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	<title>jully &#8211; Boomerang Music</title>
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	<description>Informação, Novidade e Atualidade</description>
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		<title>Jully lança o álbum ‘SOS’</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Jul 2023 02:50:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[jully]]></category>
		<category><![CDATA[sos]]></category>
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					<description><![CDATA[Jully reúne nove singles já lançados e sete músicas novas em ‘SOS’, um trabalho que pede socorro, consciência e uma nova atitude em relação à Terra    Ouça aqui “SOS”:  https://tratore.ffm.to/-sos &#160; Depois de chamar a atenção para os problemas do planeta através de nove canções lançadas...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Jully reúne nove singles já lançados e sete músicas novas em ‘SOS’, um trabalho que pede socorro, </strong><strong>consciência e uma nova atitude em relação à Terra</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong><strong>Ouça aqui “SOS”:  </strong><strong><a href="https://tratore.ffm.to/-sos">https://tratore.ffm.to/-sos</a></strong></p>
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<p>Depois de chamar a atenção para os problemas do planeta através de nove canções lançadas entre o final de 2020 e 2023, a cantora e compositora <strong>Jully</strong> apresenta o álbum <strong>“SOS”</strong> em sua versão final: além dos singles, sete novas faixas trazem temas que só uma ativista como ela conseguiria colocar em pauta no mercado da música. A própria faixa-título já começa dando um recado e, com a parceria da cantora franco-brasileira<strong> Virginie Boutaud</strong> (mais conhecida pelo início da carreira junto à banda oitentista Metrô), deixa claro em duas línguas que é preciso cuidar do mundo todo: “O planeta pede paz”, recita Jully já na introdução.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“O álbum ‘SOS’ é um pedido de socorro do planeta e dos outros animais que aqui habitam, os quais estão sendo dizimados por nós, seres humanos. Está na hora de entendermos que somos todos animais moradores deste planeta, e todos merecemos ter nossos direitos básicos respeitados, independente da espécie ou qualquer outra classificação que nos defina. Fazemos parte da Terra, e precisamos entender que, sem a natureza, não somos nada”, afirma Jully, recém-premiada na categoria Música Eletrônica do Prêmio Profissionais da Música 2023, realizado entre os dias 02 e 03 de junho.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A cantora e compositora já trouxe a questão dos animais à tona em “Somos Todos Um”, cantou a morte e a apatia vivenciada no Brasil da pandemia em “Distopia”, convidou o ouvinte para uma mudança individual em “Tears of Fireflies” e chamou a atenção para a covardia de humanos com os animais em “Milk” e em “Stolen Babies”. “Humanizar” deu um feedback sobre o impacto do que tem sido feito com o planeta e “The Begining” falou sobre cuidar da Terra e buscar outras formas de interação com o planeta.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em “Libertação”, Jully enfatizou que todos os seres deveriam ter seus direitos básicos respeitados. Em “Out of Time”, avisou que o tempo para impedirmos maiores catástrofes na Terra está acabando. Músicas lançadas em português, em inglês e agora em francês, para o mundo ouvir e refletir, já estão disponíveis nas plataformas formando uma narrativa completa em plena Semana Mundial do Meio Ambiente (5 a 9 de junho):</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Durante a pandemia senti um forte chamado para trazer, através da música, mensagens de consciência e transformação, em prol de um mundo mais ético e justo para todos os seres. Quando produzi ‘Somos Todos Um’, primeiro single que lancei deste álbum, senti um chamado a elevar a voz dos animais e dar visibilidade para eles. A sexta extinção em massa está em andamento e continuamos nos ocupando com valores superficiais e ultrapassados.”