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	<title>liadeitamaraca &#8211; Boomerang Music</title>
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	<description>Informação, Novidade e Atualidade</description>
	<lastBuildDate>Sun, 02 Jul 2023 22:32:26 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Sesc Santana recebe o talento e o brilho de Lia de Itamaracá</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 02 Jul 2023 22:32:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[liadeitamaraca]]></category>
		<category><![CDATA[sescsantana]]></category>
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					<description><![CDATA[A cantora pernambucana apresenta o show Ciranda do Mundo &#160; A esplendorosa cantora Lia de Itamaracá, desembarca no Sesc Santana para realização de dois shows nos dias 08 e 09 de julho. Agraciada com o título de Doutora Honoris Causa da UFPE, em 2019, a...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>A cantora pernambucana apresenta o show Ciranda do Mundo</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A esplendorosa cantora <strong>Lia de Itamaracá</strong>, desembarca no <strong>Sesc Santana</strong> para realização de dois shows nos dias 08 e 09 de julho. Agraciada com o título de Doutora Honoris Causa da UFPE, em 2019, a cantora sobe ao palco no sábado, às 20h e domingo, às 18h, para espalhar os saberes e as contribuições culturais que justificam os prêmios e reconhecimento obtidos ao longo da carreira. Os ingressos estão disponíveis para venda no aplicativo Credencial Sesc SP, na <strong><a href="https://s2307.imxsnd29.com/link.php?code=bDpodHRwcyUzQSUyRiUyRmNlbnRyYWxyZWxhY2lvbmFtZW50by5zZXNjc3Aub3JnLmJyJTJGOjQ4NDc3OTMzNzptYXJjb0Bib29tZXJhbmdtdXNpYy5jb20uYnI6NmUyZGM1OjRl">central de relacionamento digital</a> </strong>e presencialmente nas bilheterias das unidades do Sesc.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Dez anos depois do álbum &#8220;Ciranda de Ritmos&#8221;, Lia de Itamaracá lançou, em 2019, o disco &#8220;Ciranda Sem Fim&#8221;. O show Ciranda do Mundo une os dois repertórios. Lia passeia pela ciranda, coco e maracatu tradicionais, e embarca em composições recentes, com cirandas eletrônicas e boleros. O show circula pelo Brasil e já tem agenda na Europa, numa turnê internacional que acontecerá de julho a agosto.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Dias 08 a 09/07. Sábado, às 20h. Domingo, às 18h.</p>
<p>Sesc Santana – Av. Luiz Dumont Villares, 579 – Jd. São Paulo.</p>
<p>Local: Teatro. 330 lugares. 12 anos.</p>
<p>Ingressos: R＄ 50,00 (inteira), R＄25,00 (meia) R＄ 15,00 (credencial plena)</p>
<p>Duração: 90 minutos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Acesso para pessoas com deficiência – estacionamento.</p>
<p>Estacionamento &#8211; R＄ 12,00 a primeira hora e R＄ 3,00 a hora adicional &#8211; desconto para credenciados.<br />
<strong>Paraciclo:</strong> gratuito (obs.: é necessário a utilização travas de seguranças). 19 vagas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para informações sobre outras programações acesse o <strong><a href="https://s2307.imxsnd29.com/link.php?code=bDpodHRwcyUzQSUyRiUyRnd3dy5zZXNjc3Aub3JnLmJyJTJGOjQ4NDc3OTMzNzptYXJjb0Bib29tZXJhbmdtdXNpYy5jb20uYnI6Yjc2N2JkOjRl">portal Sesc SP</a></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Com informações: Assessoria de Imprensa SESC Santana</strong></p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Lia de Itamaracá lança “Dorme, Pretinho”</title>
		<link>https://boomerangmusic.com.br/lia-de-itamaraca-lanca-dorme-pretinho/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 08 Jan 2023 20:42:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[liadeitamaraca]]></category>
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					<description><![CDATA[Lia de Itamaracá celebra a chegada de 2023 com “Dorme, Pretinho”, uma mensagem de aconchego. Composição da Rainha da Ciranda e de Beto Hees traz referências musicais que nos conectam a infância e resgatam a esperança de tempos melhores por vir. &#160; Clipe:  https://youtu.be/20PP4kRulVg   Ouça...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Lia de Itamaracá </strong>celebra a chegada de 2023 com<strong> “Dorme, Pretinho”, </strong>uma mensagem de aconchego. Composição da Rainha da Ciranda e de Beto Hees traz referências musicais que nos conectam a infância e resgatam a esperança de tempos melhores por vir.