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	<title>BethGoulart &#8211; Boomerang Music</title>
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		<title>Beth Goulart lança “Viver é uma arte: transformando a dor em palavras”, livro em homenagem a Nicette Bruno</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Jun 2022 01:16:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Quentinhas]]></category>
		<category><![CDATA[BethGoulart]]></category>
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					<description><![CDATA[Prefácio de Nélida Piñon e posfácio de Fernanda Montenegro   Viver é uma arte: transformando a dor em palavras (Letramento) é livro de estreia de Beth Goulart. Repleto de afetos, de histórias de mãe e filha unidas pela arte, mas, acima de tudo, pelo amor...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Prefácio de Nélida Piñon e posfácio de Fernanda Montenegro</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong><em>Viver é uma arte: transformando a dor em palavras</em></strong> (Letramento) é livro de estreia de <strong>Beth Goulart</strong>. Repleto de afetos, de histórias de mãe e filha unidas pela arte, mas, acima de tudo, pelo amor e pela maternidade. A mãe, <strong>Nicette Bruno</strong>; a filha, <strong>Beth Goulart</strong>. Atrizes que dividiram a vida e o palco, que planejaram escrever um livro juntas, em que contariam um pouco de suas histórias, da filosofia e percepção sobre a vida, os momentos inesquecíveis de cumplicidade entre elas e em família.</p>
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<p>O amor de <strong>Nicette Bruno</strong> e <strong>Paulo Goulart</strong> atravessou décadas, gerações em frente à TV, nas plateias dos teatros. Estava combinado que Beth seria a narradora; Nicette faria uma costura, e com sua sabedoria iria tecer comentários sobre os temas como amor, afeto, família, fé e a arte que está no DNA de toda a família.</p>
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<p>O livro começaria com a morte de <strong>Paulo Goulart</strong> em 2014, depois de uma luta de quatro anos contra um câncer, e como foi vivenciada essa perda tão profunda por elas. Mas a força tão poderosa do Teatro ajudou as duas a transformarem essa dor em arte, quando Beth fez a adaptação do livro <em>Perdas e ganhos</em>, de Lya Luft, e dirigiu sua mãe neste espetáculo, que foi uma catarse pessoal e coletiva.</p>
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<p>“<em>Foi uma forma de tirar mamãe daquele luto e transformar aquela tristeza em história, com as boas lembranças da vida que viveram, que vivemos com ele</em>”, reflete Beth. Tudo seria compartilhado no livro como um dos temas mais significativos: a superação. Mas 2020 chegou com a inesperada pandemia pela Covid-19, e o processo do livro que havia começado há pouco tempo foi interrompido pela brusca e dolorosa partida de <strong>Nicette Bruno</strong>, após 21 dias do diagnóstico.</p>
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<p>“<em>Choque. Dor. Morte. Pausa. Silêncio. Amor. Pausa. Silêncio. Saudade. Fé. Eternidade. Essência. Luz. Amor. Pausa. Silêncio. Paz. Deus. Amor. Deus. Amor. Deus</em>.” Essas são algumas das palavras compartilhadas logo após as primeiras páginas da apresentação de <strong>Beth Goulart</strong> para a publicação. Mais uma vez o luto foi necessário, e o livro teve que esperar o tempo de recolhimento da filha que precisou seguir sozinha seu caminho de transformação.</p>
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<p>Agora, <strong><em>Viver é uma arte: transformando a dor em palavras</em></strong> (Letramento) chega às livrarias em junho, como uma homenagem à <strong>Nicette Bruno</strong>, com prefácio de <strong>Nélida Piñon</strong> e posfácio da atriz <strong>Fernanda Montenegro</strong>, amiga de uma vida inteira de Nicette e Paulo.</p>
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<p>Uma família que viveu diante de uma plateia chamada Brasil, um país inteiro que aprendeu a amar aquele casal e seus filhos, todos dedicados à arte. Uma história que se mistura com a chegada da televisão na sala de jantar, com as novelas e a possibilidade de ver de “perto” os atores que representavam mocinhas e mocinhos, anteriormente reconhecidos apenas por suas vozes pelas radionovelas.</p>
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<p>Beth conta que, ainda pequena, pegava os livros na coxia dos teatros e inventava histórias, já aos três anos seu avô dizia que seria escritora. Beth é atriz premiada, autora e diretora de teatro, cinema e televisão, narradora de documentários e obras inteiras de nomes como o de Cora Coralina, Nélida Piñon e Clarice Lispector. Esta última lhe rendeu vários prêmios com atuação e direção do espetáculo <em>Simplesmente eu, Clarice Lispector</em>.</p>
