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	<title>pedroluis &#8211; Boomerang Music</title>
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	<description>Informação, Novidade e Atualidade</description>
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		<title>Pedro Luís lança versão atualizada de &#8220;Caio no Suingue&#8221; com participações de Késia e Caio Prado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Aug 2021 01:15:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[caionosangue]]></category>
		<category><![CDATA[pedroluis]]></category>
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					<description><![CDATA[Ouça AQUI a nova versão de &#8220;Caio No Suingue&#8221; &#160; Veja AQUI o lyric video &#160; O cantor e compositor Pedro Luís entrou em estúdio para gravar uma nova versão de um de seus maiores sucessos, &#8220;Caio no Suingue&#8221;, registrado originalmente no álbum &#8220;Astronauta Tupy&#8221;,...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Ouça </strong><a href="https://pedroluis.lnk.to/KesiaCaioPradoCaioNoSuingue"><strong>AQUI</strong></a><strong> a nova versão de &#8220;Caio No Suingue&#8221;</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Veja </strong><a href="https://youtu.be/jNM72Q7H7js"><strong>AQUI</strong></a><strong> o lyric video</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O cantor e compositor <strong>Pedro Luís</strong> entrou em estúdio para gravar uma nova versão de um de seus maiores sucessos, &#8220;Caio no Suingue&#8221;, registrado originalmente no álbum &#8220;Astronauta Tupy&#8221;, de Pedro Luís e a Parede (1997). Com produção de Yuri Queiroga e lançamento da gravadora Deck, a faixa <a href="https://pedroluis.lnk.to/KesiaCaioPradoCaioNoSuingue">está disponível nos aplicativos de música</a> nesta sexta, 27 de agosto, e tem as participações de Késia e Caio Prado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Há um tempo Pedro estava incomodado com um trecho da letra que dizia &#8220;a coisa está pra lá de preta&#8221;. A vontade de fazer essa correção já era grande e, quando o XP Games pediu a música para estar em uma playlist, veio o desejo de finalmente realizá-la. &#8220;Isso não cabe mais e é preciso que estejamos atentos a heranças de um racismo estrutural muito forte, que acabam indo parar na linguagem cotidiana. No esteio dessa mudança, fiz algumas alterações dentro desse momento-oração da letra, que contempla também pautas identitárias, tão massacradas em tempos de retrocessos de viés fascista. É preciso nos colocarmos em sintonia e buscarmos fortalecimento coletivo para enfrentar as desigualdades em todos os campos&#8221;, comenta ele.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para deixar a nova versão ainda mais forte, Pedro Luís chamou Késia e Caio Prado para dividirem os vocais com ele. &#8220;Os dois têm vozes incríveis, não só artisticamente, mas pelo que representam&#8221;, justifica. Kesia conta como foi a experiência: &#8220;Fiquei feliz com o convite do Pedro. Uma honra! Muito importante a mudança que foi feita na letra, de maneira que corrige uma expressão estruturalmente racista. É bom seguir acreditando na força da nossa arte, no poder que a música tem de transformar o mundo e a nós mesmos&#8221;, declara ela.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para Caio, cantar com Pedro Luís foi a realização de um desejo antigo. &#8220;Sempre quis trabalhar com Pedro, admiro muito ele, assim como a Késia. Adorei estar com eles nessa gravação, que deu novo frescor para esse <em>hit</em>, que traz samba e funk na levada, uma letra que é um mantra e agora ganhou essa versão super moderna&#8221;, finaliza ele.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>FICHA TÉCNICA</strong></p>
<p><strong>SINGLE &#8211; CAIO NO SUINGUE (Pedro Luís)</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Pedro Luís: voz e violão</p>
<p>Késia: voz</p>
<p>Caio Prado: voz</p>
<p>Yuri Queiroga: beat, samplers, percussão, baixo, guitarra e cavaquinho | Aláfia Musical (PE)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Produzido por Yuri Queiroga (PE)</p>
