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	<title>marciacastro &#8211; Boomerang Music</title>
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		<title>Novo álbum de Marcia Castro, AXÉ apresenta repertório inédito que se inspira na fase de ouro do gênero mais pop da música baiana</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Oct 2021 13:25:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Com canções escritas por nomes como Carlinhos Brown, Russo Passapusso, Emicida e Nando Reis, trabalho tem participações especiais de Daniela Mercury, Ivete Sangalo, Margareth Menezes e Hiran.    OUÇA &#8220;AXÉ&#8221;  &#160; Nos anos 1990, o axé music apresentou um repertório de força, riqueza e relevância...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Com canções escritas por nomes como Carlinhos Brown, Russo Passapusso, Emicida e Nando Reis, trabalho tem participações especiais de Daniela Mercury, Ivete Sangalo, Margareth Menezes e Hiran.</em></p>
<p><em> </em><em> </em></p>
<p><strong><a href="https://links.altafonte.com/gmvqv1b">OUÇA &#8220;AXÉ&#8221; </a></strong></p>
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<p>Nos anos 1990, o axé music apresentou um repertório de força, riqueza e relevância transformadoras para a música pop brasileira. Era a fase de ouro do gênero. As gravações, hoje clássicas, colocavam à frente de tudo uma potente parede percussiva e um naipe de metais matador dando sustentação à voz &#8211; que, na melhor parte das vezes, era uma voz de mulher. As canções falavam de amor e festa, mas também promoviam autoestima racial e regional, tratavam de temas sociais, traziam reflexões espirituais e outras complexidades e belezas. Essa combinação perfeita de ritmo, melodia, letra e arranjo deu em algo tão potente que canções lançadas há três décadas seguem alimentando pipocas e pistas de clubes até hoje. O corte se deu a partir dos anos 2000, quando interesses da indústria cultural e movimentações naturais do mercado de música impuseram novas regras, levando artistas do axé music a caminhar com seu som em outras direções e referências. Os tambores, antes protagonistas, foram para o fundo da cena, virando apenas uma sombra no som das gravações. E mesmo o mote poético das canções pegou outro rumo.</p>
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<p>Fazendo um salto temporal de 30 anos, é justamente na era dourada do gênero que está baseada toda a concepção de <strong>AXÉ</strong>, quinto álbum da cantora e compositora <strong>Marcia Castro</strong>. Em dez faixas inéditas, estão de volta o espírito, a poética e a musicalidade essenciais do axé music &#8211; tanto nas composições quanto nos arranjos. Participações especiais de Daniela Mercury, Ivete Sangalo e Margareth Menezes reafirmam a fundamental importância feminina para que o axé atingisse repercussão de escala nacional e internacional, furando bloqueios regionais e estilísticos. Hiran divide vocais com Marcia na faixa “Coladinha em Mim”. <strong>AXÉ</strong> tem produção musical de Letieres Leite e Lucas Santtana &#8211; dois grandes produtores baianos de gerações e escolas diferentes. A direção artística é de Marcus Preto, que assina também este texto de apresentação.</p>
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<p>Quando Marcia Castro me telefonou dizendo que queria fazer um disco comigo, lembrei imediatamente da noite em que voltava para casa a pé, meses antes, com uma garrafa de vinho na cabeça e “O Canto da Cidade” no fone de ouvido. Ouvindo aquilo outra vez, tive vontade imediata de criar um repertório novo e inédito no ambiente original do axé music &#8211; que pudesse soar contemporâneo, mas não perdesse nada da potência musical e poética que o gênero alcançou nos anos 1990. “Marcinha, o que você acha de fazermos um disco de axé?”, foi a pergunta que eu fiz. “Pretito, não acredito! Esse é um caminho para onde eu já estava indo naturalmente, vai fazer todo o sentido!” Naquele mesmo telefonema, fiz o time dos sonhos: Letieres, Lucas, Daniela, Ivete, Margareth, Carlinhos Brown. E, como era sonho, eu jamais poderia imaginar que se tornaria real. Mas a credibilidade que Marcia Castro tem entre os colegas fez com que ela fosse ticando, nome por nome, toda a lista.</p>
