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	<title>zeliaduncan &#8211; Boomerang Music</title>
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	<description>Informação, Novidade e Atualidade</description>
	<lastBuildDate>Thu, 06 Jul 2023 01:28:23 +0000</lastBuildDate>
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		<title>ZÉLIA DUNCAN estreia &#8220;SEM TIRAR OS OLHOS DO MUNDO&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Jul 2023 01:27:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[zeliaduncan]]></category>
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					<description><![CDATA[Cantora e compositora lança novo show dias 7, 8 e 9 de julho, no SESC Vila Mariana, em São Paulo. E dia 2 de agosto, no Teatro Riachuelo, no Rio de Janeiro &#160; Um show novinho, desse repertório que nasceu e foi gravado em isolamento,...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Cantora e compositora lança novo show dias 7, 8 e 9 de julho, no SESC Vila Mariana, em São Paulo. E dia 2 de agosto, no Teatro Riachuelo, no Rio de Janeiro</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Um show novinho, desse repertório que nasceu e foi gravado em isolamento, em meio a receios e descobertas, que se tornou o álbum <strong>“PELESPÍRITO”</strong>. Como se naqueles momentos, estivéssemos nos retroalimentando, arrancando de nós mesmos as perguntas e possíveis respostas. Então juntei essas duas palavras, por pura necessidade. Cheguei a fazer apresentações com esse nome e num formato acústico, quase minimalista, para traduzir a maneira como foi feito. Agora é bem diferente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Convocar minha banda é o passo pra fora de casa, o passo adiante, trazendo as canções para outros possíveis contextos e descobertas. E foi nesse foco que, ao receber o vinil comemorativo de <strong>“SORTIMENTO”</strong>, comecei a entender as pontes entre um e outro. O mais recente e o que comemora duas décadas. Então, este show começou a se mostrar pra mim. Minha banda, revestindo as músicas com outros gestos musicais, que ainda não ouvimos, dois <em>backings </em>que sempre quis e só agora estarão presentes e uma ou outra música de discos diferentes. Um show sortido e cheio de unidade ao mesmo tempo. As músicas de hoje, amparadas por aquelas que nasceram bem antes. Vamos fazê-las conversar. E todas ali querem me revelar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para tanto, Simone Mina (cenógrafa, figurinista e diretora de arte) foi convocada, ela que já assinou a direção de arte de &#8220;Totatiando&#8221;, &#8220;Tudo Esclarecido&#8221;, &#8220;Antes Do Mundo Acabar&#8221;, e &#8220;Tudo É Um&#8221; &#8211; espetáculos meus muito importantes na minha trajetória. Estaremos revendo, na verdade, todas as canções, porque vão se mostrar com outros invólucros musicais. Relidas, religadas e refrescadas com novas ideias.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Canções como &#8220;Onde É que Isso Vai Dar&#8221;, &#8220;Vou Gritar Seu Nome&#8221; e &#8220;Pelespírito&#8221; vão desaguar nas veteranas &#8220;Flores&#8221;, &#8220;Me Revelar&#8221; e &#8220;Por Que Que Eu Não Pensei Nisso Antes?&#8221;, esta de Itamar Assumpção, pois dificilmente consigo subir no palco sem ele. Já gravei em torno de 25 músicas desse meu ídolo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A ideia é seguir comemorando os 40 anos de carreira, juntando &#8220;Pelespírito&#8221; com &#8220;Sortimento&#8221;, uma pitada de Itamar e outros autores que gravei, festejar o projeto &#8220;Relicário&#8221;, do Sesc Digital, que acaba de lançar uma apresentação minha de 1997, um documento que traz ainda uma entrevista comigo e o saudoso Zuza Homem de Mello. O livro que lancei, &#8220;Benditas Coisas Que Eu Não Sei&#8221;, que contém conversas e memórias musicais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Estamos muito estimulados com o desafio deste show, que estreia no SESC Vila Mariana, nos dias 07, 08 e 09 de julho. E no dia 2 de agosto, no Teatro Riachuelo, no Rio de Janeiro. Falta pouco.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Zélia Duncan</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>FICHA TÉCNICA:</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>ZÉLIA DUNCAN  / </strong><strong>NO SHOW &#8220;SEM TIRAR OS OLHOS DO MUNDO&#8221;</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Direção geral e roteiro: Simone Mina e Zélia Duncan</p>
<p>Direção de arte: Flávia Pedras e Simone Mina</p>
<p>Direção musical e baixo: Ézio Filho</p>
<p>Teclado e acordeon: Léo Brandão</p>
<p>Bateria: Christiano Galvão</p>
<p>Guitarra e violões: Webster Santos</p>
<p>Vocais: Dada Yute e Luanah Jones</p>
<p>Videografismo: Vic von Poser</p>
<p>Operação de vídeo projeção: Vic von Poser e a Ligia Alonso</p>
<p>Iluminação – Christiano Desideri</p>
<p>Som: Florência Saravia-Akamine (P.A.) e Alê Marques (monitor)</p>
<p>Roadies: Henrique Bizerra e Iannaconi Júnior</p>
<p>Produção: Letícia Trindade</p>
<p>Assistente de produção: Valéria Oliveira Salles</p>
<p>Maquiagem: Silvana Gurgel</p>
<p>Preparação vocal: Thais Vayano</p>
<p>Assessoria de imprensa: Miriam Roia, Patrícia Dornelas e Vivi Drumond</p>
<p>Coordenação geral:  Vicente Barros e Patrícia Albuquerque</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>SERVIÇO:</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>ZÉLIA DUNCAN </strong></p>
<p><strong>NO SHOW &#8220;SEM TIRAR OS OLHOS DO MUNDO&#8221;</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>São Paulo</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Datas: 07, 08 e 09 de julho de 2023.</p>
<p>Horários: Sexta e sábado, às 21h. Domingo, às 18h</p>
<p>Local: SESC Vila Mariana – Teatro Antunes Filho</p>
<p>End.: Rua Pelotas, 141 &#8211; Vila Mariana.</p>
<p>Classificação etária: 12 anos</p>
<p>Ingressos:</p>
<p>Inteira: R$ 50,00</p>
<p>Meia-entrada: R$ 25,00</p>
<p>Credencial plena: R$ 15,00</p>
<p>Vendas online: A partir da terça-feira, dia 27 de julho, às 17h, pelo aplicativo</p>
<p>Vendas presenciais e credencial Sesc SP: A partir da quarta-feira, 28 de julho, na bilheteria do teatro</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Rio de Janeiro</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Datas: 02 de agosto de 2023.</p>
<p>Horários: Quarta-feira, às 20h.</p>
<p>Local: Teatro Riachuelo Rio</p>
<p>End.: Rua do Passeio, 40. Cinelândia.</p>
<p>Classificação etária: 12 anos</p>
<p>Ingressos: De R$ 40 a R$ 150</p>
<p>Vendas online: <a href="https://bileto.sympla.com.br/event/84620/d/204408">https://bileto.sympla.com.br/event/84620/d/204408</a></p>
<p><em> </em></p>
<p><em> </em></p>
<p><em> </em></p>
<p><em> </em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Com informações: </strong><strong>Assessoria de Imprensa | Zélia Duncan</strong></p>
<p><strong>SOMAR COMUNICAÇÃO INTEGRADA</strong></p>
]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>Selo Sesc recupera gravação inédita de Zélia Duncan e entrevista com Zuza Homem de Mello pelo projeto Relicário</title>
		<link>https://boomerangmusic.com.br/selo-sesc-recupera-gravacao-inedita-de-zelia-duncan-e-entrevista-com-zuza-homem-de-mello-pelo-projeto-relicario/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Jun 2023 03:08:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SeloSesc]]></category>
		<category><![CDATA[zeliaduncan]]></category>
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					<description><![CDATA[Álbum digital Relicário: Zélia Duncan (ao vivo no Sesc 1997) será lançado com exclusividade na plataforma Sesc Digital, dia 6 de junho &#160; Show fazia parte do projeto “Ouvindo Estrelas” comandado pelo pesquisador musical Zuza Homem de Mello &#160; Zélia Duncan em show realizado em...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Álbum digital <strong>Relicário: Zélia Duncan (ao vivo no Sesc 1997)</strong> será lançado com exclusividade na plataforma Sesc Digital, dia 6 de junho</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Show fazia parte do projeto “</em><em>Ouvindo Estrelas” comandado pelo pesquisador musical Zuza Homem de Mello</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em><strong>Zélia Duncan</strong> em show realizado em 1997 no Sesc Pompeia | Crédito: Acervo Sesc Audiovisual/ Nilton Silva</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>São Paulo, maio de 2023</strong> &#8211; No dia 6 de junho, o <strong>Selo Sesc</strong> apresenta o segundo lançamento do projeto Relicário: o álbum <strong>Zélia Duncan (ao vivo no Sesc 1997), </strong>disponível com exclusividade na plataforma Sesc Digital. O <em>show</em> era parte da série de entrevistas “Ouvindo Estrelas”, comandada pelo jornalista e pesquisador musical Zuza Homem de Mello, seguido de uma apresentação com os grandes sucessos e interpretações da artista.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Carioca, mas vivendo boa parte da juventude em Brasília, Zélia Duncan já acumula mais de 40 anos de carreira, sendo um dos principais nomes da música brasileira. Em julho de 1997, quando subia ao palco do Sesc Pompeia, Zélia estava em seu terceiro álbum, “Intimidade”, e já havia conquistado o público com a clássica “Catedral”, um dos seus maiores sucessos. A canção também é um grande marco da relação da artista com o Sesc Pompeia, pois foi nesse palco, no mesmo ano do lançamento da música em 1994, que Zélia Duncan ouviu o público cantar com ela uma de suas próprias composições. Três anos depois, já com a carreira consolidada, após retornar de um <em>show</em> no Central Park, em Nova York, uma miniturnê na Europa e conquistar um Disco de Ouro pelas 100 mil cópias vendidas por “Intimidade”, Zélia voltou ao mesmo palco para um papo divertido com Zuza Homem de Mello.