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	<title>viva &#8211; Boomerang Music</title>
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		<title>Senhora do Destino faz sua estreia no VIVA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Mar 2023 01:34:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Quentinhas]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Em março, chega ao <strong>VIVA</strong> mais uma história digna de maratona e de muita emoção. Imperdível para qualquer amante das telenovelas brasileiras, S<strong>enhora do Destino</strong> tem autoria de Aguinaldo Silva e, diferentemente de suas demais obras, é uma trama realista, que envolve o espectador do início ao fim, com grandes nomes da dramaturgia nacional, como Susana Vieira, Carolina Dieckmann, Adriana Esteves, Renata Sorrah, José Wilker e Eduardo Moscovis.</p>
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<p>Dividida em duas partes, a novela tem início em 1968, quando a nordestina Maria do Carmo Ferreira da Silva (Carolina Dieckmann), abandonada pelo marido, se muda do interior de Pernambuco para o Rio de Janeiro com seus cinco filhos. A família chega ao Estado em meio ao tumulto popular após a decretação do Ato Institucional nº 5 (AI-5) e, no meio da confusão, um de seus filhos é ferido. Ao se abrigar com as crianças em uma casa abandonada, Maria do Carmo conhece Nazaré (Adriana Esteves). Vestida como enfermeira e com falsa barriga de grávida, a mulher promete cuidar dos filhos da pernambucana em sua ausência, mas sequestra a recém-nascida Lindalva.</p>
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<p>Com o sumiço de sua caçula, Maria fica desolada, e acaba sendo presa após ser confundida com os manifestantes do local.<br />
Em seguida, começa a segunda fase da novela. Anos depois, Maria do Carmo Ferreira (Susana Vieira) torna-se uma mulher forte, bem-sucedida e dona de uma loja de material de construções. Sua filha, Lindalva (Carolina Dieckmann), mantém uma relação de cumplicidade com a sua &#8211; até então &#8211; mãe, Nazaré (Renata Sorrah). A mentira da vilã começa a vir à tona após Dirceu (José Mayer), parceiro de Maria, receber a foto de uma enfermeira grávida, com um bebê no colo, tirada durante o tumulto no centro do Rio, em dezembro de 1968.</p>
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<p>Com direção de Luciano Sabino, Marco Rodrigo e Cláudio Boeckel, Senhora do Destino foi exibida originalmente em 2004. A novela foi um marco da teledramaturgia e fez sucesso com os bordões “Felomenal” e o “O tempo ruge e a Sapucaí é grande”, de Giovanni Improtta (José Wilker). A personagem de Renata Sorrah, com sua personalidade debochada, os apelidos que dava a outros personagens e seus crimes em sua famosa escada, entrou na história das novelas com uma das maiores vilãs e até hoje rende memes na internet. A trama faz sua estreia no VIVA no dia 13 de março, a partir das 23h, com maratona aos domingos.</p>
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<p><strong>Senhora do Destino</strong></p>
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<p>Estreia: 13 de março, a partir das 23h</p>
<p>Exibição: de segunda a sábado, a partir das 23h, com maratona aos domingos, a partir das 19h.</p>
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<p><strong>Acompanhe as notícias do VIVA:</strong></p>
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<p>Para assistir a qualquer hora do dia: <strong><a href="https://s2303.imxsnd06.com/link.php?code=bDpodHRwcyUzQSUyRiUyRmNhbmFpc2dsb2JvLmdsb2JvLmNvbSUyRjoxNzg2Nzc5MjUwOm1hcmNvQGJvb21lcmFuZ211c2ljLmNvbS5icjo0ZTExMWQ6M2Q=">Canais Globo</a></strong></p>
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<p><strong>Com informações: In Press Porter Novelli Assessoria de Comunicação</strong></p>
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		<title>Barão Vermelho lança seu 18. álbum &#8220;Viva&#8221; em todas as plataformas digitais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Aug 2019 20:53:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Lançamentos]]></category>
		<category><![CDATA[baraovermelho]]></category>
		<category><![CDATA[viva]]></category>
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					<description><![CDATA[Poucas bandas no mundo sobreviveram à saída de seus cantores. Menos ainda, à saída de dois. Tem que ter coragem. &#160; O Barão Vermelho chega ao 18 o disco, VIVA , um contundente grito de paz e amor diante de tantas exaltações à guerra. &#160; O...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Poucas bandas no mundo sobreviveram à saída de seus cantores. Menos ainda, à saída de<br />
dois. Tem que ter coragem.</p>
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<p>O <strong>Barão Vermelho</strong> chega ao <strong>18 o disco</strong>, <strong>VIVA</strong> , um contundente grito de paz e amor diante de tantas exaltações à guerra.</p>
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<p>O novo álbum é o primeiro desde 1986 sem a voz de Roberto Frejat. Em seu lugar, o escolhido foi Rodrigo Suricato, guitarrista mirabolante e cantor atrevido, claramente influenciado por seus antecessores no grupo.<br />
