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	<title>JulianaCalderón &#8211; Boomerang Music</title>
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		<title>Juliana Calderón transforma arquétipos femininos no clipe “Leoa Tectônica”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Jul 2022 01:33:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[JulianaCalderón]]></category>
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					<description><![CDATA[Projeto solo da artista une música e teatro em dois álbuns dramáticos   Multi artista polivalente, a paulistana Juliana Calderón faz da sua música uma forte mensagem de conexão interna, com o mundo e com a natureza. Esses motes guiam “Leoa Tectônica”, single do primeiro...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Projeto solo da artista une música e teatro em dois álbuns dramáticos</em></p>
<p><em> </em></p>
<p>Multi artista polivalente, a paulistana <strong>Juliana Calderón</strong> faz da sua música uma forte mensagem de conexão interna, com o mundo e com a natureza. Esses motes guiam <strong>“Leoa Tectônica”</strong>, single do primeiro de seus dois discos já anunciados, onde une suas veias que pulsam mais alto: a música e o teatro. A força do feminino ecoa por toda a obra e impulsiona o uso de arquétipos para construir uma narrativa de vida, luta e resistência. O lançamento é do selo <strong>Relva Music</strong> em todas as plataformas, e o álbum <strong>“Primeiro ato: Tectônica”</strong> completo tem previsão para o segundo semestre.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Assista ao clipe “Leoa Tectônica”: </strong><a href="https://youtu.be/SG0ZFKGUktc"><strong>https://youtu.be/SG0ZFKGUktc</strong></a><strong> </strong></p>
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<p><strong>Ouça “Leoa Tectônica”: </strong><a href="https://ingrv.es/leoa-tectonica-49t-e"><strong>https://ingrv.es/leoa-tectonica-49t-e</strong></a></p>
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<p>A canção aborda a complexidade e os paradoxos do arquétipo feminino, estabelecendo uma relação entre a história social da mulher e a condição do Planeta Terra, que apesar da devastação, continua girando. Com a influência teatral desde a letra, até a interpretação de Juliana, o clipe narra a trajetória feminina de um lugar de desconexão com a natureza e privação de liberdade à reconexão com o planeta e consigo mesma. Assim como os ciclos da Terra são puro movimento, “Leoa Tectônica” transmuta poesia em performance, revelando uma artista múltipla e pronta para os palcos e espetáculos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Esse conceito surge desde a capa do single, onde Juliana Calderón aparece sob uma aura velada e vermelha, referência às limitações impostas pela sociedade e à violência de variadas formas que acompanham as mulheres ao longo dos séculos. A passagem do tempo é o catalisador para tudo isso, já que as placas tectônicas são uma força intensa e constante e que se movimentam, tensionam e transformam. A canção honra a alquimia das polaridades &#8211; água/magma, calma/fúria, noite/dia &#8211; e a força da ancestralidade como guia para o processo de individuação e integração com a natureza.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A musicalidade também reflete esses contrastes, misturando momentos de alto teor de intensidade e teatralidade, ao ritmo nordestino leve e dançante do xote. A produção de <strong>Marco França</strong>, diretor musical de teatro vencedor de dois prêmios Shell, contribui para trazer à tona toda a dramaticidade dessa faixa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>As referências para a criação do clipe, cujo roteiro e direção também são assinados por Juliana, passam pela pesquisa imagética de figuras arquetípicas como “a rainha”, “a santa”, “a cigana”, que se entrelaçam em uma viagem de autoconhecimento e empoderamento, sempre em diálogo direto com o arquétipo da mãe Terra. Inspirações visuais não literais passam pela obra <strong>“Terra-corpo”</strong>, da artista cubana <strong>Ana Mendieta</strong>, e pelos filmes de <strong>Alejandro Jodorowsky</strong>, como <strong>“Dança da Realidade”</strong> e <strong>“Poesia sem fim”</strong>, trabalhos que refletem e viabilizam a transmutação que a artista busca realizar em si.