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Zuza Homem de Mello</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Referência no mundo da música, Zuza foi um grande pesquisador, jornalista, curador, diretor de <em>shows </em>e produtor musical. Falecido em 2020, aos 87 anos, Zuza Homem de Mello sempre foi apaixonado por música, com passagem pela Juilliard School of Music, de New York, e School of Jazz, em Londres, grandes centros musicais do mundo. Sua história se confunde com a da música popular brasileira, estando presente em grandes momentos e testemunhando o surgimento de nomes que iriam revolucionar o cenário nacional, como João Gilberto, Os Mutantes, toda a tropicália, entre outros.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Entre seus grandes trabalhos, está o projeto “Ouvindo Estrelas”, um <em>talk show</em> apresentado no Sesc Pompeia entre 1994 e 1997, onde recebeu artistas como Maria Bethânia, Ivan Lins, João Bosco, Gal Costa e Gilberto Gil, além da própria Zélia Duncan. Em mais um trabalho de resgate histórico, o Selo Sesc apresenta ao público, 26 anos depois, o animado papo entre Zuza e Zélia, em que a artista compartilha histórias do seu início de carreira. O álbum <strong>Zélia Duncan (ao vivo no Sesc 1997) </strong>também é uma homenagem a essa grande figura da cultura nacional.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Eu estava no meu momento, a gravação que estamos lançando juntos é um documento lindo, para mim, também da minha cumplicidade com essa plateia que abriu para mim ouvidos e coração”, conta Zélia Duncan.  “Lembro a minha entrada, daquele zumbido bom no ouvido, quando o público quer mostrar que te ama. Lembro o abraço no Zuza, lembro do quanto eu estava feliz”, recorda a cantora.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>No <em>show</em> de 1997, recuperado pelo Selo Sesc, Zélia Duncan apresenta um repertório baseado nos discos “Zélia Duncan” (1994) e “Intimidade” (1996), com grandes sucessos como “Catedral”, “Não Vá Ainda”, “Sentidos” e “Nos Lençóis Desse Reggae”, além de grandes interpretações como “Boomerang Blues” e “Quase Sem Querer”, de Renato Russo, “Am I Blue For You” de Joan Armatrading, e um trecho de “A Cidade”, de Chico Science. A cantora foi acompanhada pelos músicos Ezio Filho (baixo e direção musical), Ricardo Brasil (percussão), Wallace Cardia (bateria), Luis Hiroshi (teclados) e Luiz Chaffin (guitarra, violão e bandolim).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Bate-papo de lançamento</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>E para celebrar o lançamento de<strong> Relicário: Zélia Duncan (ao vivo no Sesc 1997)</strong>, o pesquisador musical e DJ Zé Pedro conversa com a cantora e compositora Zélia Duncan no mesmo palco de 26 anos atrás, no Sesc Pompeia, dia 6 de junho. A conversa irá traçar um panorama da carreira da artista até os momentos atuais, rememorando também o papo com Zuza Homem de Mello e espetáculo que deu origem a mais um lançamento do projeto Relicário.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>SOBRE RELICÁRIO</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O projeto Relicário foi inaugurado em abril com o álbum <strong>João Gilberto (ao vivo no Sesc 1998). </strong>Este é um projeto do <strong>Selo Sesc</strong> que tem resgatado os áudios de <em>shows</em> históricos realizados em unidades do Sesc em São Paulo nas décadas de 1970, 1980 e 1990, remasterizados e formatados como álbuns digitais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A série também oferece o contexto histórico de cada registro, através de textos, vídeos, fotografias e material iconográfico com folhetos, cartazes e notícias jornalísticas veiculadas na época, que poderão ser acessados pelo público, de forma gratuita no site <strong><a href="http://sescsp.org.br/relicario">sescsp.org.br/relicario</a>. </strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Os trabalhos são disponibilizados na plataforma Sesc Digital, que realizou uma adaptação especial para receber materiais em áudio, complementando o catálogo de filmes, cursos e outros 24 mil conteúdos que compõem o serviço sob demanda do Sesc São Paulo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>SOBRE O SELO SESC</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Desde 2004 o <a href="http://www.sescsp.org.br/selosesc">Selo Sesc</a> traz a público obras que revelam a diversidade e a amplitude da produção artística brasileira, tanto em obras contemporâneas quanto naquelas que repercutem a memória cultural, estabelecendo diálogos entre a inovação e o histórico. Em catálogo, constam álbuns em formatos físico e digital que vão de registros folclóricos às realizações atuais da música de concerto, passando pelas vertentes da música popular e projetos especiais. Entre as obras audiovisuais em DVD, destacam-se a convergência de linguagens e a abordagem de diferentes aspectos da música, da literatura, da dança e das artes visuais. Os títulos estão disponíveis nas principais plataformas de áudio, Sesc Digital e Lojas Sesc.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>SOBRE O SESC SÃO PAULO</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Com 76 anos de atuação, o Sesc – Serviço Social do Comércio conta com uma rede de 40 unidades operacionais no estado de São Paulo e desenvolve ações com o objetivo de promover bem-estar e qualidade de vida aos trabalhadores do comércio, serviços, turismo e para toda a sociedade. Mantido pelos empresários do setor, o Sesc é uma entidade privada que atua nas dimensões físico-esportiva, meio ambiente, saúde, odontologia, turismo social, artes, alimentação e segurança alimentar, inclusão, diversidade e cidadania. As iniciativas da instituição partem das perspectivas cultural e educativa voltadas para todas as faixas etárias, com o objetivo de contribuir para experiências mais duradouras e significativas. São atendidas nas unidades do estado de São Paulo cerca de 30 milhões de pessoas por ano. Hoje, aproximadamente 50 organizações nacionais e internacionais do campo das artes, esportes, cultura, saúde, meio ambiente, turismo, serviço social e direitos humanos contam com representantes do Sesc São Paulo em suas instâncias consultivas e deliberativas. Mais informações, clique <a href="https://portal.sescsp.org.br/pt/sobre-o-sesc/">aqui.</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone wp-image-44104" src="https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2023/05/mini-REL_ZeliaDuncan_streaming-300x300.jpg" alt="" width="468" height="468" srcset="https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2023/05/mini-REL_ZeliaDuncan_streaming-300x300.jpg 300w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2023/05/mini-REL_ZeliaDuncan_streaming-1024x1024.jpg 1024w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2023/05/mini-REL_ZeliaDuncan_streaming-150x150.jpg 150w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2023/05/mini-REL_ZeliaDuncan_streaming-768x768.jpg 768w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2023/05/mini-REL_ZeliaDuncan_streaming-1536x1536.jpg 1536w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2023/05/mini-REL_ZeliaDuncan_streaming-570x570.jpg 570w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2023/05/mini-REL_ZeliaDuncan_streaming-500x500.jpg 500w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2023/05/mini-REL_ZeliaDuncan_streaming-1000x1000.jpg 1000w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2023/05/mini-REL_ZeliaDuncan_streaming-700x700.jpg 700w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2023/05/mini-REL_ZeliaDuncan_streaming.jpg 1950w" sizes="(max-width: 468px) 100vw, 468px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Ficha técnica</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Título: <strong>Relicário: Zélia Duncan (ao vivo no Sesc 1997)<br />
20 Faixas</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Selo Sesc</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Faixas:</strong></p>
<p><strong><br />
</strong>01 &#8211; Bate-papo Zuza Homem de Mello</p>
<p>02 &#8211; Boomerang Blues</p>
<p>03 &#8211; Quase Sem Querer</p>
<p>04 &#8211; Lá Vou Eu</p>
<p>05 &#8211; Não Vá Ainda</p>
<p>06 &#8211; Enquanto Durmo</p>
<p>07 &#8211; Tempestade A Cidade (medley)</p>
<p>08 &#8211; Am I Blue For You</p>
<p>09 &#8211; Não tem Volta</p>
<p>10 &#8211; Minha Fé</p>
<p>11 &#8211; Coração Na Boca</p>
<p>12 &#8211; Sentidos</p>
<p>13 &#8211; Experimenta</p>
<p>14 &#8211; Vou Tirar Você do Dicionário</p>
<p>15 &#8211; Intimidade</p>
<p>16 &#8211; Bom Pra Você</p>
<p>17 &#8211; Assim Que Eu Gosto</p>
<p>18 &#8211; A Diferença</p>
<p>19 &#8211; Nos Lençóis Desse Reggae</p>
<p>20 &#8211; Catedral</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Relicário: Zélia Duncan (ao vivo no Sesc 1997)</strong></p>
<p><strong>Conteúdo: Álbum Digital</strong><em>.</em></p>
<p><strong>Local: </strong>Com exclusividade no Sesc Digital (<a href="http://sescsp.org.br/relicario">sescsp.org.br/relicario</a>)</p>
<p><strong>Data: </strong>6 de junho</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Evento de lançamento</strong></p>
<p>Bate-papo de lançamento com Zélia Duncan e DJ Zé Pedro<br />
<strong>Data:</strong> 6 de junho, terça-feira, às 20h</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Local:</strong> Sesc Pompeia (Teatro)<br />
