Carlos Cavallini lança seu disco de estreia “O Tamanho do Tempo”

Ouça aqui: https://links.altafonte.com/rjj5py4

 

Assista aqui: www.youtube.com/@carloscavallinimusic

 

Atento ao que nos faz bem

 

Em seu disco de estreia “O Tamanho do Tempo”, Carlos Cavallini contempla a imensidão do tempo e do mar com minimalismo do eu, enaltece os horizontes dos infinitos amores e nos oferece amizade por todo o percurso da obra.

 

Imenso céu e sempre mar.

 

Infinitos desertos, ondas e caminhos em que estaremos de alguma forma no tempo. A primeira viagem de Carlos Cavallini em disco é muito do mundo, do eu; condensa bastante de experiências dos sons e sentimentos que viveu, afinal o primeiro disco é sempre um apanhado de composições e experiências de épocas diversas que levaram o artista até uni-las em estúdio. Há beleza de muitos momentos e sabores a cada faixa, numa obra que se abre com o mar e sua imensidão. O mar para Carlos começou em Vitória, onde nasceu no Brasil e virou cais em Lisboa, onde resolveu aportar há 15 anos.

 

Ao longo da obra que nos cria, recria e nos mergulha em mares tranquilos, o tempo é protagonista em um cenário para audição de um disco que nos conecta com tantos abraços. No ar, no espaço, nas pessoas e na natureza. As 12 faixas são 12 elos entre si e entre quem as ouve.

 

Agradecimento e contemplação à beira de águas intermináveis abrem “O Tamanho do Tempo”. Apresentar-se como chuva, obediente ao vento, e se reconhecer como muito do que parece ao ouvinte, é começar o percurso do disco já a dizer um pouco sobre sua alma. Em “Sempre Mar”, Carlos não esconde o ‘eu’, ao contrário, nos oferece a face mais interior do seu sentimento e criatividade. A doçura de apreço nas palavras namora com os sons enquanto sintetizadores e as guitarras de João Erbetta nos transportam de Lisboa às paisagens sonoras e tranquilas do Ceará.

 

Referências com sopros suaves nos lindos arranjos de trompete e flugelhorn do talentoso Aquiles Moraes enlaçam “Natureza” (segunda faixa do disco). A sequência sonora doce entre influências do Cidadão Instigado às baladas Soul de Cassiano traz reconexões poéticas entre parte de um todo humano à sua mistura com a natureza. ‘Ser capaz de estocar amor pra depois distribuir’ é promessa da segunda faixa que se cumpre na audição e nas canções subsequentes.

 

A produção musical e os arranjos de Ricardo Dias Gomes e Domenico Lancellotti são delicados, criativos e multiplicam os significados das canções para seguir o seu enlace. Essa linguagem não-verbal sensível da dupla é fundamental para a compreensão da narrativa de ‘O Tamanho do Tempo’.

 

Se em muitos momentos a obra se enlaçará com o contemplar da natureza, em outros se mostrará cosmopolita com a doçura poética de estar atento, mesmo nas grandes cidades e suas dinâmicas mais complexas, aos detalhes mais delicados sobre as relações e sentimentos humanos. Isso se reflete em violões das referências interioranas do Brasil até as baterias e arranjos a la Strokes e Weezer.

 

Em “Nem Todo Mundo”, o dedilhar com assinatura de Davi Moraes abre espaço para a voz de Carlos visivelmente influenciada por Calcanhotto e Caetano. O compositor desforra muito daquilo que construímos utopicamente sobre nós e os outros, discutindo questões sobre convivência e cotidiano – “nem todo mundo entende, nem todo mundo aprende”.

 

“Na Pele de Nós Dois” é canção de união da parte para o todo, da entrega do ser ao mundo que colore o universo do existir.  Versos dentro do amor que apontam para a beleza de nos examinarmos como um pedaço de tudo que vemos, vivemos e sonhamos; uma pele de amor para dois ou para dez milhões – “Eu nasci tela sem nada, fui pintado por tanta gente que me amou”.