<p>Gravado por Matheus Gomes e Yuri Queiroga</p>
<p>Mixado por Vitor Farias</p>
<p>Masterizado por Matheus Gomes</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>LETRA</strong></p>
<p><strong>Caio No Suingue (Pedro Luís)</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Eu caio no suingue pra me consolar</p>
<p>É que essa vida não tá mole</p>
<p>E eu faço assim para me segurar</p>
<p>Esse funk é tiro de canhão</p>
<p>Rajada de metralhadora, que situação</p>
<p>Esse país na emboscada</p>
<p>E a mais injusta divisão</p>
<p>Com a boca escancarada</p>
<p>Faço esse protesto em forma de oração</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Axé mãe</p>
<p>Filhas primas</p>
<p>Espírites que habitam o planeta</p>
<p>Façam votos</p>
<p>Criem versos tomem atitudes</p>
<p>Pra mudar a coisa que já tá pra lá de treta</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Eu tô cantando, você dirigindo</p>
<p>O outro tá rezando</p>
<p>Alguns se divertindo</p>
<p>Muitos precisando, poucos conseguindo</p>
<p>Se todos realizam algo</p>
<p>O mundo segue seu caminho</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Com informações: ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO PEDRO LUÍS &#8211;  </strong><strong>SOMAR COMUNICAÇÃO INTEGRADA</strong></p>
]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>Novo single de PEDRO LUÍS sai no DIA DO BEIJO</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Apr 2021 00:18:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[pedroluis]]></category>
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					<description><![CDATA[No Dia do Beijo, Pedro Luís, Camila Costa e Neila Kadhí liberam canção coletiva. Novo single dos três artistas sai em 13 de abril, em todos os aplicativos de música.   &#160; Clique AQUI para ouvir &#8220;A Maçã e a Boca&#8221; a partir de 13 de...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>No Dia do Beijo, <strong>Pedro Luís</strong>, <strong>Camila Costa</strong> e <strong>Neila Kadhí</strong> liberam canção coletiva. Novo single dos três artistas sai em 13 de abril, em todos os aplicativos de música.  </em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Clique </em><a href="https://tratore.ffm.to/amaca-e-a-boca"><strong><em>AQUI</em></strong></a> <em>para ouvir &#8220;A Maçã e a Boca&#8221; a partir de 13 de abril</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em meio à pandemia e o necessário isolamento social, muitos artistas estão deixando brotar de suas gavetas e anotações ideias antigas que não haviam ainda se transformado em canções, muito pela falta de tempo durante a saudosa época em que saíam em turnês. Foi assim que Neila Kadhí apresentou Pedro Luís a Camila Costa e incitou a criação coletiva de &#8220;A Maçã e a Boca&#8221;, single que vai estar disponível em 13 de abril nos aplicativos de música. &#8220;Deixe que te toque / Deixe que provoque / Língua passeando solta&#8221;, diz um trecho da letra. A data de lançamento não foi escolhida por acaso: é o Dia do Beijo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Neila Kadhí conheceu Pedro Luís durante a montagem do espetáculo de teatro &#8220;Elza&#8221;. A cantautora, produtora musical e multi-instrumentista baiana integrava a banda pilotando programações, guitarra e pandeiro, e Pedro Luís &#8211; esse artista multifacetado e agregador que canta, compõe, escreve, toca e arranja &#8211; comandava a direção musical do espetáculo. Foi ali, nos bastidores do teatro, que surgiu a amizade, a sintonia musical e a vontade de compor algo em parceria. Camila Costa também é dona de multi-talentos na música. Cantora, violonista e compositora, integrou o grupo Sururu na Roda e chegou a gravar com Chico Buarque e Zeca Pagodinho. Lançou, em parceria com Neila Kadhí, o EP &#8220;ILA&#8221; &#8211; e trilha carreira solo entre Paris e Rio de Janeiro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Foi Neila que propôs a Pedro e a Camila as primeiras estrofes e, então, incitou a composição coletiva. A partir daí, da maneira que era possível, caseira e remota, os três partiram para as gravações e, entre links e drives, nasceu o single inspirador, com sonoridade sedutora que, segundo Camila Costa, &#8220;fala também sobre o amor, sobre o desejo e sobre a leveza e a coragem de seguir o fluxo da vida&#8221;.