<strong>Retirada de convites com 2h de antecedência na bilheteria da unidade. Limite de 2 ingressos por pessoa.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Com informações: Agência Lema</strong></p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>ZÉLIA DUNCAN E PAULINHO MOSKA LANÇAM &#8220;VERDADE NA FONTE&#8221;</title>
		<link>https://boomerangmusic.com.br/zelia-duncan-e-paulinho-moska-lancam-verdade-na-fonte/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Dec 2022 03:39:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[paulinhomoska]]></category>
		<category><![CDATA[zeliaduncan]]></category>
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					<description><![CDATA[A verdade em sua origem é o tema do segundo single da dupla, que circula o Brasil com o show &#8220;Um Par Ímpar&#8221;. Produzida por Rodrigo Suricato, a faixa chega aos aplicativos de música. &#160; OUÇA AQUI O SINGLE  &#160; VEJA AQUI O CLIPE  &#160;...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A verdade em sua origem é o tema do segundo single da dupla, que circula o Brasil com o show &#8220;Um Par Ímpar&#8221;. Produzida por Rodrigo Suricato, a faixa chega aos aplicativos de música.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><a href="https://sym.ffm.to/verdadenafonte">OUÇA AQUI O SINGLE</a> </strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><a href="https://youtu.be/uDof87syXds">VEJA AQUI O CLIPE</a> </strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>No momento em que atravessamos um oceano de realidades contraditórias, precisamos da verdade, do esclarecimento, da luz, das cartas sobre a mesa. A música <strong>&#8220;<a href="https://sym.ffm.to/verdadenafonte">Verdade na Fonte</a>&#8220;</strong>, de <strong>Zélia Duncan</strong> e <strong>Paulinho Moska</strong>, nos oferece um bom antídoto, ao sugerir que a fonte jorre e se revele em todos nós. Com distribuição da Symphonic Brasil, o novo single estreia nos aplicativos de música. Produzida por <strong>Rodrigo Suricato</strong>, a faixa chega acompanhada de um videoclipe, dirigido por Fernando Neumayer e Luís Martino, da tocavideos, disponível no <a href="https://youtu.be/uDof87syXds">YouTube</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em &#8220;Verdade na Fonte&#8221; as vozes de Zélia e Moska se unem aos violões de Paulinho Moska e Miguel Bestard, que também participa no coro. Rodrigo Suricato entra com contrabaixo, percussão, bateria eletrônica, efeitos especiais, guitarra e backing vocal. &#8220;Os violões de Paulinho e de Mig Bestard  se amam tanto que se fundem num só &#8211; porém, dobrados. E todos os sons que Rodrigo Suricato trouxe tornam nossa bagagem mais fluida. A canção, inédita, foi feita há tempos, mas vale cada sílaba, cada compasso do que queremos dizer hoje: voz pela metade eu não preciso, prefiro me revelar, com a verdade na fonte! E você?&#8221;, indaga Zélia Duncan.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Apesar de ter sido composta há alguns anos pela dupla, &#8220;Verdade na Fonte&#8221; segue atualíssima. &#8220;Quando Zélia me enviou essa letra, não imaginei que ela seria tão atual em 2022. Mas um poema que trata da busca da verdade em sua origem, em sua fonte, será sempre necessário e fundamental em todos os tempos&#8221;, diz Paulinho Moska. &#8220;Boto pra tocar e me pergunto por que fizemos essa canção. Enviei a letra para aquele que acreditei ser o tradutor melódico dela. Eu estava certa, porque não dá mais para imaginar que uma nasceu sem a outra&#8221;, completa Zélia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8220;Verdade na Fonte&#8221; é o segundo single autoral da dupla &#8211; o primeiro, &#8220;Um Par Ímpar&#8221;, lançado em maio, anunciou a parceria e o início da turnê nacional de Zélia Duncan e Paulinho Moska, que chega, dia 19 de janeiro, ao Circo Voador, no Rio de Janeiro. &#8220;A gravação desse novo single manteve a pegada pop/rock/folk de sua origem, porque sei que esse estilo está na base de nosso início de carreira, nos anos 90, quando nos conhecemos e começamos a admirar um ao outro. De lá pra cá só vivemos de beleza, a mesma beleza que transborda nos nossos shows em duo. Por isso somos um par ímpar, porque somos amigos de verdade, parceiros de verdade, irmãos de verdade&#8221;, justifica Moska, completando que ambos são amigos e parceiros desde 1993, quando lançaram seus primeiros discos autorais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8220;Nos encontramos nessa vida porque somos rastreadores de possíveis fontes mais límpidas e transparentes, em meio ao caos, ao desamor, à falta de conexão humana e apesar de nossos próprios erros, nessa trilha incerta que é a vida nesse planeta. Somos ímpares porque nos misturamos e gostamos demais disso&#8221;, analisa Duncan. &#8220;Zélia sempre foi como um espelho onde me vejo numa versão mais sofisticada de mim mesmo. A cada canção que compomos juntos, eu sinto que aumento minha auto-estima artística, me transformando aos poucos nela&#8221;, finaliza Moska.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone  wp-image-40375" src="https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2022/12/Zelia-Dunca-e-Moska-18-foto-Marcos-Hermes-300x200.jpg" alt="" width="486" height="324" srcset="https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2022/12/Zelia-Dunca-e-Moska-18-foto-Marcos-Hermes-300x200.jpg 300w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2022/12/Zelia-Dunca-e-Moska-18-foto-Marcos-Hermes-1024x682.jpg 1024w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2022/12/Zelia-Dunca-e-Moska-18-foto-Marcos-Hermes-768x512.jpg 768w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2022/12/Zelia-Dunca-e-Moska-18-foto-Marcos-Hermes-1536x1024.jpg 1536w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2022/12/Zelia-Dunca-e-Moska-18-foto-Marcos-Hermes-700x467.jpg 700w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2022/12/Zelia-Dunca-e-Moska-18-foto-Marcos-Hermes.jpg 2000w" sizes="(max-width: 486px) 100vw, 486px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>FICHA TÉCNICA </strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Single VERDADE NA FONTE, de Paulinho Moska e Zélia Duncan</strong></p>
<p>Composição: Zélia Duncan e Paulinho Moska</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Zélia Duncan: voz</p>
<p>Paulinho Moska: voz e violão</p>
<p>Miguel Bestard: violão e coro</p>
<p>Rodrigo Suricato: contrabaixo, percussão, bateria eletrônica, efeitos especiais, guitarra e backing vocal</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Produção Musical: Rodrigo Suricato</p>
<p>Gravado no Estúdio Dois por Fabrício Matos</p>
<p>Mixado por Fabrício Matos e Rodrigo Suricato</p>
<p>Masterizado por Alexandre Rabaço no estúdio Aura Mix &amp; Master</p>
<p>Roadie: Anderson Engel</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Produção Executiva e Coordenação Geral: StageOne Management &amp; Sortimento Produções</p>
<p>Coordenação de Lançamento: She Consultoria para Artistas e Selos / Sheila Guimarães</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>CLIPES</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Direção: Fernando Neumayer e Luís Martino | tocavideos</p>
<p>Direção de Fotografia: Luís Martino</p>
<p>Câmeras: Fernando Neumayer e Luís Martino</p>
<p>Assistente: Rodrigo Castro</p>
<p>Montagem e Finalização: Luís Martino</p>
<p>Fotos Still: Karyme França</p>
<p>Maquiagem: André Mux</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Designer de Capa e Arte Gráfica Lyric Video: Adriano Cunha</p>
<p>Foto Capa Single: Guilherme Leite</p>
<p>Fotos de Divulgação: Marcos Hermes</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Mídias Sociais: Bplay Music / Bruno Martins</p>
<p>Divulgação de Rádio: Genesio Carvalho</p>
<p>Assessoria de Imprensa: Somar Comunicação Integrada / Miriam Roia e Vivien Drumond</p>
<p>Distribuição: Symphonic Brasil</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>LETRA</strong></p>
<p><strong>&#8220;VERDADE NA FONTE&#8221; (Moska/Zélia Duncan)</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Não intriga que eu não gosto</p>
<p>Não castiga minhas palavras boas</p>
<p>Assim, à toa</p>
<p>Tira o veneno da água que eu estou bebendo</p>
<p>Pra que ela vire música</p>
<p>Túnica única</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Que visto pra enxergar</p>
<p>A verdade na fonte</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Não me apontes tua fraqueza</p>
<p>Por outros meios</p>
<p>Porque te olho e receio não te encontrar</p>
<p>Tão frágil é o teu sorriso</p>
<p>Voz pela metade eu não preciso</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Prefiro me revelar</p>
<p>Com a verdade na fonte</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Com informações: SOMAR COMUNICAÇÃO INTEGRADA</strong></p>
]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>Zélia Duncan se apresenta no formato voz e violão no Itaú Cultural, SP</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 Jul 2022 18:44:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[itaucultural]]></category>
		<category><![CDATA[zeliaduncan]]></category>
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					<description><![CDATA[No palco com o seu violão, a cantora e compositora Zélia Duncan canta sucessos como “Catedral” e “Lá vou eu”, além de outras canções do seu repertório afetivo. Em formato intimista, a apresentação se faz na proximidade entre a artista e o público. &#160; Zélia...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No palco com o seu violão, a cantora e compositora <strong>Zélia Duncan</strong> canta sucessos como “Catedral” e “Lá vou eu”, além de outras canções do seu repertório afetivo. Em formato intimista, a apresentação se faz na proximidade entre a artista e o público.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Zélia Duncan [com interpretação em Libras]</strong></p>
