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		<title>No mês do Rock, a UNIVERSAL MUSIC lança o box “CHARLIE BROWN JR”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 23 Jul 2023 04:56:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nostalgia]]></category>
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					<description><![CDATA[UMA HOMENAGEM À UMA DAS MAIS IMPORTANTES E REVOLUCIONÁRIAS BANDAS DOS ANOS 90   Box traz, pela primeira vez, a versão em CD de “Ritmo, Ritual e Responsa Ao Vivo”, DVD lançado em 2008 &#160; Em celebração ao Dia Mundial do Rock, a Universal Music...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>UMA HOMENAGEM À UMA DAS MAIS IMPORTANTES E REVOLUCIONÁRIAS BANDAS DOS ANOS 90</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><em>Box traz, pela primeira vez, a versão em CD de “Ritmo, Ritual e Responsa Ao Vivo”, DVD lançado em 2008</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em celebração ao <strong>Dia Mundial do Rock</strong>, a <strong>Universal Music Brasil</strong> fez um lançamento muito especial. Nessa data, chega à <a href="https://www.umusicstore.com/"><strong>UMusic Store</strong></a>, plataforma de e-commerce da companhia, o box comemorativo “<strong><em>Charlie Brown Jr.</em></strong>”, que reúne 10 álbuns da banda santista <strong>Charlie Brown Jr</strong>. Entre os discos reunidos nesse tributo essencial está “<em>Ritmo, Ritual e Responsa ao Vivo</em>”, DVD apresentado originalmente em 2008. Já existente nas plataformas de streams, o disco ganha agora, pela primeira vez, sua versão em CD.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Alguns chamam de estrela, outros de sorte. Mas, <em>na real,</em> o nascimento do Charlie Brown Jr., há 30 anos, é um exemplo raro e perfeito de uma banda que, com o seu discurso direto e reto, conquistou em pouco tempo a mente e o coração dos jovens de  todo o Brasil. Criado em 1992 por <strong>Chorão</strong> (Alexandre Magno Abrão; 1970-2013), o Charlie Brown Jr. equalizou arte e oportunidade no final dos anos 90, quando o rock brasileiro buscava afirmar suas origens e o vento que levava a maresia para as pistas de skate de Santos, no litoral de São Paulo, soprou a favor dele e sua turma em direção aos produtores musicais Tadeu Patola e Rick Bonadio (este último um jovem executivo da Virgin Records no Brasil).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Liderado pelo original, emotivo e explosivo Chorão, o Charlie Brown Jr. produziu uma extensa e valiosa obra, principalmente na primeira década de sua carreira. Um letrista completamente alinhado com a <em>vibe</em> e as dores de sua geração; uma banda apaixonada pela música urbana <em>gringa</em> e local; um <em>front man</em> autêntico e original; um grupo comprometido em fazer sempre o melhor para seus fãs. Assim, entre a vida real e o sonho de se tornarem rockstar, nasceu e cresceu essa inesquecível banda, que preencheu e abraçou uma geração inteira de adolescentes até a vida adulta – e ainda hoje vem ganhando muitos novos fãs.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Chorão tinha uma originalidade sagaz, irônica e sentimental. Do <em>lifestyle</em> do skate, passando por pensamentos existenciais e <em>riffs</em> contagiantes, sua banda misturava rock, punk, hardcore, hip-hop e reggae na mesma velocidade que descobria a recém-surgida internet e suas facilidades, criando uma identidade musical e artística muito própria, conectada ao mundo e à realidade e urgência dos jovens brasileiros, sem restrições de classe social. Não por acaso, o Charlie Brown Jr. tem hoje mais de 2.1 milhões de inscritos em seu canal oficial no YouTube e mais de 5.6 milhões de ouvintes mensais no Spotify, onde a banda tem 6.4 milhões de seguidores.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>No box comemorativo “<em>Charlie Brown Jr.