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	<title>tomze &#8211; Boomerang Music</title>
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		<title>TOM ZÉ: clássico &#8220;A Babá&#8221; é revisitado em ritmos jamaicanos, 48 anos depois</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Apr 2021 02:23:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[JoeyAltruda]]></category>
		<category><![CDATA[tomze]]></category>
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					<description><![CDATA[Guitarrista californiano Joey Altruda revive “A Babá” com roupagem inédita &#160; Ouça aqui: http://: https://avocaudio.fanlink.to/ABaba &#160; Chegando nas plataformas digitais um Tom Zé como você nunca ouviu! Joey Altruda, músico e compositor norte-americano, lança nesta quarta, 07/04, “A Babá” em duas versões inéditas, Heavy Dub Reggae...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Guitarrista californiano <strong>Joey Altruda</strong> revive <strong>“A Babá”</strong> com roupagem inédita</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ouça aqui:<strong> <a href="http://: https://avocaudio.fanlink.to/ABaba">http://: https://avocaudio.fanlink.to/ABaba</a></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Chegando nas plataformas digitais um <strong>Tom Zé</strong> como você nunca ouviu! <strong>Joey Altruda</strong>, músico e compositor norte-americano, lança nesta quarta, <strong>07/04</strong>, <strong>“A Babá”</strong> em duas versões inéditas, <strong>Heavy Dub Reggae</strong> e <strong>Ska Jamaicano</strong> pelo selo Avocaudo Records.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Escolhi A Babá por vários motivos, um deles porque foi a primeira música do Tom Zé que ouvi, depois de encontrar o compacto original.”, revela Joey.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Composta originalmente em 1972, <strong>“A Babá”</strong> nasceu da união das lembranças de cantigas de roda, a ideia da dinamite na cabeça do século e a figura do capitalista famoso Rockfeller. Ingredientes que só fazem sentido depois de processados na mente criativa de <strong>Tom Zé</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Igualmente importante para mim é o conteúdo da letra dessa música e como ela é relevante para o estado atual do mundo. A versão original foi lançada durante a era da ditadura do Brasil e acho isso bastante profético. É importante para mim ter essas letras revividas em uma versão recém-gravada, como uma observação cultural e uma declaração sobre a atualidade. ”, explica Joey.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Na melodia original, um misto de quase choro com samba paulistano. Trazer a canção para o universo dos sons da Jamaica foi um caminho natural para <strong>Joey Altruda</strong>. “Adorei toda a vibração da música e vi o potencial óbvio de fazer uma versão Ska disso por causa de sua melodia, progressão de acordes e andamento. ”</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“<strong>Joey Altruda</strong> me consultou, a respeito de aplicar à música um ritmo jamaicano e fiquei surpreso, de modo positivo, pelo interesse de ele, lá tão longe, no exterior querer gravá-la. ”, disse <strong>Tom Zé</strong> sobre a proposta inesperada de trazer <strong>“A Babá”</strong> de volta à vida. Para realizar essa repaginada, Joey se cercou dos melhores. Uniu um time de peso com <strong>Marlon Sette, Dadi Carvalho, Kassin e Daniel Maia</strong>, no lado brasileiro da produção.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Joey é enfático ao falar de <strong>Tom Zé</strong>: “Sua música nos faz pensar. Seu intelecto combinado com humor irreverente nas letras são declarações sociais profundas, e a arquitetura musical que ele cria é enigmática e exclusivamente sua. Cada música é uma impressão digital musical. ”</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Sobre o resultado final, <strong>Tom Zé</strong> declara: “Não me ocorre dar palpites a respeito. “Quem gaba o toco é a coruja.”  Fiquei muito satisfeito.”