Bonita Lampião estreia nesta sexta no Teatro Sérgio Cardoso

Discussões sobre violência e desumanização são centrais no espetáculo Bonita Lampião, que une teatro, dança e vídeo

 

O espetáculo presencial acontece no Teatro Sérgio Cardoso em conformidade com todas normas de segurança no enfrentamento da COVID-19, incluindo indicações de distanciamento social, totem de álcool em gel e tapete sanitizante dispostos na entrada do teatro.

 

Inicialmente prevista para estrar no ano passado, em comemoração aos 40 anos do Teatro Sérgio Cardoso, a peça foi adiada para 2021 devido à pandemia. A temporada marca um retorno aos palcos deste espaço, já que foi nele que a primeira versão de Bonita Lampião cumpriu temporada, em 1994.

 

Escrito por Renata Melo e com direção de Lena Roque, o espetáculo Bonita Lampião estreia dia 26 de fevereiro, sexta-feira, 19h, no Teatro Sérgio Cardoso, equipamento vinculado à Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo e gerido pela Amigos da Arte. O texto quebra a estrutura espaço-tempo ao apresentar uma narrativa fragmentada e linguagem não linear. A escritura cênica do espetáculo, também a cargo de Lena Roque, verticaliza ainda mais esses conceitos. O projeto foi contemplado pela 10º Edição do Prêmio Zé Renato da Secretaria Municipal de Cultura da cidade de São Paulo.

 

A poética do espetáculo está centrada na dramaturgia do corpo, na construção imagética da cena e no trabalho psicofísico dos intérpretes Aysha Nascimento (Bonita) e Francisco Gaspar (Lampião). Como recursos de linguagem, são usadas coreografias, partituras físicas, partituras vocais e repetição de movimentos. A intenção é alterar o enunciado original, subvertendo a lógica textual para contar a história.

 

Na peça, Maria e Lampião são figuras alegóricas, isto é, representam pensamentos, ideias, qualidades que estão além deles, sendo possível deslocar essas qualidades para outras pessoas, lugares e situações.

 

Maria de Déa (que passou para a história como Maria Bonita), é uma mulher arquetípica que mostra as muitas “Bonitas Contemporâneas” – negras, indígenas, periféricas, quilombolas, sem teto, trabalhadoras rurais, trabalhadoras urbanas – mulheres exploradas pelo sistema, que lutam contra todas as mazelas do cotidiano brasileiro. A peça também saúda às mais velhas e a ancestralidade negra feminina, que em cena conduz Bonita.

 

Já Lampião é o homem que contribui com este estado de coisas, que é levado a isso, que se humaniza e se desumaniza na dor de existir e sobreviver. Isso faz com que a discussão centro do espetáculo seja a violência, o território dos corpos violados diariamente, sistematicamente de forma institucionalizada, exterminando corpos negros, alienando a mente das pessoas, devastando a natureza, instaurando o extremismo político e social.

 

“Nunca estivemos em paz, o mito da democracia racial e a invenção do homem cordial, vendem a imagem de país tropical abençoado por Deus, mas nossa luta diária mostra que isso é mais uma das fachadas do capitalismo predatório”, diz Lena Roque.

 

O cenário de Paula de Paoli, figurinos de Cleydson Catarina, vídeo de Luan Cardoso música de Dani Nega, a iluminação de Lúcia Chedieck, as coreografias de Djalma Moura e a direção corporal e vocal de Jorge Balbyns dialogam com as premissas expostas acima e interagem com estéticas afros, sonoridade remixada, passeiam pelo expressionismo, com o cuidado de não abandonar as referências clássicas e históricas do que foi o movimento do cangaço brasileiro.

 

SINOPSE

 

Espetáculo que funde teatro, dança, vídeo, apresenta momentos da trajetória de luta e resistência do casal de cangaceiros Maria Bonita e Lampião, mostrando o universo violento do “banditismo social” chamado Cangaço, em paralelo às perversas violências cotidianas a que é submetida a população brasileira hoje.

