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	<title>claracastro &#8211; Boomerang Music</title>
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		<title>Álbum visual transcende universo da compositora mineira Clara Castro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 07 Aug 2021 03:17:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Lançamentos]]></category>
		<category><![CDATA[ana]]></category>
		<category><![CDATA[claracastro]]></category>
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					<description><![CDATA[Registrada ao vivo, em takes únicos, a obra estreia em todas as plataformas hoje (06)    A multiartista Clara Castro, natural de Barbacena (MG), atualmente baseada em São Paulo (SP), se prepara para mostrar ao mundo um novo álbum, Ana. Registrado ao vivo, faixa a...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Registrada ao vivo, em takes únicos, a obra estreia em todas as plataformas hoje (06)</em></p>
<p><em> </em><em> </em></p>
<p>A multiartista <strong>Clara Castro</strong>, natural de Barbacena (MG), atualmente baseada em São Paulo (SP), se prepara para mostrar ao mundo um novo álbum, <strong>Ana</strong>. Registrado ao vivo, faixa a faixa, em takes únicos de voz e violão, a obra entra em todas plataformas digitais. Os singles <a href="https://www.youtube.com/watch?v=ennVPqpBOQY">Fome de Gritar</a> e <a href="https://youtu.be/BTaE-MrM0m0">A Torre</a> foram trabalhados antes da chegada do álbum visual de sete faixas, que trabalha a intersecção de linguagem como conceito artístico: a gravação ao vivo do disco traz ao fundo imagens projetadas que remetem a memórias da artista e exploram, expressam e evidenciam o universo de cada música, valorizando a experiência extra sensorial proposta. Assista <strong><a href="https://youtu.be/PAGaa8eWak0">aqui</a>.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O processo de conexão com seu mapa astral, fitas vhs com imagens da sua infância e também com seu primeiro jogo de tarot, inspiraram a cantora no processo de criação de seu álbum, que leva no título seu primeiro nome, <strong>Ana</strong>. <em>&#8220;Buscava uma compreensão da arte enquanto forma concreta de estar no mundo e tinha o desejo de inverter a importância do processo sobre o resultado final na elaboração de um novo disco. Nessa caminhada, me conectei com os fios condutores que levaram ao nascimento do álbum&#8221;</em>, revela a artista.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O registro do álbum visual foi executado por algumas etapas: para a captação foram dois dias de montagem e ensaio, três dias para o registro do material ao vivo &#8211; vídeo e som gravados em plano sequência, e por último, para as cenas da multilinguagem exibidas em todos os clipes, foi necessário um final de semana na casa da família da diretora, Ananda Banhatto, localizada em Monte Verde (MG).</p>
<p><em> </em></p>
<p>A produção musical ficou nas mãos de Nathan Itaborahy, que se fez presente em todas as fases do projeto: <em>“Os dias de montagem, ensaio e gravação foram muito intensos. O processo, que parecia simples de início, mostrou toda sua complexidade com a chegada da equipe audiovisual. O som soava diferente na sala toda ocupada, tivemos que negociar alguns posicionamentos de microfone e lidar com alguns vazamentos de sons de equipamentos da filmagem. Além disso, fiquei sem contato visual com Clara, </em><em>o que implicou numa comunicação bem específica com a equipe e com ela. Foi um processo louco e de muito aprendizado. Inventamos juntos um jeito de fazer”</em>, conta o produtor.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Além da gravação de voz e violão, acontecia simultaneamente a edição das três câmeras &#8211; trabalhando com um recuo limitado e também a operação ao vivo das imagens que estavam sendo projetadas nas telas ao fundo, ambas funções executadas por Ananda. <em>“As projeções formam um jeito de me comunicar com aqueles outros tempos, comigo mesma e com quem mais estivesse lá. As canções de agora reunidas com as memórias são uma forma de me reconectar com quem sou, de brincar concretamente com essas memórias, que impregnam tudo o que existe aqui e agora”, </em>revela Clara.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A artista dividiu sua obra dentro do contexto teatral, separando as unidades por atos, nos quais cada um tem um papel importante em representar fases de reconhecimento, ação, renascimento e reencontro dentro da obra. Clara acrescenta: <em>“<strong>Ana</strong> revirou em mim o tempo, porque me colocou de frente com minha própria voz de um jeito muito despido. Me fez olhar num espelho torto e ver a graça da imperfeição. O disco me fez encarar o fato de que agora é preciso correr o mundo, encontrar mais gente e fazer do encontro alguma coisa &#8211; mais uma entre tantas coisas: o sentido de tudo</em>”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Capa</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O artista responsável pela criação das capas dos singles <strong>Fome de Gritar</strong> e <strong>A Torre</strong>,  Fernando Fernandes, manteve o mesmo conceito artístico usado como narração das artes anteriores. “<em>Com a síntese da essência representada no corpo de vidro da luminária, a metade do rosto que se pode ver transforma-se em uma abstração do momento.”,</em> pontua Clara.