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	<title>vitorramil &#8211; Boomerang Music</title>
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	<description>Informação, Novidade e Atualidade</description>
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		<title>VITOR RAMIL lança feat. ALUNAS E ALUNOS DA ESCOLA PROJETO</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Oct 2023 02:02:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[vitorramil]]></category>
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					<description><![CDATA[Ouça aqui:  http://tratore.ffm.to/vitorramil &#160; Clipe:  https://youtu.be/zIfULdO8qUM?feature=shared &#160; No ano de 2018 fui convidado pela Escola Projeto, de Porto Alegre, RS, para participar de uma atividade chamada Encontro com o Músico, que dura um trimestre e acontece anualmente. Durante três meses todos os alunos da escola...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Ouça aqui:  </strong><a href="http://tratore.ffm.to/vitorramil">http://tratore.ffm.to/vitorramil</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Clipe:  </strong><a href="https://youtu.be/zIfULdO8qUM?feature=shared">https://youtu.be/zIfULdO8qUM?feature=shared</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>No ano de 2018 fui convidado pela Escola Projeto, de Porto Alegre, RS, para participar de uma atividade chamada Encontro com o Músico, que dura um trimestre e acontece anualmente. Durante três meses todos os alunos da escola estudam a obra de um artista e a partir dela produzem suas próprias obras. Ao final, num encontro presencial, apresentam seus trabalhos e conversam com o convidado, além de assistir ou realizar com ele alguma atividade artística.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Entusiasmado com o potencial do encontro e ansioso por dedicar-me às crianças na intensidade com que elas se dedicariam a mim, propus à Projeto algo até então inédito para todos: compormos juntos uma canção. Eu faria uma música e, em algumas aulas, ensinaria as crianças a escrever a letra.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Na impossibilidade de realizar a ideia com todos os alunos, do ensino infantil ao 5ª ano, ficou definido que eu trabalharia com os alunos das 3º e 4º anos, de idades entre 8 e 9. No total, 64 crianças. Já era um desafio enorme. Como seria trabalhar com tantos e tão pequenos parceiros?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fiz a música de <em>Acordei Sonhando</em> cantarolando na estrada, enquanto dirigia de Pelotas a Porto Alegre para nosso primeiro encontro. O trabalho com eles foi surpreendente e emocionante. Avançamos passo a passo, escrevendo para a melodia, as crianças dando sugestões e eu coordenando enquanto explicava, entre outras coisas, quando uma palavra podia ou não ser usada em determinada passagem musical. Os alunos tiveram noções de prosódia, de uso de rimas, da escolha de metáforas ou das muitas possibilidades de sentido da poesia. Na prática, as do 3º ano escreviam uma frase e saltavam a seguinte, deixando lacunas para as do 4º, e vice-versa. Foi maravilhoso acompanhar o surgimento daquela arquitetura a partir da imaginação infantil.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A experiência com os pequenos parceiros e demais crianças da Projeto, bem como com o corpo docente, todos em evidente sintonia, foi das coisas mais bonitas que já vivi. Além da canção <em>Acordei Sonhando</em>, surgiram muitos desenhos, pinturas e textos incríveis a partir das minhas canções. Guardo parte deles até hoje com muito carinho.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Findos os trabalhos, fiz outra proposta à escola: gravarmos e filmarmos <em>Acordei Sonhando</em> e depois realizarmos um show beneficente com o objetivo de apoiar alguma instituição que se dedicasse a crianças e jovens, em especial aqueles em condição de vulnerabilidade social, proporcionando-lhes uma formação ampla através da música e outras formas de arte-educação. Para os meus pequenos parceiros, gravar em um estúdio profissional (estúdio Audio Porto, apoiador do projeto) seria mais uma experiência importante. Quanto à ação social, seria também educativa, para sua formação humanista.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Buscamos uma instituição reconhecida por trabalhar nessa direção, que tivesse uma história relevante e para a qual um apoio financeiro ajudasse a fazer a diferença. A escolha final foi pelo Instituto Sociocultural Afro-Sul/Odomode, de Porto Alegre, que, coincidentemente, completa 50 anos de atividades em 2024.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Saiba mais sobre o trabalho do Afro-sul/Odomode:</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://www.facebook.com/afrosul.odomode/?locale=br_FR">https://www.facebook.com/afrosul.odomode/?locale=br_FR</a></p>
<p><a href="https://www.instagram.com/afrosul.odomodeoficial/?hl=pt">https://www.instagram.com/afrosul.odomodeoficial/?hl=pt</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>No dia 6 de outubro, no show beneficente <em>Acordei Sonhando</em>, no Salão de Atos da PUC RS, contarei com as participações das crianças que compuseram a canção com comigo, mais os atuais alunos dos 3º e 4º anos, regidos pelo professor Ianes Coelho. Além deles, os músicos do show Ramilonga, Edu Martins (contrabaixo) e Roger Scarton (harmonium), mais Thiago Ramil e Ian Ramil, que também têm um histórico de trabalho com crianças. O Afro Sul/Odomode também marcará presença com seus líderes Iara e Paulinho, mais os Lanceirinhos Negros.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Vitor Ramil / </strong><strong>Setembro de 2023</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>ACORDEI SONHANDO</strong></p>
<p><strong>Vitor Ramil / Alunas e Alunos da Escola Projeto</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>PRODUZIDO POR VITOR RAMIL</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Acordei sonhando</p>
<p>Com você, amigo</p>
<p>Céu azul, inverno</p>
<p>Viajamos</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Eu pintei o espaço</p>
<p>E você, planetas</p>
<p>Em Plutão a nave</p>
<p>Nos deixou</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Viajar é bom</p>
<p>Ter amigos também</p>
<p>Nunca estamos sós</p>
<p>Indo na melodia</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em Plutão seguimos</p>
<p>Uma luz distante</p>
<p>Num portal entramos</p>
<p>Tudo estranho</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Explosões, ideias</p>
<p>Ilusões constantes</p>
<p>Vimos o futuro</p>
<p>Num instante</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Viajar é bom</p>
<p>O futuro também</p>
<p>Nele estamos nós</p>
<p>Indo na melodia</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Acordar</p>
<p>E sair cantando</p>
<p>Com você</p>
<p>É seguir sonhando</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Violões: Vitor Ramil</p>
<p>Violão nylon e preparação das crianças: Ianes Coelho</p>
<p>Coro: 64 alunas e alunos</p>
<p>Percussões e vozes solo por 5 alunas e 2 alunos:</p>
<p>Alice Constantino Fin: maracas</p>
<p>Antonella Dalpiaz: voz solo e sininho</p>
<p>Caio Mittmann Rodrigues: voz solo</p>
<p>Isabela Kotek Selistre Osório: voz solo</p>
<p>Laura Melo da Costa Franco: voz solo e xilofone</p>
<p>Maria Clara Frota Ely: voz e pau de chuva</p>