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para Neila Kadhí, o single &#8220;é um desaguar amoroso de delicadeza, sensualidade e beleza&#8221;, no que completa Pedro Luís: &#8220;em tempos brutos uma delicadeza é muito mais do que um só gesto: pode até ser remédio pras tristezas, saudades e mais&#8221;. E foi pensando em remediar tristezas e saudades que Camila, Neila e Pedro decidiram lançar, no Dia do Beijo, esta canção cheia de poesia, delicadeza e sensualidade, com um chamado para que cada ouvinte sinta-se beijado pela canção.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone  wp-image-23371" src="https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2021/04/PEDRO-LUIS_POR-JORGE-BISPO-300x200.jpg" alt="" width="435" height="290" srcset="https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2021/04/PEDRO-LUIS_POR-JORGE-BISPO-300x200.jpg 300w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2021/04/PEDRO-LUIS_POR-JORGE-BISPO-1024x682.jpg 1024w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2021/04/PEDRO-LUIS_POR-JORGE-BISPO-768x511.jpg 768w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2021/04/PEDRO-LUIS_POR-JORGE-BISPO-700x466.jpg 700w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2021/04/PEDRO-LUIS_POR-JORGE-BISPO.jpg 1280w" sizes="(max-width: 435px) 100vw, 435px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>FICHA TÉCNICA </strong></p>
<p><strong>SINGLE: A MAÇÃ E A BOCA</strong> (Camila Costa, Neila Kadhí e Pedro Luís)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Camila Costa &#8211; voz, violão e snaps</p>
<p>Neila Kadhí &#8211; voz, violão, snaps e bumbo</p>
<p>Pedro Luís &#8211; voz e banjo</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Autoras e intérpretes:</strong> Camila Costa, Neila Kadhí e Pedro Luís</p>
<p><strong>Produtoras musicais:</strong> Camila Costa, Neila Kadhí, Pedro Luís e Vicente Jacomini</p>
<p><strong>Gravado</strong> por Camila Costa, Neila Kadhí e Pedro Luís (em suas respectivas casas)</p>
<p><strong>Mixado e masterizado</strong> por Vicente Jacomini (em casa)</p>
<p><strong>Distribuição digital:</strong> Tratore</p>
<p><strong>Arte gráfica da capa:</strong> Alexsandro Sousa I Dínamo Design / <strong>Foto:</strong> Jorge Bispo</p>
<p><strong>Assessoria de Comunicação:</strong> Miriam Roia e Vivien Drumond</p>
<p><strong>Produção Executiva:</strong> Heloisa Marinho</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>LETRA</strong></p>
<p><strong>A MAÇÃ E A BOCA</strong></p>
<p>(Neila Kadhí / Camila Costa / Pedro Luís)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Deixe que arranhe,</p>
<p>Deixe que te assanhe,</p>
<p>Beije amassando a roupa</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Deixe que estranhe,</p>
<p>Deixe que te ganhe,</p>
<p>E beire a maçã e boca</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Louca, tonta, tanta</p>
<p>Pra não resistir</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Deixe que te toque</p>
<p>Deixe que provoque</p>
<p>Língua passeando solta</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Deixe que te roce</p>
<p>Deixe que te adoce</p>
<p>E deite</p>
<p>Alcançando a onda</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Branda, linda, longa</p>
<p>Jamais desistir</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Deixe, deite, doce, dance</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Com informações:  ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO PEDRO LUÍS</strong></p>
<p><strong>SOMAR COMUNICAÇÃO INTEGRADA</strong></p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Pedro Luís lança seus novos single e clipe &#8220;O Sol de Bê&#8221;</title>
		<link>https://boomerangmusic.com.br/pedro-luis-lanca-seus-novos-single-e-clipe-o-sol-de-be/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 05 Dec 2020 01:18:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[osoldebe]]></category>