 

FICHA TÉCNICA

 

Texto – Renata Melo
Escritura Cênica E Direção Geral – Lena Roque
Intérpretes – Aysha Nascimento e  Francisco Gaspar
Coreografia e preparação corporal – Djalma Moura
Direção de corpo e voz – Jorge Balbyns
Direção Musical – Dani Nega
Desenho de Luz – Lúcia Chedieck
Direção de Fotografia, pesquisa de imagens e edição – Luan Cardoso
Fotos / Arte – Joca Duarte
Designer Gráfico – Luiz Basile
Cenotécnico – Wagner José De Almeida
Pintura Arte – Alessandra Siqueira
Assistente de Iluminação E Operador De Luz – Juarez Adriano
Assistente Fotos – Ilson Pimentel
Produtor Executivo – Josivaldo Lima
Idealizador do Projeto – Francisco Gaspar
Operadora som -Manuela Cruz
Locução Off – Cleydson Catarina
Cenário e Figurinos Cena – Paula de Paoli
Adereços e Figurinos / Foto – Cleydson Catarina

 

Sobre o Teatro Sérgio Cardoso

 

Localizado no boêmio bairro paulistano do Bixiga, o Teatro Sérgio Cardoso foi inaugurado em 13 de outubro de 1980, com uma homenagem ao ator. Na ocasião, foi encenado um espetáculo com roteiro dele próprio, intitulado “Sérgio Cardoso em Prosa e Verso”. No elenco, a ex-esposa Nydia Licia, Umberto Magnani, Emílio di Biasi e Rubens de Falco, sob a direção de Gianni Rato. A peça “Rasga Coração”, de Oduvaldo Viana Filho, protagonizada pelo ator Raul Cortez e dirigida por José Renato, cumpriu a primeira temporada do teatro. Em 2020, o TSC cumpriu 40 anos de atividades, tendo recebido temporadas importantes de todas as linguagens artísticas e em novos formatos de transmissão, se consolidando como um dos espaços cênicos mais representativos da cidade de SP.

 

Sobre a Amigos da Arte

 

A Amigos da Arte, Organização Social de Cultura responsável pela gestão do Teatro Sérgio Cardoso, trabalha em parceria com o Governo do Estado de São Paulo e iniciativa privada desde 2004. Música, literatura, dança, teatro, circo e atividades de artes integradas fazem parte da atuação da Amigos da Arte, que tem como objetivo difundir a produção cultural por meio de festivais, programas continuados e da gestão de equipamentos culturais públicos como o Museu da Diversidade Sexual o Teatro Estadual de Araras.

 

SERVIÇO

 

BONITA LAMPIÃO

 

De 26 de fevereiro a 29 de março de 2021
Sessões às sextas, sábados, domingos e segundas, às 19h
Ingressos: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia).
Duração: 50 Minutos.
Classificação: 12 Anos.
Capacidade Sala Paschoal Carlos Magno: 58 lugares (40% da capacidade total da plateia, conforme estabelecido pelo protocolo do Governo do Estado e da Prefeitura da capital).

 

Teatro Sérgio Cardoso – Sala Paschoal Carlos Magno
Rua Rui Barbosa, 153 – Bela Vista. São Paulo – SP | 01326-010
Bilheteria: 011-3288-0136

 

MORADORES DO BIXIGA E BELA VISTA

50% de desconto nos ingressos*
No Teatro Sérgio Cardoso os moradores do Bixiga e da Bela Vista podem adquirir ingressos pela metade do preço. Vá até a bilheteria do teatro com um comprovante de residência e verifique as condições e disponibilidade de ingressos promocionais. (Até dois ingressos por CPF).

 

 

 

Informações para imprensa: Assessoria de Imprensa do Teatro Sérgio Cardoso – Peví

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#SIGA NO INSTAGRAM
Living Colour @livingcolourofficial 

Showzaço!

Tokio Marine Hall @tokiomarinehall 

Realização @toplinkmusic 

#livingcolour #boomerangmusic
Em 27/02/1987, há exatamente 39 anos atrás era lançado nos cinemas dos Estados Unidos, o filme de drama Some Kind Of Wonderful, em português Alguém Muito Especial.

