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	<title>cazuza &#8211; Boomerang Music</title>
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	<description>Informação, Novidade e Atualidade</description>
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		<title>Projeto especial “EXAGERADOS” traz MAHMUNDI, CAROL BIAZIN E BRYAN BEHR em releituras modernas e pessoais para a obra de CAZUZA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Jul 2023 01:37:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Quentinhas]]></category>
		<category><![CDATA[cazuza]]></category>
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					<description><![CDATA[Primeiro lançamento do projeto UMusic Play Sessions, o EP “Exagerados”, será lançado em áudio espacial e vídeos   Ouça e assista aqui &#160; Em certo momento de suas vidas, os jovens artistas Mahmundi, Carol Biazin e Bryan Behr tiveram seus destinos traçados ao ingressarem na...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Primeiro lançamento do projeto UMusic Play Sessions, o EP “Exagerados”, será lançado em áudio espacial e vídeos</em></p>
<p><em> </em></p>
<p><strong>Ouça e assista </strong><a href="https://umusicbrazil.lnk.to/Exagerados"><strong>aqui</strong></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em certo momento de suas vidas, os jovens artistas <strong>Mahmundi</strong>, <strong>Carol Biazin </strong>e<strong> Bryan Behr</strong> tiveram seus destinos traçados ao ingressarem na Universal Music. Agora, seus caminhos mais uma vez se entrelaçam em <em>“<strong>Exagerados</strong>”</em>, um tributo ao cantor e compositor <strong>Cazuza</strong>, que este ano completaria <strong>65 anos</strong>. O projeto tem como objetivo enaltecer a obra do artista com releituras de quatro de seus clássicos, em arranjos modernos e interpretações com identidades muito próprias.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Cada artista escolheu sua canção preferida do Cazuza para gravar. A cantora Mahmundi flutuou lindamente entre o beat e o minimalismo eletrônico em <em>“<strong>Faz Parte do meu Show</strong>”</em>; Carol Biazin brilhou na versão soul eletrônica de <em>“<strong>Codinome Beija-Flor</strong>”; </em>e Bryan Behr mostrou sua veia <em>rocker</em> bem peculiar em <em>“<strong>Pro dia Nascer Feliz</strong>”</em>. Juntos, o trio se uniu na releitura de <em>“<strong>Exagerado</strong>”</em>, trazendo o frescor da nova geração da MPB à canção e perpetuando ainda mais a obra de Cazuza entre seus fãs e o público jovem.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Todas as gravações foram realizadas ao vivo, com arranjos dos produtores musicais <strong>Kassin </strong>e <strong>Nave</strong> e executadas por uma banda afiada e especialmente montada para o projeto: Dani Dufour na guitarra, Dudinha no baixo, Herbert Medeiros nos teclados e Marinho Lima na bateria. “<em>A ideia era fazer algo contemporâneo, por isso chamei o Nave para produzir comigo. Queria ter um ponto de vista diferente e isso resultou muito bem</em>”, conta Kassin.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Inspirados pela obra atemporal de Cazuza, os três intensos artistas se entregaram de corpo e alma ao projeto, que será lançado dia <strong>29 de junho </strong>no EP <em>“<strong>Exagerados</strong>”</em>. O projeto reúne quatro faixas em áudio espacial <em>Dolby Atmos</em>, com engenharia de som de <strong>Beto Neves</strong> e quatro vídeos gravados no estúdio (<strong>segue abaixo o cronograma dos lançamentos</strong>), com cenografia e iluminação <em>noir, </em>sob a direção de <strong>Igor Alarcon</strong>. Cult, rock&#8217;n&#8217;roll e moderno, bem ao estilo Cazuza.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O projeto é o primeiro lançamento da série <strong>UMusic Play Sessions</strong>, uma iniciativa da Universal Music Brasil que tem como intuito promover encontros originais e inéditos entre artistas de diferentes estilos e idades.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“<em>A Universal Music Brasil tem o maior catálogo de música brasileira e se orgulha de levar essas obras musicais para os fãs, através das gerações. O projeto UMusic Play Sessions é uma das várias iniciativas que desenvolvemos para reverenciar toda a grandeza do nosso catálogo, além de promovermos novos e surpreendentes encontros. E esta edição traz CAZUZA. ‘Exagerados’ é um projeto para ouvir e viver este artista extraordinário e sempre atual</em>”, disse <strong>Paulo Lima</strong>, presidente da companhia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Durante a gravação, emoção era a sensação que pairava entre os artistas. Feliz, focado e à vontade entre os colegas, <strong>Bryan Behr </strong>comentou: “<em>Cazuza é um dos meus super-heróis de infância. Depois que eu o escutei pela primeira vez enxerguei que existia um caminho, um jeito de me expressar que eu sempre quis. Foi uma honra gigante colocar minha voz numa canção dele. Senti uma responsabilidade enorme</em>”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Mahmundi </strong>estava realizada com sua escolha e supergrata pela oportunidade de eternizar a canção em seu trabalho. “<em>Amo essa música. As letras do Cazuza são muito profundas e quanto mais a gente vai mergulhando nelas, mais vamos ficando íntimos</em>”, contou. “<em>Eu ficava imaginando como essa música ficaria na minha voz e regravá-la nesse novo arranjo está sendo muito emocionante</em>”, completou.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Carol Biazin </strong>sempre foi fã do jeito sincero e entregue de Cazuza: “<em>Ele era um artista disruptivo e isso me inspira muito. A forma como ele fala de amor mudou muito a música brasileira. Para mim, foi tudo muito intenso</em>”, disse ela, sublinhando o clima do estúdio.