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	<title>onça &#8211; Boomerang Music</title>
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	<description>Informação, Novidade e Atualidade</description>
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		<title>Alfamor apresenta ONÇA, seu disco de estreia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 05 Sep 2020 00:08:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Lançamentos]]></category>
		<category><![CDATA[alfamor]]></category>
		<category><![CDATA[onça]]></category>
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					<description><![CDATA[Álbum marca a estreia da multiartista no universo da música &#160; Depois de revelar os singles Paô, Babylon e Sábado Sangue, Alfamor estreia com o álbum ONÇA (YBmusic) nesta sexta-feira, 04 de setembro. Mesmo num clima de incertezas, em meio a pandemia da Covid-19, que...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Álbum marca a estreia da multiartista no universo da música</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Depois de revelar os singles <a href="https://youtu.be/e83KGsCQMUQ">Paô</a>, <a href="https://youtu.be/cIf20AROpkM">Babylon</a> e <a href="https://youtu.be/nYJFtd9ULpc">Sábado Sangue</a>, <strong>Alfamor</strong> estreia com o álbum <em>ONÇA</em> (YBmusic) nesta sexta-feira, 04 de setembro. Mesmo num clima de incertezas, em meio a pandemia da Covid-19, que atrasou todo o planejamento da artista (a ideia inicial era lançar o disco em abril), ela vem em alto e bom som, produzida por Saulo Duarte. <strong>Com sete faixas, hoje o destaque fica para Morada, uma parceria com a dupla argentina Perotá Chingó</strong>. Vale, inclusive, uma atenção especial para as participações do disco: de Mateus Aleluia em Paô, a MãeAna e Arthur Braganti em Sideral Sinistro, e Bruno Capinan, em Babylon. Ouça <em>ONÇA</em> <a href="https://smarturl.it/Alfamor">aqui</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>ONÇA</em> é um álbum de composições autorais que aborda, em suas letras, temas contemporâneos e reflexões sobre ser mulher, autoconhecimento, política e espiritualidade. Nos arranjos, a ancestralidade do tambor se faz presente, assim como a potência de ritmos como o reggae, o rock e latinidades, tudo sob uma ótica pop contemporânea em que a artista consegue expressar as nuances do seu cantar, ora mais suave, ora mais visceral.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>E, além das participações especiais e de Saulo na produção, parceria das canções e como instrumentista, o trabalho também conta com os músicos Thomas Harres, Klaus Sena, Mau, João Leão, Zé Nigro, Victória dos Santos, Sthe Araújo, Luisa Lembruger, Gabi Guedes e vocais de Camila Costa, além de uma parceria com o Poeta Arruda.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Faixa a faixa</strong></p>
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<p>O disco abre com <strong>Alfa</strong>, apelido que Alfamor deu para a poesia escrita pra ela, por Arruda. <em>“Conheci esse grande poeta em São Paulo e nos tornamos amigos rapidamente. Uma honra pra mim a parceria com esse cara que é parceiro de deusas que admiro tanto como Alzira E e Alice Ruiz</em>”, comenta Alfamor. A faixa é a poesia musicada e nasceu em um dia que a artista, revendo fotos de suas viagens, cantarolou os versos em melodia, que depois foi produzida por Saulo. “<em>É como uma apresentação e também como um mantra de vida. Uma flecha ancestral que parece adentrar na mata e tirar a onça para fora. O trovão que anuncia esse renascer</em>”, revela.</p>