<p>Matias Gonçalves Pretto: voz solo</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>ÁUDIO E VÍDEO</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Gravado, mixado e masterizado no estúdio Audio Porto</p>
<p>Engenharia de áudio: Lauro Maia e Pedro Schmitt</p>
<p>Mixagem e masterização de áudio: Lauro Maia</p>
<p>Direção de vídeo: Hiroshi Kuamoto</p>
<p>Operação de câmera: Victor Gonçalves</p>
<p>Edição de vídeo: Lucas Ferreira</p>
<p>Finalização de vídeo: Lorenzo Schmidt</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>PROJETO GRÁFICO</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Taíse Kodama, Mateus Avila (Koav Design + Cultura)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Desenhos realizados pelas alunas e alunos da turma 12/2018 da Escola Projeto, sob orientação da Profª Ana Cristina Franz Rodrigues.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>ASSESSORIA DE IMPRENSA &#8211; Bebel Prates</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>APOIO:  Audio Porto, Fábrica do Futuro e Escola Projeto</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Produção / Management</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Branca Ramil &#8211; Ramil e Uma Produções</p>
<p>(55 21) 2542.5956 / 98121.5210</p>
<p><a href="mailto:produção@vitorramil.com.br">produção@vitorramil.com.br</a>/<a href="mailto:ramileuma@gmail.com">ramileuma@gmail.com</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Distribuição, informações e vendas pela internet</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ana Maia &#8211; Satolep Music</p>
<p>(55 53) 99129.4425</p>
<p><a href="mailto:satolepmusic@vitorramil.com.br">satolepmusic@vitorramil.com.br</a></p>
<p><a href="mailto:satolepmusic@gmail.com">satolepmusic@gmail.com</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://www.vitorramil.com.br">www.vitorramil.com.br</a></p>
<p><a href="http://www.instagram.com/vitorramil.satolep">www.instagram.com/vitorramil.satolep</a></p>
<p><a href="http://www.twitter.com/vitorramil">www.twitter.com/vitorramil</a></p>
<p><a href="http://www.facebook.com/ramilongos">www.facebook.com/ramilongos</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Com informações: Bebel Prates Assessoria de Comunicação</strong></p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>VITOR RAMIL se apresenta no Sesc Santana nos dias 09 e 10/12</title>
		<link>https://boomerangmusic.com.br/vitor-ramil-se-apresenta-no-sesc-santana-nos-dias-09-e-10-12/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 26 Nov 2022 21:33:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[sescsantana]]></category>
		<category><![CDATA[vitorramil]]></category>
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					<description><![CDATA[Depois de ser adiado por problemas de saúde, Vitor Ramil volta a São Paulo para lançar “Avenida Angélica”, nos dias 09 e 10 de dezembro, no Teatro do Sesc Santana.   O espetáculo multimídia foi gravado em áudio e vídeo em agosto de 2021, sem...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Depois de ser adiado por problemas de saúde, Vitor Ramil volta a São Paulo para lançar “Avenida Angélica”, nos dias 09 e 10 de dezembro, no Teatro do Sesc Santana. </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>O espetáculo multimídia foi gravado em áudio e vídeo em agosto de 2021, sem público presente, no canteiro das obras de restauro do histórico Theatro Sete de Abril, em Pelotas, o terceiro mais antigo do Brasil.  O CD de “Avenida Angélica” foi lançado em edição especial e está à venda em <strong><a href="https://loja.vitorramil.com.br/avenida-angelica-album-documental">https://loja.vitorramil.com.br/avenida-angelica-album-documental</a></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Inteiramente dedicado à poesia de Angélica Freitas, <em>Avenida Angélica</em> tem 17 canções criadas por Vitor para poemas de sua conterrânea publicados originalmente nos livros <em>Rilke Shake </em>e <em>Um útero é do tamanho de um punho,</em> mais a leitura do poema <em>Ítaca</em> pela própria poeta em vídeo gravado em Berlim, onde vive.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Vitor Ramil apresenta-se em formato solo, voz e violões de cordas de aço, em ambientação visual criada por Isabel Ramil, na qual iluminação, cenário e vídeos são uma espécie de segunda leitura não literal do poemas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>AVENIDA ANGÉLICA</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Ouça aqui:  </strong><a href="http://vitorramil.hearnow.com/avenida-angelica">http://vitorramil.hearnow.com/avenida-angelica</a></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong><strong>Vídeo do Show:  </strong><a href="https://bit.ly/AvenidaAngelica">https://bit.ly/AvenidaAngelica</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>VITOR RAMIL</strong></p>
<p><strong>Show de lançamento do álbum “Avenida Angélica”</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Datas</strong>: dias 09 e 10 de dezembro (sexta e sábado)</p>
<p><strong>Local</strong>: Teatro do Sesc Santana (Avenida Luiz Dumont Villares, 579 – Santana)</p>
<p><strong>Horários</strong>: 21h (sexta) e 20h (sábado)</p>
<p><strong>Ingressos</strong>: R$ 40,00 (inteira), R$ 20,00 (meia entrada) e R$ 12,00 (credencial plena)</p>
<p><strong>Venda on-line a partir de 29/11, às 12h. Venda nas bilheterias a partir de 30/11, às 17h. </strong></p>
<p><strong>Duração</strong>: 75 minutos</p>
<p><strong>Capacidade</strong>: 330 lugares</p>
<p><strong>Classificação etária</strong>: Menores de 12 anos devem estar acompanhados pelo responsável.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://www.vitorramil.com.br">www.vitorramil.com.br</a></p>
<p><a href="http://www.instagram.com/vitorramil.satolep">www.instagram.com/vitorramil.satolep</a></p>
<p><a href="http://www.twitter.com/vitorramil">www.twitter.com/vitorramil</a></p>
<p><a href="http://www.facebook.com/ramilongos">www.facebook.com/ramilongos</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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<p>&nbsp;</p>
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<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Com informações: Bebel Prates Assessoria de Comunicação</strong></p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>VITOR RAMIL &#124; RAMILONGA &#8211; relançamento do álbum A Estética do Frio &#8211; 25 anos</title>
		<link>https://boomerangmusic.com.br/vitor-ramil-ramilonga-relancamento-do-album-a-estetica-do-frio-25-anos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Oct 2022 11:03:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[vitorramil]]></category>