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“<em>Cazuza foi um grande compositor e poeta, suas letras são atemporais. Mahmundi é amiga, sou seu fã. Carol e Bryan já acompanhava de longe e sempre vi muito talento. Todos bons cantores e compositores. É muito bom entrar nesse repertório e poder fazer algo novo nessas músicas, que são clássicos, com estes jovens artistas</em>”, contou <strong>Kassin</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O tributo <em>“<strong>Exagerados</strong>” </em>é mais um passo da <strong>Universal Music</strong> e de <strong>Lucinha Araújo</strong>, mãe de Cazuza, em homenagem a um dos grandes artistas do tempo. O EP perpetua a obra do cantor e compositor para as novas gerações e celebra a sensibilidade e poesia de Cazuza.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Agora, além dos destinos traçados, Mahmundi, Carol Biazin e Bryan Behr fazem parte do grande show de Cazuza, levando suas canções e novas roupagens para a geração Z, que também se identifica com a expressão de liberdade e tem sede de viver e sentir exageradamente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Por Kélita Myra &#8211; </strong><em>Fogo no Paiol Music Hub  / </em><em>(@fogonopaiol)</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><u>Cronograma de lançamentos “<em>Exagerados</em></u></strong><strong>”:</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>29/06 (quinta-feira), às 21h</strong> &#8211; Lançamento dos áudios (singles e EP).</p>
<p><strong>30/06 (sexta-feira), às 11h</strong> – Lançamento do vídeo de “Exagerados”.</p>
<p><strong>04/07 (terça-feira), às 11h </strong>– Lançamento do vídeo de “Codinome Beija-Flor” (Carol Biazin).</p>
<p><strong>06/07 (quinta-feira), às 11h </strong>– Lançamento do vídeo de “Faz Parte do meu Show” (Mahmundi).</p>
<p><strong>11/07 (terça-feira), às 11h </strong>– Lançamento do vídeo de <em>“</em>Pro dia Nascer Feliz<em>”</em> (Bryan Behr).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><u>EP “<em>Exagerados</em></u></strong><strong>”:</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<ol>
<li><strong> “Faz Parte do Meu Show” (Renato Ladeira / Cazuza)</strong></li>
</ol>
<p><em>Mahmundi</em></p>
<ol start="2">
<li><strong> “Pro Dia Nascer Feliz” (Frejat / Cazuza)</strong></li>
</ol>
<p><em>Bryan Behr</em></p>
<ol start="3">
<li><strong> “Codinome Beija-Flor” (Cazuza / Ezequiel Neves / Reinaldo Arias)</strong></li>
</ol>
<p><em>Carol Biazin</em></p>
<ol start="4">
<li><strong> “Exagerado” (Ezequiel Neves / Leoni / Cazuza)</strong></li>
</ol>
<p><em>Carol Biazin, Bryan Behr, Mahmundi</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em> </em></p>
<p><em> </em></p>
<p><em> </em></p>
<p><em> </em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Com informações: </strong><a href="http://www.universalmusic.com.br/"><strong>www.universalmusic.com.br</strong></a></p>
<p><strong> </strong><strong>Universal Music Brasil : Departamento de Imprensa e Comunicação / PR</strong></p>
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			</item>
		<item>
		<title>“O TEMPO NÃO PÁRA”, SHOW ANTOLÓGICO DE CAZUZA, CHEGA AO DIGITAL COM SETE GRAVAÇÕES INÉDITAS, INICIANDO AS COMEMORAÇÕES DOS 65 ANOS DO ARTISTA</title>
		<link>https://boomerangmusic.com.br/o-tempo-nao-para-show-antologico-de-cazuza-chega-ao-digital-com-sete-gravacoes-ineditas-iniciando-as-comemoracoes-dos-65-anos-do-artista/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Apr 2022 11:28:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nostalgia]]></category>
		<category><![CDATA[cazuza]]></category>
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					<description><![CDATA[O que dizer quando um clássico musical se supera e surpreende até os mais ávidos fãs, quase 35 anos depois, com gravações inéditas de arrepiar e acelerar o coração? Só poderia ser ele: Cazuza! O inesquecível show “O Tempo Não Pára”, gravado no Canecão, no...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O que dizer quando um clássico musical se supera e surpreende até os mais ávidos fãs, quase 35 anos depois, com gravações inéditas de arrepiar e acelerar o coração? Só poderia ser ele: <strong>Cazuza</strong>! O inesquecível show <em>“<strong>O Tempo Não Pára</strong>”</em>, gravado no Canecão, no Rio de Janeiro, em outubro de 1988, será relançado na íntegra nas plataformas digitais no dia <strong>4 de abril</strong>, iniciando as comemorações dos <strong>65 anos </strong>de Cazuza, que serão completados no ano que vem.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O lançamento também faz  parte da campanha <strong>REVIVA CAZUZA</strong>, iniciativa de <strong>Lucinha Araújo</strong>, mãe do artista, e da <strong>Sociedade Viva Cazuza</strong>, que pretende chancelar e estimular ações em torno da obra e imagem do poeta, um dos mais importantes artistas da música contemporânea brasileira. Além de ser disponibilizado no formato digital, o álbum ganhará em breve uma versão em Áudio Espacial (Dolby Atmos) e uma edição especial em CD físico (Deluxe), com surpresas para os fãs e colecionadores.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Lançado em dezembro de 1988 com 10 faixas, o disco original deixou de fora sete músicas do repertório, por critério dos produtores e espaço no vinil original, e que hoje voltam ao público no novo álbum “<strong><em>O Tempo Não Para &#8211;  Show Completo [Ao Vivo No Rio De Janeiro / 1988]</em>” </strong>com sua ordem original. Três destas músicas acentuam a paixão de Cazuza pelo blues, como “Vida Fácil”, numa deliciosa e irônica versão <em>noir</em>, “Mal Nenhum” e “Blues da Piedade”, que ganha, junto com o lançamento, um clipe inédito dirigido por <strong>Barbara Coimbra</strong> com imagens do show e novas intervenções visuais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>As boas novas também trazem as guitarras indies de “Completamente Blue” e o rockabilly de “A Orelha de Eurídice”. E a linda versão ao vivo para “Preciso Dizer Que Te Amo”, mostrando porque ela é tão tocante e verdadeira até hoje.