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Faixa a faixa </strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Fome de Gritar </strong>foi o <a href="https://www.youtube.com/watch?v=ennVPqpBOQY">single</a> que abriu os trabalhos do novo álbum da cantora. A canção nasceu após uma conversa ao telefone com uma amiga de infância e foi inspirada na atual situação do mundo e na incapacidade de ação mesmo quando se quer o oposto. “<em>Escrevi de uma só vez essa música. A letra e a melodia vieram juntas, nesse ar meio místico, suave e diminuto, compreensivo e inconformado. Assim mesmo, nesse paradoxo, como eu me sentia”</em>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Fé na Fé </strong>é fruto da parceria entre a artista e o produtor <strong>Nathan Itaborahy,</strong> que colaborou na composição da faixa que evidencia o zelo com a interpretação das melodias cantadas por Clara. <em>“Essa música é uma urgência preguiçosa. É sobre o mundo cobrando movimento (mesmo em plena pandemia) e a busca pela fé (no que quer que seja) no tempo escasso do descanso. Fala também sobre um esforço de nos desprendermos dessa expectativa do mundo sobre nós. O olhar cético e racional imposto pelos formatos ocidentais, a cidade construída com base no fechamento das pessoas umas pelas outras, não é  o único olhar possível”</em>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A colaboração da artista e<strong> Renato da Lapa</strong> resultou na música <strong>Canções Perdidas na Calçada (Passarinho)</strong>. <em>“Nas nossas andanças, compartilhando a vida da música e também o dia-a-dia, nos reconhecemos muito um no outro. Escrevi a letra como uma poesia-presente, enquanto pensava nele realizando qualquer atividade banal, o que ele faz sempre com destreza, porém desastre iminente”</em>, conta Clara. A intersecção de linguagem presente no vídeo, conecta a Clara, criança no mar, com imagens atuais da multiartista também na água.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Astronauta</strong>, uma parceria com o amigo Douglas Poerner, narra uma visita curiosa ao passado da própria compositora, ressaltada pelas fitas VHS projetadas durante a apresentação, em conjunto com imagens de um vasto universo repleto de estrelas.<em> “Essa música abriu também o portal do desejo de mergulhar na minha infância. Foi uma das canções que mais me emocionei enquanto fazia. Era como um consolo diante de todo o desconhecido que viria, como se dissesse: reconheça que o que você precisa está aqui dentro, vai ficar tudo bem”</em>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Uma das últimas músicas a entrar no repertório foi <strong>A Torre</strong>. A faísca da criação do segundo <a href="https://youtu.be/BTaE-MrM0m0">single</a> a ser trabalhado do álbum, surgiu após uma chamada de vídeo com Laura Jannuzzi, sua parceira nesta música. Clara lembra:<em> “Laura e eu temos muito em comum e essa identificação facilitou o processo criativo. Eu nunca havia feito uma música online em tempo real e, em nosso primeiro encontro, travei. Laura já tinha uma base de violão na cabeça e começou a cantarolar uma letra ali mesmo. Me identifiquei muito com tudo o que havia sido proposto ali”</em>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Usando o mesmo título de um livro publicado por Glória Bittar, sua progenitora, <strong>Gênesis </strong>ocupa um lugar de reconhecimento de sua ancestralidade. “<em>A música foi criada depois de uma viagem minha com a minha mãe. Conversamos por dias, ininterruptamente. Nos abrimos muito uma com a outra. Naqueles dias, pude vê-la com outro olhar, acessando mais dos seus medos, imperfeições. Vista assim de dentro, achei minha mãe ainda mais bonita”,</em> revela Clara. E completa:<em> “Esse movimento é o que quero buscar pro resto da vida. Estar em constante procura. Admitir a necessidade de me perder pra me encontrar”.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone wp-image-26552" src="https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2021/08/mini-CLARACASTROFOTO-300x200.jpg" alt="" width="498" height="332" srcset="https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2021/08/mini-CLARACASTROFOTO-300x200.jpg 300w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2021/08/mini-CLARACASTROFOTO-1024x682.jpg 1024w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2021/08/mini-CLARACASTROFOTO-768x512.jpg 768w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2021/08/mini-CLARACASTROFOTO-1536x1023.jpg 1536w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2021/08/mini-CLARACASTROFOTO-700x466.jpg 700w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2021/08/mini-CLARACASTROFOTO.jpg 1900w" sizes="(max-width: 498px) 100vw, 498px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para fechar o álbum, a canção<strong> Hora de Acordar</strong> chega com uma harmonia minimamente orquestrada pelas vozes que se encontram em perfeita sintonia por <strong>Alice</strong>, <strong>Daniela Zorzal</strong>, <strong>Sarah Vieira</strong> e <strong>Tatá Rocha</strong> &#8211; que assina a composição da faixa junto a Clara. “<em>Fiz a letra olhando pras ruas vazias. Pensando em tudo o que a gente fez até agora enquanto humanidade, olhando pra onde estamos agora: essa separação do nosso intelecto com a nossa natureza, as fissuras que a gente foi tapando na existência, perdendo a capacidade de ser parte do todo. É pra isso que penso que é hora de acordar. Somos parte de um todo tão maior. Pensar que dominamos o mundo é perder muita possibilidade de acessos mais profundos a essa complexidade inteira à qual pertencemos”, </em>finaliza a artista.