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	<title>mis &#8211; Boomerang Music</title>
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	<description>Informação, Novidade e Atualidade</description>
	<lastBuildDate>Tue, 11 Jul 2023 01:23:17 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Lia Paris, se apresenta com show completo no programa Estéreo MIS no Museu da Imagem e do Som, SP.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Jul 2023 01:21:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[liaparis]]></category>
		<category><![CDATA[mis]]></category>
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					<description><![CDATA[A cantora, compositora e artista multimídia Lia Paris, apresentará um show completo especialmente para o programa Estéreo MIS no Museu da Imagem e do Som em São Paulo. O show traz músicas do último álbum, com banda, momento acústico e novidades. Sensual, misterioso e envolvente,...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A cantora, compositora e artista multimídia <strong>Lia Paris</strong>, apresentará um show completo especialmente para o programa <strong>Estéreo MIS</strong> no Museu da Imagem e do Som em São Paulo. O show traz músicas do último álbum, com banda, momento acústico e novidades. Sensual, misterioso e envolvente, seu som dançante é uma mistura de elementos orgânicos e eletrônicos que embalam suas letras sobre amor, paixão, sonhos e delírios. Com sua voz potente, as letras contam histórias da sua vida cigana mundo afora.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Com uma carreira e trajetória peculiar, Lia Paris começou a vida artística no circo, se formou em moda e coleciona shows em lugares icônicos pelo mundo. Sua última turnê passou pelo Auditório Ibirapuera em São Paulo, Silêncio Club (David Lynch) em Paris, Musicbox em Lisboa, Casa da Música em Porto, The Namm show em Los Angeles e Heaven em Londres.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em suas parcerias musicais estão nomes como Samuel Rosa, Marcelo Jeneci, Dudu Marote, Ivo Mozart e Daniel Hunt.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Atualmente Lia se prepara para lançar o seu primeiro álbum acústico, que terá faixas a artista que vem lançando desde 2022 e outras inéditas</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A artista compartilha os detalhes da sua jornada em sua conta de instagram <strong>@liaparis</strong> e seus lançamentos no canal de <strong>YouTube</strong> LiaParisMusicArt.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>LINK PARA INGRESSOS: </strong></p>
<p><a href="https://mis-sp.byinti.com/#/event/estereo-mis-lia-paris">https://mis-sp.byinti.com/#/event/estereo-mis-lia-paris</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Valores 30,00 inteira / 15,00 meia</p>
<p>Horário do show: 21h &#8211; 22h</p>
<p><em> </em></p>
<p><em> </em></p>
<p><em> </em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Com informações: Produção LIA PARIS</strong></p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Aniversário do MIS traz programação especial com clássico do cinema sonorizado ao vivo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 May 2022 10:51:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[mis]]></category>
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					<description><![CDATA[Museu completa 52 anos de existência com exibição de “Deus e o Diabo na terra do sol”, filme de Glauber Rocha que terá trilha sonora exclusiva no local &#160; No dia 29 de maio de 2022, o Museu da Imagem e do Som (MIS), instituição...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Museu completa 52 anos de existência com exibição de “Deus e o Diabo na terra do sol”, filme de Glauber Rocha que terá trilha sonora exclusiva no local</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>No dia 29 de maio de 2022, o Museu da Imagem e do Som (MIS), instituição da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo, completa 52 anos de existência. E para celebrar a data, apresentará ao público uma edição especial do <strong>Cinematographo</strong>, programa do MIS inspirado na atmosfera das primeiras sessões de cinema que convida, a cada evento, uma banda ou músicos que realizam a sonorização ao vivo de filmes selecionados pela curadoria do museu.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Desta vez, será exibida uma sessão do filme <em>Deus e o diabo na terra do sol, </em>de 1964, um dos grandes clássicos do cinema brasileiro dirigido por Glauber Rocha. A produção ganha trilha sonora ao vivo sob o comando da Radio Diaspora e dos músicos Luiz Galvão e Leonardo Rocha. O evento terá início às 15h, no Auditório MIS.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A Rádio Diaspora é formada por Wagner Ramos na bateria e eletrônicos e Rômulo Alexis no trompete, flautas, voz e efeitos. Luiz Eduardo Galvão é guitarrista, compositor, arranjador e improvisador. Já Leonardo Rocha iniciou sua trajetória musical em 2011 no projeto Fábricas de Cultura na região do Itaim Paulista, participando de diversas apresentações tocando percussão, além de mostras teatrais e intervenções no bairro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O filme mostra traz a história de Manuel (Geraldo Del Rey), um vaqueiro que se revolta contra a exploração do coronel Moraes (Milton Roda) e assassina seu patrão em uma briga. Por esse motivo, ele passa a fugir de jagunços junto de sua esposa Rosa (Yoná Magalhães).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Os ingressos estão disponíveis na <a href="https://s2205.emereleases.com/link.php?code=bDpodHRwcyUzQSUyRiUyRm1pcy1zcC5ieWludGkuY29tJTJGOjYwOTcwOTg2MzptYXJjb0Bib29tZXJhbmdtdXNpYy5jb20uYnI6ZmVjMjE1">plataforma INTI</a> e custam entre R＄ 20 (inteira) e R＄ 10 (meia-entrada). Mais informações podem ser obtidas por meio do <a href="https://s2205.emereleases.com/link.php?code=bDpodHRwcyUzQSUyRiUyRnd3dy5taXMtc3Aub3JnLmJyOjYwOTcwOTg2MzptYXJjb0Bib29tZXJhbmdtdXNpYy5jb20uYnI6NmJmODk5">site da instituição</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Serviço</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Aniversário de 52 anos do MIS &#8211; CINEMATOGRAPHO ESPECIAL</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Data:</strong> 29 de maio, às 15h</p>
<p><strong>Local:</strong> Auditório MIS (172 lugares)</p>
<p><strong>Ingressos:</strong> R＄ 20 inteira, R＄ 10 meia-entrada, disponíveis na <a href="https://s2205.emereleases.com/link.php?code=bDpodHRwcyUzQSUyRiUyRm1pcy1zcC5ieWludGkuY29tJTJGOjYwOTcwOTg2MzptYXJjb0Bib29tZXJhbmdtdXNpYy5jb20uYnI6ZmVjMjE1">plataforma INTI</a></p>
<p><strong>Classificação indicativa:</strong> 14 anos</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Museu da Imagem e do Som &#8211; MIS</p>
<p>Avenida Europa, 158, Jardim Europa, São Paulo</p>
<p><em> </em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em> </em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em> </em></p>
<p><em> </em></p>
<p><strong>Com informações: Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo</strong> <strong>Assessoria de Imprensa </strong></p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Samsung Rock Exhibition Rita Lee chega ao MIS em setembro</title>
