel ou o silicone</p>
<p>O Al Pacino ou Alcapone</p>
<p>Liga pelo telefone</p>
<p>Bota boca no trombone que</p>
<p>Bateram a carteira bateram carteira bateram a carteira de fato</p>
<p>Puxaram a cadeira, sentaram banco central e fizeram o contrato</p>
<p>A conta quem monta é a quadrilha que tira do povo a comida no Prato</p>
<p>Tiraram o sustento daquele que tava na rua vendendo barato</p>
<p>O álcool em gel ou o silicone</p>
<p>O Al Pacino ou Alcapone</p>
<p>Liga pelo telefone</p>
<p>Bota boca no trombone que</p>
<p>Diz quanto me diga quanto custa</p>
<p>Me diga só quem manda na quadrilha que te assusta</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Voz &#8211; Russo Passapusso</p>
<p>Guitarra Baiana &#8211; Roberto Barreto</p>
<p>Baixo, programação de base, synths e edição &#8211; SekoBass</p>
<p>Guitarra &#8211; Junix</p>
<p>Percussão &#8211; Ícaro Sá e Japa System</p>
<p>Bateria &#8211; Bruno Buarque</p>
<p>Edição e synths &#8211; João Meirelles</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Gravado nos estúdios Ilha dos Sapos e Casa das Máquinas</p>
<p>Mixado por Daniel Ganjaman</p>
<p>Masterizado por Fernando Sanches</p>
<p>Produzido por Daniel Ganjaman</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="7">
<li><strong><em> CHAPÉU PANAMÁ</em></strong></li>
</ol>
<p>(Russo Passapusso/SekoBass)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Com o meu chapéu Panamá</p>
<p>No Brasil Macapá</p>
<p>Boto o som pra tocar</p>
<p>Me pediram a bebida</p>
<p>Os amigo e as amiga contente</p>
<p>Mas não se engane com a gente</p>
<p>Se engane não q eu vou</p>
<p>Nas considerações das antigas quebrando a fronteira</p>
<p>Que causa essa briga briga</p>
<p>Vou subir um degrau dessa escada</p>
<p>Esquecer de onde eu vim pra onde eu vou não dá nada</p>
<p>Briga</p>
<p>Mamamama</p>
<p>Mamamama</p>
<p>Paraguai Uruguai Nicarágua</p>
<p>Mamama</p>
<p>Meu coração deságua</p>
<p>Paraguai Uruguai Nicarágua</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Com o coração de cada lado</p>
<p>Um coração de cada lado guerra</p>
<p>Guantanamera eu disse  guantanamera</p>
<p>Nos trópicos latinos por tudo que sentimos pra queimar no calendário bizantino é briga</p>
<p>Vou cruzando estrelas no céu de Salcity Bahia Brasil América do Sul</p>
<p>Nossa missão tá no contato</p>
<p>Coelho nesse mato</p>
<p>Grampo sem boato</p>
<p>E o tempo muda do lado de fora</p>
<p>A próxima parada é sempre obrigatória</p>
<p>Um santo índio preto conta a nossa história</p>
<p>Pelo Sangue salgado e água doce</p>
<p>Água que a chuva me trouxe</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Voz &#8211; Russo Passapusso</p>
<p>Guitarra Baiana &#8211; Roberto Barreto</p>
<p>Baixo, escaleta, programação de base, synths e edição &#8211; SekoBass</p>
<p>Percussão &#8211; Ícaro Sá e Japa System</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Gravado nos estúdios Ilha dos Sapos e Casa das Máquinas</p>
<p>Mixado por Daniel Ganjaman</p>
<p>Masterizado por Fernando Sanches</p>
<p>Produzido por Daniel Ganjaman</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Capa: </strong>Arte de Cartaxo a partir da obra “The New Brazilian Flag #2” do artista Raul Mourão</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Ilustrações:  </strong>Arte de Cristiano Rafael (Criss) sobre o Navio Pirata 2021</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Lançamento OXEAXEEXU</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>12/02 &#8211; Primeiro ato &#8211; Navio Pirata</p>
<p>05/03 &#8211; Segundo ato &#8211; Recital Instrumental</p>
<p>26/03 &#8211; Terceiro ato &#8211; América do Sol</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Selo Máquina de Louco:</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://www.baianasystem.com.br">www.baianasystem.com.br</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://www.maquinadelouco.com.br">www.maquinadelouco.com.br</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Com informações: Bebel Prates &#8211; </strong><strong>Assessoria de Comunicação</strong></p>
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