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	<title>nataliaxavier &#8211; Boomerang Music</title>
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	<description>Informação, Novidade e Atualidade</description>
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		<title>Natália Xavier faz banquete voraz em poético clipe “Penélope”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Dec 2022 01:43:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[nataliaxavier]]></category>
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					<description><![CDATA[Artista paulistana propõe mergulho simbólico no álbum “Eu Também Sou Teus Rios” &#160; Usando a estética de um banquete como forma de destruir poeticamente os papéis do feminino na sociedade, a cantora e compositora Natália Xavier lança o clipe de “Penélope”. A faixa é um...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Artista paulistana propõe mergulho simbólico no álbum “Eu Também Sou Teus Rios”</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Usando a estética de um banquete como forma de destruir poeticamente os papéis do feminino na sociedade, a cantora e compositora <strong>Natália Xavier</strong> lança o clipe de <strong>“Penélope”</strong>. A faixa é um dos destaques do álbum de estreia, <strong>“Eu Também Sou Teus Rios”</strong>, que foi imaginado como um diálogo íntimo e autoral da artista com sua ancestralidade nordestina.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Assista ao clipe “Penélope”: </strong><a href="https://youtu.be/FY6SLlV6SX8"><strong>https://youtu.be/FY6SLlV6SX8</strong></a><strong> </strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Ouça “Eu Também Sou Teus Rios”: </strong><a href="https://tratore.ffm.to/eutambemsouteusrios-album"><strong>https://tratore.ffm.to/eutambemsouteusrios-album</strong></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Coco de roda, maracatu, baião e afoxé povoam canções e mobilizam questões de corpo, identidade, feminino, fomes, tempos, caos e reviravoltas. <em>“‘Penélope’ é uma música simbólica e de protesto, tem o congo de ouro como clave guia da sonoridade. Já o clipe traz a busca pelo belo que não se desvincula do desejo ético de habitar um mundo onde todos os corpos sejam verdadeiramente livres”</em>, conta a artista, que realizou o clipe em parceria com <strong>Alice Gouveia Barroso</strong>, que assinou parte do roteiro e direção junto de toda a filmagem e edição.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Natália faz música brasileira que abarca referências teatrais e poéticas, em um diálogo com suas origens, mas também com suas múltiplas formas de expressão, incorporando sua experiência como artista visual e poeta, além de cantora e compositora. Suas canções se guiam pela palavra poética e pelo potencial de imaginar novos mundos por meio da arte.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ela é raiz-nordeste. O pai, baiano. A mãe, pernambucana: <em>“O que pulsa no sangue é importante”</em>, diz Natália, também mestranda em Artes pela Unicamp, atriz, escritora e astróloga tradicional. Vinda da poesia e do teatro narrativo, a criação musical de Natália é imensamente guiada pela palavra e por seu potencial imagético. O simbolismo das águas em fricção com a selvageria dos bichos guia o caminho em “Eu Também Sou Teus Rios”. Esse norte surge como acalanto e busca por sentidos em uma parceria com o músico <strong>Eder Sandoli</strong>, guitarrista conhecido por colaborar com nomes como Itamar Assumpção e Tom Zé e que assina também a direção musical do álbum.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Tendo como referência o trabalho musical de Alceu Valença, Chico César, Lenine, Zeca Baleiro e a pesquisa sonora dos grupos A Barca, Raízes de Arcoverde, e da cantora Renata Rosa, a sonoridade do disco foi sendo tecida, ao longo de um ano, a várias mãos. Natália recebe diversos artistas, entre eles <strong>Maria Fernanda Batalha</strong>, que surge em <strong>“Penélope”</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Eu Também Sou Teus Rios” está disponível nas principais plataformas de música e o clipe, no canal do YouTube da artista.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Ficha técnica</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Elenco:</p>
<p>Camilla Flores</p>
<p>Iasmin Coni</p>