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>ASSISTA AO ÁLBUM VISUAL </strong><a href="https://youtu.be/PAGaa8eWak0"><strong>AQUI</strong></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>SMARTLINK </strong><a href="https://tratore.ffm.to/ana-claracastro"><strong>AQUI</strong></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>FICHA TÉCNICA</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Músicas</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fome de Gritar</p>
<p>(composição: Clara Castro)</p>
<p>Clara Castro | voz e violão</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fé na Fé</p>
<p>(composição: Clara Castro, Nathan Itaborahy)</p>
<p>Clara Castro | voz e violão</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Canções Perdidas na Calçada (Passarinho)</p>
<p>(composição: Clara Castro, Renato da Lapa)</p>
<p>Clara Castro | voz e violão</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Astronauta</p>
<p>(composição: Clara Castro, Douglas Poerner)</p>
<p>Clara Castro | voz e violão</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A Torre</p>
<p>(composição: Clara Castro, Laura Jannuzzi)</p>
<p>Clara Castro | voz, violão e arranjo</p>
<p>Laura Jannuzzi | voz, violão de aço e arranjo</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Gênesis</p>
<p>(composição: Clara Castro)</p>
<p>Clara Castro | voz e violão</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Hora de Acordar</p>
<p>(composição: Clara Castro, Tatá Rocha)</p>
<p>Alice | voz, arranjo</p>
<p>Clara Castro | voz, arranjo</p>
<p>Daniela Zorzal | violão de aço, arranjo</p>
<p>Sarah Vieira | voz, arranjo</p>
<p>Tatá Rocha | voz, violão e arranjo</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Ficha Técnica </strong></p>
<p>Concepção e pesquisa |  Clara Castro, Fernando Fernandes</p>
<p>Roteiro | Ananda Banhatto, Clara Castro, Fernando Fernandes</p>
<p>Direção artística | Ananda Banhatto, Fernando Fernandes</p>
<p>Produção executiva | Ananda Banhatto, Clara Castro, Esther Assis, Fernando Fernandes, Glória Bittar</p>
<p>Styling, figurinos, maquiagens e cabelo | Lívia Almeida</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Áudio</strong></p>
<p>Direção e produção musical | Nathan Itaborahy</p>
<p>Produção musical | Clara Castro</p>
<p>Captação de áudio | Bernardo Merhy</p>
<p>Mixagem e masterização | Luiz Otávio</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Vídeo</strong></p>
<p>Roteiro, voz e violão | Clara Castro</p>
<p>Direção | Ananda Banhatto</p>
<p>Diretor de fotografia e câmera | Leandro Mockdece</p>
<p>Segunda câmera | Ciro Cavalcanti</p>
<p>Terceira câmera | Rodrigo Ferreira</p>
<p>Produção | Esther Assis</p>
<p>Still | Ciro Cavalcanti e Rodrigo Ferreira</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Cenografia &amp; Montagem</strong></p>
<p>Cenografia | Fernando Fernandes</p>
<p>Luminárias da Coleção Guarda Luz | F-Studio Design</p>
<p>Produção executiva | Glória Bittar, Esther Assis, Ananda Banhatto</p>
<p>Estrutura | Nestlé Artmontagens</p>
<p>Coordenação de montagem | Luís Cláudio da Silva Salgueiro (Nestlé)</p>
<p>Painéis de LED | Franklim Simões (Holofote)</p>
<p>Iluminação e gerador | Darlan Oliveira (Top Mais)</p>
<p>Montagem | Wallace da Silva Santos e André da Costa Lima</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Imagens Externas e Projetadas</strong></p>
<p>Elenco | Clara Castro</p>
<p>Roteiro | Ananda Banhatto e Clara Castro</p>
<p>Direção | Ananda Banhatto</p>
<p>Direção de fotografia e câmera | Leandro Mockdece</p>
<p>Produção executiva | Esther Assis</p>
<p>Figurinos | Lívia Almeida</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Participações Especiais</strong></p>
<p>Laura Jannuzzi |  &#8220;A Torre&#8221;</p>
<p>Alice, Daniela Zorzal, Sarah Vieira, Tatá Rocha | &#8220;Hora de Acordar&#8221;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Catering</strong></p>
<p>Plante a Terra Nova</p>
<p>Mega Pizza Quadrada</p>
<p>Vovó Zita</p>
<p>Margarete de Fátima da Cunha Alvino</p>
<p>Pesque Pague Rio Claro</p>
<p>Márcia Gehara</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Agradecimentos</strong></p>
<p>Ana Clara Banhatto</p>
<p>Anas Obaid</p>
<p>Augusto Pompeu</p>
<p>F-Studio Design</p>
<p>Glória Bittar</p>
<p>Inhamis</p>
<p>Osvaldo Fernandes</p>
<p>Vera Leitão</p>
<p>Vj Thutha</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Gravado em Outubro de 2020.</em></p>
<p><em>Imagens ao vivo: Estúdio LáDoBê, Juiz de Fora (MG);</em></p>
<p><em>Imagens externas e projetadas: Fazenda Santa Elenice, Monte Verde (MG).</em></p>
