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	<title>JorgeDuPeixe &#8211; Boomerang Music</title>
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		<title>Jorge Du Peixe, vocalista da Nação Zumbi, estreia o show do álbum “Baião Granfino” no Sesc Vila Mariana</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Nov 2021 00:43:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[JorgeDuPeixe]]></category>
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					<description><![CDATA[O cantor e compositor pernambucano apresenta o repertório do disco onde interpreta músicas de Luiz Gonzaga &#160; O show também é transmitido pelo canal do Sesc São Paulo no Youtube    Ouça aqui: https://bfan.link/baiao-granfino  &#160; De 26 a 28 de novembro, Jorge Du Peixe estreia em São Paulo o show do álbum “Baião Granfino”, no palco do...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>O cant</em><em>or e compositor pernambucano apresenta o repertório do disco onde interpreta músicas de Luiz Gonzaga</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em><span data-contrast="auto">O show também é transmitido pelo canal do Sesc São Paulo no Youtube</span></em><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:2,&quot;335551620&quot;:2,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto"><strong>Ouça </strong><strong>aqui: </strong></span><a href="https://bfan.link/baiao-granfino"><span data-contrast="none">https://bfan.link/baiao-granfino</span></a><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:2,&quot;335551620&quot;:2,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:240}"> </span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>De </strong><strong>26 a 28 de novembro, Jorge Du Peixe estreia em São Paulo o show do álbum “Baião Granfino”, no palco do Sesc Vila Mariana</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span data-contrast="auto">. O vocalista do Nação Zumbi traz versões das músicas de Luiz Gonzaga com novas propostas sonoras e arranjos sofisticados. A venda de ingresso inicia no dia 23 pelo portal do Sesc SP e no dia 24 na unidade do Sesc Vila Mariana. </span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto"><strong>No dia 28, domingo, o show </strong><strong>também é transmitido na íntegra </strong></span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:2,&quot;335551620&quot;:2,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:240}"> </span><span data-contrast="auto"><strong>pelo canal do Sesc São Paulo no Youtube</strong></span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:2,&quot;335551620&quot;:2,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Ao som de baião, forró, xaxado e maxixe, passando pelo maracatu, ska e bolero, Jorge Du Peixe mistura tudo em um show vibrante e dançante, com músicas de variadas fases da carreira do Rei do Baião, além de algumas surpresas. </span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">No repertório do show, entram clássicos como “O Fole Roncou”, “Sabiá”, “Pagode Russo”, “Qui Nem Jiló” e “Sanfona Sentida”, raridades como “Acácia Amarela” e “Baião Granfino”, e até músicas pouco conhecidas, como a maracatu-canção “Rei Bantu”, “Orélia” e “Assum Preto”. Além das faixas do disco, o artista compilou outras canções do mesmo universo como “Maria, Minha Maria” (Siba e Fuloresta), “Erva Rasteira” e “Festa” (Gonzaguinha) e “Pau de Arara” (Luiz Gonzaga/Guio de Moraes). </span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Ao lado de <strong>Jorge Du Peixe</strong> (voz), a banda que o acompanha é formada por músicos que participaram da gravação de “Baião Granfino”, como <strong>Bruno Buarque</strong> (bateria), <strong>Lello Bezerra</strong> (guitarra), <strong>Sthe Araújo </strong>(percussão e voz), <strong>Victória dos Santos </strong>(percussão e voz) e <strong>Fábio Pinczowski</strong> (baixo), além de <strong>Nanda Guedes</strong> (sanfona).  </span></p>
