GABRIELLA LIMA lança seu novo álbum Bálsamo

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Foram muitas as paixões, ilusões e sonhos que Gabriella Lima acumulou nas travessias que fez. Nascida em São Paulo, mas radicada em Paris, a cantora agora reúne a bagagem em “Bálsamo”, seu álbum de estreia. Trata-se de um registro íntimo com nove canções que versam sobre a complexidade dos próprios anseios. Plasmados em música, temas como descontentamento, emoções e inquietação são a força motriz de uma jornada cujo destino reserva à autora um encontro solar consigo mesma.

 

Se hoje sua obra se materializa com potência e exuberância, para resgatar a chave dessas criações é preciso voltar no tempo e refazer caminhos. Em 2014, a artista chegou à França com o desejo de romper limites culturais e expandir fronteiras criativas. Ficaria no país apenas por três meses, respeitando o desejo inicial de usar esse tempo para compor o primeiro álbum.

 

A volta ao Brasil não aconteceria tão rápido e, perdida em indagações, acabou transformando as luzes do Quartier Latin em um novo lar. Foram necessários 5 anos de experimentos e a criação de laços, madrugada adentro, com músicos de diferentes países. Foi sob as paredes do Cabaret Aux Trois Mailletz, consagrado clube de jazz da cidade, que esse debut ganhou forma. Agora, se revela uma espécie de rompimento com o passado, um convite para dançar e curar feridas secretas.

 

“Não há uma única música nesse álbum que não seja verdade, é um disco muito íntimo”, diz a artista. “A importância de cada faixa para mim está na liberação das lágrimas contidas e na destruição das amarras que prendiam a minha personalidade”.

 

Tendo a premissa de que alegria e dor são relativas quando se trata de evolução, ela se esquiva de um registro piegas, eventualmente tristonho, para dar lugar a uma narrativa sobre a conquista do amor completo e a liberdade de si. Com produção de Alê Siqueira, renomado produtor brasileiro vencedor de 2 prêmios Latin Grammy, “Bálsamo” entrelaça sentimentos a uma gama de referências internacionais.

 

É Gabriella quem escreve, compõe e executa toda a produção executiva do disco. Como aliada na tarefa de transpor o que a comove está a brasilidade em seu estado puro, responsável por embalar canções vibrantes e potencializar o uso de instrumentos de percussão. Suave e transcendente, no instante seguinte vai buscar na soul music, bem como no pop e em seus pares, o frescor necessário para dar vazão a arranjos minimalistas e groovados.

 

Em meio a mudanças de país, o distanciamento da família e o colapso emocional, sua voz suave traça um percurso instintivo, autobiográfico, em que a afetividade é soberana. “Sei Lá”, a faixa de abertura, sintetiza um enfrentamento da imaturidade, o despertar de um “sonambulismo” que apresenta como consequência a visão de que o indesejado pode ser usado ao seu favor. Da mesma forma, a mistura de estilos musicais que constrói “Samba Boom” e “Deixa Ser” reforça esse coro fazendo analogia à iminência das tantas situações que podem aparecer em nossas vidas.

 

“As letras são leves mas cheias de reflexões profundas”, explica. “Minha música permite entrar em um universo íntimo, que é também o da procura do amor absoluto, da reconstrução”. Esta é a deixa perfeita para embarcar o ouvinte em um balanço discreto em que se estabelecem fusões sonoro-estilísticas como o samba soul de “Como Um Barco”. Aqui, ela faz um convite ousado: saltar ao desconhecido e se desafiar diante dos altos e baixos da vida. O som inconfundível da cuíca entrelaça a ginga brasileira ao brilho de um pop que é mundial, por sua vez reservado a faixas como “Sem Pudor“, “Sem Rumo” e “De Nós Dois”. Esta última é um poema sobre a sutileza de encontrar nos pequenos sinais indícios de que um amor se aproxima do fim Aceitá-lo, sobretudo, é o primeiro passo.

 

Neste mesmo embalo, a deslumbrante “Máquina De Ilusão” questiona associações equivocadas feitas entre o sucesso e a durabilidade de um romance. Como se disposta a dissipar a melancolia, a cantora joga uma nova luz sobre os dilemas da ausência em um registro que se torna ainda mais interessante quando apresentado junto ao clipe. Gravado em Portugal, o projeto é uma poderosa simbiose entre música e dança contemporânea.

 

De sua amada Paris, a inspiração vem escancarada por meio da criação de um novo hymne à l’amour. Resgatando de vez a força e a chama existentes dentro de si, encerra o álbum com “Samba de L’amour”, faixa bônus escrita em francês e português. Fruto de uma parceria com o artista Pedro Santos e produzida por Paulo Tó, a canção amarra dois dos vários universos que fazem de Gabriella Lima uma criadora apaixonada, que foge do espectro visível e não se intimida diante das provações.

 

Em “Bálsamo”, a energia tropical e a sensibilidade intimista conversam do início ao fim para permitir que as experiências aconteçam, tanto na música, quanto na vida. Essa MPB que tem sotaque francês, nada mais é do que um vislumbre do futuro e da renovação, a convicção de que se apaixonar se assemelha à releitura de um poeta favorito: não importa quantas vezes isso aconteça, a cada verso, uma nova compreensão pode surgir.

 

Release por Guilherme Araújo – Papel Pop – Março de 2021

 

 Faixas:

 

SEI LÁ (Gabriella Lima)

DEIXA SER (Gabriella Lima)

COMO UM BARCO (Gabriella Lima)

SAMBA BOOM (Gabriella Lima)

SEM PUDOR (Gabriella Lima)

MÁQUINA DE ILUSÃO (Gabriella Lima)

DE NÓS DOIS (Gabriella Lima)

SEM RUMO (Gabriella Lima)

SAMBA DE L’AMOUR (Gabriella Lima e Pedro Santos)

 

“Bálsamo” foi produzido e gravado à distância em Paris (França), Algarve (Portugal), Salvador e São Paulo.

 

Produzido e mixado por Alê Siqueira, exceto “Samba de L´Amour”, produzida e mixada por Paulinho Tó.

 

Masterizado por Carlos Freiras no Classic Master Brasil, exceto “Samba de L’amour”, masterizada por Felipe Tichauer na Red Traxx Mastering.

 

Capa – Arte: Eiji Kozaka /  Foto: Zarella Neto

 

Redes Sociais: 

 

www.instagram.com/gabriellalima

www.facebook.com/gabriellalimaoficial

www.youtube.com/user/GabriellaLimaOficial

 

 

 

 

Com informações:  Bebel Prates  Assessoria de Comunicação