 

Em “Abraço-Canção”, o mundo que há em cada um de nós se reconhece nos seus versos. A música e suas palavras tanto nos afagam quanto nos fortalecem; um abraço que é recíproco. Como a abraçamos e como sentimos seu afeto, é um lugar que “existe um sol pra cada um”.

 

“O Que Me Faz Bem” é a faixa que, pelo título e pelas vozes, sintetiza o sentimento do disco. O bem de partilhar os lugares, os sons.  É música que anuncia o que nos faz sentir. Nos faz “ter os pés na areia e a cabeça no lugar” e nos dá “paz nos finais de tarde junto ao mar”. O aconchego do acordeom e da voz de Celina da Piedade pousam no disco como gaivotas sensíveis nas praias portuguesas. A suavidade do canto multiplica o encanto trazido por ela em temperos sonoros portugueses e outras referências melódicas do mundo ibérico. O mesmo acontece com o delicado e assertivo violino de Ana Santos.

 

Amizade é um tema transversal na obra de Cavallini. “Querido Amigo” é um remanso e um cuidado em forma de balada cadenciada como um café de fim de tarde. A atmosfera sonora de solidariedade e carinho é desenhada cuidadosamente, mais uma vez, por Aquiles Moraes. É impossível não ouvir a canção e não sentir conforto e abrigo “que eu quero levar comigo, para sempre guardar”.

 

E se tempo e amizade são matéria-prima para a criação sonora do disco, a arte delicada e profunda de Tonho Quinta-feira captura e amplia os sentidos dessas canções nas ilustrações. Poucas capas e projetos visuais conseguem representar tão bem o universo de uma obra como os traços feitos para a arte de “O Tamanho do Tempo”.  Das cores aos riscos, o despertar visual do disco é diálogo preciso entre olhar, ouvir e sentir.

 

“A Grande Beleza” é uma balada entre o samba e o soul.  É possível sentir as palavras degustando seu ritmo recheado de referências de Tim Maia, Cassiano e, em alguma medida, Sandra de Sá.  É outra canção que costura ao álbum um ponto poético referenciado pela simplicidade do poeta Manoel de Barros – “eu gosto do que é simples (…) a grande beleza está aqui nas pequenas coisas, no grão de areia”

 

“Casa É Onde O Corpo Está” é a mais cosmopolita das canções. Traz uma paisagem sonora e versos que nos transportam para cenários do romance de Mário Vargas Llosa, “Travessuras da Menina Má”, e assenta que mesmo longe de pessoas e lugares, estamos perto de nós. A referência à Lygia Clark sobre casa e corpo evidencia essa condição e um bonito equilíbrio entre casa, corpo e mundo.

 

Caminhos e lugares desfilam no disco mesmo sem precisarem ser reconhecidos. Sentimos vibrações de espaços com carinho sem precisar saber exatamente onde estamos. Esse é um recurso transcendental da arte que, em “Eu Sou Daqui”, Carlos finca seu lugar em sonhos, abraços e manhãs. É de onde ele e nós escolhemos ser.

 

“Palavra” é canção pelo e para o verso. A palavra que vai e vem, oferece e constrói sortes. A metalinguagem nas sílabas e na criação sonora com distorções de uma guitarra sensibiliza o ouvinte para recurso da criação pelo verbo e pelo som. Pedro Sá tem dedos encantados para construir arranjos e improvisos que enlaçam o som à atmosfera da palavra. É como se sentíssemos em som aquilo que acabamos de ler. É uma bonita troca entre idas e vindas da palavra pelos solos e dos solos pela palavra.

 

“O Tamanho do Tempo” tem canção homônima como a escolhida para ser a derradeira. Seus versos discorrem sobre o inevitável amanhecer e a melodia nos balança nas redes do destino. Referências sonoras de orações ao tempo de Caetano Veloso, traços dos violões doces específicos em “Quanta” de Gilberto Gil, e o embalar de cantos do paulistano Renato Braz são visíveis na despedida física do disco.

