<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>BrisaFlow &#8211; Boomerang Music</title>
	<atom:link href="https://boomerangmusic.com.br/tag/brisaflow/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://boomerangmusic.com.br</link>
	<description>Informação, Novidade e Atualidade</description>
	<lastBuildDate>Fri, 03 Jun 2022 20:13:46 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.0</generator>
	<item>
		<title>Brisa Flow fala sobre amor, coragem e autonomia dos povos originários em Janequeo</title>
		<link>https://boomerangmusic.com.br/brisa-flow-fala-sobre-amor-coragem-e-autonomia-dos-povos-originarios-em-janequeo/</link>
					<comments>https://boomerangmusic.com.br/brisa-flow-fala-sobre-amor-coragem-e-autonomia-dos-povos-originarios-em-janequeo/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jun 2022 20:13:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[BrisaFlow]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://boomerangmusic.com.br/?p=35344</guid>

					<description><![CDATA[A obra é inspirada na guerreira do povo originário Mapuche que liderou quatro mil homens na Guerra de Arauco para libertar Wallmapu do genocídio e vingar a morte de seu marido e lonco, Huepotaén   A artista Brisa Flow lança no dia 3 de junho...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>A obra é inspirada na guerreira do povo originário Mapuche que liderou quatro mil homens na Guerra de Arauco para libertar Wallmapu do genocídio e vingar a morte de seu marido e lonco, Huepotaén</em></p>
<p><em> </em></p>
<p>A artista <strong>Brisa Flow</strong> lança no dia 3 de junho o terceiro álbum de sua carreira intitulado <strong><em>Janequeo</em></strong>. Janequeo foi uma guerreira do povo originário Mapuche que liderou quatro mil homens na Guerra de Arauco para libertar Wallmapu do genocídio e vingar a morte de seu marido e lonco, Huepotaén. Após conduzir esse exército, foi caçada, nunca encontrada e acredita-se que se transformou em uma encantada da floresta. A obra, inspirada na história dessa grande mulher indígena, fala sobre amor, coragem e autonomia. Dirigido pela própria cantora, as músicas contam com produções que misturam rap com outras vertentes eletrônicas e de raízes originárias. O disco tem participações nacionais, como Ian Wapichana, Sodomita, Monna Brutal e Victor Prado, e internacionais, como Aby Llanque e Tidus.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>“Esse disco é sobre narrativas que não sejam só violência e empobrecimento que, infelizmente, é o que nos rodeia. É uma obra para que consigamos ter um pouco de esperança no afeto e na força que nós temos. Acredito que as narrativas das guerreiras não foram contadas justamente para nos enfraquecer, para que nós não tivéssemos referências. Então é um álbum para que tenhamos referência de amor, de coragem e de autonomia, também dentro da indústria musical”</em>, explica Brisa. <em>“Em </em>Janequeo<em>, me atrevi a buscar sonoridades que muitas vezes foram consideradas complexas de se misturar. Eu sou conhecida por fazer música  tecendo meus versos com outras musicalidades e sempre vou trazendo outras vertentes da música eletrônica. Esse disco traz rap com reggaeton, drill, trap, r&amp;b, e house e feats com pessoas que venho desenvolvendo trabalhos e compartilhando vivências.” </em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Abrindo o álbum, “Cerquita” fala sobre como gostamos de dançar juntinhos em Abya Yala. Em seguida, “Besitos” fala sobre  estar apaixonada. A terceira faixa é “Making Luv”, já apresentada para o público com videoclipe gravado na Mata Atlântica e que expressa o amor e a coragem entre pessoas originárias. Com participação de Ian Wapichana, “Etnocídio” faz reflexões sobre genocídio dos povos indígenas. Na quinta faixa, “Sol de Outono”, a artista conta um pouco de sua caminhada desde que se mudou para São Paulo. “Bonde das Maloks” traz Monna Brutal e Sodomita e ilustra o encontro dessas artistas incríveis que estão vencendo opressões da cisgeneridade na indústria musical.  Em seguida, “Sonhos com serpentes” faz uma crítica a quem ainda acredita que trajes de comunidades indígenas são fantasia. Na oitava faixa, “Marrona Libre”, Brisa e Abi Llanque cantam pela liberdade das mulheres “marronas” sem fronteiras coloniais. A seguir, a canção que dá nome ao álbum, “Janequeo”, aparece como um rezo narrando a história dessa brava guerreira mapuche e de outros guerreiros. Em “Camburi”, há uma analogia ao rio Camburi e a mudança das relações. Amor e companheirismo são temas de “Dentro de Seus Olhos”. “Ayala” exalta as diferentes formas de construir um relacionamento e sobre a cosmologia oral do tarot de Wamam Poma Ayala.  E, fechando o álbum, “Originárias” enaltece as mais de 800 etnias de Abya Yala.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Abya Yala, da língua do povo Kuna, significa “Terra Madura” ou “Terra Viva”. A expressão é utilizada pelos povos originários como o nome próprio da América, sem reconhecer as fronteiras estabelecidas pelos colonizadores.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>OUÇA <em>JANEQUEO:</em> <a href="https://mailtrack.io/trace/link/2d41486bcbddc04747c2f659df38473f8f3634b5?url=https%3A%2F%2Fingrv.es%2Fjanequeo-dgp-5&amp;userId=4201609&amp;signature=bbef112f2c84fe15">https://ingrv.es/janequeo-dgp-5</a> </strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>CAPA por BONIKTA</p>