		<link>https://boomerangmusic.com.br/samsung-rock-exhibition-rita-lee-chega-ao-mis-em-setembro/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Sep 2021 02:54:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entretenimento]]></category>
		<category><![CDATA[mis]]></category>
		<category><![CDATA[ritalee]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma exposição histórica desenvolvida pela Dançar Marketing sobre Rita Lee estreia em setembro no Museu da Imagem e do Som, instituição da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Governo do Estado de São Paulo. Com material original selecionado pela própria artista e João Lee,...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma exposição histórica desenvolvida pela Dançar Marketing sobre <strong>Rita Lee</strong> estreia em setembro no <strong>Museu da Imagem e do Som</strong>, instituição da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Governo do Estado de São Paulo. Com material original selecionado pela própria artista e João Lee, seu filho e curador da exposição, a mostra traz um panorama da carreira e da vida de Rita, uma das artistas mais relevantes e plurais do Brasil, admirada ao redor do mundo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Convido você a dar uma espiada nas lembranças que minha mãe guardou dos seus 50 anos trabalhando com música por este mundo afora, quando subia no palco e dividia com o público suas peripécias, cantando e dançando. Tempos inesquecíveis, maravilhosos e divertidos”, diz João Lee.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Composta por centenas de itens originais, entre figurinos e objetos pessoais, a exposição percorre a história da Rainha do Rock em 18 áreas temáticas, com cenografia assinada por Chico Spinosa e direção artística de Guilherme Samora – estudioso do legado cultural de Rita.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A estreia está programada para o dia 23 de setembro de 2021. “Rita Lee é uma personagem sem igual no rock brasileiro e seu rico legado artístico merece uma exposição à altura. A curadoria do João Lee é certeira e levará para o público objetos e momentos emblemáticos da trajetória da artista, que explicam as particularidades de sua carreira e os aspectos inéditos de sua vida particular”, afirma Pedro Bianco, presidente da Dançar Marketing, que já realizou as mostras “Hear My Train A Comin”, sobre o guitarrista Jimi Hendrix, e “Nirvana: Taking Punk To The Masses”, sobre a icônica banda grunge.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A mostra sobre Rita Lee seguirá todas as recomendações e protocolos dos órgãos de saúde quanto à pandemia de Covid-19, tais como a limitação no número de visitantes simultâneos além do controle profilático de visitantes, como tem acontecido nas demais exposições na cidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A venda e reserva de ingressos acontecerá exclusivamente de forma <em>online</em> nas plataformas da <a href="http://www.ingressorapido.com.br/">Ingresso Rápido</a> e <a href="https://rita-lee.byinti.com/">INTI</a>. Os valores dos ingressos são R$ 50,00 e R$ 25,00 (meia), com entrada gratuita de 3ª a 6ª feira, das 10h00 às 11h30 (necessária a reserva de ingressos pelos sites das bilheterias).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A Samsung Rock Exhibition Rita Lee é realizada pela Dançar Marketing com patrocínio da Samsung, da XP Investimentos e da Porto Seguro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><u>Serviço | <em>Samsung Rock Exhibition Rita Lee</em></u></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Data: </strong>a partir de 23 de setembro de 2021</p>
<p><strong>Local:</strong> MIS &#8211; Museu da Imagem e do Som &#8211; Avenida Europa, 158, Jardim Europa &#8211; São Paulo/SP</p>
<p><strong>Horário:</strong> de terça a domingo, das 10h00 às 18h00</p>
<p><strong>Ingressos:</strong> a partir de R$ 25,00, exclusivamente de forma <em>online</em>, nas plataformas da Ingresso Rápido e INTI</p>
<p><strong>Classificação indicativa: </strong>Livre</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Com informações:  Primeira Página | Assessoria de Comunicação e Eventos</strong></p>
]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>Simone é a convidada de março do Notas Contemporâneas do MIS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Mar 2020 22:34:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Quentinhas]]></category>
		<category><![CDATA[mis]]></category>
		<category><![CDATA[simone]]></category>
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					<description><![CDATA[Estrela da MPB conversa sobre sua carreira com o público enquanto a Banda MIS interpreta seus grandes sucessos no palco &#8211; como O Amanhã, Tô Voltando e Então é Natal. Entrada gratuita &#160; Em março, o programa Notas Contemporâneas do MIS &#8211; instituição da Secretaria...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Estrela da MPB conversa sobre sua carreira com o público enquanto a Banda MIS interpreta seus grandes sucessos no palco </em>&#8211; como <em>O Amanhã, Tô Voltando </em>e<em> Então é Natal. Entrada gratuita</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em março, o programa <strong>Notas Contemporâneas</strong> do MIS &#8211; instituição da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo-, que registra depoimentos de importantes nomes do cenário musical brasileiro, convida a cantora e compositora <strong>Simone</strong>. A estrela da MPB participa de bate-papo comandado pela jornalista musical e apresentadora Patrícia Palumbo, que entrevista a convidada enquanto a Banda MIS realiza releituras de grandes sucessos de sua carreira &#8211; como <em>O Amanhã, Tô Voltando </em>e<em> Então é Natal.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O <strong>Notas Contemporâneas</strong> de março acontece no dia 11, quarta-feira, às 20h. O ingresso, gratuito, deve ser retirado com 1h de antecedência na recepção do Museu. Esta edição do programa integra a curadoria especial do <em>Mês da Mulher no MIS</em>, que foca no protagonismo feminino em toda sua programação regular no período.