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	<title>lenine &#8211; Boomerang Music</title>
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	<description>Informação, Novidade e Atualidade</description>
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		<title>Lenine e Bruno Giorgi apresentam “Rizoma”, no Sesc Pinheiros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Sep 2023 01:52:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[lenine]]></category>
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					<description><![CDATA[Em conexão musical evidenciada há uma década, a partir do álbum Chão (2011) e do show homônimo de 2012, que estreou na sequência do disco, Lenine e Bruno Giorgi reforçam os laços artísticos. Pai e filho apresentam Rizoma, com direção musical de Giorgi, nos dias...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em conexão musical evidenciada há uma década, a partir do álbum Chão (2011) e do show homônimo de 2012, que estreou na sequência do disco, Lenine e Bruno Giorgi reforçam os laços artísticos. Pai e filho apresentam <em>Rizoma</em>, com direção musical de Giorgi, nos dias <strong>7, 8, 9 e 10 de setembro no Teatro Paulo Autran, no Sesc Pinheiros</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>No palco, Lenine e Bruno Giorgi são acompanhados pelo baterista Pantico Rocha. A ambiência sonora do show se afina com a textura do disco. Ambas são criadas com programações, violões de toque percussivo e vozes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O show <em>Rizoma</em> se alimenta do cancioneiro angariado por Lenine ao longo da trajetória, que ganhou impulso na década de 1990, e conta com discos produzidos, mixados e masterizados por Bruno Giorgi nos últimos anos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>No repertório da apresentação, sucessos como “Simples Assim” (Lenine e Dudu Falcão), “Envergo, mas não quero” (Lenine e Carlos Rennó), “O Silêncio das Estrelas” (Lenine e Dudu Falcão), “Jack Soul Brasileiro” (Lenine), “Hoje eu quero sair só” (Lenine, Mu Chebabi e Caxa Aragão), entre outras.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Serviço</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Lenine </strong><br />
<em>Show Rizoma com Bruno Giorgi</em><br />
Dias 7, 8, 9 e 10 de setembro de 2023. Quinta (feriado) e domingo, às 18h, sexta e sábado, às 21h<br />
Duração: 90 minutos<br />
Local: Teatro Paulo Autran<br />
Classificação: recomendação 12 anos</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Sesc Pinheiros</strong></p>
<p>Rua Pais Leme, 195 &#8211; Pinheiros, São Paulo – SP<br />
TEL.: 11 3095 9400</p>
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<p><strong>Com informações:  Assessoria de Imprensa Sesc Pinheiros</strong></p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Lenine estreia a turnê Rizoma em São Paulo acompanhado de seu filho, Bruno Giorgi</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Apr 2022 01:58:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[lenine]]></category>
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					<description><![CDATA[De acordo com os filósofos pós-modernos Gilles Deleuze e Felix Guattari, “rizoma” é a possibilidade de abertura do pensamento, o que remete à expansão das raízes de uma planta. As narrativas não são cronológicas ou contínuas – elas sofrem interrupções e se abrem em múltiplas...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>De acordo com os filósofos pós-modernos Gilles Deleuze e Felix Guattari, “rizoma” é a possibilidade de abertura do pensamento, o que remete à expansão das raízes de uma planta. As narrativas não são cronológicas ou contínuas – elas sofrem interrupções e se abrem em múltiplas direções, criando novos pontos de conexão em uma história. Não à toa, <strong>Lenine</strong> e <strong>Bruno Giorgi</strong> (filho do cantor e compositor pernambucano e elogiado engenheiro de som) tomaram o conceito como inspiração para batizar a sua nova turnê, que traz no palco pai e filho. <strong>Rizoma</strong>, neste caso, o show, serve como uma plataforma para que o duo compartilhe com o público versões que ajudam a mostrar o lado artístico de ambos, formando uma teia diversificada de caminhos musicais. Os ingressos para os shows em<strong> São Paulo</strong>, que acontecem nos dias <strong>15 e 16 de abril</strong>, no <strong>Teatro Bradesco</strong>, podem ser adquiridos no site Uhuuu! (<a href="https://uhuu.com/evento/sp/sao-paulo/lenine-rizoma-9399/evento/sp/sao-paulo/lenine-rizoma-9399"><strong>acesse aqui</strong>)</a>.</p>
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<p>A ideia que deu início ao rizoma musical apresentado vem de um período pré-pandêmico, quando Lenine e Bruno Giorgi começaram a experimentar uma outra maneira de reproduzir as canções. &#8220;&#8216;Rizoma&#8217; surgiu de todos os incômodos e sentimentos causados pela pandemia. Foi o estímulo necessário para que eu pudesse retomar o prazer por tocar e Bruno foi essencial nesse processo&#8221;, comenta. Capturando elementos das gravações originais, os dois transportam para o palco o ambiente sonoro de cada faixa, de cada projeto. Lenine crê na potência de fazer ligações entre diferentes referências artísticas, e por isso, a escolha do repertório visou abranger todos os álbuns já lançados pelo músico. “Como num universo onde tudo ruma para o caos, a vida como estado de ordem pode surgir”, pontua.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>No palco, Lenine assume o microfone e o violão, enquanto Bruno se reveza entre baixo, bandolim, teclados, voz e sampler. O público pode esperar por um apanhado musical da história do artista pernambucano. Estão confirmadas no <em>setlist </em> composições como “Castanho” (Lenine e Carlos Posada), “Martelo Bigorna” (Lenine), “Leve e Suave” (Lenine), “O dia em que faremos contato” (Lenine e Braulio Tavares), “Tubi Tupy” (Lenine e Carlos Rennó), “Jack Soul Brasileiro” (Lenine), “Paciência” (Lenine e Dudu Falcão), entre outras. Nos próximos meses, a turnê Rizoma irá passar também por cidades como Recife (PE), Fortaleza (CE) e Rio de Janeiro (RJ) (<a href="http://www.lenine.com.br/">confira a agenda completa</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><u>Serviço:</u></strong></p>
<p><strong><br />
Lenine e Bruno Giorgi apresentam Rizoma @Teatro Bradesco</strong></p>
<p>Datas: 15 (sexta) e 16 (sábado) de abril<br />
Horário: 21h<br />
Local: Teatro Bradesco<br />
Endereço: Bourbon Shopping São Paulo &#8211; Rua Palestra Itália, 500 &#8211; Loja 263, 3° Piso &#8211; Perdizes, 05005-900, São Paulo/SP<br />
Ingressos: <a href="https://uhuu.com/evento/sp/sao-paulo/lenine-rizoma-9399/evento/sp/sao-paulo/lenine-rizoma-9399#/">https://uhuu.com/evento/sp/sao-paulo/lenine-rizoma-9399/evento/sp/sao-paulo/lenine-rizoma-9399#/</a></p>
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<p><strong>Com informações TROVOA Comunicação</strong></p>
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		<title>Gabriel Grossi e Lenine se reencontram em novo single e clipe</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 12 Feb 2022 21:56:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Gabriel Grossi]]></category>
		<category><![CDATA[gabrielgrossi]]></category>
		<category><![CDATA[lenine]]></category>
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					<description><![CDATA[“Chamego no Salão” antecipa disco “Plural” &#160; Depois de se dedicar ao álbum “RE DISC COVER”, onde atestou sua versatilidade ao recriar canções do pop e do rock internacional, Gabriel Grossi retoma seu trabalho autoral com o disco “Plural”. O álbum receberá uma gama de...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>“Chamego no Salão” antecipa disco “Plural”</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Depois de se dedicar ao álbum <strong>“RE DISC COVER”</strong>, onde atestou sua versatilidade ao recriar canções do pop e do rock internacional, Gabriel Grossi retoma seu trabalho autoral com o disco <strong>“Plural”</strong>. O álbum receberá uma gama de convidados renomados e, após o primeiro single com <strong>Zélia Duncan</strong>, Lenine empresta seu vocal e carisma para a interpretação da faixa <strong>“Chamego no Salão”</strong>. A estreia da música inédita nas plataformas ganha também um clipe de animação. Este é um lançamento da <strong>Audio Porto</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Assista ao clipe: </strong><a href="https://youtu.be/w0Ua8J0vL0U"><strong>https://youtu.be/w0Ua8J0vL0U</strong></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Ouça “Chamego no Salão”: </strong><a href="http://bit.ly/ChamegoNoSalao"><strong>bit.ly/ChamegoNoSalao</strong></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Chamego no Salão” é um xote clássico, porém gravado com uma roupagem contemporânea, e alia muito da tradição da essência do gênero nordestino a uma abordagem mais moderna com influência do jazz. A música marca a primeira parceria dos xarás Gabriel Grossi e <strong>Gabriel Moura</strong> (Farofa Carioca, Seu Jorge).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>“Essa é uma música que eu gravei em 2007 no álbum ‘Arapuca’, onde eu caí de cabeça no universo do forró e na música nordestina. O que nasceu como um tema instrumental, recentemente ganhou uma letra linda escrita pelo meu xará, o talentosíssimo Gabriel Moura, amigo querido e sobrinho do saudoso Paulo Moura, que teve uma sensibilidade ímpar criando uma letra que tem tudo a ver com o clima da música. Resolvi trazer este som para o álbum ‘Plural’ dividindo um novo arranjo com meu parceiro de vida, o genial <strong>Eduardo Farias</strong>, que também ataca lindamente no piano junto com os craques <strong>André Vasconcellos </strong>(baixo) e <strong>Xande Figueiredo</strong> (bateria). E para engrandecer ainda mais, a gente tem a participação especial desse cara que é um dos meus grandes ídolos da vida. Sou fã incondicional do Lenine e eu não imaginei ninguém melhor que ele pra cantar essa música. Ele domina este universo musical como ninguém”</em>, resume Gabriel.