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Sucesso do álbum <em>“Ideologia” </em>(1988) e regravada por Gal Costa para a abertura da novela <em>Vale Tudo</em>, “Brasil” é um dos mais fortes temas inéditos deste show. E o álbum ainda presenteia os fãs com uma faixa-bônus, o discurso de Cazuza sobre o país pós ditadura militar. “<em>Eu me arrependi quando fiz essa música [Ideologia], peço desculpas. Aquele garoto que ia mudar o mundo pode continuar a mudar o mundo, em qualquer idade. A gente muda e, se a gente muda, o mundo pode mudar também!</em>”, incitou.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“<em>’O Tempo Não Pára’ foi um show carregado de muita emoção e comoção; foi um abraço dos fãs do Cazuza em um momento único em sua vida e na de todos nós que o amamos. Poder comungar novamente dessa obra com coisas que nem mesmo eu conhecia é como um presente de Cazuza para todos nós, na data de seu nascimento. Cazuza vive e revive para sempre em muitos corações</em>”, lembra <strong>Lucinha Araújo</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Se compararmos os <em>set lists</em> dos dois álbuns, perceberemos o quanto o espetáculo era ainda mais rico mantendo o roteiro inicial. A música “O Nosso Amor a Gente Inventa”, que estava na segunda metade do disco original, sobe e abre o bloco romântico do show; enquanto a faixa-título “O Tempo Não Pára” vai para o final da apresentação, como na concepção inicial de Cazuza.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Diretor musical do espetáculo e baixista da banda na época, <strong>Nilo Romero</strong> lembra que o disco foi gravado durante a turnê do álbum “Exagerado”, apresentado 44 vezes naquele ano, desde o primeiro show no pequeno AeroAnta, em São Paulo, ao último, no enorme Centro de Convenções de Recife, passando pela antológica gravação no Rio de Janeiro, dias 14, 15 e 16 de outubro, sendo lançado menos de dois meses depois.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“<em>’O Tempo Não Pára’ foi o primeiro e único álbum ao vivo de Cazuza e o de maior sucesso em sua carreira, além do disco mais bem sucedido naquele ano”, lembra Nilo Romero. “Apesar das dez faixas do LP original sintetizarem um dos shows mais bonitos e emocionantes feitos por um artista brasileiro, músicas muito significativas, como ‘Brasil’ e ‘Blues da Piedade’, precisavam estar disponíveis para a posteridade</em>”, opina o produtor, que coordenou a nova mixagem dos áudios &#8211; feitas por <strong>Walter Costa</strong> – e a remasterização de <strong>Ricardo Garcia</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Além de manter a ordem original do roteiro, concebido por Cazuza e <strong>Ney Matogrosso</strong>, que assina direção do espetáculo, Nilo selecionou falas inéditas do artista e momentos do show até então nunca revelados para este álbum, uma vez que ele tinha em suas mãos três dias de show gravados. “<em>Foi bem difícil fazer esta seleção. Procurei escolher as falas que melhor traduzem sua personalidade, irreverência, naturalidade e empatia com o público. E, sempre que possível, escolhi takes alternativos das músicas que faziam parte do álbum original</em>”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em “O Tempo Não Pára” e “Exagerado” foram utilizados momentos diferentes da captação já conhecida. É emocionante ouvir o público “abrindo” os versos de “Exagerado” a plenos pulmões a pedido de Cazuza:  “Amor da minha vida, daqui até a eternidade, nossos destinos foram traçados na maternidade&#8230;”. Já outras músicas, Nilo prefere deixar para os fãs mais observadores descobrirem! “<em>Foi um trabalho feito com muito prazer e emoção. Todos nós nos sentimos orgulhosos e privilegiados de termos feito parte deste show</em>”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Este abre-alas nas comemorações dos 65 anos de <strong>Cazuza</strong> torna ainda mais especial esse show clássico e fortalece a perpetuação da obra do cantor entre as gerações seguintes. Como ele mesmo citou ao final do show: <em>“O tempo não para, gente! Eles vão passar; e a gente ó&#8230; passarinho” (Mario Quintana).</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Abril de 2022</p>
<p>Por Kélita Myra</p>
<p><em> </em></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong><u>SET LIST DO ÁLBUM E SHOW:</u></strong></p>
<p><strong>      </strong></p>
<p><strong>“<em>O Tempo Não Para &#8211; Show Completo [ Ao Vivo no Rio de Janeiro / 1988 ]</em>”</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<ol>
<li>Vida Louca Vida &#8211; Ao Vivo No Rio De Janeiro / 1988 / Reload (Bernardo Vilhena / Lobão)</li>
<li>Boas Novas &#8211; Ao Vivo No Rio De Janeiro / 1988 / Reload (Cazuza)</li>
<li>Ideologia &#8211; Ao Vivo No Rio De Janeiro / 1988 / Reload (Roberto Frejat / Cazuza)</li>
<li>O Nosso Amor A Gente Inventa (Estória Romântica) &#8211; Ao Vivo No Rio De Janeiro / 1988 / Reload (Rogerio Meanda / João Rebouças / Cazuza)</li>
<li>Completamente Blue &#8211; Ao Vivo No Rio De Janeiro / 1988 (George Israel / Rogerio Meanda / Nilo Romero / Cazuza) &#8211; *INÉDITA</li>
<li>Vida Fácil &#8211; Ao Vivo No Rio De Janeiro / 1988 (Cazuza / Roberto Frejat) &#8211; *INÉDITA</li>