</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Com as novas faixas – “Atualidade”, “Alma”, “Temptation”, “Veneno”, “Guardian”, “Prelúdio” e “SOS” – o álbum poliglota “SOS” também veio acompanhado de diversos clipes, todos tocantes. Das novas, a faixa-título chega com clipe dirigido por Levindo Carneiro no qual pode-se ver Virginie Boutaud, ativista como Jully, cantando em francês: “Un cataclysme, un brouillard, un tremblement de terre, une balle dans la poitrine”, versão em francês do refrão cantado pela parceira (“Um cataclisma, um nevoeiro, um terremoto, um tiro no peito”). Além dessa participação e da do paranaense Marano – na já divulgada faixa “Out of Time” – Jully divide “Temptation” com o cantor norte-americano Johnny O.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O álbum tem produção musical e arranjos do sul-africano radicado no Brasil Grenville Ries: todas as músicas do álbum, com exceção de “SOS” – que é parceria com Virginie Boutaud – são assinadas por Jully, que compõe ao piano e violão. Carlos Trilha assina a mixagem e a masterização. A imagem da capa foi feita pelo filho da cantora Marcus Beretta.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone wp-image-45040" src="https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2023/07/mini-CREDITO-Levindo-Carneiro-300x228.jpg" alt="" width="530" height="403" srcset="https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2023/07/mini-CREDITO-Levindo-Carneiro-300x228.jpg 300w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2023/07/mini-CREDITO-Levindo-Carneiro-1024x777.jpg 1024w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2023/07/mini-CREDITO-Levindo-Carneiro-768x582.jpg 768w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2023/07/mini-CREDITO-Levindo-Carneiro-1536x1165.jpg 1536w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2023/07/mini-CREDITO-Levindo-Carneiro-500x380.jpg 500w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2023/07/mini-CREDITO-Levindo-Carneiro-700x531.jpg 700w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2023/07/mini-CREDITO-Levindo-Carneiro.jpg 1950w" sizes="(max-width: 530px) 100vw, 530px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O assunto é tão potente e tem tão poucas vozes no mundo artístico levando essa mensagem à frente que o resultado do trabalho da artista vem alcançando outros países, como a Rússia.</p>
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<p>“Não cabe mais nos dias de hoje, com tanta riqueza de informação e tecnologia, vivermos às custas da exploração alheia. A Terra nos dá fartura de alimento e todo tipo de matéria-prima para que possamos desenvolver um mundo pacífico sem dominação do mais fraco e vulnerável, e sem poluirmos o solo, a água e o ar com os restos de seus corpos violentados”, resume a cantora e compositora, cuja estética é muito particular e a torna, sem dúvida, a primeira e maior representante dos direitos do planeta Terra no mundo da música.</p>
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<p>Release acima Por Chris Fuscaldo, jornalista e pesquisadora musical</p>
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<p><strong>Siga JULLY</strong></p>
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<p>Spotify: <a href="https://open.spotify.com/artist/0gtVI2GfM4Qubu01F7vE3H?si=pkSKj26kSfSCJweRJm432g">https://open.spotify.com/artist/0gtVI2GfM4Qubu01F7vE3H?si=pkSKj26kSfSCJweRJm432g</a></p>
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<p>YouTube: <a href="https://www.youtube.com/channel/UC11zOUGds9ttcFVJp1AYe7g">https://www.youtube.com/channel/UC11zOUGds9ttcFVJp1AYe7g</a></p>
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<p><a href="https://www.jullymusik.com.br/">https://www.jullymusik.com.br/</a></p>
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<p><strong>Com informações: Ana Paula Romeiro Assessoria de Imprensa</strong></p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Humanizar e The Beginning: Jully propõe maior consciência em novo lançamento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 May 2022 22:42:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[jully]]></category>