<p>Maria Fernanda de Barros Batalha</p>
<p>Natália Xavier</p>
<p>Roberta Ribeiro</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Roteiro: Alice Gouveia Barroso e Natália Xavier</p>
<p>Co-direção: Alice Gouveia Barroso e Natália Xavier</p>
<p>Direção de fotografia: Alice Gouveia Barroso</p>
<p>Montagem e colorização: Alice Gouveia Barroso</p>
<p>Direção de arte: Agência Nebá</p>
<p>Beleza e figurino: Agência Nebá</p>
<p>Maquiagem: Natália Xavier</p>
<p>Produção de set: Claudio Tegg, Selma Ferreira, Paulo Paciência, Bárbara Waldorf e Débora Lima</p>
<p>Apoio: Tati Rizzo, Verônica de Andrade, Rachel Cristina, Priscilla Carbone, Graciela Vargas, Carlos Cândido, Isabela Morais, Marina Certo, Eric Augusto, Mônica Soares, Bruno César, Maximino Xavier, Rai Xavier, Eder Sandoli, Selma Ferreira, Paulo Paciência, Claudio Tegg, Avessa Garcia, Marcello Otsuka, Celso Campos, Silvana Lima e Leonardo Fontoura</p>
<p>Parcerias: Estúdio Mamilo, Frou Frou Brechó, Custôde Gioielli, Brechó Acervo das Anjas</p>
<p>Assessoria de imprensa: Build Up Media</p>
<p>Patrocínio: Selma Ferreira, Natália Xavier e Claudio Tegg</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Acompanhe Natália Xavier:  </strong><a href="https://www.instagram.com/natalia.xxavier/">https://www.instagram.com/natalia.xxavier/</a></p>
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<p>&nbsp;</p>
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<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Com informações: BUILD UP MEDIA</strong></p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Natália Xavier transforma raízes nordestinas no poético álbum “Eu Também Sou Teus Rios”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 06 Aug 2022 01:32:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[nataliaxavier]]></category>
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					<description><![CDATA[Artista paulistana faz mergulho ancestral &#160; Primeiro álbum de Natália Xavier, “Eu Também Sou Teus Rios” foi imaginado como um diálogo íntimo e autoral da artista com sua ancestralidade nordestina. Coco de roda, maracatu, baião e afoxé povoam canções que trazem contornos contemporâneos de MPB,...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Artista paulistana faz mergulho ancestral</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Primeiro álbum de <strong>Natália Xavier</strong>, <strong>“Eu Também Sou Teus Rios”</strong> foi imaginado como um diálogo íntimo e autoral da artista com sua ancestralidade nordestina. Coco de roda, maracatu, baião e afoxé povoam canções que trazem contornos contemporâneos de MPB, em uma investigação autobiográfica, porém universal, sobre noções de identidade e raízes. O disco amplia a poética introduzida nos primeiros singles para apresentar uma artista em pleno amadurecimento lírico, estético e musical.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Ouça “Eu Também Sou Teus Rios”: </strong><a href="https://tratore.ffm.to/eutambemsouteusrios-album"><strong>https://tratore.ffm.to/eutambemsouteusrios-album</strong></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Natália faz música brasileira que abarca referências teatrais e poéticas, em um diálogo com suas origens, mas também com suas múltiplas formas de expressão, incorporando sua experiência como artista visual e poeta, além de cantora e compositora. Suas canções se guiam pela palavra poética e pelo potencial de imaginar novos mundos por meio da arte. <em>“Tatear os corações das árvores que te precedem, para correr com a própria seiva por entre as fissuras do mundo”</em>, resume Xavier.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ela é raiz-nordeste. O pai, baiano. A mãe, pernambucana: <em>“O que pulsa no sangue é importante”</em>, diz Natália, também mestranda em Artes pela Unicamp, atriz, escritora e astróloga tradicional. Vinda da poesia e do teatro narrativo, a criação musical de Natália é imensamente guiada pela palavra e por seu potencial imagético. O simbolismo das águas em fricção com a selvageria dos bichos guia o caminho em “Eu Também Sou Teus Rios”. Esse norte surge como acalanto e busca por sentidos em uma parceria com o músico <strong>Eder Sandoli</strong>, guitarrista conhecido por colaborar com nomes como Itamar Assumpção e Tom Zé e que assina também a direção musical do álbum.