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Sobre Simone</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A música chegou à Simone ainda muito cedo. Seus pais, Otto Gentil de Oliveira, um cantador de óperas amador e Letícia Bittencourt de Oliveira, que tocava piano e violão, costumavam ouvir em casa cantores brasileiros como Ângela Maria, Maysa, Cauby Peixoto, Nora Ney. Moravam em Salvador, Bahia, quando nasce a sétima filha do casal, Simone Bittencourt de Oliveira aos sete minutos do dia 25 de dezembro de 1949, à Rua Castro Neves, no bairro de Brotas. Simone havia feito Faculdade de Educação Física em Santos, para onde havia se mudado com a família em 1966 e vinha se dedicando à carreira de jogadora de basquete, em clubes do Estado de São Paulo e a de professora de Educação Física, quando, de repente, sua vida mudou inteiramente. Sua professora de violão, Elodi Barontini, a levou a conhecer Moacir Machado, então gerente de marketing da gravadora Odeon, das maiores do Brasil, que lhe chamou a fazer um teste. A sua voz cantando <em>Maior que o meu amor</em> (Renato Barros), do repertório de Roberto Carlos, foi arrebatadora e, um ano depois, depois de contrato firmado com a gravadora, oficialmente no dia 20 de março de 1973, seu álbum<em> Simone</em> é apresentado para a imprensa de jornal, rádio e TV. Mais tarde, por indicação de Toquinho e Milton Nascimento, Simone é convidada a gravar <em>O Que Será</em> (Chico Buarque) na trilha do filme Dona Flor e Seus Dois Maridos, de Bruno Barreto. Ainda nos anos 70, Simone emplaca a primeira canção na trilha sonora de uma telenovela. Jura Secreta (Sueli Costa/Abel Silva) é incluída em O Profeta, de Ivani Ribeiro, em 1977, na TV Tupi. A partir de então, a voz de Simone se torna marca da teledramaturgia brasileira: de 1979 a 2014, a cantora emplacou nada menos que 54 canções em trilhas da TV Tupi, TV Globo, Manchete, Bandeirantes, SBT e SIC Portugal. Mas é em 1982 que a cantora se consagra: durante o show Canta Brasil, que reúne diversos artistas no Estádio do Morumbi, em São Paulo, Simone, com lágrimas nos olhos e a voz embargada, canta Para Não Dizer Que Não Falei de Flores/Caminhando (Geraldo Vandré) e levanta um emocionado coro de 90 mil pessoas. Em 1995, assina contrato com a gravadora Polygram e grava o álbum <em>25 de dezembro</em>, idealizado e produzido por Simone e Marcos Maynard, somente com canções de Natal. Com este disco, Simone atinge a marca de um milhão de cópias vendidas em apenas 15 dias, recebendo um Disco de Diamante. Nos anos seguintes, foram muitos shows, no Brasil e em outros países, gravações.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Sobre o Programa Notas Contemporâneas</strong></p>
<p>O projeto mensaldo MIS registra depoimentos de compositores e intérpretes icônicos da música popular brasileira. O programa se divide em duas etapas: a primeira é composta de um longo depoimento realizado em estúdio, que passa a integrar o acervo do MIS; a segunda é ao vivo no palco do auditório do museu, com mediação da jornalista Patrícia Palumbo e participação da Banda MIS, que faz releituras inéditas e exclusivas dos maiores sucessos do homenageado. A entrada é livre e os fãs dos artistas são muito bem-vindos, podendo, inclusive,fazer perguntas ao homenageado &#8211; que serão selecionadas pela equipe do museu para integrar o roteiro do evento.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Serviço</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>NOTAS CONTEMPORÂNEAS| SIMONE</strong></p>
<p><strong>DATA </strong>11.03, quarta-feira</p>
<p><strong>HORÁRIO </strong>20h<br />
<strong>LOCAL</strong> Auditório MIS (172 lugares)<br />
<strong>INGRESSO </strong>Gratuito. Distribuição com uma hora de antecedência na bilheteria.</p>
<p><strong>CLASSIFICAÇÃO</strong> Livre</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Museu da Imagem e do Som &#8211; MIS</strong></p>
<p>Avenida Europa, 158, Jardim Europa, São Paulo| (11) 2117 4777 | <a href="http://www.mis-sp.org.br/">www.mis-sp.org.br</a></p>
<p>Estacionamento conveniado: R$ 18.</p>
<p>Acesso e elevador para cadeirantes. Ar condicionado.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Informações para a imprensa &#8211; MIS</strong></p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>John Lennon em Nova York por Bob Gruen é tema da exposição do MIS</title>
		<link>https://boomerangmusic.com.br/john-lennon-e-tema-da-proxima-exposicao-do-mis/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Mar 2020 18:57:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entretenimento]]></category>
		<category><![CDATA[johnlennon]]></category>
		<category><![CDATA[mis]]></category>
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					<description><![CDATA[Mostra revela o dia a dia do músico na cidade de Nova York entre os anos de 1971 e 1980 por meio de imagens registradas por Bob Gruen, um dos maiores fotógrafos da cena rock´n´roll mundial. A exposição integra as comemorações do aniversário de 50...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Mostra revela o dia a dia do músico na cidade de Nova York entre os anos de 1971 e 1980 por meio de imagens registradas por Bob Gruen, um dos maiores fotógrafos da cena rock´n´roll mundial. A exposição </em><em>integra as comemorações do aniversário de 50 anos do MIS, celebrados em 29 de maio de 2020</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Entre os dias 13 de março e 7 de junho, o MIS &#8211; instituição da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Governo do Estado de São Paulo -apresenta, pela primeira vez no país, a exposição <strong><em>John Lennon em Nova York por Bob Gruen</em></strong><em>. </em>Numa grande comemoração aos 80 anos de nascimento e 40 anos de legado de John Lennon (1940-1980), um dos maiores músicos da história, a exposição exibe imagens do fotógrafo Bob Gruen do dia a dia de John Lennon em Nova York. Gruen vem para a semana de abertura da mostra e realiza um bate-papo aberto ao público no auditório do museu  no dia 14 de março às 14h. A conversa tem entrada gratuita e será seguida de sessão de autógrafos do catálogo da exposição. A exposição é apresentada pelo Ministério da Cidadania, com patrocínio máster de Youse, patrocínio de Kapitalo Investimentos, Denso e Cielo, e apoio institucional de TozziniFreire Advogados.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Realizar exposições relevantes como “John Lennon em Nova York” não é gasto; é investimento com alto potencial de retorno”, diz o Secretário Sérgio Sá Leitão.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Pouco tempo após John Lennon se mudar para Nova York em 1971, Bob Gruen se tornou fotógrafo e amigo pessoal de John e Yoko Ono. Gruen registrou não apenas sua vida profissional junto a Yoko, mas também vários de seus momentos íntimos. As imagens de Gruen mostram Lennon como estrela do rock, artista solo em Nova York após sua saída dos Beatles e ferrenho defensor dos direitos humanos. Outro enfoque da mostra apresenta fotografias comoventes de John e Yoko e com seu filho, Sean.Entre as fotos, estão as imagens icônicas de Lennon vestindo uma camiseta da cidade de Nova York, e de pé, em frente à Estátua da Liberdade, fazendo o sinal de paz – duas das imagens mais populares do músico.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>John Lennon em Nova York por Bob Gruen </em>ocupa os dois andares do Museu e revela, por meio de mais de 130 imagens selecionadas pelo próprio Bob Gruen, a vida do ex-Beatle. A mostra também apresenta uma seleção inédita de 30 fotos vintage que serão expostas em ampliações originais feitas pelo fotógrafo. Durante o percurso da exposição os visitantes acompanham uma trilha sonora com sucessos de Lennon, entre as músicas estão <em>Power to the People</em> e <em>Whatever Gets You Thru the Night</em>. O público também pode conferir uma linha do tempo que vai da chegada de John e Yoko em Nova York, em 1971, quando se instalaram no bairro de Greenwich Village, ao dia8 de dezembro de 1980, quandoJohn Lennon foi assassinado, na entrada do edifício Dakota.