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Feito todo em animação inspirada em traços de xilogravuras, o clipe com direção e roteiro de<strong> Hiroshi Kuamoto</strong> ressignifica a letra da canção. Enquanto o personagem troca qualquer coisa para estar dançando um forró com a amada num desapego de bens materiais, a animação é protagonizada por pássaros em sobrevoo por paisagens urbanas e na natureza, criando assim uma leitura onde se personificam ambições, percepções e afetos diferentes dos humanos em relação à afetividade e ao passar do tempo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Entre ambientes naturais e urbanos, a animação conta a historia de Beni e seu amor incondicional por outro pássaro, Iti. Nessa história sobre encontros e ciclos, floresce um afeto tão simples quanto voar,  mas que se desprende de expectativas e ambições humanas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Gabriel Grossi celebra uma trajetória pelos principais palcos do mundo. Indo do cancioneiro popular do país em <strong>“Brasileto”</strong>, estudo sobre a composição na música brasileira desenvolvido com <strong>Alegre Corrêa</strong>, até os covers multifacetados do novo disco “RE DISC COVER” &#8211; para citar apenas seus trabalhos mais recentes -, Gabriel Grossi coleciona parcerias, gravações e shows com grandes nomes da música. Entre eles estão <strong>Hermeto Pascoal</strong>, <strong>Paulo Moura</strong>, <strong>Chico Buarque</strong>,<strong> Ivan Lins</strong>, <strong>João Donato</strong>, <strong>Dave Matthews</strong>, <strong>Djavan</strong>,<strong> Milton Nascimento</strong>, <strong>Dominguinhos</strong>, <strong>Beth Carvalho</strong>, <strong>Wynton Marsalis</strong> e os próprios Zélia Duncan e Lenine, que já apareceram nos singles do novo trabalho.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Plural” é um projeto que celebra 21 anos de carreira do harmonicista, compositor e produtor. O álbum destaca não somente seu já conhecido virtuosismo, mas principalmente seu lado de compositor, letrista e produtor. Grossi vai ao encontro de diversos artistas nacionais e internacionais oriundos de várias culturas em busca de um intercâmbio sonoro único. A construção de uma atmosfera musical a partir da junção de diferentes sotaques, composições inéditas, o cuidado único com a produção, sua marcante assinatura e a dos convidados constroem esse universo “plural”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Assista ao clipe “Nosso Amor Vadio”: </strong><a href="https://bit.ly/NossoAmorVadioYT"><strong>https://bit.ly/NossoAmorVadioYT</strong></a><strong> </strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Entre os convidados, além de Duncan e Lenine, o trabalho irá contar com <strong>Ed Motta</strong>, <strong>Jacob Collier</strong>, <strong>Hermeto Pascoal</strong>, <strong>Yamandu Costa</strong>, <strong>Leila Pinheiro</strong>, <strong>Vítor Chaves</strong>, <strong>Anat Cohen</strong>, <strong>Omar Sosa</strong> e <strong>Seamus Blake</strong>, todos aparecendo em composições inéditas e que o público poderá conhecer ainda no primeiro semestre.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Enquanto isso, é possível conferir “Chamego no Salão” nas principais plataformas de música e no canal de Gabriel Grossi no YouTube.</p>
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<p><strong>Com informações: BUILD UP MEDIA </strong></p>
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		<title>Lenine faz releitura inédita de “Where Do The Children Play?”,  de Cat Stevens/Yusuf Slam, para projeto Girão Sessions</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Jan 2021 02:51:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[lenine]]></category>
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					<description><![CDATA[Confira aqui: https://ffm.to/wheredothechildrenplay &#160; Lenine interpreta a emocionante releitura de “Where Do The Children Play?”, de Cat Stevens (hoje Yusuf Islam), do clássico álbum “Tea for the Tillerman”, de 1970. O single lançado na última sexta-feira, 22/01, faz parte do projeto Girão Sessions, que reúne...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Confira aqui: <a href="http://mkt.fogonopaiol.com.br/go/bfb1d8f5e1352a92d-c83697db96a054--4c80785e6c35-8580fe8e2DjtebJgme1be2y">https://ffm.to/wheredothechildrenplay</a></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Lenine</strong> interpreta a emocionante releitura de <strong>“Where Do The Children Play?”</strong>, de Cat Stevens (hoje Yusuf Islam), do clássico álbum <em>“Tea for the Tillerman”</em>, de 1970. O single lançado na última sexta-feira, 22/01, faz parte do projeto <em><strong>Girão Sessions</strong></em>, que reúne músicos de primeira linha para regravações inusitadas e vídeos originais de sucessos da música mundial.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A música foi gravada à distância com Lenine nas vozes e os músicos <u>Marcos Amorim (guitarras e violões), Nito Lima (violões), André Barion (teclado e programação) e Fabio Girão (baixo)</u>. “Tudo muito natural, rápido e deslizante”, diz Lenine, que teve sua voz gravada por <strong>Bruno Giorgi </strong>no Estúdio O Quarto.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A Produção Executiva é de <strong>Jerônymo Machado</strong> e <strong>Fabio Girão</strong>. O <em><strong>Girão Sessions</strong></em> já registrou gravações e releituras de artistas como <strong>Frejat, Alice Caymmi, Toni Garrido, MPB4, Zé Renato</strong>, entre outros.</p>
<p>&nbsp;</p>
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<p><strong>Novo canal Girão Sessions no YouTube:  </strong><a href="https://www.youtube.com/channel/UCL1IaeLMxFFYiElZ66mrikQ">https://www.youtube.com/channel/UCL1IaeLMxFFYiElZ66mrikQ</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Fanpage Girão Sessions no Facebook:  </strong><a href="http://mkt.fogonopaiol.com.br/go/bfb1d8f5e1352a92d-c83697db96a054--4c80785e6c35-8580fe8e2DjtebJgme1be2z">https://www.facebook.com/giraosessions/</a></p>
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<p><strong><em>Mais Informações:</em> FNP MUSIC HUB Comunicação &amp; Marketing</strong></p>
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		<item>
		<title>Lenine relança álbum gravado em Paris, no Cité de la Musique</title>
		<link>https://boomerangmusic.com.br/lenine-relanca-album-gravado-em-paris-no-cite-de-la-musique/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2020 14:48:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Lançamentos]]></category>
		<category><![CDATA[incite]]></category>
		<category><![CDATA[lenine]]></category>
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					<description><![CDATA[Lenine &#8220;InCité&#8221; é fruto de uma relação bem-sucedida entre Lenine e a França. Em dois shows gravados em 2004 para uma plateia lotada na casa parisiense Cité de la Musique, o projeto &#8211; ganhador de 2 prêmios Grammy Latino, com “melhor CD de música contemporânea” e “melhor canção” com “Ninguém...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Lenine &#8220;InCité&#8221;</strong> é fruto de uma relação bem-sucedida entre Lenine e a França. Em dois shows gravados em 2004 para uma plateia lotada na casa parisiense <strong>Cité de la Musique</strong>, o projeto &#8211; ganhador de 2 prêmios <strong><em>Grammy Latino</em></strong><em>, com “melhor CD de música contemporânea”</em> e <em>“melhor canção”</em> com <em>“Ninguém faz ideia”</em>, de <strong>Lenine e Ivan Santos</strong> &#8211; originou o DVD homônimo que será lançado pela primeira vez nas plataformas digitais e em versão <em>deluxe</em>. As 20 canções, sendo 8 inéditas nos serviços de streaming, foram remixadas e remasterizadas pelo produtor Bruno Giorgi, além dos vídeos remasterizados em HD, making off e encarte especial.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>“InCité” surgiu a partir de um convite para Lenine participar do projeto Carte Blanche, um dos projetos de música popular mais importantes na Europa, realizado anualmente na sala de concertos Cité de la Musique, segundo o qual a casa de espetáculos dá carta branca a artistas internacionais para criarem espetáculos exclusivos. O projeto rendeu a gravação de um CD ao vivo, com músicas inéditas &#8211; como “Todas Elas Juntas Num Só Ser” (Lenine/Carlos Rennó), “Sentimental” (Lenine/Lula Queiroga/Arnaldo Antunes), entre outros &#8211; e um DVD, o primeiro de sua carreira, que inclui também sucessos como “Jack Soul Brasileiro” (Lenine) e “Paciência” (Lenine/Dudu Falcão).