</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Eternizada em vinil</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>De olho no número crescente de pessoas interessadas em mídias físicas, Joey Altruda vai produzir uma edição especial com as duas versões de “A Babá” em vinil 45, o famoso compacto. Uma campanha já está no ar arrecadando interessados em adquirir a raridade. A meta é alcançar 1000 inscritos para dar início à prensagem dos discos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong> Confira <a href="http://: https://avocaudio.fanlink.to/ABaba">aqui</a>.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Sobre Joey Altruda</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Joey Altruda é um músico, compositor, produtor e líder de banda. Natural da Califórnia, Estados Unidos, envolveu-se com a cena musical de Los Angeles no começou dos anos 1980 como membro fundador do grupo experimental pós-punk Tupelo Chain Sex. Altruda ficou conhecido por revitalizar o som original do Ska Jamaicano durante a década de 1990 com sua banda Jump With Joey.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Seu envolvimento com a música brasileira cresceu ao som dos Novos Baianos. Joey escreveu o primeiro artigo em inglês sobre a história da banda na conceituada revista <strong><em>Wax Poetics Magazine</em></strong>. Também figurou ao lado Seu Jorge, com quem tocou e escreveu arranjos, Bebel Gilberto, Mário Caldato e Arthur Verocai.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Ficha técnica:</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Tom Zé</strong> &#8211; vocais</p>
<p><strong>Marlon Sette</strong> (Jorge Ben Jor) &#8211; trombone</p>
<p><strong>Joey Altruda</strong> &#8211; baixo/guitarra/produção</p>
<p><strong>Roger Rivas</strong> (Aggrolites) &#8211; órgão/piano</p>
<p><strong>Oliver Charles</strong> (Ocean 11, Ben Harper) &#8211; bateria</p>
<p><strong>Artie Webb</strong> (Ray Barretto, Tito Puente) &#8211; flauta</p>
<p><strong>Kassin, Chiara Banfi, Dadi Carvalho e Daniel Maia</strong> – vozes</p>
<p><strong>Victor Rice</strong> &#8211; mixagem</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Mais informações:  </strong><strong>Dani Pimenta &#8211; </strong><strong>Conteúda Music &amp; More</strong></p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>&#8220;Tribunal do Feicebuqui&#8221;, de Tom Zé, chega as plataformas digitais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Jan 2021 02:33:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Lançamentos]]></category>
		<category><![CDATA[tomze]]></category>
		<category><![CDATA[TribunaldoFeicebuqui]]></category>
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					<description><![CDATA[E chega com status de clássico contemporâneo da música brasileira   Disponível em todas as plataformas digitais a partir de hoje, dia 28 de janeiro, o EP “Tribunal do Feicebuqui” é reeditado oito anos após seu lançamento. Essa é a primeira vez que as faixas...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>E chega com status de clássico contemporâneo da música brasileira</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Disponível em todas as plataformas digitais a partir de hoje, dia 28 de janeiro, o EP <strong>“Tribunal do Feicebuqui”</strong> é reeditado oito anos após seu lançamento. Essa é a primeira vez que as faixas são disponibilizadas em streaming. <strong>Ouça <a href="https://links.altafonte.com/tribunaldofeicebuqui">aqui</a>.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O trabalho uniu o veterano <strong>Tom Zé</strong> a artistas emergentes daquela geração, como Emicida, Tim Bernardes (e sua banda O Terno), Marcelo Segreto (Filarmônica de Pasárgada), Gustavo Galo (Trupe Chá de Boldo) e Tatá Aeroplano. Trata-se também da estreia na música do então apenas jornalista Marcus Preto, que depois assinaria a direção de álbuns importantes de Gal Costa, Erasmo Carlos, Nando Reis e outros. A motivação para que os meninos se juntassem ao mestre tropicalista foi a repercussão, nas redes sociais (principalmente no Facebook, a mais ativa naquele período), da locução que Tom Zé fez para uma propaganda da Coca-Cola.