<li>A Orelha de Eurídice &#8211; Ao Vivo No Rio De Janeiro / 1988 (Cazuza) &#8211; *INÉDITA</li>
<li>Blues da Piedade &#8211; Ao Vivo No Rio De Janeiro / 1988 (Cazuza / Frejat) &#8211; *INÉDITA</li>
<li>Todo O Amor Que Houver Nessa Vida &#8211; Ao Vivo No Rio De Janeiro / 1988 / Reload (Roberto Frejat / Cazuza)</li>
</ol>
<ol start="10">
<li>Codinome Beija-Flor &#8211; Ao Vivo No Rio De Janeiro / 1988 / Reload (Reinaldo Arias / Cazuza / Ezequiel Neves)</li>
<li>Preciso Dizer Que Te Amo &#8211; Ao Vivo No Rio De Janeiro / 1988 (Dé / Bebel Gilberto / Cazuza) &#8211; *INÉDITA</li>
<li>Só As Mães São Felizes &#8211; Ao Vivo No Rio De Janeiro / 1988 / Reload (Cazuza / Roberto Frejat)</li>
<li>Mal Nenhum &#8211; Ao Vivo No Rio De Janeiro / 1988 (Cazuza / Lobão) &#8211; *INÉDITA</li>
<li>Brasil &#8211; Ao Vivo No Rio De Janeiro / 1988 (George Israel / Nilo Romero / Cazuza) &#8211; *INÉDITA</li>
<li>Exagerado &#8211; Ao Vivo No Rio De Janeiro / 1988 / Reload (Ezequiel Neves / Leoni / Cazuza)</li>
<li>O Tempo Não Pára &#8211; Ao Vivo No Rio De Janeiro / 1988 / Reload (Arnaldo Brandao / Cazuza)</li>
<li>Faz Parte Do Meu Show &#8211; Ao Vivo No Rio De Janeiro / 1988 / Reload (Cazuza/ Renato Ladeira)</li>
</ol>
<p><strong><u> </u></strong></p>
<p><strong><u>FICHA TÉCNICA &#8211; </u></strong><strong><u>ÁLBUM</u></strong><strong>:</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Bateria: Christiaan Oyens</p>
<p>Baixo: Nilo Romero</p>
<p>Guitarra: Ricardo Palmeira</p>
<p>Guitarra e vocais: Luce Oliveira</p>
<p>Saxofonista: Widor Santiago</p>
<p>Teclados e vocais: João Rebouças</p>
<p>Vocais: Jurema Lourenço</p>
<p>Vocais: Jussara Lourenço</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Gravado em 1988 por Luigi Hoffer e Marcio Gama</p>
<p>Mixado em 2022 por Walter Costa</p>
<p>Montado por Entreter</p>
<p>Masterizado em 2022 por Ricardo Garcia</p>
<p>Capa: Leka</p>
<p>Fotos: Miriam Prado</p>
<p>Produzido por Nilo Romero e Ezequiel Neves</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><u>FICHA TÉCNICA &#8211; </u></strong><strong><u>SHOW</u></strong><strong>:</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Produzido por Marcia Alvarez</p>
<p>Direção Musical: Nilo Romero</p>
<p>Direção Artística: Ney Matogrosso</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Com informações:  <a href="https://urldefense.proofpoint.com/v2/url?u=http-3A__www.universalmusic.com.br_&amp;d=DwMFAw&amp;c=o_lJda16WK5Kq4wBheKNrA&amp;r=Ihl4hJPa5OWUg54aRj__fTXZhV0AKhO3cIel_yKy-Do&amp;m=RGkc-8s48mcocYte4_HLjBQPPkEdkWKyzevO-1nA37E&amp;s=d4Jo7IHy5F-r5yfS3519fF9aa6ki3x2S0k2-NlMVAQU&amp;e=">www.universalmusic.com.br</a></strong></p>
<p><strong> Universal Music Brasil :: Departamento de Imprensa e Comunicação / PR</strong></p>
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		<title>Registro inédito de Cazuza de canção feita em parceria com George Israel e Nilo Romero é lançado  com clipe de animação feito por Humberto Barros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Jul 2021 00:52:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[cazuza]]></category>
		<category><![CDATA[mina]]></category>
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					<description><![CDATA[“Mina, como vai? Como você cresceu!” &#160; Só uma fala banal, dessas que voam aos montes por aí. Nas mãos de Cazuza, porém, a fala vira verso inicial, estopim para o retrato de uma jovem independente, de olhos famintos (“dois aquários de morfina”), que “se...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>“<em>Mina, como vai? Como você cresceu!</em>”</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Só uma fala banal, dessas que voam aos montes por aí. Nas mãos de <strong>Cazuza</strong>, porém, a fala vira verso inicial, estopim para o retrato de uma jovem independente, de olhos famintos (“dois aquários de morfina”), que “se vira na rua sozinha, com coragem e comprimidos”. Um retrato ainda mais fascinante por sair da voz de um narrador perplexo, que tenta aceitar que sua garotinha não é mais uma garotinha (agora, intranquilo, ele diz à menina que ela é “íntima de uns caras que eu te escondia”). Uma personagem do Rio da década de 1980 que circula com desenvoltura em 2021.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Mina” sai do baú de Cazuza e ganha as ruas mais de 30 anos depois de o compositor registrá-la em estúdio — um registro de sua voz que ouvimos agora, pela primeira vez, no <em>single</em> lançado pela <strong>Universal Music</strong>, com clipe animado por <strong>Humberto Barros</strong>. Parceria do letrista com <strong>George Israel</strong> e <strong>Nilo Romero</strong> (trio que assina clássicos como “Brasil” e “Solidão, que nada”), a canção entraria no disco “<em>Só se for a 2</em>”, de 1987, mas acabou ficando fora.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>— <em>Eu e George tínhamos uma mesinha de quatro canais, que gravava em fita cassete, e vivíamos fazendo músicas, gravando ali e dando as fitas pro Cazuza</em> — lembra Nilo. — “<em>Ele era uma usina de fazer letra. Quando ele ouvia já cantava alguma coisa na hora, levava a fita e no dia seguinte trazia a letra pronta. Podia mexer depois, mas nunca sofria pra fazer, era muito solto</em>”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Observador agudo, olhar de cronista, Cazuza sempre se inspirava no que via e vivia. “Mina” condensa meninas que circulavam pelo Baixo Leblon e, Nilo conta, bebe de uma situação específica que eles vivenciaram depois de um show em Araxá:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>— <em>Saímos pra comer uma pizza e a determinada altura apareceu um cara querendo mandar numa das meninas que estava ali. ‘Esse aí me viu crescer e acha que é meu dono’, ela