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Dividida em seteáreas e apresentada em ordem cronológica, a exposição do MIS conta com curadoria do jornalista Ricardo Alexandre. Entre as áreas estão: <em>New York City</em>(primeira época de John e Yoko em Nova York, esta é a fase de maior atividade política e é marcada pelos problemas com a imigração); <em>Lost Weekend </em>(período entre 1973 e 1975, em que John e Yoko ficaram separados. Nesta área estão algumas das fotos mais famosas de Bob Gruen); e <em>Dono de casa</em>(Yoko fica grávida e Lennon se retira da vida pública para “cuidar da casa, da mulher e dos filhos”. Parte das fotos mais íntimas e exclusivas está nesta seção).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“A exposição é uma jornada reveladora e inédita através daquele período. As imagens, selecionadas pelo próprio Bob Gruen, contam uma história surpreendente e emocionante, expandida por rico material informativo, capítulo a capítulo, acorde a acorde, luta a luta”, resume Ricardo Alexandre. “<em>John Lennon em Nova York por Bob Gruen</em> obedece às guinadas que o próprio Lennon empreendeu em sua vida e carreira, do ativismo político aos excessos de seu ‘Fim de semana perdido’, doperíodo sabático de cinco anos ao retorno à música e dali para sua morte, que ainda soa dolorida e incompreensível quarenta anos depois. O olhar íntimo e o acesso total de Bob Gruen levam o visitante a momentos históricos e também a lugares onde ninguém mais esteve. Uma oportunidade única de mergulhar na cabeça e no coração deste britânico que escolheu Nova York como sua casa e fonte de inspiração”, completa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A cenografia é assinada pela Caselúdico, parceira do MIS em projetos anteriores como <em>O mundo de Tim Burton</em>e <em>Musicais no cinema</em>, e propõe uma imersão na cidade de Nova York nos anos 1970. Entre as áreas criadas para a exposição do MIS, o público pode conferir o Central Park (recriado no Espaço Redondo, o parque era um dos lugares de Lennon na cidade) e a sala <em>Bob’s Records </em>(cerca de trinta prints originais, muitos deles nunca expostos, serão exibidos em uma área que é um tributo à carreira do Bob Gruen).Criado exclusivamente para a exposição no Brasil, um mapa interativo destaca os pontos favoritos de John Lennon em Nova York, dos estúdios em que gravou os discos na cidade até seu hambúrguer favorito.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>John Lennon em Nova York por Bob Gruen </em>foi exibida em mais de 30 cidades ao redor do mundo, como Nova York e Buenos Aires, e foi vista por mais de três milhões de pessoas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>John Lennon, por Bob Gruen</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>“Conheci John e Yoko no início de 1971, pouco depois de eles se mudarem para Nova York. Eles moravam em um apartamento bem próximo ao meu. Na primeira vez que nos encontramos, descobrimos que compartilhávamos o mesmo senso de humor, e eles gostaram de mim e das minhas fotos e me pediram para eu manter contato e tirar fotos sempre que pudesse. Ao longo dos anos, construímos uma estreita amizade, que mantenho com Yoko até hoje. Tive a oportunidade de fotografar seus momentos em público, assim como muitos momentos pessoais e íntimos.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Sempre achava divertido visitar John e Yoko. John era uma pessoa muito engraçada, sempre fazendo todos ao seu redor rir. Ele também era muito inteligente e perspicaz, por isso eu aprendia ao mesmo tempo em que ria.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>No início dos anos 1970, frequentávamos muitas festas, mas, já em meados dessa década, John parou de beber e, depois que seu filho Sean nasceu, passou a levar uma vida mais responsável. Em 1980, ele voltou à cena pública, quando gravou um novo álbum e planejava uma turnê internacional. Sua morte foi um choque para o mundo inteiro. Levei muitos anos para me adaptar à perda dele.”</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Programação paralela</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A mostra conta com uma extensa programação paralela que envolve shows, bate-papo e sessão de autógrafo com Bob Gruen, feira de discos, festival de bandas cover, cursos e atividades infantis, além de uma edição especial do Cinematographo, com o filme <em>Yellow Submarine</em> musicado ao vivo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Educativo: Visitas mediadas e conversas temáticas</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Os interessados em agendar visita mediada pelo Educativo do MISpodem acessar o <a href="http://mis-sp.org.br/educativo/agendamento?unit=mis">formulário no site do MIS</a>. Cada horário contempla grupos de 10 a 40 pessoas e a visita tem duração de 90 minutos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A equipe do Educativo MIStambém realizauma série de conversas com o público a partir de temáticas que circundam o universo do cantor e do fotógrafo. As conversas acontecem sempre às quartas-feiras, às 15h, e tem duração aproximada de 30 minutos. Gratuitos, esses bate-papos são uma boa forma de iniciar ou encerrar a visita à exposição. Para os meses de março e abril estão previstos os seguintes temas <em>Videoclipes</em>  (10.03), <em>Beatles para iniciantes</em> (25.03), <em>John solo</em> (01.04), <em>John e a política</em> (08.04), <em>Yoko Ono</em> (15.04) e <em>Bob Gruen</em> (22.04).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Sobre Bob Gruen</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Bob Gruen (Nova York, 1945), é um dos fotógrafos mais respeitados e conhecidos do rock and roll. Ele registrou a cena musical durante mais de quarenta anos, em fotografias que ganharam reconhecimento mundial. Começou a fotografar estrelas do rock no final dos anos 1960 e atuou como fotógrafo pessoal de John Lennon durante o tempo em que o ex-Beatle viveu em Nova York. Como fotógrafo-chefe da <em>RockScene Magazine</em> nos anos 1970, Bob se especializou em cenas de bastidores. Ele partiu em longas turnês com as maiores lendas do rock, como Led Zeppelin, The Who, David Bowie, Tina Turner, Elton John, Aerosmith, Kiss e Alice Cooper, além de bandas emergentes do punk e da new wave, entre as quais New York Dolls, Sex Pistols, Clash, Ramones, Patti Smith Group e Blondie. Como freelancer ativo trabalhando para outras revistas como <em>Cream</em>, <em>MelodyMaker</em> e <em>Rolling Stone</em>, entre outras, as fotografias de Bob já estamparam capas e figuraram nas páginas de muitas dessas publicações seminais, registrando todos os cenários: os palcos, os bastidores, as turnês, as festas, a curtição, a vida doméstica e os momentos de descanso. Sua presença despretensiosa por trás das lentes foi incorporada de maneira tão profunda às próprias bandas, que, em alguns casos, ele era considerado um integrante de honra.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>serviço</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>JOHN LENNON EM NOVA YORK POR BOB GRUEN </strong></p>