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Tendo como referência o trabalho musical de Alceu Valença, Chico César, Lenine, Zeca Baleiro e a pesquisa sonora dos grupos A Barca, Raízes de Arcoverde, e da cantora Renata Rosa, a sonoridade do disco foi sendo tecida, ao longo de um ano, a várias mãos. Natália recebe parceiros como <strong>Marcelo Lemos</strong>, na faixa <strong>“Revirada”</strong>; <strong>Claudio Tegg</strong>, em <strong>“Eu também Sou Teus Rios”</strong> e <strong>“Confios”</strong>; <strong>Maria Fernanda Batalha</strong> surge em <strong>“Penélope”</strong>; e <strong>Dani Bambace</strong> e <strong>Leilor Miranda</strong> estão em <strong>“Olho de tigre”</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Como um gesto de trançar desejos, palavras, imagens, melodia, harmonia e instrumentação, as 8 faixas autorais são, também, artesanais. Da necessidade de se mover e sair da inércia, passando pela redescoberta da própria trajetória, por questões de corpo, identidade, feminino, fomes, tempos, caos e reviravoltas, as letras de Natália Xavier costuram narrativas, desafiam expectativas e estabelecem uma voz potente de uma nova compositora e intérprete que mergulha fundo em novas paragens, rumos e nascentes. “Eu Também Sou Teus Rios” está disponível nas principais plataformas de música.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Lista de faixas:</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<ol>
<li>Não Morra de Sede, Meu Amor</li>
<li>A insistência das manhãs</li>
<li>Olho de tigre</li>
<li>Penélope</li>
<li>Recibe mi llanto</li>
<li>Eu também sou teus rios</li>
<li>Revirada</li>
<li>Confios</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Ficha técnica</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>composições: Natália Xavier, Eder Sandoli, Dani Bambace, Maria Fernanda Batalha, Claudio Tegg e Leilor Miranda</p>
<p>músicos: Eder Sandoli, Claudio Tegg, Rogério Nascimento, Marcelo Lemos, Matheus Prado, Gabriel de Goes Gabriel e Gudino Miranda</p>
<p>vozes: Natália Xavier. (Maria Fernanda Batalha, na canção Penélope)</p>
<p>estúdios: Ideia afinada, 196 e O&#8217;sete arte</p>
<p>Mix: Douglas Pardini e Gudino Miranda</p>
<p>Master: Julio Soares e Gudino Miranda</p>
<p>Produção musical, arranjos: Eder Sandoli</p>
<p>Direção musical: Eder Sandoli</p>
<p>Produção executiva: Desalinho Produções</p>
<p>Selo: Embornal Records</p>
<p>Fotos: Alice Gouveia</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Acompanhe Natália Xavier:  </strong><a href="https://www.instagram.com/natalia.xxavier/">https://www.instagram.com/natalia.xxavier/</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Com informações:  <em>BUILD UP MEDIA</em></strong></p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Natália Xavier lança segundo single com a palavra-poesia como guiança</title>
		<link>https://boomerangmusic.com.br/natalia-xavier-lanca-segundo-single-com-a-palavra-poesia-como-guianca/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 May 2022 20:51:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[nataliaxavier]]></category>
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					<description><![CDATA[“Não Morra de Sede, Meu Amor” conecta artista com suas raízes &#160; Paulistana de ascendência nordestina, Natália Xavier faz uma MPB contemporânea cheia de referências teatrais e poéticas em diálogo com sua ancestralidade no álbum de estreia “eu também sou teus rios”. A artista traz...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>“Não Morra de Sede, Meu Amor” conecta artista com suas raízes</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Paulistana de ascendência nordestina, <strong>Natália Xavier</strong> faz uma MPB contemporânea cheia de referências teatrais e poéticas em diálogo com sua ancestralidade no álbum de estreia <strong>“eu também sou teus rios”</strong>. A artista traz coco de roda, maracatu, baião, afoxé em uma mistura única que ganha novos contornos em seu single <strong>“não morra de sede, meu amor”</strong>. As águas metafóricas que guiam o caminho no disco surgem como acalento e busca por sentidos em uma parceria com o músico <strong>Eder Sandoli</strong>, guitarrista conhecido por colaborar com nomes como<strong> Itamar Assumpção </strong>e <strong>Tom Zé</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Ouça “não morra de sede, meu amor”: </strong><a href="https://tratore.ffm.to/naomorradesedemeuamor"><strong>https://tratore.ffm.to/naomorradesedemeuamor</strong></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Vinda da poesia e do teatro narrativo, a criação musical de Natália é imensamente guiada pela palavra e por seu potencial imagético. Em “não morra de sede, meu amor”, a artista, com uma precisão firme e ao mesmo tempo poética, escancara a secura de um sistema e de um modo de existir falidos e, nos convida à construção de novos imaginários.