Dirigido por Howard Deutch e escrito e produzido por John Hughes.

No elenco Lea Thompson @lea_thompson Mary Stuart Materson @marystuartmasterson Eric Stolz e grande elenco.

Filmão que fez grande sucesso no Brasil e na Sessão da Tarde.

#somekindofwonderful #alguémmuitoespecial #boomerangmusic
Em 27/02/1984, há exatamente 42 anos atrás era lançado o 11° album de estúdio da banda Queen @officialqueenmusic "The Works".

Happy 42nd anniversary to Queen eleventh studio album “The Works” released on February 27th 1984.

Integrantes:

Freddie Mercury (vocals, keys)
Brian May (guitars)
John Deacon (bass)
Roger Taylor (drums)
Additional musicians: Fred Mandel, Mack (keys)

Track list:

	1.	Radio Ga Ga
	2.	Tear It Up
	3.	It’s A Hard Life
	4.	Man On The Prowl
	5.	Machines (Back To Humans)
	6.	I Want To Break Free
	7.	Keep Passing The Open Windows
	8.	Hammer To Fall
	9.	Is This The World We Created...?

#queenband #theworks #freddiemercury #brianmay #rogertaylor
Em 26/02/1991, há exatamente 35 anos atrás era lançado o 9° álbum de estúdio da banda Motörhead @officialmotorhead “1916”.

Integrantes:

Lemmy Kilmister (vocals, bass)
Phil “Wizzö” Campbell (guitars)
Michael “Würzel” Burston (guitars)
Phil “Philthy Animal” Taylor (drums)
Additional musicians: James Hoskins (cello)

Track list:

	1.	The One To Sing The Blues
	2.	I’m So Bad (Baby I Don’t Care)
	3.	No Voices In The Sky
	4.	Going To Brazil
	5.	Nightmare/The Dreamtime
	6.	Love Me Forever
	7.	Angel City
	8.	Make My Day
	9.	Ramones
	10.	Shut You Down
	11.	1916

#motorhead #1916 #lemmykilmister #philcampbell #wurzel
Em 26/02/1988, há exatamente 38 anos atrás era lançado nos cinemas dos Estados Unidos o filme Bloodsport, em português O Grande Dragão Branco.

Estrelado por Jean-Claude Van Damme @jcvd 

Filmaço de ação 

#bloodsport #boomerangmusic #ograndedragaobranco
Em 26/02/1988, há exatamente 38 anos atrás era lançado nos cinemas dos Estados Unidos o eletrizante trailer Frantic, em português Busca Frenética.

Dirigido por Roman Polanski e estrelado por Harrison Ford e Emmanuelle Seigner. A trilha sonora é de Ennio Morricone.

Filmaço de suspense.

#buscafrenetica #frantic #boomerangmusic
Hoje, 26/02, é aniversário do cantor e compositor Michael Bolton @michaelbolton que completa 73 anos 

#michaelbolton #happybirthday #boomerangmusic
Na próxima sexta, 27/02, vai rolar o show da banda Living Colour @livingcolourofficial no Tokio Marine Hall @tokiomarinehall

A tour "The Best Of 40 Years", celebra a trajetória da banda formada em Nova Iorque, nos Estados Unidos em 1984.

O Living Colour é formado por

COREY GLOVER @coreyglover - vocais
VERNON REID @vurnt22 - guitarras
DOUG WIMBISH - baixo
WILLIAM CALHOUN - bateria

Abertura da casa: 20h
Banda de abertura - Madzilla: 20:50
Living Colour: 22h

SET LIST 

Glamour Boys
Memories Can’t Wait
Leave It Alone
Desperate People
Ignorance Is Bliss
Go Away
Funny Vibe
Bi
Open Letter (To A Landlord)
Drum Solo
This Is The Life
Nothingness
Doug Wimbish Solo Spot
Love Rears Its Ugly Head
Pride
Type
Cult Of Personality

Bis:

Solace Of You
Time’s Up
Middle Man

Realização @toplinkmusic 

#toplinkmusic #livingcolour #thebestof40years #boomerangmusic