<p><strong>DATA </strong>13 de março a 7 de junho de 2020</p>
<p><strong>HORÁRIO </strong>Terças a sábados, das 10h às 20h (com permanência até 22h); domingos e feriados, das 10h às 19h (com permanência até 21h)</p>
<p><strong>INGRESSO</strong>R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia). Ingressos antecipados no site da <a href="https://bileto.sympla.com.br/event/64509">Sympla</a>.</p>
<p>Entrada gratuita às terças-feiras e para crianças até cinco anos</p>
<p><strong>Classificação indicativa </strong>Livre</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>CONVERSA COM BOB GRUEN</strong></p>
<p><strong>DATA</strong> 14 de março, sábado</p>
<p><strong>HORÁRIO</strong> 14h</p>
<p><strong>INGRESSO</strong> Gratuito</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Museu da Imagem e do Som &#8211; MIS</strong></p>
<p>Avenida Europa, 158, Jardim Europa, São Paulo| (11) 2117 4777 | <a href="http://www.mis-sp.org.br">www.mis-sp.org.br</a></p>
<p>Estacionamento conveniado: R$ 18. Acesso e elevador para cadeirantes. Ar condicionado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Informações para a imprensa – MIS</strong></p>
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		<item>
		<title>Notas Contemporâneas de agosto traz  Fernanda Abreu para bate-papo musical</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Aug 2019 17:52:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entretenimento]]></category>
		<category><![CDATA[fernandaabreu]]></category>
		<category><![CDATA[mis]]></category>
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					<description><![CDATA[Cantora, compositora e bailarina &#8211; responsável por sucessos como Rio 40 Graus, Jorge da Capadócia e Veneno da Lata &#8211; conversa com o público sobre sua carreira. O encontro acontece no dia 14, quarta-feira, com entrada gratuita &#160; Em agosto, o programa Notas Contemporâneas do...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Cantora, compositora e bailarina &#8211; responsável por sucessos como </em>Rio 40 Graus, Jorge da Capadócia <em>e</em> Veneno da Lata<em> &#8211; conversa com o público sobre sua carreira. O encontro acontece no dia 14, quarta-feira, com entrada gratuita</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em agosto, o programa <strong>Notas Contemporâneas</strong> do MIS &#8211; instituição da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo-, que registra depoimentos de importantes nomes do cenário musical brasileiro, convida Fernanda Abreu. A artista participa de uma entrevista ao vivo, comandada pelo pesquisador Cacá Machado, enquanto a Banda MIS realiza, no palco, releituras de grandes sucessos da carreira da homenageada. O encontro acontece no dia 14 de agosto, quarta-feira, no Auditório MIS (172 lugares), às 20h. O ingresso, gratuito, deve ser retirado com 1h de antecedência na bilheteria do Museu.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Nascida no Rio de Janeiro em 1961, <strong>Fernanda Abreu</strong> é cantora, compositora e bailarina. A artista iniciou profissionalmente sua carreira musical como vocalista da banda Blitz, e, posteriormente, seguiu carreira solo, influenciada pelo samba, sambalanço, disco music, rap, funk, soul e funk carioca &#8211; estilo musical que ajudou a popularizar. Em 1990 lançou seu primeiro disco solo, <em>SLA Radical Dance Disco Club</em>, considerado pela crítica precursor na utilização da tecnologia (computadores e samples) na produção musical brasileira inovando e modernizando a linguagem pop da época.  Foi classificada pela imprensa como a pioneira da música pop dançante no Brasil – com coreografias e uso de produções eletrônicas. Fernanda Abreu é responsável por inúmeros sucessos, como <em>Rio 40 Graus</em>, <em>Jorge da Capadócia</em> e <em>Veneno da Lata</em>. Seu mais recente trabalho é o álbum <em>Amor Geral</em> (2016).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em 2020, a artista completa 30 anos de carreira solo e seus planos incluem uma turnê e o registro do show <em>1990/2020- 30 anos</em> (título provisório),  a montagem da exposição <em>A imagem do som de Fernanda Abreu</em>, um CD de releituras com novos talentos visitando seu repertório e um CD de remixes para festejar sua parceria com os magos das carrapetas que sempre estiveram presentes em sua carreira.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Sobre o Programa Notas Contemporâneas</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O projeto mensal do MIS registra depoimentos de compositores e intérpretes icônicos da música popular brasileira. O programa se divide em duas etapas: a primeira é composta de um longo depoimento realizado em estúdio, que passa a integrar o acervo do MIS; a segunda é ao vivo no palco do auditório do museu, com mediação do músico e historiador Cacá Machado com a Banda MIS, que faz releituras inéditas e exclusivas dos maiores sucessos do homenageado. A entrada é livre e os fãs dos artistas muito bem-vindos, o público pode participar fazendo perguntas que serão selecionadas pelo museu e, assim, integram o roteiro da noite.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Serviço</strong></p>
<p><strong>NOTAS CONTEMPORÂNEAS| FERNANDA ABREU</strong></p>
<p><strong>DATA </strong>14.08, quarta-feira</p>
<p><strong>HORÁRIO </strong>20h<br />
<strong>LOCAL</strong> Auditório MIS (172 lugares)<br />
<strong>INGRESSO </strong>Gratuito. Distribuição com uma hora de antecedência na bilheteria.</p>
<p><strong>CLASSIFICAÇÃO</strong> Livre</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Museu da Imagem e do Som &#8211; MIS</strong></p>
<p>Avenida Europa, 158, Jardim Europa, São Paulo| (11) 2117 4777 | <a href="http://www.mis-sp.org.br/">www.mis-sp.org.br</a></p>
<p>Estacionamento conveniado: R$ 18.</p>
<p>Acesso e elevador para cadeirantes. Ar condicionado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Informações para a imprensa &#8211; MIS</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Informações para a imprensa – Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Governo do Estado de São Paulo </strong></p>
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		<item>
		<title>Estéreo MIS especial Björk: Espetáculo inédito que mistura música e projeções ao vivo homenageia artista islandesa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Aug 2019 23:02:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entretenimento]]></category>
		<category><![CDATA[bjork]]></category>
		<category><![CDATA[mis]]></category>