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Toda a “literatura” postada por internautas indignados com o comercial foi compilada, selecionada e os melhores momentos – gritos do tipo “vendido”, “americanizado”, “traidor”, “velho bundão” – geraram “Tribunal do Feicebuqui”, faixa que abre e batiza o EP. A compilação dos versos foi feita por Tatá Aeroplano, Gustavo Galo e Marcelo Segreto a partir de uma ideia de Marcus Preto. Emicida entrou no jogo com a rima que colocou o ponto final, cunhando o termo “Tribunal do Feicebuqui”. Era a antecipação da cultura do cancelamento, tema tão presente nos anos que viriam. Naquela ocasião, Tom Zé ficou tão atordoado com a voz das redes sociais que optou por doar todo o cachê que recebeu pela locução do comercial para a banda de música de Irará, sua cidade natal, no interior da Bahia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A segunda faixa, “Zé a Zero”, é letra de Marcelo Segreto que ganhou música de Tom Zé e Tim Bernardes. Estudioso do universo tropicalista, Segreto escreveu os versos da canção citando músicas de Tom Zé, como “O Abacaxi de Irará”, “Xiquexique” e “Parque Industrial”, entre outras.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Já Tim Bernardes, autor de “Papa Francisco Perdoa Tom Zé”, recorreu à personagem de “Alegria, Alegria” para compor sua marchinha carnavalesca. Se na canção clássica de Caetano Veloso, marco inicial da Tropicália, os versos eram “Eu tomo uma coca-cola/ Ela pensa em casamento”, na versão atualizada por Tim, se transformaram em “Já não penso mais em casamento/ Mas, se tomo coca-cola, acham que estou me vendendo”. O tema foi proposto por Tom Zé, que pediu a Tim: “Você bem que podia escrever uma música pedindo ao papa para me perdoar”. Em 24 horas, música, letra e arranjo estavam prontos. A execução ficou por conta da banda dele, O Terno. A versão do EP é diferente da que sairia no álbum “Vira Lata na Via Láctea”, concebido no ano seguinte basicamente pelo mesmo time de artistas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Taí” é um jingle que o próprio Tom Zé escreveu para uma campanha do guaraná homônimo quando era contratado da agência de publicidade DPZ, no final dos anos 1970. Sua ideia, então, era usar o tema clássico de Joubert de Carvalho para promover o refrigerante. Mas a agência optou por não usar o jingle proposto por Tom Zé, já que achava que um rock seria mais adequado para vender o produto à juventude. Mais de 30 anos depois de criada, a versão de Tom Zé saiu da gaveta. Ganhou estrofes extras, compostas por Marcelo Segreto, e um arranjo no batidão do funk carioca executado pela Filarmônica.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Por fim, “Irará Iralá” é uma canção que estava guardada no abarrotado baú de inéditas de Tom Zé – que já foi chamado pela revista “Rolling Stone” americana de “O Pai da Invenção”. A letra cita personagens reais da memória do cantor, figuras que foram importantes em sua infância, em Irará. Desde sua mãe de leite, Dona Maninha, até Renato, o amigo que o ensinou a gostar de música. O arranjo, em clima de filme de Tarantino, é da Trupe Chá de Boldo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O álbum foi composto, gravado e cantado coletivamente no estúdio Vale do Silício, instalado no quinto andar do prédio em que Tom Zé vive até hoje, no bairro de Perdizes (SP). Todo o processo de composição e gravação aconteceu durante o mês de abril de 2013. O material foi imediatamente disponibilizado para download gratuito, o formato mais pop daquele período. Com linda capa desenhada pela cantora Mallu Magalhães, “Tribunal do Feicebuqui” também foi lançado em compacto de vinil.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>TRIBUNAL DO FEICEBUQUI</strong></p>
<p><strong><br />
Concepção e direção geral:</strong> Marcus Preto<br />
<strong>Produção e arranjos:</strong> Filarmônica de Pasárgada, Tatá Aeroplano, O Terno e Trupe Chá de Boldo<br />
<strong>gravação e mixagem:</strong> Daniel Maia</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>1) “TRIBUNAL DO FEICEBUQUI” (Marcelo Segreto/ Gustavo Galo/ Tatá Aeroplano/ Emicida)<br />
2) “ZÉ A ZERO” (Tom Zé/Marcelo Segreto/ Tim Bernardes)<br />
3) “TAÍ” (Joubert de Carvalho/ Tom Zé/ Marcelo Segreto)<br />
4) “PAPA FRANCISCO PERDOA TOM ZÉ” (Tim Bernardes)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>PARTO ACOMPANHADO por Tom Zé (2013)</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>CONTAGEM REGRESSIVA: 0</p>
<p>Release Coca</p>
<p>Anúncio da Coca-Cola – Consequências</p>
<p><em>Certidão de nascimento</em></p>