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Clipe:  </strong><a href="https://youtu.be/20PP4kRulVg">https://youtu.be/20PP4kRulVg</a></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Ouça aqui:  </strong><a href="https://bfan.link/dorme-pretinho">https://bfan.link/dorme-pretinho</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>“Dorme, Pretinho”</strong> é uma resposta revestida de poesia musical para todo o sofrimento provocado pelos últimos quatro anos de um projeto político que causou grande dano para sua comunidade na Ilha de Itamaracá e para todo o país. Foi a partir do desespero que viu nos olhos dos seus e da intranquilidade com o futuro que Lia sentiu o desejo de levar um pouco de sossego e amparo para sua gente. A mensagem, que vem de uma forma lúdica e única, anuncia os novos tempos para sua ilha e para todos os brasileiros, que já podem voltar a sonhar, pular ondas com a Lia de Itamaracá.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O single, que vem de uma forma lúdica e única, anuncia os novos tempos para sua ilha e para todos os brasileiros, que já podem voltar a sonhar e a pular ondas com Lia de Itamaracá. A composição, assinada por Lia em parceria com Beto Hees, é uma adaptação da canção de Mercedes Sosa intitulada &#8216;Duerme Negrito&#8217;, com destinos muito semelhantes, mães e filhos, em ambas as versões, estão ligados pela fragilidade e beleza da existência. Se, por um lado, a necessidade de subsistência é inevitável, a ternura que os une é ainda mais necessária</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>No videoclipe desta canção de ninar de Lia, Rainha da Ciranda e Patrimônio Vivo do Estado de Pernambuco, as imagens da praia, das redes onde as mães ninam seus filhos e de uma Lia etérea se alternam no embalo da voz grave, mas acolhedora da Rainha da Ciranda: “<em>Dorme, dorme pretinho, que mamãe está pescando, pretinho. Dorme, dorme Maria, que mamãe está pescando, Maria</em>”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Quando a música termina, temos a oportunidade de conhecer quem são aquelas pescadoras: mulheres fortes, que aprenderam na infância a arte de pescar ostras, mariscos e caranguejos com seus pais, e passam a tradição para seus filhos. A mãe de Lia, Matildes, também foi uma delas. Ambas são representadas no clipe que, na verdade, se conecta com outras mães, em todo o Brasil.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em sua longa trajetória entre música, cinema e cozinha, Lia aprendeu a como despertar os sonhos de muita gente que cruzava o seu caminho para encher a barriga e acabava se despedindo com o coração preenchido de sonhos. Em “Dorme, Pretinho” e em seu trabalho no centro cultural, Lia de Itamaracá deixa claro que essa habilidade segue mais viva do que nunca.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O videoclipe traz toda a boa energia que precisamos para entrar nessa nova era com muito mais esperança, amor, música e poesia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Quem é a Rainha da Ciranda</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>1.80 de altura, voz grave, nascida em 1944 na Ilha de Itamaracá, nordeste do Brasil; cantora, compositora, atriz e merendeira escolar durante décadas; Patrimônio Vivo do Estado de Pernambuco. Esta é Maria Madalena Correia do Nascimento, a Lia de Itamaracá, mas pode chamar também de Rainha da Ciranda.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O reconhecimento não é à toa. Lia preserva a tradição da ciranda desde os anos 1970, uma expressão popular esquecida pelo poder público e que ironicamente representa o que temos de mais brasileiro e ancestral.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Lia começou a se interessar pela ciranda aos 12 anos. Ninguém de sua família tinha relação com a música, e tampouco existiam cirandeiros na pequena Ilha de Itamaracá, onde sempre viveu. Começou a cantar em um bar da cidade onde trabalhava como cozinheira depois que uma música que carregava seu nome, atribuída a Antônio Baracho, começou a tocar nas rádios locais. A faixa – nomeada “Quem me deu foi Lia” – traz aquele que é até hoje um dos versos mais conhecidos da ciranda: “Essa ciranda quem me deu foi Lia, que mora na Ilha de Itamaracá”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Lia gravou seu primeiro LP, Rainha da Ciranda, em 1977, pelo selo Tapecar, sem muitos recursos fonográficos ou técnicos. Com nove faixas, traz a simbólica “Quem me deu foi Lia”. Após um longo período longe dos estúdios, Lia finalmente retornou em 2000 com o álbum Eu Sou Lia, lançado pela Ciranda Records e relançado pelo selo Rob Digital.