Com mistura de ritmos e referências, Silva lança Cinco seu novo álbum de inéditas

Trabalho conta com 14 faixas e com a participação de Anitta, Criolo e João Donato

 

Silva é daqueles artistas que fazem o complexo soar simples. É preciso tanto habilidade quanto talento para se chegar a essa assinatura. E o cantor, compositor, produtor musical e multi-instrumentista capixaba encaixou as duas características em seu trabalho nesta década de trajetória.

 

Do violino e piano, ele verteu para o indie pop com presença eletrônica nos primeiros trabalhos. Tocou e cantou com Fernanda Takai, Lulu Santos e a partir de 2016, montou em combo MPB. Fez turnê da obra e gravou com Marisa Monte, e duetou com Ludmila e Ivete Sangalo, abrindo ainda mais o espectro de seu cancioneiro.

 

Até desaguarmos em Cinco, décimo álbum da carreira, o quinto de inéditas, onde viaja da MPB ao Soul Music e Ska, com escalas na Bossa Nova, Jazz e samba. O álbum foi inteiramente produzido e mixado por Silva, que o fez de forma 100% analógica.

 

Ouça aqui.

 

A música é o meu chão. É onde eu encontro sentido para as coisas e para esse mundo tão controverso. Fazer música, em sua grande diversidade de sentidos e significados, é a minha razão de viver. Hoje, vivendo de música, nunca imaginei chegar tão longe. E já que tão longe cheguei, chego também ao meu quinto disco autoral, que muito intencionalmente se chama Cinco. Cinco sou eu, Silva, com 5 letras, e Lúcio, também com cinco letras. Cinco é mãe Oxum, a me lavar com suas águas; é o número de vezes que já me apaixonei nessa vida, e é as vezes que fui a Salvador no último ano. Cinco representa pra mim um novo ciclo em minha identidade como pessoa e artista. Sendo assim, é muita coisa! Esse foi o disco ao qual eu tive mais tempo de me dedicar, produzindo tudo passo a passo, por muitos meses. Eu e meu irmão, Lucas (5), pudemos como nunca focar em todo longo processo de composição, faixa a faixa, sem correria, como amamos fazer. E o resultado é esse álbum, que muito me orgulha. Espero que meu disco te inspire e te emocione, que tire qualquer eventual poeira dos seus olhos, para que você possa ver que a vida, mesmo quando dura, vale ser vivida com leveza e beleza. Axé! Amém! – Silva.

 

CINCO | Faixa a Faixa

 

Passou Passou – No primeiro single do álbum, lançado em outubro, soa como se Chico Buarque fosse cantar no Madness. O Ska encontra a brasilidade na mistura de metais, cordas e cadência.

 

Sorriso de Agogô – Na segunda canção, mostrada ao público em novembro, o artista cita o tradicional instrumento do samba, mas a canção caminha por MPB suave, embalada em teclado típico dos anos 1970 (você espera a qualquer momento da música o vocoder entrar em ação) e a cadência ruma à Bossa imortalizada por João Gilberto.

 

No Seu Lençol – Escancara o anúncio do Dub, no eco e no reverb da bateria que abre a música. Daí para frente, corre na fronteira entre o Reggae e a MPB. O reggae que ouvimos aqui é aquele que alguns chamam de early reggae com pinceladas de anos 60.

 

Pausa Para Solidão – É uma delícia sonora, que parece acarinhar os ouvidos na levada de violão e vocal. As linhas de baixo fazem costura suave em uma daquelas obras que gabarita a tal da canção bem-feita.

 

Não Vai Ter Fim – O timbre de bateria não muda, mas a cadência é para o Funk e Soul que dominou boa parte da música brasileira no final dos 60 e começo dos 70. Os arranjos crescem em camadas e emulam o melhor de Roberto Carlos desse período. O sintetizador presente nos graves faz nossa mente projetar um encontro entre Roberto e Childish Gambino.

 

Jogo Estranho – A progressão de acordes de violão não deixa dúvidas do DNA sovado na MPB raiz, mas a marcação da bateria, com um som propositalmente sacana de caixa, complementa com a devida crocância. 

 

Facinho – Silva se diverte nesse segundo dueto (da carreira) com Anitta, em mais um Ska meets MPB rasgado e pra cima.

 

Você – Novamente o violão aponta a direção da MPB para a música, que tem aquela marcação de bateria no aro (ring shot) tanto a confundir sobre a pureza da fonte quanto a refrescar a audição. O arranjo de cordas traz nuances impressionistas e nos leva até o interlúdio final, que coroa a faixa.

 

Quimera – Essa faixa traz uma mistura bastante inusitada. A melodia é brasileiríssima, a bateria tem um quê de Al Green, os sintetizadores trazem o ouvinte para 2020 e a melodia do refrão poderia ser de um pagode dos anos 90, mas não é bem assim que a gente deve entender uma música. A soma de todas essas ideias é o que faz dessa faixa uma criação sedutora.

 

Não Sei Rezar – O violão deixa o campo da harmonia e engrossa o caldo da melodia junto ao vocal de Silva – os dois tecem mais uma Canção com C maiúsculo do trabalho.

