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	<title>luanacarvalho &#8211; Boomerang Music</title>
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		<title>Cantora LUANA CARVALHO lança álbum &#8220;SEGUE O BAILE&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Jan 2021 19:03:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Lançamentos]]></category>
		<category><![CDATA[luanacarvalho]]></category>
		<category><![CDATA[segueobaile]]></category>
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					<description><![CDATA[Ouça aqui &#8211; https://links.altafonte.com/segueobaile   Na adolescência, frequentei muitos bailes funk. Fui fundo mesmo: bailes da periferia; favelas em morros do rio; plays na Tijuca, Méier, Vila Valqueire, Vila da Penha e Nilópolis; viaduto de Madureira; boates da zona sul. Aprendia os passos, ensaiava em...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Ouça aqui &#8211; <a href="https://links.altafonte.com/segueobaile">https://links.altafonte.com/segueobaile</a></strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Na adolescência, frequentei muitos bailes funk. Fui fundo mesmo: bailes da periferia; favelas em morros do rio; plays na Tijuca, Méier, Vila Valqueire, Vila da Penha e Nilópolis; viaduto de Madureira; boates da zona sul. Aprendia os passos, ensaiava em casa, ia pra dançar, levava a sério. Mesmo não sendo ‘nativa’ – termo usado por Hermano Vianna no livro ‘Mundo Funk Carioca’, para as pessoas que eram, de fato, das comunidades e arredores – fui sempre bem recebida e acho que, principalmente, por ter amigos que eram ‘nativos’, já que o samba e o futebol (profissão de meu pai) me fizeram criar muitos elos no subúrbio e favelas do rio. Minha relação com o funk tem muito em comum com minha relação com o samba, embora, na minha casa, o funk fosse considerado uma espécie de problema sociocultural; Insistia-se em condenar o que chamavam de dominação que, supostamente, a ‘música americana’ estava exercendo sobre espaços dos morros, que deveriam ser de samba, exclusiva e historicamente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Assim como o samba sofreu preconceito no início do século XX – sambistas iam, inclusive, presos por portarem determinados instrumentos típicos do ritmo – o funk seguiu, e ainda segue, um caminho parecido. Tanto no impacto quanto na discriminação. Isso, claro, tem a ver com a origem popular de seus locais de propagação, e com a imagem violenta e vulgar que a grande maioria da elite carioca julga ser a desse universo. Mesmo com a explosão de nomes como Anitta e Ludmilla, de uns anos pra cá – o que é muito importante, historicamente – existe ainda – também com ícones como Zeca Pagodinho – uma espécie de folclorização no que poderíamos chamar de respeito ou admiração das classes mais altas por esses ‘personagens do povo’. A questão é que, da mesma maneira que o samba, cuja origem sempre foi polêmica, se tornou um dos maiores símbolos da cultura brasileira, o funk carioca – e pasmem com a quantidade de teses escritas sobre esse movimento desde o livro de Hermano, portanto seria leviano aprofundar o assunto num release de disco – movimentava, já no início dos anos 80, um número perto de 700 bailes por fim-de-semana, frequentados por uma média de 5 mil bailarinos, cada. Além disso, é uma música que muito se difere do Soul ou do Jazz Funky, de onde provém, teoricamente; principalmente por sua mistura com o maculelê.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Por causa da nostalgia que a quarentena me trouxe, voltei meus ouvidos a tudo que mais profundamente me constituiu como ser musical. E lá nos primórdios das minhas tardes inteiras ouvindo e decorando letras de música, encontrei, inevitavelmente – também pelo ano de falecimento e homenagem – o repertório de minha mãe, e os fiunks que tanto embalaram uma época fundamental da minha vida. Também a transformar em letras, reflexões sobre o comportamento da minha classe social e assuntos como racismo, feminismo, doenças tão recorrentes como câncer de mama (tanto em ‘Teta Sem Treta’, música que compus em parceria com a atriz Andreia Horta, quanto em ‘Mainha’). Ao sentir a resposta do público do meu instagram às minhas gravações caseiras de Mc Marcinho, Bob Rum, Latino, Jefferson Jr e Umberto Tavares (gravada por Ludmilla), compositores clássicos e atuais do movimento, tive vontade de falar de um outro baile. Este que não são os de carnaval, mas que unem e separam morro e asfalto ­­– o Baile de Máscara a este disco agora, como uma espécie de ‘duologia’ – na mesma proporção; e que ajudam o Brasil menos favorecido– a seguir o baile da vida.