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<p><strong><em>Viver é uma arte: transformando a dor em palavras</em></strong> (Letramento) relata em sua primeira etapa as histórias do amor, da família e da arte do casal Nicette e Paulo. Nestas primeiras páginas, está lá o combinado: a narradora Beth, os comentários amorosos de Nicette. Depois, a experiência da filha sem a mãe, a dor da perda, o se descobrir sozinha e por conta própria.</p>
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<p>Beth, reflete: “<em>Aprendemos agora a conviver com sua ausência. Isso nos obriga a olhar para nós mesmos e descobrir nossa força. Quem somos nós, diante da vida, do mundo e de nós mesmos. Agora temos que assumir nossa voz, nossas vontades, nossa coragem e insegurança muitas vezes, nossa sabedoria ou dúvida, nossa própria autoridade. Autonomia, independência, responsabilidade, liberdade de ser. Agora meu compromisso é comigo mesma, com meu propósito de vida, com minha fé, minha família, minha arte. Meus sentimentos e meu olhar para o mundo. A clássica pergunta ‘quem sou eu?’ se intensifica dentro de nós e aí descobrimos um caminho. O caminho do autoconhecimento, da autoestima, da autoconfiança. É um caminho sem volta. Agora são nossos pés que escolhem a melhor estrada. São nossos valores que orientam as atitudes. É, enfim, a nossa esperança que semeia novas oportunidades. Estou aprendendo a ser mãe de mim mesma, me ninar nas noites sem sono, me acalmar nas adversidades, me alegrar quando recebo carinho e afeto, me preparar para servir cada vez mais e melhor ao todo que pertencemos</em>”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>E ao seguir com os ensinamentos deixados pela mãe, Nicette, para a filha, Beth, quem ganha é o leitor de <strong><em>Viver é uma arte: transformando a dor em palavras</em></strong> (Letramento), que pode conhecer um pouco mais de <strong>Beth Goulart</strong>, a autora que transformou sua dor em palavras de sabedoria, ao partilhar suas vivências com todo um país, como forma de amor e homenagem a sua <strong>Nicette Bruno</strong>.</p>
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<p><strong>Sobre a autora Beth Goulart</strong></p>
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<p><strong>Beth Goulart</strong> é dramaturga, diretora, cantora, palestrante e atriz brasileira de teatro, cinema e televisão. Com o amor pelas artes herdado dos pais, Nicette Bruno e Paulo Goulart, a atriz não poderia seguir outro caminho. Sua estreia profissional foi na peça <em>Os efeitos dos raios gama sobre as margaridas do campo</em> (1974), que lhe rendeu a indicação ao Prêmio APCA como atriz revelação.</p>
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<p>Como melhor atriz, ganhou inúmeros prêmios: Shell Rio 2000, por Decadência; Prêmio Qualidade Brasil 2000 por <em>Somos Iirmãs</em>; Prêmio UNESCO 2003, pelo monólogo <em>Dorotéia minha</em>; bem como os cinco prêmios dedicados ao espetáculo <em>Simplesmente eu, Clarice Lispector</em> (2009), de sua autoria e direção. Até o presente momento, participou de mais de 30 novelas em várias emissoras e 12 longas-metragens. Atualmente, é membro da Academia Brasileira de Cultura, ocupando a cadeira de número 22, cujo patrono é sua mãe, Nicette Bruno. <em>Viver é uma arte</em> é seu livro de estreia como escritora fora da dramaturgia.</p>
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<p><strong>Viver é uma arte: transformando a dor em palavras</strong></p>
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<p>Autora: Beth Goulart</p>
<p>Preço: R$ 59,90 (impresso) e R$ 34,90 (e-book)</p>
<p>Gênero: Não ficção (Memórias)</p>
<p>Páginas: 138</p>
<p>Editora: Letramento / Grupo Editorial Letramento</p>
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<p><strong>Calendário de lançamentos:</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>São Paulo</strong></p>
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<p>Data: 28 de junho de 2022 (Terça-feira) // Horário: A partir das 17h</p>
<p>Local: Sede do Grupo Mulheres do Brasil // Endereço: Rua Tomás Carvalhal, 681 &#8211; Paraíso, São Paulo</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Rio de Janeiro</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Data: 12 de julho de 2022 (Terça-feira) // Horário: A partir das 19h</p>
<p>Local: Livraria da Travessa do Shopping Leblon // Endereço: Avenida Afrânio de Melo Franco, 290, 2º Piso</p>
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<p><strong>Com informações: Passarim Comunicação e Marketing</strong></p>
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