</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong> <img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone wp-image-16721" src="https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2020/06/mini-lenine_incite_5-300x200.jpg" alt="" width="443" height="295" srcset="https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2020/06/mini-lenine_incite_5-300x200.jpg 300w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2020/06/mini-lenine_incite_5-768x512.jpg 768w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2020/06/mini-lenine_incite_5-700x467.jpg 700w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2020/06/mini-lenine_incite_5.jpg 1000w" sizes="(max-width: 443px) 100vw, 443px" /></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Fotos Dalton Valério</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para acompanhá-lo nos shows, Lenine convidou Yusa, compositora, cantora, baixista e pianista cubana, que conheceu num festival internacional de cinema em Cuba, e o músico argentino Ramiro Musotto, que vivia no Brasil há anos e bebia, como poucos estrangeiros, nos ritmos brasileiros. O trio &#8220;cubamericano&#8221; se encontrou no Brasil e por aqui ensaiou durante duas semanas. O resultado está disponível à partir de <u>25 de junho</u>, na íntegra, em todas as plataformas digitais e no canal <a href="https://youtube.com/lenineoficial">youtube.com/lenineoficial</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Release original, por <em><u>Véronique Mortaigne</u>, jornalista do Le Monde, que faz parte do livreto relançado junto com o projeto.</em></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Grande Lenine, com sua silhueta esguia, aportando num lugar bem cotado da cultura institucional francesa, a <strong>Cité de La Musique</strong>, com seu jeito singular de revolucionário rude, cabelos longos, jogos de palavras com umas boas piadas políticas intercaladas!  A Cité de La Musique é toda feita em curvas e linhas, pois foi construída por Christian de Portzamparc, a coqueluche da nova arquitetura. Em 1999, Caetano Veloso conseguiu carta branca para realizar ali três dias de criações livres, com os convidados que desejasse. Entre eles estava Lenine, que desembarcou com uma ideia mais selvagem de rock tribal. Lenine e o Cité de La Musique já é uma história comum; uma confluência de pensamentos entre o carioca-recifense, o público francês e o grande auditório, todo construído em quadrados formados por painéis de madeira, muito chique, e com uma acústica das mais claras. Em 2000 ele voltaria para lá, no Grand Halle, para apresentar o CD “Na Pressão”, retornando com toda a força do seu rock mestiço, passando da declamação repentista às misturas eletrônicas e, ainda, ao violão saturado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Mas neste Lenine <strong>InCité</strong> – resultado do convite para o artista realizar sua própria carta branca – ele chegou de um modo bem quieto, acompanhado de uma magnífica cubana, baixista, compositora, cantora atípica, Yusa, e de um percussionista argentino (radicado no Brasil), Ramiro Musotto. Uma pequena tribo de tramas bem justas, com o coração no swing e a cabeça nas estrelas. Negritude pop, ardores dos Caribes e percussões nascidas do caldeirão andino. Um programa onde o maracatu, a embolada e o hard-rock são habilmente transformados em influências.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>E, então, Lenine lhes cede a palavra neste dia de primavera francesa. Ele os acompanha suavemente e, juntos, os três entronizam canções novas, a autêntica MPB, com olhos de trovador, poeta ambulante, saltimbanco que sabe relatar o ordinário, o cotidiano, o político. Sem dúvida nenhuma, Yusa dispõe de muitos recursos elétricos em seu baixo; ela tem também todas as diásporas negras das Américas em sua voz. Já Ramiro Musotto expressa toda a fogosidade de um argentino colocado em liberdade. Em troca, Lenine lhes oferece uma lição de sertão: “Lá no sertão / cabra macho não ajoelha / nem faz parelha com quem é de traição”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Sobre o grande palco, Lenine canta sem qualquer pesar uma canção de amor, “Crença”. Paira uma certa sobriedade no ar; daria para se ouvir um inseto voar. É uma surpresa. Esperava-se o canibal, e eis o apaixonado, o sábio: “Mesmo quando tudo pede um pouco mais de calma / Até quando o corpo pede um pouco mais de alma / A vida não para”. Na sequência, o comitê de liberação de energias, do qual Lenine permanece o líder inconteste, conquista de vez a plateia: o público avança em direção ao palco, dançando ao som de “Todas elas juntas num só ser”. Outra canção de amor – tocada, porém, dentro de um ritmo explosivo – e, em seguida, “Jack Soul Brasileiro”. Em trio, sob as luzes, Lenine profetisa com eloquência um mundo singular. Ninguém faz ideia, anarquistas e mercenários, as putas e os babalorixás. A Cité dança, Lenine é in, e os humanos, em geral, são todos um pouco xamãs, pois é o que Lenine nos disse numa certa noite de abril.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Créditos</strong></p>
<p>Gravado ao vivo na Cité de La Musique nos dias 29 e 30 de abril de 2004 | Paris</p>
<p>(Vídeo remasterizado em HD em 2020. Áudio remixado e remasterizado em 2020.)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>PROJETO</strong></p>
<p>Produção: Lenine</p>
<p>Direção artística: Lenine</p>
<p>Concepção: Anna Barroso e Lenine</p>
<p>Coordenação e Direção Executiva: Márcia Dias</p>
<p>Produção Executiva: Andrea Comodo</p>
<p>Produção de Base: Luciana Campos</p>
<p>Assistente de Produção: Zezé Cortes</p>
<p>Produção França: Frédéric Gluzman</p>
<p>Assessoria de Imprensa: Mario Canivello</p>
<p>Equipe Cité de La Musique: Laurent Bayle, Hugues de Saint Simon, Elisabeth Delcourt,</p>
<p>Hamid Si amer, Mélanie Ley, Marie Noëlle Barrière, Fabiola Boussard, Lise Béraha</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>DVD</strong></p>
<p>Direção de vídeo: Lia Renha</p>
<p>Direção artística: Lenine, Lia Renha e Lucio Kodato</p>
<p>Direção de Fotografia: Lucio Kodato</p>
<p>Figurino: Cristina Kangussu</p>
<p>Engenheiro de vídeo: Samuel Kobayachi</p>
<p>Unidade Móvel de Vídeo: O.D.C Télévision</p>
<p>Câmeras: Michael Altman, Gérard Breistroff, Guillaume Allaire, Didier Mulot</p>
<p>Unidade móvel de áudio: Le Voyageur</p>
<p>Engenheiro de Gravação: Alvaro Alencar</p>
<p>Assistente de Gravação: Celine Genevery</p>
<p>Produção Executiva: Andrea Comodo</p>
<p>Produção França: Rosangela Meletti</p>
<p>Edição: Flávio Nunes</p>
<p>Coordenção de Pós: Jorge Luiz Cavalcanti</p>
<p>Pós Produção: Yumes Produções e Estudios Mega</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>MÚSICAS</strong></p>
<p>Mixagem: Álvaro Alencar com assistência de Fernando Rebelo (mix 2004) e Bruno Giorgi (mix 2020)</p>
<p>Masterização: Ricardo Garcia no estúdio &#8220;Magic Master&#8221; (2004) e Bruno Giorgi no estúdio &#8220;O Quarto&#8221; (2020)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>01 – Caribenha Nação / Tuareguê Nagô  (LENINE / BRÁULIO TAVARES)</p>
<p>02 – Vivo (LENINE / CARLOS RENNÓ)</p>
<p>03 – Ninguém faz ideia  (LENINE / IVAN SANTOS)</p>
<p>04 – Sonhei (LENINE / BRÁULIO TAVARES / IVAN SANTOS)</p>
<p>05 – Relampiano (LENINE / PAULINHO MOSKA)</p>
<p>06 – Anna e eu (LENINE / DUDU FALCÃO)</p>
<p>07 – Virou areia (LENINE / BRÁULIO TAVARES)</p>
<p>08 – Do it (LENINE / IVAN SANTOS)</p>
<p>09 – Paciência (LENINE / DUDU FALCÃO)</p>
<p>10 – Todos os caminhos (LENINE / DUDU FALCÃO)</p>
<p>11 – Tomando el centro (YUSA)</p>
<p>12 – O marco marciano (LENINE / BRÁULIO TAVARES)</p>
<p>13 – Olho de peixe (LENINE)</p>
<p>14 – Crença (LENINE / DUDU FALCÃO)</p>
<p>15 – Rosebud (O Verbo e A Verba) (LENINE / LULA QUEIROGA)</p>
<p>16 – Todas elas juntas num só ser (LENINE / CARLOS RENNÓ)</p>
<p>17 – Candeeiro encantado (LENINE / PAULO CÉSAR PINHEIRO)</p>
<p>18 – Sentimental (LENINE / ARNALDO ANTUNES / LULA QUEIROGA)</p>
<p>19 – Lá e lô (LENINE)</p>
<p>20 – Jack Soul Brasileiro (LENINE / ALMIRA CASTILHO / ALVENTINO CAVALCANTE / AYRES VIANNA / JOÃO DO VALLE / JACKSON DO PANDEIRO / BUCO DO PANDEIRO / GORDURINHA)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Assessoria de Imprensa Lenine &#8211; Anna Braz </strong></p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Isabella Bretz e Rodrigo Lana recriam canção de Lenine em novo single</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 May 2020 22:07:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[isabellabretz]]></category>
		<category><![CDATA[lenine]]></category>
		<category><![CDATA[rodrigolana]]></category>
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					<description><![CDATA[Produção foi fruto de um estudo dos artistas sobre o universo digital da música &#160; &#160; Parceiros nos projetos Audio For Singers e Canções Para Abreviar Distâncias, Isabella Bretz e Rodrigo Lana se unem novamente no single “De onde vem a canção”. A cantora e...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Produção foi fruto de um estudo dos artistas sobre o universo digital da música</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-16050" src="https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2020/05/isabella2-300x300.jpg" alt="" width="339" height="339" srcset="https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2020/05/isabella2-300x300.jpg 300w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2020/05/isabella2-1024x1024.jpg 1024w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2020/05/isabella2-150x150.jpg 150w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2020/05/isabella2-768x768.jpg 768w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2020/05/isabella2-570x570.jpg 570w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2020/05/isabella2-500x500.jpg 500w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2020/05/isabella2-1000x1000.jpg 1000w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2020/05/isabella2-700x700.jpg 700w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2020/05/isabella2.jpg 1400w" sizes="(max-width: 339px) 100vw, 339px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Parceiros nos projetos <strong>Audio For Singers</strong> e <strong>Canções Para Abreviar Distâncias</strong>,<strong> Isabella Bretz </strong>e <strong>Rodrigo Lana </strong>se unem novamente no single <strong>“De onde vem a canção”</strong>. A cantora e o pianista trazem uma nova interpretação para a composição de <strong>Lenine</strong>, já disponível nas principais plataformas de streaming e que chega também com um vídeo, assinado pela própria Isabella.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Assista a “De onde vem a canção”: </strong><a href="https://youtu.be/sOgAalukatw"><strong>https://youtu.be/sOgAalukatw</strong></a></p>