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Creio que já se imagine o quanto lembrei da trajetória de minha mãe, que saiu da bossa-nova rumo aos pagodes do Cacique de Ramos. E digo isso sem maiores pretensões, mas por que também conta na ligação que faço entre os dois álbuns de 2020.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A escolha do produtor vem dessa necessidade de unidade sonora entre os discos, a ideia de continuação. Por incrível e contraditório que pareça, o funk e o samba têm muitas sombras e luzes que se cruzam, artisticamente. Todos os integrantes foram pensados de acordo com a diversidade indispensável, pois tenho ciência da responsabilidade social que assumo, me arriscando nesse universo. No coro, botando voz às letras comigo, estão negres, favelades, gays, gente cujas respostas à minha consulta sobre ‘lugar de fala’ foi o que permitiu gravação e composição desses discursos problematizadores; além de muitos telefonemas para líderes de movimentos antirracistas, por exemplo. Ainda assim, não foi fácil escolher funks com letras que coubessem na minha boca de mulher branca, de classe média alta, feminista e bissexual. Principalmente, letras que não esbarrassem no que cada vez mais consideramos politicamente incorreto. Mas taí o resultado de uma pesquisa profunda e muito engrandecedora pra mim em todos os sentidos. Espero que vocês se divirtam!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone wp-image-21237" src="https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2021/01/mini-LUANA-CARVALHO-3-credito-Jorge-Bispo-300x200.jpg" alt="" width="671" height="447" srcset="https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2021/01/mini-LUANA-CARVALHO-3-credito-Jorge-Bispo-300x200.jpg 300w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2021/01/mini-LUANA-CARVALHO-3-credito-Jorge-Bispo-1024x683.jpg 1024w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2021/01/mini-LUANA-CARVALHO-3-credito-Jorge-Bispo-768x512.jpg 768w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2021/01/mini-LUANA-CARVALHO-3-credito-Jorge-Bispo-700x467.jpg 700w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2021/01/mini-LUANA-CARVALHO-3-credito-Jorge-Bispo.jpg 1500w" sizes="(max-width: 671px) 100vw, 671px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<ol>
<li><strong>Hoje</strong></li>
</ol>
<p>(Jefferson Junior/Umberto Tavares)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Luana Carvalho &#8211; voz</p>
<p>Kassin – baixo acústico</p>
<p>Dedê Silva &#8211; bateria e percussão</p>
<p>Pedro Sá &#8211; violão</p>
<p>Coro &#8211; Leticia Pedroza, Murilo Santos, Erika Anjos, Junior Tavares e Suzana Santana.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="2">
<li><strong>Selfie</strong></li>
</ol>
<p>(Luana Carvalho)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Luana Carvalho &#8211; voz</p>
<p>Kassin &#8211; baixo acústico, palmas, balão e programação</p>
<p>Dedê Silva &#8211; bateria, percussão, sinos e palmas</p>
<p>Pedro Sá &#8211; violão</p>
<p>Coro &#8211; Leticia Pedroza, Murilo Santos, Erika Anjos, Junior Tavares e Suzana Santana.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="3">
<li><strong>Me leva</strong></li>
</ol>
<p>(Latino)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Luana Carvalho &#8211; voz</p>
<p>Kassin &#8211; baixo acústico, percussão e programação</p>
<p>Dedê Silva &#8211; bateria e percussão</p>
<p>Pedro Sá &#8211; violão</p>
<p>Coro &#8211; Leticia Pedroza, Murilo Santos, Erika Anjos, Junior Tavares e Suzana Santana.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="4">