<p><em>          </em>Nasceu aos 22 dias do mês de abril, sob o signo de In-Touro-Net, o filho do coca-colismo espermatizado pelos amigos do Tom Zé.</p>
<p>Nome de batismo: <em>TRIBUNAL DO FEICEBUQUI<br />
</em>Padrinhos: Daniel Maia, Emicida, Filarmônica de Pasárgada, Tatá Aeroplano, O Terno e Trupe Chá de Boldo.<br />
Paternidade: Marcus Preto<br />
Parteira:      Neusa Martins<br />
Assistente:  Tania Lopes</p>
<p>ORDEM NO TRIBUNAL!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Tendo o Detetive-Chefe Marcus Preto considerado os textos do Tribunal do Feicebuqui literatura consistente para a criação de uma nova edição de <em>Imprensa Cantada, </em>soube, pelo depoimento de Tom Zé, que este resolvera doar o cachê do referido anúncio da Coca-Cola à banda de música de Irará, para uso na Escola de Música que ela mantém.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Como isso não criava impedimento, ele convidou as bandas supracitadas:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Emicida,<br />
Filarmônica de Pasárgada,<br />
Tatá Aeroplano,<br />
O Terno,<br />
Trupe Chá de Boldo,</p>
<p>para fazer parceria com os amigos de Tom Zé que postaram mensagens no Feicebuqui sobre o anúncio. E começaram a nascer as canções que comporiam um lp (vinil) e um cd a se chamar <em>Tribunal do Feicebuqui.</em></p>
<p>No dia de hoje estamos disponibilizando 4 canções do futuro disco para os nossos queridos feicebuqueiros.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Continuamos trabalhando no referido disco, cujo lançamento sonhamos fazer – em julho ou agosto – em Irará, Bahia – para entregar o cheque ao presidente Diógenes Barbosa, da Lítero Musical 25 de Dezembro, a banda de música de Irará.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Vale contar que a banda de Irará está proibida de tocar no concurso de bandas do interior, promovido em Salvador pelo governo do Estado da Bahia. Pois, diante do protesto das outras bandas, ela atualmente só tem o direito de se apresentar <em>hors concours</em>, já que vinha vencendo todos os concursos dos últimos anos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O fato é que, apesar disso, à banda sempre faltam recursos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O cachê será doado em nome de dona Maninha, mãe de leite de Tom Zé, que em grande pobreza criou 5 filhos e ainda formou 2 deles – um em engenharia civil (Paulo Aquino) e outro em medicina (José Aquino).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Alaíde e Dida são vivos, mas o irmão de leite de Tom Zé, Ivan Aquino, conhecido por “Ivan, o Turco”, morreu vítima de um assalto.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Dos Santanas e Martins eu ganhei o comunismo especulativo e a doçura, mas foi o leite de dona Maninha que me deu a persistência.”</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>APRESENTAÇÃO DOS ARGUMENTOS DE ACUSAÇÃO E DEFESA</p>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li>“TRIBUNAL DO FEICEBUQUI”<br />
(Marcelo Segreto/Gustavo Galo/Tatá Aeroplano/Emicida)</li>
<li>“ZÉ A ZERO”<br />
(Tom Zé/Marcelo Segreto/Tim Bernardes)</li>
<li>“TAÍ”<br />
(Joubert de Carvalho/Tom Zé/Marcelo Segreto)</li>
<li></li>
</ul>
<p>Esta versão foi feita para o lançamento de “Taí”, com Zaragoza, que tinha a conta na DPZ. Agora, 40 anos depois, Marcelo Segreto, com sua acuidade, acrescentou mais 2 estrofes para coincidir com os 3 gritos da letra. Como se vê, há muito tempo que eu estou no “pecado” da publicidade. Mas uma pesquisa indicou que a juventude preferia um rock para anúncio do guaraná.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li>“PAPA FRANCISCO PERDOA TOM ZÉ”<br />
(Tim Bernardes)</li>
</ul>
<p><strong> </strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Assessoria de Imprensa  &#8211; Perfexx Assessoria | <a href="http://www.perfexx.com.br/" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=http://www.perfexx.com.br&amp;source=gmail&amp;ust=1611961423704000&amp;usg=AFQjCNHkeOFckAJ7HYYH8cZd4hKBikJHeA">www.perfexx.com.br</a> </strong></p>
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			</item>
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		<title>Polysom relança segundo álbum de Tom Zé</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Mar 2020 14:00:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nostalgia]]></category>