<p><em>*Todos os protocolos de segurança em razão do COVID-19 foram seguidos.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>LINKS</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://www.facebook.com/oficialclaracastro/">Facebook<br />
</a><a href="https://www.instagram.com/claracastrooficial">Instagram<br />
</a><a href="https://www.youtube.com/channel/UCBxFRWsZYSE62cs_GpTf0dQ">Youtube<br />
</a><a href="https://open.spotify.com/artist/328HvJJoTrRr4AwtJtlChp">Spotify</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>SOBRE CLARA CASTRO</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Natural de Barbacena (MG), a cantora, compositora e atriz <strong>Clara Castro</strong> já demonstrava forte inclinação musical desde muito cedo. Aos 12 anos foi introduzida na música através de aulas de violão e logo teve sinais de sua veia compositora dois anos mais tarde, quando presenteou uma amiga com a canção ‘Sol’.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Formada em Canto pela Universidade de Música Popular, a artista fez residência artística no Grupo Teatral Ponto de Partida (MG), atuando em espetáculos do grupo pelo país. Em 2013 se mudou para Juiz de Fora (MG), onde entrou de cabeça na cena alternativa autoral da cidade e iniciou laços e conexões que a acompanharam na estrada por diversas regiões e também marcou o encontro com parceiros de composições presentes em suas obras até os dias de hoje. Em 2018, a artista rodou o Brasil com a turnê do álbum &#8220;<strong>Caostrofobia</strong>&#8220;, que foi produzido por Rodrigo Campello no Ministério Studios (RJ) e distribuído pela Som Livre.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Atualmente, em fase final do curso de Ciências Sociais e dedicando-se também ao curso técnico de Teatro, a compositora, atualmente baseada em São Paulo (SP), se prepara para o lançamento de seu novo trabalho: uma obra audiovisual gravada inteiramente em takes únicos, registrados ao vivo com som e imagem. <strong>Ana</strong> é um álbum visual com sete faixas, que estreia em todas as plataformas digitais</p>
<p><em> </em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Com informações: CAFÉ 8 ASSESSORIA DE IMPRENSA   </strong></p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Cartas de tarot e astrologia conduzem Clara Castro em single inédito com participação de Laura Jannuzzi</title>
		<link>https://boomerangmusic.com.br/cartas-de-tarot-e-astrologia-conduzem-clara-castro-em-single-inedito-com-participacao-de-laura-jannuzzi/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Jul 2021 00:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[claracastro]]></category>
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					<description><![CDATA[A Torre está disponível em todos os aplicativos de música &#160; Após dar início à divulgação do EP Ana, com o single Fome de Gritar, a multiartista Clara Castro, natural de Barbacena (MG), atualmente baseada em São Paulo (SP), lança nesta sexta (02), sua segunda...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>A Torre está disponível em todos os aplicativos de música</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Após dar início à divulgação do EP <strong>Ana</strong>, com o single <a href="https://mailtrack.io/trace/link/f69d26d1c4603407bcffa88b81603f97494d47f7?url=https%3A%2F%2Fwww.youtube.com%2Fwatch%3Fv%3DennVPqpBOQY&amp;userId=2879025&amp;signature=6eb551cc188a7ba5&amp;i=d0ecc274-24c5-4b94-8e35-865b33607957">Fome de Gritar</a>, a multiartista <strong>Clara Castro</strong>, natural de Barbacena (MG), atualmente baseada em São Paulo (SP), lança nesta sexta (02), sua segunda faixa de trabalho, <strong>A Torre</strong>, com distribuição pela Tratore. Desta vez, a compositora convidou a parceira <strong>Laura Jannuzzi</strong> para dividir a criação, os vocais e arranjos da música, que vem ao mundo com um videoclipe com interação entre as multilinguagens apresentadas na obra, assista <strong><a href="https://mailtrack.io/trace/link/4c83fe2f41b0d174dc29a03673cfaf0b6c193ca5?url=https%3A%2F%2Fwww.youtube.com%2Fwatch%3Fv%3DBTaE-MrM0m0&amp;userId=2879025&amp;signature=71bc3c6054a6eac0&amp;i=d0ecc274-24c5-4b94-8e35-865b33607957">aqui</a>.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A canção foi uma das últimas a entrar no repertório, e assim como as outras faixas do disco, foi gravada em take único (voz e violão). A faísca da criação surgiu após uma chamada de vídeo entre as duas artistas, Clara revela:<em> “Laura e eu temos muito em comum e essa identificação facilitou o processo criativo. Eu nunca havia feito uma música online em tempo real e em nosso primeiro encontro, travei. Laura já tinha uma base de violão na cabeça e começou a cantarolar uma letra ali mesmo. Saímos desse encontro com a composição encaminhada e depois disso, criamos algumas coisas separadamente. Me identifiquei muito com tudo o que havia sido proposto ali e desenvolver a canção já não foi tão difícil“.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O fio condutor de todo o contexto artístico do álbum, surgiu através de um jogo de tarot e do estudo do seu próprio mapa astral. <em>&#8220;Uma das cartas que fez mais sentido pra mim naquele momento foi ‘A Torre’, que representa o desabamento das estruturas que nos prendem, o rompimento com formas desnecessariamente rígidas. Podem ser vistas na carta, figuras que saltam no vazio com expressões tranquilas. Esse reencontro com a leveza, já fazia parte também das minhas buscas, por isso trouxe essa carta como referência para começarmos a criação da música&#8221;, </em>completa Clara.