Luna Vitrolira lança álbum de estreia

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A pernambucana Luna Vitrolira estreia na música com o álbum “Aquenda – o amor às vezes é isso”, trabalho homônimo ao primeiro livro de poemas da multiartista, finalista do prêmio Jabuti 2019. O lançamento traz também um curta-metragem com o mesmo nome, dirigido por Gi Vatroi e Aida Polimeni.

 

O projeto artístico é resultado de um período de 3 anos de imersão de Vitrolira em estudo e criação. A poesia, ponto de partida da narrativa, se une às influências musicais e cênicas da artista para levar o público a uma reflexão sobre temas urgentes da contemporaneidade.

 

“’Aquenda – o amor às vezes é isso’ aborda questões que são profundas e exigem cuidado no trato, na entrega. Essas músicas vão dialogar com a vida das pessoas e com suas experiências nesse mundo. Minha intenção é expor esses temas para falar da nossa liberdade, do nosso autopertencimento, do nosso poder e autonomia sobre nossos corpos, vidas, trajetórias, escolhas como um caminho para cura”, contou Luna Vitrolira.

 

O álbum é composto por 10 faixas autorais que trazem uma diversidade sonora com base na corporeidade da voz de Luna e na estética e rítmica de seus poemas. As músicas apresentam uma fusão de piano, sintetizadores, beats eletrônicos e percussões que dão origem a harmonias e polifonias não convencionais dentro da estrutura pop contemporânea. Esse resultado dialoga com várias influências musicais da multiartista, como jazz, swingueira, brega-funk, rap, maracatu, coco e outros ritmos insurgentes.

 

Em sua narrativa, o disco “Aquenda – o amor às vezes é isso” fala sobre o amor e questiona o modelo romântico ocidental, discutindo temas que envolvem a relação histórica da mulher com a sociedade e o sagrado ancestral. O álbum conta uma história e traz à tona os paradoxos desse sentimento, suas faces e farsas, nas relações afetivas, que implicam violências.

 

O amor é exposto como fato opressor para dizer sobre cura e liberdade. O trajeto discursivo vai desde a densidade de temáticas como abuso, estupro e feminicídio à leveza da abordagem sobre autopertencimento e consciência da ancestralidade. Desse modo, existe tanto uma atmosfera de mistério, intensa e tempestuosa, quanto uma vibração que incita o desejo de dançar.

 

Para participar do disco foram convidadas as poetas Roberta Estrela D’Alva, Mel Duarte, Cristal, Tatiana Nascimento, Bell Puã e Bione; a cantora Xênia França e o poeta e cantor José Paes de Lira. Os arranjos receberam a ciência ancestral e catártica das percussões de Lucas dos Prazeres, a bateria hipnótica de Hugo Medeiros, a leveza do beat eletrônico de Pupillo, a sinergia dos beats eletrônicos de Junior Cabral, o piano virtuoso, ancestral e epifânico de Amaro Freitas, que assina a produção musical, os arranjos, sintetizadores e os beats eletrônicos, e a perspicácia de Bruno Giorgi na mixagem e masterização.

 

“Sei que o trabalho causará impacto, mas a gente pode imergir e afundar sem se afogar. Quero abraçar a história, a sensibilidade e a consciência das pessoas como uma forma de acolhimento. Precisamos falar de um outro Amor que não é esse produto que está no mercado, que não é essa realidade de mentira que nos mata. Podemos construir coletivamente outra versão para o Amor” – dispara Vitrolira.

 

A multiartista pernambucana Luna Vitrolira tem 28 anos. É escritora, poeta, atriz, performer, apresentadora, Mestra em Teoria da Literatura, pesquisadora da poética das vozes e da poesia de improviso do Sertão do Pajeú/PE. Idealizadora dos projetos “De Repente uma Glosa”, “Mulheres de Repente” e “Estados em Poesia”, iniciou sua trajetória aos 15 anos como declamadora de poemas no universo da literatura oral e de Cordel. Ao completar 10 anos de carreira publicou seu primeiro livro de poemas, “Aquenda – o amor às vezes é isso”, finalista do prêmio Jabuti 2019, que tem recebido destaque da crítica nacional.

 

“Aquenda – o amor às vezes é isso” é um lançamento da gravadora Deck e já está disponível em todos os aplicativos de música.

 

 

 

 


Com informações:
Batucada Comunicação

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Faleceu na data de ontem (30/06), o vocalista da formação original da banda Village People, Victor Willis aos 74 anos de idade.

#villagepeople #Victorwillis #Rip #boomerangmusic
Em 01/07/1997, há exatamente 29 anos atrás era lançado o 3° álbum de estúdio da banda Prodigy @theprodigyofficial The Fat of the Land.

Shahin Badar – vocal

Jim Davies (Pitchshifter) – guitarra

Keith Flint – vocal

Kool Keith – vocal

Maxim – vocal

Crispian Mills (Kula Shaker) – vocal

Saffron (Republica) – vocal

Matt Cameron (Soundgarden) – bateria[21]

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Hoje, 01/07, é aniversário do cantor, compositor e membro fundador da banda B52s @theb52sband Fred Schneider @funfred1 que completa 75 anos.

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Hoje, 01/07, é aniversário do cantor e compositor Alceu Valença @alceuvalenca que completa 80 anos

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Hoje, 01/07, é aniversário da cantora e compositora Marisa Monte @marisamonte que completa 59 anos.

Integrantes da banda Os Tribalistas @bandatribalistas 

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Hoje, 01/07, é aniversário da cantora, compositora e atriz Debbie Harry @debbieharryarchive da banda Blondie @blondieofficial que completa 81 anos.

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Em 30/06/1992, há exatamente 34 anos atrás era lançado a trilha sonora do filme "Singles"

Músicas da trilha sonora de Singles

1. Would? — Alice in Chains
2. Breath — Pearl Jam
3. Seasons — Chris Cornell
4. Dyslexic Heart — Paul Westerberg
5. Battle of Evermore — The Lovemongers
6. Chloe Dancer / Crown of Thorns — Mother Love Bone
7. Birth Ritual — Soundgarden
8. State of Love and Trust — Pearl Jam
9. Overblown — Mudhoney
10. Waiting for Somebody — Paul Westerberg
11. May This Be Love — Jimi Hendrix
12. Nearly Lost You — Screaming Trees
13. Drown — The Smashing Pumpkins

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