<p><span data-contrast="auto"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto"><strong>O disco “Baião </strong><strong>Granfino”</strong></span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:1,&quot;335551620&quot;:1,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Jorge Du Peixe lançou no dia 16 de setembro o álbum “Baião Granfino” (selo Babel), com versões das músicas de Luiz Gonzaga. O disco tem 11 faixas como “Sabiá” (Luiz Gonzaga/Zé Dantas), “Qui nem Jiló” (Luiz Gonzaga/Humberto Teixeira), “Cacimba Nova” (Luiz Gonzaga/José Marcolino), “Acácia Amarela” (Luiz Gonzaga/Orlando Silveira), entre outras. </span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Para Jorge Du Peixe é uma honra e um desejo antigo se concretizando: <em>“Faz parte da minha memória afetiva. Quem é do Nordeste cresce ouvindo as melodias de Luiz Gonzaga. ”</em>, diz.  </span></p>
<p><span data-contrast="none"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Participaram do disco os músicos Carlos Malta, Swami Jr., Siba Veloso, Pupillo, Mestrinho, Lello Bezerra, Bruno Buarque, Serginho Plim, Yaniel Matos, Gustavo Ruiz, Victor Rice, Bubu, Maria Beraldo, Lívia Nestrowski, Fábio Sá, Fábio Pinczowski, Sthe Araújo, Naloana Lima e Victória dos Santos, além da participação especial de Cátia de França. </span></p>
<p><span data-contrast="auto"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">No texto de apresentação de “Baião Granfino”, o jornalista e escritor Xico Sá comenta a importância da obra:<em> “Jorge Du Peixe, o homem da Nação Zumbi, bota no mundo mais do que uma homenagem ou um projeto paralelo na carreira. O que acontece neste álbum é um encontro espiritual entre ele e Luiz Gonzaga no jardim dos caminhos que se bifurcam. Bem ali no meio da viagem entre os sertões e os mares; os mares e os sertões. ”</em> </span></p>
<p><span data-contrast="auto"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto"><strong>Biografia Jorge Du Peixe</strong></span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto"><strong>Jorge Du Peixe</strong></span><span data-contrast="auto"> começou a sua carreira na música em 1993. O cantor e compositor pernambucano é vocalista da Nação Zumbi, uma das bandas mais importantes e da música brasileira. Nascida no início da década de 1990, a banda originalmente se chamava <em>Chico Science e Nação Zumbi</em> e era liderada por Chico Science, cantor, compositor e um dos principais representantes do movimento manguebeat. Depois da morte precoce de Chico, Du Peixe, que já era membro da banda, assumiu os vocais.  </span></p>
<p><span data-contrast="auto"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Com a Nação Zumbi lançou 13 discos, fez parcerias com diversos artistas e shows em vários países. Algumas de suas músicas entraram em trilhas sonoras de filmes e novelas. O artista também integra outros projetos musicais, como a banda Los Sebosos Postizos, com quem lançou o disco “Los Sebosos Postizos Interpretam Jorge Ben Jor” (Deck), produzido por Mário Caldato Jr., e o grupo Afrobombas, que tem como vocalista, além de Du Peixe, Lula Lira, filha de Chico Science.</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Jorge também compõe trilhas para filmes nacionais. Em “Amarelo Manga” (2003), do diretor Cláudio Assis, assinou a trilha com Lúcio Maia. Em 2011, ganhou o prêmio no Festival de Paulínia de melhor trilha sonora pelo filme “Febre do Rato”, de Cláudio Assis. Em 2017, fez a direção musical do espetáculo “Cão Sem Plumas”, da Cia de Dança Deborah Colker, ao lado de Berna Cepas. Em 2019, fez a trilha do filme “Piedade”, também de Cláudio Assis, que foi premiada no <em>13º Los Angeles Brazil Film Festival</em>. Lançou em 2020 o livro juvenil “A Nave Vai”, pela editora Barbatana. Em formato de compacto, a publicação conta com o texto e a narração de Jorge Du Peixe e as ilustrações do artista Rodrigo Visca. Recentemente, fez parcerias com os artistas Marcelo D2, na música “Pela Sombra”, e Edi Rock, na música e clipe “Vai”. </span></p>
<p><span data-contrast="none"> </span></p>
<p><span data-contrast="none"> </span><span data-contrast="none"><strong>SERVIÇO</strong></span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="none"><strong>Jorge Du </strong><strong>Peixe – Show de lançamento do disco “Baião Granfino”</strong></span></p>