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Com Eu Sou Lia a voz rascante da Rainha da Ciranda começou a ganhar o mundo, uma vez que o álbum foi distribuído também na França e ganhou atenção da imprensa especializada. O jornal norte-americano <em>The New York Times</em> a classificou como “diva da música negra”. Para o francês <em>Le Parisien</em>, sua voz é comparável à da cabo-verdiana Cesária Évora. O álbum contou com produção de Beto Hees, personagem essencial para profissionalizar a carreira de Lia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em seu terceiro trabalho, Ciranda de Ritmos (2008), a Rainha da Ciranda inova no repertório ao adicionar o saxofone e ritmos tradicionais do nordeste e de Pernambuco em especial, como o coco de raiz e o maracatu, ao vai e vem da ciranda. O álbum foi um sucesso e a turnê ganhou não apenas vários estados do Brasil como também países da América Latina e da Europa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>No Brasil, Lia também crescia e chamava a atenção de artistas da nova geração da música brasileira em busca da valorização das nossas raízes. O grupo pernambucano de manguebeat Nação Zumbi a convidou para dar voz à faixa “João Galafuz”, do álbum Rádio Samba, e o rapper Rincón Sapiência fez o mesmo no premiado álbum Galanga Livre (2017). Dois anos depois, a Rainha da Ciranda foi homenageada pelo maior bloco de carnaval do mundo, o pernambucano Galo da Madrugada.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Foi neste mesmo ano que Lia, aos 75 anos, lançou Ciranda Sem Fim (2019) pelo selo Natura Musical, com um repertório mais variado e contemporâneo, ousando no bolero e no brega e conectando o nordeste ao restante do mundo. A produção é de DJ Dolores, um dos grandes representantes do movimento manguebeat, e outros artistas reconhecidos participam com suas composições, como Chico César, Alessandra Leão e até Carlos Gomes, compositor de ópera do século XIX.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>A ciranda </strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Enquanto no restante do Brasil a ciranda é vista como uma brincadeira infantil, nos estados do nordeste, e em especial em Pernambuco, ela é uma expressão cultural de origem africana que reúne canto, dança e poesia em uma roda animada. Forma-se uma roda em que todos dão as mãos, cantando em um ritmo quaternário lento, com o compasso marcado pela zabumba e outros instrumentos de percussão. A roda é formada principalmente por adultos, mas as crianças também podem participar – a ciranda é uma tradição plural e inclusiva, como diz uma das letras de Lia: “minha ciranda não é minha só, ela é de todos nós”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>As letras são simples, fáceis de aprender para que todos na roda possam cantar, e giram em torno de temas cotidianos. Os movimentos de ir e vir lembram as ondas do mar, nas palavras da própria Lia. E é na areia da praia que nossa rainha escreve suas letras desde menina.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Não há consenso sobre a origem da ciranda. O Dicionário do Folclore Brasileiro, de Luís da Câmara Cascudo, relata que a dança chegou ao Brasil no século XIX por meio de portugueses e espanhóis. Aos olhos de Lia de Itamaracá, ela começou com as mulheres dos pescadores, que ficavam na beira da praia, de mãos dadas, cantando no ritmo das ondas enquanto esperavam que o mar trouxesse seus homens de volta.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>A atriz Lia</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Lia mostra seu talento e força também no cinema, na TV e em séries de <em>streaming</em>. Suas participações mais recentes foram no elogiado filme brasileiro “Bacurau” (2019), dirigido por Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles, e na série “Santo” (2022), uma produção espanhola da Netflix que se passa entre Brasil e Espanha. A Rainha da Ciranda não tem penas, mas pode mesmo voar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>DORME, PRETINHO</strong> (Lia de Itamaracá/Beto Hees)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Dorme, dorme Pretinho</p>
<p>Que mamãe está pescando Pretinho</p>