<p>FOTO DE CAMILA SANCHEZ</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>FICHA TÉCNICA</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Composições de Brisa Flow e nas músicas de feat são de Brisa Flow + os feats</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Mix e a master são de Rodrigo Locaut</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol>
<li><strong> Cerquita: </strong>Beat do Alvin</li>
<li><strong> Besitos</strong></li>
<li><strong> Making Luv: </strong>Beat do Tidus e feat Ian Wapichana</li>
<li><strong> Etnocídio: </strong>Feat com Ian Wapichana</li>
<li><strong> Sol de Outono: </strong>Beat Gustavo Lessa</li>
<li><strong> Bonde das Maloks: </strong>Beat Alvin e feat Monna Brutal e Sodomita</li>
<li><strong> Sonho com Serpentes: </strong>Beat Alvin</li>
<li><strong> Marrona Libre: </strong>Beat Suntizil e feat Abi Llanque</li>
<li><strong> Janequeo: </strong>Beat Vinicreize</li>
<li><strong> Camburi: </strong>Beat Victor Prado e feat Gabba</li>
<li><strong> Dentro dos seus Olhos </strong>Beat Drôga</li>
<li><strong> Ayala: </strong>Beat Marco Caramellis</li>
<li><strong> Originárias: </strong>Beat Alvin</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>SOBRE BRISA FLOW</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A artista Brisa Flow constrói sons e imagens a partir da vivência de seu corpo no mundo e cria caminhos que desprendem das amarras da colonialidade. Desenvolve estéticas artísticas pela prática e pesquisa do canto, tecendo memórias e nativas narrativas através do rap, instalações e videoarte. Brisa de la Cordillera recebeu esse nome de seus pais, artesãos caminantes. Para muitos povos dos Andes, o canto vem do vento. A cantora, licenciada em Música pela Fiam Faam, pesquisa e defende a arte dos povos originários e o rap como ferramentas necessárias para combater o epistemicídio. <em>Newen</em>, seu álbum de estreia, foi lançado em 2016 e significa “força”, em Mapuzgundun (língua nativa do povo Mapuche). A obra musical esteve entre os 20 melhores discos do ano selecionados pelo jornal Estadão.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em 2017, foi a artista aposta da Folha de São Paulo e recebeu o prêmio “Olga Mulheres Inspiradoras”. O segundo disco, <em>Selvagem Como o Vento</em>, foi lançado em 2018 no Instituto Tomie Ohtake e destacou-se em listas de 50 melhores discos da música brasileira nos sites da Red Bull, Genius e outros canais de música. Em 2020, lançou de forma experimental o EP <em>Free Abya Yala</em>, um trabalho de improvisação jazzrap. O título significa “América Livre” ou “Terra Fértil Livre”, sendo Abya Yala (no idioma do povo Kuna) o nome que vem sendo utilizado por artistas indígenas para referir-se ao continente americano. As músicas foram produzidas em colaboração com um quarteto de jazz e inspiradas nas pesquisas de Brisa Flow sobre freestyle e música originária. O EP foi premiado e recebeu elogios pela crítica musical como um trabalho anti colonial experimental. Em junho de 2022 lançou seu terceiro álbum, <em>Janequeo</em>, inspirado na narrativa dessa guerreira do povo originário Mapuche que liderou quatro mil homens na Guerra de Arauco para libertar Wallmapu do genocídio e vingar a morte de seu marido e lonco, Huepotaén.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://mailtrack.io/trace/link/5b42eb7f801d9a989c7bcf5c6749f27bdd5937ba?url=https%3A%2F%2Fwww.instagram.com%2Fbrisaflow%2F&amp;userId=4201609&amp;signature=12b63aa4ba6de6f2">https://www.instagram.com/brisaflow/</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://mailtrack.io/trace/link/7d31674d46c6d7938499a5f60f2ca2d6b2534d56?url=https%3A%2F%2Fwww.brisaflow.com%2F&amp;userId=4201609&amp;signature=9a4c3c5c10057481">https://www.brisaflow.com</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Com informações: ALETS Comunicação</strong></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://boomerangmusic.com.br/brisa-flow-fala-sobre-amor-coragem-e-autonomia-dos-povos-originarios-em-janequeo/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