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					<description><![CDATA[Ouça aqui:  https://ffm.to/ramilonga25 &#160; O álbum Ramilonga &#8211; A estética do frio (1997), de Vitor Ramil, completa 25 anos de seu lançamento agora, em 2022. Para comemorar a data, a Satolep Music lança dia 5 de outubro uma edição especial desse trabalho tão marcante na trajetória...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Ouça aqui:  </strong><a href="https://ffm.to/ramilonga25">https://ffm.to/ramilonga25</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O álbum <strong><em>Ramilonga &#8211; A estética do frio </em></strong>(1997), de <strong>Vitor Ramil</strong>, completa <strong>25 anos</strong> de seu lançamento agora, em 2022. Para comemorar a data, a <strong>Satolep Music</strong> lança dia 5 de outubro uma edição especial desse trabalho tão marcante na trajetória do autor.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em tempos de música em plataformas digitais, <em>Ramilonga </em>reaparece também em formato físico luxuoso: um caderno de anotações que, além de páginas brancas e quadriculadas para o usuário, contém manuscritos de Vitor Ramil, letras, fotos, e o próprio álbum, remixado e remasterizado, em CD.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O bonus track <em>Milongamango </em>é uma colagem musical de três milongas do repertório, <em>Milonga</em>, <em>Indo ao pampa </em>e <em>Milonga de sete cidades, </em>mais a voz do poeta João da Cunha Vargas, extraída de fita cassete, dizendo de forma comovente  seu poema <em>Mango, </em>que Vitor Ramil também musicou e gravou no álbum <em>délibáb</em> (2010). A poesia de João da Cunha Vargas (1900-1980) é de marcante musicalidade. Exímio declamador, ele costumava guardar seus poemas na memória. <em>Milongamango</em> é uma homenagem a este grande poeta.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Ramilonga &#8211; A estética do frio</em> ressurge com sua sonoridade aprimorada por cuidadosos trabalhos de remixagem (Walter Costa) e remasterização (Classic Master-USA), sempre com produção de Vitor Ramil. A performance dos músicos aparece ainda mais valorizada. É comovente voltar a escutar os geniais Nico Assumpção (contrabaixo) e Zé Gomes (violino), já falecidos. Os demais músicos são igualmente brilhantes: André Gomes (sitar), Alexandre Fonseca (tablas, percussão e bateria) e Roger Scarton (harmonium). Kleiton Ramil participa tocando violão em <em>Deixando o pago</em>. Voz e violões são de Vitor Ramil.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>RAMILONGA &#8211; A ESTÉTICA DO FRIO</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Produzido por Vitor Ramil<br />
Produção Executiva: Branca Ramil<br />
Gravado por Luis Rodrigues no Estúdio CIA dos Técnicos (Rio de Janeiro), em fevereiro e março de 1997.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>PROJETO RAMILONGA 25 ANOS</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Produzido por Vitor Ramil<br />
Remixado por Walter Costa no Estúdio Gueto, em Salvador (BA)<br />
Remasterizado por Carlos Freitas no Classic Master (EUA)<br />
Restauração de áudio (voz de João da Cunha Vargas): Marcos Abreu, em Porto Alegre (RS)<br />
Conceito design gráfico: Lucas Levitan (a partir de rascunhos e anotações de Vitor Ramil)<br />
Design: Taíse Kodama e Mateus Avila<br />
Assistência de design: Lizi Cruz<br />
Fotos: Rodrigo Lopes (Vitor Ramil), Felipe Taborda (gaúchos), Ana Ruth Miranda (planície e Satolep), Vitor Ramil (Porto Alegre) e acervos familiares.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Produção/Management: Branca Ramil / Ramil e Uma Produções</p>
<p><a href="mailto:producao@vitorramil.com.br">producao@vitorramil.com.br</a></p>
<p><a href="mailto:ramileuma@gmail.com">ramileuma@gmail.com</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Distribuição, informações e vendas pela Internet:</strong></p>
<p>Ana Maia / Satolep Music &#8211; (55 53) 99129.4425</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="mailto:satolepmusic@vitorramil.com.br">satolepmusic@vitorramil.com.br</a></p>
<p><a href="mailto:satolepmusic@gmail.com">satolepmusic@gmail.com</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://www.vitorramil.com.br">www.vitorramil.com.br</a></p>
<p><a href="http://www.youtube.com/satolepmusic">www.youtube.com/satolepmusic</a></p>
<p><a href="http://www.instagram.com/vitorramil.satolep">www.instagram.com/vitorramil.satolep</a></p>
<p><a href="http://www.facebook.com/ramilongos">www.facebook.com/ramilongos</a></p>
<p><a href="http://www.twiter.com/vitorramil">www.twitter.com/vitorramil</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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<p><strong>Com informações: Bebel Prates Assessoria de Comunicação</strong></p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>VITOR RAMIL lança MILONGAMANGO</title>
		<link>https://boomerangmusic.com.br/vitor-ramil-lanca-milongamango/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Sep 2022 00:31:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[vitorramil]]></category>
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					<description><![CDATA[Ouça aqui:  https://ffm.to/milongamango &#160; Vídeo:   https://youtu.be/MwnHB5C3dUQ &#160; O álbum Ramilonga &#8211; A estética do frio (1997), de Vitor Ramil, completa 25 anos de seu lançamento agora, em 2022. Para comemorar a data, a Satolep Music lança, no dia 5 de outubro, uma edição especial desse trabalho...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Ouça aqui:  </strong><a href="https://ffm.to/milongamango">https://ffm.to/milongamango</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Vídeo:   </strong><a href="https://youtu.be/MwnHB5C3dUQ">https://youtu.be/MwnHB5C3dUQ</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O álbum <strong><em>Ramilonga &#8211; A estética do frio </em>(1997)</strong>, de <strong>Vitor Ramil</strong>, completa <strong>25 anos</strong> de seu lançamento agora, em 2022. Para comemorar a data, a Satolep Music lança, no dia 5 de outubro, uma edição especial desse trabalho tão marcante na trajetória do autor.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em tempos de música em plataformas digitais, <em>Ramilonga </em>reaparece também em formato físico luxuoso: um caderno de anotações que, além de páginas brancas e quadriculadas para o usuário, contém manuscritos de Vitor Ramil, letras, fotos, e o próprio álbum, remixado e remasterizado, em CD.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A cereja sonora é o bonus track e single <strong><em>Milongamango</em></strong>, uma colagem musical de três milongas do repertório, <em>Milonga</em>, <em>Indo ao pampa </em>e <em>Milonga de sete cidades, </em>mais a voz do poeta João da Cunha Vargas, extraída de fita cassete, dizendo de forma comovente seu poema <em>Mango, </em>que Vitor Ramil também musicou e gravou no álbum <em>délibáb</em> (2010). A poesia de João da Cunha Vargas (1900-1980) é de marcante musicalidade. Exímio declamador, ele costumava guardar seus poemas na memória. <em>Milongamango</em> é uma homenagem a este grande poeta.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Milongamango</em> abre a porta de 2022 para <em>Ramilonga &#8211; A estética do frio</em>, que chega com sua sonoridade aprimorada por cuidadosos trabalhos de remixagem (Walter Costa) e remasterização (Classic Master-USA). O videoclipe tem imagens de Isabel Ramil, criação e pós-produção de Taise Kodama, Mateus Ávila e Lucas Levitan e manuscritos de Vitor Ramil.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em <em>Milongamango</em> brilham o contrabaixo de Nico Assumpção, o sitar de André Gomes, as tablas e bateria de Alexandre Fonseca e o harmonium de Roger Scarton. Voz e violões são de Vitor Ramil.