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	<title>sescsantoamaro &#8211; Boomerang Music</title>
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	<description>Informação, Novidade e Atualidade</description>
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		<title>PROJETO “DO 13 AO 20” TRAZ ATIVIDADES QUE DESTACAM A CULTURA AFRO-BRASILEIRA NO SESC SANTO AMARO</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Oct 2020 23:00:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entretenimento]]></category>
		<category><![CDATA[do13ao20]]></category>
		<category><![CDATA[sescsantoamaro]]></category>
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					<description><![CDATA[Em diálogo com o Dia da Consciência Negra, as atividades resgatam a pluralidade das manifestações e tradições da cultura negra &#160; Em novembro, de 03 a 26/11, o Sesc Santo Amaro recebe duas atividades que evidenciam a cultura afro-brasileira e a utiliza como potencializadora das...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Em diálogo com o Dia da Consciência Negra, as atividades resgatam a pluralidade das manifestações e tradições da cultura negra</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em <strong>novembro</strong>, <strong>de 03 a 26/11</strong>, o <strong>Sesc Santo Amaro</strong> recebe duas atividades que evidenciam a cultura afro-brasileira e a utiliza como potencializadora das reflexões propostas em diversas ações. A programação fecha o ciclo de atividades “<strong>Do 13 ao 20 – (Re)Existência do povo negro”</strong>, projeto do Sesc São Paulo que ocorre pelo segundo ano e, especificamente em 2020, acontece nas plataformas digitais das unidades em todo o estado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Durante o período, as ações abordaram assuntos como corpo negro e subjetividades; pluralidade das identidades negras e negritude na arte; juventude e velhice; produções intelectuais e culturais; racismo estrutural, institucional e social.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A literatura é a primeira linguagem que integra a programação. De <strong>3 a 26/11</strong> acontece o curso online <strong>“Escritos negros na literatura brasileira”</strong>, com Esdras Soares, Lara Rocha, Luciana Diogo, Fernanda Sousa, José Victor Nunes Mariano, Oluwa Seyi Salles Bento, Tawane Theodoro e Jéssica Campos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ao longo de oito encontros, o curso propõe a apresentação e leitura de obras da literatura brasileira de autoria negra, do século XIX à atualidade, com atenção às suas temáticas, especificidades, recursos e posicionamentos. A escolha desses autores colabora para a construção de um repertório dentro da produção literária, que dialoga com alternativas e aproximações práticas para desenvolver o tema em espaços educativos formais e não formais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>PALESTRANTES</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Esdras Soares &#8211; Mestrando em Estudos Comparados de Literaturas de Língua Portuguesa na Universidade de São Paulo (USP), com pesquisa sobre literatura afro-brasileira e educação. Técnico de programas e projetos do CENPEC.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Lara Rocha &#8211; Professora de Língua Portuguesa e Literatura da Rede Municipal de SP. Mestranda do programa de Estudos Comparados de Literaturas de Língua Portuguesa (USP), na área de Literatura afro-brasileira e Educação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Luciana Diogo &#8211; Doutoranda em Literatura Brasileira (USP), gestora e editora de conteúdo web do Memorial de Maria Firmina dos Reis e editora da Revista Firminas &#8211; Pensamento, Estética e Escrita.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fernanda Sousa &#8211; Doutoranda em Teoria Literária e Literatura Comparada na USP, sobre os diários de Lima Barreto e de Carolina Maria de Jesus em diálogo com a canção &#8220;Negro drama&#8221; (Racionais MC&#8217;s).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>José Victor Nunes Mariano &#8211; Mestrando na área de Estudos Comparados de Literaturas de Língua Portuguesa (USP), com pesquisa sobre a obra de Lima Barreto.