		<category><![CDATA[tomze]]></category>
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					<description><![CDATA[Pouco após iniciar sua carreira com o notável “Grande Liquidação” (1968), Tom Zé provou que tinha repertório de qualidade para uma longeva carreira e lançou, em 1970, seu segundo disco, homônimo. É esse LP que agora retorna às lojas em discos de 180 gramas pela...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Pouco após iniciar sua carreira com o notável “Grande Liquidação” (1968), Tom Zé provou que tinha repertório de qualidade para uma longeva carreira e lançou, em 1970, seu segundo disco, homônimo. É esse LP que agora retorna às lojas em discos de 180 gramas pela coleção “Clássicos em Vinil”. A novidade é uma parceria da Polysom com a Som Livre.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Completando 50 anos em 2020, “Tom Zé” tem direção artística de João Araújo, além de arranjos assinados por Chiquinho de Morais, Lagna Fietta e Capacete. Gravado nos estúdios da Gazeta, em São Paulo, o disco traz em seu repertório clássicos como “Jimmy Renda-se” (Tom Zé/ Valdez) e “Qualquer Bobagem” (Tom Zé/ Mutantes). Parte das composições, inclusive, surgiram através de exercícios que Tom Zé fazia com seus alunos na “Escola Popular Sofisti-Balacobaco &#8211; Muito Som e Pouco Papo”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Os encartes originais, que foram mantidos e restaurados pela Polysom, trazem um curioso protesto que o artista fizera contra a Prefeitura de São Paulo. Na ocasião, o órgão ainda não havia pagado o prêmio em dinheiro que o artista ganhou com a música “São, São Paulo Meu Amor”, vencedora do Festival da Record de 1968 na categoria Júri Especial.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Além de &#8220;Tom Zé&#8221;, fazem parte do catálogo da Polysom &#8220;A Grande Liquidação&#8221;, &#8220;Todos os Olhos&#8221;, &#8220;Estudando o Samba&#8221;, &#8220;Correio da Estação do Brás&#8221; e &#8220;Se o Acaso é Chorar”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Com informações: Batucada Comunicação</strong></p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Tom Zé apresenta show inédito Comemoração na Casa Natura Musical dia 17/8</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 03 Aug 2019 01:09:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[casanaturamusical]]></category>
		<category><![CDATA[tomze]]></category>
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					<description><![CDATA[O cantor e compositor baiano Tom Zé celebra três fases da sua carreira no show inédito Comemoração, que acontece dia 17 de agosto, sábado, 22h, na Casa Natura Musical. Na apresentação, o artista rememora canções de três CDs da sua extensa discografia, formada por 23...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O cantor e compositor baiano <strong>Tom Zé</strong> celebra três fases da sua carreira no show inédito <em><strong>Comemoração</strong></em>, que acontece dia <u>17 de agosto</u>, sábado, 22h, na <strong>Casa Natura Musical</strong>. Na apresentação, o artista rememora canções de três CDs da sua extensa discografia, formada por 23 álbuns de estúdio: <em>Grande Liquidação</em> (1968), <em>Estudando o Samba</em> (1976) e <em>Nave Maria</em> (1984).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A ideia do show surgiu depois da Pitchfork, um dos principais portais de jornalismo musical dos Estados Unidos, classificar <em>Grande Liquidação</em> como um dos melhores discos lançados na década de 1960 no mundo. O veículo ainda listou a faixa <em>Dói</em>, do disco <em>Estudando o Samba </em>(1976), como uma das melhores músicas da década de 1970 e <em>Nave Maria</em>, do disco homônimo de 1984, como uma das melhores músicas da década de 1980.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Segundo o artista, a publicação gerou uma grande demanda por parte do seu público por um show com repertório baseado nesses discos: as mensagens chegaram por redes sociais, telefone e e-mail. Ao decidir atender os pedidos, Tom Zé decidiu que o nome da turnê deveria ser <em>Comemoração</em>. No repertório, músicas como <em>São São Paulo </em>(Tom Zé), <em>Glória </em>(Tom Zé), <em>Tô </em>(Élton Medeiros e Tom Zé), <em>Dó </em>(Tom Zé), <em>Nave Maria </em>(Tom Zé) e <em>Identificação</em> (Tom Zé).