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	<title>Fracassadasbr &#8211; Boomerang Music</title>
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	<description>Informação, Novidade e Atualidade</description>
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		<title>Fracassadas BR, espetáculo que exalta vivência LGBTQIA+, estreia em São Paulo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 20 Aug 2023 19:43:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Fracassadasbr]]></category>
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					<description><![CDATA[Montagem possui elenco inteiro LGBTQIA+ e maioria da equipe criativa é composta por pessoas trans &#160; Com estreia marcada para o dia 31 de agosto, a montagem se apresentará em três locais diferentes: &#160; Centro Cultural de Artes Cênicas do IBT em São Paulo, 31 de...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Montagem possui elenco inteiro LGBTQIA+ e maioria da equipe criativa </em><em>é composta por pessoas trans</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Com estreia marcada para o dia 31 de agosto, a montagem se apresentará em três locais diferentes:</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li><em>Centro Cultural de Artes Cênicas do IBT em São Paulo, 31 de agosto a 10 de setembro;</em></li>
<li><em>Centro Cultural Arte em Construção, sede do Instituto Pombas Urbanas, em Tiradentes, de 21 a 30 de setembro;</em></li>
<li><em>TUSP Butantã de 12 a 29 de outubro</em></li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Ingressos terão valor simbólico de R$ 2,00, abrindo a possibilidade do espectador pagar a mais, e serão vendidos nos locais de apresentação, sempre uma hora antes do espetáculo</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>FRACASSADAS BR</strong> é um <strong>espetáculo nacional</strong> com <strong>elenco e equipe criativa formada apenas por pessoas da comunidade LGBTQIA+</strong>. A montagem conta com a <strong>realização e apoio do Instituto Brasileiro de Teatro (IBT)</strong>, que em 2022, com o <strong>objetivo de fomentar as artes cênicas no país</strong>, realizou sua <strong>primeira Convocatória de projetos independentes</strong>, a fim de injetar o <strong>valor de R$500.000,00</strong> em um escolhido, para viabilizar a ideia. <strong>FRACASSADAS BR </strong>dentre 82 inscritos, acabou sendo o vencedor, recebendo o investimento para que a história ganhasse vida.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A montagem tem como um de seus pontos de partida o livro <em><strong>&#8220;A Arte Queer do Fracasso&#8221;</strong></em> de Jack Halberstam. O conceito por trás da concepção é um conflito e resultado direto de uma sociedade heterocisnormativa, que marginaliza e afasta o diferente, levando-o ao fracasso na sociedade. No espetáculo, o conceito de fracasso ganha outras perspectivas, com cores e significados de força, trajetória e sucesso, mostrando que o fracasso é, na verdade, o êxito.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O espetáculo é pensado para ficar em cartaz de maneira descentralizada, ou seja, que contemple as mais variadas áreas da cidade. Com <strong>estreia marcada para o dia 31 de agosto</strong>, a temporada se dividirá em três locais:</p>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li><strong>Centro Cultural de Artes Cênicas, sede do Instituto Brasileiro de Teatro </strong></li>
<li>Brigadeiro Luís Antônio, 277 <em>(Antiga Lions)</em></li>
<li>de 31 de agosto a 10 de setembro <em>(quintas a sábados às 20h e domingos às 19h)</em>;</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li><strong>Centro Cultural Arte em Construção, sede do Instituto Pombas Urbanas</strong></li>
<li>dos Metalúrgicos, 2100 &#8211; Cidade Tiradentes</li>
<li>de 21 a 30 de setembro <em>(de quintas-feiras a sábados, às 20h)</em>;</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li><strong>TUSP &#8211; Butantã </strong></li>
<li>do Anfiteatro, 109</li>