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<p>Em <strong>Babylon</strong>, Alfamor apresenta um reggae manifesto, repleto de mensagens políticas sutis que valorizam a liberdade feminina. Não poderia ser diferente, já que faz parte da trajetória da artista reafirmar a luta contra o patriarcado e as diferentes nuances, enriquecedoras ou difíceis, de ser mulher na sociedade. No som, referências-inspirações jamaicanas se misturam com a brasilidade latente do trabalho da compositora, marcada por tambores e vocais ritmados. A letra relembra que não é não e que, além disso, a decisão da mulher sobre como viver deve ser respeitada acima de tudo. “<em>De alguma forma o grito “não é não” já algo até batido, mas definitivamente não é algo absorvido pela sociedade machista. Acho sempre válido, até que algum dia o machismo acabe, reforçar esse cuidado e respeito aos nossos corpos</em>”, diz Alfamor.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A terceira faixa tem participação de MãeAna e Arthur Braganti. <strong>Sideral Sinistro</strong> veio num flash de memória de um sonho. “<em>É uma viagem astral. Uma abertura de percepção à esse caminho de autoconhecimento pelos astros, o movimento de explorar a si e a natureza cósmica, em um movimento de amplidão e pequinês do ser</em>”, resume a compositora.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Morada</strong> resgata as raízes de Alfamor, gaúcha, filha de pai argentino, e que, na parceria com a dupla, também argentina, Perotá Chingó, com a qual ela já cruzou em diferentes lugares pelo mundo, se viu diante de uma espécie de aconchego. No entanto, a música foi escrita em outro país de língua espanhola: “<em>Morada me veio, como em Babylon, no ato. Mas, no caso, eu estava caminhando pelas ruas de Barcelona, então, a letra, naturalmente, saiu em espanhol</em>”. Além disso, diante da familiaridade com a Argentina, a cúmbia sempre esteve presente na vida da artista. Para a faixa, “<em>a melodia da música foi pensada para ser uma cúmbia solar e Saulo captou muito bem isso</em>”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Semente</strong> é um desabafo, que Alfamor escreveu no dia da eleição do presidente atual do Brasil e, através do ritmo do Reggae, trata-se de uma espécie de gatilho para a coragem de enfrentar tamanhas barbaridades de um governo opressor: “<em>Foi um desespero total, mas ali vi que teríamos que acessar esse lugar de proteção e cuidado conosco e com os nossos para minimizarmos essa situação e realmente ficarmos atentos ao amor e não ao medo. E um grande exemplo disso pra mim é Marielle Franco! Acredito que através do exemplo da força dessa mulher isso reverberou e reverbera, que se queremos uma mudança temos que ser parte disso</em>”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Já  <strong>Sábado Sangue</strong> fala sobre a natureza cíclica da mulher, materializada pela menstruação. “<em>Sábado Sangue é sobre o nosso eterno processo de nos entendermos e sermos gentis com nós mesmas. A doidera que é todo mês passar por uma transformação, ter seus hormônios alterados, sentir de outra forma, lidar com a dor. Mas ao mesmo tempo todo conhecimento que trás essa morte/renascimento. Nosso sangue menstrual tem conexão com nossas ancestrais e com o instinto feminino, é um atestado da saúde do nosso corpo e uma ligação com um sagrado mistério</em>”, resume a artista. Quanto às participações de Camila Costa e MãeAna, Alfamor comenta: “<em>Foi muito legal chamar minhas manas Camila e Ana pra cantarem essa comigo!! Pois já tivemos uma banda só de mulheres juntas &#8211; Xanaxou &#8211; onde fiz minha primeira composição &#8220;Sagrado Sangre&#8221;, um punk sobre a mulher, seus ciclos e a menstruação (também). Aí um dia um vi uma anotação com o título &#8220;Sábado Sangue&#8221; perdida no meu hd, e peguei pra desenvolver. A letra e melodia saíram em um ciclo de uma lua</em>”, revela.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>E para fechar o disco, <strong>Paô</strong>, uma parceria com o mestre Mateus Aleluia, que se trata de uma canção oração. Um pedido de licença. “<em>Iniciei meu trabalho musical com essa música que trata do meu espiritual porque acredito que daí tudo vem. É uma forma de agradecimento à tudo que me faz inspirar e me dá força. O Paó (pronúncia = paô) (bater palmas) no Candomblé é utilizado para pedir permissão para entrar, saudar e pedir licença. Este gesto milenar remete ao som da chuva caindo sobre o solo e batendo no barro, fazendo com que a natureza dê frutos, germine, fertilize e crie vida. É na comunicação com os Orixás, onde representa o respeito e a reverência às energias. Esse foi o ensinamento que Aleluia me passou e é também como ele me chama desde que, para minha sorte, viramos grandes amigos</em>”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Envoltos