<p><strong>Ouça “De onde vem a canção”: </strong><a href="https://smarturl.it/DeOndeVemACancao"><strong>https://smarturl.it/DeOndeVemACancao</strong></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Como nasce uma música e pra onde ela vai depois que acaba? Para onde se propagam as ondas sonoras? Essas indagações norteiam a música de Lenine, canção com a qual os artistas têm forte ligação afetiva. A composição fala sobre duas coisas diferentes que muitas vezes se entrelaçam como uma só; e que são dois dos principais elos entre Isabella e Rodrigo: a música e o áudio.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ela, cantora, compositora e produtora cultural; ele, pianista e produtor musical. Começaram a desenvolver projetos juntos em 2016, até que a afinidade transbordou para além da música e iniciaram uma parceria de vida. Além de produzir discos, shows e singles, Isabella e Rodrigo escreveram juntos o livro <strong>“Conhecimentos de Áudio para Cantores”</strong>, até então inédito no mercado. A obra tem ensinado a muitos artistas aspectos importantes para o desenvolvimento de suas carreiras.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Além do site (<a href="http://audioforsingers.com">http://audioforsingers.com</a>), o projeto tem uma página no Instagram (<a href="https://www.instagram.com/audioforsingers/">https://www.instagram.com/audioforsingers/</a>), um canal no YouTube (<a href="http://youtube.com/audioforsingers">http://youtube.com/audioforsingers</a>), oficinas e masterclasses presenciais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A gravação do single aconteceu no fim de 2019 e a proposta da dupla foi desenvolver um arranjo completamente digital, com exceção da voz. Cada um dos vários timbres presentes foi construído ou ajustado por Rodrigo para fazer parte desse quebra-cabeça. A mixagem foi feita para que o ouvinte tivesse a sensação de entrar num universo de sons, mágico, como se pudesse perseguir essas ondas até tocá-las. Isabella trouxe ideias para a forma da música e vozes que pudessem conduzir para o destino que planejaram.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O resultado foi uma canção que, sem perder a sua doce simplicidade, pode tirar as pessoas um pouco da realidade, mesmo que por um breve momento. Para fechar o time, a masterização ficou por conta de <strong>Kiko Klaus</strong>, que coleciona trabalhos variados para grandes artistas do Brasil e exterior. <em>“O foco estava no processo, nos propusemos a fazer um estudo que envolvia microfones diferentes, sons virtuais, um novo arranjo, recursos de mixagem e várias outras coisas”</em>, relembra a cantora.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O videoclipe é uma viagem no tempo. Apresenta o surgimento de tecnologias que foram precursoras do que é utilizado hoje para ouvir e compartilhar música, assim como aspectos do ofício do músico. <em>“Esse processo me levou pelo universo do rádio, dos shows, das gravações de orquestras, dos vinis&#8230; Foi difícil escolher, porque a música é curtinha e eu havia separado muito material. Mas no fim a montagem deu certo e é interessante ver essas cenas ressignificadas no vídeo. Adoramos o resultado, principalmente por ele se contrapor à tecnologia usada na gravação e por apresentar visualmente o que está por trás da música”</em>, avalia Isabella, que assina a edição do vídeo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A dupla lançará um outro vídeo no qual apresentará mais detalhes sobre o processo de gravação, escolhas estéticas e técnicas que foram fundamentais nessa construção digital. É uma forma de detalhar a produção para interessados na área e prosseguir com seu projeto de compartilhamento de conteúdo educacional sobre música e áudio, de forma leve e acessível.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>“Dedico esse trabalho a tantos profissionais da música e da cultura de forma geral, que muitas vezes são desvalorizados em nossa sociedade. É um ofício maravilhoso, necessário e que demanda esforço, estudo, dedicação e investimento como qualquer outro; que movimenta a economia, gera empregos e renda, preenchendo as almas de quem faz e de quem recebe”</em>, conclui Isabella.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“De onde vem a canção” está disponível nas plataformas digitais. Para conhecer melhor o trabalho dos artistas, visite @bellabretz e @rodrigolanapiano no Instagram ou seus websites, <a href="http://isabellabretz.com">isabellabretz.com</a> e <a href="http://rodrigolana.com.br">rodrigolana.com.br</a>. Para mais informações sobre o livro, visite <a href="http://audioforsingers.com">audioforsingers.com</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Assista a “De onde vem a canção”: </strong><a href="https://youtu.be/sOgAalukatw"><strong>https://youtu.be/sOgAalukatw</strong></a></p>
<p><strong>Ouça “De onde vem a canção”: </strong><a href="https://smarturl.it/DeOndeVemACancao"><strong>https://smarturl.it/DeOndeVemACancao</strong></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Ficha técnica</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Música: Lenine</p>
<p>Voz, arranjo de voz: Isabella Bretz</p>
<p>Produção musical, arranjo, instrumentos virtuais e mixagem: Rodrigo Lana</p>
<p>Master: Kiko Klaus</p>
<p>Produção executiva: Isabella Bretz</p>
<p>Distribuição: Tratore</p>
<p>Vídeo: Isabella Bretz</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><em>Crédito foto: Jackson Abacatu</em></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Letra</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>De onde?</p>
<p>De onde vem?</p>
<p>De onde vem a canção?</p>
<p>Quando do céu despenca</p>
<p>Quando já nasce pronta</p>
<p>Quando o vento é que inventa</p>
<p>De onde vem a canção?</p>
<p>De onde?</p>
<p>De onde vem?</p>
<p>De onde vem a canção?</p>
<p>Quando se materializa</p>
<p>No instante que se encanta</p>
<p>Do nada se concretiza</p>
<p>De onde vem a canção?</p>
<p>Pra onde vai a canção</p>
<p>Quando finda a melodia?</p>
<p>Onde a onda se propaga?</p>
<p>Em que espectro irradia?</p>
<p>Pra onde ela vai quando tudo silencia?</p>
<p>Depois do som consumado</p>
<p>Onde ela existiria?</p>
<p>De onde?</p>
<p>De onde vem?</p>
<p>De onde vem a canção?</p>
<p>De onde?</p>
<p>De onde vem?</p>
<p>De onde vem a canção?</p>
<p>De onde?</p>
<p>De onde vem?</p>
<p>De onde vem a canção?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Com informações: Nathália Pandeló Corrêa &#8211; <em>Build Up Media</em></strong></p>
<p><a href="http://www.buildupmedia.com.br">http://www.buildupmedia.com.br</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Lenine apresenta show com voz e violão no Teatro Opus em março</title>
		<link>https://boomerangmusic.com.br/lenine-apresenta-show-com-voz-e-violao-no-teatro-opus-em-marco/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jan 2020 21:35:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[lenine]]></category>
		<category><![CDATA[teatroopus]]></category>
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					<description><![CDATA[Shows acontecem dias 27 e 28 de março e trazem ao público um setlist que mistura sucessos e novas canções da carreira de Lenine &#160; Não é sem razão que Lenine se diz um cantautor: o artista que canta suas próprias composições, ou – como faziam os trovadores do século 12 – transforma em versos as questões,...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Shows acontecem dias 27 e 28 de março e trazem ao público um setlist que mistura sucessos e novas canções da carreira de Lenine</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Não é sem razão que Lenine se diz um cantautor: o artista que canta suas próprias composições, ou – como faziam os trovadores do século 12 – transforma em versos as questões, os amores e as sagas de seu tempo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Dono de uma assinatura própria com seu violão multifônico e percussivo, Lenine nunca está a sós com seus instrumentos: o produtor musical Bruno Giorgi &#8211; direto da <em>housemix</em>, a mesa de som &#8211; processa toda a experiência do palco em informação sentimental, produzindo nuances sensoriais com <em>loops</em>, <em>samples</em> originais dos discos e com sua voz. Gabriel Ventura, técnico de palco e guitarrista, vez ou outra incendeia o palco com a dupla.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O espetáculo é um encontro com o público durante um novo processo criativo. Estabelece um fluxo contínuo para canções que percorrem sua carreira no palco e no estúdio, como “A Mancha” (Lenine / Lula Queiroga), composições recentes do projeto “Lenine Em Trânsito” e algumas surpresas da criação colaborativa na estrada, em detalhes que revelam a essência de cada canção.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>As apresentações acontecem no Teatro Opus, localizado no 4º andar do shopping Villa Lobos, dias 27 e 28 de março de 2020. Ingressos já estão disponíveis nas bilheterias dos Teatros Opus e Bradesco e pelo link <a href="https://uhuu.com/evento/sp/sao-paulo/lenine-voz-e-violao-8878#/">https://uhuu.com/evento/sp/sao-paulo/lenine-voz-e-violao-8878#/</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Com uma carreira de 35 anos, Lenine acaba de ganhar o seu sexto Grammy Latino, na categoria rock alternativo. Caminhada de destino imprevisível, mas com pelo menos uma certeza: a de que estará fazendo música livre, sem adjetivos, no exercício constante de se aventurar a cada novo trabalho.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