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Oluwa Seyi Salles Bento &#8211; Mestranda em Estudos Comparados de Literaturas de Língua Portuguesa (USP), com pesquisa intitulada &#8220;Òrìsà e literatura afro-brasileira &#8211; a esteticização dos arquétipos dos deuses yorùbá nos contos de Conceição Evaristo&#8221;.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Tawane Theodoro &#8211; Poeta e slammer. Organizadora do Sarau do Capão e do Slam do Bronx. Poeta Formadora do Slam Interescolar SP. Autora de Afrofênix: a fúria negra ressurge (Quirino Ed., 2019).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Jéssica Campos &#8211; Poeta e slammer. Organizadora do Sarau do Capão. Educadora do Cursinho Popular Carolina Maria de Jesus. Autora de Transcrevendo a Marginalidade (Quirino Ed., 2020).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>No <strong>dia 17</strong>, <strong>terça-feira</strong>, <strong>às 14h</strong>, é a vez do audiovisual entrar em cena com <strong>“Ciranda do Gatilho 2 – O Transe: Eixo Invisível”</strong>, com Saskia, Negro Leo, Bernardo Oliveira, Carol Dall Farra, Guitinho da Xambá e Luizinho do Jêje.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A partir da primeira experiência realizada no site homônimo, a continuidade do projeto cria novas interações entre palavra, som, web conteúdo, arte, vida e história. A proposta cria uma obra-performance que rompe limites entre som, imagem e palavra e que traz de maneira inovadora ideias complexas para discussão.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Os “engatilhadores” trazem ao conhecimento do público diversas experiências em formato de vídeo, som, imagem e leitura para ilustrar o movimento negro sob vários aspectos, com a correspondência afrográfica e registros audiologovisuais em torno do drible, do crime e da afropresença.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>ARTISTAS, PROFESSORES E ORGANIZADORES</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Saskia – Com 23 anos de acidez e inventividade, a compositora, cantora, produtora e DJ porto alegrense Saskia grava músicas desde 2010. A artista, que se encaixa deliciosamente bem na categoria DIY, integra os coletivos negros Namibia e Turmalina.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Bernardo Oliveira – Professor, pesquisador, crítico de música e cinema, além de produtor, colaborou com diversos jornais, blogs revistas e festivais no Brasil e no exterior. Foi produtor e curador do evento de música experimental Quintavant e, atualmente, dirige o selo musical QTV.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Negro Leo – Cantor, compositor e instrumentista, é um dos grandes nomes da nova canção experimental brasileira. Tocando com diversas bandas e formações, seu trabalho tem testado os limites da MPB. De 2012 a 2017 lançou nove discos e figura como referência na arte e movimento preto.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Carol Dal Farra – Multiartista (poeta, cantora e slammer) nascida em Duque de Caxias, Rio de Janeiro – RJ, é um dos destaques da cena carioca no coletivo “Poetas Faveladas” e no “Slam das Meninas”, espaço de representatividade, resgate da autoestima das mulheres pretas e de visibilidade para suas vozes, servindo como estratégia de combate às opressões. Desde os 15 anos, MC Dall Farra aborda em suas músicas e poemas temas como as discriminações de classe e gênero e possui em seu currículo várias ações e movimentos para promover a importância de discutir o racismo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Guitinho da Xambá – Pesquisador da cultura popular e ativista negro, formado em Ciências Sociais pela Universidade Federal do Pernambuco – UFPE, Cleyton José da Silva, conhecido por Guitinho da Xambá, faz parte da comunidade tradicional quilombola de matriz africana “Nação Xambá”, que fica na cidade de Olinda – PE. Criou em 2001 o grupo musical Bongar, formado por jovens quilombolas e já produziu cinco CDs e um DVD atuando como produtor artístico.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Luizinho do Jejê – Percussionista, Luizinho aprendeu a tocar aos cinco anos assistindo ao ogã (nome genérico da figura masculina no candomblé) e no Olodum, conheceu Neguinho do Samba, o criador do samba reggae. Desde então fez várias parcerias com artistas e projetos na cena negra, exaltando suas vivências e raízes na condução de seu trabalho como artista.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>_______________________________________________________________________</p>