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					<description><![CDATA[Apresentação idealizada por Yan Montenegro, conta com a participação de diversos artistas como Filipe Catto, Raae, Duca Mendes e o violoncelista cubano Yaniel Matos &#160; O MIS – instituição da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Governo do Estado de São Paulo – preparou...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Apresentação idealizada por Yan Montenegro, conta com a participação de diversos artistas como Filipe Catto, Raae, Duca Mendes e o violoncelista cubano Yaniel Matos</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O MIS – instituição da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Governo do Estado de São Paulo – preparou uma programação especial para as últimas semanas da exposição <strong><em>Björk Digital</em></strong>. No dia 9 de agosto, sexta-feira, os fãs serão presenteados com um show multimídia em homenagem a cantora islandesa dentro do projeto mensal do Museu dedicado à música independente, o Estéreo MIS. A apresentação única acontece no Auditório MIS (172 lugares) e os ingressos podem ser adquiridos a partir do dia 2.8, às 12h, no site da Ingresso Rápido e na recepção do Museu.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O <em>Estéreo MIS especial Björk</em>, que mistura imagem, som e encenação, tem direção e arranjos de Yan Montenegro (produtor musical, arranjador, compositor e pianista) e conta com um time de artistas convidados para interpretar as músicas de Björk: Filipe Catto, Raae, o violoncelista cubano Yaniel Matos, Lais Yasmin, Sarah Roston, Tchello Palma e do músico, filmmaker e fotógrafo Duca Mendes, que em seu mais recente experimento audiovisual – <em>Coldman</em> – foi até a Islândia para captar imagens e gravar um álbum conceitual, que foi masterizado por Mike Marsh (Björk, Massive Attack, Chemical Brothers). Ainda como parte da proposta audiovisual, o espetáculo traz projeções ao vivo do VJ Igor Torres e intervenções artísticas gravadas em vídeo pelas atrizes Mel Lisboa, Samara Felippo, Luisa Micheletti, Dani Moreno e Fernanda Young. Em conteúdo inédito gerado em estúdio, cada uma delas interpreta uma letra de música ou trecho de entrevista concedida por Björk.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O repertório do espetáculo conta com uma música de cada disco da carreira de Björk, entre elas estão <em>All Is Full Of Love</em>, <em>Human Behaviour</em>, <em>Arisen My Senses</em>, <em>Hidden Place</em> e <em>Stonemilker</em>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O espetáculo integra a programação paralela da exposição <em>Björk Digital</em>, em cartaz no MIS até 18 de agosto.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Sobre a exposição</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Björk Digital</strong> é um projeto de realidade virtual de Björk em colaboração com alguns dos maiores artistas visuais do mundo, como Andrew Thomas Huang e Jesse Kanda. A exposição-instalação traz seis trabalhos de Björk extraídos de seu penúltimo álbum, <em>Vulnicura</em>, lançado em 2015: <em>Stonemilker, Black Lake, Mouth Mantra, Quicksand, Family </em>e Notget. As obras, divididas em quatro salas do primeiro andar do MIS, podem ser vistas com óculos de realidade virtual. Além dos seis vídeos, Björk Digital apresenta o projeto educativo Biophilia e uma sala de cinema onde o público confere diversos clipes da carreira da artista feitos por gênios do videoclipe como Michel Gondry e Spike Jonze. A mostra, que estreou em Sydney (Austrália) em 2016 e já passou por Tóquio, Barcelona, Cidade do México e Londres, entre outras, é apresentada pela primeira vez no Brasil. A exposição, que fica em cartaz até 18 de agosto, é apresentada pelo Ministério da Cidadania e Vivara, e tem patrocínio do UOL, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura.  A produção fica a cargo da Dueto Produções.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>serviço</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>ESTÉREO MIS ESPECIAL BJÖRK</strong></p>
<p><strong><br />
DATA </strong>09.08 (sexta-feira)</p>
<p><strong>HORÁRIO</strong> 21h</p>
<p><strong>LOCAL  </strong>Auditório MIS (172 lugares)</p>
<p><strong>INGRESSO </strong>R$14 (inteira) R$7 (meia) na Recepção MIS (terça a sábado das 10h às 21h; domingos e feriados das 9h às 19h) e pelo site <a href="http://www.ingressorapido.com.br"><em>www.ingressorapido.com.br</em></a> (à venda a partir do dia 2.8 às 12h)</p>
<p><strong>CLASSIFICAÇÃO </strong>Livre</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Museu da Imagem e do Som &#8211; MIS</strong></p>
<p>Avenida Europa, 158, Jardim Europa, São Paulo| (11) 2117 4777 | <a href="http://www.mis-sp.org.br">www.mis-sp.org.br</a></p>
<p>Estacionamento conveniado: R$ 18. Acesso e elevador para cadeirantes. Ar condicionado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Informações para a imprensa – MIS</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Informações para a imprensa – Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Governo do Estado de São Paulo </strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>museudaimagemedosom</p>
<p>@mis_sp</p>
<p>@mis_sp</p>
<p>/missaopaulo</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Björk Talks no MIS aborda música, moda e tecnologia com foco na carreira na carreira e obra da artista</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jul 2019 15:39:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entretenimento]]></category>
		<category><![CDATA[bjork]]></category>
		<category><![CDATA[mis]]></category>
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					<description><![CDATA[Como programação paralela da exposição &#8216;Björk Digital&#8216;, em cartaz até 18 de agosto no MIS, encontros convidam profissionais como Zeca Camargo, Lilian Pacce, Lia Vissotto e Sarah Oliveira para conversas abertas ao público. Evento encerra com a exibição de &#8216;Dançando no escuro&#8217; seguido de debate...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Como programação paralela da exposição &#8216;<strong>Björk Digital</strong>&#8216;, em cartaz até 18 de agosto no MIS, encontros convidam profissionais como <strong>Zeca Camargo, Lilian Pacce, Lia Vissotto e Sarah Oliveira</strong> para conversas abertas ao público. Evento encerra com a exibição de &#8216;Dançando no escuro&#8217; seguido de debate e tem entrada gratuita</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Entre os dias <strong>31 de julho</strong> <strong>e 3 de agosto</strong>, o MIS, instituição da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Governo do Estado de São Paulo, realiza o Björk Talks. Os encontros reúnem profissionais renomados e discutem pontos importantes da carreira da artista islandesa como música, moda e tecnologia. Além dos bate-papos, integra a programação a exibição de Dançando no escuro, filme protagonizado por Björk e vencedor dos prêmios de melhor filme e de melhor atriz (Björk) no Festival de Cannes de 2000.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Björk Talks faz parte da programação paralela da exposição Björk Digital, em cartaz no MIS até 18 de agosto. A curadoria dos encontros é do produtor cultural Victor Valery e a entrada é gratuita, para participar basta retirar ingresso com uma hora de antecedência na recepção do MIS.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Confira abaixo a programação completa.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>31.07 | Quarta-feira |19h</p>
<p>Björk + Música, com Zeca Camargo, Alice Caymmi e Victor Valery<br />