<strong>LENINE – VOZ E VIOLÃO</strong></p>
<p>Datas:  27 de março (Sexta-feira) e 28 de março de 2020 (Sábado), às 21h</p>
<p>Duração: 70 min.</p>
<p>Classificação: Livre</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>TEATRO OPUS</strong><br />
4º Piso do Shopping Villa-Lobos<br />
Av. das Nações Unidas, 4777 &#8211; Alto de Pinheiros &#8211; São Paulo, SP.<br />
<a href="https://www.teatroopus.com.br/">https://www.teatroopus.com.br</a></p>
<p><strong>Ingressos</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<table>
<tbody>
<tr>
<td><strong>SETOR</strong></td>
<td><strong>MEIA-ENTRADA</strong></td>
<td><strong>INTEIRA</strong></td>
</tr>
<tr>
<td>Plateia Gold</td>
<td>R$ 100,00</td>
<td>R$ 200,00</td>
</tr>
<tr>
<td>Plateia Baixa</td>
<td>R$ 75,00</td>
<td>R$ 150,00</td>
</tr>
<tr>
<td>Plateia Alta</td>
<td>R$ 60,00</td>
<td>R$ 120,00</td>
</tr>
<tr>
<td>Balcão Nobre</td>
<td>R$ 50,00</td>
<td>R$ 100,00</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<p>*Política de venda de ingressos com desconto: as compras poderão ser realizadas nos canais de vendas oficiais físicos, mediante apresentação de documentos que comprovem a condição de beneficiário. Nas compras realizadas pelo site, a comprovação deverá ser feita no ato da retirada do ingresso na bilheteria e no acesso à casa de espetáculo;<br />
**<strong> A lei da meia-entrada mudou:</strong> agora o benefício é destinado a 40% dos ingressos disponíveis para venda por apresentação. Veja abaixo quem têm direito a <strong>meia-entrada</strong> e os <strong>tipos de comprovações oficiais em São Paulo</strong>:</p>
<p><strong>&#8211; IDOSOS</strong> (com idade igual ou superior a 60 anos) mediante apresentação de documento de identidade oficial com foto.<br />
<strong>&#8211; ESTUDANTES</strong> mediante apresentação da Carteira de Identificação Estudantil (CIE) nacionalmente padronizada, em modelo único, emitida pela ANPG, UNE, UBES, entidades estaduais e municipais, Diretórios Centrais dos Estudantes, Centros e Diretórios Acadêmicos. Mais informações: <a href="http://www.documentodoestudante.com.br/">www.documentodoestudante.com.br</a></p>
<p><strong>&#8211; PESSOAS COM DEFICIÊNCIA E ACOMPANHANTES</strong> mediante apresentação do cartão de Benefício de Prestação Continuada da Assistência Social da Pessoa com Deficiência ou de documento emitido pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), que ateste a aposentadoria de acordo com os critérios estabelecidos na Lei Complementar nº 142, de 8 de maio de 2013. No momento de apresentação, esses documentos deverão estar acompanhados de documento de identidade oficial com foto.</p>
<p><strong> &#8211; JOVENS PERTENCENTES A FAMÍLIAS DE BAIXA RENDA</strong> (com idades entre 15 e 29 anos) mediante apresentação da Carteira de Identidade Jovem que será emitida pela Secretaria Nacional de Juventude a partir de 31 de março de 2016, acompanhada de documento de identidade oficial com foto.</p>
<p><strong>&#8211; JOVENS COM ATÉ 15 ANOS</strong> mediante apresentação de documento de identidade oficial com foto.<br />
<strong>&#8211;</strong> <strong>DIRETORES, COORDENADORES PEDAGÓGICOS, SUPERVISORES E TITULARES DE CARGOS DO QUADRO DE APOIO DAS ESCOLAS DAS REDES ESTADUAL E MUNICIPAIS </strong>mediante apresentação de carteira funcional emitida pela Secretaria da Educação de São Paulo ou holerite acompanhado de documento oficial com foto.</p>
<p><strong> &#8211;</strong> <strong>PROFESSORES DA REDE PÚBLICA ESTADUAL E DAS REDES MUNICIPAIS DE ENSINO </strong>mediante apresentação de carteira funcional emitida pela Secretaria da Educação de São Paulo ou holerite acompanhado de documento oficial com foto.<br />
*** Caso os documentos necessários não sejam apresentados ou não comprovem a condição do beneficiário no momento da compra e retirada dos ingressos ou acesso ao teatro, será exigido o pagamento do complemento do valor do ingresso.</p>
<p>ATENÇÃO: Não será permitida a entrada após o início do espetáculo.</p>
<p><strong>Capacidade:</strong> 751 pessoas<br />
<strong>Acesso para deficientes</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Assessoria de Imprensa do Teatro Opus</strong></p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>JOÃO CAVALCANTI LANÇA MÚSICA COM PARTICIPAÇÃO DE LENINE</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 03 Aug 2019 00:18:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Lançamentos]]></category>
		<category><![CDATA[joaocavalcanti]]></category>
		<category><![CDATA[lenine]]></category>
		<category><![CDATA[somlivre]]></category>
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					<description><![CDATA[Filho e pai fazem dueto em &#8220;Bicho Saudade&#8221;, disponível nesta sexta, 2 de agosto, com clipe dirigido por Maria de Médicis João Cavalcanti e Lenine. Filho e pai. Só os dois. Autores e intérpretes de &#8220;Bicho Saudade&#8221;, single disponível em todos os aplicativos de música...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: left;" align="center"><b><span style="font-size: 12.0pt; color: black;">Filho e pai fazem dueto em &#8220;Bicho Saudade&#8221;, disponível nesta sexta, 2 de agosto, com clipe dirigido por Maria de Médicis</span></b></p>
<p align="center">
<p><strong>João Cavalcanti</strong> e <strong>Lenine.</strong> Filho e pai. Só os dois. Autores e intérpretes de <strong>&#8220;Bicho Saudade&#8221;</strong>, single disponível em todos os aplicativos de música nesta sexta-feira, 02 de agosto, em lançamento da Som Livre/MP,B, que antecipa a comemoração do Dia dos Pais – <a href="https://somlivre.lnk.to/Bicho_Saudade"><strong>ouça</strong></a><strong>.</strong> Gravada ao vivo por Henrique Vilhena no estúdio da gravadora, no Rio de Janeiro, a canção ganhou clipe dirigido por Maria de Médicis, que traduziu em imagens a atmosfera íntima do encontro – <a href="https://youtu.be/--QzTsWcBDQ%C2%A0"><strong>veja</strong></a><strong>.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Saudade é um lindo bicho</em></p>
<p><em>Que no escuro se orienta</em></p>
<p><em>Que da fome se alimenta</em></p>
<p><em>Que tem a dor por capricho</em></p>
<p><em>E só quando dói alenta</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>João via seu pai, Lenine, ganhar o mundo. Para ganhar o mundo, há que se viajar. E, aos olhos do filho, ganhar o mundo passa a significar perder o pai, mesmo que de forma transitória.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Saudade é um bicho estranho</em></p>
<p><em>De natureza selvagem</em></p>
<p><em>Porém de fina engrenagem:</em></p>
<p><em>Crescendo a perder tamanho</em></p>
<p><em>Vê-se minguar de coragem</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O filho, João, vira artista como seu pai. E vira pai. Repete-se a história, mas agora com João no papel do pai prestes a se ausentar. É nesse contexto que surge a letra de &#8220;Bicho Saudade&#8221;. <em>&#8220;Escrevi mentalmente esse poema em 2016, caminhando pela rua, às vésperas de uma turnê de mais de dois meses que faria pelos Estados Unidos. Na época, eu e Miriam tínhamos dois filhos, Tom e Luna. Eu estava apavorado, por mim e por eles. A saudade que eu sabia que sentiria era tão real que poderia ser tocada. Um bicho &#8211; foi a imagem que me surgiu&#8221;</em>, explica João.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Enquanto verso a saudade</em></p>
<p><em>O bicho, feito quimera,</em></p>
<p><em>Partido pela metade,</em></p>
<p><em>meu coração acelera</em></p>
<p><em>O mudo rugir da fera</em></p>
<p><em>É que impõe sem piedade</em></p>
<p><em>O meu compasso de espera</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Martin, o terceiro filho, foi gerado quando João voltou da tal turnê. Agora João tinha três filhos, assim como seu pai, e parecia óbvio que esse &#8220;Bicho Saudade&#8221; tinha que ser criado pelos dois, como a representação da dobra do tempo na história de ambos. João mandou o poema e Lenine fez dele canção. <em>&#8220;É muito inusitado. Já fiz parcerias com várias pessoas, mas, quando me deparo compondo com meu filho, percebo que tem um grau de intimidade e de troca que vai além de meramente duas pessoas se juntarem para fazer música. Gravar com ele, só nós dois, eu ao violão, foi realmente muito especial&#8221;</em>, diz Lenine.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Saudade é um bicho grande</em></p>
<p><em>Muito maior do que eu penso</em></p>
<p><em>Quão mais se expande, mais denso</em></p>
<p><em>Quão mais denso, mais se expande</em></p>
<p><em>Saudade é um bicho imenso</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A noite de 08 de abril de 2019 ficou marcada para sempre. Se, do lado de fora, o Rio de Janeiro encarava uma das maiores tempestades da sua história, na Som Livre, na Barra da Tijuca, o clima era de comunhão &#8211; e a tempestade era de metalinguagem. A comemoração dos oito anos de Luna, que fazia aniversário naquele dia, durou a madrugada inteira: enquanto, ao redor, tudo era água, no estúdio era construída uma ilha familiar, que transbordou convivência. Pelo menos dessa vez, as imposições do trabalho desaguaram em refúgio e amor. O &#8220;Bicho Saudade&#8221; fez-se manso.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><u>“Bicho Saudade” &#8211; João Cavalcanti feat. Lenine</u></strong></p>