<li>de 12 a 29 de outubro <em>(quintas-feiras a sábados às 20h e domingos às 19h)</em>.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>Os<strong> ingressos serão no estilo pague o quanto puder,</strong> com valor mínimo e simbólico de R$2,00, com a possibilidade de pagar a mais, caso o espectador deseje. Os ingressos podem ser adquiridos somente nos dias de espetáculo, através das bilheterias dos locais de apresentação, que abrem sempre uma hora antes do início da montagem.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>A MONTAGEM:</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Com duração de 1 hora e 15 minutos, a montagem é feita com referências no funk, na cultura ballroom, nas quebradas e bairros de infância. Colocando a cultura periférica e marginalizada no lugar onde lhe é devido: de arte e de cultura. <strong>FRACASSADAS BR</strong> transmite visões e experiências através de uma ótica não contada, onde o fictício se mistura com a vida real, muitas vezes em âmbito pessoal. A peça envolve vivências e trechos de pessoas diretamente ligadas à comunidade LGBTQIA+, em sua maioria de pessoas transexuais travestis, somada à pesquisas de campo conduzidas em dois Centros de Acolhida: Casa Florescer 1, focada em travestis e mulheres transexuais; e Casa Especial para Homens João Nery, voltada para homens trans e pessoas transmasculinas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>FRACASSADAS BR</strong> oferece ao público uma <strong>experiência imersiva e única, dividida em dois momentos</strong>. Ao chegar, os espectadores são convidados a explorar 5 instalações dispostas em ambientes que rodeiam uma sala central. Cada uma delas têm o objetivo de transmitir um &#8220;ruído&#8221; específico, que surge a partir de sons e corpos ocupando lugares os quais o status quo da sociedade não reconhece como padrão, e, por isso, os exila, os esconde na escuridão da noite.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ao se dirigirem à sala central, a narrativa é envolvida por um tom de ficção científica, onde o  público acompanha a trajetória dos 5 personagens que conheceram nos espaços. O enredo do espetáculo conta a história dessas pessoas marginalizadas, desses &#8220;seres da noite&#8221;, em um universo onde o dia prevalece e o sol toma conta da escuridão. Nessa realidade, a luz acaba por expor esses indivíduos, colocando-os em uma posição de repressão pela sociedade, que não aceita conviver com essas pessoas, atribuindo a eles “monstruosidades” e rotulando como criaturas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Diante desse cenário, os personagens buscam refúgio em uma boate antiga e abandonada. É nesse espaço que eles realizam uma performance catártica, transmitindo uma história de pertencimento, acolhimento e aceitação. Através da arte, eles revelam e entendem suas verdadeiras identidades, resignificam as “monstrualidades” e lutam contra a opressão, compartilhando suas experiências e demonstrando que o conceito de fracasso imposto pela sociedade não representa a verdadeira essência do sucesso. A história apresenta uma visão poderosa e transformadora sobre a força e resiliência desses indivíduos que enfrentam os desafios impostos pelo mundo heterocisnormativo, celebrando sua autenticidade e criando uma narrativa poderosa de inclusão e igualdade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>FRACASSADAS BR </strong>é dirigido por <strong>Ave Terrena</strong>, dramaturga e poeta, e <strong>Ymoirá Micall</strong>, travesti residente da cidade de São Paulo que atua como artista multidisciplinar. O elenco, <strong>composto apenas por pessoas da comunidade LGBTQIA+</strong>, conta com os nomes de <strong>Barbara Vitoria</strong>, <strong>Lucas Madureira</strong>,<strong> Jota Guerreiro Vilar</strong>, <strong>Rand Barbosa</strong> e <strong>Wini Bueno Lippi</strong>. O projeto é impulsionado pela Coletiva de Teatro, grupo existente desde 2019 na cidade de São Paulo, com o foco em criar e produzir projetos com artistas convidados.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>EQUIPE CRIATIVA:</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li><strong>Direção e dramaturgia:</strong> Ave Terrena e Ymoirá Micall</li>