		<category><![CDATA[pedroluis]]></category>
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					<description><![CDATA[Disponível em 4 de dezembro nos aplicativos de música, canção foi feita sob medida para Ana Carolina Pitta e seu filho, Bernardo. Ana Carolina foi a sorteada na campanha &#8220;Inspiração Solidária&#8221;, promovida pelo compositor durante a quarentena &#160; Clique aqui para ouvir &#8220;O Sol de...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Disponível em 4 de dezembro nos aplicativos de música, canção foi feita sob medida para Ana Carolina Pitta e seu filho, Bernardo. Ana Carolina foi a sorteada na campanha &#8220;Inspiração Solidária&#8221;, promovida pelo compositor durante a quarentena</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><em>Clique </em><a href="https://tratore.ffm.to/osoldebe"><em>aqui</em></a><em> para ouvir &#8220;O Sol de Bê&#8221;</em></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>E </em><strong><a href="https://youtu.be/3M6hzYxUhEo"><em>aqui</em></a><em> para assistir ao clipe do novo single</em></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Capa: Vitor Faria | Desenho: Bernardo Pitta | Boneco: Lucas da Fonseca</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Um erê</p>
<p>Um Doum</p>
<p>um guri</p>
<p>um piá</p>
<p>faz o senso comum</p>
<p>ter que reafinar</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O sol de Bê – Pedro Luís</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8220;Inspiração Solidária&#8221;, campanha para arrecadar fundos para a equipe técnica de Pedro Luís, ficou no ar durante todo o mês de julho e, ao final, houve um sorteio, entre os doadores, para ganhar uma canção exclusiva, composta sob medida. A vencedora foi Ana Carolina Pitta, por acaso sobrinha de Pedro e mãe de Bernardo, um menino de seis anos. Bê é autista e Pedro decidiu dedicar a ele a música &#8220;O Sol de Bê&#8221;, que foi toda produzida em casa e chega aos aplicativos de música em 4 de dezembro, com distribuição da Tratore. No mesmo dia, às 12h, o <a href="https://youtu.be/3M6hzYxUhEo">clipe</a> vai estar disponível no canal de Pedro Luís no <a href="https://www.youtube.com/PedroLuis">YouTube</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8220;A surpresa de ter Ana, mãe de Bê, como a contemplada em nossa ação, trouxe ingredientes extraordinários: ao se deparar com o fato de o filho ter necessidades especiais, por ser autista, um suposto normal é colocado em questionamento e nossos sentidos, de uma maneira geral, são provocados a novos exercícios. Bê nos enriqueceu poética e humanamente&#8221;, conta Pedro Luís.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Idealizado, composto, gravado e finalizado em casa, durante o isolamento social decorrente da pandemia da Covid-19, o single &#8220;O Sol de Bê&#8221; teve a colaboração à distância de Pedro Fonseca que, além de produzir e mixar, gravou baixo, congas e palmas. Pedro Luís, por sua vez, gravou voz, violão, tan-tan, agogô e ganzá. O clipe, produzido pela tocavideos, também durante o isolamento, reúne imagens de acervo pessoal de Ana Carolina Pitta e Pedro Luís.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>FICHA TÉCNICA </strong></p>
<p>&#8220;O Sol de Bê&#8221; (Pedro Luís)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>SINGLE</strong></p>
<p><strong>Autor e intérprete:</strong> Pedro Luís</p>
<p><strong>Produtor musical:</strong> Pedro Fonseca</p>
<p><strong>Gravado</strong> por Pedro Luís e Pedro Fonseca (em suas respectivas casas)</p>
<p><strong>Mixado</strong> por Pedro Fonseca (em casa)</p>
<p><strong>Instrumentos:</strong> voz, violão, tan-tan, agogô e ganzá (Pedro Luís); baixo, congas e palmas (Pedro Fonseca)</p>
<p><strong>Distribuição digital:</strong> Tratore</p>
<p><strong>Arte gráfica da capa:</strong> Vitor Faria, a partir de desenho de Bernardo Pitta e boneco de Lucas da Fonseca</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>CLIPE</strong></p>
<p><strong>Imagens de acervo pessoal:</strong> Ana Carolina Pitta e Pedro Luís</p>