</em>”, mais de 24 horas de som e histórias são compiladas em 10 álbuns fundamentais para os fãs e para a memória do rock brasileiro durante a virada do milênio. Sucessos como &#8220;Proibida pra mim&#8221;, &#8220;Confisco”, “Te levar”, “Zóio de lula&#8221;, “Tamo aí na atividade” e “Dias de luta, Dias de glória” mostram a criatividade e perenidade da obra da banda que, entre êxtases, sonhos, tretas, lutas e glórias, tornou-se ícone de uma geração, herdeira legítima do rock nacional e internacional – e transformou Chorão num mito urbano para os jovens que viveram intensamente o final dos anos 1990 e a primeira década da era 2000.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Foram escalados para compor o box os seguintes álbuns: “<em>Ritmo Ritual e Responsa Ao Vivo</em>” (2008), “<em>Ritmo Ritual e Responsa</em>” (2007), “<em>Imunidade Musical</em>” (2005), “<em>Tamo Aí Na Atividade</em>” (2004), “<em>Acústico MTV Charlie Brown Jr.</em>” (2003), “<em>Bocas Ordinárias</em>” (2002), “<em>100% Charlie Brown Jr. &#8211; Abalando A Sua Fábrica</em>” (2001),  “<em>Nadando Com os Tubarões</em>” (2000), “<em>Preço Curto&#8230; Prazo Longo</em>” (1999) e “<em>Transpiração Contínua Prolongada</em>” (1997).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Além de todo esse vasto conteúdo musical agrupado no box, os fãs da banda ainda vão se deleitar com vários itens de colecionadores, como um pôster ilustrado inédito e exclusivo, 4 porta-copos, 10 cards dedicados a cada um dos álbuns, 5 fotos inéditas, um adesivo e uma carta ao fã.</p>
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<p>“<em>O lançamento desse box do Charlie Brown Jr., uma das mais icônicas e autênticas bandas dos anos 90, reúne toda a discografia do catálogo da EMI/Universal Music. Essa é uma das várias ações que a companhia vem fazendo para homenagear o legado artístico deixado pela banda para seus fãs e para aqueles que estão hoje conhecendo essa incrível obra, que ainda será lembrada por várias décadas. Com suas músicas diretas e sinceras, o talento do Charlie Brown Jr. conquistou, de cara, o coração de uma juventude que tinha sede de viver, e segue presente até hoje</em>”, disse <strong>Paulo Lima</strong>, presidente da Universal Music Brasil.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ao morrer precocemente, prisioneiro de seu sucesso, <strong>Chorão</strong> deixou sua inesquecível obra para consolar e transformar os muitos milhares de jovens que o conheceram &#8211; ou ainda irão se deparar com o brilho e energia de sua estrela.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A sorte agora é nossa.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Ouça as canções da banda Charlie Brown Jr na playlist oficial da Universal Music Brasil:</strong> <a href="https://umusicbrazil.lnk.to/CharlieBrownJr">https://umusicbrazil.lnk.to/CharlieBrownJr</a></p>
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<p><strong> </strong><strong> </strong></p>
<p><strong><u>ÁLBUNS BOX “<em>CHARLIE BROWN JR</em></u></strong><strong>”:</strong></p>
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<p><strong><u>DISCO 1</u></strong><strong>: “Transpiração Contínua Prolongada” (1997)</strong></p>
<p>Produzido por Tadeu Patola e Rick Bonadio</p>
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<p>Após cinco anos tocando no underground santista, finalmente a banda Charlie Brown Jr conquista sua grande oportunidade. O álbum de 16 faixas tem no ska-rock-punk-core tudo o que a molecada queria. <em>Meu, cê não sabe o que aconteceu: os cara do Charlie Brown invadiram a cidade!</em> E foi isso mesmo! Os garotos de Santos invadiram as rádios e os Estados brasileiros com a autenticidade e versatilidade dos versos de “O côro vai comê” e outros sucessos, como “Tudo que ela gosta de escutar”, “Quinta-feira” e o mega hit “Proibida pra mim”. O álbum traz influências claras de artistas internacionais, como Suicidal Tendencies, Dead Kennedys e Beastie Boys, e nomes recentes do rock nacional da época, como Raimundos, Planet Hemp e Chico Science &amp; Nação Zumbi, que podem ser vistas em outras faixas que não foram singles, como “Gimme o Anel”, “Corra Vagabundo” e “Charlie Brown Jr”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><u>DISCO 2</u></strong><strong>: “Preço Curto&#8230; Prazo Longo” (1999)</strong></p>