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Capa</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A parceria com Fernando Fernandes foi mantida para criação de mais uma capa da obra. Dialogando com a arte do single sucedido, figurada pelo rosto de Glória &#8211; mãe de Clara -, a imagem de <strong>A Torre</strong> mostra as duas mãos da artista segurando a mão de sua progenitora através de uma projeção, pontuando a presença da mãe como uma espécie de amuleto e simbolizando sua descoberta dentro da ancestralidade. <em>“Conhecendo a minha própria história, sinto-me mais inteira, pronta para me lançar aos novos espaços e descobertas que os pontos de vista alheios podem despertar. (Re)conhecendo-me, tenho algo a oferecer. E sendo atravessada por outras pessoas e experiências, me transformo. São os encontros que trazem magia à essência”</em>, pontua Clara.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Clipe</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A chama de Clara atravessou Fome de Gritar e foi parar no videoclipe da canção<strong> A Torre</strong>.  A dança entre os jogos de cartas, magia, universo e o tal fogo fátuo, azul e efêmero descrito na letra, surge logo nos primeiros segundos do vídeo, dando continuidade à narrativa do clipe anterior.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Clara revela: <em>“O clipe busca reforçar a ideia do fim que dá lugar ao recomeço. As imagens da projeção, trazem o ambiente retratado na música: <strong>vejo nossos corpos flutuando no escuro, no fluxo dos astros, nos traços do tarot(&#8230;)</strong>”</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Gravado em plano sequência (vídeo, vozes e violões ao vivo), com imagens projetadas ao fundo do cenário, o vídeo, que foi dirigido por Ananda Banhatto e roteirizado junto de Clara, trabalha a  intersecção de linguagens, fator que contribui para a proposta de enriquecimento sensorial. Sendo assim, o momento presente é evidenciado, ilustrando o cenário ideal para a conversação de todos os elementos acontecendo simultaneamente e transcendendo a conexão entre eles e a dupla Clara e Laura. <em>“Por isso, de tudo, o principal é o encontro em si, visto que nossa presença se transforma quando compartilhada, e é exatamente nesse ‘espaço entre’ que surge o inesperado e as fagulhas de uma passam a acender e modificar as fagulhas da outra”</em>, finaliza Clara.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone  wp-image-25655" src="https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2021/07/capaclara-300x300.jpg" alt="" width="490" height="490" srcset="https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2021/07/capaclara-300x300.jpg 300w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2021/07/capaclara-150x150.jpg 150w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2021/07/capaclara-768x768.jpg 768w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2021/07/capaclara-570x570.jpg 570w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2021/07/capaclara-500x500.jpg 500w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2021/07/capaclara.jpg 1000w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2021/07/capaclara-700x700.jpg 700w" sizes="(max-width: 490px) 100vw, 490px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>ASSISTA AO CLIPE </strong><a href="https://mailtrack.io/trace/link/4c83fe2f41b0d174dc29a03673cfaf0b6c193ca5?url=https%3A%2F%2Fwww.youtube.com%2Fwatch%3Fv%3DBTaE-MrM0m0&amp;userId=2879025&amp;signature=71bc3c6054a6eac0&amp;i=d0ecc274-24c5-4b94-8e35-865b33607957"><strong>AQUI </strong><strong></p>
<p></strong></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>SMARTLINK <a href="https://mailtrack.io/trace/link/b9e3f9e9a158d0bc48bbae86ebf1e433f45792db?url=https%3A%2F%2Ftratore.ffm.to%2Fatorre&amp;userId=2879025&amp;signature=21bf64e71c711fe1&amp;i=d0ecc274-24c5-4b94-8e35-865b33607957">AQUI</a></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>FICHA TÉCNICA (música e clipe)</strong></p>
<p>Composição: Clara Castro, Laura Jannuzzi</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Áudio</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Direção e produção musical | Nathan Itaborahy</p>
<p>Produção musical | Clara Castro</p>
<p>Captação de áudio | Bernardo Merhy</p>
<p>Mixagem e masterização | Luiz Otávio</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Vídeo</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Roteiro, voz e violão | Clara Castro</p>
<p>Direção | Ananda Banhatto</p>
<p>Diretor de fotografia e câmera | Leandro Mockdece</p>
<p>Segunda câmera | Ciro Cavalcanti</p>
<p>Terceira câmera | Rodrigo Ferreira</p>
<p>Produção | Esther Assis</p>
<p>Still | Ciro Cavalcanti e Rodrigo Ferreira</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Cenografia &amp; Montagem</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Cenografia | Fernando Fernandes</p>
<p>Luminárias da Coleção Guarda Luz | F-Studio Design</p>