<p>de<strong style="font-style: inherit;"> </strong>quinta<strong style="font-style: inherit;"> 4 </strong>a domingo<strong style="font-style: inherit;"> 7 de agosto de 2022</strong></p>
<p>quinta a sábado às <strong style="font-style: inherit;">20h</strong> e domingo às <strong style="font-style: inherit;">19h</strong></p>
<p>[duração aproximada: 70 minutos]</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Sala Itaú Cultural (piso térreo) – 224 lugares</strong></p>
<p>[livre para todos os públicos]</p>
<p><strong style="font-style: inherit;">Entrada gratuita</strong></p>
<p><strong style="font-style: inherit;">Reserve o seu ingresso </strong>– ingressos esgotados</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Com informações: Itaú Cultural</strong></p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Gabriel Grossi recebe Zélia Duncan no novo single “Nosso Amor Vadio”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 20 Nov 2021 23:58:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[gabrielgrossi]]></category>
		<category><![CDATA[zeliaduncan]]></category>
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					<description><![CDATA[Antecipando novo álbum do artista, parceria ganha clipe gravado em cachoeira gaúcha &#160; Gaitista de renome internacional, Gabriel Grossi coroa um ano movimentado &#8211; que incluiu o lançamento de seu elogiado álbum “RE DISC COVER” &#8211; com o single inédito “Nosso Amor Vadio”. A faixa...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Antecipando novo álbum do artista, parceria ganha clipe gravado em cachoeira gaúcha</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Gaitista de renome internacional, <strong>Gabriel Grossi</strong> coroa um ano movimentado &#8211; que incluiu o lançamento de seu elogiado álbum <strong>“RE DISC COVER”</strong> &#8211; com o single inédito <strong>“Nosso Amor Vadio”</strong>. A faixa ganha um vocal de destaque com o timbre memorável de<strong> Zélia Duncan</strong> e o lançamento é acompanhado de um clipe cinematográfico. Este é um lançamento da <strong>Audio Porto</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Ouça “Nosso Amor Vadio”: </strong><a href="https://bit.ly/NossoAmorVadio"><strong>https://bit.ly/NossoAmorVadio</strong></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Assista ao clipe: </strong><a href="https://bit.ly/NossoAmorVadioYT"><strong>https://bit.ly/NossoAmorVadioYT</strong></a><strong> </strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O novo e ousado projeto de Gabriel Grossi é o álbum <strong>“Plural”</strong>, onde apresenta pela primeira vez, após mais de 20 anos de carreira, todas as suas múltiplas facetas como letrista, compositor, arranjador e produtor. Como primeiro gostinho desse trabalho e das variadas participações especiais que trará, o samba “Nosso Amor Vadio” conta não apenas com o vocal de Zélia Duncan, como tem a artista carioca assinando como compositora ao lado de Gabriel. Os dois trabalham juntos desde 2004.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>“Ter a Zélia Duncan neste primeiro single do ‘Plural’ faz todo sentido com a ideia que envolve o álbum. Uma pessoa iluminada e que tem na sua entrega como artista a paixão e a pluralidade como características muito fortes. Nosso primeiro trabalho foi lá em 2004 quando fui convidado por ela para participar junto com ela do projeto ‘Eu Me Transformo Em Outras’. Não é incrível que agora eu também me transformo em outros neste disco? Foi o universo do samba e da canção que nos uniu e é nele que voltamos a brindar nosso encontro. Foi a leveza e o sentimento que fez a gente compor juntos ‘Nosso Amor Vadio’”</em>, revela Gabriel Grossi, que recebe nessa faixa também <strong>Rogério Caetano </strong>(violão de 7 cordas) &#8211; parceiro de longa data com quem dividiu o arranjo e produção -,<strong> Rafael dos Anjos</strong> (violão de 6 cordas), <strong>Marcelinho Moreira</strong> (percussão) e <strong>Rodrigo de Jesus</strong> (percussão).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A Cascata do Chuvisqueiro, cachoeira em Riozinho (RS), na região Metropolitana de Porto Alegre, foi o cenário paradisíaco para o vídeo de “Nosso Amor Vadio”, onde a reconexão com o que nos cerca dá o tom da coreografia encenada pelas protagonistas <strong>Aline Centeno </strong>e<strong> Cleusa Centeno</strong>. O clipe traz novos contornos à letra da faixa, que versa sobre o efeito do tempo em um amor que se recusa a esvanecer.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O músico celebra uma trajetória pelos principais palcos do mundo. Indo do cancioneiro popular do país em <strong>“Brasileto”</strong>, estudo sobre a composição na música brasileira desenvolvido com <strong>Alegre Corrêa</strong>, até os covers multifacetados do novo disco “RE DISC COVER” &#8211; para citar apenas seus trabalhos mais recentes -, Gabriel Grossi coleciona parcerias, gravações e shows com grandes nomes da música. Entre eles estão <strong>Hermeto Pascoal</strong>, <strong>Paulo Moura</strong>, <strong>Chico Buarque</strong>,<strong> Ivan Lins</strong>, <strong>Leila Pinheiro</strong>,<strong> João Donato</strong>, <strong>Dave Matthews</strong>, <strong>Lenine</strong>, <strong>Djavan</strong>,<strong> Milton Nascimento</strong>, <strong>Dominguinhos</strong>, <strong>Beth Carvalho</strong>, <strong>Wynton Marsalis</strong>, <strong>Jacob Collier </strong>e, claro, a própria Zélia Duncan.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A colaboração “Nosso Amor Vadio” antecipa uma nova fase na carreira do artista com seu novo álbum de estúdio. Previsto para o começo de 2022, <strong>“Plural” </strong>trará parcerias de Grossi com grandes nomes da música nacional e internacional e mostrará o artista explorando o formato canção ao lado de convidados como <strong>Lenine</strong>, Jacob Collier, <strong>Ed Motta</strong>, Leila Pinheiro, Hermeto Pascoal, <strong>Seamus Blake</strong>, <strong>Omar Sosa</strong>,<strong> Yamandu Costa</strong> e outras surpresas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>“Este novo trabalho é pra mim um exercício de afirmação na minha carreira. Me vejo como um artista que gosta de misturar pessoas, gêneros musicais e sentimentos. Acho que é muito do eu vejo no meu próprio país tão musical. Nossa beleza está na mistura, na diversidade e nesta pluralidade cultural que é o Brasil. Isso reflete exatamente o que eu quero passar no ‘Plural’: a pluralidade na arte sem fronteiras conectando sentimento e paixão e a música como a única e verdadeira linguagem universal”</em>, antecipa Grossi.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A primeira amostra é a parceria com Duncan que está disponível para streaming nas principais plataformas de música.</p>
<p><strong> </strong><strong> </strong></p>
<p><strong>Ficha técnica</strong></p>
<p><strong>NOSSO AMOR VADIO &#8211; Gabriel Grossi, Zélia Duncan</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Gabriel Grossi &#8211; Harmônica</p>
<p>Rogério Caetano &#8211; Violão de 7 cordas</p>
<p>Rafael dos Anjos &#8211; Violão 6 cordas</p>
<p>Marcelinho Moreira &#8211; Percussão</p>
<p>Rodrigo de Jesus &#8211; Percussão</p>
<p>Zélia Duncan &#8211; Voz</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Local da Gravação: Estúdio Lontra, RJ</p>
<p>Data das gravações: Fevereiro de 2019</p>
<p>Data de lançamento: 19 de novembro de 2021</p>
<p>Produção musical: Gabriel Grossi</p>
<p>Engenheiro de gravação: João Ferraz</p>
<p>Mixagem: Fabrício Matos</p>
<p>Masterização: Rafael Hauck</p>
<p>Arranjos: Rogério Caetano e Gabriel Grossi</p>
<p>Arte capa: Ricardo Vivian</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong>Filme gravado em Julho de 2021, na Cascata do Chuvisqueiro, Riozinho (RS)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Direção de Vídeo: Hiroshi Kuamoto</p>
<p>Direção de Fotografia: Bolivar Lauda</p>
<p>Direção de Produção: Douglas Renê Barra</p>
<p>Direção de Arte: Giulia Palermo</p>
<p>Roteiro: Hiroshi Kuamoto</p>
<p>Assistente de Câmera: Wagner Ribeiro</p>
<p>Edição e Finalização: Hiroshi Kuamoto</p>
<p>Sound Design: Rafael Hauck</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Elenco: Aline Centeno e Cleusa Centeno</p>
<p>Coreografia: Aline Centeno</p>
<p>Making Of: Bernardo Appel e Pedro Macedo</p>
<p>Motorista: Carlos Garcia</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Lançamento: Audio Porto</p>
<p>Direção Executiva: Adriana Vargas</p>
<p>Direção de Arte: Elisa Baroni</p>
<p>Marketing e Estratégia: Adriana Vargas e Lúcio Brancato</p>
<p>Gestão de Redes e Análise de Dados: Heigor Martins</p>
<p>Conceituação de Produto: Tiago Souza</p>
<p>Comunicação e Assessoria de Imprensa: Lúcio Brancato</p>
<p>℗ 2021 Audio Porto</p>
<p>© 2021 Audio Porto</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Com informações: BUILD UP MEDIA</strong></p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Lia Sophia + Zélia Duncan em “Não Vou Pedir Licença”</title>
		<link>https://boomerangmusic.com.br/lia-sophia-zelia-duncan-em-nao-vou-pedir-licenca/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Sep 2021 10:45:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[LiaSophia]]></category>
		<category><![CDATA[zeliaduncan]]></category>