disse. Lá pelas tantas, o cara pegou uma faca, Cazuza defendeu todo mundo, jogou uma mesa nele, o segurança chegou… Um tempo depois, veio ‘Mina’</em>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>George vê em “Mina” a marca de originalidade que Cazuza (e sua geração do Rock Brasil) trouxe para a música brasileira, de crônicas da noite “ácidas, viscerais”:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>— <em>Tem algo da crônica do Jagger, do Dylan, do Lou Reed… Ele ia mais nessa de desnudar as pessoas, na linha ‘Honky tonk women’, essas coisas da night. Mesmo em canções lindas como ‘Codinome beija-flor’ tem um tracinho disso. O mais legal é que ele conseguiu fazer isso de uma maneira muito popular. Dentro do hit tem toda a profundidade social da observação das pessoas</em>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>No caso de “Mina”, as pessoas observadas são a personagem-título, que exerce sua liberdade sem amarras, e o narrador que se esforça pra “não ser aquele cara chato” — mas não consegue evitar julgá-la (“esses caras do teu lado não ‘tão com nada”). É curioso que, numa leitura da época, a canção poderia soar machista, por trazer o olhar dele sobre ela — olhar que, com indisfarçável moralismo, a descreve como inconsequente, louca demais. Porém, para o ouvinte (e a ouvinte) do século XXI, é difícil não perceber o sujeito como um pai, tio ou amigo careta, e se identificar com a menina, hoje diríamos, empoderada (“na barra pesada, como uma rainha”).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Cazuza já dava as chaves para a leitura quando, logo depois de o narrador dizer que não quer “ser aquele cara chato”, o coro responde com um “E é” — que soa espertamente como “yeah”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O clipe de animação (dirigido por Humberto Barros e Nilo Romero) traça em linhas mais fortes essa perspectiva atual, mostrando o narrador como um coroa de bengala que acaba sozinho na noite do Rio, enquanto ela aparece se relacionando com homens e com mulheres, cercada de amigos, o tempo todo alegre e dona de si.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Mina” chegou a ser lançada por Leo Jaime, em 1990, e o próprio George Israel a gravou em 2007. Mas o registro de Cazuza se mantinha inédito até agora, quando chega às ruas com um arranjo refeito por Nilo. Ele chamou Rogério Meanda (guitarra) e João Rebouças (teclados) — músicos que, como ele, participaram da gravação original. Lourenço Monteiro (bateria) e Marcos Suzano (percussão) reforçam o time. O coro de Solange Rosa, Eveline Hecker e Paulinho Soledade é o mesmo de 1987 — assim como o frescor dos versos de Cazuza.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>— <em>Esses personagens continuam existindo</em> — nota George. — <em>Talvez apenas com outras roupas</em>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Por <strong><em>Leonardo Lichote</em></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><em>Live</em></strong><strong> de lançamento de “Mina”</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>No dia 9 de julho, às 16 horas, será realizada uma <em>live</em> no YouTube, que contará com a participação do músico, compositor e produtor musical <strong>Nilo Romero</strong>, do músico e compositor <strong>George Israel </strong>e do repórter e crítico musical <strong>Leonardo Lichote</strong>, com a mediação do artista e apresentador <strong>Gominho</strong>. Assista aqui: <a href="https://youtu.be/10r0i2Gk5HM">https://youtu.be/10r0i2Gk5HM</a> .</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Com informações:</strong> <a href="https://urldefense.proofpoint.com/v2/url?u=http-3A__www.universalmusic.com.br_&amp;d=DwMFAw&amp;c=o_lJda16WK5Kq4wBheKNrA&amp;r=Ihl4hJPa5OWUg54aRj__fTXZhV0AKhO3cIel_yKy-Do&amp;m=RGkc-8s48mcocYte4_HLjBQPPkEdkWKyzevO-1nA37E&amp;s=d4Jo7IHy5F-r5yfS3519fF9aa6ki3x2S0k2-NlMVAQU&amp;e="><strong>www.universalmusic.com.br</strong></a></p>
<p><strong> Universal Music Brasil :: Departamento de Imprensa e Comunicação / PR</strong></p>
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		<title>Almério lança single com participação de Ney Matogrosso domingo, dia 4 de abril</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 04 Apr 2021 19:09:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[almerio]]></category>
		<category><![CDATA[cazuza]]></category>
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					<description><![CDATA[&#8220;Brasil&#8221; precede o lançamento do álbum com canções de Cazuza e chega às plataformas no dia do aniversário do compositor &#160; Ouça aqui:  https://orcd.co/brasil &#160; Domingo, dia 04 de abril, Cazuza completaria 63 anos. Mais atual do que nunca, a obra do compositor carioca ganhará...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>&#8220;Brasil&#8221; precede o lançamento do álbum com canções de Cazuza e chega às plataformas no dia do aniversário do compositor</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Ouça aqui:  </strong><a href="https://orcd.co/brasil">https://orcd.co/brasil</a></p>