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					<description><![CDATA[Cantora e compositora lança dois singles e um clipe do álbum S.O.S. clamando por mais cuidado com o planeta   Ouça aqui Humanizar e The Beginning:  https://tratore.ffm.to/thebeginning-humanizar   Assista aqui o clipe The Beginning: https://youtu.be/jT1QEPzzYBg &#160; Desta vez, não mais um single, mas dois. Não mais um...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Cantora e compositora lança dois singles e um clipe do álbum S.O.S. clamando por mais cuidado com o planeta</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Ouça aqui Humanizar e The Beginning:  </strong><strong><a href="https://tratore.ffm.to/thebeginning-humanizar">https://tratore.ffm.to/thebeginning-humanizar</a></strong></p>
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<p><strong>Assista aqui o clipe The Beginning: </strong><strong><a href="https://youtu.be/jT1QEPzzYBg">https://youtu.be/jT1QEPzzYBg</a></strong></p>
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<p>Desta vez, não mais um single, mas dois. Não mais um tema, mas um pacote deles em duas canções. Em 22 de abril se comemorou o Dia da Terra, e é nele que <strong>Jully</strong> volta a propor uma maior conscientização através de sua música, com o lançamento de <strong>“Humanizar”</strong> e <strong>“The beginning”</strong>. A cantora e compositora já trouxe a questão dos animais à tona em “Somos Todos Um”, cantou a morte e a apatia vivenciada no Brasil da pandemia em “Distopia”, convidou o ouvinte para uma mudança individual em “Tears of Fireflies” e chamou a atenção para a covardia de humanos com os animais em “Milk”. Esse quinto lançamento do álbum S.O.S. abraça o todo, ou melhor, todo o planeta Terra, em português e em inglês, para o mundo ouvir e refletir.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“O Dia da Terra tem como finalidade trazer consciência sobre o planeta. As duas músicas nos alertam que, para mudar a nossa realidade, precisamos primeiro mudar nossa conduta. ‘Humanizar’ dá um feedback sobre o que temos feito com o planeta e o impacto que estamos causando. Traz à tona o fato de que somos a única espécie que está destruindo o planeta, e nos convida a refletir sobre nossa chamada ‘humanidade’. ‘The beginning’ fala sobre cuidar da Terra e buscar outras formas de interação com a natureza, nos alertando de que estamos no limite (tipping point) e não temos mais tempo a perder, numa linguagem mais leve e uma melodia mais moderna”, explica Jully.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ambas foram produzidas por Grenville Ries e mixadas por Carlos Trilha. Por ser em português, “Humanizar” chega como uma mensagem direta aos brasileiros. Uma espécie de rap eletrônico, em que Jully praticamente recita a letra, a canção mostra que precisamos rever nossa relação com as outras espécies: “Já não vale um segundo / Da sua boa intenção/ A Terra se tornou um palco de atrocidades / Beleza em chamas / Carnificina / Animais exclusos da própria vida / Pequenez”, ataca com sua voz suave.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em tempos de guerras completamente sem sentido, “The beginning” convida o mundo todo a mudar os hábitos: “Humanity can change history / Start now / go back to the beginning / Feel my love / and You will see / The castle can fall apart / But what about us? / Will we stay here? / This is our chance (A humanidade pode mudar a história / Comece agora / vamos voltar ao início / Sinta meu amor / e você verá / O castelo pode desmoronar / Mas e nós? / Permaneceremos aqui? / Esta é a nossa chance)”, canta ela no fim da canção, que cita a “pomba da paz”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Jully é uma artista que tem a temática como diferencial. Sempre indignada com o desprezo do ser humano pela sua fonte vital, em S.O.S., ela vem usando sua voz para alertar sobre as injustiças cometidas contra os animais e a natureza: “Tento trazer em minhas canções temas que precisam ser reavaliados para que possamos trazer mudanças significativas em prol de um mundo mais harmonioso e justo para todos os seres. É necessário falar da dor, e das coisas que estão ocultas frente a este mundo superficial em que vivemos. Quando reconhecemos as sombras, podemos iluminá-las. Minha música tem essa missão”, reflete Jully, que também é acupunturista.