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone  wp-image-38602" src="https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2022/09/capa-MILONGAMANGO-300x300.jpg" alt="" width="393" height="393" srcset="https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2022/09/capa-MILONGAMANGO-300x300.jpg 300w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2022/09/capa-MILONGAMANGO-1024x1024.jpg 1024w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2022/09/capa-MILONGAMANGO-150x150.jpg 150w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2022/09/capa-MILONGAMANGO-768x768.jpg 768w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2022/09/capa-MILONGAMANGO-1536x1536.jpg 1536w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2022/09/capa-MILONGAMANGO-570x570.jpg 570w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2022/09/capa-MILONGAMANGO-500x500.jpg 500w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2022/09/capa-MILONGAMANGO-1000x1000.jpg 1000w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2022/09/capa-MILONGAMANGO-700x700.jpg 700w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2022/09/capa-MILONGAMANGO.jpg 2000w" sizes="(max-width: 393px) 100vw, 393px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>MILONGAMANGO  </strong>(Vitor Ramil/João da Cunha Vargas)</p>
<p><em> </em></p>
<p>Criado junto aos arreios</p>
<p>a boleadeira e o laço</p>
<p>cheio de talho e pontaço</p>
<p>velho amigo e companheiro</p>
<p>meu rude traste campeiro</p>
<p>que uso preso no braço</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Batendo ao cano da bota</p>
<p>numa festança campeira</p>
<p>num balancear de vaneira</p>
<p>enfiado ao cabo da faca</p>
<p>acariciando a guaiaca</p>
<p>e ouvindo a gaita manheira</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Retouço em cancha de tava</p>
<p>entre fichas e dinheiro</p>
<p>amadrinhando o coimero</p>
<p>pra receber a parada</p>
<p>cuidando a tava clavada</p>
<p>lá junto ao pé do parceiro</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ando pra lá e pra cá</p>
<p>num dos braços pendurado</p>
<p>às vezes troco de lado</p>
<p>bombeando a parada paga</p>
<p>e fica o facão e a adaga</p>
<p>me olhando de atravessado</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em cerne de guajuvira</p>
<p>retovado com capricho</p>
<p>às vezes quando me espicho</p>
<p>guasqueando um quebra queixudo</p>
<p>ou derrubo um melenudo</p>
<p>junto a um balcão de bolicho</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>sempre ao lado do ginete</p>
<p>já me criei camperaço</p>
<p>me lembro um potro picaço</p>
<p>corcoveando num repecho</p>
<p>sem uma corda no queixo</p>
<p>que derrubei a mangaço</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Sempre metido em bochincho</p>
<p>levei algum sofrenaço</p>
<p>talhos de adaga, balaço</p>
<p>é sina que desembesta</p>
<p>mas já quebrei muita testa</p>
<p>e nunca caí do braço</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>João da Cunha Vargas: voz</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Vitor Ramil: voz e violões</p>
<p>Nico Assumpção: contrabaixo</p>
<p>André Gomes: sitar</p>
<p>Alexandre Fonseca: tablas, bateria e percussão</p>
<p>Roger Scarton: harmonium</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Produzido por Vitor Ramil</p>
<p>Produção executiva: Branca Ramil</p>
<p>Gravado por Luis Rodrigues / Cia. dos Técnicos &#8211; RJ, 1997</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Projeto Ramilonga 25 anos:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Remixagem: Walter Costa / Estúdio Gueto, Salvador</p>
<p>Colagem das músicas <em>Milonga</em>, <em>Indo ao pampa</em> e <em>Milonga de sete cidades</em></p>
<p>+ voz de João da Cunha Vargas (fita cassete): Vitor Ramil e Walter Costa.</p>
<p>Masterização: Carlos Freitas &#8211; Classic Master USA</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Capa: Taíse Kodama, Mateus Ávila e Lucas Levitan</p>
<p>Foto João da Cunha Vargas: acervo da família</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Vídeo:</p>
<p>Isabel Ramil: imagens</p>
<p>Taíse Kodama, Mateus Ávila e Lucas Levitan: criação e pós-produção</p>
<p>Vitor Ramil: manuscritos</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Produção / Management</p>
<p>Branca Ramil</p>
<p>Ramil e Uma Produções</p>
<p>(21) 2542 5956 / 98121 5210</p>
<p><a href="mailto:produção@vitorramil.com.br">produção@vitorramil.com.br</a></p>
<p><a href="mailto:ramileuma@gmail.com">ramileuma@gmail.com</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Distribuição informações e vendas pela internet</p>
<p>Ana Maia &#8211; Satolep Music</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Redes Sociais:</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://www.vitorramil.com.br">www.vitorramil.com.br</a></p>
<p><a href="http://www.youtube.com/satolepmusic">www.youtube.com/satolepmusic</a></p>
<p><a href="http://www.instagram.com/vitorramil.satolep">www.instagram.com/vitorramil.satolep</a></p>
<p><a href="http://www.facebook.com/ramilongos">www.facebook.com/ramilongos</a></p>
<p><a href="http://www.twiter.com/vitorramil">www.twiter.com/vitorramil</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Com informações: Bebel Prates Assessoria de Comunicação</strong></p>
]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>Vitor Ramil volta a SP para lançar “Avenida Angélica”, nos dias 18 e 19 de junho, no Teatro do Sesc Santana</title>
		<link>https://boomerangmusic.com.br/vitor-ramil-volta-a-sp-para-lancar-avenida-angelica-nos-dias-18-e-19-de-junho-no-teatro-do-sesc-santana/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jun 2022 00:48:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[sescsantana]]></category>
		<category><![CDATA[vitorramil]]></category>
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					<description><![CDATA[O espetáculo multimídia foi gravado em áudio e vídeo em agosto de 2021, sem público presente, no canteiro das obras de restauro do histórico Theatro Sete de Abril, em Pelotas, o terceiro mais antigo do Brasil. &#160; Inteiramente dedicado à poesia de Angélica Freitas, Avenida...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O espetáculo multimídia foi gravado em áudio e vídeo em agosto de 2021, sem público presente, no canteiro das obras de restauro do histórico Theatro Sete de Abril, em Pelotas, o terceiro mais antigo do Brasil.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Inteiramente dedicado à poesia de <strong>Angélica Freitas</strong>, <strong><em>Avenida Angélica</em></strong> tem 17 canções criadas por Vitor para poemas de sua conterrânea publicados originalmente nos livros <em>Rilke Shake </em>e <em>Um útero é do tamanho de um punho,</em> mais a leitura do poema <em>Ítaca</em> pela própria poeta em vídeo gravado em Berlim, onde vive.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Vitor Ramil apresenta-se em formato solo, voz e violões de cordas de aço, em ambientação visual criada por Isabel Ramil, na qual iluminação, cenário e vídeos são uma espécie de segunda leitura não literal do poemas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>AVENIDA ANGÉLICA</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Ouça aqui:  </strong><a href="http://vitorramil.hearnow.com/avenida-angelica">http://vitorramil.hearnow.com/avenida-angelica</a></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Vídeo do Show:  </strong><a href="https://bit.ly/AvenidaAngelica">https://bit.ly/AvenidaAngelica</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>VITOR RAMIL</strong></p>
