<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>joycemoreno &#8211; Boomerang Music</title>
	<atom:link href="https://boomerangmusic.com.br/tag/joycemoreno/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://boomerangmusic.com.br</link>
	<description>Informação, Novidade e Atualidade</description>
	<lastBuildDate>Mon, 26 Dec 2022 18:30:23 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>
	<item>
		<title>Joyce Moreno e Marcos Valle lançam canção em homenagem a Gal Costa</title>
		<link>https://boomerangmusic.com.br/joyce-moreno-e-marcos-valle-lancam-cancao-em-homenagem-a-gal-costa/</link>
					<comments>https://boomerangmusic.com.br/joyce-moreno-e-marcos-valle-lancam-cancao-em-homenagem-a-gal-costa/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Dec 2022 18:28:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[joycemoreno]]></category>
		<category><![CDATA[marcosvalle]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://boomerangmusic.com.br/?p=40607</guid>

					<description><![CDATA[Ouça o single: https://orcd.co/achuvasemgal &#160; Assista ao clipe: https://youtu.be/pt3SE5htdNE &#160; Ainda emocionados, Marcos Valle e Joyce Moreno se uniram para transformar a dor pela perda de Gal Gosta em canção. Os dois entraram no estúdio da gravadora Biscoito Fino, no Rio de Janeiro, sob o impacto da...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Ouça o single:</strong> <a href="https://orcd.co/achuvasemgal">https://orcd.co/achuvasemgal</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Assista ao clipe:</strong> <a href="https://youtu.be/pt3SE5htdNE">https://youtu.be/pt3SE5htdNE</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ainda emocionados, Marcos Valle e Joyce Moreno se uniram para transformar a dor pela perda de Gal Gosta em canção. Os dois entraram no estúdio da gravadora Biscoito Fino, no Rio de Janeiro, sob o impacto da perda da cantora, para gravar a inédita “A chuva sem Gal”, que foi lançada recentemente nas plataformas de streaming.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O tema foi composto por Marcos Valle ao piano, tão logo ele soube da notícia, na manhã de 9 de novembro. Por saber da ligação afetiva de Joyce com Gal, Valle mandou a melodia para a parceira escrever uma letra. “Quando eu recebi a notícia, bateu aquela emoção: eu não sabia como canalizar o que eu estava sentindo. Fui pro terraço da minha casa e fiquei ali, sozinho, olhando a chuva que caía. Aí me veio essa melodia e essa ideia, “chuva sem Gal”, um pouco por conta da canção “Chuva de Prata”, que ela gravou. Foi uma melodia que chegou com uma certa leveza, apesar de triste, e quando a terminei pensei na hora em falar com a Joyce”, conta Marcos. Joyce Moreno, por sua vez, se emocionou na primeira audição: “Eu estava mexidíssima. Foi como se um pedaço do coração do Brasil tivesse parado de bater, naquele momento. Aí, eu recebi essa melodia linda do Marcos. Escrevi a letra chorando muito: achei que não conseguiria, mas ela saiu, na emoção da hora. No dia seguinte eu fiz os últimos ajustes e mandei pra ele, que imediatamente me disse que tinha adorado”, pontua.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Além dos parceiros, que se revezam nos vocais (Marcos também ao piano), a gravação do single “A chuva sem Gal” contou com Tutty Moreno na bateria, Jorge Helder no baixo e Jessé Sadoc no flugelhorn. A capa do single &#8220;A chuva sem Gal&#8221; leva a assinatura do artista plástico Omar Salomão, que havia criado a arte dos singles e do álbum &#8220;Nenhuma Dor&#8221;, que Gal Costa lançou em fevereiro de 2021.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Capa em anexo:</strong> Omar Salomão</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Com informações: Coringa Comunicação</strong></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://boomerangmusic.com.br/joyce-moreno-e-marcos-valle-lancam-cancao-em-homenagem-a-gal-costa/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Joyce Moreno lança &#8220;Brasileiras Canções&#8221; , álbum de inéditas com participações  de Mônica Salmaso, Moacyr Luz e Alfredo del Penho</title>