<p><em>Lançamento MP,B/Som Livre &#8211; 02 de agosto/2019</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><u>Sobre a Som Livre</u></strong></p>
<p>De 1969 para cá o mercado fonográfico mudou, assim como a forma de se consumir música. Hoje, 50 anos depois de sua criação, a Som Livre é muito mais do que uma gravadora, é o espelho musical do país. Uma empresa 100% nacional voltada para a música, seja qual for a sua plataforma e que reflete, através de seus lançamentos, o gosto e o hábito de consumo do brasileiro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A Som Livre possui diversas frentes de negócios: venda física, digital, shows, licenciamento e editora. Em seu time são mais de 100 artistas e sua editora é uma das mais importantes do país, representando os direitos de compositores nacionais e internacionais. Na linha de shows, a empresa aposta em festivais de música, que acontecem por todo o país, com as marcas Festeja, Viva Mais Música e Arena Pop.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://www.somlivre.com/">somlivre.com</a></p>
<p><a href="https://www.facebook.com/somlivre/">facebook.com/somlivre</a></p>
<p><a href="https://www.instagram.com/somlivre/">instagram.com/somlivre</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Assessoria de Comunicação Som Livre &#8211; In Press Porter Novelli</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO JOÃO CAVALCANTI – SOMAR Comunicação Integrada </strong></p>
]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>Lenine apresenta show Em Trânsito, sábado, 30 de março, na Casa Natura Musical</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Mar 2019 02:55:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entretenimento]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[casanaturamusical]]></category>
		<category><![CDATA[lenine]]></category>
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					<description><![CDATA[Com músicas novas e releituras de alguns sucessos, Lenine canta álbum que ganhou o Grammy Latino de Rock Alternativo. &#160; No sábado, 30 de março, às 22h, na Casa Natura Musical, o cantor Lenine apresenta o show Em Trânsito, acompanhado por Jr. Tostoi (guitarra), Guila (baixo),...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Com músicas novas e releituras de alguns sucessos, </strong><strong>Lenine canta álbum que ganhou o Grammy Latino de Rock Alternativo.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>No sábado, 30 de março, às 22h, na <strong>Casa Natura Musical</strong>, o cantor <strong>Lenine</strong> apresenta o show <strong>Em Trânsito</strong>, acompanhado por <strong>Jr. Tostoi</strong> (guitarra), <strong>Guila</strong> (baixo), <strong>Pantico Rocha</strong> (bateria) e <strong>Bruno Giorgi</strong> (guitarra). Lançado em maio de 2018, <strong>Em Trânsito</strong> ganhou o Grammy Latino de Melhor Álbum de Rock Alternativo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Em Trânsito</strong> é uma ode ao processo. Não à toa, subverte a ordem que se nos impuseram (disco de estúdio / show / disco ao vivo). É livre de obrigações, desemoldurado. O resultado é um repertório de canções que soam novas &#8211; sejam elas inéditas ou não – recriadas em conjunto com a banda que já acompanha Lenine há muitos anos. Bruno Giorgi também assina a direção musical, sendo mola essencial dessa engrenagem-organismo. Essa dinâmica de conjunto, azeitada pela vivência e temperada pela busca coletiva das sonoridades, gerou arranjos poderosos, que reforçam a premissa “não cheguei sozinho”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O repertório apresenta algumas canções inéditas: <em>Leve e Suave</em>, assinada por Lenine; <em>Intolerância</em>, em parceria com <strong>Ivan</strong> <strong>Santos</strong>; <em>Ogan</em> <em>Erê</em>, feita com <strong>Lula</strong> <strong>Queiroga</strong>; e <em>Bicho</em> <em>Saudade</em>, com <strong>João</strong> <strong>Cavalcanti</strong>. Orbitando-as, algumas músicas de outros discos do artista que ajudam a construir a narrativa da transformação como certeza única. Com patrocínio da Petrobras e do Governo Federal, Em Trânsito é, portanto, o que o próprio nome sugere. É o mar de escolhas que Lenine fez para manter-se atento ao caminho, mesmo sem saber o destino.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>É o artista recusando-se a ceder à inércia &#8211; <em>Eu</em> <em>Sou</em> <em>Meu</em> <em>Guia</em> e o movimento <em>É</em> <em>o</em> <em>Que</em> <em>Me</em> <em>Interessa</em> (música feita com Dudu Falcão). É a iluminação acentuada nas penumbras e contrastes, desenhada por <strong>Robson</strong> <strong>de</strong> <strong>Cássia</strong> e conectada com o meio e o tempo onde foi concebida. É uma arte gráfica, assinada por <strong>Bruno</strong> <strong>Tavares</strong> e <strong>Lisa</strong> <strong>Akerman</strong>, igualmente analógica: feita em cianótipo, processo químico de impressão que antecedeu a fotografia moderna, mostra muitos símbolos processuais, como o neurônio, a raiz, o relâmpago &#8211; a analogia está na forma e no conteúdo. É, por fim, a deflagração do ímpeto, como descrita na inédita <em>Sublinhe</em> <em>e</em> <em>Revele</em>. Porque o tom é grave e o tempo é breve. (por <strong>João Cavalcanti</strong>)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Março tem ótimos shows na Casa Natura Musical</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ao longo de todo o mês de março, a Casa Natura Musical apresenta uma programação com grandes shows, todos <strong>já com ingressos à venda</strong>, como <strong>Carne Doce</strong> com o show <strong>Tônus</strong> (8 de março), <strong>Tuyo e convidadas</strong> (15 de março), <strong>Gal Costa</strong> gravando seu segundo DVD na Casa Natura Musical, no show <strong>A Pele do Futuro</strong> (22 e 23 de março), <strong>Pretinho da Serrinha</strong> convida <strong>Maria Rita</strong> (28 de março), <strong>Lenine</strong>, com o show <strong>Lenine Em Trânsito</strong> (30 de março) e, para toda a família, o espetáculo <strong>Rockin Kidz</strong> (na tarde do domingo, 31 de março).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Casa Natura Musical</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Inaugurada em maio de 2017, a Casa Natura Musical celebra o fato de ter entrado para o mapa cultural de São Paulo como uma das mais charmosas e aconchegantes casas de shows do país, eleita como a <strong>melhor casa de shows de grande porte de São Paulo</strong> (<em>O Estado de S. Paulo</em>, em 5/10/18) e o <strong>Melhor Espaço Para Shows</strong> (Blog do Arcanjo / UOL, em 2/01/19). Com total visibilidade de qualquer ponto da plateia, a Casa oferece uma combinação de conforto e qualidade musical, configurando o palco ideal para abrigar nomes consagrados, novos talentos e projetos desenhados a muitas mãos. O acesso por transporte público é fácil, pois a Casa está localizada na esquina da <strong>rua Artur de Azevedo</strong> com a <strong>rua dos Pinheiros</strong>, entre as estações Fradique Coutinho e Faria Lima do metrô, próxima a linhas de ônibus e ciclovias. O empreendimento soma as credibilidades dos empresários <strong>Paulinho Rosa</strong>, dono do Canto da Ema, e <strong>Edgard Radesca</strong>, fundador do Bourbon Street Music Club, à cantora e compositora <strong>Vanessa da Mata</strong>. Formaram assim a VIVÁ Cultural, empresa proprietária e realizadora do projeto. O patrocínio é da <strong>Natura</strong>, empresa que há 12 anos destaca-se pela atuação na valorização da produção contemporânea e da identidade musical brasileira por meio do Natura Musical. Uma novidade da casa, inspirada nas lojinhas de museu, é o espaço de experimentação de produtos Natura, com balcões de maquiagem e perfumaria e consultoria especializada.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><u>Lenine</u></strong></p>
<p>Show:<strong> Em Trânsito</strong></p>
<p>Quando: <strong>sábado, 30 de março, às 22h</strong></p>
<p>Abertura da Casa: <strong>20h30</strong></p>
<p>Ingressos:</p>
<p><strong>Meia-entrada para todos os lotes e setores. Clientes Porto Seguro pagam meia.</strong></p>
<p>Pista: R$ 100 (lote 1), R$ 130 (lote 2) e R$ 160 (lote 3)</p>
<p>Bistrô Superior: R$ 200</p>
<p>Camarote: R$ 220</p>
<p>Lotação para este show: <strong>710 lugares</strong></p>
<p>Classificação etária: <strong>12 anos</strong> (menor de 12 acompanhado pelos pais ou responsáveis)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Casa Natura Musical</strong></p>
<p>Rua Artur de Azevedo, 2134, Pinheiros, São Paulo, tel: (011) 3031-4143</p>
<p>Ingressos sem taxa de conveniência na bilheteria da Casa</p>
<p>Ingressos podem ser pagos com dinheiro, cartões de crédito e débito</p>
<p>Horário da bilheteria: de terça a sábado, das 12h às 20h. Segundas e domingos, quando houver show. Em dias de espetáculo, a bilheteria fecha mais tarde, até uma hora após o início da apresentação.</p>
<p>Venda de ingressos: <a href="http://www.casanaturamusical.com.br/">www.casanaturamusical.com.br</a></p>
<p>Venda para pessoas com deficiência: 4003-6860</p>
<p>Estacionamento conveniado: R$ 20 (Car Park, Rua Cunha Gago, 83, entrada pela rua Artur de Azevedo, ao lado da Casa)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://www.facebook.com/CasaNaturaMusical">https://www.facebook.com/CasaNaturaMusical</a></p>