<p><strong>Montagem, edição e finalização:</strong> tocavideos</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Assessoria de Comunicação:</strong> Miriam Roia e Vivien Drumond</p>
<p><strong>Produção Executiva:</strong> Heloisa Marinho</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO PEDRO LUÍS &#8211;  SOMAR COMUNICAÇÃO INTEGRADA</strong></p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Em parceria com Pedro Luís, Juliana Cortes lança &#8220;Cores do Fogo&#8221;</title>
		<link>https://boomerangmusic.com.br/em-parceria-com-pedro-luis-juliana-cortes-lanca-cores-do-fogo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2020 22:39:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[coresdofogo]]></category>
		<category><![CDATA[julianacortes]]></category>
		<category><![CDATA[pedroluis]]></category>
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					<description><![CDATA[Artista curitibana lançou o single Andorinhas em Março e se prepara para divulgar seu novo disco &#160; Foto: Juliana Cortes por Fernanda Stica &#160; Com o single Andorinhas, a cantora e compositora paranaense, Juliana Cortes, anunciou o disco Álbum 3 para este ano, mas viu...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Artista curitibana lançou o single Andorinhas em Março e se prepara para divulgar seu novo disco</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><em>Foto: Juliana Cortes por Fernanda Stica</em></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Com o single <a href="https://youtu.be/2CxG7ntzgAk">Andorinhas</a>, a cantora e compositora paranaense, Juliana Cortes, anunciou o disco <em>Álbum 3</em> para este ano, mas viu seus planos suspensos devido a pandemia da Covid-19. Com os shows cancelados, ela preferiu se recolher e repensar esses tempos antes de vir com o disco, cuja previsão de lançamento é para este segundo semestre. E, agora, Juliana retoma o lançamento e vem com o novo single, <a href="https://youtu.be/bwKER6dS52w"><strong>Cores do Fogo</strong></a>, em parceria com o compositor carioca Pedro Luís. Ouça <a href="https://youtu.be/bwKER6dS52w">aqui</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Cores do Fogo</strong> foi escrita por Pedro e fala das memórias de Juliana sobre o incêndio do Edifício Wilton Paes, no Largo Paissandu, em São Paulo, entrelaçadas com as de Pedro sobre o fogo que assolou o Museu de História Natural no Rio, cidade onde o compositor vive. &#8220;<em>Convidei o Pedro Luís para compor uma canção e nossas memórias se cruzaram nos incêndios do Ed. Wilson Paes e do Museu Nacional. Foi a primeira canção que escolhi para o disco e foi ela que deu o tom crítico para a maioria das canções do repertório</em>&#8220;, conta Juliana.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A música foi gravada ao vivo, em Porto Alegre, na clássica formação <em>power trio</em>: baixo elétrico, bateria e guitarra. A sonoridade transita entre as harmonias do jazz e a rítmica latina dos compassos 6/8, misturadas às texturas mais experimentais da guitarra do músico Lorenzo Flach, uma das marcas do disco.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-17309" src="https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2020/07/mini-Pedro-Luis_Credito-Nana-Moraes-225x300.jpg" alt="" width="314" height="419" srcset="https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2020/07/mini-Pedro-Luis_Credito-Nana-Moraes-225x300.jpg 225w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2020/07/mini-Pedro-Luis_Credito-Nana-Moraes-767x1024.jpg 767w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2020/07/mini-Pedro-Luis_Credito-Nana-Moraes-768x1025.jpg 768w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2020/07/mini-Pedro-Luis_Credito-Nana-Moraes-600x800.jpg 600w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2020/07/mini-Pedro-Luis_Credito-Nana-Moraes-700x934.jpg 700w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2020/07/mini-Pedro-Luis_Credito-Nana-Moraes.jpg 1124w" sizes="(max-width: 314px) 100vw, 314px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><em>Foto: Pedro Luís por Nana Moraes </em></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Três</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Sucessor dos discos <a href="https://youtu.be/H1n5LRfi868"><em>Invento</em></a> (2013) e <a href="https://youtu.be/r9m916g_-eY"><em>Gris</em></a> (2016), o terceiro álbum de Juliana Cortes é resultado de um processo de imersão artística que reuniu compositores e poetas de duas capitais sulistas brasileiras: Curitiba e Porto Alegre. Mas, mesmo assim, as canções do <em>Álbum 3</em> são diferentes dos discos anteriores, que trazem os ares mais poéticos do Sul &#8211; filiados à Estética do Frio, de Vitor Ramil. Agora, trata-se de um olhar mais crítico e urbano. Um rompimento de linguagem em direção ao pop experimental.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>E foi buscando essas novas manifestações, interferências e experiências, que Juliana convidou artistas dispostos a pensar e questionar as relações estético-culturais das suas cidades e de suas próprias produções para a criação de uma obra completa. De um lado, Estrela Leminski, Rodrigo Lemos e Juliana Cortes, de Curitiba. De outro, Ian Ramil, Guilherme Ceron, Zelito Ramos e Guilherme Becker da capital do Rio Grande do Sul. Em conjunto, após quatro dias de residência artística em Curitiba, nove obras inéditas foram compostas para o registro no novo disco de Juliana, que será lançado no segundo semestre.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O músico e produtor Ian Ramil, que em 2016 venceu o Grammy Latino na categoria de melhor álbum de rock em português com o disco <em>Derivacivilização, </em>assina a produção do álbum e, com esse trabalho, dá início a parceria com Juliana, que, nos dois discos anteriores, trabalhou em algumas composições com o pai de Ian, o compositor gaúcho Vitor Ramil.</p>
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<p><strong>PARA OUVIR </strong><a href="https://youtu.be/bwKER6dS52w"><strong>AQUI</strong></a></p>
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<p><strong>FICHA TÉCNICA</strong></p>
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<p><em>Cores do Fogo (Pedro Luís)</em></p>
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<p><strong>Produção musical:</strong> Ian Ramil</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Voz:</strong> Juliana Cortes</p>
<p><strong>Participação especial: </strong>Pedro Luís</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Guitarra:</strong> Lorenzo Flach</p>
<p><strong>Baixo:</strong> Guilherme Ceron</p>
<p><strong>Bateria:</strong> Martin Estevez</p>
<p><strong>Percussão:</strong> Vina Lacerda</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Gravado em Porto Alegre, no Estúdio Transcendental</p>
<p><strong>Mixagem:</strong> Fred Teixeira</p>
<p><strong>Masterização:</strong> Maurício Gargel</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Arte gráfica/Ilustração:</strong> Mariana Sartori</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>LETRA</strong></p>
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<p><em>Cores do Fogo (Pedro Luís)</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ardeu e um museu de nós se foi</p>
<p>Chamou me consumiu</p>
<p>Acendeu, ascendeu, sumiu</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A cor do fogo me hipnotizou</p>
<p>Regras de um jogo de deixar queimar</p>
<p>e a labareda a mim me pareceu</p>
<p>o apocalipse a coreografar</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fim de uma Era canção de final</p>
<p>Era uma coda com exclamação</p>
<p>E numa queda os olhos abismal</p>
<p>Em um segundo a desaparição</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Será fração de um tempo de desconexão?</p>
<p>Será o recomeço em outra dimensão?</p>
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<p><strong>LINKS</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://www.facebook.com/invento.julianacortes">Facebook</a></p>
<p><a href="http://www.instagram.com/jucores">Instagram</a></p>
<p><a href="http://www.youtube.com/inventojulianacortes">YouTube</a></p>
<p><a href="https://cutt.ly/yrA4By8">Spotify</a></p>
<p><a href="https://cutt.ly/9rA41tN">Deezer</a></p>