<li><strong>Está escrito</strong></li>
</ol>
<p>(Bob Rum)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Luana Carvalho &#8211; voz</p>
<p>Kassin &#8211; baixo acústico</p>
<p>Dedê Silva &#8211; bateria e percussão</p>
<p>Pedro Sá &#8211; violão</p>
<p>Coro &#8211; Leticia Pedroza, Murilo Santos, Erika Anjos, Junior Tavares e Suzana Santana.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="5">
<li><strong>Rap do solitário</strong></li>
</ol>
<p>(Mc Marcinho/Sullivan &amp; Massadas)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Luana Carvalho &#8211; voz</p>
<p>Kassin &#8211; baixo acústico e programação</p>
<p>Dedê Silva &#8211; bateria e percussão</p>
<p>Pedro Sá &#8211; violão</p>
<p>Coro &#8211; Leticia Pedroza, Murilo Santos, Erika Anjos, Junior Tavares e Suzana Santana.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="6">
<li><strong>Garota nota 100</strong></li>
</ol>
<p>(Mc Marcinho)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Luana Carvalho &#8211; voz</p>
<p>Kassin &#8211; baixo acústico</p>
<p>Dedê Silva &#8211; bateria e percussão</p>
<p>Pedro Sá &#8211; violão</p>
<p>Coro &#8211; Leticia Pedroza, Murilo Santos, Erika Anjos, Junior Tavares e Suzana Santana.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="7">
<li><strong>Teta sem treta</strong></li>
</ol>
<p>(Luana Carvalho/Andreia Horta)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Luana Carvalho &#8211; voz</p>
<p>Zero Telles &#8211; percussão</p>
<p>Kassin &#8211; baixo acústico</p>
<p>Dedê Silva &#8211; bateria e percussão</p>
<p>Pedro Sá- violão</p>
<p>Coro &#8211; Leticia Pedroza, Murilo Santos, Erika Anjos, Junior Tavares e Suzana Santana.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="8">
<li><strong>Última Oração</strong></li>
</ol>
<p>(Pedro Bernardes)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Luana Carvalho &#8211; voz</p>
<p>Zero Telles &#8211; percussão</p>
<p>Kassin &#8211; baixo Acústico e programação</p>
<p>Dedê Silva &#8211; bateria e percussão</p>
<p>Pedro Sá &#8211; violão</p>
<p>Coro &#8211; Leticia Pedroza, Murilo Santos, Erika Anjos, Junior Tavares e Suzana Santana.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="9">
<li><strong>Mainha</strong></li>
</ol>
<p>(Luana Carvalho)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Luana Carvalho &#8211; voz</p>
<p>Zero Telles &#8211; percussão</p>
<p>Kassin &#8211; baixo acústico</p>
<p>Dedê Silva &#8211; bateria e percussão</p>
<p>Pedro Sá &#8211; violão</p>
<p>Coro &#8211; Leticia Pedroza, Murilo Santos, Erika Anjos, Junior Tavares e Suzana Santana.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Produzido e mixado por Kassin.</strong></p>
<p><strong>Masterizado por Ricardo Garcia no Magic Master.</strong></p>
<p><strong>Gravado por Mauro Araújo no estúdio Marini.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Foto Capa: Jorge Bispo</strong></p>
<p><strong>Arte Capa: Diego Limberti e Gabriel Martins</strong></p>
<p><strong>Assessoria de Imprensa: Bebel Prates</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Distribuição Digital Altafonte Brasil / </strong><strong>Marketing The Ranked Músic</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Redes Sociais: </strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://www.facebook.com/carvalholua">www.facebook.com/carvalholua</a></p>
<p><a href="http://www.instagram.com/luanacarvalhoaqui">www.instagram.com/luanacarvalhoaqui</a></p>
<p><a href="http://www.twitter.com/carvalholua">www.twitter.com/carvalholua</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Com informações: Bebel Prates &#8211; Assessoria de Comunicação</strong></p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>LUANA CARVALHO lança &#8220;SELFIE&#8221;</title>
		<link>https://boomerangmusic.com.br/luana-carvalho-lanca-selfie/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Nov 2020 02:07:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[luanacarvalho]]></category>
		<category><![CDATA[selfie]]></category>