		<link>https://boomerangmusic.com.br/joyce-moreno-lanca-brasileiras-cancoes-album-de-ineditas-com-participacoes-de-monica-salmaso-moacyr-luz-e-alfredo-del-penho/</link>
					<comments>https://boomerangmusic.com.br/joyce-moreno-lanca-brasileiras-cancoes-album-de-ineditas-com-participacoes-de-monica-salmaso-moacyr-luz-e-alfredo-del-penho/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 06 Aug 2022 01:07:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Lançamentos]]></category>
		<category><![CDATA[joycemoreno]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://boomerangmusic.com.br/?p=36986</guid>

					<description><![CDATA[Dia 5, sexta-feira, nas plataformas de streaming &#160; Ouça o álbum: https://orcd.co/brasileirascancoes &#160; Como “passarinho num céu de urubus”, as doze canções de “Brasileiras canções” surgem “costuradas no céu do Brasil”. Surgem exatamente como essas imagens poéticas tão simples e poderosas que definem este 42º álbum...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Dia 5, sexta-feira, nas plataformas de streaming</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Ouça o álbum: </strong><a href="https://orcd.co/brasileirascancoes">https://orcd.co/brasileirascancoes</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Como “passarinho num céu de urubus”, as doze canções de “Brasileiras canções” surgem “costuradas no céu do Brasil”. Surgem exatamente como essas imagens poéticas tão simples e poderosas que definem este 42º álbum de Joyce Moreno: doze canções que aos nossos ouvidos parecem voar fácil – e voar não é metáfora, é o verbo exato de como as canções nos chegam &#8211; como parece fácil o voo dos pássaros escondendo toda a elaboração da natureza que os permite voar. Mas as canções nos chegam num “céu de urubus”, também imagem quase não metafórica de tão precisa e simples sobre as canções e as gentes sob o céu do Brasil de hoje e dos anos em que as canções foram compostas: anos de pandemia, abandono das gentes, da Natureza e da Cultura, de caos político.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Brasileiras canções”, a canção, busca traduzir em muitos substantivos – “Uma jura de amor, um feitiço, um encanto/Um quebranto, um destino, uma cruz” – e alguns poucos adjetivos (“Maltratada emoção, desbotada ilusão”) o poder e amplitude da canção brasileira. E o álbum não poderia ter outro título, pois cada faixa é uma reafirmação constante do poder das canções como forma de configurar e embelezar o mundo. A MPB, como gosta de dizer Joyce, tem mesmo resposta para tudo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Todas as canções são novas, foram compostas de 2020 para cá e gravadas entre março e abril de 2022 no estúdio da Biscoito Fino, no alto do Humaitá, Rio de Janeiro, a não muitos metros da ladeira &#8211; que dá para uma floresta &#8211; onde Joyce vive e vê o mundo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A primeira canção composta, logo no início da pandemia ainda naquela perplexidade de não saber o que estava se passando, é ironicamente “A palavra exata”. Trata-se daquele tipo de samba com acento jazzístico inventado pela autora de “Feminina”, calcado em seu violão, e que neste caso chega à perfeição metalinguística: os acidentes harmônicos e melódicos da canção são a base para os questionamentos da letra (“Vivo engasgando, esbarrando na palavra exata/Vivo buscando palavra que possa dizer”): a canção engasga, esbarra como na busca da palavra exata, ou de algo que supere as dores do momento, ou mesmo da própria canção. “Palavra exata”, ou um de seus versos &#8211; “O que foi e o que dá pra fazer”, uma fresta de esperança em tempos sombrios &#8211; bem poderiam também ser título do álbum, o tanto que traduzem de seu espírito.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Como sempre faz – ou “o que foi” – Joyce passeia pelo amplo universo da canção ao trazer uma encantadora, confessional e bilíngue valsa francesa, “Paris e eu” (lembrem, por exemplo, de “Galã tantã”). Ou um samba jazz sem letra, levado no vocalize, “Não deu certo, mas foi divertido” (como “Aldeia de Ogum” e outros clássicos de seu repertório).