<p><strong>PROGRAMAÇÃO COMPLETA</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>ESCRITOS NEGROS NA LITERATURA BRASILEIRA</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><u>1º encontro (03/11)</u> &#8211; Personagens negros na literatura brasileira &#8211; Com Esdras Soares e Lara Rocha.</p>
<p><u>2º encontro (05/11)</u> &#8211; Autoria negra na literatura brasileira: conceitos e repercussões – Com Esdras Soares e Lara Rocha.</p>
<p><u>3º encontro (10/11)</u> &#8211; Maria Firmina dos Reis &#8211; Com Luciana Diogo.</p>
<p><u>4º encontro (12/11)</u> &#8211; Machado de Assis e Lima Barreto &#8211; Com Esdras Soares e José Victor Nunes Mariano.</p>
<p><u>5º encontro (17/11)</u> &#8211; Carolina Maria de Jesus &#8211; Com Fernanda Sousa.</p>
<p><u>6º encontro (19/11)</u> &#8211; Geni Guimarães e Conceição Evaristo &#8211; Com Lara Rocha e Oluwa Seyi Salles Bento.</p>
<p><u>7º encontro (24/11)</u> &#8211; Slam, literatura marginal-periférica e outras produções contemporâneas &#8211; Com Esdras Soares, Lara Rocha, Tawane Theodoro e Jéssica Campos.</p>
<p><u>8º encontro (26/11)</u> &#8211; Juventudes e literatura: desafios e possibilidades &#8211; Com Esdras Soares e Lara Rocha</p>
<p><strong><u> </u></strong></p>
<p><strong><u>SERVIÇO</u></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>DO 13 AO 20 – (RE)EXISTÊNCIA DO POVO NEGRO</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>CURSO ONLINE</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>ESCRITOS NEGROS NA LITERATURA BRASILEIRA<br />
Quando: </strong>de 3 a 26/11, terças e quintas-feiras<strong><br />
Horário: </strong>19h30 às 21h<strong><br />
Onde: </strong>Plataforma Teams<strong><br />
Inscrições: </strong>a partir do dia 27/10 em www.sescsp.org.br/inscricoes<strong><br />
</strong><strong>Classificação Indicativa: </strong>16 anos<strong><br />
Grátis – Vagas Limitadas</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>AÇÃO AUDIOVISUAL </strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>CIRANDA DO GATILHO 2 &#8211; O TRANSE: EIXO INVISÍVEL<br />
Quando</strong>: dia 17 de novembro, terça-feira<strong><br />
Horário</strong>: 14h<strong><br />
Onde</strong>: www.cirandadogatilho.com<br />
<strong>Classificação indicativa:</strong> livre<strong><br />
</strong><strong>Grátis</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>+ SESC NA QUARENTENA</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Durante o período de distanciamento social, em que as unidades do Sesc no estado de São Paulo permanecem fechadas ao público espontâneo para evitar a propagação do novo coronavírus, um conjunto de iniciativas garantem a continuidade de sua ação sociocultural nas diversas áreas em que atua. Pelos canais digitais e redes sociais, o público pode acompanhar o andamento dessas ações e ter acesso a conteúdos exclusivos de forma gratuita e irrestrita.  Confira a programação e fique #EmCasaComSesc.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://www.sescsp.org.br/mesabrasil">Mesa Brasil</a> | <a href="http://www.sescsp.org.br/tecidosolidario">Tecido Solidário</a> | <a href="https://www.sescsp.org.br/online/artigo/14204_SESC+REALIZA+FABRICACAO+DIGITAL+DE+PROTETORES+FACIAIS+PARA+DOACAO">Fabricação Digital de Protetores Faciais</a> | <a href="https://www.youtube.com/playlist?list=PL0a5GJ0VyQFCc-sImWtg1ZHhe71ukP6Cg">Teatro</a> | <a href="https://www.youtube.com/playlist?list=PL0a5GJ0VyQFCLw-lFgpX4wdSblWFro_5_">Música</a> | <a href="https://www.youtube.com/playlist?list=PL0a5GJ0VyQFAR-aXI7oHLPphYDm7UQ27t">Dança</a> | <a href="http://sescsp.org.br/cinemaemcasa">Cinema</a> | <a href="https://www.youtube.com/playlist?list=PL0a5GJ0VyQFBag8g1qmx4SKJM5bgiPThc">Esporte</a> | <a href="https://www.youtube.com/playlist?list=PL0a5GJ0VyQFBl7erVDT4qpSIMSV6S7a6z">Crianças</a> | <a href="https://www.youtube.com/playlist?list=PL0a5GJ0VyQFDtvDTdE8nYO0h8754eBiZv">Ideias</a> | <a href="http://sesctv.org.br">SescTV</a> | <a