<li><strong>Direção de movimento: </strong>Zaila</li>
<li><strong>Direção musical:</strong> Malka Julieta</li>
<li><strong>Operação de som e Assistente de sonoplastia: </strong>Bibi de Bibi</li>
<li><strong>Iluminação e Operação de luz:</strong> Felipe Fly</li>
<li><strong>Cenografia:</strong> Su Martins</li>
<li><strong>Figurino</strong>: Kyra Reis</li>
<li><strong>Assistência de Figurino:</strong> Flora Babylon</li>
<li><strong>Costureiro</strong>: Luã Ayo Ayana</li>
<li><strong>Preparação vocal:</strong> Palomaris</li>
<li><strong>Instalação de vídeo, Captação e Montagem:</strong> Cabaça Realiza</li>
<li><strong>Fotos de processo:</strong> Anali Dupré</li>
<li><strong>Textos</strong>: criação colaborativa</li>
<li><strong>Participações especiais:</strong> Andrei Roque | Beatriz Gonçalves | Dama Blackout | Deusa de Souza | Draken Maciel | Elloy Queiroz | Emanuelli Silva | Gael Mariano | Gabrielly Pizatto | Gustavo Barbosa| Larissa Nascimento | Leonardo Bartolomeu | Lucca Dantas | Luka Aron |Pedro Henrique Dias | Riven Oliveira | Scarlet Lee | Victoria Alves | Wiliam Fenício | Yandra Rodrigues</li>
<li><strong>Idealização</strong>: Barbara Victoria, Lucas Madureira, Rand Barbosa e Victoria Lins</li>
<li><strong>Produção</strong>: Corpo Rastreado &#8211; Gabs Ambròzia e Julia Tavares</li>
<li><strong>Produção Executiva</strong>: A Coletiva de Teatro</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Ave Terrena</strong> é dramaturga, diretora teatral e poeta. Com nove textos encenados no Brasil e países como México e Portugal, publicou três livros, dois de dramaturgia e um de poesia, além de organizar o livro “PluriDramaturgias”, publicado pelo selo Nyota. Antes de Fracassadas BR, seus trabalhos mais recentes foram “E lá fora o silêncio”, que estreou no SESC Pinheiros em 2022, publicada pelo edital TUSP Peças em Processo, e “As mulheres dos cabelos prateados”, estreada em 2021 na Vila Itororó e lançada pela “Nosotros, editorial”. Na Escola Livre de Teatro de Santo André, onde dá aula há cinco anos, já foi Coordenadora Pedagógica e orientadora do Núcleo de Dramaturgia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Ymoirá Micall</strong>, 31 anos, é travesti,  atriz, diretora de teatro, dramaturga, coreógrafa  y fundadora da Cia. Sacana. Entre diversas linguagens artísticas, abrangendo desde estudos do movimento até montagens de texto autorais, a artista multidisciplinar é responsável pelas obras teatrais: Fracassadas BR (2023), &#8220;Distrito T &#8211; Cap. 1&#8221; (2022), &#8220;Pindaúna&#8221; (2020) y &#8220;O canto de Odé&#8221; (2017). Durante os anos de 2015 a 2019 atuou como performer na cia. de teatro Fuerza Bruta, realizando turnês internacionais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Barbara Victoria</strong> é uma atriz, cantora e compositora. Formada pela Escola Livre de Teatro de Santo André. É co-fundadora da Coletiva de Teatro, grupo onde atua como atriz e produtora desde 2019.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Jota Guerreiro Vilar</strong> é artista da cena transmasculino, com enfoque em atuação, performance, escrita e produção. Bacharel em Artes Cênicas pela Unicamp (2022). Integra a Cia Sacana como assistente de produção e ator em Distrito T (2022) e Terra Brasilis Top Trans Pindorâmica (2023). Também trabalha com o Teatro Oficina Uzyna Uzona, atuando em Mutação de Apoteose (2023); e com A Coletiva de Teatro, atuando em Fracassadas Br (2023). Autor da dramaturgia “Réceita”, onde também atua.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Wini Bueno Lippi</strong> é atriz, performer e poeta canceriana. Integra a @ciasacana e tem formação livre pela Escola Livre de Teatro de Santo André. Entre os trabalhos realizados, estão “Delirium AudioTour” direção de Marcelo Denny e André Ravasco; “Segunda Queda” direção de Ave Terrena e Claudia Schapira. “Distrito T” direção de Ymoirá Micall.