<p>Dorme dorme Maria</p>
<p>Que mamãe está pescando Maria.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>E vai trazer muitos peixes para ti</p>
<p>E vai trazer carne de ostras para ti</p>
<p>Um jereré bem cheinho de Siri</p>
<p>E vai trazer muitas conchas para ti.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Se meu pretinho não dorme</p>
<p>Vem o Papa-Figo e zap..</p>
<p>Te rouba o sorriso, taque bum, taque bum</p>
<p>Isso não é bom.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Dorme, dorme pretinho</p>
<p>Que mamãe está pescando, pretinho</p>
<p>Dorme, dorme Maria</p>
<p>Que mamãe está pescando, Maria</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Tá pescando, sim</p>
<p>Tá pescando todo dia</p>
<p>Tá pescando sim</p>
<p>Tá pescando lá no mangue</p>
<p>Tá pescando sim</p>
<p>Tá pegando caranguejo</p>
<p>Tá pegando sim</p>
<p>Pro Pretinho e pra Maria</p>
<p>Tá pescando sim.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Dorme, dorme pretinho</p>
<p>Que mamãe está pescando, pretinho</p>
<p>Dorme, dorme Maria</p>
<p>Que mamãe está pescando, Maria</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Dorme, dorme pretinho</p>
<p>Que mamãe está pescando, pretinho</p>
<p>Dorme, dorme Maria</p>
<p>Que mamãe está pescando, Maria</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Dorme, dorme pretinho</p>
<p>Dorme pretinho</p>
<p>Dorme, dorme pretinho</p>
<p>Dorme meu pretinho</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Lia de Itamaracá – Voz</p>
<p>Leo Mendes – Violão</p>
<p>Antônio Januário – Caixa</p>
<p>Gangga Barreto – Ganzá</p>
<p>Tony Boy – Surdo</p>
<p>Dando do Sax – Saxofone</p>
<p>Biu Negão – Trombone</p>
<p>Bibiu do Trompete – Trompete</p>
<p>Arranjo de cordas, violino e violas – Felipe Pacheco</p>
<p>Direção artística – Marcus Preto</p>
<p>Produção musical e percussão – Pupillo</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Produtores Executivos: Thabata da Fonseca e Beto Hees</p>
<p>Capa (Colagem): JHÊ</p>
<p>Fotografia: Daryan Dornelles</p>
<p>Selo: Amplifica Records</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Clipe</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Direção e roteiro: Lia Letícia</p>
<p>Produção executiva: Beto Hees</p>
<p>Direção de fotografia: Ytallo Barreto</p>
<p>Coordenação técnica: Hamilton Filho</p>
<p>Produção: Marcos Paulo</p>
<p>Assistência de direção: Mia Aragão</p>
<p>Montagem e assistência de fotografia: Adalberto Oliveira</p>
<p>Figurino: Jane Travassos</p>
<p>Produção e arte: Sol Esoje e Sara da Ilha</p>
<p>Design gráfico: Lili Nascimento</p>
<p>Maquiagem e Cabelo: Felix Oliveira</p>
<p>Assistência de Produção: Robson Gomes da Silva e Hilderlandes da Silva Santos</p>
<p>Elétrica: Wilkson Souza, DG Santos e Roni Paixão</p>
<p>Alimentação: Dona Nalva e Benta</p>
<p>Motorista: Flávio, Edna Blau</p>
<p>Barqueiros: Lego e Mudo</p>
<p>Realização: Centro Cultural Estrela de Lia</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://www.instagram.com/liadeitamaracaoficial">www.instagram.com/liadeitamaracaoficial</a></p>
<p><a href="http://www.facebook.com/liadeitamaraca">www.facebook.com/liadeitamaraca</a></p>
<p><a href="http://www.twitter.com/liadeitamaraca">www.twitter.com/liadeitamaraca</a></p>
<p><a href="http://www.youtube.com/liadeitamaracaoficial">www.youtube.com/liadeitamaracaoficial</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Com informações: Bebel Prates Assessoria de Comunicação</strong></p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Clássico de Lia de Itamaracá, o álbum Ciranda de Ritmos ganha formato digital</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 20 Nov 2022 20:59:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[liadeitamaraca]]></category>
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					<description><![CDATA[Obra rendeu a cantora circulação pelo Brasil e também pela Europa &#160; PRÉ-SAVE &#160; Rainha da ciranda e reconhecida como patrimônio vivo da cultura brasileira, oriunda de Pernambuco, Lia de Itamaracá lançou recentemente, via selo Boia Fria Produções, a versão digital de seu elogiado e...