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O experimentalismo do artista só foi assimilado pela crítica e público brasileiro muito tempo depois da data de lançamento de <em>Estudando o Samba</em>, disco que só ganhou a devida atenção depois de ter sido escutado pelo ex-<em>Talking Head</em> David Byrne, cuja gravadora lançou compilação de canções do brasileiro intitulada <em>The Best Of Tom Zé</em> nos Estados Unidos, onde a obra tem total sucesso de crítica e público, o que ajudou a alavancar sua relevância em território nacional. Até hoje, Tom Zé é considerado uma das figuras mais originais da música popular brasileira, tendo se tornado uma das vozes mais influentes no cenário musical do Brasil.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em><strong>Tom Zé &#8211; Comemoração</strong></em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Dia 17 de agosto </strong>– Sábado, 22h (abertura da casa às 20h30)</p>
<p><strong>Ingressos</strong>: Mesa Setor 1 &#8211; R$ 120 (inteira) e R$ 60 (meia). Mesa Setor 2 – R$ 100 (inteira) e R$ 50 (meia). Mesa Setor 3 – R$ 80 (inteira) e R$ 40 (meia). Bistrô – R$ 140 (inteira) e R$ 70 (meia). Camarote – R$ 160 (inteira) e R$ 80 (meia).</p>
<p><strong>Classificação</strong>: 18 anos.</p>
<p><strong>Duração</strong>: 90 minutos.</p>
<p>Capacidade: 360 lugares (mesa).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Casa Natura Musical</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Inaugurada em maio de 2017, a Casa Natura Musical celebra dois anos como um dos espaços mais relevantes e antenados do circuito cultural de São Paulo, tendo sido eleita como a melhor casa de shows de grande porte da capital paulista (O Estado de S. Paulo, em 5/10/18) e o Melhor Espaço Para Shows (Blog do Arcanjo / UOL, em 2/1/19). Com total visibilidade de qualquer ponto da plateia, a Casa oferece uma combinação de conforto e qualidade musical, configurando-se como palco ideal para abrigar nomes consagrados, novos talentos e projetos especiais. A Casa é comprometida com pautas que convidam o público a participar de reflexões e discussões muito presentes nos dias de hoje por meio de uma programação pulsante, diversa e inclusiva. Uma de suas propostas fundamentais é proporcionar experiências e conteúdos engajadores, dando voz a diferentes pessoas e movimentos. Localizada em Pinheiros, o empreendimento soma os esforços dos empresários Paulinho Rosa e Edgard Radesca aos da cantora e compositora Vanessa da Mata. O patrocínio é da Natura, empresa que há quase 15 anos destaca-se pela atuação na valorização da produção contemporânea e da identidade musical brasileira por meio da plataforma Natura Musical.</p>
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<p><strong>CASA NATURA MUSICAL</strong></p>
<p>Rua Artur de Azevedo, 2134, Pinheiros, São Paulo, tel: <strong>(011) 3031-4143</strong><br />
Ingressos sem taxa de conveniência na bilheteria da Casa<br />
Ingressos podem ser pagos com dinheiro, cartões de crédito e débito<br />
Horário da bilheteria: de terça a sábado, das 12h às 20h. Segundas e domingos, quando houver show. Em dias de espetáculo, a bilheteria fecha mais tarde, até uma hora após o início da apresentação.<br />
Venda de ingressos: <a href="http://www.casanaturamusical.com.br">www.casanaturamusical.com.br</a><br />
Venda para pessoas com deficiência: 4003-6860<br />
<a href="https://www.facebook.com/CasaNaturaMusical">https://www.facebook.com/CasaNaturaMusical</a><br />
<a href="https://www.instagram.com/casanaturamusical/">https://www.instagram.com/casanaturamusical/</a><br />
<a href="http://www.twitter.com/casanaturamus">www.twitter.com/casanaturamus</a></p>
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<p><strong>Assessoria de imprensa &#8211; Teto Cultura</strong></p>
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		<title>Tom Zé celebra 50 anos de “Grande Liquidação” no Sesc Pompeia dias 15 e 16/12</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Nov 2018 02:16:01 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Shows]]></category>