<p><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="none">De 26 a 28 de novembro.</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="none">Sexta e sábado, às 21h; domingo, às 18h</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="none">Sesc Vila Mariana – Rua Pelotas, 141 &#8211; Vila Mariana.</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="none"><strong>Ingressos</strong></span><span data-contrast="none">: disponíveis a partir de 23/11 pelo portal Sesc SP e no dia 24/11 na unidade do Sesc Vila Mariana. R$ 20 (Credencial Plena, estudante, servidor de escola pública, idosos, aposentados e pessoas com deficiência) e R$ 40 (inteira)</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="none"><strong>Classificação</strong></span><span data-contrast="none">: 14 anos</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:240}"> </span></p>
<p><a href="https://we.tl/t-kaZtLEzppZ"><span data-contrast="auto"><br />
</span></a><strong><span data-contrast="none">Comprovante de vacina</span>ção</strong><span data-contrast="none"> </span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:240}"> </span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span data-contrast="none">A partir do dia 04 de outubro, passa a ser necessário apresentar o comprovante de vacinação contra a Covid-19 (pelo menos a 1ª dose) e documento com foto para ingressar em todas as unidades do Sesc no estado de São Paulo. O público pode apresentar o comprovante de vacinação físico ou digital, recebido no ato da vacinação ou o comprovante digital, disponibilizado pelas plataformas VaciVida e ConecteSUS ou pelo aplicativo e-saúdeSP. </span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="none"> </span></p>
<p><span data-contrast="none">Para mais informações, acesse:  <strong><a href="http://www.sescsp.org.br/voltagradual">http://www.sescsp.org.br/voltagradual</a>.</strong> O distanciamento físico, a utilização de máscara cobrindo boca e nariz, assim como a medição de temperatura dos visitantes na entrada da unidade, seguem sendo obrigatórios.</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:240}"> </span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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<p>&nbsp;</p>
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<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Com informações:  IMPRENSA SESC VILA MARIANA</strong></p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Jorge Du Peixe lança o álbum “Baião Granfino” em todas as plataformas digitais</title>
		<link>https://boomerangmusic.com.br/jorge-du-peixe-lanca-o-album-baiao-granfino-em-todas-as-plataformas-digitais/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Sep 2021 11:03:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Lançamentos]]></category>
		<category><![CDATA[JorgeDuPeixe]]></category>
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					<description><![CDATA[O novo projeto do cantor e compositor pernambucano traz versões das músicas de Luiz Gonzaga    Ouça ou baixe aqui o álbum “Baião Granfino” (selo Babel): https://bfan.link/baiao-granfino &#160;  O cantor e compositor Jorge Du Peixe lança nesta quinta-feira (16/9) o álbum “Baião Granfino”, com versões...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>O novo projeto do cantor e compositor pernambucano traz versões das músicas de Luiz Gonzaga</em></p>
<p><em> </em></p>
<p><strong> </strong><strong>Ouça ou baixe aqui o álbum “Baião Granfino” (selo Babel): </strong><a href="https://bfan.link/baiao-granfino"><strong>https://bfan.link/baiao-granfino</strong></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong> </strong>O cantor e compositor<strong> Jorge Du Peixe </strong>lança nesta quinta-feira (16/9) o álbum <strong>“Baião Granfino”</strong>, com versões das músicas de <strong>Luiz Gonzaga</strong>. O projeto abre espaço para novas propostas sonoras e arranjos criativos que exaltam a obra do Rei do Baião, aliado a interpretação potente de Du Peixe.