<p><a href="https://cutt.ly/2rA49Rx">Tidal</a></p>
<p><a href="https://cutt.ly/mrA44xo">Apple Music</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>SOBRE JULIANA CORTES</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Natural de Curitiba, Juliana Cortes é formada em música popular, especialista em Canção e mestranda em Música. Desde 2012, quando apresentou o espetáculo <em>Juliana Cortes convida Vitor Ramil</em>, realizado em Curitiba, se alinhou a movimentos estéticos do sul do país e regiões de fronteira, como Argentina, Paraguai e Uruguai.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em 2013, lançou o CD <a href="https://youtu.be/H1n5LRfi868"><em>Invento</em></a> com obras de autores contemporâneos, misturando a poética do sul com um instrumental jazzístico formado por baixo, guitarra e percussão. O disco, produzido pelo curitibano Fred Teixeira, foi citado como destaque por críticos de Curitiba, Porto Alegre e Rio de Janeiro e pré-selecionado ao Prêmio da Música Brasileira. <em>Invento</em> tem participação de Vitor Ramil, autor de três faixas do álbum.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O segundo disco solo, <a href="https://youtu.be/r9m916g_-eY"><em>Gris</em></a>, trouxe a sonoridade e geografia urbana das cidades onde o CD foi gravado: Curitiba, São Paulo e Buenos Aires. Complementar ao <em>Invento</em> e, ainda na tradição da MPB, <em>Gris</em> apresentou dez canções inéditas, reforçando a poética sulista e trazendo obras escritas por Arrigo Barnabé, Luiz Tatit e Dante Ozzetti &#8211; produtor musical do álbum -, além da participação especial de Paulinho Moska, Antônio Loureiro e o trio argentino Diego Schissi, Juan Pablo Navarro e Santiago Segret.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Gris</em> foi eleito o 6º melhor álbum da MPB de 2016 no Japão, pela Revista LATINA e no ano seguinte, Juliana Cortes recebeu o troféu Catavento de melhor cantora – melhores da música independente &#8211; pela Rádio e TV Cultura, de São Paulo. Paralelo ao lançamento do álbum, a artista lançou o clipe/curta <a href="https://youtu.be/7PTdKkqYdu8"><em>O Mal</em></a> com direção e animação de Carlon Hardt.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Desde seus primeiros passos na direção de uma carreira solo, Juliana já passou por palcos de Porto Alegre, Curitiba, São Paulo, Minas Gerais e países como Argentina, Uruguai, Peru e Coreia do Sul. Em suas escolhas de repertório, a artista dá um zoom em poemas musicados, autores contemporâneos e canções experimentais, a fim trazer o novo para sua performance e conduzir o ouvinte para além do mesmo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>ASSESSORIA DE IMPRENSA &#8211; </strong><strong>Café8 Comunicação &amp; Projetos Especiais</strong></p>
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		<title>Pedro Luís apresenta show em homenagem a Luiz Melodia, dias 29 e 30 de junho, no SESC Pompeia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Jun 2019 02:19:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Lançado ano passado, o trabalho acaba de receber o prêmio norte-americano The Independent Music Awards, na categoria Latin &#160; Pedro Luís em foto de Nana Moraes &#160; Assista aqui ao clipe de  &#8216;Juventude Transviada&#8217; Assista aqui ao vídeo de  &#8216;Vale Quanto Pesa&#8217; Assista aqui ao vídeo...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Lançado ano passado, o trabalho acaba de receber o prêmio norte-americano<em> </em><em>The Independent Music Awards, </em>na categoria Latin</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><em>Pedro Luís em foto de Nana Moraes</em></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Assista </em><a href="https://youtu.be/6Dre3Q6Y3jw"><em>aqui</em></a><em> ao clipe de  &#8216;Juventude Transviada&#8217;</em></p>
<p><em>Assista </em><a href="http://youtu.be/3t40B2V3PAI"><em>aqui</em></a><em> ao vídeo de  &#8216;Vale Quanto Pesa&#8217;</em></p>