<p><a href="https://www.instagram.com/casanaturamusical/">https://www.instagram.com/casanaturamusical/</a></p>
<p><a href="http://www.twitter.com/casanaturamus">www.twitter.com/casanaturamus</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><u>Mais informações para a imprensa</u>:</strong></p>
<p><strong>Casa Natura Musical / Vivá Cultural </strong></p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Confira a Programação de eventos do Sesc Belenzinho em Dezembro/2018</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Nov 2018 00:03:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entretenimento]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[lenine]]></category>
		<category><![CDATA[manobrown]]></category>
		<category><![CDATA[sescbelenzinho]]></category>
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					<description><![CDATA[Programação Musical SESC BELENZINHO – Dezembro/2018 &#160; O cantor Lenine (foto) é um destaques da programação    Show: Ednardo Romance do Pavão Mysterioso (1974) Álbum &#8211; O projeto remonta a memória da música brasileira por meio de registros fonográficos. &#160; Acompanhado por uma banda de...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Programação Musical</strong></p>
<p><strong>SESC BELENZINHO – Dezembro/2018</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O cantor Lenine (foto) é um destaques da programação </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Show: <strong>Ednardo</strong></p>
<p><em>Romance do Pavão Mysterioso (1974)</em></p>
<p><strong><em>Álbum &#8211; </em></strong><em>O projeto remonta a memória da música brasileira por meio de registros fonográficos.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Acompanhado por uma banda de sete músicos, o artista apresenta o show <em>Romance do Pavão Mysterioso</em>, título de seu primeiro disco solo, gravado e lançado originalmente no ano de 1974. Além da faixa título, o disco tem sucessos como <em>Artigo 26</em>, <em>Carneiro</em> e <em>À Palo Seco</em>. Ednardo é músico, compositor, produtor, arranjador e cineasta. Deu início a sua história na música em 1968, cantando em bares, clubes, saraus musicais, festivais de música e programas de televisão. Em 1976, sua música fica conhecida em todo o país, quando <em>Pavão Mysterioso</em> passa a ser trilha sonora de novela. Ao longo desses 40 anos de carreira, são mais de 450 obras musicais distribuídas por diversas gravadoras e produtoras, em discos, cinema, teatro, especiais de TV e outras mídias.</p>
<p>Local: Teatro (392 lugares).</p>
<p>Não recomendado para menores de 12. Duração: 1h30.</p>
<p>R$ 20,00 (inteira). R$ 10,00 (meia). R$ 6,00 (Credencial Plena).</p>
<p>Limite de venda de 2 ingressos por pessoa</p>
<p><strong>01 e 02/12. Sábado, às 21h. Domingo, às 18h</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Show: <strong>Nina Pará &amp; Paulo Zinner </strong></p>
<p>Séries Rock e Hard Rock</p>
<p><strong><em>Baterias Brasileiras &#8211; </em></strong><em>Um panorama da evolução da bateria brasileira.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Nina Pará</strong> é natural de SP, e transita entre os gêneros como rock, blues, heavy metal e rock progressivo, porém a música brasileira também está em seu repertório. Integrou diversos projetos e bandas como Crats, Illustria, Kavla, Lacme, Kriptonita e Punkake. Atualmente, faz parte das bandas Ronaldo e os Impedidos, Lebrainz, Suck My Magic. Em dezembro de 2014, lançou seu primeiro disco solo, <em>Heartbeat</em>, com sete faixas instrumentais, que será apresentado neste show. <strong>Paulo Zinner</strong> é baterista e produtor musical, conhecido por ser um dos fundadores da banda de hard rock paulista Golpe de Estado. É cofundador do power trio de blues Fickle Pickle, uma das pioneiras do estilo no Brasil e também conhecido pelo seu trabalho com Rita Lee e Roberto de Carvalho, por mais de uma década. Nesta apresentação, vem acompanhado de sua Rockestra para mostrar sons que influenciaram sua carreira, com repertório que passa pelas bandas de classic rock como Deep Purple, Alice Cooper, Black Sabath e Beatles, além de músicas próprias e canções de suas ex-bandas.</p>
<p>Local: Comedoria (500 lugares)</p>
<p>Não recomendado para menores de 18. Duração: 1h30.</p>
<p>R$ 20,00 (inteira). R$ 10,00 (meia). R$ 6,00 (Credencial Plena).</p>
<p>Limite de venda de 4 ingressos por pessoa</p>
<p><strong>01/12. Sábado, às 21h30</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Workshop: <strong>Eloy Casagrande &#8211; Machine Messiah</strong></p>
<p>Série Metal</p>
<p><strong><em>Baterias Brasileiras &#8211; </em></strong><em>Um panorama da evolução da bateria brasileira.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Apresentação do trabalho do baterista, baseado no último disco do Sepultura, <em>Machine Messiah</em>, por meio da demonstração de temas de estudos experimentais do instrumentista, passando por técnicas e escolha de repertório até experiências de vida e gerenciamento de carreira.</p>
<p>Local: Sala de Espetáculos 2.</p>
<p>Grátis. Não recomendado para menores de 12.</p>
<p><strong>05/12. Quarta, das 20h às 22h</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Show: <strong>Juçara Marçal </strong></p>
<p><strong>Participação: Thais Nicodemo e Yzalú</strong></p>
<p><strong><em>Direitos Humanos e a Declaração Universal &#8211; </em></strong><em>Atividades que abordam a Declaração Universal de Direitos Humanos em comemoração à data celebrada no dia 10 de dezembro.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Show de Juçara Marçal com participações da pianista Thais Nicodemo e de Yzalú, em comemoração às ações do Fundo Brasil de Direitos Humanos, em 2018. Juçara e os convidados apresentam um repertório de autores contemporâneos, cujas composições revelam, em sua poesia e sonoridade, um pouco da ‘geografia humana’ da cidade de São Paulo: personagens urbanos em sua luta pela sobrevivência e lucidez. Interpretam canções de Itamar Assumpção, Kiko Dinucci, Tom Zé, entre outros. <strong>Izalú </strong>é negra, cantora, rapper, violonista e intérprete com 14 anos de carreira. Em seu primeiro álbum <em>Minha Bossa É Treta</em>, lançado em 2016, ousou e experimentou os ritmos rap, MPB, samba, jazz e afrobeat. É a primeira cantora no Brasil a utilizar sua &#8220;deficiência física&#8221; como ferramenta, quebrando paradigmas. <u>Ficha técnica</u>: Juçara Marçal – (voz), Thais Nicodemo (piano preparado), Yzalú (participação especial com voz e violão).</p>
<p>Local: Teatro (392 lugares)</p>
<p>Grátis: Não recomendado para menores de 16. Duração: 1h30</p>
<p><strong>05/12. Quarta, às 20h</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Show: <strong>Vozes de Angola</strong></p>
<p>Coral de jovens deficientes visuais, imigrantes da guerra civil angolana.</p>
<p><strong><em>Refúgios Musicais &#8211; </em></strong><em>Apresentações músicos e artistas refugiados e imigrantes, que se instalaram no Brasil e aqui desenvolvem seu trabalho e sua arte.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Refugiados da guerra civil que assolou seu país por mais de três décadas, jovens angolanos com deficiência visual, vieram ao Brasil em busca de melhores condições de vida e, em 2015, depois de uma forte campanha junto à mídia, conseguiram visto permanente. Hoje, jovens adultos, contam e cantam suas histórias de vida e motivam aos presentes com seu talento. No repertório eclético, apresentam cantigas folclóricas em dialeto africano, música popular brasileira, gospel e composições autorais, cantadas à capela ou com o acompanhamento de teclado, violão e percussão. Suas inspirações vem de nomes como Salif Keita, Brenda Fassie, Papa Wemba, Awilo Longomba, Elias Diá Kimuezo, Coral Jovem da África do Sul, Black Company, Michael Jackson, Milton Nascimento, Tim Maia, Roupa Nova e outros. <u>Ficha técnica</u> &#8211; Amarilis Américo (Delfina): mezzo-soprano. Isabella D&#8217;Leon: soprano. Jacob Cachinga: baixo e teclado. Mila Cussama (Emília): mezzo-soprano. Manuela Reis (Rosa): mezzo-soprano. Prudêncio Jefferson: barítono. Rui Kelson: tenor. Viviane Kubo: regente e preparadora vocal. Márcia Machado: produtora.</p>
<p>Local: Comedoria (500 lugares)</p>
<p>Grátis. Não recomendado para menores de 10. Duração: 1h30</p>
<p><strong>06/12. Quinta, às 20h</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Bate-papo: <strong>Bate Papo com Nina Pará, Paulo Zinner, Michele Abu e Eloy Casagrande</strong></p>
<p>Séries Rock, Hard Rock e Metal / Mediação: Régis Tadeu</p>
<p><strong><em>Baterias Brasileiras &#8211; </em></strong><em>Um panorama da evolução da bateria brasileira.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A atividade, que faz parte do Projeto Baterias Brasileiras, discute informalmente com o público as experiências profissionais de cada instrumentista, o mercado musical e aspectos técnicos importantes para o desenvolvimento dos bateristas, além de mostrar o repertório técnico de cada um. Mediação do Crítico Musical Régis Tadeu.</p>
<p>Local: Sala de Espetáculos 2</p>
<p>Grátis. Não recomendado para menores de 12.</p>
<p><strong>06/12. Quinta, das 20h às 22h</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Show: <strong>Lenine</strong></p>