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para o cantor é uma honra e um desejo antigo se concretizando: <em>“Faz parte da minha memória afetiva. Quem é do Nordeste cresce ouvindo as melodias de Luiz Gonzaga. ”</em>, diz.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Gravado com a produção musical de <strong>Fábio Pinczowski</strong>, o álbum conta com 11 faixas, entre elas “Sabiá” (Luiz Gonzaga/Zé Dantas), “Qui nem Jiló” (Luiz Gonzaga/Humberto Teixeira), “Cacimba Nova” (Luiz Gonzaga/José Marcolino) e “Acácia Amarela” (Luiz Gonzaga/Orlando Silveira).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Dois singles do álbum foram disponibilizados recentemente: “O Fole Roncou” (Luiz Gonzaga/Nelson Valença), com a participação especial da cantora e compositora <strong>Cátia de França</strong>. Ouça aqui: <a href="https://bfan.link/o-fole-roncou">https://bfan.link/o-fole-roncou</a>. E “Rei Bantu” (Luiz Gonzaga/Zé Dantas)<em>. </em>Ouça ou baixe aqui: <a href="https://bfan.link/rei-bantu-1">https://bfan.link/rei-bantu-1</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><u>O álbum </u></strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>A ideia do projeto surgiu em 2017, durante as gravações do programa musical <em>Clubversão</em>, onde artistas de diferentes gerações criam novas versões de clássicos da música popular. Na ocasião, Jorge Du Peixe gravou com o sambista Wilson das Neves (1936-2017) a música “Manhã de Carnaval” (Luiz Bonfá/Antônio Maria), em um encontro histórico. Fábio Pinczowski, produtor do programa, logo se interessou em produzir um disco de Du Peixe e nasceu ali uma nova parceria, consolidada em “<em>Baião Granfino”</em>, gravado no início de 2021, no estúdio Doze Dólares, em São Paulo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A escolha do repertório, temas e horizontes sonoros foram tomando forma ainda em 2020<em>, </em>logo no início da pandemia, durante as conversas de Jorge com Pinczowski. <em>“A ideia era ir para lugares diferentes. A célula harmônica do baião estaria presente, mas passeando por outras paisagens”</em>, diz Du Peixe.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fábio Pinczowski também destacou como foi o processo e a importância da obra de Gonzagão: <em>“Eu sempre fui muito fã das canções de Gonzaga, então foi tudo muito fluido. Começamos a desenhar o repertório a duas mãos e depois escolhendo as que funcionariam bem para o álbum. Eu ia sugerindo algumas canções, principalmente as que eu adoraria ouvir na voz de Jorge. A obra de Luiz Gonzaga é eterna, o repertório é muito extenso e as canções são como a trilha sonora da vida de muitas pessoas. ”, </em>conta o produtor<em>. </em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Participam do disco os músicos <strong>Carlos Malta</strong>, <strong>Swami Jr.</strong>, <strong>Siba Veloso</strong>, <strong>Pupillo</strong>, <strong>Mestrinho</strong>, <strong>Lello Bezerro</strong>, <strong>Bruno Buarque</strong>, <strong>Serginho Plim</strong>, <strong>Yaniel Matos</strong>, <strong>Gustavo Ruiz</strong>, <strong>Victor Rice</strong>, <strong>Bubu</strong>, <strong>Maria Beraldo</strong>, <strong>Lívia Nestrowski</strong>, <strong>Fábio Sá</strong>, <strong>Fábio Pinczowski</strong>, <strong>Sthe Araújo</strong>, <strong>Naloana Lima</strong> e <strong>Victória dos Santos</strong>, além da participação especial de <strong>Cátia de França</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><em>Capa do álbum “Baião Granfino” (selo Babel) – Crédito José de Holanda </em></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><u>Faixas “Baião Granfino”</u></strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<ol>
<li>“Assum Preto”</li>
<li>“Sanfona Sentida”</li>
<li>“Orélia”</li>
<li>“Qui nem Jiló”</li>
<li>“Sabiá”</li>
<li>“Acácia Amarela”</li>
<li>“Rei Bantu”</li>
<li>“Baião Granfino”</li>
<li>“Cacimba Nova”</li>
<li>“Pagode Russo”</li>