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Lucas Madureira</strong> é ator e produtor. Formado na Escola Livre de Teatro de Santo André. Cursou Produção Audiovisual no Instituto Criar de TV, Cinema e Novas Mídias (2014/2015). Co-fundador do Coletivo Okan, contemplado pelo Programa VAI 2017 com o Projeto Kizila, desenvolvendo o espetáculo ÈLÈYÈ &#8211; MULHER PÁSSARO. Em 2019 e 2020, o coletivo Okan foi contemplado pelo Programa VAI 2 com o projeto TODAS AS CENTENAS DE DIAS EM QUE ESTAMOS AQUI, para montagem e circulação da peça.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Rand Barbosa</strong> é formado pelo Senac em Artes Dramáticas e pela Escola Livre de Teatro de Santo André. Cursou Produção Audiovisual no Instituto Criar.Cofundador, ator e produtor no Coletivo Okan. Trabalhou nas peças “ÈLÈYÈ- Mulher Pássaro”, direção João Monteiro; “Plagio. Woyzek”, direção Alice Nogueira e Natália Neri; Pequenos Burgueses, direção Rudson Marcello; “(A)FETO”, direção Walmir Pavan; entre outras.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>S</strong><strong>obre o Instituto Brasileiro de Teatro (iBT)</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O IBT nasceu em 2022 com o objetivo de democratização das artes cênicas, seja na realização e produção de eventos que apostam na diversidade, bem como visando a formação de novas plateias por meio de espetáculos gratuitos ou de preços altamente populares. O Instituto sem fins lucrativos apresenta uma série de ações voltada à classe teatral  propondo uma governança, que acelera a profissionalização de grupos e artistas, atuando desde a capacitação até no auxílio de realização de espetáculos, incluindo captação de investimentos do setor privado. Além disso, o IBT também é realizador de alguns grandes espetáculos, garantindo acesso universal por meio de ingressos gratuitos ou a preços acessíveis.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Sobre a Coletiva de Teatro</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A COLETIVA DE TEATRO é um grupo jovem que existe desde 2019. Composto por Barbara Victoria, Luja Casaro e Igor Luis, o núcleo tem como perspectiva central a criação e impulsionamento de projetos compostos por artistas convidados. Em 2020 o grupo teve sua estreia de &#8221;Te pego na curva do anzol&#8221; interrompida pela pandemia do coronavírus e em 2022/2023, o grupo impulsiona a criação da peça &#8221;Fracassadas BR&#8221; contemplada na convocatória piloto do Instituto Brasileiro de Teatro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>SERVIÇO &#8211; FRACASSADAS BR</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Etapa 1</strong></p>
<p><strong>Local </strong>&#8211; Centro Cultural de Artes Cênicas do IBT</p>
<p><strong>Endereço </strong>&#8211; Av. Brigadeiro Luís Antônio, 277 (Antiga Lions)</p>
<p><strong>Data </strong>&#8211; 31/08 a 10/09 (de quinta a domingo)</p>
<p><strong>Horário </strong>&#8211; Quinta a Sábado às 20h | Domingo às 19h</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Etapa 2</strong></p>
<p><strong>Local </strong>&#8211; Centro Cultural Arte em Construção, sede do Instituto Pombas Urbanas</p>
<p><strong>Endereço </strong>&#8211; Av. dos Metalúrgicos, 2100 &#8211; Cidade Tiradentes</p>
<p><strong>Data </strong>&#8211; 21/09 a 30/09 (quinta a sábado)</p>
<p><strong>Horário </strong>&#8211; Quinta a Sábado às 20h</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Etapa 3</strong></p>
<p><strong>Local </strong>&#8211; TUSP Butantã</p>
<p><strong>Endereço </strong>&#8211; R. do Anfiteatro, 109</p>
<p><strong>Data </strong>&#8211; 12/10 a 29/10 (quinta a domingo)</p>
<p><strong>Horário </strong>&#8211; Quinta a Sábado às 20h | Domingo às 19h</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Classificação etária: </strong>Livre</p>
<p><strong>Duração</strong>: 70 minutos</p>
<p><strong>Preço: </strong>mínimo de R$2,00</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Com informações: ASSESSORIA DE IMPRENSA &#8211; FRACASSADAS BR</strong></p>
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