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<p><strong>AXÉ</strong> foi pensado como um LP &#8211; e será lançado nesse formato em fevereiro de 2022, às vésperas do Carnaval.</p>
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<p>O lado A abre com “Que Povo É Esse”, de Tenison del Rey, Marcela Bellas e Paulo Vascon, frevo acelerado e galopante que remete ao primordial grupo Chiclete com Banana. Escrita por Seco e pelo líder do BaianaSystem, Russo Passapusso, “Bolero Lero” desacelera e sensualiza a audição, bebendo nas influências latinas e caribenhas com que o axé sempre flertou, vide Carlinhos Brown durante e depois da Timbalada. Ivete Sangalo chega junto na faixa seguinte, “Holograma”, samba-reggae de Tiago Simões que ganhou um belo arranjo de sopros de Letieres Leite. “Ajuremar-se” tem letra e música de Emicida e foi encomendada ao rapper paulista com o pedido que ele fizesse uma canção espiritual, ritualística, uma espécie de “Andar com Fé”, de Gilberto Gil. Escrita por Teago Oliveira, da banda Maglore, “Ver a Maravilha” fecha o lado do LP com uma mensagem de esperança, algo que evoca os momentos mais leves dos Novos Baianos.</p>
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<p>Daniela Mercury chega para o dueto que abre o lado B. Composição de Carlinhos Brown e André Lima, “As Paulinas dos Jardins” segue o diálogo entre São Paulo e Salvador que tanto Daniela quanto Marcia Castro fizeram e seguem fazendo &#8211; e do qual o axé music também se beneficiou. Mais um certeiro arranjo de cordas de Letieres Leite amarra isso tudo. Nessa e na seguinte, “Namorar no Mar”, samba-reggae romântico e sexy escrito por Pedro Pondé e Rafa Dias com colaborações da própria Marcia Castro. Nando Reis compôs “Macapá” especialmente para ser a balada do álbum, cumprindo a missão que, nos discos clássicos de axé, era sempre dada a nomes ligados ao pop-rock, sobretudo Herbert Vianna. “Coladinha em Mim” é outra canção de Marcia Castro, desta vez em parceria com Fabio Alcantara. O arranjo ressalta a mistura de reggaeton com samba-reggae, abrindo espaço para as rimas do rapper baiano Hiran. A deusa Margareth Menezes dá a palavra final de <strong>AXÉ</strong>, dividindo com Marcia os vocais de “Arco-Íris do Amor”. Parceria de Magary, Fabio Alcantara e Lucas Santtana, a faixa foi a primeira amostra do álbum, lançada como single no ano passado, antes de sabermos que aquele seria nosso último Carnaval.</p>
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<p>Ouça o álbum <strong><a href="https://links.altafonte.com/gmvqv1b" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://links.altafonte.com/gmvqv1b&amp;source=gmail&amp;ust=1634956119421000&amp;usg=AFQjCNGswp6LCee4LsojgG3mT_8my3UEQw">aqui</a>. </strong></p>
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<p>Último até agora.</p>
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<p><strong>AXÉ</strong> foi concebido antes que pudéssemos saber que viveríamos uma pandemia. E estava pronto para ser lançado quando todos tivemos que nos recolher em casa, longe da festa e sem motivos para fazê-la. Por razões óbvias, seguramos seu lançamento, sabendo que era preciso esperar o momento em que suas canções animadas e cheias de calor voltassem a fazer sentido. Aguardar que o álbum retomasse sua função primeira: a de divertir as pessoas, muitas pessoas, todas juntas. Agora, isso começa a parecer possível. E é tanta saudade da vida lá fora que <strong>AXÉ</strong> acabou se tornando até mais útil do que era quando começamos a criá-lo. Os melhores carnavais ainda estão por vir.</p>
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<p><strong>MARCUS PRETO /  </strong>Outubro de 2021</p>
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<p><strong>Com informações:  Assessoria de Imprensa | Marcia Castro &#8211;  Perfexx Assessoria | <a href="http://www.perfexx.com.br/" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=http://www.perfexx.com.br&amp;source=gmail&amp;ust=1634956119422000&amp;usg=AFQjCNGpmuKSdicQFKjpFuh1zqTZkjITFA">www.perfexx.com.br</a></strong></p>
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