<li>“O Fole Roncou”</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><u>Biografia Jorge Du Peixe </u></strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Jorge Du Peixe</strong> começou a sua carreira na música em 1993. O cantor e compositor pernambucano é vocalista da Nação Zumbi, uma das bandas mais importantes e revolucionárias da música brasileira. Nascida no início da década de 1990, a banda originalmente se chamava <em>Chico Science e Nação Zumbi</em> e era liderada por Chico Science, cantor, compositor e um dos principais representantes do movimento manguebeat. Depois da morte precoce de Chico, Du Peixe, que já era membro da banda, assumiu os vocais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Com a Nação Zumbi lançou 13 discos, fez parcerias com diversos artistas e shows em vários países. Algumas de suas músicas entraram em trilhas sonoras de filmes e novelas. O artista também integra outros projetos musicais, como a banda Los Sebosos Postizos, com quem lançou o disco “Los Sebosos Postizos Interpretam Jorge Ben Jor” (Deck), produzido por Mário Caldato Jr., e o grupo Afrobombas, que tem como vocalista, além de Du Peixe, Lula Lira, filha de Chico Science.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Jorge também compõe trilhas para filmes nacionais. Em “Amarelo Manga” (2003), do diretor Cláudio Assis, assinou a trilha com Lúcio Maia. Em 2011, ganhou o prêmio no Festival de Paulínia de melhor trilha sonora pelo filme “Febre do Rato”, de Cláudio Assis. Em 2017, fez a direção musical do espetáculo “Cão Sem Plumas”, da Cia de Dança Deborah Colker, ao lado de Berna Cepas. Em 2019, fez a trilha do filme “Piedade”, também de Cláudio Assis, que foi premiada no <em>13º Los Angeles Brazil Film Festival</em>. Lançou em 2020 o livro juvenil “A Nave Vai”, pela editora Barbatana. Em formato de compacto, a publicação conta com o texto e a narração de Jorge Du Peixe e as ilustrações do artista Rodrigo Visca. Recentemente, fez parcerias com os artistas Marcelo D2, na música “Pela Sombra”, e Edi Rock, na música e clipe “Vai”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong> </strong><strong>Jorge Du Peixe canta Gonzaga e o eterno vira moderno de novo</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>por Xico Sá </strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O que significa gravar Luiz Gonzaga na corcunda deste 2021 pandêmico em um país entregue à bagaceira e ao desmantelo? Significa tudo e mais uns trocados simbólicos na xepa da história. É só ouvir “O fole roncou” (Jorge Du Peixe e a genialíssima paraibana Cátia de França) pra saber que o Brasil ainda se bole, estremece e tem a resposta no chão da festa. O álbum “Baião Granfino” traz o eterno para ser moderno de novo, no momento em que precisamos desse retorno para saltar adiante outra vez.</p>
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<p>“Ai, ai, Baião, você venceu! / Mas no sertão, ninguém lhe esqueceu”, diz a música-título de Gonzaga e Zé Dantas ao lembrar do sucesso nacional a partir dos anos 1940. O ritmo vira dança da moda nas capitais e entre os sulistas — como se tratava os nascidos no Sudeste naquela época — e, neste movimento, o pernambucano de Exu estava, conscientemente, inventando a ideia de Nordeste no imaginário dos brasileiros.</p>
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<p>Este disco do pernambucano Jorge Du Peixe, criado e produzido na companhia do músico paulista Fábio Pinczowski, emerge do chão de Luiz Gonzaga com a capacidade, além do tributo, de nos religar aos encantamentos do “Rei Bantu” e de todos os deuses que dançam o maracatu e suas danações. O país ainda se bole e não esmorece graças a obras de arte como esta. Um disco que tem o dom coletivo de bambas como Carlos Malta, Mestrinho, Swami Jr., Pupillo, Fabinho Sá, Siba Veloso, Lello Bezerra, Maria Beraldo, entre outros.</p>
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<p>O repertório inclui do clássico a faixas menos conhecidas de Gonzagão, caso de “Acácia amarela”. E como ficou uma boniteza, lírica até o arrepio infinito, com a sua pegada de bolero para dançar em comemorações amorosas. Repare também em “Orélia”, agora pontuado em um ska digno dos melhores chamegos de um forró a céu aberto.</p>