<p>Produzido por Tadeu Patola e Rick Bonadio</p>
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<p>Após dois anos de estrada e amplo sucesso nas rádios e na MTV, o grupo supera o fantasma da aprovação do segundo álbum com a força criativa de 25 faixas ainda mais seguras no discurso e no som. Apesar dos versos descontraídos “Meu escritório é na praia / Eu tô sempre na área / Mas eu não sou da tua laia”, do hit “Zóio de lula”, o disco traz um Charlie Brown mais pesado e carregado nas influências do skatepunk e hardcore. Vide “Confisco”, “O puxa carro” e o encontro com <strong>Rodolfo</strong>, ainda no Raimundos, em “Bons aliados”. Equilibrando os gêneros pesados com os mais leves, a banda agrada em cheio meninos e meninas com músicas como “Hoje de noite” e “333”. Exímio letrista e romântico incurável, Chorão dropa sozinho em baladas radiofônicas como “Te levar daqui” e “Não deixe o mar te engolir” e ainda fortalece a ligação com o hip hop a cada álbum (“União / Fogo na bomba”). Todas as <em>25 </em>bases das músicas deste disco foram gravadas em um dia! Imaginem a gana destes moleques!</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong><u>DISCO 3</u></strong><strong>: “Nadando Com os Tubarões” (2000)</strong></p>
<p>Produzido por Charlie Brown Jr. e Rick Bonadio</p>
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<p>Depois de três anos, a banda sentia os altos e baixos trazidos pelo sucesso e este foi o último disco com a formação original, gravado após uma temporada do grupo no Guarujá para os ensaios. Apesar do ácido e pesado single “Rubão, O dono do mundo”, o disco abraça fortemente o rap, com participações de <strong>Negra Li</strong> no sucesso “Não é sério”; <strong>Helião</strong>, <strong>Sandrão</strong>, <strong>Negroutil </strong>e<strong> Sabotage (RZO)</strong> em “A Banca”; e do rapper <strong>Mikimba</strong> (do grupo <strong>De Menos Crime</strong>) em “Somos extremes no esporte e na música”. Alerta raridade: Estas três faixas citadas não estão disponíveis na versão digital do álbum, que se encontra hoje nas plataformas de streaming apenas no CD físico. O grupo ainda apresenta no disco o rap “Pra mais tarde fazermos a cabeça” e canções ora mais pesadas (“Tudo mudar” e “Essa é por quem ficou pra trás”) ora mais leves (“Transar no escuro” e “Talvez a metade do caminho”) que o público canta até hoje. O trabalho sucede a morte do pai de Chorão, que também contribuiu para uma fase de depressão do artista, explicitada na música “Ouviu-se falar”.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong><u>DISCO 4</u></strong><strong>: “100% Charlie Brown Jr &#8211; Abalando A Sua Fábrica” (2001)</strong></p>
<p>Produzido por Carlos Bartolini</p>
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<p>Em 2001, o Charlie Brown Jr. já se consolidara como a principal banda de rock da molecada, com centenas de shows e aparições nos principais programas de TV. Chorão era o novo poeta urbano. Com a saída do guitarrista Thiago Castanho, que deixou o grupo durante a turnê querendo desacelerar, o Charlie Brown virou um quarteto e gravou todo o álbum ao vivo no estúdio, no Rio de Janeiro, sem participações especiais. Foi um disco mais punk rock e com letras que se dividiam entre relacionamentos amorosos e mergulho no discurso social, expandindo a caneta de Chorão para a política, a indignação e a força da juventude, como nas faixas “Eu protesto” e “Tudo pro alto”. O disco também contou com diversos sucessos, como “Hoje eu acordei feliz”, “Lugar ao sol” e a balada “Como tudo deve ser”. Desde então, a banda aumentou sua agenda de shows e passou a tocar frequentemente no Brasil, Europa e Estados Unidos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><u>DISCO 5</u></strong><strong>: “Bocas Ordinárias” (2002)</strong></p>