O jornalista e apresentador Zeca Camargo e a cantora Alice Caymmi participam do encontro que tem como objetivo analisar o desdobramento musical de Björk do final da década de 1980 até a atualidade. A conversa, mediada pelo produtor cultural e pesquisador Victor Valery, explora como sua trajetória influenciou o universo musical internacional e brasileiro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Victor Valery é produtor cultural, fotógrafo e marchand de arte. Formado em Produção Cultural (2017) na Universidade Federal Fluminense, desenvolveu sua pesquisa em música, território e subjetividade especificamente na obra da cantora Björk. É curador independente de exposições de arte e programações culturais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Alice Caymmi é cantora, compositora, musicista e performer. Começou a cantar e compor aos 10 anos de idade. Em 2012 lançou seu primeiro álbum autoral, Alice Caymmi (Kuarup/Sony Music), regravando a canção Unravel, de Björk, e recebendo elogios públicos da cantora. Entre seus troféus tem o Prêmio Multishow de Versão do Ano (2014), com a canção Homem (Caetano Veloso), e o Prêmio da Música Brasileira de Melhor DVD, com Rainha dos Raios (2016). Alice ainda conta com parcerias recentes de Ana Carolina, Rincon Sapiência e Pabllo Vittar, além de críticas muito positivas ao seu quarto e novo álbum ELECTRA (2019, Jóia Moderna Discos). Alice sempre identificou Björk como uma de suas inspirações.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Zeca Camargo é jornalista e apresentador. Formou-se em Administração de Empresas pela FGV e Publicidade pela Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM). Trabalhou na Folha de S.Paulo, MTV e TV Cultura. Integrou a equipe do Fantástico, da TV Globo, por 17 anos. Admirador de Björk, Zeca assina o texto do folder da exposição Björk Digital e entrevistou a artista em 1998 para o Fantástico.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>01.08 | Quinta-feira | 19h</p>
<p>Björk + Moda, com Lilian Pacce, Carollina Lauriano e Raphael Jacques (Alma Negrot)</p>
<p>O encontro discute a importância da indumentária no percurso da cantora Björk. Com mediação de Lilian Pacce, Carollina Lauriano e Raphael Jacques (Alma Negrot) analisam das capas de álbuns às parcerias com grandes fotógrafos e estúdios de moda pelo mundo e discorrem sobre como as parcerias escolhidas a dedo, de estilistas a maquiadores, desenharam a artista que conhecemos hoje.</p>
<p>Carollina Lauriano é formada em Comunicação Social com ênfase em Jornalismo. Tem extensão em Pesquisa e Análise de Tendências (em arte, design e moda) pela Central Saint Martins e atua como curadora independente desde 2017. Em 2018 passa a integrar o time de curadoria e gestão do Ateliê397, um dos principais espaços independentes de arte, com 15 anos de atuação em São Paulo. Em suas pesquisas, interessa discutir a inserção, desafios e conquista de jovens mulheres artistas no mercado da arte.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Raphael Jacques (Alma Negrot) é um artista visual multimídia que desdobra seu trabalho em pintura, fotografia, vídeo, performance e maquiagem. Estudou artes visuais na UFRGS, mas foi em inferninhos e coletivos de arte de rua que desenvolveu a maior parte de seu trabalho voltado para as artes do corpo. Suas poéticas permeiam as infinitas possibilidades de existência do corpo e suas potências através da manufatura do corpo e ressignificação de símbolos. Com materiais de descarte e improviso, Raphael cria Alma Negrot, que não vem a ser um alter ego, mas o estado de trânsito de tudo que o perpassa enquanto ser sensível e emergente. Atualmente assina beleza de desfiles como Diego Gama da Casa de Criadores, ministra oficinas de maquiagem criativa em todo País, é performer residente da festa de música eletrônica Mamba Negra em São Paulo e assina direção de arte para projetos de artistas da nova cena musical como Karol Conka, Johnny Hoocker e Letrux.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Lilian Pacce, autoridade em moda e estilo, tem um olhar de lince para todo tipo de comportamento relacionado ao assunto. Jornalista, editora de moda, apresentadora de TV, escritora e curadora, é publisher da plataforma Lilian Pacce &#8211; presente em todas as mídias digitais. Seu trabalho tem foco na moda sustentável, fazendo curadoria de eventos sobre o tema desde 2007, como na campanha &#8220;Eu Não Sou de Plástico&#8221;. Começou a cobrir os desfiles do eixo Paris-Milão-Londres-Nova York em 1987. Em 1992 estudou no London College of Fashion e na Saint Martin&#8217;s School of Fashion, a mesma escola que teve em seus bancos os estilistas John Galliano, Alexander McQueen e Stella McCartney. De 1996 a 2014 escreveu sobre moda para o jornal O Estado de S. Paulo. Com o GNT Fashion, programa comandado por ela ao longo de 18 anos, inovou a cobertura de moda na televisão brasileira.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>02.08 | Sexta-feira | 19h</p>
<p>Björk + Tecnologia, com Lia Vissotto, Victor Valery e Ali Prando<br />
O terceiro encontro desvenda a filosofia de Björk em mixar natureza e tecnologia na produção de videoclipes, músicas, concertos ao vivo e da exposição Björk Digital. O bate-papo é mediado por Victor Valery, produtor cultural e pesquisador da cantora, além da participação da produtora cultural e diretora da Cinnamon Comunicação, Lia Vissotto, responsável pela vinda da primeira VR de Björk (Stonemilker (2015) ao Brasil, e do filósofo e pesquisador Ali Prando.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Lia Vissotto é formada em Comunicação Social pela Universidade de São Paulo, sócia-fundadora da Cinnamon Comunicação e diretora fundadora do Instituto URBE. Antes de empreender no segmento cultural, trabalhou nas empresas Sony Pictures, Cartão Unibanco, Super 11.net e America Online. Já foi responsável pela criação, produção e comunicação de projetos culturais em variadas linguagens, incluindo o Music Video Festival, que celebra a arte do videoclipe no Brasil e no mundo, em sua 7ª edição neste ano. Pelo Instituto URBE, realiza projetos de arte pública.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ali Prando é filósofo e pesquisador com as temáticas de gênero, sexualidade e feminismo, através de perspectivas butlerianas. Fundou a plataforma DiscoPunisher, contando com mais de 2 milhões de visitas, o portal possui entrevistas com artistas do mundo todo, como Charli XCX, Caetano Veloso, Pabllo Vittar e muitos outros. No Brasil, criou os cursos Politizando Beyoncé: Raça, Gênero e Sexualidade e Björk: Paradigmas do Pós-humanismo.exe que versam sobre filosofia contemporânea e feminista, através da estética dessas artistas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Victor Valery é produtor cultural, fotógrafo e marchand de arte. Formado em Produção Cultural (2017) na Universidade Federal Fluminense, desenvolveu sua pesquisa em música, território e subjetividade especificamente na obra da cantora Björk. É curador independente de exposições de arte e programações culturais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>03.08 | Sábado | 19h | Dançando no escuro</p>