<p>Disco <em>Em Trânsito</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O cantor, compositor, multiinstrumentista, arranjador e produtor musical pernambucano ganhou cinco vezes o Grammys Latinos, duas o Prêmio APCA e nove o Prêmio da Música Brasileira. Contabiliza-se que tenha escrito, gravado e produzido mais de 500 canções, algumas dessas gravadas por Maria Bethânia, Elba Ramalho, Milton Nascimento e Gilberto Gil. No show de seu recente trabalho, <em>Em Trânsito</em>, mostra repertório de canções inéditas como <em>Leve e Suave</em>, assinada por ele; algumas em parceria com Ivan Santos como <em>Intolerância</em>; <em>Ogan Erê</em>, feita com Lula Queiroga; <em>Bicho Saudade</em>, com João Cavalcanti, além de músicas de seus outros discos. O acompanham os músicos Jr. Tostoi, Guila, Pantico Rocha e Bruno Giorgi, que também assina a direção musical do disco.</p>
<p>Local: Teatro (392 lugares).</p>
<p>Não recomendado para menores de 12. Duração: 1h30.</p>
<p>R$ 30,00 (inteira). R$ 15,00 (meia). R$ 9,00 (Credencial Plena).</p>
<p>Limite de venda de 2 ingressos por pessoa</p>
<p><strong>07 a 16/12. Sextas e sábados (às 21h) e domingos (às 18h)</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Show: <strong>Reytoro </strong>(Uruguai)</p>
<p><strong><em>Música Extrema &#8211; </em></strong><em>Gêneros e estilos como noise, heavy metal, hardcore e grindcore.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Banda uruguaia de metal, formada em 1998, por Fabian Furtado (vocais), Norberto Arriola (guitarra), Fernando Afaro (bateria) e Enzo Broglia (baixo). Em 2003, lançaram o primeiro disco, <em>Reytoro</em> (2003), seguido por <em>Vivo</em> (2007). A partir de então, dividiram palco com bandas como Deep Purple, Sepultura, Rata Blanca, Exodus e Kreator. Reytoro também participou de três edições do Pilsen Rock, um dos maiores festivais de rock da América Latina.</p>
<p>Local: Comedoria (500 lugares)</p>
<p>Não recomendado para menores de 18. Duração: 1h30.</p>
<p>R$ 20,00 (inteira). R$ 10,00 (meia). R$ 6,00 (Credencial Plena).</p>
<p>Limite de venda de 4 ingressos por pessoa</p>
<p><strong>07/12. Sexta, às 21h30</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Show: <strong>Michelle Abu e Eloy Casagrande</strong></p>
<p>Série Metal</p>
<p><strong><em>Baterias Brasileiras &#8211; </em></strong><em>Um panorama da evolução da bateria brasileira.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Michelle Abu</strong> é baiana de nascimento. Seu toque é conhecido pelo público e reconhecido pelos colegas músicos, bem como sua performance como band leader e guitarrista. A baterista, cantora e compositora mostra um espetáculo instrumental com um set de percussão, bateria e samples, somados a baixo moog, guitarra, violões e bases eletrônicas. Ela apresenta grooves pesados de rock mesclando pitadas de ritmos brasileiros. <strong>Eloy Casagrande</strong> é integrante da banda Sepultura, na qual ingressou com apenas 20 anos. Aos 13, já era o vencedor do Batuka International Drummer Fest, promovido pela baterista Vera Figueiredo. Logo após, ganhou o concurso Modern Drummer&#8217;s Undiscovered Drummer Contest 2005, em New Jersey. Com influências dos bateristas como Aquiles Priester, Mike Terrana, Tommy Aldridge, Deen Castronovo, Dennis Chambers e Vinnie Colaiuta, Eloy apresenta repertório autoral de temas instrumentais de metal pesado.</p>
<p>Local: Comedoria (500 lugares)</p>
<p>Não recomendado para menores de 18. Duração: 1h30.</p>
<p>R$ 20,00 (inteira). R$ 10,00 (meia). R$ 6,00 (Credencial Plena).</p>
<p>Limite de venda de 4 ingressos por pessoa</p>
<p><strong>08/12. Sábado, às 21h30</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Show: <strong>Renato Gama e Orquestra Profunda de Delicadeza</strong></p>
<p>Comemoração dos 70 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos.</p>
<p><strong><em>Direitos Humanos e a Declaração Universal &#8211; </em></strong><em>Atividades que abordam a Declaração Universal de Direitos Humanos em comemoração à data celebrada no dia 10 de dezembro.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Declamação musicada do Artigo 2 da Declaração Universal do Direitos Humanos, realizada pelo músico Renato Gama, acompanhado pela Orquestra Profunda da Delicadeza, em comemoração aos 70 anos da Carta. Em 2018, a Declaração Universal de Direitos Humanos completa 70 anos. Constituída por 30 artigos e formulada ao final da Segunda Guerra Mundial, pretendeu estabelecer orientações e chamar atenção para os Direitos Humanos como algo universal e inalienável.</p>
<p>Local: Comedoria (500 lugares)</p>
<p>Grátis. Não recomendado para menores de 18. Duração: 1h30</p>
<p><strong>12/12. Quarta, às 20h</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Show: <strong>Luiz Ayrão</strong></p>
<p><strong>Salve Samba! &#8211; </strong><em>O ritmo genuinamente brasileiro em seus diversos estilos apresentado por artistas da jovem e da velha guarda.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Autor de clássicos da música brasileira, Luiz Ayrão completa 50 anos de carreira e apresenta show com os principais sucessos de sua trajetória como <em>O Lencinho</em>, além de composições de sua autoria que se tornaram hits nas vozes de Roberto Carlos, Maria Bethânia, Vanessa da Matta, Zeca Baleiro, Diogo Nogueira, Nana Caymmi, e encerra com um potpourri de canções dos mais tradicionais compositores da música popular brasileira, como Ataulpho Alves, Noel Rosa e Dorival Caymmi.</p>
<p>Local: Comedoria (500 lugares)</p>
<p>Não recomendado para menores de 18. Duração: 1h30.</p>
<p>R$ 20,00 (inteira). R$ 10,00 (meia). R$ 6,00 (Credencial Plena).</p>
<p>Limite de venda de 4 ingressos por pessoa</p>
<p><strong>14/12. Sexta, às 21h30</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Show: <strong>Quino </strong></p>
<p>A voz do Big Mountain (EUA)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Quino é fundador e vocalista da banda de reggae norte-americana Big Mountain, surgida na década de 90 em San Diego (Califórnia). Com ela lançou oito discos lançados, alcançando números de vendas que não se via desde Bob Marley, invadindo, inclusive, países ainda não explorados pelo reggae como, a exemplo da China. Quino traz ao Brasil um show que tem em seu repertório os sucessos da história do Big Mountain, como <em>Baby, I Love Your Way</em>, maior hit da banda e que, atualmente, integra a trilha sonora do filme <em>Jumanji 2</em>, além de canções como <em>Caribean Blue</em>, <em>Get Together</em> e <em>Let’s Stay Together</em>.  O artista se apresenta acompanhado pela banda brasileira Afrodizia.</p>
<p>Local: Comedoria (500 lugares)</p>
<p>Não recomendado para menores de 18. Duração: 1h30.</p>
<p>R$ 30,00 (inteira). R$ 15,00 (meia). R$ 9,00 (Credencial Plena).</p>
<p>Limite de venda de 4 ingressos por pessoa</p>
<p><strong>15/12. Sábado, às 21h30</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Show: <strong>Edson Gomes e Banda Cão de Raça</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Nascido na região do recôncavo baiano, o cantor, compositor e produtor musical de reggae ganhou o Troféu Caymmi, em 1986, como Melhor Interprete. Lançou os discos <em>Reggae Resistência</em> (1988), <em>Recôncavo</em> (1990), <em>Campo de Batalha</em> (1992), <em>Resgate Fatal</em> (1995), <em>Meus Momentos</em> (1997), <em>Apocalipse</em> (1997), <em>Acorde, Levante e Lute</em> (2001), <em>Ao Vivo em Salvador</em> (2006) e <em>Ao Vivo em Senhor do Bonfim</em> (2010). Neste show, acompanhado da Banda Cão de Raça, apresenta sucessos de carreira como <em>Sámarina</em>, <em>Fogo na Babilônia</em>, <em>500 Anos</em>, <em>Serpente</em> e <em>Campo Batalha</em>.</p>
<p>Local: Comedoria (500 lugares)</p>
<p>Não recomendado para menores de 18. Duração: 1h30.</p>
<p>R$ 20,00 (inteira). R$ 10,00 (meia). R$ 6,00 (Credencial Plena).</p>
<p>Limite de venda de 4 ingressos por pessoa</p>
<p><strong>20 e 21/12. Quinta e sexta, às 21h30</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Show: <strong>Mano Brown</strong></p>
<p>Em <em>Boogie Naipe</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O rapper paulistano, vocalista dos Racionais MC&#8217;s e autor de sucessos como <em>Vida Loka I</em>, <em>Vida Loka II</em>, <em>Negro Drama</em> (com Edi Rock), <em>A Vida é Desafio</em>, <em>Jesus Chorou</em>, <em>Da Ponte pra Cá</em> e <em>Capítulo 4, Versículo 3</em>, apresenta show do disco <em>Boogie Naipe</em>, seu primeiro álbum solo, lançado em 2016. Ao lado do cantor Lino Krizz, Brown sobe ao palco com uma banda formada por mais de 10 músicos, 2 backing vocals, além do DJ Mr. Dri. Idealizado por Brown e Lino Krizz, o repertório traz a música negra, recorrendo à sonoridade das principais referências da dupla: Tim Maia, Jorge Ben, Marvin Gaye, Leon Ware, Cassiano, Clara Nunes, Bebeto, Isaac Hayes e Fundo de Quintal.</p>
<p>Local: Comedoria (500 lugares)</p>
<p>Não recomendado para menores de 18. Duração: 1h30.</p>
<p>R$ 30,00 (inteira). R$ 15,00 (meia). R$ 9,00 (Credencial Plena).</p>
<p>Limite de venda de 2 ingressos por pessoa</p>
<p><strong>27 e 28/12. Quinta e sexta, às 21h30</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>SERVIÇO</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Sesc Belenzinho</strong></p>
<p>Endereço: Rua Padre Adelino, 1000</p>
<p>Belenzinho – São Paulo (SP). Telefone: (11) 2076-9700</p>
<p><a href="http://www.sescsp.org.br/belenzinho">www.sescsp.org.br/belenzinho</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Estacionamento: Para espetáculos com venda de ingressos após as 17h: R$ 15,00 (não matriculado); R$ 7,50 (credencial plena no Sesc &#8211; trabalhador no comércio de bens, serviços e turismo/ usuário).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Assessoria de imprensa &#8211; Período: 15/07 a 02/12/2018</strong></p>
<p><strong>VERBENA Comunicação</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
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