<p>Produzido por Tadeu Patola</p>
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<p>O álbum já começa fazendo jus ao título. Metralhando palavrões, “Papo Reto (Prazer é sexo, o resto é negócio)” ganhou o Brasil com os versos “Então já era, eu vou fazer de um jeito que ela não vai esquecer&#8230;”  A autenticidade do artista e da geração que ele representava eram a bandeira do álbum. Chorão tinha seguidores fiéis e amados. A potência de sua escrita era uma lança em músicas tão díspares em suas narrativas, mas uníssonas em sua representatividade. O existencialismo sensível de “Eu só procuro a minha paz” ou do mega hit “Só por uma noite” convivia harmoniosamente com as explosivas e combativas faixas “Não fure os olhos da verdade” e “Bocas ordinárias”. A versão do Charlie Brown Jr. para “Baader-Meinhof Blues”, da banda <strong>Legião Urbana</strong>, emociona e explicita o poder do rock intergerações. O álbum mostrou que de ordinários eles só tinham a piada de “bocas sujas”, apontada pelos lusitanos, que deu título ao CD.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong><u>DISCO 6</u></strong><strong>: </strong><strong>“</strong><strong>Acústico </strong><strong>MTV Charlie Brown Jr.” (2003)</strong></p>
<p>Produzido por Tadeu Patola</p>
<p><strong> </strong></p>
<p>No auge da carreira, o Charlie Brown Jr. deu um salto ainda maior, expandindo o público com o projeto “Acústico MTV”, que ressaltava ainda mais suas linhas melódicas. O show trouxe nova roupagem para músicas como “Quebra-Mar”, “Tudo pro alto” e “Tudo o que ela gosta de escutar” e catapultou definitivamente os hits “Quinta-feira”, “Proibida pra mim” e “O Coro vai Comê”. A apresentação lançou duas músicas inéditas, que logo se tornaram sucesso imediatos: “Vícios e virtudes” e “Não uso sapato”. Como um bem-sucedido filho, o Charlie Brown Jr. pediu a “bênção” para duas de suas referências musicais: O “reverendo” roqueiro baiano <strong>Marcelo Nova</strong> na sua “Hoje” e <strong>Marcelo D2</strong>, numa gravação ímpar de “Samba Makossa”, de um terceiro ídolo do grupo, a banda <strong>Chico Science &amp; Nação Zumbi</strong>. O álbum ainda repetiu o encontro com a cantora <strong>Negra Li</strong> na música “Não é sério” e com o grupo de rap <strong>RZO</strong> em “A Banca (Ratatá é bicho solto)”. A banda ainda lembrou outra referência, <strong>Jorge Ben</strong> <strong>Jor</strong>, em “Lá Vem Ela”, com uma “pitada” de “Musa da Ilha Grande”, do grupo <strong>Mundo Livre S/A</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><u>DISCO 7</u></strong><strong>: “Tamo Aí na Atividade” (2004)</strong></p>
<p>Produzido por Rick Bonadio</p>
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<p>Vencedor do <strong>Grammy Latino</strong> na Categoria Melhor Álbum de Rock, o novo disco sofistica a produção com inserções eletrônicas e um discurso ainda mais ferino. As faixas “Malabarizando” e “Champanhe e Água Benta” fazem um <em>review</em> da história e do estilo da banda, mostrando por que o Charlie Brown Jr.  nunca terá seu nome apagado da história do rock. O sucesso do disco anterior, porém, não trouxe apenas glórias. O relacionamento desgastado com os próprios integrantes e as constantes desavenças públicas com outros artistas trouxeram para Chorão a aura de ‘ame-o ou odeio-o’. Não à toa, músicas como “Eu vim de Santos Sou Charlie Brown” e “Tamo aí na atividade” são um recado direto aos críticos e desafetos do grupo. Por outro lado, o álbum ainda elevou o nível de suas baladas existenciais (“Longe de você” e “Lixo e o luxo”) e reforçou o ‘skate lifestyle’ da turma (“Di-Sk8 eu vim” e “Di-Sk8 eu vou”). Durante a turnê, começaram os rumores do final da banda, sempre negados por Chorão.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong><u>DISCO 8</u></strong><strong>: “Imunidade Musical” (2005)</strong></p>