<p>Exibição do filme + bate-papo com Sarah Oliveira e Victor Valery<br />
Para fechar a programação, Björk Talks exibe Dançando no escuro (2000), uma das obras-primas do polêmico cineasta Lars von Trier (Dogville) e vencedor dos prêmios de melhor filme e de melhor atriz (Björk) no Festival de Cannes de 2000. A sessão será seguida de bate-papo com a jornalista e apresentadora Sarah Oliveira e Victor Valery. O objetivo é destacar o importante trabalho de composição de trilha sonora e atuação de Björk na película, dissertando sobre os prêmios recebidos à época até as recentes declarações da cantora sobre os assédios cometidos pelo diretor nos sets de filmagem.</p>
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<p>Dançando no escuro/ Dancer in the Dark (Dir. Lars von Trier, 2000, Estados Unidos/Dinamarca, 141 min, digital, 16 anos) Selma Jezkova (Björk) é uma mãe-solteira tcheca que trabalha numa fábrica no interior dos Estados Unidos. Vítima de uma doença hereditária, que a faz perder a visão e, para evitar que o filho tenha o mesmo destino, economiza todo o seu dinheiro para operá-lo. Apaixonada pelos musicais de Hollywood, Selma mistura realidade e fantasia. Porém, a sua vida muda radicalmente quando é acusada injustamente de um crime. Além da excelente trilha sonora e grande atuação de Björk, Dançando no escuro conta com as participações de Catherine Deneuve e de Joel Grey (Cabaré).</p>
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<p>Sarah Oliveira é apresentadora de TV e de rádio. Foi na rádio 89 FM que Sarah Oliveira apresentou seu primeiro programa. Na MTV comandou o Disk MTV, o Jornal da MTV e o Luau MTV. Contratada pela Globo para revelar os bastidores da TV no Vídeo Show, fez matérias em diversos lugares do Brasil e do mundo. Em 2011, estreou no canal GNT apresentando o Viva Voz, primeiro formato em que assinou a criação. Foram produzidas mais de dez temporadas do programa e, a partir dele, vieram outros projetos formatados por ela, tais como: o documentário Na Trilha da Canção e o Calada Noite. Em 2015, Sarah foi indicada ao prêmio de melhor apresentadora de TV, pelo APCA. Em 2017, estreou seu primeiro projeto na internet, a série comportamental O Nosso Amor A Gente Inventa. A apresentadora também está no ar toda sexta-feira e domingo, às 17h, na Rádio Eldorado, com seu programa Minha Canção.</p>
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<p><strong>Sobre a exposição</strong></p>
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<p>Björk Digital é um projeto de realidade virtual de Björk em colaboração com alguns dos maiores artistas visuais do mundo, como Andrew Thomas Huang e Jesse Kanda. A exposição-instalação traz seis trabalhos de Björk extraídos de seu penúltimo álbum, Vulnicura, lançado em 2015: Stonemilker, Black Lake, Mouth Mantra, Quicksand, Family e Notget. As obras, divididas em quatro salas do primeiro andar do MIS, podem ser vistas com óculos de realidade virtual. Além dos seis vídeos, Björk Digital apresenta o projeto educativo Biophilia e uma sala de cinema onde o público confere diversos clipes da carreira da artista feitos por gênios do videoclipe como Michel Gondry e Spike Jonze. A mostra, que estreou em Sydney (Austrália) em 2016 e já passou por Tóquio, Barcelona, Cidade do México e Londres, entre outras, é apresentada pela primeira vez no Brasil. A exposição, que fica em cartaz até 18 de agosto, é apresentada pelo Ministério da Cidadania e Vivara, e tem patrocínio do UOL, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura.  A produção fica a cargo da Dueto Produções.</p>
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<p>BJÖRK TALKS</p>
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<p>DATA 31.07; 1º, 2, 3.08<br />
HORÁRIO 19h (31.07, 01 e 02.08) e 18h (03.08)</p>
<p>LOCAL Auditório MIS (172 lugares)</p>
<p>INGRESSO Gratuito &#8211; retirada de ingresso com uma hora de antecedência na recepção do MIS</p>
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<p><strong>Museu da Imagem e do Som &#8211; MIS</strong></p>
<p>Avenida Europa, 158, Jardim Europa, São Paulo | (11) 2117 4777 | <a href="http://www.mis-sp.org.br/" target="_blank" rel="noopener">www.mis-sp.org.br</a>&lt;<a href="http://www.mis-sp.org.br/" target="_blank" rel="noopener">http://www.mis-sp.org.br</a>&gt;<br />
Estacionamento conveniado: R$ 18<br />
Acesso e elevador para cadeirantes. Ar condicionado.</p>
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<p><strong>Informações para a imprensa &#8211; MIS </strong></p>
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		<title>Notas Contemporâneas com Dinho Ouro Preto no MIS em SP</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jul 2019 02:33:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entretenimento]]></category>
		<category><![CDATA[dinhoouropreto]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O programa <strong>Notas Contemporâneas </strong>do MIS, que registra depoimentos de importantes nomes do cenário musical brasileiro, convida o músico <strong>Dinho Ouro Preto </strong>para a edição de julho. O vocalista da banda Capital Inicial concede entrevista ao vivo, comandada pelo pesquisador e músico Cacá Machado, e acompanhada da Banda MIS com releituras de grandes sucessos da carreira do homenageado.</p>
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<p>O encontro acontece no dia 15 de julho, segunda, no Auditório MIS. O ingresso gratuito deve ser retirado com 1h de antecedência na bilheteria do Museu.</p>
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<p><strong>Sobre o artista</strong></p>
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<p>Fernando Ouro Preto, conhecido como Dinho, nasceu Curitiba em 27 de abril de 1964. Após experimentar o papel de baixista da banda “Dado e o reino animal”, em 1983, Dinho entra para os vocais do Capital Inicial. Em 1993, Dinho se afasta do Capital e lança seus dois primeiros álbuns em carreira solo: <em>Vertigo</em>, em 1994, e <em>Dinho Ouro Preto</em>, em 1995. Mas, em 1998, Dinho já está de volta ao Capital Inicial, e a banda segue sua estrada.</p>
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<p><strong>Sobre o Programa Notas Contemporâneas</strong></p>
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<p>O projeto mensal do MIS registra depoimentos de compositores e intérpretes icônicos da música popular brasileira. O programa se divide em duas etapas: a primeira é composta de um longo depoimento realizado em estúdio, que passa a integrar o acervo do MIS; a segunda é ao vivo no palco do auditório do museu, com mediação do músico e historiador Cacá Machado com a Banda MIS, que faz releituras inéditas e exclusivas dos maiores sucessos do homenageado. A entrada é livre e os fãs dos artistas muito bem-vindos, o público pode participar fazendo perguntas que serão selecionadas pelo museu e, assim, integram o roteiro da noite.</p>
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<p>Maiores Informações em: https://www.mis-sp.org.br/</p>
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