		<category><![CDATA[sescpompeia]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>“O disco é uma crônica de costumes urbanos – apenas isso, o que já não é pouca coisa!”, adianta Tom Zé sobre <em>Grande Liquidação</em> (1968), o primeiro álbum de sua carreira. Tom, <em>em tom</em> de comemoração, sobe ao palco do Sesc Pompeia, nos dias 15 e 16 de dezembro, com as canções que foram inspiradas na cidade de São Paulo e seus hábitos.</p>
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<p>O cantor baiano, ao chegar na terra da garoa, assistiu ao filme “São Paula S/A”, de Luís Sérgio Person, com Walmor Chagas e Eva Vilma, e quando saiu do cinema na década 60 “ficou arrepiado, porque foi uma verdadeira iniciação em muitos ideais dos habitantes da cidade”, e completa seu questionamento interno confessando que “outra coisa que serviu de inspiração foi que toda loja estava se transformando em banco, com a popularização do chamado crediário”.</p>
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<p>Dessa efervescência de ideias, borbulhando em sua cabeça, nasceram os versos <em>sem entrada e sem mais nada / sem dor e sem fiador / crediário dando sopa / pro samba eu já tenho roupa / oba, oba, oba</em>. Outro cenário que o instigou foi quando leu em um adesivo de um carro <em>não buzine que eu estou paquerando</em>, “fiquei assombrado, pensando que numa cidade onde o trabalho é tão amado aquele adesivo podia desencadear uma surra no paquerador”, diz Tom.</p>
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<p>Tom Zé, hoje, nos auge dos seus oitenta e poucos anos, reforça que a crônica social estava em plena moda. Conta que colegas como Marcelino Dias de Carvalho e outros especialistas davam aulas de procedimento elegante. Dessa movimentação, surgiu a canção “Curso Intensivo de Boas Maneiras”, e assim seguiu repetindo o procedimento de usar a cidade e seus hábitos e habitantes como inspiração em quase todas as outras músicas.</p>
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<p>Grande Liquidação foi lançado antes da final do IV Festival de Música Popular Brasileira, da TV Record. Nesse festival, Tom ganhou o primeiro lugar com a música “São São Paulo Meu Amor” e o quarto lugar com “2001”, com parceria de Rita Lee, defendida &#8211; na ocasião – pelo grupo Os Mutantes. No show do Sesc Pompeia, o cantor traz “2001” entre outras surpresas, mesclando com o repertório do álbum de 68.</p>
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<p>Tom divide o palco acompanhado por: Jarbas Mariz (cavaquinho e voz), Cristina Carneiro (teclados e voz), Daniel Maia (guitarra, voz e produção), os irmãos Felipe Alves (baixo e voz) e Fábio Alves (bateria).</p>
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<p><strong><u>SERVIÇO:</u></strong><strong><br />
Tom Zé </strong></p>
<p><strong>Dias 15 e 16 de dezembro de 2018. Sábado, às 21h, domingo, às 18h </strong></p>
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<p><strong>Teatro<br />
</strong>*O Teatro do Sesc Pompeia possui lugares marcados e galerias superiores não numeradas. Por motivo de segurança, não é permitida a permanência de menores de 12 anos nas galerias, mesmo que acompanhados dos pais ou responsáveis. Abertura da casa com 30 minutos de antecedência ao início do show.</p>
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<p><strong>Ingressos:</strong> R$9 (credencial plena/trabalhador no comércio e serviços matriculado no Sesc e dependentes), R$15 (pessoas com +60 anos, estudantes e professores da rede pública de ensino) e R$30 (inteira).</p>
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<p><u>Venda<strong> online</strong> a partir de 4 de dezembro, terça-feira, às 12h.<br />
Venda<strong> presencial</strong> nas unidades do Sesc SP a partir de 5 de dezembro, quarta-feira, às 17h30.<br />
<strong>Classificação indicativa:</strong> Não recomendado para menores de 12 anos.</u></p>
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<p><strong>Sesc Pompeia –</strong> Rua Clélia, 93.<br />
Não temos estacionamento. Para informações sobre outras programações, acesse o portal sescsp.org.br/pompeia</p>
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<p><strong>Assessoria de Imprensa Sesc Pompeia</strong></p>
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