 

Furada – Aqui o protagonismo vai para a cozinha, na linha de baixo que metralha sob o retumbar de bateria, arranjos de metais e suingue que ganha corpo em acompanhamento de palmas. É uma canção maldosa na medida certa.

 

Quem Disse? – A batida fica entre o Jazz e a Bossa, o vocal acompanha o beat, assim como o piano elétrico escancaradamente jazzístico de João Donato. A bateria inconfundível de Paulinho Braga somada aos arranjos de sopro de João, fazem a faixa soar como um clássico de Donatão que não ouvíamos há tempos.

 

Soprou – É um samba que remete à origem no Recôncavo Baiano, como se composto por Caetano e vocalizado por Clara Nunes, mas em roupagem apropriada para o dueto de Silva com Criolo. A segunda parte, escrita por Criolo, surpreende e traz o ouvinte do passado para o presente-futuro que a gente gostaria de ver e ouvir.

 

Má Situação – A faixa foi toda gravada e orquestrada por Pretinho da Serrinha, que emprestou seu talento e gravou a cuíca, o cavaquinho, o violão e todos os elementos percussivos que abrem e crescem a canção até que erupcione em Samba de Roda, fechando o trabalho com todos os requintes de quem conhece o que acaba de mostrar em 50 minutos divididos por 14 músicas.

 

 

 

Assessoria de Imprensa | Silva – Perfexx Assessoria | www.perfexx.com.br

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Hoje, 19/08, é aniversário do ex-integrante e baixista da banda Queen @officialqueenmusic John Deacon que completa 75 anos.

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Em agosto de 2001, há exatamente 25 anos atrás era lançado o álbum de estreia do cantor e compositor Roberto Frejat @frejatoficial "Amor Pra Recomeçar".

Produzido por Tom Capone, Maurício Barros e Max de Castro

A lista de parcerias na criação das letras e das canções de Amor pra Recomeçar é extensa: Arnaldo Antunes, Marisa Monte, Lenine, George Israel, Alvin L., Humberto Effe, Bruno Levinson e o poeta Mauro Santa Cecília, amigo de Frejat desde os tempos de colégio e seu parceiro de composição mais frequente nesse início de voo solo. 

Os colegas de Barão Vermelho também estão entre os compositores das canções do disco: Maurício Barros, Fernando Magalhães e Rodrigo Santos.

Faixas:

 1. Som e Fúria
2. Quando o Amor Era Medo
3. Amor pra Recomeçar
4. Segredos
5. Eu Não Sei Dizer Te Amo
6. Homem Não Chora
7. Mão-de-obra Ilegal
8. Ela
9. Mais Que Perfeito
10. Você se Parece com Todo Mundo
11. No Escuro e Venda
12. Voltar pra Te Buscar
13. Sol de Domingo

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Em agosto de 1993, há exatamente 33 anos atrás era lançado o 3° álbum de estúdio da banda Type O' Negative @typeonegativeofficial "Bloody Kisses".

Integrantes:

Peter Steele – Vocal, baixo
Josh Silver – Teclados, sintetizador
Kenny Hickey – Guitarra, vocal de apoio
Sal Abruscato – Bateria, percussão

Tracklist:

1- Machine Screw 0:39
2- Christian Woman 8:57
3- Black No. 1 (Little Miss Scare-All) 11:14
4- Fay Wray Come Out And Play 1:02
5- Kill All The White People 3:23
6- Summer Breeze 4:49
7- Set Me On Fire 3:29
8- Dark Side Of The Womb 0:27
9- We Hate Everyone 6:50
10- Bloody Kisses (A Death In The Family) 10:55
11- 3.0.I.F. 2:05
12- Too Late: Frozen 7:50
13- Blood & Fire 5:32
14- Can't Lose You 6:05

#typeonegative #boomerangmusic #bloodykisses
Hoje, 18/08, é aniversário do saudoso cantor, compositor e ator Patrick Swayze que completaria 74 anos.

Falecido aos 57 anos em 14/09/2009

#patrickswayze #happybirthday #boomerangmusic
Selo Sesc @selosesc obrigado pelo presente 

Incrível esse álbum do Ivan Lins @ivanlinsoficial "Sambadouro"

Na expectativa do lançamento do álbum nos dias 29 e 30 de agosto no Sesc Pinheiros @sescpinheiros

#selosesc #ivanlins #sescpinheiros
Em 18/08/1987, há exatamente 39 anos atrás era lançado o 9° álbum de estúdio da banda Aerosmith @aerosmith "Permanent Vacation". 

Integrantes:

Tom Hamilton - baixo
Joey Kramer - bateria
Joe Perry - guitarra, percussão, vocais, background vocais
Steven Tyler - gaita, percussão, teclado, vocais, flauta
Brad Whitford - guitarra, guitarra-base

Repertório do LP: 

Lado A: 
A1. Heart's Done Time 
A2. Magic Touch
A3. Rag Doll
A4. Simoriah
A5. Dude (Looks Like a Lady)
A6. St. John 

Lado B: 
B1. Hangman Jury 
B2. Girl Keeps Coming Apart 
B3. Angel 
B4. Permanent Vacation 
B5. I'm Down 
B6. The Movie (instrumental)

#aerosmith #permanentvacation #boomerangmusic