por esse sentimento de amizade, Seu Mateus foi um dos principais incentivadores para que Alfamor começasse a cantar. E, ao comentar isso com Saulo, ele a instigou a fazer uma música para levar esse sentimento de respeito e afeto para o álbum. “<em>Primeiramente, achei muita pretensão e ri, mas ficando sozinha no quarto, minutos depois, de repente me veio letra e melodia na cabeça. Aí mostrei pra Saulo e ele foi lapidando e criando as harmonias. No dia da gravação Seu Mateus também contribuiu na produção da música que foi fluindo de forma muito natural na sinergia linda que rolou naquele dia</em>”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone wp-image-18238" src="https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2020/09/mini-Alfamor-por-Ana-Alexandrino-02-300x200.jpg" alt="" width="551" height="367" srcset="https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2020/09/mini-Alfamor-por-Ana-Alexandrino-02-300x200.jpg 300w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2020/09/mini-Alfamor-por-Ana-Alexandrino-02-1024x684.jpg 1024w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2020/09/mini-Alfamor-por-Ana-Alexandrino-02-768x513.jpg 768w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2020/09/mini-Alfamor-por-Ana-Alexandrino-02-700x467.jpg 700w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2020/09/mini-Alfamor-por-Ana-Alexandrino-02.jpg 1200w" sizes="(max-width: 551px) 100vw, 551px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>OUÇA O DISCO </strong><a href="https://smarturl.it/Alfamor"><strong>AQUI</strong></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>FICHA TÉCNICA</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>ALFA</strong></p>
<p><strong>(Paola Alfamor / Arruda / Saulo Duarte)</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Produzido por Saulo Duarte</p>
<p>Gravado por Klaus Sena no Estúdio Índigo Azul em Maio/Dezembro de 2019</p>
<p>Gravações adicionais no Estúdio Matraca por Pedro Vinci</p>
<p>Mixado por Klaus Sena no Estúdio Índigo Azul</p>
<p>Masterizado por Carlos Cacá Lima nos estúdios da YBmusic</p>
<p>Selo YB MUSIC</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>BABYLON</strong></p>
<p><strong>(Paola Alfamor / Saulo Duarte)</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Produzido por Saulo Duarte</p>
<p>Gravado por Klaus Sena no Estúdio Índigo Azul em Maio/Dezembro de 2019</p>
<p>Gravações adicionais no Estúdio Navegantes por Zé Nigro</p>
<p>Mixado por Klaus Sena no Estúdio Índigo Azul</p>
<p>Masterizado por Carlos Cacá Lima no YB estúdio</p>
<p>Selo YB MUSIC</p>
<p><strong> </strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>SIDERAL SINISTRO</strong></p>
<p><strong>(Paola Alfamor / Saulo Duarte)</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Produzido por Saulo Duarte</p>
<p>Gravado por Klaus Sena no Estúdio Índigo Azul em Maio/Dezembro de 2019</p>
<p>Gravações adicionais no Estúdio Matraca por Pedro Vinci</p>
<p>Mixado por Klaus Sena no Estúdio Índigo Azul</p>
<p>Masterizado por Carlos Cacá Lima nos estúdios da YBmusic</p>
<p>Selo YB MUSIC</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>MORADA</strong></p>
<p><strong>(Paola Alfamor / Saulo Duarte)</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Produzido por Saulo Duarte</p>
<p>Gravado por Klaus Sena no Estúdio Índigo Azul em Maio/Dezembro de 2019</p>
<p>Gravações adicionais no Estúdio Navegantes por Zé Nigro</p>
<p>Mixado por Klaus Sena no Estúdio Índigo Azul</p>
<p>Masterizado por Carlos Cacá Lima nos estúdios da YBmusic</p>
<p>Selo YB MUSIC</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>SEMENTE</strong></p>
<p><strong>(Paola Alfamor / Saulo Duarte)</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Produzido por Saulo Duarte</p>
<p>Gravado por Klaus Sena no Estúdio Índigo Azul em Maio/Dezembro de 2019</p>
<p>Gravações adicionais no Estúdio Navegantes por Zé Nigro</p>
<p>Mixado por Klaus Sena no Estúdio Índigo Azul</p>
<p>Masterizado por Carlos Cacá Lima nos estúdios da YBmusic</p>
<p>Selo YB MUSIC</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>SÁBADO SANGUE</strong></p>
<p><strong>(Paola Alfamor / Saulo Duarte)</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Produzido por Saulo Duarte</p>