<p><strong>Show de lançamento do álbum “Avenida Angélica”</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Datas</strong>: dias 18 e 19 de junho (sábado e domingo)</p>
<p><strong>Local</strong>: Teatro do Sesc Santana (Avenida Luiz Dumont Villares, 579 – Santana)</p>
<p><strong>Horários</strong>: 20h (sábado) e 18h (domingo)</p>
<p><strong>Ingressos</strong>: R$ 40,00 (inteira), R$ 20,00 (meia entrada) e R$ 12,00 (credencial plena)</p>
<p><strong>Venda on-line a partir de 7/6, às 12h. Venda nas bilheterias a partir de 8/6, às 17h.</strong></p>
<p><strong>Duração</strong>: 75 minutos</p>
<p><strong>Capacidade</strong>: 330 lugares</p>
<p><strong>Classificação etária</strong>: Menores de 12 anos devem estar acompanhados pelo responsável.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://www.vitorramil.com.br">www.vitorramil.com.br</a></p>
<p><a href="http://www.instagram.com/vitorramil.satolep">www.instagram.com/vitorramil.satolep</a></p>
<p><a href="http://www.twitter.com/vitorramil">www.twitter.com/vitorramil</a></p>
<p><a href="http://www.facebook.com/ramilongos">www.facebook.com/ramilongos</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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<p>&nbsp;</p>
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<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Com informações: BEBEL PRATES ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO</strong></p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Vitor Ramil lança “Avenida Angélica”, pela Natura Musica</title>
		<link>https://boomerangmusic.com.br/vitor-ramil-lanca-avenida-angelica-pela-natura-musica/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Apr 2022 01:27:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Lançamentos]]></category>
		<category><![CDATA[vitorramil]]></category>
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					<description><![CDATA[Álbum inteiramente dedicado à poesia de Angélica Freitas publicada nos livros “Rilke Shake” e “Um útero é do tamanho de um punho”.   Ouça aqui:  http://vitorramil.hearnow.com/avenida-angelica   Vídeo do Show:   https://bit.ly/AvenidaAngelica &#160; AVENIDA ANGÉLICA  por Vitor Ramil &#160; Godard falou que uma obra de arte tem...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Álbum inteiramente dedicado à poesia de <strong>Angélica Freitas</strong> publicada nos livros “Rilke Shake” e “Um útero é do tamanho de um punho”.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Ouça aqui:  </strong><a href="http://vitorramil.hearnow.com/avenida-angelica">http://vitorramil.hearnow.com/avenida-angelica</a></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Vídeo do Show:   </strong><a href="https://bit.ly/AvenidaAngelica">https://bit.ly/AvenidaAngelica</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>AVENIDA ANGÉLICA </strong></p>
<p><strong>por Vitor Ramil</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Godard falou que uma obra de arte tem que correr riscos, do contrário, não tem valor. Joni Mitchell, depois de queixar-se que errava muito ao piano, pois não entendia o instrumento, ouviu o seguinte conselho de um músico: “siga o erro”. Em outras palavras: aceite a contribuição do acaso, do imprevisto, desacomode-se incorporando o erro e a ele reagindo criativamente. Em <strong><em>Avenida Angélica</em></strong>, gravado em duas noites, 7 e 8 de agosto, de 2021, no canteiro das obras de restauro do histórico Theatro Sete de Abril, em Pelotas, realizado depois de vários adiamentos em função da pandemia de Covid-19, corri riscos e segui os “erros”. Não que isso já não fosse quase um hábito, do processo de composição às apresentações ao vivo, mas nunca as circunstâncias foram tão favoráveis.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para o fim de semana anterior às gravações era esperado o maior frio de todos os tempos. Falava-se em 10º negativos para os “sobreviventes”, como dizia o Barão de Itararé, ao se referir ao moradores do Rio Grande do Sul. Achávamos que poderíamos sobreviver ao vírus, mas não éramos tão positivos quanto ao clima. Felizmente as previsões mostraram-se exageradas, o que não quer dizer que os dias de gravação tenham sido mais amistosos. Encaramos um frio não mortal e uma umidade poucas vezes vista nesta cidade famosa por ser úmida.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Originalmente aprovado no Natura Musical como espetáculo a ser apresentado em três capitais, Florianópolis, Rio de Janeiro e Belo Horizonte, o projeto teve de ser adaptado às contingências da pandemia, que não permitiam público presencial em shows. Antes da crise sanitária eu já estava trabalhando o repertório do show com um grupo de músicos, visando a realização de um álbum de estúdio. Diante da nova realidade, que não permitiria também a aglomeração em um estúdio de gravação, e que, principalmente, deixara toda a equipe técnica do show sem poder exercer suas atividades por um período indeterminado, optamos pela realização do show de uma maneira que todos os colaboradores pudessem trabalhar sem colocar suas vidas em risco.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A primeira ideia foi a da realização de uma live no Theatro Sete de Abril, a ser transmitida via Internet. O Sete de Abril é o terceiro teatro mais antigo do Brasil. Antes de ser fechado no ano de 2010 e entrar em sucessivas obras de restauro, era o teatro mais antigo em atividade ininterrupta do país. Sua importância e o significado da volta iminente ao centro da cidade e de sua vida cultural fizeram a ideia de uma simples live perder força, até porque mobilizaríamos muita gente para sua realização. Quisemos ir além. Decidimos filmar o show e o ambiente do teatro e apresentá-lo posteriormente. Também achamos que um álbum reunindo o repertório filmado deveria fazer parte dessa documentação. Seria isso: um documento, momento de nossas vidas e da volta à vida do velho teatro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Avenida Angélica</em> ganhou assim um caráter entre o emergencial, o afetivo e o celebratório. O artístico também, claro, afinal de contas eu estaria apresentando um repertório de canções compostas a partir de poemas de <strong>Angélica Freitas</strong>, admirada amiga e vizinha, depois de quase quinze anos de estreita colaboração, numa atmosfera cênica criada por Isabel Ramil que, além da luz sutil, continha “um velho ônibus” em cujos bancos de trás, a certa altura, eu ia batucar, e uma série de vídeos que eram como segundas leituras dos mesmos poemas que eu musicara. Que tudo acontecesse no modo <em>guerrilla</em>, como dizem os argentinos, conferia forte componente emocional ao trabalho.