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Também estão na letra de “The beginning” as “gárgulas”, que são estátuas em forma de criaturas monstruosas vistas em telhados de prédios góticos&#8230; são quimeras, ou seja, criaturas híbridas, como a harpia, que é metade mulher, metade pássaro. No clipe desta faixa, que será lançado junto aos singles, um dos figurinos remete a pássaros. Dirigido pelo fotógrafo Levindo Carneiro, autor também da capa do lançamento, o vídeo leva Jully a uma belíssima paisagem, para ela mostrar um pedacinho de Terra onde a natureza exuberante está sendo impactada pela ação destrutiva do ser humano.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“As mudanças climáticas são reflexo do nosso impacto destrutivo no planeta. Índices alarmantes foram registrados num observatório no Hawaii em 1º de abril deste ano: 420,01 ppm de CO2 (fonte: CO2.earth),  índices estes que só haviam ocorrido há mais de 3 milhões de anos. Outra grande preocupação é a velocidade com que essas mudanças vêm ocorrendo, não dando tempo para as espécies e os ecossistemas se adaptarem a elas”, avisa Jully.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>S.O.S. é um álbum em prol da cura do planeta. “Precisamos urgentemente entender que não somos o centro de tudo, somos somente mais uma espécie fazendo morada na Terra”, diz Jully, ganhando coro de quem ainda tem alguma consciência sobre a importância de se preservar a natureza. No Dia da Terra, a cantora e compositora vegana e ativista pela libertação animal nos chama, com voz e melodia envolventes, a reverter esse processo de destruição em massa que os desumanos criaram. Como ela mesma canta, estamos no limite.</p>
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<p>* Chris Fuscaldo, jornalista e pesquisadora musical</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Siga JULLY</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Instagram:</strong> <a href="https://instagram.com/jullymusik?utm_medium=copy_link">https://instagram.com/jullymusik?utm_medium=copy_link</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Facebook:</strong> <a href="https://www.facebook.com/jullymusik/">https://www.facebook.com/jullymusik/</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Spotify:</strong> <a href="https://open.spotify.com/artist/0gtVI2GfM4Qubu01F7vE3H?si=pkSKj26kSfSCJweRJm432g">https://open.spotify.com/artist/0gtVI2GfM4Qubu01F7vE3H?si=pkSKj26kSfSCJweRJm432g</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Apple Music:</strong> <a href="https://music.apple.com/br/artist/jully/277808547?l=en">https://music.apple.com/br/artist/jully/277808547?l=en</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://www.jullymusik.com.br/">https://www.jullymusik.com.br/</a></p>
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<p><strong>Com informações: ANA PAULA ROMEIRO ASSESSORIA DE IMPRENSA</strong></p>
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			</item>
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		<title>Jully lança Distopia, o segundo single do álbum S.O.S., com clipe magnífico e assombroso</title>
		<link>https://boomerangmusic.com.br/jully-lanca-distopia-o-segundo-single-do-album-s-o-s-com-clipe-magnifico-e-assombroso/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Jun 2021 01:05:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[distopia]]></category>
		<category><![CDATA[jully]]></category>
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					<description><![CDATA[Depois de um álbum voltado para o humano, cantora e compositora catarinense produz trabalho pensando no planeta. &#160; Nova faixa traz a morte como tema e dá a mão a quem quer ver a luz e o amor   Ouça aqui “Distopia”:  https://tratore.ffm.to/distopia &#160; Assista aqui...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de um álbum voltado para o humano, cantora e compositora catarinense produz trabalho pensando no planeta.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-style: inherit; font-weight: inherit;">Nova faixa traz a morte como tema e dá a mão a quem quer ver a luz e o amor</span></p>