<p>Produção executiva | Glória Bittar, Esther Assis, Ananda Banhatto</p>
<p>Estrutura | Nestlé Artmontagens</p>
<p>Coordenação de montagem | Luís Cláudio da Silva Salgueiro (Nestlé)</p>
<p>Painéis de LED | Franklim Simões (Holofote)</p>
<p>Iluminação e gerador | Darlan Oliveira (Top Mais)</p>
<p>Montagem | Wallace da Silva Santos e André da Costa Lima</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Imagens Externas e Projetadas</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Elenco | Clara Castro</p>
<p>Roteiro | Ananda Banhatto e Clara Castro</p>
<p>Direção | Ananda Banhatto</p>
<p>Direção de fotografia e câmera | Leandro Mockdece</p>
<p>Produção executiva | Esther Assis</p>
<p>Figurinos | Lívia Almeida</p>
<p><em>Capa do single Fome de Gritar por Fernando Fernandes</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Catering</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Plante a Terra Nova</p>
<p>Mega Pizza Quadrada</p>
<p>Vovó Zita</p>
<p>Margarete de Fátima da Cunha Alvino</p>
<p>Pesque Pague Rio Claro</p>
<p>Márcia Gehara</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Agradecimentos</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ana Clara Banhatto</p>
<p>Anas Obaid</p>
<p>Augusto Pompeu</p>
<p>F-Studio Design</p>
<p>Glória Bittar</p>
<p>Inhamis</p>
<p>Osvaldo Fernandes</p>
<p>Vera Leitão</p>
<p>Vj Thutha</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Gravado em Outubro de 2020.</em></p>
<p><em>Imagens ao vivo: Estúdio LáDoBê, Juiz de Fora (MG);</em></p>
<p><em>Imagens externas e projetadas: Fazenda Santa Elenice, Monte Verde (MG).</em></p>
<p><em>*Todos os protocolos de segurança em razão do COVID-19 foram seguidos.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>LINKS</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://mailtrack.io/trace/link/8c9d8e147d191816fa3caa45b7eb2b1bc3f630db?url=https%3A%2F%2Fwww.facebook.com%2Foficialclaracastro%2F&amp;userId=2879025&amp;signature=642f27ce1300c4ee&amp;i=d0ecc274-24c5-4b94-8e35-865b33607957">Facebook<br />
</a><a href="https://mailtrack.io/trace/link/6ec195687691ee4c4566035e0b33823e0f58f31f?url=https%3A%2F%2Fwww.instagram.com%2Fclaracastrooficial&amp;userId=2879025&amp;signature=7f9126eee07072f0&amp;i=d0ecc274-24c5-4b94-8e35-865b33607957">Instagram<br />
</a><a href="https://mailtrack.io/trace/link/d9c62ba7774d84bbfe85b56d1465e69b3d05a203?url=https%3A%2F%2Fwww.youtube.com%2Fchannel%2FUCBxFRWsZYSE62cs_GpTf0dQ&amp;userId=2879025&amp;signature=75cbb2fefc79562e&amp;i=d0ecc274-24c5-4b94-8e35-865b33607957">Youtube<br />
</a><a href="https://mailtrack.io/trace/link/172c78b20ce55c5dce40d5bbbdbc79a6d48f11e7?url=https%3A%2F%2Fopen.spotify.com%2Fartist%2F328HvJJoTrRr4AwtJtlChp&amp;userId=2879025&amp;signature=7082745c342ff79c&amp;i=d0ecc274-24c5-4b94-8e35-865b33607957">Spotify</p>
<p></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>SOBRE CLARA CASTRO</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Natural de Barbacena (MG), a cantora, compositora e atriz <strong>Clara Castro</strong> já demonstrava forte inclinação musical desde muito cedo. Aos 12 anos foi introduzida na música através de aulas de violão e logo teve sinais de sua veia compositora dois anos mais tarde, quando presenteou uma amiga com a canção ‘Sol’. Com apenas 17 anos, lançou ‘<strong>Quarto Crescente</strong>’, seu primeiro álbum com composições autorais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Formada em Canto pela Universidade de Música Popular, a artista fez residência artística no Grupo Teatral Ponto de Partida (MG), atuando em espetáculos do grupo pelo país. Em 2013 se mudou para Juiz de Fora (MG), onde entrou de cabeça na cena alternativa autoral da cidade e iniciou laços e conexões que a acompanharam na estrada por diversas regiões e também marcou o encontro com parceiros de composições presentes em suas obras até os dias de hoje. Em 2018, a artista rodou o Brasil com a turnê do álbum &#8220;<strong>Caostrofobia</strong>&#8220;, que foi produzido por Rodrigo Campello no Ministério Studios (RJ) e distribuído pela Som Livre.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Atualmente, em fase final do curso de Ciências Sociais e dedicando-se também ao curso técnico de Teatro, a compositora baseada em São Paulo (SP) se prepara para o lançamento de seu novo trabalho: <strong>Ana</strong>, que será lançado em julho.</p>
<p><strong> </strong></p>
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<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Com informações: CAFÉ 8 ASSESSORIA DE IMPRENSA </strong></p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Clara Castro entrega o paradoxo dos dias atuais em primeiro single de seu novo trabalho</title>
		<link>https://boomerangmusic.com.br/clara-castro-entrega-o-paradoxo-dos-dias-atuais-em-primeiro-single-de-seu-novo-trabalho/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 May 2021 23:51:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[claracastro]]></category>