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<p>Domingo, <strong>dia 04 de abril,</strong> <strong>Cazuza </strong>completaria 63 anos. Mais atual do que nunca, a obra do compositor carioca ganhará novas leituras na voz de <strong>Almério</strong>: a primeira amostra desse encontro musical é o <em>single </em>“Brasil”, a ser lançado domingo nas plataformas digitais, precedendo o álbum <strong><em>Tudo é amor,</em></strong> dedicado a canções do compositor carioca.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A nova versão para “Brasil” chega 33 anos depois da original, lançada por Cazuza no emblemático álbum <em>Ideologia, </em>e conta com a participação especialíssima de <strong>Ney Matogrosso.</strong><em> &#8220;</em>Cantar <em>Brasil</em> já é um mar de desafios, por muitos motivos. Eu precisava de uma Voz  poderosa como a do PLANETA NEY, que foi de uma generosidade e beleza de emocionar o mundo”, pontua Almério. Para Ney Matogrosso, o que mais impressiona é a atualidade do pensamento de Cazuza, não somente nesta canção. “Foi fácil ajustar a tonalidade da minha voz com a do Almério. A gravação ficou muito boa”, avaliza.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone  wp-image-23128" src="https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2021/04/almerio-ney-2-300x200.jpg" alt="" width="488" height="325" srcset="https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2021/04/almerio-ney-2-300x200.jpg 300w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2021/04/almerio-ney-2-1024x684.jpg 1024w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2021/04/almerio-ney-2-768x513.jpg 768w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2021/04/almerio-ney-2-1536x1026.jpg 1536w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2021/04/almerio-ney-2-700x468.jpg 700w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2021/04/almerio-ney-2.jpg 2048w" sizes="(max-width: 488px) 100vw, 488px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A concepção do projeto e o convite a Almério partiram de <strong>Ione Costa,</strong> que o instigou a mergulhar na obra de Cazuza. “Eu paralisei por alguns segundos e logo começou a surgir muita inspiração. Eu sou do Agreste de Pernambuco, nasci na cidade de Altinho, de família humilde. Era 1993 quando meu irmão, de mais idade do que eu, começou a trabalhar em Caruaru e lá ele comprou o primeiro CD: era uma coletânea de Cazuza. Dois anos depois conseguimos comprar um &#8220;discman&#8221; e eu ficava lendo e relendo o encarte com as letras, imaginando a força dele. Um cantor, compositor, poeta do Rio de Janeiro, cenário dos filmes, novelas, livros e músicas que eu consumia, quase inalcançável pra mim. A música do Cazuza veio me beijar e me salvar, atravessando horizontes pra descansar meu coração numa cidade perdida no mapa do planeta”, pontua Almério.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O álbum começou a ganhar forma com a chegada do produtor <strong>Marcus Preto</strong> e do diretor musical <strong>Pupillo.</strong> “Marcus nos trouxe uma equação equilibrada e poética de como pensava o disco, o repertório se divide e se complementa em 3 hits, 3 semi hits e 5 lados B. Essa base nos norteou para buscar as músicas que dialogavam entre si, criando uma narrativa. Meu maior desafio, depois de quase 4 meses de pesquisa, laboratórios, de mergulhar na obra e no universo das canções dele, foi encontrar um jeito próprio de cantar e interpretar o repertório que selecionamos, eu, Marcus Preto, Ione Costa e meu empresário André Brasileiro&#8221;.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Além da gravação de &#8220;Brasil&#8221;, um segundo single será lançado nas plataformas antes da chegada do álbum, a ser editado pela Biscoito Fino: será a versão de Almério para &#8220;Amor amor&#8221; (Cazuza / George Israel / Roberto Frejat).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Ficha Técnica:</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Brasil </strong>(Cazuza, George Israel e Nilo Romero)</p>
<p>Almério &#8211; voz e vocais</p>
<p>Ney Matogrosso &#8211; participação especial de Ney Matogrosso</p>
<p>Pupillo &#8211; bateria e percussão</p>
<p>Fabio Sá &#8211; baixo</p>
<p>André Lima &#8211; piano e synth</p>
<p>Carlos Trilha &#8211; synth</p>
<p>Juliano Holanda &#8211; guitarra</p>
<p>André Brasileiro &#8211; backing vocal</p>
<p>Direção artística &#8211; Marcus Preto</p>
<p>Produção musical e arranjo &#8211; Pupillo</p>
<p>Foto e concepção de capa &#8211; Jorge Bispo</p>
<p>Fotos de divulgação &#8211;  Ana Migliari</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em> </em></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Com informações: Assessoria Biscoito Fino &#8211; Coringa Comunicação</strong></p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Almério recebe Ney Matogrosso no single de seu próximo álbum</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Mar 2021 04:16:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[almerio]]></category>
		<category><![CDATA[cazuza]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Em 2021, <strong>Cazuza</strong> completaria 63 anos. Mais atual do que nunca, a obra do compositor carioca é o norte do novo projeto de <strong>Almério.</strong> O artista pernambucano encarou com vigor e personalidade o desafio de mergulhar na poesia urgente, romântica e visceral de Cazuza, no álbum que vai se chamar &#8220;<strong><em>Tudo é amor&#8221;</em></strong>, a ser lançado <strong>em maio</strong> pela Biscoito Fino.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O primeiro <em>single</em> do novo álbum de Almério, a emblemática <strong><em>Brasil</em></strong>, abre os trabalhos e ganha as plataformas digitais no dia <strong>04 de abril</strong>, celebrando o aniversário de Cazuza, com direito a participação especialíssima de <strong>Ney Matogrosso.