<p><em>Assista</em><a href="https://www.youtube.com/watch?v=VtIBJq8Wp44"><em> aqui</em></a><em> ao vídeo com o trio de canções &#8216;Estácio, Eu e Você / Pérola Negra / Magrelinha&#8217;</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O inquieto cantor e compositor Pedro Luís quis homenagear Luiz Melodia, uma de suas maiores referências musicais. Primeiro montou um show apresentando novas versões para as músicas do clássico &#8220;Pérola Negra&#8221;, álbum de 1973 que revela o grande compositor e intérprete que já tinha sido gravado por Gal Costa e Maria Bethânia. Pedro ficou tão feliz com o resultado da homenagem que pensou em gravar um álbum. Encontrou o produtor Rafael Ramos, que se animou com o projeto e, logo em seguida, os dois começaram a trabalhar no estúdio. O álbum, batizado de &#8220;Vale Quanto Pesa – Pérolas de Luiz Melodia&#8221;, está disponível em CD, em compacto duplo e em todos os aplicativos de música.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A ideia de Pedro Luís era de fato revisitar as obras, &#8220;fazer reverência e referência aos detalhes dos arranjos originais tão marcantes, mas sem que isso soasse como cover. Para isso convoquei uma  banda com formação eficiente, criativa, mas diferente das que foram usadas nas versões originais&#8221;, conta. Assim, ele chamou o baterista Élcio Cáfaro, que tocou com o próprio Melodia por muitos anos, o tecladista Pedro Fonseca e Miguel Dias para o contrabaixo.</p>
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<p>Gravado em dez dias no Estúdio Tambor, da Deck, &#8220;Vale Quanto Pesa – Pérolas de Luiz Melodia&#8221; traz oito das dez músicas do original &#8220;Pérola Negra&#8221;, além de &#8220;Fadas&#8221;, &#8220;Congênito&#8221;, &#8220;Cara a Cara&#8221; e outras canções do homenageado. Os arranjos de cordas foram feitos por Felipe Ventura e os de sopros, por Marlon Sette.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O resultado é um delicioso passeio de Pedro Luís pelo universo de Melodia, mostrando novos olhares sobre as mesmas canções, acrescentando diferentes cores às pérolas do homenageado. Ele faz uma singela e vigorosa interpretação de &#8220;Juventude Transviada&#8221; e uma colagem épica dos clássicos &#8220;Estácio Eu e Você&#8221;, &#8220;Pérola Negra&#8221; e &#8220;Magrelinha&#8221;. Flerta com o xote em &#8220;Cara a Cara&#8221;, com o reggae em &#8220;Vale Quanto Pesa&#8221; e a alma rocksteady do novo arranjo de &#8220;Congênito&#8221;. Milton Guedes dá um toque especial com sua gaita a &#8220;Objeto H&#8221;. Ainda na lista de grandes instrumentistas convidados está o guitarrista pernambucano Paulo Rafael, que empresta o vigor de sua guitarra à versão setentista de &#8220;Pra Aquietar&#8221;, que Pedro e banda trazem pro álbum.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A capa tem concepção e direção artística de Bianca Ramoneda, cenografia de Sérgio Marimba e fotografia de Nana Moraes e se propõe a revelar a realidade, sem que o sonhador deixe de sonhar. Pedro foi fotografado na frente de um cenário lúdico e bem colorido. &#8220;A ideia é mostrar que, apesar de toda a realidade exposta, Pedro não deixa de ser um sonhador em busca das pérolas do Melodia&#8221;, explica Ramoneda. E é exatamente isso o que Pedro faz nesse álbum, vestindo essas obras com novas roupagens.</p>
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<p><strong>SERVIÇO:</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>PEDRO LUIS NO SHOW &#8220;VALE QUANTO PESA &#8211; PÉROLAS DE LUIZ MELODIA&#8221;</strong></p>
<p>Dias 29 e 30 de junho, sábado às 21h e domingo às 18h</p>
<p>Teatro SESC Pompeia</p>
<p>End.: R. Clélia, 93 &#8211; Água Branca, São Paulo &#8211; SP</p>
<p>Tel.: (11) 3871-7700</p>
<p>Ingressos: R$ 30 | R$ 15 | R$ 9</p>
<p>Vendas online: <a href="https://bit.ly/PedroLuisSescPompeia?fbclid=IwAR2wbLRuupK6mnoLiskLcGS9kbLRzmsoERu7-mG_39UMgd-KkHPQZmjMWT8">bit.ly/PedroLuisSescPompeia</a></p>
<p>Classificação: 12 anos</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>ASSESSORIA DE IMPRENSA PEDRO LUÍS &#8211; </strong><strong>SOMAR COMUNICAÇÃO INTEGRADA</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>ASSESSORIA DE IMPRENSA DECK</strong></p>
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