<p><strong><span style="font-style: inherit; font-weight: inherit;"> </span></strong></p>
<p><strong><span style="font-style: inherit; font-weight: inherit;">Ouça aqui “Distopia”:  <a href="https://na01.safelinks.protection.outlook.com/?url=https%3A%2F%2Ftratore.ffm.to%2Fdistopia&amp;data=04%7C01%7C%7Cdd21eb6f709f482a61e908d9245f907f%7C84df9e7fe9f640afb435aaaaaaaaaaaa%7C1%7C0%7C637580815141561817%7CUnknown%7CTWFpbGZsb3d8eyJWIjoiMC4wLjAwMDAiLCJQIjoiV2luMzIiLCJBTiI6Ik1haWwiLCJXVCI6Mn0%3D%7C1000&amp;sdata=zFsB0h0mVR5%2FrMj%2BbjT8NfAQlF7vFOoKLgCE%2BYZsBnQ%3D&amp;reserved=0" data-auth="Verified" data-linkindex="2">https://tratore.ffm.to/distopia</a></span></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><span style="font-style: inherit; font-weight: inherit;">Assista aqui o clipe de “Distopia”: <a href="https://na01.safelinks.protection.outlook.com/?url=https%3A%2F%2Fyoutu.be%2F5aaloFPyRU8&amp;data=04%7C01%7C%7Cdd21eb6f709f482a61e908d9245f907f%7C84df9e7fe9f640afb435aaaaaaaaaaaa%7C1%7C0%7C637580815141561817%7CUnknown%7CTWFpbGZsb3d8eyJWIjoiMC4wLjAwMDAiLCJQIjoiV2luMzIiLCJBTiI6Ik1haWwiLCJXVCI6Mn0%3D%7C1000&amp;sdata=jVDwOAo46AUSBfVl2BF8yC6h4NuixoKxegWgJTnhQKU%3D&amp;reserved=0" data-auth="Verified" data-linkindex="3">https://youtu.be/5aaloFPyRU8</a></span></strong></p>
<p><span style="font-style: inherit; font-weight: inherit;"> </span></p>
<p><span style="font-style: inherit; font-weight: inherit;">Para muitos, a palavra “morte” e todo o sentido que ela traz parecem macabros. No entanto, no último ano, a morte foi algo com que o mundo todo precisou aprender a lidar de maneira mais prática e até pragmática. No Brasil, onde a transmissão do coronavírus nunca foi controlada, a morte assolou e segue assolando muitas famílias e histórias de vida. Antes mesmo que a pandemia começasse, a cantora e compositora <strong>Jully</strong> sentiu que o planeta precisava de atenção e começou a compor o repertório de S.O.S., álbum produzido por Grenville Ries e mixado por Carlos Trilha que está lançando através de singles. O primeiro, Somos Todos Um, já está nas plataformas digitais. Agora é a vez de Distopia, canção que chega acompanhada de um clipe. Dirigido pelo fotógrafo Levindo Carneiro, o vídeo retrata a situação atual de forma poética, e traz Jully chamando atenção, com o seu canto, para um horror real que estamos vivenciando no mundo e, principalmente, no Brasil : “Pilhas de mortos, apatia, mentes torpes, fim do dia, distopia&#8230; fome de poder!” Macabro? Não! Totalmente necessário.</span></p>
<p><span style="font-style: inherit; font-weight: inherit;"> </span></p>
<p><span style="font-style: inherit; font-weight: inherit;">“Distopia fala do Sol que brilha, mas ninguém vê, da chuva que bate na janela e ninguém crê. Cientistas já previam futuras pandemias por causa do que o homem está fazendo com a natureza. A música é a minha forma de comunicar que, enquanto nos acharmos superiores, não vamos sair desse círculo vicioso”, diz Jully, que também é pianista, poetisa, acupunturista e fotógrafa, além de vegana e muito preocupada em dar voz a quem não pode se defender, como os animais e o próprio planeta.</span></p>
<p><span style="font-style: inherit; font-weight: inherit;"> </span></p>
<p><span style="font-style: inherit; font-weight: inherit;">Segundo definição do dicionário, “distopia” quer dizer “lugar ou estado imaginário em que se vive em condições de extrema opressão, desespero ou privação”. Tudo a ver com tudo o que estamos vivendo e com o que viveu, bem antes da pandemia, a artista nascida e criada em Florianópolis e moradora do Rio de Janeiro desde 2011. Muito antes que todo mundo tivesse que ver o seu mundo – muitas vezes colorido e alegre – ficar cinzento e triste, Jully já vivia a transformação do seu universo particular. A morte de seu pai e, quatro anos depois, a de sua mãe fizeram com que a artista passasse a compor e produzir de outra forma. A mudança é clara do primeiro disco, Olhos Fechados e Abertos (2012), para Réquiem (2020). O primeiro teve produção de Alex de Souza. O segundo foi produzido por Grenville Ries.</span></p>