<p>Produzido por Chorão e Thiago Castanho</p>
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<p>Com a dissolução total da formação original – todos os integrantes saíram, alegando divergências com a administração da banda –, Chorão se viu sozinho em num lugar único. Assumira responsabilidades, não apenas como <em>band leader</em>, mas também como proprietário do Charlie Brown Jr. Como continuar algo tão enraizado? Chorão contou com o apoio do produtor Rick Bonadio, do ex-guitarrista Thiago Castanho, que voltara à banda, e dos novos e ótimos músicos Heitor Gomes (baixo) e Pinguim (bateria). O disco trouxe outros clássicos para a história do grupo, como “Onde não existe a paz não existe o amor”, “O Senhor do Tempo”, “Dias de luta, dias de glória” e “Ela vai voltar”. A banda ainda regravou uma inusitada versão reggae-core de “Para não dizer que não falei das flores”, de <strong>Geraldo Vandré</strong>, e registrou um dueto trilíngue com o <strong>Sacramentos MCs </strong>em “Green Goes”. O trabalho traz ainda a participação do rapper <strong>Tubarão</strong>, co-autor com <strong>Chorão </strong>de “Na palma da mão &#8211; O Ragga da Baixada”. Este CD físico apresenta uma faixa que não está disponível na atual versão digital do álbum: “Cada cabeça falante tem sua tromba de elefante”, em dueto com <strong>Rappin Hood</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><u>DISCO 9</u></strong><strong>: “Ritmo, Ritual e Responsa” (2007)</strong></p>
<p>Produzido por Chorão e Thiago Castanho</p>
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<p>Formado em parte pelas músicas da trilha sonora do longa-metragem “<em>O Magnata</em>”, com roteiro escrito por Chorão, o álbum sublinha as influências musicais do artista e sua habilidade para criar hits. O disco apresentou sucessos como “Uma criança com seu olhar”, “Be myself”, “Não viva em vão” e “Pontes indestrutíveis”. O trabalho é repleto de participações especiais: <strong>MV Bill</strong> (“Sem medo da escuridão”), <strong>João Gordo</strong> (“Vida de magnata”), <strong>Forfun</strong> (“O universo a nosso favor”), <strong>Markon Lobotmia</strong> (“Que espécie de vermes são vocês”) e <strong>Sacramento MC’s</strong>. Este último participa de duas faixas que não estão disponíveis nas plataformas de streaming: “Vivendo a vida numa louca viagem” e “Skateboard amor eterno”. O álbum finaliza com uma gravação ao vivo de “Senhor do Tempo”, registro que mostra a força do artista como <em>band leader</em> e o quanto Chorão, até então, era dono do seu próprio tempo e de sua própria tribo.</p>
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<p><strong><u>DISCO 10</u></strong><strong>: “Ritmo, Ritual e Responsa Ao Vivo” (2008)</strong></p>
<p>Produzido por Chorão e Thiago Castanho</p>
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<p>Inédito no formato CD, o álbum traz uma vitoriosa turnê que percorreu o Brasil e exterior e foi eternizada em DVD. Gravado em junho de 2007, no Expresso Brasil, em São Paulo, a banda sacramenta sua potência e carisma ao vivo. Do álbum de estúdio anterior, eles trouxeram para o palco as participações de <strong>Forfun</strong> (“O Universo a nosso favor – Ao Vivo”) e <strong>MV Bill</strong> (“Sem medo da escuridão – Ao Vivo”). Após o lançamento deste trabalho, o Charlie Brown Jr. resolveu fazer uma pausa para férias e este foi o último disco da banda na casa que o lançou, a <strong>EMI Music</strong>.</p>
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<p><strong>Com informações: <a href="http://www.universalmusic.com.br/">www.universalmusic.com.br</a></strong></p>
<p><strong> Universal Music Brasil : Departamento de Imprensa e Comunicação / PR</strong></p>
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