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					<description><![CDATA[Fome de Gritar é a primeira faixa a ser lançada de EP audiovisual da artista &#160; A cantora, compositora e atriz Clara Castro disponibiliza a primeira faixa do seu novo EP Ana, com lançamento previsto para Julho. A multiartista, natural de Barbacena (MG), atualmente baseada...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Fome de Gritar é a primeira faixa a ser lançada de EP audiovisual da artista</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A cantora, compositora e atriz<strong> Clara Castro </strong>disponibiliza a primeira faixa do seu novo EP <strong>Ana</strong>, com lançamento previsto para Julho. A multiartista, natural de Barbacena (MG), atualmente baseada em São Paulo (SP), gravou seu terceiro álbum autoral, e o primeiro single chega desvendando uma novidade audiovisual presente em toda a obra: a intersecção de linguagens. <strong>Fome de Gritar</strong>, faixa escolhida para iniciar o trabalho do disco registrado ao vivo (com voz e violão gravados em take único), vem ao mundo acompanhada de um videoclipe que explora os multi-universos da cantora, assista <a href="https://mailtrack.io/trace/link/0d24868a360e209a62e1c318735d3154b0eb3319?url=https%3A%2F%2Fwww.youtube.com%2Fwatch%3Fv%3DennVPqpBOQY&amp;userId=2879025&amp;signature=56f67d4e7c890c45">aqui</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Sobre o processo de criação, Clara revela: <em>“Escrevi de uma só vez Fome de Gritar. A letra e a melodia vieram juntas, nesse ar meio místico, suave e diminuto, compreensivo e inconformado. Assim mesmo, nesse paradoxo, como eu me sentia”</em>. A canção nasceu após uma conversa ao telefone com uma amiga de infância e foi inspirada na atual situação do mundo e na incapacidade de ação mesmo quando se quer o oposto. <em>“Guardei a lembrança de uma entrevista do escritor Eduardo Galeano, em que ele fala sobre a humanidade ser um ‘mar de foguinhos’, e que, nessa imensidão, existem fogos mansos, que pouco queimam, e fogos loucos, que incendeiam outros que estão por perto. ‘Sou chama e quero te queimar’ veio dessa imagem, expondo uma vontade de incendiar a normalidade &#8211; inclusive dentro de mim mesma”</em>, pontua a artista.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-24709" src="https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2021/05/claracastro1-300x200.jpg" alt="" width="677" height="451" srcset="https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2021/05/claracastro1-300x200.jpg 300w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2021/05/claracastro1-1024x684.jpg 1024w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2021/05/claracastro1-768x513.jpg 768w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2021/05/claracastro1-700x467.jpg 700w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2021/05/claracastro1.jpg 1200w" sizes="(max-width: 677px) 100vw, 677px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Capa</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fernando Fernandes foi responsável pela criação da capa figurada por uma foto de Glória Bittar, mãe de Clara. Uma peça de tear também faz parte da imagem e foi feita à mão por Fernando, que não só contribuiu como capista, mas assina grande parte do processo criativo do EP. <em>&#8220;Ao longo do processo criativo de <strong>Ana</strong>, redescobri amuletos: pessoas, lugares, objetos, sons. E de tudo isso, minha principal redescoberta foi a minha mãe. Na capa de Fome de Gritar, seu rosto aos 20 e poucos, me coloca de frente pro espelho. Reparo: nossa maior semelhança não se vê a olho nu, está por dentro. Assim, seu olhar de uma seriedade sonhadora me aponta o infinito. Essa canção é o portal pro que ela me ensinou a ser, antes de ser minha mãe”</em>, completa Clara.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Clipe</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Uma viagem enigmática dentro do mundo de Clara pode definir a experiência de assistir a artista cantando e tocando ao vivo, acompanhada de imagens gravadas em uma cachoeira ao fundo, que criam uma conexão com a urgência existencial da música. Um mergulho em filmagens e memórias de sua infância inspirou a multiartista a criar o conceito de seu novo EP e está inserido dentro de todo o contexto em seu novo trabalho, Clara conta:<em> “Eu me senti como uma astronauta dentro do meu próprio olho. Essas impressões recuperadas da minha infância acenderam em mim uma vontade de fazer da música um processo de despertar. Mas antes de tudo, um processo que começasse no entendimento dos meus próprios quintais e que fizesse do som um lugar de investigação para chegar na essência – antes de qualquer forma.</em>”</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O novo trabalho da compositora, dirigido por Ananda Banhatto, aponta uma linguagem nunca utilizada em seus trabalhos anteriores, a convergência do audiovisual em sua arte: <em>“Eu já me interessava muito pelas intersecções entre linguagens artísticas. Um EP visual concretizaria esse meu desejo de, pela primeira vez, fazer um trabalho “multi”, que pudesse abrigar outras possibilidades de sensações, já que a mim, aquelas fitas me invadiam por todas as partes, não só pelos ouvidos”</em>, finaliza Clara.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>ASSISTA AO CLIPE </strong><a href="https://mailtrack.io/trace/link/0d24868a360e209a62e1c318735d3154b0eb3319?url=https%3A%2F%2Fwww.youtube.com%2Fwatch%3Fv%3DennVPqpBOQY&amp;userId=2879025&amp;signature=56f67d4e7c890c45"><strong>AQUI </strong></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>SMARTLINK </strong><a href="https://mailtrack.io/trace/link/7722548b27d9e73f7588197ad62fa81d747f607e?url=https%3A%2F%2Ftratore.ffm.to%2Fclara-castro&amp;userId=2879025&amp;signature=3677dd2f82684420"><strong>AQUI</strong></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>FICHA TÉCNICA:</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fome de Gritar</p>
