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	<title>GabidaPelePreta &#8211; Boomerang Music</title>
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	<description>Informação, Novidade e Atualidade</description>
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		<title>Gabi da Pele Preta lança seu primeiro EP</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 May 2022 00:48:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[GabidaPelePreta]]></category>
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					<description><![CDATA[Artista pernambucana gravou canções inéditas, compostas por mulheres &#160; Ouça o EP: https://tratore.ffm.to/gpp-ep &#160; A cantora Gabi da Pele Preta está lançando o seu primeiro EP, que leva seu nome no título. Integrante de uma geração de artistas pernambucanos talentosos, Gabi faz sua estreia fonográfica depois...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Artista pernambucana gravou canções inéditas, compostas por mulheres</strong></p>
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<p><strong>Ouça o EP</strong><strong>: </strong><a href="https://tratore.ffm.to/gpp-ep">https://tratore.ffm.to/gpp-ep</a></p>
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<p>A cantora <strong>Gabi da Pele Preta</strong> está lançando o seu primeiro EP, que leva seu nome no título. Integrante de uma geração de artistas pernambucanos talentosos, Gabi faz sua estreia fonográfica depois de projetos no teatro, no cinema e sobretudo da experiência de cantar na noite. Mais do que uma estreia, o EP é um manifesto no qual Gabi canta 4 canções inéditas compostas por mulheres, com letras fortes que retratam o engajamento social da artista, trazendo à tona debates sobre gênero, raça e classe social.</p>
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<p>“Tenho muito apreço por minhas primeiras vezes. A primeira vez no teatro, com “Amor em Tempo de Servidão” (2005), me inseri coletivamente entre artistas, conheci o primeiro músico que me acompanhou durante sete anos, cantei num teatro pela primeira vez. “Ferrolho”, do paraibano Taciano Valério, me apresentou o mundo do cinema (2012). O primeiro show solo com banda na minha cidade, Caruaru, no qual meus amigos se tornaram minha equipe, cuidando de todos os detalhes. E quando as coisas foram tomando corpo e Gabi da Pele Preta efetivamente surgiu, veio a possibilidade de participar do Festival de Inverno de Garanhuns, do Rec Beat, do projeto Conectadas pela Música, que me apresentou ao Rio de Janeiro, São Paulo e Salvador, passei a integrar a equipe da banda Cordel do Fogo, entre várias outras coisas que fiz ao longo dos últimos 18 anos. Mas, dentre todas elas, sou muito grata por essa primeira vez de gravar um EP que leva o meu nome, com composições de mulheres, e uma banda Agrestina que acreditou nesse repertório e criou, junto comigo, essa sonoridade”, pontua Gabi.</p>
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<p>Gabi da Pele Preta faz parte da mesma geração de Zé Manoel, Juliano Holanda, Cláudio Rabeca, Isadora Melo, Siba, Isaar e do coletivo Reverbo. “Tenho a impressão que há uma repetição na maneira como os brasileiros ouvem música, no sentido de achar que a música do passado era sempre melhor. Aí, me lembro de Elis cantando Belchior: “você que ama o passado e que não vê que o novo sempre vem”. Aos que me dizem que antigamente era melhor, eu faço questão de responder que se pesquisarem, serão capazes de encontrar coisas muito bonitas e potentes desse nosso tempo”, avalia Gabi. “Vivemos um momento bonito da música instrumental cada vez mais cheia de territorialidade, da canção que brinca genialmente com as palavras, e pautas importantes levantadas de forma contundente, mas também irreverente. Eu me orgulho muito da geração a que pertenço e do que fazemos. Me orgulho do coletivo Reverbo, das mulheres compondo cada vez mais, das pessoas pretas e indígenas registrando suas narrativas, e da troca intensa que a internet, até certo ponto, possibilitou entre nós. Públicos e processos que se misturam sempre que a gente se encontra. É lindo”.</p>