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<p>Nada é releitura vaga ou de graça neste “Baião Granfino”. O gonzaguismo está presente de ponta a ponta.  Você escuta “Assum preto” e sente a melancolia de um blues dos sertões na toada de um violeiro cego em uma feira na chapada do Araripe.</p>
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<p>Em “Sanfona sentida” o amor da musa se confunde com a devoção ao instrumento, uma marca do rei do Baião que ficou como legado de muitos sanfoneiros do Nordeste. A sanfona choradeira que reproduz o lamento e também machuca o tocador na pele de um cavaleiro solitário.</p>
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<p>O “psiu” de “Sabiá&#8221; vem incrementado com um corinho malicioso que nos remete às antigas ondas do rádio AM e evidenciam o estilo de um craque das “subversões” como o produtor Fábio Pinczowski.</p>
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<p>Na paisagem afetiva de Luiz Gonzaga surge a fazenda “Cacimba Nova”. Memórias em ruínas. Du Peixe solta no terreiro do casarão um aboio (o torto canto a palo seco dos vaqueiros) que ecoa toda a nostalgia em torno do lugar. Feche os olhos e sinta a fotografia, em sépia, da decadência agrária. Leve consigo a poeira nos olhos e na roupa.</p>
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<p>A terra volta a estremecer com o que “parece até um frevo” no “Pagode russo”. É o Seu Luiz do fuá, da fuzarca e da festa, o mesmo que mandava brasa na polca antes de enfiar o baião nos programas de auditório de um Rio dos anos 1940.</p>
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<p>O disco tem uma ordem, conta uma história, arrasta Gonzaga do sertão ao cais, alterna o festeiro e o melancólico, mas aqui me pego repetindo mais uma vez “Qui nem jiló”, como se furasse um LP de cera de carnaúba com a agulha roedeira da saudade.</p>
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<p>Jorge Du Peixe, o homem da Nação Zumbi, bota no mundo mais do que uma homenagem ou um projeto paralelo na carreira. O que acontece neste álbum é um encontro espiritual entre ele e Luiz Gonzaga no jardim dos caminhos que se bifurcam. Bem ali no meio da viagem entre os sertões e os mares; os mares e os sertões.</p>
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<p><strong>Com informações: Luana Ribeiro &#8211; Assessoria de Imprensa</strong></p>
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		<title>Jorge Du Peixe lança mais um single do álbum “Baião Granfino”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Aug 2021 11:15:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[JorgeDuPeixe]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A música “O Fole Roncou”, com a participação da cantora e compositora Cátia de França, chega em todas as plataformas digitais nesta sexta-feira, dia 27 de agosto.</strong></p>
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<p><strong>Ouça agora “O Fole Roncou” (Selo Babel) :</strong> <a href="https://bfan.link/o-fole-roncou">https://bfan.link/o-fole-roncou</a></p>
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<p><strong><em>Jorge Du Peixe e Cátia de França (Crédito: José de Holanda ). Fotos em alta no anexo.</em></strong></p>
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<p><strong> </strong>O cantor e compositor<strong> Jorge Du Peixe </strong>acaba de lançar o segundo <em>single </em>de seu novo projeto: o álbum <strong>“Baião Granfino”</strong>, com versões das músicas de <strong>Luiz Gonzaga</strong>. A música <strong>“O Fole Roncou” </strong><em>(Luiz Gonzaga/Nelson Valença)</em> chega em todas as plataformas digitais nesta sexta-feira, 27/8, e tem a participação especial da cantora, compositora e um dos nomes mais importantes da música paraibana, <strong>Cátia de França</strong>.<strong>  </strong></p>
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<p>A cantora falou da alegria e importância em participar desse projeto: <em>“Rapaz, quem diria! Eu ouvia Luiz Gonzaga com Elba Ramalho cantando essa música e me arrepiava. Pense! Isso é eterno.”. </em>E completa: <em>“Receber a convocação de gravar ‘O Fole Roncou’ eu traduzo em uma única palavra: Resistência! ”</em>. Para Jorge Du Peixe a música tem muita importância nesses tempos: <em>“É a festa do absurdo levantando a poeira! ”, diz. </em></p>