<p><span style="font-style: inherit; font-weight: inherit;"> </span></p>
<p><span style="font-style: inherit; font-weight: inherit;">“Réquiem é dark sem culturar a escuridão. Ele fala muito de direitos humanos, chama a atenção para as coisas erradas no mundo. Já S.O.S. vem propor uma nova conduta para aprendermos a caminhar juntos, com humanidade. Estamos alienados, perdemos a conexão com o que realmente importa”, afirma.</span></p>
<p><span style="font-style: inherit; font-weight: inherit;"> </span></p>
<p><span style="font-style: inherit; font-weight: inherit;">A morte mudou completamente a forma de compor de Jully, mas a maturidade é clara quando ela transforma o nosso “novo normal” em versos como: “No escuro lá fora, a estrela brilha, mas ninguém vê”. Em termos de produção, a artista catarinense também aprendeu muito com a experiência do primeiro disco – gravado com pompa e circunstância – mas se encontrou bastante na parceria com o próprio marido, sul-africano radicado no Brasil: Jully compõe e grava voz guia e piano, Grenville Ries toca diversos instrumentos e cuida das programações para, então, ela colocar a voz final.</span></p>
<p><span style="font-style: inherit; font-weight: inherit;"> </span></p>
<p><span style="font-style: inherit; font-weight: inherit;">“Investi no primeiro disco, mas para o segundo, não estava em condições. Meu marido, que sempre me apoiou muito, sugeriu que começássemos uma pré-produção em casa. Ele é músico, vê tudo grandioso, e acabou desenvolvendo Réquiem comigo. Encontramos um lugar fértil. Quando foi lançado, veio a quarentena e, por causa da temática, retratou a essência do momento”, conta Jully.</span></p>
<p><span style="font-style: inherit; font-weight: inherit;"> </span></p>
<p><span style="font-style: inherit; font-weight: inherit;">Aderindo às novas formas de lançar um trabalho, compôs um monte de músicas e lançou o primeiro single, Somos Todos Um, pensando nos animais. O segundo antecede outras muitas faixas já em produção – algumas delas em inglês – e possivelmente um intercâmbio com a Rússia: nessa quarentena, Jully descobriu que sua obra é muito escutada no país.</span></p>
<p><span style="font-style: inherit; font-weight: inherit;"> </span></p>
<p><span style="font-style: inherit; font-weight: inherit;">“Fiquei impressionada quando vi que os russos estão escutando muito minha música. Achei incrível o comentário de um deles em um clipe meu no YouTube. Copiei, colei no tradutor para entender o que ele dizia: ‘Magnífico e assombroso’”, comenta.</span></p>
<p><span style="font-style: inherit; font-weight: inherit;"> </span></p>
<p><span style="font-style: inherit; font-weight: inherit;">Certamente, eles e os brasileiros também acharão magnífico e assombroso o clipe de Distopia. Para a gravação, ela levou um cachorrinho de pelúcia, uma caveira que foi presente do pai e contou com participação da filha de Grenville, Gabriela Ries, a responsável pela personagem que usa máscara de gás e promove os movimentos que fazem o contraponto com a atuação de Jully:  “A caveira representa os mortos e a fragilidade da vida. O cachorrinho representa a infância e o mundo que deixaremos para as crianças”.</span></p>
<p><span style="font-style: inherit; font-weight: inherit;"> </span></p>
<p><span style="font-style: inherit; font-weight: inherit;">A estética do clipe – editado por Jully – é a mesma da capa do single, só que com um tratamento um pouco mais macabro. A fotografia original de Levindo Carneiro reluz o vermelho da capa, o azul de seu cabelo e o verde das plantas, enquanto mostra o cachorrinho e a caveira ocupando o seu devido lugar.</span></p>
<p><span style="font-style: inherit; font-weight: inherit;">* Chris Fuscaldo, escritora e jornalista</span></p>
<p><span style="font-style: inherit; font-weight: inherit;"> </span></p>
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<p><strong>Com informações: Ana Paula Romeiro – Assessoria de Imprensa</strong></p>
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