 

O mundo nos oferece mais do que merecemos? O título prenuncia o tamanho da obra e a última canção ratifica o alerta. Quem se atreve a dizer onde começa e termina o tempo? Quem dirá como começa e termina um disco como esse de remanso, embalo, abraço e infinitos?

 

 

Isso é a arte, e nesse caso, produssumo do coração de Cavallini, nascido no tempo e oferecido ao mundo como passagem e abraço-canção.

 

Ivan Lima www.instagram.com/oquecresciouvindo

 

 

www.carloscavallini.com

www.instagram.com/carloscavallini.music

www.twitter.com/carloscavalli10

www.threads.net/@carloscavallinioficial

www.facebook.com/carloscavallini

www.youtube.com/@carloscavallinimusic

 

 

 

 

 

 

 

 

Com informações:  Bebel Prates Assessoria de Comunicação

#SIGA NO INSTAGRAM
Em 16/08/1989, há exatamente 37 anos atrás era lançado o 4° álbum de estúdio da banda Red Hot Chilli Peppers @chilipeppers "Mother's Milk".

Integrantes 

Red Hot Chili Peppers

Anthony Kiedis - vocal, concepção da arte do álbum
Flea - baixo, trompete (faixas 3, 7, 10), backing vocals
John Frusciante - guitarra (faixas 1-8, 10-13), backing vocals
Chad Smith - bateria, (faixas 1-6, 8, 10-13)
Hillel Slovak – guitarra (faixa 9)
Jack Irons – bateria (faixa 9)

Tracklist 

1. "Good Time Boys"
2. "Higher Ground" (Stevie Wonder cover)
3. "Subway to Venus"
4. "Magic Johnson"
5. "Nobody Weird Like Me"
6. "Knock Me Down''
7. "Taste the Pain" (Kiedis, Frusciante, Flea, D.H. Peligro)
8. "Stone Cold Bush" (Kiedis, Frusciante, Flea, Peligro)
9. "Fire" (Jimi Hendrix cover)
10. "Pretty Little Ditty (instrumental)"
11. "Punk Rock Classic"
12. "Sexy Mexican Maid" (Kiedis, Frusciante, Flea, Peligro)
13. "Johnny, Kick a Hole in the Sky"

#mothersmilk #redhotchillipeppers
#bootsycollins
Em 16/08/1987, há exatamente 39 anos atrás era lançado nos cinemas dos Estados Unidos o filme Uncle Buck, em português Quem Vê Cara Não Vê Coração.

Filme dirigido por John Hughes

No elenco John Candy, Amy Madigan, Macaulay Culkin e grande elenco.

Filme de comédia super bacana.

#unclebuck #boomerangmusic
Hoje, 16/08, é aniversário da cantora e compositora Madonna @madonna que completa 68 anos.

#madonna #happybirthday #boomerangmusic
Natura Musical @naturamusical apresenta o novo álbum de inéditas da cantora e compositora Teresa Cristina "Tudo Que Eu Tenho".

Com produção musical e arranjos assinados por Pretinho da Serrinha, o álbum reúne parcerias estelares com nomes como Marisa Monte, Xande de Pilares, Moacyr Luz, Cézar Mendes, Mosquito, Bruno Barreto e Mingo Silva.

Álbum muito bem produzido e indispensável de se ouvir.