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<p>A produção do EP é do músico, compositor e poeta Alexandre Revoredo, que acompanha Gabi desde 2017. “Revoredo me viu antes de eu vê-lo, mas foi o seu olhar para mim e para o meu trabalho que me seduziu, porque eu sabia que ali teria uma parceria segura. Juntos nós construímos sonoridade, repertório e uma relação profissional de muito respeito e afeto”, conta Gabi da Pele Preta sobre a construção desse novo trabalho, que quer levar a música de seus pares ainda mais além.</p>
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<p>Amplificar vozes é o compromisso de Gabi, conclamando com a sua arte a luta pelas pautas mais urgentes, mostrando toda a potência que brota de sua Pele Preta.</p>
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<p><strong>Faixa a Faixa</strong></p>
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<p><strong><em>“Canção para curar a voz”,</em></strong> de Luiza Pessoa, reverencia a voz como potência de cura e transformação. Composta especialmente para Gabi, ela foi registrada no formato <em>a capella </em>que envolve o ouvinte e o convida para adentrar em seu universo.</p>
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<p><strong><em>“Palavra Feminina”</em></strong>, parceria de Joana Terra com Isabela Moraes, traz em sua cadência e camadas a seriedade e a urgência do respeito à voz da mulher.</p>
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<p><strong><em>“Virá</em></strong>,” canção-manifesto composta por Ezter Liu e Joana Terra, figura no repertório de Gabi em todas as apresentações que a artista tem feito nos últimos anos. A canção traz um naipe de sopros feminino, cujos arranjos foram concebidos por Neris Rodrigues;</p>
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<p><strong><em>“Gente”</em></strong> fecha o EP e também é uma composição de Uma Luiza Pessoa, mulher trans, preta, da periferia de São Paulo, que está constantemente presente no repertório de Gabi da Pele Preta, tanto pela sua potência criativa, quanto por sua voz de luta.</p>
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<p><strong>Com informações: Coringa Comunicação</strong></p>
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		<title>Gabi da Pele Preta (PE) lança primeiro single com videoclipe empoderado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Mar 2021 01:19:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[GabidaPelePreta]]></category>
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					<description><![CDATA[Primeira canção de trabalho da artista caruaruense abre portas para seu primeiro álbum e celebra a música e a vida com discursos potentes &#160; “Você me chamou pra dançar, e eu fui, que dançar é uma revolução”. A força da mulher artista negra e interiorana...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Primeira canção de trabalho da artista caruaruense abre portas para seu primeiro álbum e celebra a música e a vida com discursos potentes</em></p>
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<p>“Você me chamou pra dançar, e eu fui, que dançar é uma revolução”. A força da mulher artista negra e interiorana ressoa na voz de <strong>Gabi da Pele Preta</strong>, cantora caruaruense que lançou o seu primeiro single. A canção <strong>“Revolução”</strong>, que exalta a alegria e a liberdade de ser, chega oficialmente às plataformas digitais. A música estreia também em videoclipe no YouTube, com imagens que celebram a vida como um direito e o bem viver como forma de revolução.</p>
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<p>Composta especialmente para a artista pelo músico pernambucano Juliano Holanda, “Revolução” se apresenta como cartão de visitas de Gabi. A música é o seu primeiro trabalho de estúdio, e revela a força da mulher negra e pernambucana do Agreste. Com forte sonoridade afrobrasileira e poética politizada, “Revolução” é um hino em prol do respeito, do amor próprio e dos afetos genuínos.</p>
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<p>O videoclipe endossa ainda mais esse movimento. Filmado na cidade de Garanhuns, no Agreste pernambucano, a obra audiovisual, produzida por Stephany Metódio e dirigida por Eriko Renan, é um convite para dançar e abraçar o mundo. Diferentes belezas negras, gêneros e corpos aparecem dançando ao som da voz de Gabi, ostentando suas identidades e o orgulho de quem são. Uma reflexão audiovisual sobre ocupar espaços de forma livre e na plenitude de ser quem se é.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Dançar é uma forma de libertação, uma forma de relacionar-se com nosso corpo-casa de forma ancestral. É resgatar o afeto por si, por outres e a potência de transformação que tudo isso carrega. Sobretudo nessa conjuntura de hostilidade e necropolítica” comenta a artista. É esse ativismo que Gabi assume em sua jornada artística de quase 15 anos de carreira, na qual vem subindo em palcos por todo Pernambuco. Sua energia marcante na cena ao vivo agora se converge em voz e alma neste primeiro single.</p>