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Já do espírito novidadeiro contido no verso “e o que dá pra fazer” estas “Brasileiras canções” são prenhes. Em “Tantas vidas” há uma baita surpresa: como uma espécie de subversão do lugar de fala, a única canção de todo o álbum cujo eu-lírico é feminino é também a única letra não escrita por ela, e sim por um homem, o poeta e letrista português Tiago Torres da Silva. Pioneira na temática feminina e feminista na MPB, desde os tempos heroicos de 68, Joyce canta com inequívoco prazer, na primeira pessoa, os versos escritos pelo parceiro: “Eu sou o que bem quiser/Eu sou tantas e não esqueço/Que ser eu e meu avesso/É o que me torna mulher”. E convida, para dividir a faixa, a principal cantora da atual geração, Mônica Salmaso, não por acaso também presente nos trabalhos de Chico Buarque, Edu Lobo, Dori Caymmi, como se a grande geração de compositores da MPB tenha encontrado de fato sua intérprete continuadora.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Outra novidade para enriquecer seu cancioneiro, e parceria nova, em “A morte é uma invenção” Joyce encara na letra o tema da morte com precisão e leveza, compatível com o encantador choro enviado por Moacyr Luz, que canta na faixa com ela: “A vida é passageira/Num barco sem direção/A morte é uma fronteira/Apenas baldeação”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em fase, como se vê, de letras inspiradas e afiadas, Joyce inaugura parceria com o maestro Cristóvão Bastos e reitera sua parceria com Marcos Valle. Com o primeiro, apresenta a grande canção de amor do disco, “Alimento”, em que é acompanhada ao piano pelo parceiro. E o samba-choro “Quem nunca”, em dueto com o especialista no gênero, Alfredo Del Penho, em participação vocal e no violão de 7 cordas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Com Marcos Valle, Joyce fez a mais sofisticada das canções do álbum, em letra como em música, um standard nato, “Nas voltas do tempo”, composição que Jobim ou os irmãos Gershwin assinariam tranquilamente, os dois amigos dos tempos também heroicos da Bossa Nova esbanjando musicalidade e inspiração.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Bem ao seu estilo, Joyce apresenta sambas deliciosos e provocadores. Em “Carnaval é mesmo assim”, também subvertendo o lugar de fala, reivindica subliminarmente a condição de compositora de samba. Em “Todo mundo”, faixa mais explicitamente política que abre o álbum, a provocação é com o moralismo dos dias que correm, com uma compreensão humanista da coisa: “Quantas vezes chega o mal/Disfarçado de virtude/Eu sei/Todo mundo quer sonhar/Todo mundo quer amar/Não importa a latitude”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Caso raro de compositora, letrista, cantora (cada vez melhor, mais técnica e expressiva, impressionante!), violonista e líder da banda, Joyce assina todos os arranjos e é acompanhada por seu fiel conjunto de base, Hélio Alves (piano), Jorge Helder (baixo) e sua alma gêmea e de som Tutty Moreno (bateria). Alguns músicos desse mesmo nível às vezes, quando a canção manda, são convidados, como as flautas de Teco Cardoso em “Tantas vidas”, o acordeão “francês” de Marcos Nimrichter na valsa “Paris e eu”, o segundo violão solista de Lula Galvão somando-se ao de Joyce em “Tantas vidas”, “Brasileiras canções” e “A morte é uma invenção”, e a guitarra de Chico Pinheiro, diretamente de Nova York onde vive, em “Não deu certo (mas foi divertido)”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Álbum denso, cheio de ideias musicais e poéticas, “Brasileiras canções”, no entanto, faz jus ao título sabendo que canção brasileira é aquela que chega com o vento, que voa pelo ar ou, como Joyce deixa tão evidente na mais leve das canções dessa safra, “O sopro do mar”. A canção dizendo que tudo isso vai passar, o tempo ruim, o tempo difícil, o que vai ficar é a canção brasileira. E a brisa do mar. Imagens simples e poderosas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Por Hugo Sukman, agosto de 2022</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Assita 0 clipe de <strong> &#8220;Brasileiras Canções&#8221;, </strong>já disponível no canal da Biscoito Fino no YT:</p>