<p>Gravado por Klaus Sena no Estúdio Índigo Azul em Maio/Dezembro de 2019</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Gravações adicionais no Estúdio Matraca por Pedro Vinci</p>
<p>Mixado por Klaus Sena no Estúdio Índigo Azul</p>
<p>Masterizado por Carlos Cacá Lima nos estúdios da YBmusic</p>
<p>Selo YB MUSIC</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>PAÔ</strong></p>
<p><strong>(Paola Alfamor / Saulo Duarte)</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Produzido por Mateus Aleluia e Saulo Duarte</p>
<p>Gravado por Tadeu Mascarenhas no Estúdio Casa das Máquinas em Setembro de</p>
<p>2019</p>
<p>Vozes, gravações adicionais e edição por Klaus Sena no Estúdio Índigo Azul</p>
<p>Mixado por Gustavo Lenza no Estúdio La Nave</p>
<p>Masterizado por Felipe Tichauer no Estúdio Red Traxx Mastering</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>LINKS</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://www.instagram.com/alfamor">Instagram</a></p>
<p><a href="https://www.facebook.com/alfamorarte/">Facebook</a></p>
<p><a href="https://www.youtube.com/channel/UCvpZ6saWvWq0DaPgee2UrAA">Youtube</a></p>
<p><a href="https://www.paolaalfamor.com/">Site oficial</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>SOBRE ALFAMOR</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Artista polimorfa que, através de suas experiências e sensibilidade ativa, dá vida a reflexões sobre a consciência natural, essa que busca o despertar de um instinto coletivo e interior expansivo. Seu trabalho se expressa por meio de diferentes técnicas e suportes: na música; em desenhos com linhas e pontos firmes; em pinturas em papéis, telas e muros; nas suas fotografias de olhar sensitivo; na pele com sua “tatuagem-transcendental” ponto-a-ponto; no vídeo, entre outras experimentações.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Suas criações envolvem inspirações místicas e/ou espirituais, sobre o tema do feminino, sobre a natureza e o cosmos, assim como questões sociais urgentes.</p>
<p>Em 2014, lançou seu livro &#8220;Portal&#8221;, uma produção manual que carrega muita energia sensível em uma narrativa que entrega a interpretação ao próprio leitor. Uma história sem palavras, mas repleta de simbologias e significados.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Já expôs em cidades como Porto Alegre, São Paulo, Olinda, Rio de Janeiro, Salvador e   Barcelona. Criou a marca audiovisual Vision (@alfamor.vision). Foi uma das artistas criadoras do Estúdio Lâmina (estúdio de arte polimorfa no centro histórico de SP) e ocupou juntamente com outros artistas e pensadores o prédio Ouvidor 63, hoje reconhecido como Centro Cultural também em São Paulo. Atuou como compositora, percussionista e na produção visual da banda Xanaxou (banda de mulheres originária no RJ, 2016/17) e agora segue inventando seus sons só. Recentemente teve uma música gravada por Tulipa Ruiz e Adam Jodorowsky em parceria com Ava Rocha, Saulo Duarte, Gustavo Ruiz e a própria cantora Tulipa: &#8220;Terrorista del Amor&#8221;, no disco &#8220;Tu”, e outra gravada por Saulo Duarte em parceria com ele: “Rebuliço&#8221;, no disco “Avante Delírio&#8221;. Participa de feiras de arte e publicações ao redor do mundo assim como viaja e promove eventos com seu ritual de tatuagem por onde passa. Além disso, expande seu trabalho como terapeuta energética nas áreas de massagem (Thay e Janzu -aquática), Reiki e Cristaloterapia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Recentemente lançou os primeiros singles do seu álbum <strong><em>ONÇA</em></strong> que está por vir! <strong>Paô</strong> com a participação de Mateus Aleluia e <strong>Babylon</strong> com Bruno Capinan.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Alfamor em diversas formas expressa seu imaginário alimentado entre suas viagens e vivências da sua arte = vida.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><em>Fotos: Bárbara Bragato / Ana Alexandrino</em></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Com informações: Assessoria de Imprensa Thais Pimenta – Café 8 </strong></p>
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