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<p>A canção contou ainda com a participação dos músicos <strong>Pupillo</strong> (Bateria e percussão), <strong>Fabinho Sá</strong> (Baixo e Esraj), <strong>Gustavo Ruiz</strong> (Guitarras) e <strong>Lello Bezerra </strong>(Guitarras). A gravação da faixa foi realizada no estúdio 12 Dólares, em São Paulo, por <strong>Fábio Pinczowski </strong>e <strong>Eric Yoshino</strong>, e no MiniStereo Stúdio, no Rio de Janeiro, por <strong>Rodrigo Campello</strong>. E a masterização foi de <strong>Felipe Tichauer</strong>.</p>
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<p><strong>“Baião Granfino”</strong> (selo Babel) será lançado em 16 de setembro, com 11 faixas e produção de <strong>Fábio Pinczowski</strong>. O projeto abre espaço para novas propostas sonoras e arranjos criativos que exaltam a obra do Rei do Baião, aliado a interpretação potente de Du Peixe. Para o cantor e compositor pernambucano é uma honra e um desejo antigo se concretizando: <em>“Faz parte da minha memória afetiva. Quem é do Nordeste cresce ouvindo as melodias de Luiz Gonzaga. ”</em>, diz.</p>
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<p>Lançado recentemente, o primeiro <em>single</em> do álbum, <strong>“Rei Bantu”</strong>, contou com a participação dos músicos <strong>Mestrinho</strong>, <strong>Carlos Malta</strong>, <strong>Pupillo e Swami Jr.</strong>, além de um coro feminino formado pelas cantoras <strong>Victória dos Santos</strong>,<strong> Naloana Lima</strong> e<strong> Sthe Araújo</strong>. Ouça ou baixe aqui: <strong><a href="https://bfan.link/rei-bantu-1">https://bfan.link/rei-bantu-1</a></strong>.</p>
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<p><strong><u>Mais sobre o artista:</u></strong></p>
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<p><strong>Jorge Du Peixe</strong> começou a sua carreira na música em 1993. O cantor e compositor pernambucano é vocalista da Nação Zumbi, uma das bandas mais importantes e revolucionárias da música brasileira. Nascida no início da década de 1990, a banda originalmente se chamava <em>Chico Science e Nação Zumbi</em> e era liderada por Chico Science, cantor, compositor e um dos principais representantes do movimento manguebeat. Depois da morte precoce de Chico, Du Peixe, que já era membro da banda, assumiu os vocais.</p>
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<p>Com a Nação Zumbi lançou 13 discos, fez parcerias com diversos artistas e shows em vários países. Algumas de suas músicas entraram em trilhas sonoras de filmes e novelas. O artista também integra outros projetos musicais, como a banda Los Sebosos Postizos, com quem lançou o disco “Los Sebosos Postizos Interpretam Jorge Ben Jor” (Deck), produzido por Mário Caldato Jr., e o grupo Afrobombas, que tem como vocalista, além de Du Peixe, Lula Lira, filha de Chico Science.</p>
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<p>Jorge também compõe trilhas para filmes nacionais. Em “Amarelo Manga” (2003), do diretor Cláudio Assis, assinou a trilha com Lúcio Maia. Em 2011, ganhou o prêmio no Festival de Paulínia de melhor trilha sonora pelo filme “Febre do Rato”, de Cláudio Assis. Em 2017, fez a direção musical do espetáculo “Cão Sem Plumas”, da Cia de Dança Deborah Colker, ao lado de Berna Cepas. Em 2019, fez a trilha do filme “Piedade”, também de Cláudio Assis, que foi premiada no <em>13º Los Angeles Brazil Film Festival</em>. Lançou em 2020 o livro juvenil “A Nave Vai”, pela editora Barbatana. Em formato de compacto, a publicação conta com o texto e a narração de Jorge Du Peixe e as ilustrações do artista Rodrigo Visca. Recentemente, fez parcerias com os artistas Marcelo D2, na música “Pela Sombra”, e Edi Rock, na música e clipe “Vai”.</p>
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<p><strong>Com informações: LUANA RIBEIRO ASSESSORIA DE IMPRENSA</strong></p>
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