href="http://www.sescsp.org.br/selosesc">Selo Sesc</a> | <a href="http://www.sescsp.org.br/edicoes">Edições Sesc São Paulo</a> | <a href="http://www.youtube.com/sescsp">Youtube Sesc São Paulo</a> | <a href="https://www.instagram.com/sescaovivo">Instagram Sesc Ao Vivo</a> | <a href="http://www.sescsp.org.br">Portal Sesc SP</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>+ SESC DIGITAL</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A presença digital do Sesc São Paulo vem sendo construída desde 1996, sempre pautada pela distribuição diária de informações sobre seus programas, projetos e atividades e marcada pela experimentação. O propósito de expandir o alcance de suas ações socioculturais vem do interesse institucional pela crescente universalização de seu atendimento, incluindo públicos que não têm contato com as ações presenciais oferecidas nas 40 unidades operacionais espalhadas pelo estado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Saiba +: </strong><a href="http://www.sescsp.org.br/sescdigital">Sesc Digital</a></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>SESC SANTO AMARO</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Aviso: a unidade permanece parcialmente fechada de acordo com as orientações do poder público para evitar a disseminação e como medida de contenção ao avanço do Novo Coronavírus (COVID-19). Apenas algumas atividades presenciais estão liberadas para alunos previamente matriculados e/ou inscritos em programas físico-esportivos, odontológicos, agendamentos de exposições e atendimentos aos que não fazem parte do grupo de risco. O Público é informado por nossos meios de comunicação sobre as possibilidades e adequações a cada avanço nas fases indicadas pelo poder público.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>ASSESSORIA DE IMPRENSA SESC SANTO AMARO</strong></p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Sérgio Mamberti estreia novo espetáculo no Sesc Santo Amaro</title>
		<link>https://boomerangmusic.com.br/sergio-mamberti-estreia-novo-espetaculo-no-sesc-santo-amaro/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Nov 2019 19:56:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entretenimento]]></category>
		<category><![CDATA[sergiomambert]]></category>
		<category><![CDATA[sescsantoamaro]]></category>
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					<description><![CDATA[Espetáculo O Ovo de Ouro, de Luccas Papp, traz à tona sonderkommando, figura pouco conhecida no Holocausto. Peça também celebra os 80 anos de Sérgio Mamberti &#160; O conflito vivido por judeus que eram obrigados a auxiliar na aniquilação de seu próprio povo e, ao...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Espetáculo </strong><em><strong>O Ovo de Ouro</strong></em><strong>, de Luccas Papp, traz à tona s</strong><em><strong>onderkommando</strong></em><strong>, figura pouco conhecida no Holocausto. Peça também celebra os 80 anos de Sérgio Mamberti</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>O conflito vivido por judeus que eram obrigados a auxiliar na aniquilação de seu próprio povo e, ao mesmo tempo, ter que conviver com o medo da morte é o mote para o espetáculo. Com direção de Ricardo Grasson, peça traz no elenco Sérgio Mamberti, Leonardo Miggiorin, Rita Batata, Ando Camargo, além do próprio autor</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A função do <em>Sonderkommando</em> ou comandos especiais, unidades de trabalho formadas por prisioneiros selecionados para trabalhar nas câmaras de gás e nos crematórios dos campos de concentração nazistas durante a Segunda Guerra Mundial, inspira <em>O Ovo de Ouro</em>, com texto de <strong>Luccas Papp</strong> e direção de <strong>Ricardo Grasson</strong>. A peça estreia no dia <u>21 de novembro</u>, no <strong>Sesc Santo Amaro</strong>, onde segue em cartaz <u>até 15 de dezembro.