<p><strong> <a href="https://youtu.be/Kd9XNifLJMg">https://youtu.be/Kd9XNifLJMg</a></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Repertório:</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>TODO MUNDO</strong> Joyce</p>
<p><strong>TANTAS VIDAS</strong> Joyce Moreno / Tiago Torres da Silva</p>
<p>Part. Especial: <strong>Mônica Salmaso</strong></p>
<p><strong>BRASILEIRAS CANÇÕES</strong> Joyce Moreno</p>
<p><strong>O SOPRO DO MAR</strong> Joyce Moreno</p>
<p><strong>A PALAVRA EXATA</strong> Joyce Moreno</p>
<p><strong>NAS VOLTAS DO TEMPO </strong>Joyce Moreno / Marcos Valle</p>
<p><strong>CARNAVAL É MESMO ASSIM</strong> Joyce Moreno<br />
<strong>A MORTE É UMA INVENÇÃO</strong> Joyce Moreno / Moacyr Luz.</p>
<p>Part. Especial<strong>: </strong><strong>Moacyr Luz </strong></p>
<p><strong>QUEM NUNCA</strong> Joyce Moreno</p>
<p>Part. Especial: de<strong> Alfredo Del Penho </strong></p>
<p><strong>NÃO DEU CERTO</strong> <strong>(MAS FOI DIVERTIDO) </strong>Joyce Moreno Moreno</p>
<p><strong>ALIMENTO </strong>Joyce Moreno / Cristóvão Bastos</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Foto: Leo Aversa</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Com informações:  <em>CORINGA Comunicação</em></strong></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://boomerangmusic.com.br/joyce-moreno-lanca-brasileiras-cancoes-album-de-ineditas-com-participacoes-de-monica-salmaso-moacyr-luz-e-alfredo-del-penho/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Ivan Lins, Marcos Valle e Joyce Moreno lançam a inédita “Casa Que Era Minha”</title>
		<link>https://boomerangmusic.com.br/ivan-lins-marcos-valle-e-joyce-moreno-lancam-a-inedita-casa-que-era-minha/</link>
					<comments>https://boomerangmusic.com.br/ivan-lins-marcos-valle-e-joyce-moreno-lancam-a-inedita-casa-que-era-minha/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 09 May 2021 21:36:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[joycemoreno]]></category>
		<category><![CDATA[marcosvalle]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://boomerangmusic.com.br/?p=24195</guid>

					<description><![CDATA[ Assista ao clipe &#160; Imagina se a canção brasileira fosse dar seu depoimento sobre o Brasil de hoje, sobre o Rio de Janeiro, uma de suas cidades amadas &#8211; igual ela fez a vida inteira. Não seria algo feio porque há amor pelo Brasil, pelo...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em> <a href="https://www.youtube.com/watch?v=cLCYS5Z2xY0">Assista ao clipe</a></em></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Imagina se a canção brasileira fosse dar seu depoimento sobre o Brasil de hoje, sobre o Rio de Janeiro, uma de suas cidades amadas &#8211; igual ela fez a vida inteira. Não seria algo feio porque há amor pelo Brasil, pelo Rio, e quando existe amor a beleza é inevitável. Mas há melancolia: aquela tristeza de toda boa canção (mesmo as mais leves e belas) mas também, e neste caso principalmente, a tristeza do tempo que ela canta.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Pois foi em nome da canção brasileira que três de seus decanos, <strong>Ivan Lins, Marcos Valle e Joyce Moreno</strong> se juntaram pela primeira vez para cantar o Brasil, chorar pelo Brasil, tentar proteger e amar o Brasil, pelo Rio natal dos três, em melodia e letra, explícita:</p>
<p>&#8220;Quem me dera te proteger, ai/ Desses tantos perigos/ Àquela que é mãe pra nós/ E que nos criou com sua voz&#8221;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>“Casa Que Era Minha”</strong>, a nova canção, é antes de tudo um fascinante exercício de estilo: Ivan Lins apresentou o tema principal, triste, com sua característica beleza melódica e harmonia inusitada, personalíssima; Marcos Valle, mestre no assunto, desenvolveu a segunda parte como se um sol da manhã iluminasse a canção, seguindo e ampliando a ideia musical do tema; Joyce Moreno escreveu a letra urgente e (e)terna sobre o nosso angustiante momento, renovando a esperança, descrevendo o Rio e o Brasil de hoje de forma melancólica como pede a melodia da primeira parte (“Minha bem amada/ Casa que era minha/ Quem te maltratou/ Te fez tão sozinha/ Diga”) e encontrando uma fresta de solução na segunda parte solar (“Quem me dera te proteger, ai&#8230;”).