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Estando em meio às obras, o teatro não contava ainda com sistema de calefação e desumidificação. O jeito foi atuar por entre pisos e paredes de onde vertia água. Isso nos obrigou a abrir mão de alguns microfones que não suportaram o ambiente não controlado. A iluminação também precisou ser improvisada diante da falta do urdimento ainda não instalado sobre o palco. Uma dificuldade aqui, outra ali, boa parte delas já previstas, e gravamos dezessete canções em duas noites! Dezesseis inéditas, mais <em>Stradivarius</em>, que eu gravara em meu álbum mais recente, <em>Campos Neutrais </em>(2017). A acústica do teatro, antes mesmo do fim das obras, continuava a se mostrar excelente. Bela notícia. Gosto de estúdio, estou acostumado a gravar na calma. Mas essas duas noites foram de me desafiar, de experimentar, enfim, coisa que eu também adoro. Respirei água e embarquei na vertigem de gravar de olho no relógio e no ritmo das equipes de áudio, filmagem e do próprio teatro. A maioria das canções foi gravada em apenas um <em>take</em>, com eventuais reparos. Poucas foram tocadas duas vezes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O distanciamento social imposto pela Covid-19 e os adiamentos fizeram com que a equipe e eu entrássemos num modo meio onírico e chegássemos na hora H tendo de decidir ou mesmo descobrir muitas coisas enquanto tudo acontecia. Foi <em>guerrilla y aventura</em>. E foi gratificante. Estávamos reencontrando a motivação e trabalhando depois de tanto medo e desesperança.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A poesia da Angélica foi fundamental para manter o astral de todos. Ela ainda participou do espetáculo com a leitura de um poema, <em>Ítaca</em>, gravado em vídeo em Berlim, onde vive. Leveza, humor, crítica, sofisticação, densidade, amorosidade, musicalidade. Com tais qualidades, seus versos encheram o teatro levados pelas melodias que compus para eles, e nos levaram juntos. Volta e meia caía a ficha do significado daquele momento: “Angélica e eu no Sete de Abril, uau; nós, que, temos tantas histórias de vida nesta cidade e nesta sala, assim como a Isabel, minha filha, com sua contribuição de artista visual e a Branca, minha irmã e produtora desde meu primeiro disco, <em>Estrela, Estrela;</em> nós, mais os craques Renato Falcão, a dirigir a filmagem, e André Colling e Lauro Maia, a capitanear as gravações de áudio, além dos amigos e profissionais altamente qualificados que nos acompanham há anos, todos aqui reunidos, em meio a este caos sanitário, social e político, a celebrar nossa amizade e a perseverar em nome da arte e da cultura”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Assim aconteceu <em>Avenida Angélica</em>, numa atmosfera, para mim, onírica até hoje, quando lembro daqueles momentos. As sirenes das ambulâncias continuam a soar lá fora, o Brasil continua em situação delicada. Aqui dentro ainda soam as canções que gravamos. O poder de atração dos poemas da Angélica me levou a compor coisas que de outro modo nunca teria composto. Sou grato a ela por isso. Um dos versos diz: “a verdade é que quase tudo eu aprendi ouvindo as canções do rádio”. Fui tocado por essa verdade que não é minha. Compus muito durante a pandemia, para mais dois ou três álbuns (aliás, esclareçam a este pequeno agricultor: ainda existem álbuns no agronegócio da música?). Mas é bem possível que eu volte a gravar, em estúdio, algumas canções do Avenida Angélica. Elas me fazem bem. Espero que façam o mesmo a quem nos ouvir.  A ver o que nos reserva o futuro. Riscos assumidos e “erros” a serem seguidos, sem dúvida, estarão lá.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>No mais, “alça voo a aventura na Avenida Angélica”!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>ALGUMAS CANÇÕES COMENTADAS </strong></p>
<p><strong>por Angélica Freitas e Vitor Ramil</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>RILKE SHAKE</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Vitor: <em>Rilke Shake,</em> que abre o álbum, encerra o show e o vídeo <em>Avenida Angélica</em>. Ao final da canção o que se ouve são os sinos da Catedral Metropolitana de Pelotas, que gravei com o celular ao perceber que tocavam no tom e no andamento da música. No espetáculo, a presença deles ao final ecoa o poema da Angélica apresentado na abertura por Isabel Ramil, em que é citada canção <em>If I had a hammer</em>, de Pete Seeger, cuja letra diz: “If a had a bell (…) I’d ring out love between my brothers and my sisters all over this land”. Ao final do túnel no vídeo da Isabel para <em>Rilke Shake</em>, seguindo sugestão do poema, adotamos o ponto de vista de um dervixe imaginário que dança e “vê” girar a seu redor o entorno da Praça da Matriz, em Montevideo. Curiosamente, as imagens processadas sugerem colunas de alguma igreja infinita.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>A MINA DE OURO DE MINHA MÃE E MINHA TIA</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Angélica: Essa é uma história real. Minha mãe nasceu na Colônia de Pescadores Z3, em Pelotas. Ela e uma irmã, Luci, tinham espírito empreendedor e iam vender cosméticos numa ilha na Lagoa dos Patos. As mulheres que lá viviam tinham pouco acesso a cosméticos &#8211; tudo que compravam vinha de Pelotas, a cidade mais próxima, mas era preciso empreender uma viagem de bote e depois de ônibus para chegar às lojas. Minha mãe contava que a ideia foi um sucesso. Elas ganharam bastante dinheiro, pelo menos para os parâmetros delas, mas parece que o mais importante ainda era a aventura. Adorava ouvir esses causos da juventude da minha mãe, e agora que ela não está mais aqui para contá-los, fico feliz por ter escrito esse poema.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Vitor: É uma das canções mais recentes do repertório, mas desde a primeira leitura deste poema eu soube que iria musicá-lo. Queria fazer uma canção leve e tocante. A história familiar da Angélica aqui contada me comove, e posso enxergar as locações pelotenses na luminosa Lagoa dos Patos: a colônia de pescadores Z-3 e a Ilha da Feitoria.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>FAMÍLIA VENDE TUDO</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Angélica: Quando morava em São Paulo, muitas vezes vi faixas pelas ruas com essa frase e um número de telefone. E me perguntava: o que aconteceria se uma família decidisse vender tudo mesmo? O poema foi um exercício de imaginação. Gosto muito de escrever a partir de coisas que encontro pela cidade e que me provocam, me tiram do automático. É também o caso do poema <em>Sashimi</em>: vi uma faixa anunciando um curso de sushiman, e a minha reação foi me perguntar por que era dirigido apenas a homens. Cheguei em casa e escrevi o poema.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Vitor: Foi composta na sequência de <em>R.C.</em>, voltando de um show, a bordo de uma van, na estrada que liga Porto Alegre e Pelotas. Uma canção contundente, em especial para este momento que o país atravessa, mas sempre com o humor único da Angélica.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>STRADIVARIUS</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Angélica: Escrevi este poema a partir de outro, <em>O grande desastre aéreo de ontem</em>, do Jorge de Lima. Era uma proposta da oficina do poeta Carlito Azevedo, da qual participei no inverno de 2005. No poema original, sobre uma queda de avião, havia vários personagens, e precisávamos escolher um deles para dar-lhe voz. O eleito por mim foi o violinista. O título original do meu poema: <em>O que passou pela cabeça do violinista em que a morte acentuou a palidez ao despenhar-se com sua cabeleira negra e seu stradivarius no grande desastre aéreo de ontem.</em> Eu andava experimentando o quanto de fôlego cabia num verso.