Leo Quintella faz um mix de referências musicais nacionais e internacionais em Slowmotion cameraman, segundo single do álbum Camaleão

Para ouvir o single – https://orcd.co/slowmotioncameraman

 

Assista ao clipe: https://youtu.be/_1anDgda2Ss

 

Leo Quintella é fã de Bob Dylan, Beatles, Rolling Stones, David Bowie e The Doors. O cantor, compositor e multi-instrumentista paulistano também ama ícones da música brasileira e, há algum tempo, observou que letras em inglês caem bem no canto de artistas nacionais. Caetano Veloso, Gilberto Gil e tantos outros mestres já gravaram na língua dos pais do rock e do country. Da nova geração, Tiago Iorc e outros nomes que seguem aparecendo no mercado fizeram o mesmo. Todos eles, e mais a paixão pelo álbum de 1971 de Paul McCartney, inspiraram a composição de Slowmotion Cameraman, segundo single de Camaleão, álbum que o artista lançará no segundo semestre deste ano.

 

Slomotion Cameraman é um country, mas é um pouco o Paul McCartney no Ram. O contrabaixo  e o violão de nylon são totalmente inspirados nesse disco. Foi por causa dos Beatles que eu comecei a tocar e foi ao ouvir Palco, do Gilberto Gil, que abri a cabeça para novas possibilidades”, diz Leo Quintella.

 

Beatles e Rolling Stones são citados na letra da canção, que não conta uma história, mas reúne uma série de acontecimentos, como se fossem esquetes levando o ouvinte a adentrar uma “porta do inconsciente e da criatividade”, como diz o próprio artista. O trecho que cita a menina cuja irmã morreu remete à história de um familiar que sofreu de dependência química. E todas as informações que remexem a memória do subconsciente acabam indo direto para o “cameraman”, no caso, ele próprio: “O cameraman é quem recebe a informação, no caso eu. Cada um é seu próprio slomotion cameraman”.

 

Com um visual a la Jim Morrison, Leo Quintella compõe ao violão, transpira palavras que dialogam com o ouvinte de hoje em dia, e se apresenta como um artista moderno e retrô ao mesmo tempo. Nada é por acaso: “Uma coisa que entendi é que nem sempre vou estar acompanhado de uma banda e tenho que saber me defender rápido. Às vezes, preciso só de um violão, a voz e palmas para despertar sentimentos. Por isso insisto no violão e na leitura de livros e de histórias de músicos de antigamente. O Jim Morrison foi transgressor. Na minha humilde opinião, divide créditos com Mick Jagger como os pais do comportamento rock’n’roll que embalou o mundo, colocando o jovem no topo da opinião pública definitivamente”.

 

Leo Quintella é um desses jovens que, com sua música, querem fazer a diferença.

 

Camaleão está sendo produzido no moderno NAVE 33 Studio, por Juliano Cortuah, nome por trás de diversas trilhas sonoras de novelas e de trabalhos lançados por grandes nomes da música brasileira, de Roberto Carlos a Ana Vilela. Nesse segundo single, Cortuah assume ainda o arranjo e o baixo. Slowmotion Cameraman conta com o ex-Suricato Guilherme Schwab no weissenborn, Renan Martins na bateria, Johnny Essi nos teclados, e foi mixada por Vitor Farias e Juliano Cortuah no NAVE 33 e masterizada por Felipe Tichauer no Redtrexxmastering, em Miami.

 

Texto por Christina Fuscaldo

 

 

 

 

 

 

 

Com informações: Assessoria Biscoito Fino: Coringa Comunicação