<p>(composição: Clara Castro)</p>
<p>Clara Castro | voz e violão</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Áudio</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Direção e produção musical: Nathan Itaborahy</p>
<p>Produção musical: Clara Castro</p>
<p>Captação de áudio: Bernardo Merhy</p>
<p>Mixagem e masterização: Luiz Otávio</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Vídeo</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Roteiro, voz e violão: Clara Castro</p>
<p>Direção: Ananda Banhatto</p>
<p>Diretor de fotografia e câmera: Leandro Mockdece</p>
<p>Segunda câmera: Ciro Cavalcanti</p>
<p>Terceira câmera: Rodrigo Ferreira</p>
<p>Produção: Esther Assis</p>
<p>Still: Ciro Cavalcanti e Rodrigo Ferreira</p>
<p><em>Clara Castro  por Igor de Paula </em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Cenografia &amp; Montagem</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Cenografia: Fernando Fernandes</p>
<p>Luminárias da Coleção Guarda Luz: F-Studio Design</p>
<p>Produção executiva: Glória Bittar, Esther Assis, Ananda Banhatto</p>
<p>Estrutura: Nestlé Artmontagens</p>
<p>Coordenação de montagem: Luís Cláudio da Silva Salgueiro (Nestlé)</p>
<p>Painéis de LED: Franklim Simões (Holofote)</p>
<p>Iluminação e gerador: Darlan Oliveira (Top Mais)</p>
<p>Montagem: Wallace da Silva Santos e André da Costa Lima</p>
<p><em>Capa do single Fome de Gritar por Fernando Fernandes</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Imagens Externas e Projetadas</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Elenco: Clara Castro</p>
<p>Roteiro: Ananda Banhatto e Clara Castro</p>
<p>Direção: Ananda Banhatto</p>
<p>Direção de fotografia e câmera: Leandro Mockdece</p>
<p>Produção executiva: Esther Assis</p>
<p>Figurinos: Lívia Almeida</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>LINKS</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://mailtrack.io/trace/link/c8d8decb8a519770cbcda9d8deaea6dd3b8aec43?url=https%3A%2F%2Fwww.facebook.com%2Foficialclaracastro%2F&amp;userId=2879025&amp;signature=0fb33e88d63625a4">Facebook<br />
</a><a href="https://mailtrack.io/trace/link/ca75860c6ee7a2289e1c4afd0fca46e41a82ddc2?url=https%3A%2F%2Fwww.instagram.com%2Fclaracastrooficial&amp;userId=2879025&amp;signature=fa3b4ced100c9c19">Instagram<br />
</a><a href="https://mailtrack.io/trace/link/1dca6330dd2da27445ef1a06198726047a0b0b24?url=https%3A%2F%2Fwww.youtube.com%2Fchannel%2FUCBxFRWsZYSE62cs_GpTf0dQ&amp;userId=2879025&amp;signature=33b49d4d575f7ab7">Youtube<br />
</a><a href="https://mailtrack.io/trace/link/a7ede5f7e18846c7d76a3092679a53a8a8c4bcde?url=https%3A%2F%2Fopen.spotify.com%2Fartist%2F328HvJJoTrRr4AwtJtlChp&amp;userId=2879025&amp;signature=e9486effeec4b6cf">Spotify</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>SOBRE CLARA CASTRO</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Natural de Barbacena (MG), a cantora, compositora e atriz <strong>Clara Castro</strong> já demonstrava forte inclinação musical desde muito cedo. Aos 12 anos foi introduzida na música através de aulas de violão e logo teve sinais de sua veia compositora dois anos mais tarde, quando presenteou uma amiga com a canção ‘Sol’. Com apenas 17 anos, lançou ‘<strong>Quarto Crescente</strong>’, seu primeiro álbum com composições autorais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Formada em Canto pela Universidade de Música Popular, a artista fez residência artística no Grupo Teatral Ponto de Partida (MG), atuando em espetáculos do grupo pelo país. Em 2013 se mudou para Juiz de Fora (MG), onde entrou de cabeça na cena alternativa autoral da cidade e iniciou laços e conexões que a acompanharam na estrada por diversas regiões e também marcou o encontro com parceiros de composições presentes em suas obras até os dias de hoje. Em 2018 a artista rodou o Brasil com a turnê do álbum &#8220;<strong>Caostrofobia</strong>&#8220;, que foi produzido por Rodrigo Campello no Ministério Studios (RJ) e distribuído pela Som Livre.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Atualmente em fase final do curso de Ciências Sociais e dedicando-se também ao curso técnico de Teatro, a compositora baseada em São Paulo (SP) se prepara para o lançamento de seu novo trabalho: <strong>Ana</strong>. A faixa<strong> Fome de Gritar </strong>foi escolhida para o pontapé inicial do EP que teve como dinâmica de registro, a gravação ao vivo e trabalha a intersecção de linguagens para contar a história de seu álbum.</p>
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<p><strong>Com informações:   </strong><strong>Café 8 Assessoria de Imprensa</strong></p>
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