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Obra rendeu a cantora circulação pelo Brasil e também pela Europa</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://ditto.fm/ciranda-de-ritmos"><strong>PRÉ-SAVE</strong></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Rainha da ciranda e reconhecida como patrimônio vivo da cultura brasileira, oriunda de Pernambuco,<strong> Lia de Itamaracá</strong> lançou recentemente, via selo Boia Fria Produções, a versão digital de seu elogiado e já clássico disco <strong><em>Ciranda de Ritmos</em></strong> &#8211; <a href="https://ditto.fm/ciranda-de-ritmos">acesse aqui</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Trata-se do terceiro disco de estúdio da carreira de Lia, que o lançou em 2008, com direção musical do flautista potiguar Carlos Zens. Na época, <em>Ciranda dos Ritmos</em> teve sua produção contemplada com recursos do edital Petrobrás Cultural e até hoje é tido como um dos melhores trabalhos já divulgados por Lia. Até então encontrado somente no formato físico (CD), agora o álbum alcança as plataformas digitais, em mais um movimento de Lia, que pretende dialogar e se aproximar ainda mais de um público jovem que vem resgatando sua história e trajetória por meio da internet.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Com direção musical e participação do flautista e compositor potiguar Carlos Zens, <em>Ciranda de Ritmos</em> tem seu conceito inspirado sobretudo no músico e saxofonista de 90 anos, que acompanhou Lia por quase 4 décadas &#8211; Seu Bezerra ou Bezerra do Sax. Seu Bezerra foi autor de seis das 14 faixas do álbum, que inclui cocos, maracatus, frevos, maxixes e cirandas. Na época de lançamento do disco, a turnê de divulgação de <em>Ciranda de Ritmos </em>levou Lia para a Europa e também a colocou num giro pelo Brasil, numa programação que chegou a promover 49 apresentações em 55 dias.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O arranjo da canção &#8220;Recife&#8221; ficou por conta do Maestro Ademir Araújo, homenageado do carnaval recifense de 2008. Maestro Formiga, como é conhecido, levou a banda sinfônica da cidade para executar seus arranjos em estúdio. Participaram do disco artistas indígenas da tribo Fulni-ô, de Águas Belas (PE); Seu Luiz Paixão, mestre rabequeiro da Zona da Mata pernambucana; e as Filhas de Baracho &#8211; Severina e Dulce &#8211; que fizeram vocal para Lia em quase todas as faixas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O choro de Naná</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Uma curiosidade especial dos bastidores de gravação de Ciranda dos Ritmos envolve o percussionista pernambucano Naná Vasconcelos (in memoriam). De acordo com o livro “Lia de Itamaracá: Nas Rodas da Cultura Popular” (CEPE Editora), a autora Michele Assumpção revela que durante um dos dias de estúdio, no espaço Fábrica (Recife), Naná chegou de surpresa no local e pode acompanhar parte da gravação. Ao sair da sala, Lia encontrou com Naná, que a abraçava, chorando, chamando-a de “minha mãe preta”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ainda de acordo com Assumpção, “o músico, que na época era o grande responsável pela abertura do Carnaval do Recife, perguntou se Lia gostaria de fazer parte da abertura daquele ano, no dia 1o de Fevereiro. E foi assim que Lia embarcou numa experiência inusitada, cantando cirandas ao lado de Naná, Elza Soares e Marisa Monte”. <a href="https://ditto.fm/ciranda-de-ritmos">Ouça <em>Ciranda de Ritmos</em> aqui.</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Sobre Lia de Itamaracá</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Maria Madalena começou a ficar conhecida como Lia de Itamaracá nos anos 1960 e é autora do famoso refrão, recolhido por Calazans: “<em>Oh cirandeiro / cirandeiro oh / a pedra do teu anel / brilha mais do que o sol”</em>. Lia de Itamaracá começou a participar de rodas de ciranda aos 12 anos e foi a única dentre 22 irmãos a se dedicar à música. Segundo ela, trata-se de “<em>um dom de Deus e uma graça de Iemanjá”.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A compositora Teca Calazans foi uma das primeiras pessoas interessadas na cultura popular nordestina a reconhecer o talento de Lia, o que levou a alguns trabalhos desenvolvidos em parceria, como o resgate de músicas em domínio público e novas composições. Na discografia de Lia encontram-se os álbuns: A Rainha da Ciranda (1977), Eu Sou Lia (2000), Ciranda de Ritmos (2008) e Ciranda Sem Fim (2019).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Patrimônio da cultura brasileira, sobretudo da música e poesia oral de Pernambuco, atualmente Lia de Itamaracá vem se apresentando pelo Brasil e fora dele com a tour do disco mais recente, incluindo no repertório clássicos teus como “Quem Me Deu Foi Lia”, e “Morena de Pernambuco”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><em>Acompanhe Lia de Itamaracá</em></strong></p>