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					<description><![CDATA[A canção que chega às plataformas de música  foi escrita para o documentário Assim como o Ar, Sempre nos Levantaremos &#160; Ouça o single:  https://found.ee/Nao_vou_pedir_licenca_Lia_Sophia_e_Zelia_Duncan &#160; Assista ao videoclipe:  https://youtu.be/ehY4tCKqaTc   A cantora e compositora Lia Sophia lançou recentemente o single Não Vou Pedir Licença...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A canção que chega às plataformas de música  foi escrita para o documentário </strong><strong><em>Assim como o Ar, Sempre nos Levantaremos</em></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><em>Ouça o single: </em></strong><em> </em><a href="https://found.ee/Nao_vou_pedir_licenca_Lia_Sophia_e_Zelia_Duncan">https://found.ee/Nao_vou_pedir_licenca_Lia_Sophia_e_Zelia_Duncan</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><em>Assista ao videoclipe: </em></strong><em> </em><a href="https://youtu.be/ehY4tCKqaTc">https://youtu.be/ehY4tCKqaTc</a></p>
<p><em> </em></p>
<p>A cantora e compositora <strong>Lia Sophia</strong> lançou recentemente o single <strong><em>Não Vou Pedir Licença</em></strong> nas plataformas de música. A gravação conta com a participação especial de <strong>Zélia Duncan</strong> e ganha vídeoclipe inédito na mesma data.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A música foi composta por Lia Sophia para o documentário <strong><em>Assim como o Ar, Sempre nos Levantaremos</em></strong>, que dá visibilidade a mulheres lésbicas, bissexuais, trans e travestis. A diretora pernambucana Clara Angélica entrevistou mais de 20 mulheres, mostrando seus medos, sua resistência e a luta dessa comunidade por seus direitos no Brasil, país que mais mata LGBTQIA+ no mundo. “A Clara Angélica me convidou para compor uma música pro documentário e me passou um pequeno briefing. Eu compus duas músicas e a escolhida para fazer parte da trilha do filme foi <strong><em>Não Vou Pedir Licença</em></strong>”, relembra Lia Sophia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A ideia de convidar Zélia Duncan foi imediata, até por se tratar de um tema que as une. “Essa colaboração foi sonhada e desejada bem antes da composição dessa música. A Zélia Duncan é uma artista incrível e uma referência musical pra mim. Eu sou fã e já cantei muitas canções dela ao longo da minha trajetória. Com sua alma ativista e a potência da sua voz, Zélia extrapola os palcos e fala por pessoas que têm sido silenciadas. Ela tem lugar de fala e de canto para interpretar essa canção e o fez lindamente, com o coração na voz”, pontua Lia Sophia. <strong>Zélia Duncan</strong> retribui: “Foi um prazer pra mim conhecer Lia Sophia e participar da trilha de um documentário que é tão importante para a nossa comunidade”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ainda que a temática LGBTQIA+ sempre estivesse presente em seu trabalho, Lia Sophia vem dando mais visibilidade à causa em suas canções: “Silenciar é ser conivente. É muito representativo e importante que unamos as nossas vozes enquanto artistas, mulheres e lésbicas, para reverberar milhares de outras vozes de mulheres lésbicas, bissexuais, trans e travestis, para dizermos que não vamos pedir licença para existir”, finaliza. O lançamento do single reforça ainda a importância de se fazer ecoar datas como Dia Nacional da Visibilidade Lésbica, celebrado em 29 de agosto.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone  wp-image-27462" src="https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2021/09/mini-Lia-Sophia-e-Zeelia-Duncan-300x270.jpg" alt="" width="498" height="448" srcset="https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2021/09/mini-Lia-Sophia-e-Zeelia-Duncan-300x270.jpg 300w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2021/09/mini-Lia-Sophia-e-Zeelia-Duncan-1024x923.jpg 1024w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2021/09/mini-Lia-Sophia-e-Zeelia-Duncan-768x692.jpg 768w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2021/09/mini-Lia-Sophia-e-Zeelia-Duncan-1536x1384.jpg 1536w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2021/09/mini-Lia-Sophia-e-Zeelia-Duncan-700x631.jpg 700w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2021/09/mini-Lia-Sophia-e-Zeelia-Duncan.jpg 1900w" sizes="(max-width: 498px) 100vw, 498px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Pop com referências eletrônicas,<strong><em> Não Vou Pedir Licença</em></strong> foi produzida em três regiões brasileiras: Lia Sophia e Zélia Duncan gravaram as vozes no Space Blues, em São Paulo; em Recife, <strong>Guga Fonseca</strong> produziu a música e gravou teclados, synths, beats e contrabaixo, e <strong>Rogério Samico</strong> a guitarra. Já <strong>Mateus Estrela</strong> gravou os sintetizadores e percussões eletrônicas em Belém do Pará. A mixagem e masterização é de <strong>Alexandre Fontanetti.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O lançamento do single <strong><em>Não Vou Pedir Licença</em></strong> será na sexta, 10 de setembro, nas plataformas de streaming, acompanhado por um clipe que traz imagens dos bastidores do encontro de Lia Sophia e Zélia Duncan e do documentário <strong><em>Assim como o Ar, Sempre nos Levantaremos, </em></strong>previsto para estrear em outubro. No momento do lançamento do clipe no canal de Lia Sophia no Youtube, haverá um chat ao vivo com a artista. Lia Sophia está programando ainda uma <em>live </em>em seu perfil do Instagram com a diretora do documentário, Clara Angélica, para falarem sobre o documentário.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Ouça o repertório de Lia Sophia (Spotify):</strong> <a href="https://goo.gl/gqL3iN">https://goo.gl/gqL3iN</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Site <a href="http://liasophia.com.br/">liasophia.com.br</a></p>
<p>Instagram <a href="https://www.instagram.com/liasophia">https://www.instagram.com/liasophia</a></p>
<p>Facebook <a href="https://www.facebook.com/liasophiaoficial/">https://www.facebook.com/liasophiaoficial/</a></p>
<p>Twitter <a href="https://twitter.com/LiaSophiaReal">https://twitter.com/LiaSophiaReal</a></p>
<p>YouTube <a href="https://www.youtube.com/liasophia">https://www.youtube.com/liasophia</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Com informações: Coringa Comunicação</strong></p>
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		<title>Zélia Duncan lança video clipe de &#8220;Medusa&#8221;, canção lançada em 2019 no álbum Tudo é um, editado pela Biscoito Fino</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Aug 2021 23:08:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[biscoitofino]]></category>
		<category><![CDATA[medusa]]></category>
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					<description><![CDATA[Assista ao clipe: https://www.youtube.com/watch?v=sYhMgPjvUDQ &#160; Em 31 de maio de 2019, tempos difíceis de polarização (que se revelariam ainda mais duros com a chegada da pandemia, em 2020), Zélia Duncan lançava Tudo É Um (Biscoito Fino), uma espécie de antídoto musical aos tempos sombrios, um álbum repleto...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Assista ao clipe: </strong><a href="https://www.youtube.com/watch?v=sYhMgPjvUDQ">https://www.youtube.com/watch?v=sYhMgPjvUDQ</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em 31 de maio de 2019, tempos difíceis de polarização (que se revelariam ainda mais duros com a chegada da pandemia, em 2020), <strong>Zélia Duncan</strong> lançava <em><strong>Tudo É Um </strong></em>(Biscoito Fino), uma espécie de antídoto musical aos tempos sombrios, um álbum repleto de afeto.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Produzido por <strong>Christiaan Oyens</strong>, parceiro de Zélia em tantas canções, o álbum revisitou a sonoridade <em>folk pop</em> do início de sua trajetória. “Foi um álbum quase todo gravado ao vivo, ou seja, com todos nós tocando juntos, inclusive a voz, com exceção de metais e cordas. Minha voz reage aos instrumentos, que reagem a mim, porque “tudo é um”. Um mesmo desejo gigante de arrancar prazer dessa vida e encontrar mais, muito mais cúmplices por aí”, pontuou Zélia na ocasião do lançamento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Agora, a canção <strong><em>“Medusa”</em></strong>, parceria com Zeca Baleiro incluída no álbum, ganha videoclipe inédito, que estreia na web dia <strong>26, às 18 horas</strong>. Sobre ele, a própria Zélia Duncan nos conta mais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“<strong><em>Medusa</em></strong><em>,</em> parceria minha com Zeca Baleiro, nasceu junto com um punhado de canções que fizemos, quando estávamos em turnê juntos. Faz parte do álbum <strong><em>Tudo É Um</em></strong>, que concorreu ao Grammy ano passado. É uma alegria especial ver o clipe estrear depois de tantos percalços, incluindo a pandemia, que nos impediu de fazer a ideia original de um clipe presencial, já com roteiro pronto. Até que os diretores, <strong>Clarissa Ribeiro </strong>e<strong> Lorre Mota</strong>, sugeriram de fazermos à distância, em 3D, com a artista gráfica, <strong>Bárbara Kani</strong>. Achei um desafio imenso e desafio é comigo mesmo, partimos para viabilizar. O processo é lento e com a distância forçada, demorou ainda mais. Mas eu confiei muito em Clarissa e Lorre, sempre atentos, me estimulando e resolvendo as questões que apareciam.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O roteiro do clipe sugere uma espécie de heroína, que passa por uma saga, por caminhos, portas e saídas que precisa inventar, sem se deixar paralisar. Descobri durante esses meses, que a medusa da letra mora dentro de mim, tanto quanto a heroína. Só quem nos paralisa somos nós mesmos, não podemos delegar a ninguém o poder que é só nosso, de seguir adiante, sendo quem somos. A comunidade LGBT sabe muito bem o que é esse caminho que dói, mas liberta. Este clipe tem a ver com nossa luta, antes de mais nada. E com todas as lutas que enfrentamos dentro e fora de nós.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Agora é comemorar, assistir com o público, sentir o retorno das pessoas. Agora vem a melhor parte.”</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Ficha Técnica Medusa:</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Música: </strong>Zélia Duncan | Zeca Baleiro<br />