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Marcos produziu e gravou o piano, Joyce o violão, ao teclado Ivan fez as cordas – auxiliados pela cozinha de Alberto Continentino (baixo) e Renato “Massa” Calmon (bateria) e o solo de Flugelhorn de Jessé Sadoc, três dos maiores músicos da atualidade nos seus instrumentos. O samba &#8211; não fossem eles compositores cariocas &#8211; é cantado pelos três. E é como se aquela magia se desse de novo: o Brasil tem uma canção sobre o triste ano de 2021, inspirando-se no passado, projetando um futuro, dando um depoimento do Brasil para o mundo, coisa que esses três compositores fazem com excelência há mais de 50 anos, a primeira vez juntos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Não exagero ao chamá-los, os três, de decanos da música brasileira e de porta-vozes do Rio e do Brasil, pela música. No Leblon, Marcos Valle foi, mais do que vizinho de porta de Tom Jobim na famosa rua Codajás nos anos 60, mas um seu filho na chamada segunda geração da Bossa Nova; do Posto 6, Copacabana, Joyce é uma afilhada musical e poética de Vinicius de Moraes &#8211; o verso “Ó cidade amada/Minha patriazinha” não é mero acaso; e da Tijuca, Zona Norte, vizinho do Salgueiro, sua Escola, Ivan surgiu no bojo do Movimento Artístico Universitário de parceiros como Aldir Blanc e Gonzaguinha, e da canção de protesto. Em carreiras individuais bem sucedidas, os eles vêm cantando o Brasil no tempo e – os três, talvez mais do que qualquer outro – são embaixadores da música brasileira no mundo, todo ano fazem o circuito Estados Unidos, Europa e Japão levando a canção brasileira exatamente como produzida aqui, no belo e sofrido Rio de Janeiro mais uma vez descrito em uma canção: “Musa abandonada/ Por tudo que tinha/ Quem vai te salvar/ Das aves daninhas/ Diga”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Joyce costuma dizer e comprovar que “a MPB tem resposta pra tudo”. O samba novo “Casa que era minha”, primeira parceria de Joyce, Marcos Valle e Ivan Lins é, portanto, a resposta da MPB ao tempo da epidemia de Covid-19, do caos político, do abandono, da desesperança: “Ó cidade amada/ Minha patriazinha /Deixa eu te abraçar/ Sonhar que inda és minha/ Minha”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Casa Que Era Minha” é um lançamento da Deck já disponível em todos os aplicativos de música.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Com informações: Batucada Comunicação</strong></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://boomerangmusic.com.br/ivan-lins-marcos-valle-e-joyce-moreno-lancam-a-inedita-casa-que-era-minha/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Marcos Valle, Ivan Lins e Joyce Moreno dão uma resposta da MPB a 2021</title>
		<link>https://boomerangmusic.com.br/marcos-valle-ivan-lins-e-joyce-moreno-dao-uma-resposta-da-mpb-a-2021/</link>
					<comments>https://boomerangmusic.com.br/marcos-valle-ivan-lins-e-joyce-moreno-dao-uma-resposta-da-mpb-a-2021/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Apr 2021 22:02:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[ivanlins]]></category>
		<category><![CDATA[joycemoreno]]></category>
		<category><![CDATA[marcosvalle]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://boomerangmusic.com.br/?p=23832</guid>

					<description><![CDATA[“Casa que era minha”, primeira parceria dos três artistas, será lançada pela Deck dia 7 de maio   &#160; Imagina se a canção brasileira fosse dar seu depoimento sobre o Brasil de hoje, sobre o Rio de Janeiro, uma de suas cidades amadas &#8211; igual ela...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>“Casa que era minha”, primeira parceria dos três artistas, será lançada pela Deck dia 7 de maio  </em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Imagina se a canção brasileira fosse dar seu depoimento sobre o Brasil de hoje, sobre o Rio de Janeiro, uma de suas cidades amadas &#8211; igual ela fez a vida inteira. Não seria algo feio porque há amor pelo Brasil, pelo Rio, e quando existe amor a beleza é inevitável. Mas há melancolia: aquela tristeza de toda boa canção (mesmo as mais leves e belas) mas também, e neste caso principalmente, a tristeza do tempo que ela canta.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Pois foi em nome da canção brasileira que três de seus decanos, Ivan Lins, Marcos Valle e Joyce Moreno se juntaram pela primeira vez para cantar o Brasil, chorar pelo Brasil, tentar proteger e amar o Brasil, pelo Rio natal dos três, em melodia e letra, explícita:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8220;Quem me dera te proteger, ai<br />