</u></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Obrigados a tomar as atitudes mais atrozes para acelerar a máquina da morte nazista, esses prisioneiros conduziam outros judeus à câmara de gás, queimavam os corpos e ocultavam as provas do Holocausto. Quem se recusava a desempenhar esse papel era morto, quem não conseguia mais desempenhar a função, era exterminado com os demais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“<em>Ovo de Ouro</em> surge da minha necessidade de não deixar morrer esse pedaço tão importante da História que é a Segunda Guerra Mundial, o nazismo e o Holocausto. A ideia de escrever a peça surgiu em 2014, quando eu fui apresentado ao universo do <em>Sonderkommando</em> por meio de um pequeno artigo em uma revista. Essa figura do judeu que tem que auxiliar com o extermínio do próprio povo mexeu muito comigo e minha noção de humanidade, e me incentivou a tentar entender por que eles faziam isso, por que eles não se recusavam. Com este espetáculo temos a oportunidade de falar sobre Segunda Guerra sob o ponto de vista dessa figura pouco conhecida”, explica Luccas Papp.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Contada em diferentes episódios e tempos, a trama revela a vida de Dasco Nagy (Sérgio Mamberti), que foi <em>Sonderkommando</em> e sobreviveu ao campo de concentração de Auschwitz-Birkenau. Em cena, dois planos são apresentados – a realidade e a alucinação – para retratar a relação do protagonista Dasco Nagy quando jovem (Luccas Papp) com seu melhor amigo Sándor (Leonardo Miggiorin), com a prisioneira Judit (Rita Batata) e com o comandante alemão Weber (Ando Camargo). No presente, Dasco é entrevistado, já em idade avançada, por uma jornalista, narrando os acontecimentos mais horrorosos que viveu no campo de concentração e descrevendo a partir do seu ponto de vista os horrores e tristezas da Segunda Guerra Mundial.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O papel de Dasco é dividido pelos atores Sérgio Mamberti, que dá vida ao personagem no tempo presente/alucinação, e Luccas Papp, que o interpreta no passado/realidade, no plano da memória. “Talvez este seja um dos personagens mais desafiadores na minha carreira por uma série de fatores. Um deles é por representar o mesmo personagem que Sérgio Mamberti, o que é uma honra e uma responsabilidade muito grande. Segundo, é que ele é um <em>sonderkommando</em> vivendo situações de caráter tão absurdo. Eu preciso fazer com que o público acredite na realidade do que acontecia nos campos de concentração. Tenho que trabalhar com elementos obscuros no meu interior para trazer veracidade para essas situações. E como a peça é feita em ordem não cronológica – são nove cenas divididas entre passado e futuro – tenho que organizar minha cabeça para conseguir colocar a emoção certa na hora certa”, esclarece o ator e dramaturgo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A dualidade interna entre<strong> ser obrigado a auxiliar na aniquilação de seu próprio povo e o medo da morte</strong> transforma o <em>Sonderkommando</em> em um complexo personagem a ser debatido. Nesse contexto são muitas as questões discutidas, desde o significado real de humanidade, o medo da morte, os limites da mente e da alma humana e a perda da própria identidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A dramaturgia foi inspirada em uma pesquisa sobre obras que discutiam os temas do Holocausto e da Segunda Guerra Mundial. Entre elas, destacam-se os livros <em>Sonderkomamando: No Inferno das Câmaras de Gás</em>, de Shlomo Venezia, e <em>Depois de Auschwitz</em>, de Eva Schloss; e o filme <em>O Filho de Saul</em>, de László Nemes, vencedor do Oscar de melhor filme estrangeiro de 2016.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>A encenação</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A encenação tem como inspiração e referência, a sétima arte, em todos os seus desdobramentos, nuances e dezenas de relatos deixados pelos sobreviventes dos campos de extermínio. “Apontamos no tempo presente, o encontro entre a jornalista e o sobrevivente, de forma fantasmagórica, alucinógena, imprimindo uma atmosfera vibratória, de vida pulsante às cenas e aos personagens. Quando nos transportamos, ilusoriamente, ao campo de concentração, ao passado concreto, vivido pelos personagens apontamos uma atmosfera fria, enclausurada, suspensa e sem vida, que nos conduz imageticamente àquelas sensações de crueldade. Luz, som, cenografia e figurino conversam com essa estética e nos conduzem à proposta de encenação. A ideia é fazer com que as sensações criadas por estes elementos no espaço cênico atinjam o espectador de maneira intensa. Como encenador, entendo que a cenografia, o figurino, a iluminação, a trilha sonora não são panos de fundo ou cama para um espetáculo, juntos eles atuam concretamente fusos ao texto, formando assim uma narrativa dramatúrgica única”, revela o diretor Ricardo Grasson.