<strong>Direção: </strong>Clarissa Ribeiro | Lorre Motta<br />
<strong>Roteiro e Produção: </strong>Lorre Motta | Clarissa Ribeiro <strong>Computação Gráfica 3D: </strong>Bárbara Cani <strong>Pós-Produção 3D: </strong>Sogno<br />
<strong>Finalização: </strong>Clarissa Ribeiro</p>
<p><strong>Foto</strong>: Roberto Setton</p>
<p>&nbsp;</p>
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<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Com informações:  Assessoria de Imprensa Biscoito Fino &#8211; Coringa Comunicação</strong></p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Elba Ramalho lança single e clipe ao vivo com participação de Zélia Duncan</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 05 Jun 2021 23:46:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[elbaramalho]]></category>
		<category><![CDATA[zeliaduncan]]></category>
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					<description><![CDATA[Ouça o single &#160;  Assista ao clipe    Pelo segundo ano seguido não haverá Festa Junina por conta da pandemia, mas a cantora e compositora Elba Ramalho, sempre presente nos festejos de junho, lança hoje (4) seu novo single, uma versão ao vivo de “A...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em><a href="https://ElbaRamalho.lnk.to/ANaturezaDasCoisasPR">Ouça o single</a></em></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><em> <a href="https://www.youtube.com/watch?v=VydnbEbBCow">Assista ao clipe</a></em></strong></p>
<p><em> </em></p>
<p><em> </em>Pelo segundo ano seguido não haverá Festa Junina por conta da pandemia, mas a cantora e compositora <strong>Elba Ramalho</strong>, sempre presente nos festejos de junho, lança hoje (4) seu novo single, uma versão ao vivo de <strong>“A Natureza das Coisas”</strong> registrada na edição 2019 da festa de São João, em Campina Grande (PB), na qual Elba é presença cativa. A canção, de autoria de Accioly Neto, ficou conhecida na voz de Flávio José e conta com a participação especial de <strong>Zélia Duncan</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Essa performance, repleta de coreografia e elementos visuais, também foi filmada, e o vídeo já está disponível no canal da cantora no YouTube. No telão do palco, há projeções que remetem à estreita relação de Elba Ramalho com o São João de Campina Grande, incluindo a ocasião em que cantou grávida e prestes a dar à luz, em 1987.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O single “A Natureza das Coisas”  já está disponível em todos os aplicativos de música, pela gravadora Deck.</p>
<p><em> </em></p>
<p><em> </em></p>
<p><em> </em></p>
<p><em> </em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Com informações: BATUCADA COMUNICAÇÃO</strong></p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Zélia Duncan apresenta o álbum &#8220;Pelespírito&#8221;, que celebra seus 40 anos de carreira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 22 May 2021 00:12:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Lançamentos]]></category>
		<category><![CDATA[zeliaduncan]]></category>
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					<description><![CDATA[Ouça e baixe aqui: https://umusicbrazil.lnk.to/PelespiritoPR   Seria um caminho natural escolher por celebrar seus 40 anos de carreira com um projeto revisionista, ainda mais nesse momento inimaginável que o mundo está vivendo. São muitos os motivos. O necessário distanciamento físico, a (compreensível) dificuldade de inspiração,...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Ouça e baixe aqui: </strong><a href="https://umusicbrazil.lnk.to/PelespiritoPR"><strong>https://umusicbrazil.lnk.to/PelespiritoPR</strong></a></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Seria um caminho natural escolher por celebrar seus 40 anos de carreira com um projeto revisionista, ainda mais nesse momento inimaginável que o mundo está vivendo. São muitos os motivos. O necessário distanciamento físico, a (compreensível) dificuldade de inspiração, a triste realidade do atual cenário político-social, as perdas, as inúmeras perdas&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Mas <strong>Zélia Duncan</strong> escolheu transformar suas dúvidas e dores em música. E assim ela apresenta hoje “<strong><em>Pelespírito</em></strong>”, álbum que celebra suas quatro décadas de ofício e marca o seu retorno à <strong>Universal Music</strong>, companhia pela qual ela lançou discos como “<em>Sortimento</em>” (2001), “<em>Eu Me Transformo em Outras</em>” (2004), “<em>Pré Pós Tudo Bossa Band</em>” (2005), entre outros.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“<em>Pelespírito</em>” é fruto de um encontro musical profundo com o poeta e produtor pernambucano Juliano Holanda, ao lado de quem Zélia compôs todas as 15 faixas que figuram no disco. “<em>Meu novo encontro com o Juliano foi um acaso. Eu compus com várias pessoas durante esse tempo. Parceiros amados e queridos, como Ana Costa, Xande de Pilares, Lucina, Marcos Valle, Ivan Lins&#8230; Tem sido incrível, mas, num certo momento, eu e o Juliano nos conectamos de uma maneira muito profunda, porque ele teve uma disponibilidade muito grande para mim e vice-versa. Esse álbum também é um diálogo meu com ele, que mora em Recife. A gente não se viu e começou a compor por WhatsApp e a coisa fluiu de uma maneira absurda</em>”, revela Zélia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Nessas 15 canções tão íntimas e confessionais, Zélia passeia por ritmos como <em>folk</em> e <em>country </em>(“Viramos pó?”), <em>rock´n´roll </em>(“Nas horas cruas”), sertanejo nordestino e pantaneiro (“Tudo por nada”) e <em>blues </em>(“Sua cara tá grudada em mim”). Nele, a cantora propõe perguntas (“Onde é que isso vai dar?”, “O que se perdeu?”), faz declarações de amor (“Nossas coisinhas” e “Sua cara”), acenos e homenagens (“Você rainha”). E fecha o álbum deixando explícita a sua crença de que tudo vai ficar bem (“Vai melhorar”).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“<em>Esse disco foi todo feito nesse clima de mistério. Claro que a vida é um grande mistério, mas a gente está num momento especialmente enigmático, porque estamos lidando com um vírus. E isso para nós, artistas, nos atingiu na espinha e no coração do nosso ofício, que prevê o encontro. A arte precisa se encontrar com quem vai absorvê-la de alguma forma. No caso da música e da performance, é muito difícil ficar longe de tudo isso</em>”, conta Zélia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O álbum foi gravado entre 2020 e 2021 em vários <em>home studios</em>. Zélia e Webster Santos gravaram em suas respectivas casas, em São Paulo, Juliano Holanda em Pernambuco, Léo Brandão em Curitiba, Christiaan Oyens em Londres e Ézio Filho no Rio de Janeiro. E assim o projeto nasceu em plena pandemia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“<em>Agora, após um ano e pouco disso tudo, temos experiência com esse sofrimento. Só que ele está virando música, livro, quadro, coreografia, peça teatral. E é isso que nós artistas temos que produzir e inventar todo dia. Porque não é só o fato de não estar trabalhando num palco, encontrando as pessoas, é uma coisa íntima também. No meu caso, isso virou muitas coisas. E uma delas é esse álbum, que é absolutamente especial para mim. Porque é um álbum todo autoral e todo feito com o Juliano Holanda. Ele é um desejo de ser um pequeno documento meu. E eu adoraria que ele pudesse mapear um pouquinho o momento das pessoas também. Porque as músicas têm isso. Elas pertencem a quem as ouve, a quem se apodera delas</em>”, diz generosamente a cantora.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><em>Susana Ribeiro &#8211;  </em>Maio de 2021</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone  wp-image-24545" src="https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2021/05/mini-Zelia-Duncan_Credito_foto_Denise_-Andrade-300x200.jpg" alt="" width="632" height="421" srcset="https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2021/05/mini-Zelia-Duncan_Credito_foto_Denise_-Andrade-300x200.jpg 300w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2021/05/mini-Zelia-Duncan_Credito_foto_Denise_-Andrade-1024x683.jpg 1024w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2021/05/mini-Zelia-Duncan_Credito_foto_Denise_-Andrade-768x512.jpg 768w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2021/05/mini-Zelia-Duncan_Credito_foto_Denise_-Andrade-1536x1024.jpg 1536w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2021/05/mini-Zelia-Duncan_Credito_foto_Denise_-Andrade-700x467.jpg 700w, https://boomerangmusic.com.br/wp-content/uploads/2021/05/mini-Zelia-Duncan_Credito_foto_Denise_-Andrade.jpg 1800w" sizes="auto, (max-width: 632px) 100vw, 632px" /></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Foto por : Denise Andrade </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Mais sobre Zélia Duncan</strong>:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ao longo desses seus 40 anos de carreira, Zélia Duncan lançou 15 discos, cinco DVDs solo, ganhou vários prêmios, Discos de Ouro e de Platina, participou de inúmeros trabalhos junto a grandes nomes da música brasileira, realizou vários projetos importantes, entre eles o CD e DVD “<em>Eu Me Transformo em Outras</em>” (2004), e fez parte da nova formação do grupo Os Mutantes (2007).