&#8220;Mais do que o som, o Barão tem uma voz própria, agora pela garganta do Suricato&#8221;, destaca o baterista Guto Goffi, que fundou o Barão com Maurício Barros, em 1981. &#8220;Nada mais rock&#8217;n roll do que seguir, mesmo depois da saída de nomes como Cazuza e Frejat&#8221;, diz Suricato, que além de guitarras e voz, é autor de diversas composições no álbum. &#8220;Suricato é um guitarrista absurdo. Acho que jamais vi um cara tocar tanto&#8221;, elogia Fernando Magalhães, no Barão desde 1985.</p>
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<p>VIVA marca, ainda, a volta do tecladista, produtor e cantor Maurício Barros, que havia deixado de ser membro oficial em 1988, embora tenha produzido, tocado e composto para o grupo desde então. &#8220;Maurício sempre esteve conosco nos shows e produzindo discos. Mas havia deixado de ser integrante em 88. Não havia escolha. Ele tinha que voltar ou o Barão acabava&#8221;, celebra Guto Goffi.</p>
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<p>Incrivelmente, VIVA soa como um primeiro disco. Transborda identidade e provocação. Não seria absurdo dizer que trata-se do melhor álbum de inéditas do Barão desde o premiado Na Calada da Noite (1989), que marcava a acolhida de público e crítica ao grupo após a saída do inconfundível Cazuza.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8220;A gente não começou a compor agora&#8221;, reforça Barros, co-autor de tantos sucessos do Barão, como Por Você (com Frejat e Mauro Santa Cecília), a mais tocada na história da banda. &#8220;A primeira música do grupo, Billy Negão , foi escrita por Cazuza, Guto e eu. Depois fizemos juntos, por exemplo, Puro Êxtase &#8220;. Barros e Goffi são co-autores de canções como Menina Mimada , Blues do Iniciante , Torre de Babel , Declare Guerra , Pense e Dance e Tão Longe de<br />
Tudo .</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Nos discos que se seguiram à saída de Cazuza, nomes como Arnaldo Antunes, Renato Russo, Luiz Melodia, Wally e Jorge Salomão, Dulce Quental, o poeta Mauro Santa Cecília e o eterno produtor Ezequiel Neves, estiveram entre os parceiros de composição. &#8220;No passado, buscamos letristas de fora, mas dessa vez decidimos que seríamos apenas nós&#8221;, conta o guitarrista Fernando Magalhães.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O grupo não gravava um disco de inéditas desde 2004. VIVA abre com a faixa Eu Nunca Estou Só, com raízes no blues, que sempre orientou a banda e é referência também para Suricato, a canção foi feita pelos quatro integrantes em cerca de 10 minutos. &#8220;Foi incrível. Ali selamos o nosso pacto com o destino da banda&#8221;, lembra Suricato. A letra ratifica a mística blueseira e brasileira do Barão: &#8220;É que eu me conheço no meio desse nada / E aos poucos me entendo nessa encruzilhada&#8221;.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Eu Nunca Estou Só também absorve referências da cultura hip hop – por que não, outro filho do blues e suas muitas transas. &#8220;Chamamos o rapper BK, porque queríamos esse diálogo. O hip hop traz na sua essência a mesma contestação libertária do rock&#8221;, diz Suricato. &#8220;Os dois gêneros são vizinhos de porta&#8221;, diverte-se BK, que escreveu os versos do rap da canção.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em seguida, vêm Por Onde Eu For (Barros/Suricato) e Jeito (Barros), um hino à diversidade composto pelo tecladista. &#8220;O disco celebra a vida, mas atento à realidade. Essa canção fala de tolerância. A gente é o que é, cada um de um jeito&#8221;, afirma Barros. Esta não é a única faixa de VIVA a desafiar as ameaças às liberdades. Tudo Por Nós 2 (Barros/Goffi), um pancadão roqueiro com riff aliciante, reforça a verve rebelde da liturgia baronesca. &#8220;Todo esse bagulho é pra nos confundir/Nada vai nos dividir/ Será?&#8221;, ataca Barros nos vocais. &#8221; A gente declarou guerra lá em 1986, mas achamos que o amor, especialmente nesse momento do mundo e do Brasil, é revolucionário&#8221;. Canções de amor não faltam, portanto. Vão da balada esfumaçada Castelos (Barros) à inebriante Um Dia Igual ao Outro (Suricato), passando por Pra Não Te Perder (Goffi/Suricato), com participação de Letícia Novaes (Letrux).<br />
&#8220;Essa música tem uma coisa quase genética, maternal&#8221;, comenta a cantora, sobre a poesia de Guto Goffi.</p>
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<p>A Solidão Te Engole Vivo (Goffi/Magalhães/Barros) conecta a sonoridade já conhecida do Estamos olhando pra frente&#8221;, reforça Goffi. Vai Ser Melhor Assim (Suricato) completa o disco e não deixa dúvida: o Barão está vivo, elétrico e atiçado como fio desencapado.</p>
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<p><strong>Release por Rodrigo Pinto/ Agosto 2019</strong></p>
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<p><strong>Assessoria de Imprensa &#8211; Ana Paula Romeiro</strong></p>
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