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<p>“Revolução” é a primeira de quatro músicas que vão compor um EP, o primeiro álbum oficial da cantora. Atualmente em processo de produção, o trabalho chega ao público ainda em 2021. Assim Gabi da Pele Preta inicia novo momento na carreira &#8211; ainda mais apropriada de si, de sua voz, de sua poesia, de sua existência, fazendo da música um instrumento de construção de afetos, coletividade e alegria. “Tenho tanto para falar que canto”, diz ela.</p>
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<p><strong>SOBRE A ARTISTA</strong> &#8211; Gabi da Pele Preta é publicitária, professora, atriz e cantora natural de Caruaru/PE. Iniciou trajetória artística em 2006, mesclando incursões por teatro e música, atravessando gêneros como samba, jazz, MPB e o soul setentista. Ativista das causas feministas e da negritude, fez de suas pautas e lutas de vida o combustível de sua carreira solo como intérprete, cantando composições de nomes como Juliano Holanda, Alexandre Revoredo, Joana Terra, Isabela Moraes, Fernanda Limão, Ezter Liu, Isadora Melo e Caio Meneses.</p>
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<p>Desde 2011, sobe a palcos por Recife, Caruaru, Garanhuns, Petrolina e outras cidades pernambucanas, integrando programação de festividades como São João e Carnaval. Também participou de festivais &#8211; Janeiro de Grandes Espetáculos, No Ar Coquetel Molotov 2017, Macuca das Artes, Rec Beat, além de edições do Festival de Inverno de Garanhuns (FIG).</p>
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<p>Atualmente, além do trabalho solo, Gabi da Pele Preta desenvolve trabalhos musicais com Azulão &#8211; patrimônio vivo do forró pernambucano &#8211; e com a banda Cordel do Fogo Encantado, como backing vocal, além de ser integrante da Mostra Reverbo. Seu canto forte e sua força cênica a tornam um dos talentos notáveis da música pernambucana da última década.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Ouça “Revolução”, single de Gabi da Pele Preta:  <a href="https://tratore.ffm.to/revolucao">https://tratore.ffm.to/revolucao</a></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Disponível em Spotify, Deezer, Apple Music, Amazon Music, Tidal e Napster.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Assista ao videoclipe “Revolução”:   <a href="https://youtu.be/Q2U0AJWgBJI">https://youtu.be/Q2U0AJWgBJI</a> </strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Acompanhe Gabi da Pele Preta nas redes sociais:</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Facebook:</strong> <a href="https://www.facebook.com/gabidapelepretaoficial">https://www.facebook.com/gabidapelepretaoficial</a></p>
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<p><strong>YouTube:</strong> <a href="https://www.youtube.com/user/gabrielladefreitas">https://www.youtube.com/user/gabrielladefreitas</a></p>
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<p><strong>FICHA TÉCNICA &#8211; SINGLE</strong></p>
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<p>Gabi da Pele Preta: Voz</p>
<p>Juliano Holanda: Composição/Guitarra</p>
<p>Alexandre Revoredo: Guitarra</p>
<p>Efraim Rocha: Contrabaixo</p>
<p>Nino Alves: Percussão</p>
<p>Cahuê Moreno: Bateria</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>FICHA TÉCNICA &#8211; CLIPE</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Direção e roteiro: Gabi da pele Preta e Stephany Metódio</p>
<p>Produção Executiva: Stephany Metódio</p>
<p>Assistência de Produção: Joesile Cordeiro</p>
<p>Captação, montagem e edição: Eriko Renan</p>
<p>Elenco: Joesile Cordeiro, Katarina Barbosa, Vinn Amara, João Revoredo, Rafael Sisant, Zeh Lucas, Lili Novais, Catarina Gomes</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em> </em></p>
<p><strong>Com informações: </strong><strong>Milton Raulino – Mil Tons Comunica</strong></p>
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