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Vitor: Gravei esta canção no álbum<em> Campos Neutrais</em> porque, à parte a presença da Angélica naquele trabalho ser muito significativa, musicalmente tinha muito a ver com aquele repertório.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>R.C.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Angélica: Ouvi muito rádio na minha infância, principalmente na cozinha, com as empregadas que trabalharam lá em casa. Gostavam de música romântica, Amado Batista e Gilliard, principalmente. Também ouvia música no carro dos meus pais, sempre rádios AM. E aí era comum ouvir o Roberto Carlos. <em>R.C.</em> é uma singela homenagem àqueles tempos de formação sentimental.  Ah: o Vitor foi o primeiro leitor que entendeu de primeira o significado dessa abreviação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Vitor: Foi irresistível compor para este poema uma música a la Roberto Carlos, brincar um pouco.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>MULHER DE MALANDRO</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Angélica: Um dos poemas da série “Mulher de”, do meu segundo livro, <em>Um útero é do tamanho de um punho</em>. A proposta da série é subverter algumas ideias já gastas. Por que a mulher do malandro não pode ser uma malandra também? Eu havia lido algumas coisas sobre o Henry Miller, sobre como ele pegava dinheiro dos amigos, nunca pagava de volta, nunca pagava por uma refeição… Sempre me fascinaram, esses artistas. Talvez porque eu nunca seria capaz de fazer algo parecido.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Vitor: Tipo um samba de breque. Nasceu assim, só melodia. É o mesmo caso de <em>Versus eu </em>e Bigodinho. Volta e meia musico poemas dessa forma, sem usar o instrumento. Já aconteceu com <em>Gaudério, </em>de João da Cunha Vargas, gravado no disco <em>Ramilonga</em> e <em>Se eu fosse alguém</em>, de Antonio Botto, gravado em <em>Campos Neutrais</em>, por exemplo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>COSMIC COSWIG MISSISSIPI</strong></p>
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<p>Vitor: Um bom exemplo do poder que a poesia da Angélica tem de me atrair para gêneros musicais em que nunca me aventurei, no caso, o blues. O Coswig do título refere-se ao Recanto dos Coswig, pousada e parque bucólico na zona da colônia alemã de Pelotas.</p>
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<p><strong>VIDA AÉREA</strong></p>
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<p>Vitor: Canção minimalista, violão com afinação preparada. Foi o primeiro poema da Angélica que musiquei, em 2008, um pouco depois de ter ganhado o primeiro livro dela de nosso editor comum na Cosac Naify, Augusto Massi. Não a conhecia antes disso, embora ela tivesse morado a uma quadra da minha casa em Pelotas durante muitos anos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>RINGUES POLIFÔNICOS</strong></p>
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<p>Vitor: A música vem firmemente ritmada até chegarem os “tênis alados e os paulistas voadores, portadores esvoaçados de baseados nas calças jeans”. Então tudo se esvoaça. Dos versos “alça voo a aventura na avenida angélica” extraí o nome do show e depois do álbum.</p>
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<p><strong>SIOBHAN</strong></p>
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<p>Vitor: Talvez seja minha canção favorita neste trabalho. Acho suas imagens tão poderosas que a canto “enxergando” tudo, de personagens imaginados a lugares reais como Hamburgo, onde estive para trabalhar em um livro. É um poema de amor poderoso e tocante. Espero ter correspondido a ele.</p>
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<p>O show Vitor Ramil – Avenida Angélica foi gravado no canteiro das obras de restauro do Theatro Sete de Abril em Pelotas/RS, nos dias 7 e 8 de agosto de 2021.</p>
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<p>Projeto financiado pelo Pró-Cultura RS &#8211; Secretaria de Estado da Cultura &#8211; Governo do Estado do Rio Grande do Sul com patrocínio do Natura Musical.</p>
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<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-33534" src="https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2022/04/mini-VITOR-RAMIL-Avenida-Angelica-4-frame-300x169.jpg" alt="" width="598" height="337" srcset="https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2022/04/mini-VITOR-RAMIL-Avenida-Angelica-4-frame-300x169.jpg 300w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2022/04/mini-VITOR-RAMIL-Avenida-Angelica-4-frame-1024x576.jpg 1024w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2022/04/mini-VITOR-RAMIL-Avenida-Angelica-4-frame-768x432.jpg 768w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2022/04/mini-VITOR-RAMIL-Avenida-Angelica-4-frame-1536x864.jpg 1536w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2022/04/mini-VITOR-RAMIL-Avenida-Angelica-4-frame-700x394.jpg 700w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2022/04/mini-VITOR-RAMIL-Avenida-Angelica-4-frame-539x303.jpg 539w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2022/04/mini-VITOR-RAMIL-Avenida-Angelica-4-frame.jpg 1900w" sizes="(max-width: 598px) 100vw, 598px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://www.vitorramil.com.br">www.vitorramil.com.br</a></p>
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<p><a href="http://www.instagram.com/vitorramil.satolep">www.instagram.com/vitorramil.satolep</a></p>
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<p><a href="http://www.twitter.com/vitorramil">www.twitter.com/vitorramil</a></p>
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<p><a href="http://www.facebook.com/ramilongos">www.facebook.com/ramilongos</a></p>
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<p><strong>Com informações PR | Natura Musical   /   Assessoria de Comunicação | Vitor Ramil &#8211;  Bebel Prates</strong></p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>VITOR RAMIL lança seu novo single Rilk Shake e anuncia novo álbum</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Mar 2022 11:19:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[RilkShake]]></category>
		<category><![CDATA[vitorramil]]></category>
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					<description><![CDATA[SECRETARIA DA CULTURA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL E NATURA MUSICAL &#160; apresentam   VITOR RAMIL   RILKE SHAKE é a canção de abertura de “Avenida Angélica” (Natura Musical), de  VITOR RAMIL, que será lançado no dia 07 de abril. O álbum é...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>SECRETARIA DA CULTURA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL E NATURA MUSICAL</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>apresentam</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>VITOR RAMIL</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>RILKE SHAKE</strong> é a canção de abertura de <strong>“Avenida Angélica”</strong> (Natura Musical), de  <strong>VITOR RAMIL</strong>, que será lançado no dia 07 de abril. O álbum é inteiramente dedicado à poesia de Angélica Freitas publicada nos livros “Rilke Shake” e “Um útero é do tamanho de um punho”.