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Em julho de 2020, começo da pandemia, recebi uma ligação de <strong>Ione Costa</strong>, do Rio de Janeiro, me perguntando se eu sabia cantar &#8220;O tempo não para&#8221;, de Cazuza. Respondi que sim, que cantei essa canção a vida inteira nas noites de barzinho em Caruaru, capital do Agreste de Pernambuco. Perguntei se ela queria que eu cantasse essa canção, que eu sabia de frente pra trás, de trás pra frente, e ela respondeu: &#8211; Não! Eu quero um disco de Almério cantando Cazuza”, conta Almério. Idealizadora do projeto, agora prestes a ser lançado, Ione Costa o propôs à gravadora Biscoito Fino, que encampou a ideia e sugeriu o nome de <strong>Marcus Preto</strong> para produzi-lo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Marcus nos sugeriu <strong>Pupillo</strong> como diretor musical, para que o disco tivesse essa pegada <em>pernambucânica</em> &#8220;pop rock mangue agreste&#8221;, que é como eu penso, sinto e canto Cazuza. Meu maior desafio, depois de quase 4 meses de pesquisa, laboratórios, de mergulhar na obra e nas canções dele, foi encontrar um jeito próprio de cantar e interpretar o repertório que selecionamos juntos &#8211; eu, Marcus Preto, Ione Costa e André Brasileiro, meu produtor e empresário”, pontua Almério.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Lançada originalmente no álbum <em>Ideologia, <strong>Brasil </strong></em>reverbera ainda mais nos dias sombrios que vivemos, 33 anos depois de escrita, como comenta <strong>Ney Matogrosso:</strong><em> “</em>Fico impressionado com a atualidade do pensamento do Cazuza, não somente em <em>Brasil<strong>; </strong></em>outras músicas que estão no disco do Almério também mantém a atualidade”. Ney foi convidado para gravar em dueto com o cantor pernambucano, que já conhecia há algum tempo: “Foi fácil ajustar as nossas vozes e tonalidades. A gravação ficou muito boa”, avaliza, com a propriedade de quem conhece como poucos o universo do homenageado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para Almério, “Cantar <em>Brasil </em>já é um mar de desafios, por muitos motivos. Eu precisava de uma voz poderosa e luminosa como a do PLANETA NEY, que foi de uma generosidade e beleza de emocionar o mundo. Dois rios de gerações cantando &#8220;Brasil mostra a tua cara&#8221; nessa conjuntura atual, é hastear a bandeira da esperança e da luta em cada Brasileira e Brasileiro”, conclui.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Fotos: Ana Migliari</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Com informações:  Assessoria de Comunicação  Biscoito Fino<br />
</strong></p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Flausino e Sideral cantam Cazuza na Casa Natura Musical, quinta, 11 de abril</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 31 Mar 2019 01:08:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[casanaturamusical]]></category>
		<category><![CDATA[cazuza]]></category>
		<category><![CDATA[rogerioflausino]]></category>
		<category><![CDATA[sideral]]></category>
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					<description><![CDATA[Na semana em que completaria 61 anos de idade, o eterno exagerado recebe homenagens na Casa Natura Musical. &#160; Na quinta, 11 de abril, às 22h, na Casa Natura Musical, os cantores Rogério Flausino e Wilson Sideral reverenciam a vida e a obra de um dos seus maiores...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Na semana em que completaria 61 anos de idade, </strong><strong>o eterno exagerado recebe homenagens na Casa Natura Musical.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Na quinta, 11 de abril, às 22h, na <strong>Casa Natura Musical</strong>, os cantores <strong>Rogério Flausino</strong> e<strong> Wilson Sideral </strong>reverenciam a vida e a obra de um dos seus maiores ídolos, o cantor e poeta Cazuza, acompanhados pelos músicos <strong>Marcelinho Guerra</strong> (guitarra), <strong>Adriano Campagnani</strong> (baixo), <strong>Breno Mendonça</strong> (sax), <strong>Wagner Souza</strong> (trompete) e <strong>David Maciel</strong> (bateria).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Celebrando 35 anos de amor à música, os irmãos Rogério Flausino e Wilson Sideral, nascidos em Alfenas, no Sul de Minas, começaram cedo: Rogerinho aos 13 e Wilsinho aos 10. Apoiados por família musical, integraram sua primeira banda de rock, <strong>Contacto Imediato</strong>, em 1985, ano da histórica primeira edição do Rock in Rio. Com o grupo, ou em dupla, se jogaram na noite, se apresentando em bares, festas e clubes da cidade e região. Em 1993, mudaram-se para a capital, Belo Horizonte, de onde traçaram os rumos de suas carreiras: Rogério Flausino, ao lado da banda <strong>Jota Quest</strong>, uma das mais queridas do país; e Wilson Sideral, em carreira solo, como cantor, compositor, guitarrista e produtor musical.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>“Este nosso feliz reencontro tem como propósito propagar ainda mais a música e a poesia de Cazuza, fundamentais na formação de toda uma geração&#8221;</em>, explica <strong>Rogério Flausino</strong>. A direção musical, assinada por Sideral, preza pelos arranjos originais, em repertório que caminha pelas diversas fases da carreira do poeta-exagerado, dos anos de <strong>Barão Vermelho</strong>, aos hits da carreira solo. <em>“Pra ser sincero, a gente não quis reinventar nada, estamos apenas matando a saudade desses fonogramas clássicos. É coisa de fã, de irmão, de amor mesmo! Nossos destinos foram traçados na maternidade”</em>, acrescenta <strong>Wilson Sideral</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>No repertório, o lado rock do poeta Cazuza aparece em canções como, <em>Beth Balanço</em>, <em>Porque Que a Gente é Assim</em>, <em>Ideologia</em>, <em>O Tempo Não Pára</em> e <em>Pro Dia Nascer Feliz</em>; a MPB e a bossa-nova mostram sua cara em <em>Faz Parte do Meu Show</em>, <em>Todo Amor Que Houver Nesta Vida</em>, <em>Eu Preciso Dizer Que Te Amo</em> e <em>Codinome Beija-Flor</em>; do blues, as clássicas <em>Solidão</em>, <em>Que Nada </em>e <em>O Blues da Piedade</em>; e do pop, os hits <em>Exagerado</em>, <em>O Nosso Amor a Gente Inventa </em>e <em>Brasil</em>, além de regravações eternizadas na voz de Cazuza como, Vida Louca Vida (Lobão e Bernardo Vilhena), Quase Um Segundo (Herbert Viana) e O Mundo é um Moinho (Cartola). A dupla interpreta, ainda, canção inédita intitulada <em>Não Reclamo (Essas Canções de Amor)</em>, poema de Cazuza, musicado por Sideral em 2015, especialmente para o projeto.