</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>“<em>Pelespírito</em>” &#8211; Faixa a faixa, por Zélia Duncan</strong>:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>1) “<strong>Pelespírito</strong>” – É o nome do álbum e o nome da música que abre o disco. Essa letra foi feita num espasmo, de uma só vez, o que nem sempre acontece. Eu estava num momento especialmente difícil, física e emocionalmente. Eu sempre tenho à mão um lápis e um papel e quando comecei a escrever “Tô pele e espírito / tô por um fio dessa minha blusa”. E tudo o que eu escrevia era exatamente o que eu estava sentindo. Nenhuma vírgula foi mudada, nenhuma palavra. E assim a gente abre o disco, porque eu acho que essa música dá o tom do sentimento todo. E aí entra o Webster Santos, um músico muito sensível e que me conhece muito, que assina a produção comigo e o Juliano. O Webster foi muito especial nas suas intervenções, o que deixou a música toda sensorial.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>2) “<strong>Onde é que isso vai dar?</strong>” &#8211; Ela é explicitamente para esse momento. Mas tem uma particularidade que eu adoro. Ela é literalmente um diálogo meu com o Juliano. Foi muito intensa a nossa relação para construir essas músicas. Eu imprimi 15 nesse álbum, mas são muito mais do que isso. Um dia, a gente tinha feito uma música que a gente estava feliz de ter feito e ele me mandou uma mensagem dizendo que estava feliz de estar compondo e que isso estava sendo bom pra ele nesse tempo. E aí eu escrevi para ele: “Te digo o mesmo. Isso me provoca”. Ele me provoca e eu adoro desafios. O Juliano é também um poeta. Ele mandava umas frases para mim, eu devolvia com outras e isso ia virando coisas, estrofes&#8230; E assim a gente foi construindo o diálogo nessa música, que é tão especial para mim. Essa é umas das músicas que me fez querer fazer o disco.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>3) “<strong>Tudo por nada</strong>” – Essa foi a última música a ser gravada, aos 46 do segundo tempo. Porque nesse processo todo a gente não parou de fazer música. E aí apareceu essa. A letra, que é minha, surgiu primeiro. Na ocasião, eu estava assistindo na internet a Marcia Tiburi, uma amiga querida que admiro profundamente, que estava falando umas coisas tão interessantes. E ela começou a falar sobre como é importante que você sinta alguma coisa para poder ajudar os outros. Tem que começar em você esse sentimento. E aí, de novo, eu peguei o papel e comecei a escrever a letra, que diz “preciso doer pra te estender a mão / se eu não me vejo, te ignoro” . Fui seguindo nessa ideia e aquele sentimento ficou forte pra mim. Eu mandei para o Juliano, que entrou com uma melodia meio sertanejo nordestino, mas também ficou um pouco pantaneiro. O Webster fez uma viola que vem debaixo para cima. É uma faixa muito vistosa, com viola e violão, que eu não consegui deixar de fora. Mesmo porque o refrão dela diz: “Quando eu digo ‘vem’, é porque eu também vou”. Acho que isso que afirma as coisas é a minha cara. Eu quero cada vez mais me comprometer com as coisas e achei que essa música era um pouco isso. E ela está logo no começo do disco porque eu quero dizer rapidamente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>4) “<strong>Vou gritar seu nome</strong>” – Ela uma das três músicas “fofas” do disco. Curioso porque sempre tem uma pontinha de tristeza. Eu sempre acho que as coisas tristes não são necessariamente bonitas, mas quase sempre as coisas bonitas têm um pouco de tristeza, a meu ver. Nesses tempos então&#8230; Esse é um disco onde sempre tem uma pontinha de tristeza para mim. Embora essa música tenha uma leveza, ela está falando do futuro (“Talvez o futuro nos espere com flores”). Esse é um desejo que parte de uma tristeza, mas vira um desejo bom. Tem uma coisa que eu adoro no começo dela é o acordeom do Léo Brandão. Eu tentei, pelo menos numa faixa, trazer esses músicos que estão comigo há tanto tempo e que são tão importantes para mim, como o Léo, que toca teclado e acordeom na minha banda. Já o violão é meu. Quase em todas as faixas começaram com a minha voz e o violão. Esse é o cerne do álbum. É uma música que tem a pretensão de ser um pouco um parquinho de diversões, um sonho. É mesmo um sonho.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>5) “<strong>Nossas coisinhas</strong>” – Essa é uma música absolutamente especial pra mim. Eu fiz para a Flavia, minha companheira. As músicas têm esse negócio de servir para todo tipo de situação se você se identifica com elas. Por exemplo, uma das primeiras pessoas para quem eu mostrei essa música foi uma querida amiga minha, que ficou ouvindo com a filhinha dela. E eu fiquei muito emocionada com isso, porque a música já estava se transformando, porque ela fala sobre “as nossas coisinhas de meninas”. E a minha amiga brinca com a filha quando elas estão sozinhas dizendo ‘<em>vamos fazer as nossas coisinhas de meninas, vamos conversar, fazer o que a gente quiser</em>’. E é um pouco isso o que a música diz também. No meio da pandemia, eu estava voltando de uma situação superdifícil e pensei: ‘<em>Eu preciso tanto agradecer a essa pessoa que está aqui comigo, cuidando tanto de mim</em>’. É muito pessoal. E quanto mais pessoal mais é universal descobrir isso como compositora. Essa é uma faixa em que eu toco violão sozinha. Os meninos acharam que a melhor tradução para ela era essa. Ela emociona as pessoas, é muito amorosa. E a gente ama essa música.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>6) “<strong>Viramos pó?</strong>” – É a outra pergunta que tem no disco. Tem uma coisa importante que eu estou tocando violão e cantando, mas todo o arranjo dessa música foi feito pelo Christiaan Oyens, meu parceiro, meu compadre, meu amor, que hoje mora em Londres. Todos nós gravamos as nossas partes em nossas respectivas casas, sem podermos nos encontrar. E o Christiaan mandou de Londres as coisas e a gente se emocionou muito. Quando ele me mandou, ele disse que gravou muito emocionado. Sempre com o bom gosto dele, o Christiaan trouxe uma viagem diferente para o disco. Aliás, na faixa “Onde é que isso vai dar?” você sente que tem uma viagem ali. E ele fez todos aqueles sons. Essa música também fala muito sobre esse momento, que tem essas perguntas pra fazer e que a gente espera poder responder. Ela é um <em>country</em>, que é bem a nossa cara. O disco está todo <em>folk</em>, de modo geral.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>7) “<strong>Raio de neon</strong>” – É outra das músicas “fofinhas”, gostosas do dico, acredito, que também tem um delicioso arranjo do Christiaan. Tem um solo de guitarra daqueles que eu adoro, que está te falando uma coisa. Não apenas um solo que está mostrando habilidade. Ele está contando uma história com a melodia. Essa é a única música que foi feita poucos dias antes de a gente fechar de vez e entrar em isolamento. Mas é interessante como ela já fala sobre essa situação. Porque já tinha um clima muito ruim no Brasil desde&#8230; nós sabemos quando (risos). Então já estava um clima muito difícil no país quando entramos nessa fase do vírus. A gente já estava contaminado com outros vírus. Vírus de ódio, de uma polarização muito perversa. E essa música fala disso também. Ela vem para aliviar, porque é uma música suave, mas também está falando de um momento um pouco triste. Mas ela é alegre.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>8) “<strong>Nas horas cruas</strong>” – É o <em>rock´n´roll</em> do disco, que também fala da situação mais explicitamente, que fala sobre ficar em casa. “Quais são as armas que usamos dentro de casa, nas horas cruas, sem nada?” Eu escolho o amor. E você?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>9) “<strong>Sua cara</strong>” – Outra música que nasce extremamente confessional e pessoal, porque eu a fiz para o meu pai. Perdi meu pai em dezembro de 2020. Meu pai morava em Rio Claro e eu estou em São Paulo. Então, fui de carro até a cidade dele algumas vezes. Numa dessas ocasiões, eu voltei e fiz essa letra, que diz “a sua cara tá grudada em mim”. Então, ela virou um <em>blues</em>. Eu também toco sozinha. Estou feliz de tê-la feito. É uma música emocionante do disco.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>10) “<strong>Passam</strong>” – Foi uma das primeiras músicas que eu fiz com o Juliano Holanda, ainda sem saber que ia virar disco. Quando a gente fez, eu senti um ‘pancadão’ e disse: ‘<em>É importante essa música pra mim</em>´. Foi num momento também difícil, que eu estava chateada com um monte de coisas, coisas que tinham falado, tanto que no final dela eu falo “Nos querem sem palavras / mas todos passam”. Essa é umas das músicas que chegaram para reforçar o fato de que eu comecei a desconfiar que aqui isso ia virar um disco.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>11) “<strong>O que se perdeu?</strong>” – Essa é uma música bem diferente do disco. Ela é esse diálogo meu com o Juliano. Eu fiz as letras muitas vezes pensando nele, na nossa conversa. “Seu remédio meu / Meu remédio seu / Sua cura, minha cura / O que se perdeu?”