FAIXAS — “Tudo Que Eu Tenho”

1. Notícia Boa (Teresa Cristina / Cézar Mendes)
2. Tudo Que Eu Tenho (Teresa Cristina)
3. Quando a Onda Passar (Teresa Cristina / Mosquito / Xande de Pilares)
4. Pode Acontecer (Teresa Cristina / Marisa Monte)

5. Nostalgia (Teresa Cristina)
6. Taturana (Teresa Cristina)
7. Meu Bloco (Teresa Cristina / Raul Di Caprio)
8. Yabá (Teresa Cristina / Moacyr Luz)
9. Bato Pa Ó (Teresa Cristina / Mingo Silva / Bruno Barreto)
10. Canto Pra Ogum (Teresa Cristina)

Maiores informações acesse o site da Boomerang Music www.boomerangmusic.com.br 

#naturamusical #boomerangmusic
#teresacristina
A banda Foo Fighters anuncia dois shows no Brasil da Take Cover Tour 2027

Os shows acontecem no dia 18 de fevereiro, em Belo Horizonte, na Arena MRV, e no dia 20 de fevereiro, em São Paulo, no MorumBIS. As apresentações contam com a cantora Karen Dió e a banda paulistana Deb and The Mentals como convidadas especiais.

A produção é da Live Nation Brasil @livenationbr

Ingressos para o público em geral estarão disponíveis a partir do dia 20 de agosto em ticketmaster.com.br. Haverá pré-venda para clientes Santander Select e Private no dia 18 de agosto e pré-venda para demais clientes Santander no dia 19 de agosto

Maiores informações em www.boomerangmusic.com.br 

#foofigthers
#livenation #boomerangmusic
Lançado em 1993, há exatamente 33 anos atrás era lançado o álbum Paulo Ricardo & RPM @pauloricardo 

Um album pesado, com baladas, hard rock, pop e pitadas de grunge 

Produzido por Mayrton Bahia e Paulo Ricardo & RPM

Integrantes:

Paulo Ricardo - Voz e baixo
Franco Junior - teclados
Marco da Costa - bateria
Fernando Deluqui- guitarras

Tracklist:

1. Perola
2. Gênese
3. Veneno
4. Surfista Prateado
5. O Fim
6. Outro Lado
7. A Hora do Brasil
8. Eclipse
9. Ninfa
10. Trem
11. Vírus
12. Falsos Oásis

#pauloricardoerpm #boomerangmusic
Em 15/08/1980, há exatamente 46 anos atrás era lançado o 3° álbum de estúdio da banda The Cars "Panorama".

The Cars

Ric Ocasek – vocals, rhythm guitar
Benjamin Orr – vocals, bass guitar
Elliot Easton – lead guitar, backing vocals
David Robinson – drums, backing vocals
Greg Hawkes – keyboards, saxophones, backing vocals

Tracklist:

Panorama 

1. Panorama (Remastered)
2. Touch and Go (Remastered)
3. Gimme Some Slack (Remastered)
4. Don’t Tell Me No (Remastered)
5. Getting Through (Remastered)
6. Misfit Kid (Remastered)
7. Down Boys (Remastered)
8. You Wear Those Eyes (Remastered)
9. Running To You (Remastered)
10. Up And Down (Remastered)
11. Shooting For You (Previously Unreleased)
12. Be My Baby (Previously Unreleased)
13. The Edge (Previously Unreleased)
14. Don’t Go To Pieces (B-side of “Don’t Tell Me No” & “Gimme Some Slack”)

#thecars #panorama #boomerangmusic
Em 15/08/1995, há exatamente 31 anos atrás era lançado o 2° álbum de estúdio da banda Blind Melon @blindmelonband "Soup".

Blind Melon

Shannon Hoon – vocals, guitar, harmonica, kazoo
Brad Smith – bass guitar, double bass, flute
Christopher Thorn – rhythm guitar, mandolin, banjo
Rogers Stevens – lead guitar, piano, Hammond organ
Glen Graham – drums, percussion

Tracklist:

Lado A

A1		Galaxie
A2		2x4
A3		Vernie
A4		Skinned
A5		Toes Across The Floor
A6		Walk
A7		Dumptruck
A8		Car Seat (God's Presents)

Lado B

B1		Wilt
B2		The Duke
B3		St. Andrew's Fall
B4		New Life
B5		Mouthful Of Cavities
B6		Lemonade

#sou #blindmelon #boomerangmusic