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Ouça aqui:  </strong><a href="http://vitorramil.hearnow.com/rilke-shake-ao-vivo">http://vitorramil.hearnow.com/rilke-shake-ao-vivo</a></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Vídeo:  </strong><a href="https://youtu.be/zxV92BeqOPQ">https://youtu.be/zxV92BeqOPQ</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O poema <strong>“Rilke Shake”</strong>, como o nome já sugere, é repleto de referências pop e literárias e dá um tom geral tanto do disco como da poesia de Angélica como um todo. A música de Vitor também vai pelo mesmo caminho, combinando a linguagem pop da melodia envolvente com um trabalho violonístico refinado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Rilke Shake” também encerra o show e o vídeo de “Avenida Angélica”. Foi gravado ao vivo, com mais 16 canções, no canteiro das obras de restauro do Theatro Sete de Abril, em Pelotas, o terceiro mais antigo do Brasil. Ao final da canção o que se ouve são os sinos da Catedral Metropolitana de Pelotas, que Vitor gravou em seu celular ao perceber que tocavam no tom e no andamento da música. No espetáculo, a presença dos sinos ao final ecoa o poema de Angélica apresentado na abertura por Isabel Ramil, em que é citada canção “If I had a hammer”, de Pete Seeger, cuja letra diz: “If a had a bell (…) I’d ring out love between my brothers and my sisters all over this land”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Rilke Shake” e as demais canções do álbum “Avenida Angélica” nos chamam sempre ao amor em meio à variedade de seus temas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Vitor Ramil foi selecionado pelo edital Natura Musical, por meio da lei estadual de incentivo à cultura do Rio Grande do Sul (Pró-Cultura), ao lado de Dessa Ferreira, Pâmela Amaro, Circuito Orelhas, Gravina DasMina e Feijoada Turmalina, por exemplo. No Estado, a plataforma já ofereceu recursos para 39 projetos até 2020, como Filipe Catto, Tem Preto no Sul, Borguetti e Yamandu, Zudizilla, Sons que Vem da Serra e Thiago Ramil.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“A música propõe debates pertinentes, que impactam positivamente na construção de um mundo melhor. Acreditamos que os projetos selecionados pelo edital Natura Musical podem contribuir para a construção de um futuro mais bonito, cada vez mais plural, inclusivo e sustentável”, afirma Fernanda Paiva, Head of Global Cultural Branding.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Rilke Shake   </strong>(Vitor Ramil/Angélica Freitas)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>salta um rilke shake</p>
<p>com amor &amp; ovomaltine</p>
<p>quando passo a noite insone</p>
<p>e não há nada que ilumine</p>
<p>eu peço um rilke shake</p>
<p>e como um toasted Blake</p>
<p>sunny side pra cima</p>
<p>quando estou triste</p>
<p>&amp; sozinha enquanto</p>
<p>o amor não cega</p>
<p>eu bebo um rilke shake</p>
<p>e roço um toasted Blake</p>
<p>na epiderme da manteiga</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>nada bate um rilke shake</p>
<p>no quesito anti-heartache</p>
<p>nada supera a batida</p>
<p>de um rilke com sorvete</p>
<p>por mais que você se deite</p>
<p>se deleite e se divirta</p>
<p>tem noites que a lua é fraca</p>
<p>as estrelas somem no piche</p>
<p>e aí quando não há cigarro</p>
<p>não há cerveja que preste</p>
<p>eu peço um rilke shake</p>
<p>engulo um toasted blake</p>
<p>e danço que nem dervixe</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>VÍDEO</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>DIREÇÃO, DIREÇÃO DE FOTOGRAFIA E MONTAGEM &#8211; <strong>RENATO FALCÃO</strong></p>
<p>CORREÇÃO DE COR E FINALIZAÇÃO &#8211; <strong>DIMITRE LUCHO</strong></p>
<p>OPERADORES DE CÂMERAS &#8211; <strong>ALVARO BONADIMAN / EDUARDO SOUZA / ELOISA SOARES / FELIPE CAMPAL</strong></p>
<p>ARREGIMENTAÇÃO DOS OPERADORES &#8211; <strong>ALEXANDRE MATTOS MEIRELES</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>ÁUDIO</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>PRODUÇÃO TÉCNICA &#8211; <strong>ANDRÉ COLLING </strong></p>
<p>TÉCNICO DE GRAVAÇÃO &#8211; <strong>LAURO MAIA</strong></p>
<p>ASSISTENTE DE GRAVAÇÃO &#8211; <strong>PEDRO SCHMITT</strong></p>
<p>MIXAGEM &#8211; <strong>FLÁVIO SENNA / ESTÚDIO CIA DOS TÉCNICOS /Rio de Janeiro</strong></p>
<p>ASSISTENTES DE MIXAGEM &#8211; <strong>FLAVIO NETO / RAPHAEL CASTRO</strong></p>
<p>MASTERIZAÇÃO &#8211; <strong>CARLOS FREITAS / CLASSIC MASTER USA</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>SHOW</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Vitor Ramil</strong>: voz e violões</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>ILUMINAÇÃO, CENÁRIO E VÍDEOS &#8211; <strong>ISABEL RAMIL</strong></p>
<p>IMAGENS &#8211; <strong>EDUARDO MONTELLI / GEORGIA MACEDO /ISABEL RAMIL / RENATA HILAL / VITOR RAMIL</strong></p>
<p>FIGURINO &#8211; <strong>TAÍS CARDOSO / DUDA CAMBESES / NUZ DEMI COUTURE</strong></p>
<p>ROADIE &#8211; <strong>RAFAEL PACHECO</strong></p>
<p>TELEPROMPTER &#8211;<strong>FELIPE ZANCANARO</strong></p>
<p>PREPARAÇÃO VOCAL &#8211; <strong>LÍGIA MOTA</strong></p>
<p>PRODUÇÃO LOCAL &#8211; <strong>JOÃO SCHMIDT</strong></p>
<p>EQUIPAMENTOS DE SOM/GRAVAÇÃO &#8211; <strong>AUDIO PORTO</strong></p>
<p>EQUIPAMENTOS DE LUZ, PROJEÇÃO E GERADOR &#8211; <strong>V8 SOM &amp; LUZ</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>CAPA</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>DIREÇÃO DE ARTE &#8211; <strong>FELIPE TABORDA</strong></p>
<p>FOTOS – <strong>MARCELO SOARES</strong></p>
<p>DESIGN &#8211; <strong>AUGUSTO ERTHAL</strong></p>
<p>ARTES DIGITAIS &#8211; <strong>EDUARDO MONTELLI</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>PLANEJAMENTO E GESTÃO DO PROJETO &#8211; <strong>CIDA CULTURAL</strong></p>
<p>COORDENAÇÃO GERAL: <strong>CIDA HEROK</strong></p>
<p>ASSESSORIA DE GESTAO: <strong>RAQUEL ZEPKA</strong></p>
<p>ASSESSORIA FINANCEIRA: <strong>MAURÍCIO GUEDES</strong></p>
<p>CONTADOR: <strong>REINALDO RIGHI</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>DIREÇÃO DE PRODUÇÃO &#8211; <strong>BRANCA RAMIL</strong></p>
<p>PRODUÇÃO EXECUTIVA &#8211; <strong>LUCIA SÁ</strong></p>
<p>ASSESSORIA DE IMPRENSA &#8211; <strong>BEBEL PRATES</strong></p>
<p>GESTÃO DAS REDES SOCIAIS &#8211; <strong>OCorre Lab.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>PRODUÇÃO &#8211; <strong>RAMIL E UMA PRODUÇÕES</strong></p>
<p>REALIZAÇÃO &#8211; <strong>SATOLEP MUSIC</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O show Vitor Ramil – Avenida Angélica foi gravado no canteiro das obras de restauro do Theatro Sete de Abril em Pelotas/RS, nos dias 7 e 8 de agosto de 2021.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Projeto financiado pelo Pró-Cultura RS &#8211; Secretaria de Estado da Cultura &#8211; Governo do Estado do Rio Grande do Sul com patrocínio do Natura Musical.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://www.vitorramil.com.br">www.vitorramil.com.br</a></p>
<p><a href="http://www.instagram.com/vitorramil.satolep">www.instagram.com/vitorramil.satolep</a></p>
<p><a href="http://www.twitter.com/vitorramil">www.twitter.com/vitorramil</a></p>
<p><a href="http://www.facebook.com/ramilongos">www.facebook.com/ramilongos</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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<p><strong>Com informações: BEBEL PRATES ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO</strong></p>
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