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O espetáculo <strong>Flausino e Sideral Cantam Cazuza</strong> já passou por diversas capitais brasileiras, em elogiadas apresentações, com destaque para a última edição do Rock in Rio (2017, onde estarão novamente em 2019), e pela histórica passagem pelo Circo Voador, no Rio, no evento comemorativo <strong>Cazuza 60</strong>, que teve as participações especiais de <strong>Caetano Veloso</strong>, <strong>Bebel Gilberto</strong> e <strong>Preta Gil</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Abril tem shows imperdíveis na Casa Natura Musical</strong></p>
<p>Ao longo de todo o mês de abril, a Casa Natura Musical apresenta uma programação com grandes shows, todos já com ingressos à venda, como <strong>Linn da Quebrada</strong> e <strong>Mc Tha</strong> (4 de abril), <strong>O Teatro Mágico</strong>, com <strong>Fernando Anitelli</strong> (5 de abril), <strong>Rogério Flausino</strong> e <strong>Wilson Sideral</strong> cantam <strong>Cazuza</strong> (11 de abril), <strong>Gilsons</strong>, grupo com filho e netos de <strong>Gilberto Gil</strong>, e convidados (18 de abril), <strong>ÀTTØØXXÁ</strong> (12 de abril), <strong>Arnaldo Antunes </strong>no show<strong> Rstuvxz </strong>(26 de abril), <strong>Rincon Sapiência</strong> (27 de abril), o projeto <strong>Casinha</strong>, uma tarde cheia de atividades infantis com muitas brincadeiras, recreadores e o show <strong>Barbatuquices</strong>, com o <strong>Barbatuques</strong> (28 de abril), <strong>Flora Matos e convidados</strong> (30 de abril),  entre outros.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Casa Natura Musical</strong></p>
<p>Inaugurada em maio de 2017, a Casa Natura Musical celebra o fato de ter entrado para o mapa cultural de São Paulo como uma das mais charmosas e aconchegantes casas de shows do país, eleita como a <strong>melhor casa de shows de grande porte de São Paulo</strong> (<em>O Estado de S. Paulo</em>, em 5/10/18) e o <strong>Melhor Espaço Para Shows</strong> (Blog do Arcanjo / UOL, em 2/01/19). Com total visibilidade de qualquer ponto da plateia, a Casa oferece uma combinação de conforto e qualidade musical, configurando o palco ideal para abrigar nomes consagrados, novos talentos e projetos desenhados a muitas mãos. O acesso por transporte público é fácil, pois a Casa está localizada na esquina da <strong>rua Artur de Azevedo</strong> com a <strong>rua dos Pinheiros</strong>, entre as estações Fradique Coutinho e Faria Lima do metrô, próxima a linhas de ônibus e ciclovias. O empreendimento soma as credibilidades dos empresários <strong>Paulinho Rosa</strong>, dono do Canto da Ema, e <strong>Edgard Radesca</strong>, fundador do Bourbon Street Music Club, à cantora e compositora <strong>Vanessa da Mata</strong>. Formaram assim a VIVÁ Cultural, empresa proprietária e realizadora do projeto. O patrocínio é da <strong>Natura</strong>, empresa que há 12 anos destaca-se pela atuação na valorização da produção contemporânea e da identidade musical brasileira por meio do Natura Musical. Uma novidade da casa, inspirada nas lojinhas de museu, é o espaço de experimentação de produtos Natura, com balcões de maquiagem e perfumaria e consultoria especializada.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Rogério Flausino e Wilson Sideral cantam Cazuza</strong></p>
<p>Show especial celebrando os <strong>61 anos de Cazuza</strong></p>
<p>Quando: <strong>quinta, 11 de abril, às 22h</strong></p>
<p>Abertura da Casa: <strong>20h30</strong></p>
<p>Ingressos:</p>
<p><strong>Meia-entrada para todos os lotes e setores. Clientes Porto Seguro pagam meia.</strong></p>
<p>Pista: R$ 100 (lote 1), R$ 130 (lote 2), R$ 160 (lote 3) e R$ 190 (lote 4)</p>
<p>Bistrô Superior: R$ 220</p>
<p>Camarote: R$ 250</p>
<p>Lotação para este show: <strong>710 lugares</strong></p>
<p>Classificação etária: <strong>12 anos</strong> (menor de 12 acompanhado pelos pais ou responsáveis)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Casa Natura Musical</strong></p>
<p>Rua Artur de Azevedo, 2134, Pinheiros, São Paulo, tel: <strong>(011) 3031-4143</strong></p>
<p>Ingressos sem taxa de conveniência na bilheteria da Casa</p>
<p>Ingressos podem ser pagos com dinheiro, cartões de crédito e débito</p>
<p>Horário da bilheteria: de terça a sábado, das 12h às 20h. Segundas e domingos, quando houver show. Em dias de espetáculo, a bilheteria fecha mais tarde, até uma hora após o início da apresentação.</p>
<p>Venda de ingressos: <a href="http://www.casanaturamusical.com.br">www.casanaturamusical.com.br</a></p>
<p>Venda para pessoas com deficiência: 4003-6860</p>
<p>Estacionamento conveniado: R$ 20 (Car Park, Rua Cunha Gago, 83, entrada pela rua Artur de Azevedo, ao lado da Casa)</p>
<p><a href="https://www.facebook.com/CasaNaturaMusical">https://www.facebook.com/CasaNaturaMusical</a></p>
<p><a href="https://www.instagram.com/casanaturamusical/">https://www.instagram.com/casanaturamusical/</a></p>
<p><a href="http://www.twitter.com/casanaturamus">www.twitter.com/casanaturamus</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><u>Mais informações para a imprensa</u>: Casa Natura Musical / Vivá Cultural</strong></p>
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