<p><a href="https://open.spotify.com/artist/7dtjhTXpBQ4cCf2GPLG6Qo?si=j3WBt8OBR_6aF_JE9iNdPg"><em>SPOTIFY</em></a><em> | </em><a href="https://www.instagram.com/liadeitamaracaoficial/"><em>INSTAGRAM</em></a><em> | </em><a href="https://www.youtube.com/c/LiadeItamarac%C3%A1OFICIAL"><em>YOUTUBE</em></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><em>Boia Fria Produções</em></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Há 13 anos no mercado, a Boia Fria Produções é uma produtora cultural, editora musical e selo fonográfico com foco na música negra em todas as suas vertentes, indo desde a MPB, passando pelo jazz, samba, funk setentista, até o rap e soul music nacional. Já trabalhou com artistas de renome como Azymuth, Seu Jorge, Racionais MCs e Elza Soares, e foi responsável pelas carreiras dos rappers Dexter e Rincon Sapiência. Atualmente, administra a carreira de Amanda Magalhães e também se dedica a projetos como o Mestres da Soul e o SP RAP, eleito pelo público do Guia da Folha o melhor festival de 2014, além dos festivais Fico em Casa BR, Favela em Casa e do projeto Diversidartes, que reúne artistas com múltiplas deficiências. </em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://www.instagram.com/boiafriaproducoes"><em>www.instagram.com/boiafriaproducoes</em></a></p>
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<p><strong>Com informações: DA LIRA CULTURAL Assessoria de Imprensa</strong></p>
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		<title>André Moraes e Lia de Itamaracá entoam ponto de Exú para celebrar o Dia Nacional da Umbanda</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Nov 2021 11:21:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[andredemoraes]]></category>
		<category><![CDATA[liadeitamaraca]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Para chegar aqui, atravessei um mar de fogo. Pisei no fogo, o fogo não me queimou&#8221;. É com esses versos que o canto singular de Lia de Itamaracá rompe o silêncio sobre batidas de atabaque. A partir dali, a cantora pernambucana e o produtor musical André Moraes – responsável pela trilha sonora do longa <em>Lisbela e o Prisioneiro</em> (2003) – entoam um ponto de Exú, que, na Umbanda, é cantado para buscar as forças espirituais das entidades. Intitulado &#8220;Mar de Fogo&#8221;, o cântico chegou – pelo selo Dutra – aos aplicativos de <em>streaming,</em> no dia 15 de novembro, data em que se comemora o Dia Nacional da Umbanda (<a href="https://ingrv.es/mar-de-fogo-x1a-2"><strong>ouça aqui</strong></a>). O single ganhou também um videoclipe com a participação de Zezé Motta, Silvero Pereira, Bruno Garcia e Bloco Ilú Oba de Min <a href="https://www.youtube.com/watch?v=LtWwrVzMkoY"><strong>(assista aqui)</strong></a>.</p>
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<p>O encontro entre André Moraes e  Lia de Itamaracá se deu por meio de uma amiga em comum. &#8220;Essa música representa, pra mim, uma corrente de fé&#8221;, comenta a cantora, conhecida por levar adiante a cultura popular, principalmente por meio da ciranda. &#8220;É de potência e de resistência. Junta-se tudo e eu enfrento essa barreira pesada todinha&#8221;, ela adiciona. O produtor brasiliense, por sua vez, deixa a sua marca com caminhos sonoros imprevisíveis, mas que se mostram totalmente azeitados à primeira audição. &#8220;A construção dessa música foi bem visual, como se fosse uma pessoa atravessando, mesmo, um mar de fogo”, afirma André Moraes. Então é possível partir daquele atabaque inicial e passar pelo funk, por orquestra e cordas que desembocam em um heavy metal. &#8220;A gente está passando por um momento crítico e muito pesado socioeconômico, cultural e sanitário, principalmente no Brasil. Estamos nesse mar de fogo e nós vamos atravessá-lo. Essa é a principal mensagem da música&#8221;, ele comenta.</p>
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<p>Durante esse período crítico, a Umbanda tem sido um pilar de equilíbrio na vida de André Moraes. Não à toa, &#8220;Mar de Fogo&#8221; é lançada no dia em que se celebra a religião afro-brasileira. O caráter agregador da religião, inclusive, se faz presente no videoclipe da faixa, que reúne Daúde, deputada Renata Souza e Vanessa Pascalle.</p>
