Inédito nas plataformas de música, Som Livre disponibiliza álbum de 1992 do grupo de MPB ‘Boca Livre’

“Dançando Pelas Sombras” traz regravações de ícones como Aldir Blanc, Gilberto Gil e Milton Nascimento

 

O clima de nostalgia vigente na quarentena acaba de ser coroado com mais um elemento precioso. Até então inédito nas plataformas digitais, o álbum “Dançando Pelas Sombras” (1992), do grupo Boca Livre, está sendo disponibilizado nos aplicativos de música nesta sexta-feira (17), pelo selo MP,B da Som Livre.

 

O disco, originalmente lançado há 28 anos, traz 11 faixas. Entre elas, regravações de ícones da música popular brasileira – como Aldir Blanc, Milton Nascimento, Gilberto Gil, Lô Borges e Ronaldo Bastos, entre outros – nas vozes dos componentes do grupo, que na época era composto por Maurício Maestro, Zé Renato, Lourenço Baeta e Fernando Gamma – ouça aqui.

 

“Dançando Pelas Sombras” traz influências do folk, da música clássica e de diversos elementos de regiões ao redor do mundo, podendo ser considerado não só um produto de MPB, mas também de música global. Característica marcante do estilo refinado do Boca Livre, os arranjos não convencionais, facilmente diferenciáveis de outros conjuntos da música nacional, são as bases que sustentam as harmonias de vozes elaboradas, carro-chefe do grupo.

 

O trabalho, com um repertório repleto de letras inteligentes e temas fortes, também possui canções compostas pelos integrantes, além das regravações de grandes nomes da MPB. O disco conta ainda com as participações especiais de Marco Suzano e Marcelo Costa, além de ter a produção assinada pelo músico e produtor Zé Nogueira.

 

“Dançando Pelas Sombras” (1992) – Boca Livre
Lançamento MP,B/Som Livre no streaming – 17 de julho/2020

 

11 faixas

1. Dança De Ouro (Zé Renato/Lourenço Baeta)
2. Testamento (Nelson Ângelo/Milton Nascimento)
3. Gotham City (Jards Macalé/Capinan)
4. Cruzada (Tavinho Moura/Márcio Borges)
5. The First Circle (Pat Metheny/Lyle Mays)
6. Zen-vergonha (Guinga/Aldir Blanc)
7. Oriente (Gilberto Gil)
8. Nuvem Cigana (Lô Borges/Ronaldo Bastos)
9. Todos Os Santos (Maurício Maestro/Joyce Moreno)
10. Nua (Fernando Gama)
11. Caxangá (Milton Nascimento/Fernando Brant)

 

Sobre a Som Livre

 

De 1969 para cá o mercado fonográfico mudou, assim como a forma de se consumir música. Hoje, 50 anos depois de sua criação, a Som Livre é muito mais do que uma gravadora, é o espelho musical do país. Uma empresa 100% nacional voltada para a música, seja qual for a sua plataforma e que reflete, através de seus lançamentos, o gosto e o hábito de consumo do brasileiro.

 

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Assessoria de comunicação MP,B – InPress Porter Novelli