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Para que não se repita</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Em tempos de pouco diálogo, imposição de ideias e ideologias, censura e extremismos é fundamental debatermos esses temas tão duros e atrozes para que os erros que provocaram tanto sofrimento no passado não se repitam. É necessário e quase que um dever recordarmos as atrocidades do holocausto nazista, para que a história vivida no final dos anos trinta e início dos quarenta, não volte a nos assombrar. Para que as novas gerações, não testemunhas deste período da história, saibam o que aconteceu e onde a intolerância pode nos conduzir. Auschwitz e outras tristes lembranças do holocausto, podem até escapar da memória, mas jamais deixarão os corações de quem viveu a tragédia, especialmente de quem se atribui a responsabilidade de manter viva, por gerações, as imagens da perversidade humana. Uma das formas de evitar a repetição de tais tragédias coletivas é recordá-la, para que não ressurjam no horizonte, sinais do restabelecimento de ódios raciais, extremismos comportamentais e ideologias sectárias, formando o caldo cultural do qual o nazismo se alimentou e  cresceu”, completa Ricardo Grasson.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>&#8230; É fácil esquecer para quem tem memória; difícil esquecer para quem tem coração”&#8230;</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Gabriel Garcia Marques</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Sobre Ricardo Grasson – diretor</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ator, diretor e produtor de teatro, formado em cinema pela &#8220;NUCT&#8221; Nuova Università dell cinema e della televisione &#8211; Roma – Itália. Como produtor nos últimos anos levantou mais de 40 espetáculos na cidade de São Paulo ao lado de diretores como Caco Ciocler, Eric Lenate, Marco Antônio Rodrigues, Vanessa Bruno, Michele Ferreira, Wolf Maya, José Possi Neto, entre outros. Durante cinco anos fez parte da Cia Club Noir, como ator, assistente de direção e produtor nos espetáculos: PEEP CLASSIC ÉSQUILO, As Suplicante, Prometeu e Agamenon, Mostra Brasileira de Dramaturgia Contemporânea, Hieronymus nas Masmorras, Aqui, Happycinio, Procurado e Agro Negócio, H.A.M.L.E.T., Burguer King, Casa, Pinokio, A Construção. Foi assistente de direção nos espetáculos, 45 minutos, A Construção, Tríptico Samuel Beckett. Como ator, participou das montagens Pirandello per sempre. No Centro de Pesquisa Teatral, participou do processo de criação dos espetáculos: Medéia, O Canto de Gregório e O Jardim da Cerejeiras. Também atuou nos espetáculos Sit Dow Drama, de Michele Ferreira e Fim de Partida, de Samuel Becket ambos com direção de Eric Lenate.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>No cinema atuou nos filmes: Labanda del Giardulo direção de Lucca Guardabaccio &#8211; Itália, Tasck Forse, direção de Mauro Mathia RAI Itália, Tacco di donna, Banana Rossa, Bolle di sapone, Uriele, Room servisse, La resistenza nell lazio e Destroy, direção de Franceco D&#8217;apprile Itália. Recebeu o prêmio de melhor ator por sua atuação no filme, Uriele de Nana Frozzina &#8211; Festival de Marsala- Sicilia, ator revelação pelo mesmo filme  no  Glob Festival de Roma- Itália.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Sobre Luccas Papp – autor, ator e produtor</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Formado em filosofia pela FFLCH/USP, Luccas Papp tem mais de 20 textos registrados como autor teatral, como os premiados O Estranho Atrás da Porta e A Trágica Antologia Familiar. Foi professor e diretor de teatro da escola Fundação Bradesco por oito anos até abrir sua própria oficina de atores em 2019.  Atuou e dirigiu mais de 25 espetáculos. Na televisão, atuou em Nove Milímetros, na Fox, e foi antagonista em Brilhante FC, na Nickelodeon. Filmou Eldorado, média-metragem de Paula Goldman, e Lula, o Filho do Brasil, de Fábio Barreto. Esteve no ar no elenco de A Mira do Crime, no FX e na Record, e fez uma participação especial em Felizes Para Sempre, exibido pela Rede Globo e dirigido por Fernando Meirelles. Em 2018, estreou a novela As Aventuras de Poliana, no SBT, interpretando o atrapalhado vilão Mosquito.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Ficha </strong><strong>Técnica</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Texto: </strong>Luccas Papp.</p>