. Também tentando pensar onde que a gente adoeceu. Onde a gente adoeceu emocionalmente, no discurso, socialmente&#8230; Por que é que estamos tão doentes assim? Por que para enfrentar uma doença a gente escolheu esse vazio todo, esse vazio de pensamento? Essa música começa numa conversa minha com o Juliano e termina numa música que quer falar pra todo mundo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>12) “<strong>Eu e vocês</strong>” – É uma balada bem simples e que se propõe a ser bem simples mesmo. A gente estava tão agoniado que começamos a conversar sobre fazer uma música que acalmasse o nosso peito um pouco. E eu, como todos os meus colegas – tenho certeza – com essa abstinência do palco, de gente perto pra poder tocar, trocar, ouvir a reação das pessoas&#8230; É muito difícil essa parte. É a parte difícil das lives que a gente faz, porque é o nosso trabalho. Mas é uma coisa que nos deixa muito cansado de imaginar como seria se fosse. Eu estou fazendo 40 anos de carreira. São quatro décadas de contato com o público. E, de repente,  esse corte. Então, ‘Eu e vocês’ fala também disso. Ela começa falando “Uma daquelas pra suavizar a alma / Uma tranquila / Pra reconquistar a calma”. E o refrão fala diretamente para o meu público: “Vontade de cantar / Num coro essa canção / Com voz de coração. Eu e vocês”. Nada substitui eu e vocês. Vocês e eu juntinhos. Antes de eu gravar essa música,  eu a mandei a para a Elba Ramalho. E pensei: ‘<em>Nossa, isso é a cara da Elba, que é uma mãezona!’</em>. Ela ouviu e imediatamente se identificou. E ela batizou o álbum dela com os filhos de “Eu e Vocês”, que saiu bem antes do nosso, mas como um prenúncio de uma boa sorte para essa música, que é simples e que eu acredito que vai chegar muito fácil até as pessoas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>13) “<strong>Eu moro lá</strong>” – Ela é um pouco diferente do resto do disco. O Webster Santos está tocando nela toda, é bem a praia dele, uma música suingada. E outra vez eu fiz essa música para o Juliano. Ele e a Mery (sua esposa) moram num lugar que tem uma vista incrível, aberta, tem mar&#8230; Teve uma época em que eu vi algo na internet sobre o nordeste. Sou filha de baiano, sou nordestina também e tenho muito orgulho disso. E eu fiz essa música como uma declaração de amor pelo lugar de onde a gente vem. E eu estava pensando dele. “Eu moro lá porque tem o horizonte e um monte de céu pra olhar”. Só que aí eu comecei a pensar que eu falo de um rio. Não era o Rio de Janeiro exatamente. Eram os rios que nós temos nas nossas cidades. Mas como eu sou do Rio, é claro que isso vai ficar também marcado. Não me importo. Como eu me mudei para São Paulo, ficou parecendo que eu fiz essa música só para o Rio. Não foi isso, mas eu adoro pensar que também é. Na verdade, “Eu moro lá” tem a ver com o Brasil. O Brasil que a gente quer, que não é esse em que nós estamos vivendo hoje. A gente quer um outro Brasil. A gente quer virar o disco pra recomeçar. O Brasil nunca foi um lugar justo, nunca foi um lugar igual. A gente sempre teve grandes problemas por conta de abismo social, principalmente. Mas o Brasil que a gente entrou é um Brasil que é pior e mais difícil ainda. Então, eu moro lá. Eu moro lá naquele Brasil que eu vou buscar. Eu vou buscar!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>14) “<strong>Você rainha</strong>” – É uma música muito delicada do disco, cuja letra eu fiz para as mulheres que sofrem na pandemia violência, para as que até morreram – que não foram poucas – para as que estão trancadas com seus algozes, para as que não conseguem pedir socorro. E para as que conseguem pedir socorro. Para que elas saibam que elas sempre terão uma saída. E que nós, juntas, somos muito fortes e podemos nos ajudar. É um sinal para essas mulheres, para que elas saibam que não estão sozinhas.</p>
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<p>15) “<strong>Vai melhorar</strong>” – O disco se encerra com essa música. Por motivos óbvios. É o que a gente deseja, é o que a gente espera. A gente está vivo, a gente quer melhorar. “Vai melhorar / vem melhorar comigo / contigo  eu consigo melhor”. Desde o primeiro dia, eu venho dizendo (eu e tanta gente) que a gente só vai sair dessa situação toda  juntos. Não dá pra sair em partes. Por isso que temos que nos vacinar juntos. É coletivamente que vamos conseguir fazer uma coisa melhor. Vai melhorar, se a gente for junto. Nessa faixa eu conto com a participação especial de Ézio Filho no contrabaixo e percussão. Ele é diretor da minha banda há muitos anos e meu amigo querido.</p>
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<p><strong>Com informações: <a href="https://urldefense.proofpoint.com/v2/url?u=http-3A__www.universalmusic.com.br_&amp;d=DwMFAw&amp;c=o_lJda16WK5Kq4wBheKNrA&amp;r=Ihl4hJPa5OWUg54aRj__fTXZhV0AKhO3cIel_yKy-Do&amp;m=RGkc-8s48mcocYte4_HLjBQPPkEdkWKyzevO-1nA37E&amp;s=d4Jo7IHy5F-r5yfS3519fF9aa6ki3x2S0k2-NlMVAQU&amp;e=">www.universalmusic.com.br</a></strong></p>
<p><strong>Universal Music Brasil :: Departamento de Imprensa e Comunicação / PR</strong></p>
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		<title>ZELIA DUNCAN APRESENTA O SINGLE “ONDE É QUE ISSO VAI DAR?”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marco Antonio Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 08 May 2021 02:13:17 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Faixa integra o repertório do álbum que celebra seus 40 anos de carreira    No próximo dia 7 de maio, a cantora e compositora Zélia Duncan apresenta o single “Onde é que isso vai dar?”. &#160; Ouça e baixe aqui: https://umusicbrazil.lnk.to/OndeEQueIssoVaiDarPR . &#160; A canção,...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Faixa integra o repertório do álbum que celebra seus 40 anos de carreira</em></strong></p>
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<p><strong> </strong>No próximo dia <strong>7 de maio</strong>, a cantora e compositora <strong>Zélia Duncan</strong> apresenta o <em>single</em> “<strong>Onde é que isso vai dar?</strong>”.</p>
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<p><strong>Ouça e baixe aqui: <a href="https://eur02.safelinks.protection.outlook.com/?url=https%3A%2F%2Fumusicbrazil.lnk.to%2FOndeEQueIssoVaiDarPR&amp;data=04%7C01%7CLuciana.Bastos%40umusic.com%7C6c6b3f8250bd48a1093108d911472699%7Cbbcb6b2f8c7c4e2486e46c36fed00b78%7C1%7C0%7C637559819720475256%7CUnknown%7CTWFpbGZsb3d8eyJWIjoiMC4wLjAwMDAiLCJQIjoiV2luMzIiLCJBTiI6Ik1haWwiLCJXVCI6Mn0%3D%7C1000&amp;sdata=B%2FPQe36LSqku1%2BqV2aA%2FW2ypddux6aNbTQRXgJprUtI%3D&amp;reserved=0">https://umusicbrazil.lnk.to/OndeEQueIssoVaiDarPR</a> . </strong></p>
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<p>A canção, composta por ela e por Juliano Holanda, integra o repertório do álbum que celebra seus 40 anos de carreira. O novo projeto também marca a volta da cantora à <strong>Universal Music</strong>, companhia pela qual Zélia lançou discos como “<em>Sortimento</em>” (2001), “<em>Eu Me Transformo em Outras</em>” (2004), “<em>Pré Pós Tudo Bossa Band</em>” (2005), entre outros.</p>
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<p>A canção, que fala explicitamente sobre esse momento em que estamos vivendo, tem os arranjos assinados por Zélia e Christiaan Oyens. O músico também participa na faixa tocando violão de aço, guitarras, baixo, barítono, ao lado de Webster Santos (violão de aço e guitarra).</p>
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<p>“<em>’<strong>Onde é que isso vai dar?´</strong> é, literalmente, um diálogo meu com o Juliano. Um dia, nós fizemos uma música cujo resultado nos deixou feliz. Foi quando ele me mandou uma mensagem dizendo o quanto ele estava bem por estar compondo e que isso estava sendo bom pra ele nesse tempo. E aí eu respondi para ele: ‘Te digo o mesmo. Isso me provoca’. O Juliano, que também é um poeta, mandava umas frases para mim e eu devolvia com outras. E assim isso ia virando coisas, estrofes, como “ando sensível / coração na boca”. Foi dessa forma que fomos construindo o diálogo nessa canção, que é tão especial para mim. Essa é umas das músicas que me deu muita alegria e me fez querer fazer o disco</em>”, revela Zélia.</p>
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<p>Ao longo de seus 40 anos de carreira, Zélia Duncan lançou 15 discos, cinco DVDs solo, ganhou vários prêmios, Discos de Ouro e de Platina, participou de inúmeros trabalhos junto a grandes nomes da música brasileira, realizou vários projetos importantes, entre eles o CD e DVD “<em>Eu Me Transformo em Outras</em>”, e fez parte da nova formação do grupo Os Mutantes (2007).</p>
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<p><strong>Com informações:</strong> <a href="https://eur02.safelinks.protection.outlook.com/?url=https%3A%2F%2Furldefense.proofpoint.com%2Fv2%2Furl%3Fu%3Dhttp-3A__www.universalmusic.com.br_%26d%3DDwMFAw%26c%3Do_lJda16WK5Kq4wBheKNrA%26r%3DIhl4hJPa5OWUg54aRj__fTXZhV0AKhO3cIel_yKy-Do%26m%3DRGkc-8s48mcocYte4_HLjBQPPkEdkWKyzevO-1nA37E%26s%3Dd4Jo7IHy5F-r5yfS3519fF9aa6ki3x2S0k2-NlMVAQU%26e%3D&amp;data=04%7C01%7CLuciana.Bastos%40umusic.com%7C7ddec0d70dc0413fc91b08d911667450%7Cbbcb6b2f8c7c4e2486e46c36fed00b78%7C1%7C0%7C637559954377867376%7CUnknown%7CTWFpbGZsb3d8eyJWIjoiMC4wLjAwMDAiLCJQIjoiV2luMzIiLCJBTiI6Ik1haWwiLCJXVCI6Mn0%3D%7C1000&amp;sdata=zYePnYv7co2L4U665pW9II1OEyqvdv6p2Its9CbbMfA%3D&amp;reserved=0"><strong>www.universalmusic.com.br</strong></a></p>
<p><strong>Universal Music Brasil : Departamento de Imprensa e Comunicação / PR</strong></p>
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