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					<description><![CDATA[Ouça aqui &#8211;  https://links.altafonte.com/sefie &#160; Observando minha própria fotografia no contexto social do Brasil, sendo branca, de classe média e bissexual, percebo o quão insuficiente, ainda que bem intencionada, é minha atitude diante das reais necessidades de retratação. Tive vontade de cantar essas palavras simples...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Ouça aqui &#8211;  <a href="https://links.altafonte.com/sefie">https://links.altafonte.com/sefie</a></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Observando minha própria fotografia no contexto social do Brasil, sendo branca, de classe média e bissexual, percebo o quão insuficiente, ainda que bem intencionada, é minha atitude diante das reais necessidades de retratação. Tive vontade de cantar essas palavras simples – e quase reducionistas, clichês, de tão diretas – pra mim mesma, e pra quem quiser, junto comigo, olhar pra si e reconhecer possíveis hipocrisias. Ainda seremos muito errantes até chegarmos num lugar, de fato, justo. Ter consciência disso, todos os dias, pode acelerar o processo. Não é uma acusação, é um convite. Selfie é o single do disco ‘Segue O Baile’ — que será lançado dia 19 de dezembro — com 3 músicas autorais, uma minha com Andreia Horta, e 7 regravações de Funks dos anos 90.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Importante dizer que, antes de antes de me sentir autorizada a gravar, ainda que seja uma autocrítica, enviei a letra para líderes de movimentos artistas negros; gays; empregadas domésticas e porteiros, e só decidi lançar depois da aprovação – inclusive agradecimento pela representatividade – dos mesmos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Na semana seguinte, sai a versão Remix FEAT Sivuquinha (<a href="http://www.Silvanny.com.br">www.Silvanny.com.br</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>SELFIE  (Luana Carvalho)</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Tu me diz que tá com medo</p>
<p>eu digo tem medo de quê?</p>
<p>o teu medo é o preconceito</p>
<p>q tu não consegue ver</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>diz q me ama diz q me quer</p>
<p>diz q quer ver como é que é</p>
<p>mas na hora de assumir</p>
<p>diz q não sabe o q quer</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>troca a calçada</p>
<p>da empregada</p>
<p>so pra não cumprimentar</p>
<p>mas se diz antirracista</p>
<p>no discurso popular</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>diz q é danada</p>
<p>paga de safada</p>
<p>de intelectual</p>
<p>mas não banca autoridade</p>
<p>no arbítrio sexual</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>diz q é de esquerda</p>
<p>pega cerveja</p>
<p>no moleque do isopor</p>
<p>mas paga salario em plena pandemia</p>
<p>achando q faz um favor</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>sobe favela aprova projeto</p>
<p>curte um cunho social</p>
<p>mas 2 beijinhos só na galera</p>
<p>nos porteiros nem a pau</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>diz q é amigo de preta</p>
<p>oferece o instagram</p>
<p>troca o O pelo X</p>
<p>mas não sai da zona sul</p>
<p>nunca viveu por um triz</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><u>Ficha Técnica</u></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Voz: Luana Carvalho</p>
<p>Violão: Pedro Sá</p>
<p>Baixo acústico, palmas, programação e balão: Kassin</p>
<p>Bateria, percussão, sinos e palmas: Dedê Silva</p>
<p>Coro: Letícia Pedrosa, Murilo Santos, Erika Anjos, Junior Tavares e Suzana Santana</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Produzido e mixado por: Kassin</p>
<p>Masterização: Ricardo Garcia</p>
<p>Gravado por Mauro Araújo no Estúdio Marini</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Arte da capa: Gabriel Martins</p>
<p>Colaboração arte da capa: Diego Limberti</p>
<p>Distribuidora digital: Altafonte Brasil</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Com informações: Bebel Prates &#8211; </strong><strong>Assessoria de Comunicação</strong></p>
]]></content:encoded>
					
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