<p><strong>Direção: </strong>Ricardo Grasson.</p>
<p><strong>Elenco: </strong>Sérgio Mamberti, Leonardo Miggiorin, Rita Batata, Ando Camargo e Luccas Papp.</p>
<p><strong>Voz em off: </strong>Eric Lenate.</p>
<p><strong>Cenografia e visagismo: </strong>Kleber Montanheiro.</p>
<p><strong>Desenho de Som e Trilha sonora original: </strong>L.P. Daniel.</p>
<p><strong>Desenho de luz: </strong>Wagner Freire.</p>
<p><strong>Figurinos e adereços: </strong>Rosângela Ribeiro.</p>
<p><strong>Assistente de Direção</strong>: Heitor Garcia.<br />
<strong>Assistente de Figurino</strong>: Eduardo Dourado.<br />
<strong>Aderecista</strong>: Ronaldo Dimer.<br />
<strong>Costureiras:</strong> Vera Luz e Noeme Costa.<br />
<strong>Alfaiataria:</strong> JC.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Posticeria Facial:</strong> Feliciano San Roman.<br />
<strong>Operação de </strong><strong>Som: </strong>Rodrigo Florentino.<br />
<strong>Operação de Luz: </strong>João Delle Piagge.<br />
<strong>Camareira: </strong>Elizabeth Chagas.<br />
<strong>Contra Regra: </strong>Roberto Oliveira.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Cenotécnico: </strong>Alicio Silva<br />
<strong>Supervisão de Conteúdo:</strong> Vinicius Britto.<br />
<strong>Textos do Programa:</strong> Lucia Chermont, Marcio Pitliuk</p>
<p>Franthiesco Ballerini e Priscila Perazzo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Comunicação Visual: </strong>Tua Agencia</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Idealização: </strong>Luccas Papp e Ricardo Grasson.<br />
<strong>Produção: </strong>LPB Produções e NOSSO cultural.<br />
<strong>Direção de produção: </strong>Ricardo Grasson.<br />
<strong>Produção Executiva: </strong>Laís Bittencourt e Heitor Garcia.<br />
<strong>Gestão de Projeto</strong>: Lumus Entretenimento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Assessoria de Imprensa: </strong>Adriana Balsanelli e Renato Fernandes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Fotos: </strong>Leekyung Kim.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong><br />
<strong>ESPETÁCULO: O OVO DE OURO</strong></p>
<p><strong><br />
Quando:</strong> de 21/11 a 15/12<br />
<strong>Horário:</strong> Quinta e Sexta ,21h. Sábado, 20h; domingos, às 18h.<br />
<strong>Local:</strong> Teatro (1º andar | 279 lugares)<br />
<strong>Classificação: </strong>14 anos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Duração</strong>: 90 minutos.<br />
<strong>Ingressos:</strong> R$ 30,00 (inteira). R$ 15,00 (estudantes, +60 anos e aposentados, pessoas com deficiência e servidores da escola pública). R$ 9,00 (Credencial Plena válida: trabalhador do comércio de bens, serviços e turismo credenciados no Sesc e dependentes).<br />
<strong>Vendas a partir de </strong>12 de novembro (online) e 13 de novembro nas bilheterias do Sesc.</p>
<p><strong>SESC SANTO AMARO</strong><strong><br />
Endereço</strong>: Rua Amador Bueno, 505, Santo Amaro<br />
<strong>Acessibilidade</strong>: universal.<br />
<strong>Horário de funcionamento da Unidade e bilheteria:</strong> Terça a sexta, das 10h às 21h30. Sábados, domingos e feriados, das 10h às 18h30.<br />
<strong>Estacionamento da unidade</strong>: R$ 5,50 a primeira hora e R$ 2,00 por hora adicional (Credencial Plena); R$ 12,00 a primeira hora e R$ 3,00 por hora adicional (outros).<br />
<strong>Disponibilidade:</strong> 158 vagas para carros e 36 para motos. A unidade possui bicicletário gratuito.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>ASSESSORIA DE IMPRENSA SESC SANTO AMARO</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Informações para imprensa: Adriana Balsanelli /<a href="mailto:imprensa@adrianabalsanelli.com.br"> </a>Renato Fernandes</strong></p>
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