Desses tantos perigos<br />
Àquela que é mãe pra nós<br />
E que nos criou com sua voz&#8221;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Casa que era minha”, a nova canção, é antes de tudo um fascinante exercício de estilo: Ivan Lins apresentou o tema principal, triste, com sua característica beleza melódica e harmonia inusitada, personalíssima; Marcos Valle, mestre no assunto, desenvolveu a segunda parte como se um sol da manhã iluminasse a canção, seguindo e ampliando a ideia musical do tema; Joyce Moreno escreveu a letra urgente e (e)terna sobre o nosso angustiante momento, renovando a esperança, descrevendo o Rio e o Brasil de hoje de forma melancólica como pede a melodia da primeira parte (“Minha bem amada/ Casa que era minha/ Quem te maltratou/ Te fez tão sozinha/ Diga”) e encontrando uma fresta de solução na segunda parte solar (“Quem me dera te proteger, ai&#8230;”).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Marcos produziu e gravou o piano, Joyce o violão, ao teclado Ivan fez as cordas – auxiliados pela cozinha de Alberto Continentino (baixo) e Renato “Massa” Calmon (bateria) e o solo de Flugelhorn de Jessé Sadoc, três dos maiores músicos da atualidade nos seus instrumentos. O samba &#8211; não fossem eles compositores cariocas &#8211; é cantado pelos três. E é como se aquela magia se desse de novo: o Brasil tem uma canção sobre o triste ano de 2021, inspirando-se no passado, projetando um futuro, dando um depoimento do Brasil para o mundo, coisa que esses três compositores fazem com excelência há mais de 50 anos, a primeira vez juntos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Não exagero ao chamá-los, os três, de decanos da música brasileira e de porta-vozes do Rio e do Brasil, pela música. No Leblon, Marcos Valle foi, mais do que vizinho de porta de Tom Jobim na famosa rua Codajás nos anos 60, mas um seu filho na chamada segunda geração da Bossa Nova; do Posto 6, Copacabana, Joyce é uma afilhada musical e poética de Vinicius de Moraes &#8211; o verso “Ó cidade amada/Minha patriazinha” não é mero acaso; e da Tijuca, Zona Norte, vizinho do Salgueiro, sua Escola, Ivan surgiu no bojo do Movimento Artístico Universitário de parceiros como Aldir Blanc e Gonzaguinha, e da canção de protesto. Em carreiras individuais bem sucedidas, os eles vêm cantando o Brasil no tempo e – os três, talvez mais do que qualquer outro – são embaixadores da música brasileira no mundo, todo ano fazem o circuito Estados Unidos, Europa e Japão levando a canção brasileira exatamente como produzida aqui, no belo e sofrido Rio de Janeiro mais uma vez descrito em uma canção: “Musa abandonada/ Por tudo que tinha/ Quem vai te salvar/ Das aves daninhas/ Diga”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Joyce costuma dizer e comprovar que “a MPB tem resposta pra tudo”. O samba novo “Casa que era minha”, primeira parceria de Joyce, Marcos Valle e Ivan Lins é, portanto, a resposta da MPB ao tempo da epidemia de Covid-19, do caos político, do abandono, da desesperança: “Ó cidade amada/ Minha patriazinha /Deixa eu te abraçar/ Sonhar que inda és minha/ Minha”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Casa que era minha” será lançada pela Deck dia 7 de maio.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Por Hugo Sukman, abril de 2021</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Com informações: Batucada Comunicação</strong></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://boomerangmusic.com.br/marcos-valle-ivan-lins-e-joyce-moreno-dao-uma-resposta-da-mpb-a-2021/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