<em> “Talvez um imaginário mais úmido em que a vida prevaleça e nossa potência vital não escorra por aí”</em>, resume ela. Tudo isso por meio de perguntas: <em>‘Por onde verteu tuas águas nos últimos séculos? O tempo se esgotou meu amor e você por onde verteu? Por onde bebeu do velho algoz até fazer dele teu rei? Tua pressa não te salvou meu amor e você, por onde se perdeu?’</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Mas é através da canção, do belo encontro de Natália com o músico Eder Sandoli, que a força do verbo revela toda sua potência. Tendo como ponto de partida o coco de roda, já que a artista faz questão de resgatar sua ancestralidade nordestina, o arranjo ganha uma roupagem moderna ao estilo de <strong>Alceu Valença</strong>, <strong>Lenine</strong> e <strong>Zeca Baleiro</strong>. A música começa com um solo de pandeiro e em seguida entra a guitarra, com sua natureza quente e cortante, quase como uma segunda personagem em diálogo com a voz da cantora.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Multiartista nascida em 1991 em São Paulo, Natália Xavier é raiz-nordeste. O pai, baiano. A mãe, pernambucana: <em>“o que pulsa no sangue é importante”</em>, ela diz. Artista visual, mestranda em Artes pela Unicamp, atriz, cantora, escritora e astróloga tradicional, agora gesta suas próprias composições para lançar em breve seu primeiro álbum autoral “eu também sou teus rios”. Este também é o título do primeiro single já revelado, uma poesia-manifesto em torno da simbologia das águas e também um convite à vulnerabilidade como potência. Parida a partir do ritmo do coco de roda, a faixa contou com a participação criativa do percussionista <strong>Rogério Nascimento</strong>, do pianista <strong>Claudio Tegg</strong> e do violonista <strong>Marcelo Lemos</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Agora, Natália Xavier busca novas paragens, rumos e nascentes. “não morra de sede, meu amor” está disponível nas principais plataformas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Ficha técnica</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>composição: Natália Xavier e Eder Sandoli</p>
<p>intérprete: Natália Xavier</p>
<p>guitarra, violão e baixo: Eder Sandoli</p>
<p>Teclados: Claudio Tegg</p>
<p>Percussão: Rogério Nascimento</p>
<p>Mix: Douglas Pardini</p>
<p>Master: Julio Soares</p>
<p>Produção musical: Eder Sandoli</p>
<p>Produção executiva:  Desalinho Produções</p>
<p>Fotos: Duda Portella</p>
<p>Distribuidora: Tratore</p>
<p>Assessoria de imprensa: Build Up Media</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Letra</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Importante é</p>
<p>revisitar os trajetos</p>
<p>Rascunhar a todo instante</p>
<p>um percurso em que as pragas</p>
<p>(aquelas de dentro da tua cabeça)</p>
<p>não te alcancem</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Rememorar</p>
<p>cada detalhe das vezes</p>
<p>em que quase morremos de sede – de sede</p>
<p>As obrigações, instituições</p>
<p>fálicas (falidas)</p>
<p>violentando toda ternura</p>
<p>rasgando o peito ao meio</p>
<p>alargando a fissura</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Por onde verteu tuas águas nos últimos séculos?</p>
<p>O tempo se esgotou, meu amor</p>
<p>E você, por onde verteu?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Por onde bebeu do velho algoz até fazer dele teu rei?</p>
<p>Tua pressa não te salvou meu amor</p>
<p>E você, por onde se perdeu?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Acompanhe Natália Xavier:</strong></p>
<p><a href="https://www.instagram.com/natalia.xxavier/">https://www.instagram.com/natalia.xxavier/</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Com informações: <em>BUILD UP MEDIA</em></strong></p>
]]></content:encoded>
					
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