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O vídeo de “Leoa Tectônica” invoca a força da mulher, em toda a sua pluralidade, em direção à reconexão com sua natureza selvagem, livre. Através da referência e reverência ao arquétipo feminino primordial, a Terra &#8211; que, como diz a letra da canção, tem “mil coroas na cabeça e o corpo devastado por vontades de pedra” &#8211; Juliana nos lembra que, mesmo no cimento, essa força ancestral nunca cessa de mover suas placas tectônicas, de girar, de seguir seu próprio caminho.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O álbum “Primeiro Ato: Tectônica” faz parte de um projeto maior, que envolve uma peça musical de auto-ficção assinada pela artista contendo as músicas do disco, além de um próximo disco, <strong>“Segundo Ato: Platônica”</strong>, já em fase de produção.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Sobre a artista:</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Juliana Calderón é cantora, compositora, atriz e comunicóloga especialista em Comunicação Não Violenta. Como cantora e compositora, esteve à frente de duas bandas:<strong> Granata</strong> (2014 a 2019) e R<strong>epentina</strong> (2016 a 2019), se apresentando em diversos espaços culturais conhecidos da cena musical independente de São Paulo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Como atriz, se aprofundou em humor na SP Escola de Teatro e no método do Centro de Pesquisa Teatral (CPT) de Antunes Filho, através do CPTzinho, além de estudar na The London Centre for Theatre Studies e na Central School of Speech and Drama, em Londres, onde mergulhou intensamente na cena teatral e musical da cidade. Ainda no Reino Unido, participou de uma turnê de 3 meses com a premiada peça norte americana <strong>“The Clean House”</strong> e, de volta ao Brasil, foi dirigida por grandes nomes do teatro brasileiro, como <strong>Rodolfo Garcia Vasquez</strong>,<strong> Zé Henrique de Paula</strong>, <strong>Fábio Ock</strong>,<strong> Fernanda Maia</strong> e<strong> Antunes Filho</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em 2021, Juliana iniciou o processo de produção do seu primeiro disco autoral solo, “Primeiro Ato: Tectônica”, com o produtor e premiado diretor musical Marco França. O projeto também inclui dois videoclipes e uma peça de teatro musical de auto ficção, todos roteirizados pela artista. Com estes lançamentos de altíssimo teor autoral, que misturam música, teatro e cinema, Juliana marca presença na cena cultural brasileira, revelando toda a sua multiplicidade artística.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Ficha técnica</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Juliana Calderón Borges de Paula:  letra, melodia, vocais e arranjos</p>
<p>Marco Antonio França de Albuquerque: piano, sanfona e arranjos</p>
<p>Gabriel de Mattos Setubal: trompete</p>
<p>Laiz França: coro</p>
<p>Rafael Zoli: coro</p>
<p>Mixagem e Masterização: Eduardo Pinheiro</p>
<p>Gestão e estratégia: Rodolfo Lacerda</p>
<p>Produção executiva: Carolina Castellain</p>
<p>Assistente de Produção e Conteúdo: Anna Prêta</p>
<p>Fotógrafo: Cleber Correia</p>
<p>Maquiadora: Louise Helene</p>
<p>Assessoria de Imprensa: Build Up Media</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Letra</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Na pista gira uma mulher</p>
<p>Andaluz trans lúcida</p>
<p>Densa alma de memórias sulfúricas</p>
<p>Andaluz trans lúcida</p>
<p>Na pista gira uma mulher</p>
<p>Andaluz trans lúcida</p>
<p>Densa alma de memórias sulfúricas</p>
<p>Andaluz trans lúcida</p>
<p>Mulher gigante abrasiva fulgurante</p>
<p>Mulher continente leoa tectônica</p>
<p>Deslizando entre a água e o magma</p>
<p>Abarcando a calma e a fúria</p>
<p>Filha da mordida obscura</p>
<p>Tudo o que nela toca fecunda</p>
<p>Noite e dia rodopia</p>
<p>Num imenso salão de estrelas</p>
<p>Mil coroas na cabeça</p>
<p>E o corpo devastado</p>
<p>Por vontades de pedra&#8230;</p>
<p>Mas mesmo no cimento</p>
<p>Ela não cessa o movimento</p>
<p>Mesmo no cimento</p>
<p>Ela não cessa o movimento</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Acompanhe Juliana Calderón:</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Instagram: <a href="https://www.instagram.com/ju.calderon/">https://www.instagram.com/ju.calderon/</a></p>
<p>Youtube: <a href="https://youtube.com/jucaldera">https://youtube.com/jucaldera</a></p>
<p>TikTok: <a href="https://www.tiktok.com/@ju.calderon">https://www.tiktok.com/@ju.calderon</a></p>
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<p><strong>Com informações:  BUILD UP MEDIA</strong></p>
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