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<p>&#8220;Essa música traz uma parte espiritual maravilhosa, traduz uma força total de umbanda, candomblé, como uma ciranda que junta toda matéria espiritual&#8221;, define Lia. &#8220;Os Exús todos se juntam ali e se forma uma corrente de fé&#8221;, ela finaliza. Laróyè, Exu!</p>
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<p><a href="https://ingrv.es/mar-de-fogo-x1a-2"><em><strong>Ouça “Mar de Fogo” aqui</strong></em></a></p>
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<p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=LtWwrVzMkoY"><em><strong>Assista o videoclipe de “Mar de Fogo” aqui</strong></em></a></p>
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<p><strong>Ficha técnica:</strong></p>
<p><strong><br />
</strong>Direção e edição: Bárbara Ramona<br />
Produção Executiva: Priscilla Simonelli, Beto Hess, Danilo Dutra, Jerry Burgos e André Moraes<br />
Arranjos e produção musical: André Moraes<br />
Artistas gentilmente convidados: Zezé Motta, Silvero Pereira, Daúde, Sérgio Pererê, Rodney William, Renata Souza, Vanessa Pascale, Bruno Garcia, Dona Glorinha, Bloco Ilú Oba de Min e Hiltinho Fantástico.<br />
Lançado por Agência Dutra<br />
Marketing digital: Listo Music<br />
Assessoria de imprensa: Trovoa</p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
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<p><strong>Com informações: TROVOA COMUNICAÇÃO</strong></p>
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		<title>Bloco do Sargento Pimenta estreia Pimenta Brasileira nesta sexta, 05/06</title>
		<link>https://boomerangmusic.com.br/bloco-do-sargento-pimenta-estreia-pimenta-brasileira-nesta-sexta-05-06/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2020 00:09:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entretenimento]]></category>
		<category><![CDATA[blocosargentopimenta]]></category>
		<category><![CDATA[liadeitamaraca]]></category>
		<category><![CDATA[pimentabrasileira]]></category>
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					<description><![CDATA[Sim! Nesta sexta, 5 de junho, o Bloco do Sargento Pimenta estreia Pimenta Brasileira, uma série de lives com personalidades que são referências que fundamentam o lado brasileiro do bloco que mistura as canções dos Beatles com nossos ritmos. Na primeira entrevista, a convidada é Lia de...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Sim! Nesta sexta, 5 de junho, o <strong>Bloco do Sargento Pimenta</strong> estreia <strong>Pimenta Brasileira</strong>, uma série de lives com personalidades que são referências que fundamentam o lado brasileiro do bloco que mistura as canções dos Beatles com nossos ritmos. Na primeira entrevista, a convidada é <strong>Lia de Itamaracá</strong>.</p>
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<p>&#8220;Há muitos anos, a gente faz uma pesquisa profunda das manifestações populares, viaja pelo Brasil e principalmente pelo nordeste e traz as mestras e os mestres pra dentro da nossa oficina de percussão, pra dar aulas pros ritmistas da nossa bateria. O que a gente vai fazer agora com essa temporada de lives é apresentar algumas dessas referências para o público geral conhecer quem são as pessoas que fundamentam o lado brasileiro do nosso trabalho e fazem as canções dos Beatles tomarem outra forma&#8221;, explica Felipe Reznik, mestre de bateria e um dos fundadores do bloco.</p>
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<p><strong>PIMENTA BRASILEIRA</strong></p>
<p><strong>JUNHO</strong></p>
<p>05/06 | Lia de Itamaracá (ciranda) &#8211;<strong> foto destaque por José de Holanda</strong></p>
<p>12/06 | Aurinha do Coco e Negadeza (coco)</p>
<p>19/06 | Emerson Santana (ciranda e coco)</p>
<p>26/06 | Iran e Mestre Assis Calixto (Coco Raízes de Arcoverde)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>As transmissões vão acontecer, simultaneamente, nos canais do YouTube e do Facebook do Bloco do Sargento Pimenta, nos links:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://www.youtube.com/user/BlocoSargentoPimenta">https://www.youtube.com/user/BlocoSargentoPimenta</a></p>
<p><a href="https://www.facebook.com/bspimenta">https://www.facebook.com/bspimenta</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Com informações: SOMAR Comunicação Integrada</strong></p>
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